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        <title>O blog do(a) ANTÓNIO MOURINHO</title>
        <description>O blog do(a) ANTÓNIO MOURINHO</description>
        <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog</link>
        <lastBuildDate>Fri, 27 Nov 2009 18:37:45 UT</lastBuildDate>
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            <title>mouroagreste</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste</link>
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            <title>UM ESTADO INCOMODATIVO, O MEDO.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1899086</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1644765&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1644765&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler com atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo é um estado de alma como o da alegria, são extremidades do mesmo Ser, embora no caso  do medo acarrete uma luta pessoal para o seu control, enquanto no caso da alegria apenas carece de aceitação, embora também seja passível de uma luta pessoal, todos os seres humanos lhes estão sujeitos aos seus caprichos. Interessa-me mais falar hoje sobre os medos, deixando de lado as explicações da psicanálise ou qualquer outra explicação científica, quero apenas debruçar-me sobre uma forma muito pessoal de os enfrentar, para isso muito ajudou a minha infância, onde os miudos mais velhos nos batiam ou mesmo nos roubavam, era levar porrada e rabo entre as pernas todos os dias, até que um dia chegou o basta, podia até levar dois estalos, mas um de certeza eu tinha que dar, como por milagre tudo mudou, de repente o respeito começou e percebi que os outros ocupavam em mim um espaço que dá pelo nome de medo, todo o Ser humano tem medo do desconhecido nas mais variadas situações, se permitir este medo vai tomar-lhe conta da vida, sofrerá de angústia, de desânimo,de infelicidade e tudo fará para não enfrentar a situação, daí ao pânico com os seus ataques e consequências psicológicas vai um passo, por isso é de perguntar até quando poderá alguém sofrer de medo sem se anular, arrasando tudo á sua volta, por isso, por muito difícil que seja faz-se necessário a cada um que tem este problema enfrentá-lo, podem usar para isso a ajuda de psicólogo ou outras fontes, porém ninguém nunca o poderá fazer por vocês, serão vocês que terão que superar essa inércia que vos aniquila, deixarem de olhar para vocês como uns coitadinhos, começarem a gostar-se, a amar-se, pois lá fora na selva ninguém tem piedade,os outros respeitam-vos pelo que vocês lhes passam, sei deveria ser de outro modo, mas este é o mundo real que temos, se fugirmos uma vez, podem ter a certeza que brevemente se repetirá, se mostra-mos medo os outros vão ocupar  e jogar com esse espaço, até aniquilar-nos se possível e podem crer que vos farão mal, por isso é enfrentar, o mais grave que vos pode acontecer é morrer, mas isso pode perfeitamente evitar-se quando tomamos uma atitude, de enfrentar-nos a nós próprios, quando uma casa é constuida sobre fundações fortes dificilmente cairá, assim somos nós, quando essa atitude é tomada, tudo muda como que por magia, passamos a fazer parte activa da nossa vida em vez de meros espectadores, a energia que emitimos transporta uma mensagem de segurança senão de desafio, daí os outros começarem a olhar para nós de modo diferente, com respeito pois sabem que têem pela frente alguém com uma postura de respeito, mas que não admite mais ser maltratada, que ama e quer ser amada, mas que acima de tudo quer apenas sentir a alegria de não ter medo, pensem nisto e contraponham, um abraço para todos. MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:41:25 UT</pubDate>
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            <title>JÁ IMAGINOU A SUA TORNEIRA SECA?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1896054</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1405898&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1405898&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo diferente, para ler e pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje chorei, a minha alma chorou, mas o céu revelou-me uma dor profunda, é tão mais dolorosa porque não tem lágrimas para verter, olho o céu dia após dia, começa a sofocar-me a falta do pranto celestial, arrepio-me ao mais íntimo do meu ser, quando vejo que por desconhecimento, pura ignorância ou simplesmente por vaidade, as pessoas sentem-se felizes, pela falta da lágrimas das nuvens, há quem as apelide de chuva, dói-me saber que os meus irmãos ignorantes, se sentem felizes com tal situação, nos países desenvolvidos, cheios de chavões e palavrões de definição ecológica, continuam a perpectuar o comércio das madeiras originais das florestas tropicais, que os políticos e outros a quem de direito de planear o futuro, só se preocupem em fazer demagogia, mas seria muito mais inteligente plantar novas árvores, até porque a qualidade de vida da humanidade aumentaria, dói-me ver alguém lavar um carrinho pequeno com 5€, quando eu com um jipão gasto 50cent., ver os vizinhos a regar os relvados, inconscientes da causa dos males que um dia virão, de ver campos de golfo que servem de camuflagem a construtores, a usarem uma enormidade de água para manterem a relva verde para meio dúzia de pessoas, que nada ligam para esse assunto, recordando-me de um país da América do Sul, onde empresas privadas têem o monopólio da água e os locais com um rendimento per-cápita baixissimo, se vêem obrigados a roubar água para suprir as suas necessidades, de saber que no Shaara há pessoas a tomar banho uma vez por semana com 1 litro de água, pior há quem não tenha qualquer tipo de água com controlo de qualidade para beber, o roll é demasiado longo para enunciar, mas o que me assusta é ser já um dado adquirido, que as reservas de água potável se estão a esgotar, que no futuro podemos já não falar da possibilidade de soluções, mas sim de lutar por um pouco do mesmo bem essencial, então desaparecerá a grandeza dos investimentos com futuro a curto prazo e estaremos perante o facto consumado da inutilidade das apostas erradas, porque isso não daria votos, mas alargaria a esperança de vida se todos no mundo, tivessem a consciência dos seus actos em relação á água, olhassem o ouro, diamantes, o petróleo como meras distrações comparado com a importância da água, gostaria que todos soubessem, que no nosso corpo a percentagem d'água é de 70 a 75% e que esta é o seu principal constituinte, agora faça um pequeno exercício de imaginação, chega a casa e não há água, os supermercados estão esgotados, a única água existente encontra-se num poço a 1000m da sua casa, tem que a carregar  e pior, só tem direito a 5 l por dia, para cozinhar, lavar, beber etc., creio que a sua atitude vai melhorar, pensem nisto com consciência, não quero com isto julgar alguém, é só um alerta.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:53:04 UT</pubDate>
