http://netlog.com/paulo_nunoPaulo NunoNunoPaulopaulo_nunohttp://pt.netlogstatic.com/p/tt/009/453/9453984.jpgPortugalPorto Página de perfil do(a) paulo_nuno

paulo_nuno

Confiança masculino - 35 anos, Porto, Portugal


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Blog 472

Quando o meu amigo está infeliz, vou ao seu encontro; quando está feliz, espero por ele


  • EU E ELA

    Ela - Porque é que tens tantas cervejas em casa?
    Eu - É para quando convidar alguns amigos, ter alguma coisa para dar,para além da água...
    Ela - Pois... mas tu ultimamente nem tens me convidado para ir á tua casa.
    Eu - Não posso te convidar sempre.....
    Ela - Mas a mim devias convidar sempre.
    Eu - Mas é que...
    Ela - Cala-te. Não tens desculpa. Não te iria beber a cerveja toda...
    EU - (Só em pensamento) Chiça :) :) :)

    Ela - Um gajo disse-me uma coisa...
    Eu - Sim?
    Ela - Acho que estou a começar a gostar dele e gostava que me ajudasses a interpretar o que ele me disse.
    Eu - O que é que ele te disse?
    Ela - Que quer ver o meu interior...
    Eu - Só isso?
    Ela - Achas pouco?
    Eu - Acho... acho... sei lá o que é que acho. Era o Ronaldo ou José Mourinho?
    Ela - Não.
    Eu - Então não acho nada. :) :) :)

    Eu - Acho que vou pôr no netlog a conversa contigo quando me mandaste ir ao café para veres televisão.
    Ela - Põe... mas diz que era para ver o " Kyle XY". Todos me vão dar razão.
    Eu - Eu nunca vi essa série. Acreditas?
    Ela - Acredito. Por isso mesmo é que te considero um bom amigo mas nunca poderia ser tua namorada. :) :) :)

  • O QUE QUERERIA DIZER....

    Hoje o dia está muito frio no Porto,mas não está a chover..o que é já bom... e parece a mim que nos sitíos mais altos deve estar a nevar.... Mas, antes de sair de casa a primeira vez, escolhi um casaco que já não vestia há uns meses. Pus a mão no bolso e descobri um papelinho, escrito à mão, que dizia:
    "A melhor maneira de compreender uma mulher é, sem dúvida, perguntar a outra mulher o que quererá dizer aquilo que a primeira mulher nos disse." já não sei o que quereria dizer com isso , mas eu sorri um bocadinho, amarrotei-o e deitei-o para o caixote do lixo. Mas... mas... senti-me esquisito.... :)

  • EU E ELA

    Ela - Afinal posso jantar contigo hoje...
    Eu - Então espera... como há cinco minutos atrás me disseste que não podias, marquei outra coisa. Deixa ver se desmarco.
    Ela - És lixado. Marcas logo outra coisa.
    Eu - Disseste que não podias...
    Ela - Mas esperavas um bocado, a ver se eu não podia mesmo. :) :) :)

    (ao telefone, á noite)

    Ela - Como já sei que não gostas nada do Natal, estou a telefonar para te desejar que o gordo do Pai Natal, as renas e o saco de presentes te caiam em cima e te esmaguem...
    Eu - Está tudo bem contigo?
    Ela - Sim. só estou a meter-me contigo.
    Eu - Pensei que tinhas bebido...
    Ela - É mais ou menos a mesma coisa...
    Eu - ( só em pensamento) Chiça

    (Passado uns minutos)

    Ela - Se pudesses escolher um presente de Natal qualquer, o que é que escolhias?
    Eu - Escolhia nunca mais haver Natal.
    Ela - Vou acabar de tomar este café, e vou para casa, e depois só te quero ver em Janeiro. Gosto demasiado de ti para te responder o que tenho para te responder...
    Eu - Tem calma...
    Ela - Estou a tentar ter...
    Eu - Eu só estava a brincar.. :) :) :)

    Ela - Estou um bocado triste. Eu e o meu namorado estamos outra vez separados...
    Eu - A sério? Tem calma... mas não se chatearam, pois não?
    Ela - Foi só uma pequena discussão. Ele acha que eu sou muito exigente, não sei porquê.
    Eu - Pois... as exigências, poucas ou muitas, costumam ser sempre um problema em qualquer relação.
    Ela - Caramba! Será pedir muito a um homem que deixe de sair todos os fins de semana com os amigos, que não esteja todas as noites no computador a jogar joguinhos estúpidos, que faça um jantar diferente e não a mesma coisa todas as noites, e que deixe de ir ao estádio do Dragão ver jogos de futebol?
    Eu - Pois... hum... hum... não é assim muito... sei lá... ou talvez seja um bocadinho... não sei... :) :) :)

  • PERGUNTAS E RESPOSTAS...

