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Confiança masculino - 35 anos, Porto, Portugal
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Comentários 8Organizar os comentários:
Paulo NunoConfiança (2 dias atrás às 08:43)
-Seraphyta:
Muito bonito o poema e veio mesmo a calhar...

Para falar de ti era preciso matar
a música, sentir-lhe o flanco
dilacerado. Eu não sabia que a tristeza
podia ser isto, uma doída febre de viver
ao teu lado, bebendo muito, sorrindo por vezes
de entre os destroços.
As minhas mãos tremem, tentando
esboçar a tua distância rebelde
às palavras - e não há ninguém para saber
que os violinos me sufocam, devagar.
Não fosses tu e pensaria que nunca há ninguém,
que bastam os cruéis violinos.
Mas a casa cresceu, encheu-se
de rumores vagos e desesperantes, artifícios
ou não do país impossível que quisemos escolher.
Este extremo deserto do corpo.
Quem diria afinal que o inferno era tão bom?
Suspeitaste-o talvez desde o início,
quando uma triste praça de Lisboa nos cumulava
de desabrigo. Eu já nada tenho a dizer
- abandonei as certezas numa taberna qualquer,
preferi-lhes vinhos fortes e deslumbrantes,
errâncias maiores.
Até por fim perceber que as lágrimas
não precisam dos olhos e que chorar
é apenas o modo
como o tempo docemente nos fuzila.
Manuel de Freitas
Obrigado amiga
SeraphytaConfiança (2 dias atrás às 08:18)
Para falar de ti era preciso matar
a música, sentir-lhe o flanco
dilacerado. Eu não sabia que a tristeza
podia ser isto, uma doída febre de viver
ao teu lado, bebendo muito, sorrindo por vezes
de entre os destroços.
As minhas mãos tremem, tentando
esboçar a tua distância rebelde
às palavras - e não há ninguém para saber
que os violinos me sufocam, devagar.
Não fosses tu e pensaria que nunca há ninguém,
que bastam os cruéis violinos.
Mas a casa cresceu, encheu-se
de rumores vagos e desesperantes, artifícios
ou não do país impossível que quisemos escolher.
Este extremo deserto do corpo.
Quem diria afinal que o inferno era tão bom?
Suspeitaste-o talvez desde o início,
quando uma triste praça de Lisboa nos cumulava
de desabrigo. Eu já nada tenho a dizer
- abandonei as certezas numa taberna qualquer,
preferi-lhes vinhos fortes e deslumbrantes,
errâncias maiores.
Até por fim perceber que as lágrimas
não precisam dos olhos e que chorar
é apenas o modo
como o tempo docemente nos fuzila.
Manuel de Freitas
Paulo NunoConfiança (Quinta, 22 Outubro 2009 às 13:10)
-FADA_MARIA:
com esta foto.. 

Acredito..são muito lindos mesmo..
-paulo_nuno:
-FADA_MARIA:
Esta , ta triste, mas ternurento
Há esta.. tu mandas... eu tenho um quadro em casa.
Tá muito gira, tb me lembra um quadro do quarto do meu mano
MARIAConfiança (Quinta, 22 Outubro 2009 às 13:09)
-paulo_nuno:
com esta foto.. 

-FADA_MARIA:
Esta , ta triste, mas ternurento
Há esta.. tu mandas... eu tenho um quadro em casa.
Tá muito gira, tb me lembra um quadro do quarto do meu mano
Paulo NunoConfiança (Quinta, 22 Outubro 2009 às 13:07)
-FADA_MARIA:
com esta foto.. 
Esta , ta triste, mas ternurento
Há esta.. tu mandas... eu tenho um quadro em casa.
MARIAConfiança (Quinta, 22 Outubro 2009 às 13:06)
Esta , ta triste, mas ternurento
Paulo NunoConfiança (Sábado, 27 Junho 2009 às 08:04)
-ghimer:
... eu gosto destes bonekinhos... axo-os mt fofinhos...
...na e k hj seja mt maior!!! 
Acredito, eu casa dos meus Pais, tenho lá um quadro que é mesmo parecido com este, muito lindo mesmo.
...fazem me lembrar um pouco quando era pekena...
A própria Fisga lembra sempre aqueles momentos de criança
ghimer(Sábado, 27 Junho 2009 às 07:55)
...fazem me lembrar um pouco quando era pekena...
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