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            <title>O ABRAÇO NU.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1893306</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1652864&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1652864&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler com o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo de algo que muito pouca gente percebe, quanto mais faze-lo, imaginem um momento em que fartos de tudo, perdidos nos mais espantosos e cruéis cruzamentos da vida, desapontados com os mais diversos cenários da vida profissional, fartos de conselhos gratuitos apontando-vos as miraculosas soluções, ofertados por pessoas solícitas em resolver os problemas dos outros, sem contudo conseguirem resolver os seus, aqueles que se apressam a dar um abraço na ânsia de vos consular mas com receio de que alguém perceba errado esse gesto, aquele momento em que se abandona o escritório depois de despedido, em que os colegas cobardemente vos abandonam, com receio de que as chefias entendam esse gesto como solidariedade contra eles, em que os vossos familiares vos voltam as costas, pois não vos podem ajudar financeiramente, já que desse modo não poderiam viver a opulência com que participam numa sociedade de faz de conta, mas que ao primeiro problema que não se resolve com dinheiro, não hesitam em vos procurar, aquele momento em que o diagnóstico em que confirma a sida como uma realidade, em que se perde a casa, em que se não tem comida para por na mesa, em que o mundo literalmente desaba sobre vós, em que o próximo dia ao invés de carregar esperança, transporta apenas o enorme desalento perante esta hecatombe, como será agradável receber aquele abraço, acolhedor, amigo, fraterno, despretensioso, despido de falsos preconceitos, de falsos moralismos, apenas e simplesmente nu, nu e amigo, como me dói pensar que posso passar ao lado de tudo isto, nu e simples quando éramos crianças, em que envolvidos pela áurea do amor, tudo nos era belo aos olhos da inocência, então pergunto-me onde foi que nos perdemos, qual a parte que não compreendemos quanto ao ser feliz, fazendo os outros felizes com a nossa doação do abraço nu, recuso-me a aceitar tal estado de coisas, nem que seja o único a publicar e a escrever este género de artigos continuarei a bater-me por uma sociedade melhor, a meu ver nada melhor para começar que um simples abraço nu.      MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:15:02 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>PARA OS AMIGOS NO MUNDO E ARREDORES</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1893088</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/012/355/12355043.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1345975&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1345975&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá a todos os meus bons amigos, a título de não vos peocupar, deixem que vos diga, mas os meus textos são puramente metafóricos, o último foi o que vos preocupou mais, mas amo a vida acima de tudo, porém o realismo dos meus textos deve-se ao facto de eu achar que um escritor deve vestir a pele dos seus personagens, o que sentem e como vivem , para assim passar uma mensagem real, gosto de escrever sobre temas reais e actuais, que muita gente gosta de não ver, gosto de temas polémicos e incomodativos, não me interessa escrever sobre sexo e engates ou bajulação sobre alguém, espero que compreendam, os únicos textos reais meus são sobre o modo idealístico de ver a vida em qualquer situação, adoro-vos a todos, têm um lugar no meu coração e não terei o mínimo de problema de pedir ajuda caso necessite, um abraço nu para todos. Sempre  e incondicionalmente vosso amigo por muito estranho que vos pareça.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:26:51 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>PODE SER AO TEU LADO.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1892568</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-466170&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-466170&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que é inoportuno, mas.........&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto nas minhas costas, os lençóis da cama, a porta está fechada, as persianas e os cortinados estão fechados, no quarto o escuro é apenas rasgado pela luz insonsa do computador, onde  me encontro neste momento em confissões directas para o mundo lá fora, o silêncio também partilha o espaço com uma música tão relaxante, que por vezes tenho dificuldades em distingui-los, a minha cabeça não consegue parar, não me dá descanse, os pensamentos lutam entre si para ver quem ocupa o maior espaço, os problemas ameaçam afogar-me de tantos que andam á minha volta, por mais que busque uma saída, um caminho, tudo se apresenta negro, as dívidas atingiram a altura do Everest, por mais que explique os meus pontos de vista, estes nada nem ninguém alcançam, uma enorme dor invadiu a minha cabeça, um barulho ensurdecedor faz-se tão forte que me enlouquece, quero fechar os olhos, num desejo de dormir para sempre, mas algo dentro de mim me recusa a realização total, faz-me manter aqui em diálogo com o teclado e uma enorme multidão anónima, ávida de emoções que se encontra do outro lado do ecrã, um frio percorre o meu corpo, sinto-o a tremer de um modo quase incontrolável, mas estranhamente estou empapado em suor, a t-shirt encontra-se molhada e colada a mim como se de uma segunda pele se tratasse, sinto-me deveras estranho pela agonia em que estou e ao mesmo tempo notar estes pequenos e estúpidos pormenores, sinto mesmo falta de um abraço, somente de um abraço, de um abraço nu, não daqueles que vêem acompanhados de soluções miraculosas ou críticas suaves, tenho uma necessidade enorme de desligar o computador, de mergulhar no escuro e no silêncio, vou tomar alguns comprimidos que me disseram ajuda a relaxar e a dormir, por isso anónimos vou, não sei se quero ou mesmo se acordarei , se não farei parte das estatísticas, só vos peço que ao invés de me condenarem ou julgarem, ponham-se no meu lugar, que fariam, sei, teriam a solução, teriam pedido ajuda, seriam fortes e não fracos, como é fácil dize-lo, já se aperceberam se alguém das vossas relações assim sentirá, sei teriam percebido, também os meus nada notaram, eu tinha tudo, era feliz, então porquê? Bem depois de desligar o computador já não fará mais diferença para mim, perdoem-me o desabafo vou mergulhar no escuro, porém poderá fazer para alguém perto de vocês, como gostaria que pensassem com muito amor, mas com um amor sem soluções, críticas ou outra coisa qualquer apenas com amor e nesse acto de puro amor inundariam o universo de alguém com essa energia salutar. Um abraço com amor para todos .  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:56:33 UT</pubDate>
