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        <title>O blog do(a) José Cardoso</title>
        <description>O blog do(a) José Cardoso</description>
        <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog</link>
        <lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 15:25:12 UT</lastBuildDate>
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            <title>kazor</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor</link>
            <description>kazor</description>
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            <title>O estudo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=1185555</link>
            <description>O estudo é o alimento dos moços e a consolação dos velhos! &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2451//s/i/smilies/thumbsup.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Mon, 11 Feb 2008 22:47:15 UT</pubDate>
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            <title>a intuição</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=1173793</link>
            <description>A razão pode advertir-nos do que é preciso evitar; só a intuição nos diz o que há que fazer!</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 18:30:42 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O futuro</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=1154599</link>
            <description>Se queres conhecer o futuro, olha para o passado</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 19 Jan 2008 23:48:18 UT</pubDate>
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            <title>A miséria</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=1026525</link>
            <description>A miséria só começa quando a esperança acaba!</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Thu, 18 Oct 2007 16:15:36 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>O desejo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=968121</link>
            <description>&amp;quot;O desejo floresce, a posse faz murchar todas as coisas&amp;quot;&lt;br /&gt;Marcel Proust</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Wed, 12 Sep 2007 16:24:18 UT</pubDate>
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            <title>As revoluções</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=915751</link>
            <description>&amp;quot;As revoluções, como os vulcões, têm os seus dias de chamas e os seus anos de fumaça.&amp;quot;&lt;br /&gt;Victor Hugo</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 11 Aug 2007 14:08:44 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>A Lamentação é Completamente Inútil</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=885536</link>
            <description>Não há dúvida de que é inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante o mundo. Resta saber se não é igualmente inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante nós próprios. Evidentemente. De facto, ninguém se lamentará perante si próprio, a fim de se incitar à piedade, o que nada significaria, dado que a piedade é, por definição, o voluptuoso encontro de dois espíritos. Para quê, então? Não para obter favores, porque o único favor que um espírito pode fazer a si próprio é conceder-se indulgência, e toda a gente percebe quanto é prejudicial que a vontade seja indulgente para com a sua própria e lamentável fraqueza.&lt;br /&gt;Resta a hipótese de o fazermos para extrair verdades do nosso coração amolecido pela ternura. Mas a experiência ensina que as verdades surgem apenas em virtude de uma pacata e severa busca, que surpreende a consciência numa atitude inesperada e a vê, como de um filme que parasse de repente, estupefacta, mas não emocionada.&lt;br /&gt;Basta, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cesare Pavese, in 'O Ofício de Viver'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Fri, 27 Jul 2007 20:15:29 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>O valor da amizade</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=862535</link>
            <description>&amp;quot;A amizade é como os títulos honoríficos: quanto mais velha, mais preciosa&amp;quot;&lt;br /&gt;Johann Goethe</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Thu, 19 Jul 2007 13:40:30 UT</pubDate>
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            <title>O amor passa, a amizade volta</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=809240</link>
            <description>&amp;quot;O amor passa, a amizade volta, mesmo depois de ter adormecido um certo tempo&amp;quot;&lt;br /&gt;George Sand</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 30 Jun 2007 14:07:57 UT</pubDate>
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            <title>Solidão</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=780844</link>
            <description>&amp;quot;Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades. A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto.&amp;quot;&lt;br /&gt;Francis Bacon</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Wed, 20 Jun 2007 23:11:41 UT</pubDate>
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            <title>A felicidade de um amigo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=741012</link>
            <description>&amp;quot;A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.&amp;quot;&lt;br /&gt;Jean Cocteau</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Fri, 08 Jun 2007 18:17:11 UT</pubDate>
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            <title>Os Amigos dos Outros</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=718356</link>
            <description>Faz grandes elogios de alguém na presença de um terceiro. Se este se mantém calado, é porque não é amigo do primeiro. O mesmo poderás adivinhar se ele desviar a conversa para outro assunto, se mal responde, se se esforça por moderar os teus elogios, se se diz mal informado acerca da pessoa em causa ou ainda se se lança no elogio de pessoas que nada têm que ver.&lt;br /&gt;Podes igualmente mencionar um acto admirável praticado por essa pessoa - um acto acerca do qual sabes que o teu interlocutor está perfeitamente ao corrente - para veres se aproveita ou não para o valorizar. Reagirá, talvez, dizendo que, nesse caso, foi uma questão de sorte ou que a Divina Providência é, por vezes, muito pródiga. Ou então aproveitará para gabar proezas ainda mais notáveis de outros. Pode ainda afirmar que essa tua pessoa se limitou a seguir um bom conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jules Mazarin, in 'Breviário dos Políticos'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Fri, 01 Jun 2007 09:19:02 UT</pubDate>