    Quando eu era criança havia um livro na estante da biblioteca lá na minha escola que se chamava "O livro dos Porquês, 500 perguntas e 500 respostas". Era o livro que eu ia buscar quando já estava cansado de jogar ao berlinde ou á bola ou mesmo brincar aos médicos e doentes com as meninas... Não havia computadores, muito menos internet, e por isso aquele livro era uma espécie de zeloso guardião do saber do mundo. Quinhentas perguntas, ainda por cima com quinhentas respostas, parecia-me tanto.
    Agora lembro-me frequentemente desse livro. No últimos anos da minha vida gostava de ter tido, na minha estante, 500 respostas fáceis a 500 perguntas difíceis. Uma obra com o título "O livro das relações, 500 perguntas e 500 respostas". Hoje, depois de ter feito muita coisa , ia lá ver se encontrava a pergunta: "Porque é que, de vez em quando, há uma mulher a ocupar 99% do pensamento do homem?"
    Provavelmente a resposta seria qualquer coisa como "Porque tens que ocupar 1% com as contas da água, do gás e da luz" ou, às tantas, nem vinha no livro. :)

  • EU E ELA

    Ela – O meu namorado às vezes surpreendia-me mesmo. Telefonava-me quase todas as sextas a dizer para não fazer o jantar e depois íamos jantar fora.
    Eu – Quase todas as sextas?! Parece-me mais um ritual do que uma coisa surpreendente… e ele nunca cozinhava?
    Ela – Ah! Quero lá saber se cozinhava ou não… eu não passo sem essas coisas.
    Eu – Olha… tenta namorar com um vampiro…
    Ela – Um vampiro?
    Eu – Sim, acho que eles jantam muitas vezes fora.
    Ela – Estás mt engraçadinho a esta hora?
    Eu – Desculpa. Pensei que também estavas a mandar uma piada.
    Ela – Uma piada, eu? Quando?
    Eu (só em pensamento) - chiça! :) :) :)

    Eu - Epá! Tinhas razão quando dizias que se ouvia bem os teus vizinhos na cama. Isto é uma barulheira...
    Ela - Sim, ouve-se tudo. Às vezes acho que eles até fazem de propósito.
    Eu - Sim, ela grita mesmo muito.
    Ela - Pois... e eu aqui a beber vinho contigo. :):) :)

    (no café, eu a tomar café e ela um café com um copo de água)

    Ela - Hoje no supermercado um homem deixou-me passar à frente dele na fila.
    Eu - Mas porquê? Pensou que estavas grávida?
    Ela (atira a água do copo para cima de mim)

    (dois minutos depois)
    Eu - Tens que ter mais calma. Era só uma piada...
    Ela - Há piadas proibidas para mulheres... devias saber isso.
    Eu - Bem... se levaste isso tão a sério é por que achas mesmo que estás...
    Ela - Tornas a falar nisso e em vez de atirar água fria atiro-te um café a ferver. :) :) :)

  • UM VERDADEIRO DILEMA...

    Há uns tempos atrás uma miúda que eu não conheço de lado nenhum deu-me o número de telefone dela, e eu dei-lhe o meu, sem mais nem menos. Não foi bem sem mais nem menos... acho que foi por causa duma amiga que temos em comum, mas que eu só vejo de tempos a tempos quando vem ao Porto. Foi á noite e sei que era já mt tarde, com o bar( três Maria) aonde eu costumo frequentar. Não me lembro muito bem dela porque já estava, a essa hora, no planeta que não a terra , mas lembro-me que era gira à brava. Acho que a vi no dia seguinte com um namorado qualquer, mas não tenho a certeza.
    Hoje estava a limpar a lista telefónica do meu telemóvel e, ao passar pelo número dela, fiquei na dúvida se devia apagar ou não. Foi uma sensação estranha. lá isso Foi,e se foi... um verdadeiro dilema... :)

  • ATIRAR SETAS...

    Quando andava na Faculdade( Iscet) tive uma paixão avassaladora por uma miúda que nunca me ligou nenhuma. Eu nem sequer a conhecia mas, como quando tinha a coragem de a olhar directamente nos olhos durante mais de três segundos ela simplesmente me ignorava, nunca passei a fronteira da timidez que me impedia todos os dias de ir falar com ela.
    Lembro-me que acabei por aceitar a derrota e, como uma embarcação desgovernada pelas ondas agitadas duma paixão ainda semi adoslecente, permitia-me apenas espreitá-la a espaços sem que ela o percebesse.
    Numas férias ela desapareceu e não voltou. Percebi-o logo nos primeiros dias de aulas e, enfraquecido por uma onda mais forte desse mar revolto, houve uma noite em que nem um jogo de snooker com amigos me apeteceu terminar. Saí do café sem responder às perguntas preocupadas dos meus camaradas como que à procura de algo que sabia que não podia encontrar. O meu melhor amigo saiu um pouco depois e encontrou-me em noutro lugar a jogar ás setas sozinho....

    - O que é estás a fazer? - perguntou-me ele enquanto me tentava passar uma cerveja para a mão.
    - A tentar acertar no Alvo. - respondi num mistura de riso e choro.
    - É por causa dela?
    - Sei lá.
    - Assim nunca vais acertar em algum alvo. joga como deve ser...
    - Se atirar uma seta com muita força talvez a seta caia ao lado dela, esteja ela onde estiver...