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            <title>AROMAS POR CHEIRAR</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1891682</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1341392&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1341392&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentem perceber com tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho por hábito, escrever não sobre o que leio, sempre sobre o que me vai na alma, a força dos nossos pensamentos e experiências, dão ás palavras uma intensidade, uma vida que toca fundo quem as lê, não porque são minhas, mas porque são nossas, se todos pudessem exprimir por palavras o que lhes vai na alma, se todos perdessem o medo dos julgamentos dos outros, se todos não comparassem, então este espaço da net seria uma maravilha, um jardim onde todos plantavam flores e onde cada qual podia cheirar os diferentes aromas, sem com isso afectar o ambiente, sem com isso conspurcar um universo, que se quer puro e de respeito, numa comunhão e partilha de idéias, sem contudo julgarmo-nos iluminados, acima dos outros, mas sim funcionarmos como uma enorme máquina, que evolui para a perfeição, em que cada sábio na sua área ajuda o outro, consciente que também ele é ignorante noutras áreas, em que os que estão sós na vida, saibam que têm amigos á distância de um click, que de algum modo esta tecnologia, que temos hoje ao nosso dispôr possa servir para um fim digno, pois é com esse intuito que todas as invenções chegam a este mundo , este é meu desejo e tudo farei ao meu alcanço para com a vossa ajuda atingir-mos esse Jardim.  Um abraço de luz.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:06:38 UT</pubDate>
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            <title>ALGURES DENTRO DE MIM.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1891299</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-662651&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-662651&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem se interessa por mais do que vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me neste enorme anfiteatro, mais ou menos ao centro sozinho, olhava para o palco onde passavam extractos da minha vida, como se de partes de um qualquer filme, que um dia animara alguma das muitas salas de cinema do país se tratasse, só que o actor principal era eu, senti uma tristeza imensa tomar conta de mim, tivera tudo a meus pés na vida, literalmente tudo, optara por me especializar numa arte proibida, da qual viria mais tarde, não a ser bom mas muito bom, seria mesmo um mestre que a aplicava com todo o seu requinte, porém quanto mais apurado ficava, mais a amargura tomava conta de uma pequena parte de mim, como sou um todo a falta dessa pequena parte fazia-me diferença, diria mesmo que me incomodava, pois sempre que a ela me entregava, quanto mais sentia o gosto deste doce veneno, mais sentia uma ausência dentro de mim, conseguia vivenciá-la na sua plenitude, sabendo do seu resultado mais tarde, porém sentia-me incapaz de fugir-lhe, eu que tomava decisões com a maior das facilidades, via-me agora perante uma evidência incomodativa, como beber-lhe o veneno, gostar e saboreá-lo e ao mesmo tempo não lhe tocar, difícil ou mesmo impossível, como se de uma mochila se tratasse colava-a a mim, adorava sentir-lhe o cheiro, brincar com o seu toque, cavalgar por lugares inimagináveis e proibidos nos seus odores, olhar por longos períodos a sua beleza de certo modo inebriante para mim, mas acima de tudo o saber que amanhã já não existiria, que o amanhã chegará carregado de proibições, de separações forçosas, pois assim o determinara alguém um dia num longínquo passado, como se isso fosse suficiente para acabar com uma empatia que atravessara séculos, era no meio de tudo isto que me encontrava no tal anfiteatro, envolvido por uma tristeza especial, enrolado numa lágrima marota e atrevida, sabendo com toda a certeza do caminho a tomar, mas sabendo que nem o tempo conseguiria apagar, o que um dia começara por crescer dentro de mim, á revelia da minha vontade, num dia que se perde no horizonte de um passado bem longínquo, perdido algures nas noites do tempo, para meu bem sei que amanhã vou estar melhor, mas até lá quero curtir esta nostalgia imensa, que flui dentro de mim como um oceano calmo.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:32:41 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>DO MICRO AO MACRO.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1865301</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1660007&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1660007&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler e analisar com calam e várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje quis criar algo de tão belo, algo que alguém houvesse lá fora que tocasse, algo que acarinhasse alguém que lá fora necessitasse, algo que fizesse outro alguém abraçar-se a si mesmo, algo que fizesse sorrir a muitos mais, algo que de algum modo despertasse outro alguém para ele mesmo, então olhei para a tela azul celestial e misturei-lhe umas crinas de cavalo brancas, entremeada com cirros, alguém as chamou de nuvens e eu envergonhado apaguei-as, propus-me a mexer com a minhas mãos, um material que estava debaixo dos meus pés, criar era a minha palavra de ordem, alguém o chamou de terra, mas ao aperceber-me do meu atrevimento,  desfiz o que começava a moldar, desejei inventar um modo de usar a massa liquída, que sustentava o lugar onde estava sentado, a que outro alguém designou de mar, porém apercebi-me da minha pequenez, desejei começar uma nova época num elemento invisível porém muito real, que dava pelo nome de vento e envergonhado resignei-me, enfim propus-me, desejei, um verdadeiro tratado de intenções, porém apercebi-me que houvera Alguém, que já tudo isso criara, parei, meditei e então sim, reparei que tudo isso eu posso fazer sim, mas num elemento unipessoal, eu, percebi que posso  mudar o mundo, posso mudar o meu mundo, percebendo assim que ao tentar mudar o mundo dos outros, apenas contribuo para que ele se atrase, criando alguém dependente da minha beleza pessoal e não da sua beleza pessoal, ou seja eu realizo-me nessa sociedade unipessoal, se assim não fôr serei dependente da beleza de outrém, logo cada um precisa de sentir a sua base e com ela crescer, ganhando a certeza da mudança do seu mundo pessoal, logo que estes micro mundos florescam, darão lugar ao movimento para criar um belíssimo macro mundo, onde todos os seres humanos interagem, sem com isso serem dependentes, pois o seu processo pessoal desencadeou, encontrarão dentro deles aquela força que admiram nos outros, sentirão o bater saudável do seu coração, que se alegrará a cada pequeno acto de descoberta e consulidação pessoal, partirão para a mais bela aventura no mundo, que é tão pura e simplesmente viver a sua vida, ao seu modo próprio. ao próprio ritmo, mas acima de tudo aceitará cada erro seu, como parte do processo, sem qualquer tipo de sentimento de culpabilização, deixando lugar para o amor alegre, que é o facto de nos amarmos a nós próprios, pensem nisso com carinho, um abraço de luz para todos.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sat, 17 Oct 2009 20:48:02 UT</pubDate>
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            <title>PERDOA-ME......</title>
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            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Tue, 13 Oct 2009 00:14:01 UT</pubDate>
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            <title>ENTRE MOMENTOS.</title>
