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Confiança feminino - 41 anos, s.teotônio, Portugal
Confiança feminino - 41 anos, s.teotônio, Portugal
Livro de visitas 8 Organizar os comentários:
Miguel Singular (Domingo, 1 Novembro 2009 às 07:37)
Olá!
Gostava de ter a tua visita, comentários, ideias.
Criei há poucos dias um blog, com textos meus, fotos que tirei, músicas de que gostos, ideias, etc... Está tudo muito ainda no início,ainda com o cheiro de tinta fresca...
Depois de um período doloroso de auto-negação, comecei pouco a pouco a redescobrir-me, a centrar-me no que é mais importante e puro. E recomecei a criar. Se antes me isolei quase por completo, agora, procuro, ainda a medo, a presença dos outros, as suas ideias, sentimentos, medos, tudo. Arrisco. Talvez mais uma vez sofra, me desiluda. Mas talvez, apenas talvez, isso não aconteça. Talvez venha a descobrir pessoas especiais, únicas. Quem sabe? Se andarmos sozinhos no deserto, acabamos inevitavelmente por fazê-lo em círculos, sabias?
http://pt.netlog.com/singularmiguel
António Prates Confiança (Domingo, 13 Setembro 2009 às 05:06)
Talvez um dia...
Talvez um dia te faça um poema...!
Talvez um dia te conte um conto...!
Porém, as letras vestem de espanto
Todas as rimas do mesmo tema...
Talvez um dia te faça um poema
Com as quatro letras da minha sina;
Cheio de graça, de sacarina
Vinda dos trechos de um nobre tema...
Talvez um dia seja um soneto
Que te descreve como eu te vejo...
Falo de amores, de um terno beijo
E das palavras a branco e preto...
Talvez um dia...!
António Prates
(In Sesta Grande)
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E obrigado!
kalu andrade (Sexta, 11 Setembro 2009 às 11:52)
ola ....beijus
mario bras Confiança (Domingo, 23 Agosto 2009 às 05:51)
olá , é muito agradavel ver por aqui alguem que posso chamar vizinha , trabalho e vivo em evora mas sou de aljustrel por isso deixo um beijo com tudo de bom
mário
António Prates Confiança (Sábado, 22 Agosto 2009 às 04:38)
Fala-me…
Fala-me do tempo e das intrigas,
E dessas coisas que dizemos por falar…
Diz-me prosápias das modestas raparigas
Que fazem renda numa casa à beira-mar…
Diz-me essa história proibida de dizer,
Arrecadada no cacifo dos segredos…
Conta-me um verso, daqueles que dão prazer,
Quando as vagas fazem rimas nos rochedos…
Canta-me um fado, com a tua voz castiça,
Denunciando os infortúnios da miséria…
Fala do povo, do divino, e da justiça,
Com essa crença que a justeza faz etérea…
Diz-me um olá… no meu ouvido encortiçado
Pelo silêncio das palavras mais esquivas…
Fala do conto que não foi sequer narrado
No nobre esboço do condão das narrativas…
António Prates
(In Sesta Grande)
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E obrigado!
António Prates Confiança (Terça, 14 Julho 2009 às 11:05)
Diga lá, senhor Doutor…
Diga lá, senhor Doutor,
Boas-Novas da Ciência
Ou da santa inteligência
Do seu tino sabedor…
Diga lá, senhor Doutor,
Que é um Homem letrado,
Quantos dias tem um fado
Produzido em Ré Maior…
Diga lá, senhor Doutor,
Quantas horas tem um dia:
Daqueles sem serventia
E betado de incolor…
Diga lá, senhor Doutor,
As moléstias que padeço,
E tudo o que não conheço
Das notícias desta dor…
Diga lá, senhor Doutor,
De onde vem esta preguiça,
Que me acossa, que me atiça,
Seja lá aonde for…
Diga lá, senhor Doutor,
Se tenho febre na sina,
Ou se existe uma vacina
Para os dias de calor…
Diga lá, senhor Doutor,
Antes que me vá embora,
Se o destino marca a hora
Por capricho ou por favor…
Diga lá, senhor Doutor…!
António Prates
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E obrigado!
António Prates Confiança (Domingo, 5 Julho 2009 às 13:27)
Borba - Cidade
Celebra em Céu aberto - a Venturosa -
Num meigo encantamento, exuberado…
Soletra vinhos, nos calcários do passado,
Com alegrias que não cabem numa prosa…
Se esse Sul está correcto, mais à frente,
Vê-se na sorte de saudar Vila Viçosa;
E, no levante dessa brisa auspiciosa,
Saúda Elvas, nos confins de um Oriente…
Em Estremoz, ou nos limites mais a Norte,
Une-se à estrema de uma linha transparente…
Como quem une a dilecção, perdidamente,
Acede o chão às terras lhanas de Monforte…
A Sudoeste, adoça a paz com o Redondo,
Aonde os cumes sobrepujam pelo porte…
Erguendo mais a Promoção da sua sorte,
Canta lá modas dos ardis que vai compondo…
Está feliz por ser Cidade emancipada
Por este povo, que se vai pondo e dispondo…
E que dispôs o seu fervor em alto estrondo,
Lançando Borba numa faina consagrada…
António Prates
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E obrigado!
lyb ************************************ Confiança (Sexta, 26 Junho 2009 às 10:34)
bfsemana
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