    Atirar setas a um alvo é uma coisa estúpida, admitir que é o que se está a fazer ainda é mais e acreditar que uma dessas setas pode cair ao lado duma mulher que nem sequer sabe que existimos é mesmo o cúmulo da estupidez. Mesmo assim ele percebeu o que eu estava dizer, sentou-se ao meu lado no chão e ficou em silêncio. :)

  • SINAIS...

    Nós todos, obedecemos cegamente aos sinais, a cada momento, sem perceber que é isso mesmo que estamos a fazer: obedecer. Vai por aqui, não vás por ali, cala-te, espera, não entres. É assim no trânsito, por exemplo, mas também é assim na nossa relação. Só há uma diferença: enquanto no trânsito os sinais são standard e todos nós os percebemos, na nossa relação somos obrigados a descodificar cada sinal novo, seja um silêncio, uma lágrima, uma prenda que se dá ou recebe, uma frase mais áspera ou um bilhete colado no frigorífico. Uma lágrima, por exemplo, pode ser um sinal de zanga ou de emoção.
    Sempre que, conscientemente, desobedeço a um sinal de trânsito, passando por exemplo numa passagem para peões e que o semáforo esteja vermelho, penso que talvez fosse importante começar a desobedecer também aos sinais numa relação, entendendo por exemplo uma zanga como uma declaração de amor. Mas não é possível, e só dou conta disso quando o semáforo já passou para verde. :) :)

  • HOJE VOU FALAR DAS MULHERES...

    Eu Sempre admirei a capacidade que as mulheres têm de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Para as mulheres não é um problema ter que ir buscar os putos à escola ao fim da tarde, fazer compras e preparar o jantar. Em casa não é um problema fazer esse jantar enquanto se aspira a sala, se apanha a roupa da corda e se organiza os papéis da corrosiva burocracia doméstica. Lembro-me, por exemplo, das festas de aniversário que a minha mãe fazia-me para mim, ela fazia as compras, cozinhava, , fazia os convites e distribuía-os, recebia os convidados. Eu... fugia. Não era má vontade, a sério que não. Era pânico. Um pânico controlado mas nem por isso deixava de ser pânico.
    A questão é que acho que esta capacidade que as mulheres têm de fazer várias coisas ao mesmo tempo reflecte-se também na sua estrutura emocional, ou seja, as mulheres são capazes de sentir várias coisas coisas ao mesmo tempo. Por exemplo, são capazes de estar tristes e felizes, de sentir frio e calor, de se sentirem sós e a precisar de privacidade e silêncio. Tudo ao mesmo tempo...
    Eu só consigo fazer uma coisa de cada vez. Para mim ir às compras é um sacrifício e por isso vou todos os dias, durante dez minutos, comprar por exemplo uma cebola, uma garrafa de vinho, um pacote de leite e uma carne para grelhar. Sou incapaz de fazer compras para o mês e de estar duas horas num supermercado a projectar o que vai ser esse mês. Acho incrível que uma mulher consiga perceber, enquanto está a olhar para umas embalagens de detergente, que vai precisar de 10 litros de lixívia, três caixas de fósforo, trinta refeições frugais, quarenta lanches, vinte e oito pequenos almoços, quarenta ceias, doze jantares de carne e dez de peixe, etc, etc. Ufa! Socorro. Também só consigo sentir uma coisa de cada vez. Ou estou triste ou estou feliz, ou estou apaixonado ou não estou, ou tenho frio ou tenho calor, ou me apetece estar com amigos ou me apetece estar sozinho. Sei o que estou a sentir e actuo conforme os meus sentimentos me pedem.
    Acho que esta forma maniqueísta de ser sempre prejudicou os homens na sua relação com as mulheres. Quando sentimos que as companheiras estão alteradas esquecemo-nos da enorme complexidade (e também capacidade, admito) que vai ali dentro. Perguntamo-lhes se estão triste e elas abanam os ombros, perguntamo-lhes se precisam duma bebida e elas abanam os ombros, perguntamo-lhes se elas querem que liguemos o aquecedor e elas abanam os ombros. Depois de tanto abanar de ombros zangamo-nos e vamos beber uma cerveja a um bar. Esquecemo-nos sempre que as mulheres nunca precisam nem querem uma só coisa e nós sim. Nesse momento é precisamente uma cervejola. :) :)

  • EU E ELA

    na casa dela, enquanto eu cozinhava)

    Ela - Que é isso?
    Eu - É comida...
    Ela - Mas essa receita, onde é que a foste buscar?
    Eu - Ao teu livro que tinhas aí no teu armário.
    Ela - Nem sabia que tinha um livro de receitas culinárias... :):) :)

    Ela - Acho que a mulher, na maior parte dos casos, é que decide se há amor ou não...
    Eu - Porque é que achas isso?
    Ela - É que para s exo os homens estão sempre prontos. Basta a mulher dizer que sim... :) :) :)

    Eu - Para que é que queres essa papelada toda?
    Ela - Oh! O meu namorado pôs um autocolante daqueles amarelinhos na caixa de correio e agora ninguém lá põe publicidade.
    Eu - Mas... para que é que queres tanta papelada?
    Ela - Para ler quando vou à casa de banho. :) :) :)

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