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            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1652864&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1652864&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá onde o menino fala com o homem, fundindo-se apenas num.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cores fundiam-se nas labaredas, acompanhadas pelo som do crepitar do fogo, como uma ilha no meio do oceano, assim era o calor emanado pela fogueira, no meio do frio e da humidade da floresta, sentia-me aconchegado na frente do meu corpo, atrás de mim o limite imposto pelo frio, de vez em quando voltava as costas para o fogo e ficava a olhar aquele lado onde uma barreira invisível existia, despertava-me os sentidos numa dualidade de prazer, deixava mesmo que os meus pensamentos, divagassem para além dos limites alcançados pelos meus olhos, estranhas sensações tomavam conta de mim, deixava que todo o meu Eu despertasse,entregando-me ao prazer que sentia, pela graça que tinha de saber destes momentos retirar o seu mais perfeito, bebia cada trago deste magnífico néctar que é a vida, num pequeno espaço de tempo, que alguém um dia resolveu de apelidar de intervalo, eu aproveitara para fugir ao bulício, resolvera ofertar-me algo tão simple e banal, que fazia o metal mais precioso do mundo, perder todo o seu valor, fugira do almoço habitual com os colegas, povoado de uma repetição continua de actos e conversas, que como de um cd se tratasse, repetia as mesmas faixas, mal da vida, queixumes diversos, engates e presumíveis desfechos, a mulher e os filhos, estas as faixas mais ouvidas, deixando as outras para serem ouvidas mais tarde, tálvez mesmo em privado ou numa audiência bem mais restricta, pois ninguém quer mostrar algum tipo de fraqueza, ouvindo tanta inteligência, nem consigo perceber o porquê de tantas atribulações, não dou aos outros o que não quero para mim, mas também não levo com o que não quero, vejo -me muitas vezes envolvido em momentos conturbados, que se fazem presentes por meio de outréns, falar chinês a um português, surte mais efeito, que tentar alertar para algo bem mais proveitoso, fora das fasquias negativas em que se envolvem e que de algum modo tentam envolver-me e tendo esta pequena fogueira, perfumada do fumo da rama do eucalipto, eu deixo-me por ela acompanhar, sinto a beleza do silêncio cá dentro, a solidão põe os seus braços á minha volta e então eu rejúbilo de alegria interior, sinto-me bem nesta companhia ímpar, como é simples ser feliz, pergunto em silêncio ao sábio cá dentro, o porquê de tanta ignorância, o porquê de tanta infelicidade e a resposta chega de uma forma tão súbtil como eloquente, pelas mãos do vento uma fragância de um perfume selvagem, tão simples como isto, sobrepõe-se a tudo, embriaga-me os sentidos de um modo que me preenche, até ás profundezas mais recôndidas do meu Ser, tudo passa por algo que satisfaça a alma, esta saciada por tanta beleza singela, conduz-nos lá onde mora a felicidade que se faz acompanhar da satisfação pessoal, dando lugar á grande realidade do mundo irreal, erro crasso da maioria que passou o actor principal para secundário, advindo daí a cultura do stress, das depressões, dos sonâmbulos acordados e muito, muito mais, olhando do meio da minha ignorância eu percebo o caminho, pena é que muita gente, se entretenha demasiado tempo com os desvios, esses levam ao natural afastamento da nossa beleza interior, por isso neste entre momentos, em que a solidão fala com o silêncio, em que o sábio interior aconselha o ignorante exterior, entre o frio e o calor, em que o menino fala ao homem sobre a simplicidade da vida, ou seja neste meio termo eu sou feliz. Tudo de bom tara todos.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Mon, 12 Oct 2009 03:21:12 UT</pubDate>
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        <item>
            <title>NA MAGIA DA NOITE.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1859091</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1651146&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1651146&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu sentir, igual em todos, porém diferente como se de uma impressão digital se tratasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu espírito estava inquieto, como quieto estava eu, sentado no escuro da noite, sentia no rosto a dureza de um vento frio, não conseguia deixar de sentir a excitação, que me provoca um pequeno aperto no estômago, olhava o firmamente que nesta noite se apresentava particularmente escuro, devido á ausência da lua, esta sabedora deste sentir profundo, preferira manter-se afastada, para que eu não me distraisse na luz do seu manto prateado, assim envolvido pela escuridão cúmplice, eu conseguia focar a minha mente em determinado ponto de luz, levando-me desse modo a momentos de pura intimidade entre o meu presente e o meu passado, aproxima-se a passos largos mais uma das minhas expedições, sinto sempre como se da primeira se tratasse, o mesmo frenesim toma conta de mim alguns dias antes das partidas, sinto-me aquele miúdo que se senta na primeira fila para ver o mágico e que se está borrifando para saber como ele o faz, mas sim quer apenas gozar a magia pela magia, sentir o menino na sua pureza aceitando tudo e todos, acreditando no seu melhor, então sinto saudades, feliz fico por saber que este homem menino de esprírito aventureiro.  conseguiu perservar o menino, quando tudo e todos lhe diziam para crescer, diziam-lhe ser proibido continuar menino, que devia descer á terra, deixando o mundo dos sonhos lá longe nos lugar deles, mas eu sentia que não queria fazer parte destes estériotipos, não queria fazer parte de uma sociedade de metas, onde o Ser humano não se atreve a ser ele, onde as frustações e os medos de perder, são tão intensos que estes se vêem na contigência, de tomarem algum tipo de drogas que lhes acalente a alma, não, não queria isso para mim, mas o sentir dos cheiros da noite, o falar permanentemente dos sonhos, dos amigos espíritos, o acreditar na felicidade e na liberdade como bens essenciais, tudo isso me vinha á memória nestes momentos de pura contemplação e então eu desenho cá dentro, no real os sonhos que vou realizar nesta próxima expedição, o estar sózinho no deserto á noite, junto ao jipe, com um som chillout muito baixinho ao ponto de se misturar com a noite, sentado numa pequena mas confortável cadeira, com nada mais nada menos um copo de um bom tinto alentejano, distraindo a alma entre sabores e sensações , arrepios de prazer percorrem o meu corpo, agora dominado desde já pela saudade, sei que amanhã vou estar mais perto e então adormeço com um sorriso, sabendo bem que agora, por lá vou viajar, em espírito, por isso despeço-me até logo fiquem bem. MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 11 Oct 2009 00:52:19 UT</pubDate>
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            <title>UM DIA NA MINHA VIDA</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1855404</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-540442&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-540442&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia em que cheguei, lá atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atirei a pedra na superfície espelhada do lago, fiquei por longos momentos apreciando as ondas de choque, estas eram em numero suficiente para fazer lembrar o impacto, partiam do centro ganhando vida própria, caminhando no sentido de se afastarem do centro, mas perdendo força com o prolongar do caminho, a cada obstáculo em altura, tentava cada círculo subi-lo, não o conseguindo rodeava-o, continuando imparável o seu caminho, indo morrer de encontro ás margens, o impacto significa o meu nascimento, no dia de hoje, num ano que ficou bem lá no passado, cheguei a este mundo, de um modo desejado e amado, a partir desse momento começou uma contagem imparável, num relógio abstracto porém muito real, levando-me aos diferentes estágios do Ser humano, as ondas de choque, são os anos que se afastam daquele primeiro, começam a zero significando o princípio de um círculo, fecham-se nas margens sem porém se misturarem, levando-me a encarar numa profunda analogia, a cada caminho cheio de obstáculos impõe-se uma ordem natural de ultrapassá-los ou não, colhendo daí os dividendos, porém a certeza de que nada pára, pois logo a seguir um outro fará a sua aparição, dentro de um espaço balizado por linhas paralelas, fazendo deste modo perpectuar algo tão natural como o respirar, o ciclo da vida, os obstáculos apenas existem para nos fazer crescer, aprender, evoluir ou mesmo para nos retardar um pouco, porém mantém-se a inevitabilidade de continuar, de olhos fixos no fim em frente e de revés olhar o ponto de partida lá atrás, sentir a nossa incapacidade para parar esse relógio, de parar a marcha lenta que nos leva em frente em direcção á eternidade, só comparável ao avanço silencioso, porém imparável das areias do deserto, a água do lago significa a minha vida, pode ficar estagnada ou simpelsmente posso imprimir-lhe ritmo, neste caso as ondas são movimentadas pela minha energia, pois acima de tudo sou energia, fazendo parte de uma energia universal, o lago significa o universo, onde tudo se movimenta numa harmonia perfeita, onde a pedra que sou eu não tem qualquer definição de dimensão material, porém em conjunto com muitas outras,fará parte de um todo, este é meu modo simples de olhar para o aniversário, como digo sou como um fruto que amadurece docemente, nada de amarguras, sim certezas na aceitação de mim, como digo fui desjado e amado, ao longo da infância o amor fez parte de mim, na adolescência fui centro de amor e por ele rodeado, em adulto amo e continuo a ser amado, nunca tive experiências traumáticas, a minha vida assemelha-se á corda do meio de que Bhudda fala, os altos e baixos também dela fizeram parte, porém serviram para me sedimentar na certeza do meu caminho, numa caminhada feliz, dirIa eu no passado, sou abençoado e protegido, hoje, a mais do meio da caminhada, direi apenas, sabendo Deus das minhas fraquezas, do quanto fraco eu sou, deu-me um fardo á altura dos meus ombros, daí nasce a minha enorme admiração pelas pessoas enormes e fortes, que passam a caminhada com fardos pesadíssimos, que recolhem no meio de enormes plantações de cardos, que se deitam á noite enrolados na fome, que despertam beijados pelas doenças e que num amor indesejado, são brutalmente amados pelas guerras, a esses eu celebro o aniversário, o meu perante tudo isto é nada,daí eu saber o quanto ignorante eu sou, daí o valor que dou á vida e ao amor, para terminar, ofereço-me o melhor dos presentes,  quem me conheçe sabe do que falo. &lt;br /&gt; &amp;quot;Só para sentir o vento, já valeu a pena ter nascido.&amp;quot; F.P. , boa vida para todos vós com amor, deste vosso servo.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Wed, 07 Oct 2009 01:19:39 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>UM PARAÍSO ESPECIAL.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1853032</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1642643&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1642643&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sons dos meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto-me de um tecido que me acoberta, para assim andar ligeiro pelo silêncio, deleito-me em caminhar  pelos espaços vazios da chuva, tento traduzir dentro de mim toda a sensualidade, do leve roçar das folhas, dos reflexos que estas emitem ao passar dos raios de luz, a cada posição do seu kamasutra pessoal, adivinho-lhes as respirações profundas, carregadas de uma força prenhe de criar uma harmonia intemporal, cantam ao longe os riachos alegres, rebeldes de alma percorrem com os seus corpos obstáculos que anseiam por prender a sua liberdade, deixo-me enlaçar nos braços da erva verde, que sedutora e sedosa me atrai, envolve-me no seu selvagem perfume, despertando em mim sentires do meu Ser outrora vegetal, é nesta aguarela de cores sombreadas, que me entrego na essência, sabendo sentir a beleza do meu eu selvagem, do meu eu indomável sempre presente de uma maneira muito forte, por mim entra toda esta energia toda ela também selvagem, sinto e perco-me com toda esta relação profunda, que me leva a despertar para sorrir, para abraçar e possuir com a maior das intensidades, aquela que eu mais amo, a alegria de viver.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 04 Oct 2009 18:03:06 UT</pubDate>
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            <title>A UNICIDADE DA DUALIDADE.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1852732</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1636046&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1636046&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos da minha filosofia pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha alma hoje chorou, pediu-me que a acarinhasse, recusei, deixando-a na sua tristeza profunda, as lágrimas lavavam a sua essência, sentia-se cansada tal como eu, às vezes sinto necessidade de deixar que a natureza me comande, gosto de fechar os olhos, só para sentir o vento acariciar-me o rosto, para deixar que a alma leia os sentires transportados de fora e para também deixar sair os sentires que a marcam fundo, num acto de pura libertação, tem vezes que gostaria de não ter a certeza do que muitos consideram incerto, porém são esses momentos que fundamentam o que sei, a certeza do caminho, mas acima de tudo a sua aceitação, por isso eu a deixo chorar, é inevitável que a seguir ao choro apareça o sorriso, mas por mais estranho que pareça há uma grande intimidade nesta tristeza, é  de uma matéria rarefeita, a existir uma cor para a definir seria um azul, aquele azul que nos aquece a alma nos momentos de profunda introspecção, numa vertigem que apenas encontro quando o meu olhar cruza o firmamento, num lugar onde existe a magia, lá onde o meu Ser se cruza numa partilha total com outros, onde a palavra de ordem é a alquimia, na busca da transformação da nossas escuras pedras interiores, em puras e douradas fragâncias, aproximando-nos do divino, hoje sinto uma necessidade incontrolável de estar triste, sinto mesmo um estado de semi-doçura nesta relação muito própria, hoje estou e desejo apenas estar comigo, apetece-me deixá-la solta para que ela possa voar por vales e montanhas, possa sentir a carícia do frio e do calor, possa ela sentir-se íntima da tristeza e da alegria, para que se funda na unicidade, que nasce duma dualidade que caracteriza tudo e todos, só percebendo esse conceito de base da natureza nos podemos encontrar connosco, num sentimento que quando compreendido nos leva constantemente á felicidade e então eu posso dizer hoje eu sou uma folha, aquela folha que sobe e desce ao sopro das trombetas, como o fazem as bandeiras de oração, que se sente livre de amar a sua liberdade, sabendo do movimento descendente e ascendente, sabendo que o fim significa um outro princípio e que este princípio levará inevitavelmente a outro fim, perpetuando deste modo algo do mais sólido que existe na natureza, o impalpável e por vezes invisível movimento em que esta se encontra, este mundo encerra nele a base das minhas certezas, de um modo tão consistente que faz voar, para longe de mim toda e qualquer duvida, daí nasce a certeza de saber que não é se, mas sim apenas quando, nesta análise está contida a minha certeza, feita dum aprendizado pessoal, filtrada e encaixada numa parte da minha filosofia muito própria, que um dia quero deixar escrito num livro, porque me foi dito, também vós sois deuses, também vós podeis fazer o mesmo que eu, porque também alguém disse um dia, jamais voltarei a baixar os meus olhos perante outro homem e sobretudo porque o caminho é composto essencialmente pelo trilhar desse mesmo caminho, agora estou tão triste como a minha alma, por ter a certeza destas verdades, não desespero porque me fundamento na serenidade, sei que a qualquer momento voltaremos abraçados na alegria, de ambos trilhar-mos o mesmo caminho.  Tudo de bom para todos, MOURO.</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 04 Oct 2009 12:04:36 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>PAISAGEM MINHA, VIVENCIADA.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1849614</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1636033&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1636033&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás vezes só precisamos de um empurrão e a aventura começa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pernas balaçavam penduradas no vazio, do pequeno precipício a meus pés, por baixo da rocha em que aportara o meu corpo, ao longe a planície, enviava-me os seus sons como emisários de boas vindas, o chocalhar dos guisos presos nos pescoços das ovelhas, diziam-me dos seus movimentos, sempre acompanhados pelos latidos dos cães pastores, sabia que não muito longe, algures numa qualquer sombra repousava o pastor, sabedor de coisas da natureza que a mim deliciavam, ao mesmo tempo que me intrigavam, sabiam pelo seu o estado do tempo, que coisa fascinante, adorava toda esta simbíose que se perdia na noite dos tempos, o velho sino na igreja da aldeia branca ao longe, insistia em me lembrar da marcha lenta mas imparável que é o tempo, todas as meias horas, caso eu quisesse esquecer a sua existência, toda uma panóplia de sons a reavivar a memória para as mais variadas situações, sentia-me do alto deste lugarejo, uma pequena parte da natureza, recusava em mim o erro de pensar que o homem comanda a natureza, como se um dedo meu um dia quisesse comandar o meu corpo, abria espaço no meu interior, para esta relação de proximidade, mas sobretudo feita de cumplicidade e intimidade, por isso tinha a capacidade de ler a natureza, os rastos, as árvores, o tempo, tudo o que dela advém, entender da sua sapiência, quando nos permitimos rolar no restolho e perfumarmos o nosso corpo, as nossas vestes com perfumes selvagens,escutar as longas e loucas tertúlias encetadas entre os riachos, as pedras e finalmente a ribeira, que a todos mistura numa benovelência total, sem deles fazer qualquer distinção, olhar as folhas num bailado clássico, capaz de fazer corar o famoso lago dos cisnes tal a sua beleza singela, neste estado de contemplação entro fácilmente num mundo que eu amo, estou no meu amado deserto, na minha amada África, numa viagem que considero de alucinação saudável, viajo num voo rasante de me arrepiar os olhos ao ponto de os molhar com lágrimas, uma saudade insondável cresce do fundo do meu Ser, traz marcada a azul cada amor vivido noutras paragens, noutras dimensões e noutros tempos, sinto-me estranhamente íntimo e confortavelmente aconchegado numa atitude pessoal, perante algo impalpável e tão impessoal, porém deste ponto alto eu consigo dividir as épocas, como o pintor que mistura as cores na tela com delicada mas firme precisão, quando estou quase no auge, eis que chega de um modo subtil, pela mão do meu amigo vento, mais uma chave de retorno ás minhas fontes de prazer, o doce odor a flôr de laranjeira, que imensas recordações, que prazeres inquantificáveis, que o meu corpo percorrem, para me levarem numa profundidade de sentires só comparável com os abismos dos oceanos, porém incomparavelmente mais quentes e luminosos, num vótice que roda no sentido contrário aos ponteiros do relógio, em pura harmonia eu mergulho de cabeça, amo este sentir, é de algum modo amaldiçoado, porque apesar de a todos ser acessível poucos se atrevem por lá adentrar, a ignorância abraçada ao medo leva ao afastamento , ah mas feliz de quem se atreve, eu por cá fico mais algum tempo, não sei quando voltarei, porém sei que inevitavelmente voltarei, tudo de bom para todos, um grande abraço de luz.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 01:02:52 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>NUMA CHUVA LENTA......</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1848307</link>
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            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Tue, 29 Sep 2009 19:06:33 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>UM CAMINHO SOLITÁRIO, SEM MEDOS.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1844658</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1308001&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1308001&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler com atenção duvidar, analisar e procurar o seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradavelmente estranho o meu dia, passaram três dias em que vi alguém morrer, olhei-o nos rosto durante a transição, percebi que apesar dos esforços dos paramédicos, nada havia a fazer, era solitário o seu encontro com esta porta que tantos temem, hoje concretizei mais um dos meus sonhos, onde a base, foi acreditar e saber esperar, quando tudo apontava para o abandono, mas a tenacidade que me acompanha de braço dado com o não gostar de desistir, levaram-me á concretização, felizmente também hoje eu percebi a ligação destes actos totalmente independentes, o segundo dá a serenidade necessária para a transição, a paciência de saber esperar, até que o sonho espiritual se concretize por meio da morte, sei que quando  caminhamos livres neste mundo, também o faremos do outro lado, sinto a serenidade que advém do conhecimento sobre ambos os lados, infelizmente muitos dos que por cá andam recusam tudo isto, esta recusa ganha asas na ignorância, onde há quem ache de direito, que tudo isto lhe fosse mostrado, sem contudo despenderem qualquer tipo de esforço, muita gente que lê o que escrevo, em mensagem privada, pergunta-me das minhas certezas e como as atingi, imaginem uma cebola, quantas camadas teremos que cortar até atingirmos o centro, quantas lágrimas deitaremos involuntárias durante esse processo, numa analogia assim é feita a vida do Ser humano, infelizmente também é verdade, que muita gente procura agora os fast  made spirit , onde soluções miraculosas a preços exorbitantes lhes são servidas, para resolução dos problemas de cada um, mas a realidade é bem diferente, acaso haverá algum pai que possa respirar o ar que os filhos precisam respirar para viverem, lógico que não, assim como cada um tem que trilhar o seu caminho, pois ninguém o pode fazer por si, quanto mais cedo termos a noção de tudo isto, maior importância tem a paciência, a serenidade, a determinação e então a vida acontece cá dentro de nós, de uma forma pessoal e baseada numa busca pessoal, então acontece a certeza em nós, os problemas não vão desaparecer, porém o modo de enfrentá-los será bem mais positivo e frutuoso, começará a chegar o que julgávamos pertença de alguns iluminados, perceberemos então a graça que DEUS nos concedeu, sabermos e podermos trilhar os nossos caminhos por ELE acompanhados, não deixem os vossos problemas para EU resolver, antes agarrem neles e sigam-me, é nesses momentos que nos sedimentamos em nós, nesse momento que a necessidade de provas físicas para atestar da SUA existência desaparece, além de que quem quer provas, que analise simplesmente quem seria tão grande e sábio, para nos ofertar ao longo de milénios, nascer e por do sol sempre diferentes a cada dia e então descobrirá a força dentro de si, para enfrentar tudo com serenidade nem que seja a morte ou antes a porta de passagem. Viva a vida com amor , MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:41:30 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>NO ESPELHO PRATEADO DO OCEANO.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1840294</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1331461&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1331461&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louco demais para muitos, mas eu sei, porque sei. Para ler na calma da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais uma das mágnificas noites das minhas vidas, sentado sobre os cabos da amarração, eu absorvo a doce brisa que sopra sobre a superfície do oceano, sob o manto dourado da minha lua eu vejo o arrepio da água,sentiu-se tocada pela sensualidade agreste do vento, cruzam-se pela minha mente aguarelas vivas dos portos pelo nosso galeão visitados, o suave balouçar faz-me sentir embalado, provoca-me no meio desta violenta vida, momentos de pura descontração abraçada á introspecção, falo com os anjos, neste meu sentir corsário vejo que, o meu cabelo comprido é acompanhado por uma barba hirta e bem selvagem, na cabeça um longo pano vermelho, tenho mil e uma estrelas na minha cabeça, vejo ao longe as sereias que para mim cantam, algo tão belo que as palavras são pequenas para descrever, de olhos bem abertos sonho com os mares do sul, deixo-me levar a percorrer estradas invísiveis desenhadas no infinito, balizadas pelas mais diferentes constelações, neste momento que as percorro com os olhos, milhares algures no mundo também o fazem e nasce um momento mágico de partilha, em que estranhos contribuem com ondas energéticas do mesmo conteúdo sem saberem da existência física de cada um, é mágnifico ao fixar-mos um ponto luminoso ao longe no firmamente escuro, saber que este é a convergêmcia de muitos pares de olhos, de inumeras e diferentes maneiras de sentir, o cruzamento de muitos sonhos, pequenos fios que se entrelaçam para criar algo de muito potente, pois nessa convergência não existe diferenças, tudo se desvanece nesta fusão, que provoca uma nova energia capaz de alavancar novos seres dentro de nós, alimentado-nos as aspirações das almas, preenchendo os seus vazios com os mais belos sonhos, sinto apesar da rudeza romântica da vida que levo, embrenhado numa consciência pouco usual, bebo algo mais que a vida me oferta todos os dias, a liberdade selvagem de ser eu, de nunca criar raízes, mas sim tal como a medusa Caravela portuguesa, amo o vaguear pelo oceano, o preço a pagar por este estilo de vida é normalmente o mais alto, mas como diz Pessoa &amp;quot; só para sentir o vento, já valeu a pena ter nascido&amp;quot;, de um corsário que sempre existiu em mim e este sentir tão marcado dentro de mim.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 03:22:48 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>EXCERTO DA MINHA FILOSOFIA.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1839900</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1467473&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1467473&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para analisar e interiorizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos anos atrás tive sonhos, sonhos que me levaram sempre mais além, nunca os fixei em metas, embora tivesse concretizado a maioria , deslizei ao longo dos anos com uma doçura muito especial, o que os outros chamavam de teimosia, eu chamava de persitência, o que os outros chamavam de problemático, eu chamava diferente, enfim sentia e era na realidade diferente da grande maioria, sabia do valor dos meus sonhos, da minha felicidade pessoal depender do meu modo de por eles lutar, ou seja lutar por mim, pelo que queria, pelo que acreditava, mesmo que isso quisesse dizer inadaptado para muitos, para mim era apenas eu a transformar em realidade, muito do que povoava o meu Ser interior, o que era classificado de fantasia, para mim era mais inovação, era o afirmar algo que muitos sonhavam, mas poucos tinham coragem de exteriorizar, depois de muitos anos percorridos de altos e baixos, sempre afirmei que sem espaço para afirmar os nossos sonhos, as nossas lutas especiais, que sentido faria esta minha estrada, desde jovem muitas foram as vozes que me disseram, ser necessário mudar o rumo da minha vida, só mais tarde entendi porque era tão difícil aos outros aceitarem o meu modo &amp;quot;selvagem&amp;quot; de ser, se acima de tudo era fiel a mim mesmo, vivia de um modo simples, sonhava e criava eu próprio os meios de concretizar esses mesmos sonhos, mas ao invés de o fazer para dentro fazia-o para fora, percebi que era isso o que mais incomodava, tinha o atrevimento de ser feliz com simplicidade, sem ser necessário um daqueles esquemas ardilosos ou mesmo muito longos, tinha a intelegência, o atrevimento e porque não a audácia de romper com padrões que alguém um dia instituira, mas que eram inadequados para mim visto que tentavam limitar os meus horizontes e isso eu nunca aceitei ou aceitarei, nessa simplicidade filosófica eu segui sereno, desbravando este caminho bravio em que estranhamente nunca me perdi, tenho dentro de mim algo que me dá a certeza de mim próprio, sem contudo me julgar acima de alguém, mas ao fim de cinquenta anos de estrada vivida, eu tenho por certeza a simplicidade de conseguir o que quero, de atingir as minhas metas, mas sobretudo a coragem de dizer não ao que não me interessa, desse modo liberto-me para sonhar e caminhar concretizando os sonhos, que desde sempre povoam o meu interior, levando-me á resposta de uma pergunta que me fazem habitualmente, que necessito para ser feliz?  Ser eu próprio, fiel ao que acredito e luto por, indiferente ás pressões exteriores, sou alguém que não se vende e acima de tudo sem preço. O que escrevi é parte integrante de uma filosofia própria, que continuo a desenvolver, com o contributo muito valioso dos outros, pois toda a filosofia solitária, para mim carece de valor, seria a negação da sociedade humana, num último estágio a negação da humanidade. Um enorme abraço carregado de amor pela humanidade.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 18:33:34 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>SÓ AGORA LHE SOU FIEL.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1839585</link>
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            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 11:18:20 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>APAGUEI O ONTEM, SE É QUE EXISTIU.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1837001</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1612414&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1612414&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lê quem quer e como quer, pouco ou nada me interessa mudar alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre caminhos cruzados, caminhei parecendo á deriva, perdi-me no gozo de percorrer esses mesmos, qual vela de um barco, bailando ao som de adágio tocado pelo vento, que sopra sempre na direcção que quer, atravessando o planeta como bem lhe apraz, embora criando a ilusão ao homem de que o pode controlar, como uma raiz que se agarra á terra, eu senti a minha ligação deslizar comigo, maravilhado pela imensa beleza em que tinha mergulhado, entre os tons verdes caldeados com ferrugens, embrulhados pelo azul num presente que para mim fora enviado, esqueci-me de ontem, tudo o que lá existia perdeu o valor, arranquei essas âncoras que teimavam em me prender, abri-me para o hoje e o amanhã, difícil para mim perdurar com raízes, amo as asas que não são para enfeite, para voar em aventuras arrojadas que me levarão sempre mais além, olho o amahã com plena certeza e isso dá-me confiança em mim, mergulho ao fundo do oceano com uma necessidade absoluta de me purificar, sinto um frio gélido atravessar-me as células, deixo-me ir numa vertigem que me alucina, para logo num voo assaz e agreste como só eu sou, me levantar numa  total liberdade, ávido de emoção limpa, sem que quaisquer âncoras venham elas donde vierem me prendam e então no mais puro estado de êxtase, aterrar com energia renovada, sentar-me na minha maravilhosa solidão longe de quaisquer complexos doutréns, eu vou progamar os meus voos sedimentados nos meus sonhos,sou livre para aceitar convites que me chegam do outro lado, sou livre de amar esses mesmos sonhos, livre de os viver, livre de me embriagar nos perfumes, que me chegam de paragens longínquas, livre de caminhar sem o peso exterior, enfim apaguei simplesmente e definitivamente o ontem que já não quero, vou sair agora, lá fora renasce o dia, vou vivê-lo intensamente em alegria, pois se um dia adorei a noite, hoje só a lembro porque ela existe, não porque queira voltar a vivê-la como no passado mas porque me faz adorar e vivenciar ainda mais o dia.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:46:37 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O ANJO NEGRO, QUE EXISTIA EM MIM</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1834793</link>
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            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:53:30 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>É NOITE E EU NELA ENTRO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1833961</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1598791&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1598791&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite vai avançada, está quente e abafada, o silêncio toma conta do espaço, sentado no escuro que a tudo envolve, eu medito sobre a tranquilidade da noite, aliás envolvido no seu manto escuro, no ar sinto a distância, que vai daqui até ao lugar mais distante do universo, deixo-me levar pela fragância selvagem que se liberta durante a noite, funciona como um afrodísiaco no meu cerebro já de si super exitado, encolho-me como numa posição fectal, deixo que algumas lágrimas se libertem para o exterior, numa acção de renovação, como o eterno ciclo da vida, depois da noite chega o dia, não estou triste sinto-me apenas profundamente tocado, fecho os olhos na entrada de uma dimensão muito pessoal, todo o meu Eu se entrega numa perfeita simbiose, que atinjo normalmente na noite, nela eu fundo o meu olhar com o meu sentir, divago no espaço sentado num cavalo aládo, como uma vertigem carregada da mais pura loucura, eu rodopio na minha interior tranquilidade, levo-me aos limites de encontros intemporais, num espaço sideral, numa qualquer, como esta noite escura como bréu, deixo que o frio me envolva, tomando o lugar do calor que há pouco me aconchegava, pergunto-me do porquê de tudo isto, pouco me importa, tenho este sentir meio louco, tenho vulgarmente a sensação que escrevo uma lingua desconhecida, uma sensação de ausência, por vezes pergunto-me porque sou tão esquisito, porque me sinto anormalmente diferente, de tudo e todos, porque gosto eu tanto de estar sózinho, arrefeceu bastante, vou entrar e depositar o meu corpo na cama, onde sei que vou adentrar por outro mundo, mas sei também que o farei com a total aceitação, pois é aí que vou buscar o meu saber, que recebo os meus ensinamentos e amanhã vou acordar ainda mais forte, com imenso amor por mim e pela vida , MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:25:52 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>RECTA FINAL</title>
            <link>http://pt.netlog.com/mouroagreste/blog/blogid=1833434</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1569799&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1569799&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/007/349/7349422.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/007/963/7963235.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/007/398/7398135.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproxima-se a passos largos o mês de Novembro e com ele mais uma expedição a Marrocos, aberta a todos os que dela queiram e possam participar, por isso se desse lado algum de vós, preencher os requisitos e acalente o sonho, não deixe para depois, junte-se a mim e ao grupo, esta expedição já está confirmada, aliás acabei de fazer as primeiras reservas nos hotéis, não se atrase a decidir, porque é já ali e já amanhã, tudo de bom para os sonhadores aventureiros que ousam lutar para que o sonho se torne realidade e não que venha a morrer junto de tantos outros um dia abondonados.  MOURO</description>
            <author>mouroagreste</author>
            <pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:13:13 UT</pubDate>
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