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            <title>Distância e Longa Ausência Prejudicam Qualquer Amizade</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=692541</link>
            <description>Distância e longa ausência prejudicam qualquer amizade, por mais desgostoso que seja admiti-lo. As pessoas que não vemos, mesmo os amigos mais queridos, aos poucos se evaporam no decurso do tempo até ao estado de noções abstractas, e o nosso interesse por elas torna-se cada vez mais racional, de tradição. Por outro lado, conservamos interesse vivo e profundo por aqueles que temos diante dos olhos, nem que sejam apenas os animais de estimação. Tão presa aos sentidos é a natureza humana. Por isso, aqui também são sábias as palavras de Goethe: O tempo presente é um deus poderoso.&lt;br /&gt;Os amigos da casa são chamados assim com justeza, pois são amigos mais da casa do que do dono, portanto, assemelham-se antes aos gatos do que aos cães.&lt;br /&gt;Os amigos dizem-se sinceros; os inimigos o são. Sendo assim, deveríamos usar a censura destes para nosso autoconhecimento, como se fosse um remédio amargo.&lt;br /&gt;Os amigos são raros na necessidade? Não, pelo contrário! Mal fazemos amizade com alguém, e logo ele estará em dificuldade, pedindo dinheiro emprestado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Thu, 24 May 2007 14:39:08 UT</pubDate>
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            <title>Tipos de amizade</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=678712</link>
            <description>Três tipos de amizade são vantajosos e três tipos de amizade são nocivos. A amizade com um homem que fala sem rodeios, a amizade com um homem sincero, a amizade com um homem de grande saber, esses três tipos de amizade são úteis. A amizade com um homem acostumado a enganar por uma falsa aparência de honestidade, a amizade com um homem hábil para adular, a amizade com um homem que fala bonito, esses três tipos de amizade são nocivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confúcio, in 'A Sabedoria de Confúcio'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sun, 20 May 2007 13:44:31 UT</pubDate>
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            <title>A Fronteira Entre a Amizade e o Amor</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=653103</link>
            <description>Há na pura amizade um prazer a que não podem atingir os que nasceram medíocres. A amizade pode subsistir entre pessoas do mesmo sexo a diferentes, isenta mesmo de toda a materialidade. Uma mulher, entretanto, olha sempre um homem como um homem; e reciprocamente, um homem olha uma mulher como uma mulher; essa ligação não é paixão nem pura amizade: constitui uma classe aparte.&lt;br /&gt;O amor nasce bruscamente, sem outra reflexão, por temperamento, ou por fraqueza: um detalhe de beleza nos fixa, nos determina. A amizade, pelo contrário, forma-se pouco a pocuo, com o tempo, pela prática, por um longo convívio. Quanta inteligência, bondade, dedicação, serviços e obséquios, nos amigos, para fazer, em anos, muito menos do que faz, às vezes, num minuto, um rosto bonito e uma bela mão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo, que fortalece as amizades, enfraquece o amor. Enquanto o amor dura, subsiste por si, e às vezes pelo que parece dever extingui-lo: caprichos, rigores, ausência, ciúme; a amizade, pelo contrário, precisa de alento: morre por falta de cuidados, de confiança, de atenção. É mais comum ver um amor extremo que uma amizade perfeita.&lt;br /&gt;O amor e a amizade excluem-se um ao outro. Aquele que teve a experiência de um grande amor descuida a amizade; e quem se esgotou na amizade ainda não fez nada para o amor.&lt;br /&gt;O amor começa pelo amor, e só se passaria da mais forte amizade para um amor fraco. Nada se parece mais com uma viva amizade do que essas ligações que o interesse do nosso amor nos faz cultivar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean de La Bruyére, in 'Os Caracteres'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 12 May 2007 10:46:38 UT</pubDate>
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            <title>A Amizade é Indispensável ao Nosso Ser</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=613944</link>
            <description>A amizade é a única coisa cuja utilidade é unanimemente reconhecida. A própria virtude tem muitos detractores, que a acusam de ostentação e charlatanismo. Muitos desprezam as riquezas e, contentes de pouco, agradam-se da mediocridade. As honras, à procura da qual se matam tanto as pessoas, quantos outros as desdenham até olhá-las como o que há de mais fútil e de mais frívolo? E, assim, quanto ao mais! O que a uns parece admirável, ao juízo doutros nada é. Mas quanto à amizade, toda a gente está de acordo: os que se ocupam dos negócios públicos, os que se apaixonaram pelo estudo e pelas indagações sapientes, e os que, longe do bulício, limitam os seus cuidados aos seus interesses privados: todos enfim, aqueles mesmos que se entregaram todos inteiros aos prazeres, declaram que a vida nada é sem a amizade, por pouco que queiram reservar a sua para algum sentimento honorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se insinua, com efeito, não sei como, no coração de todos os homens e não se admite que, sem ela, possa passar nenhuma condição da vida. Bem mais, se é um homem de natureza selvagem, muito feroz para odiar seus semelhantes e fugir do seu contacto, como fazia, diz-se, não sei mais que Timon de Atenas. É preciso ainda que este homem procure um confidente no seio do qual possa verter o seu veneno e o seu ódio. A necessidade da amizade será ainda mais evidente, se ele pudesse admitir que um Deus nos tirasse do seio da sociedade para nos colocar numa solidão profunda, onde, fornecendo-nos em abundância tudo o que a natureza nos pode propinar, nos subtraísse ao mesmo passo a esperança e os meios de ver jamais qualquer face humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a alma de ferro que suportaria uma tal existência e a quem a solidão não tornaria insípidos todos os gozos? Assim tenho por verdadeiras as palavras de Arquitas de Taranto, que entendi recordar a velhos que as ouviram eles próprios de seus pais: «se alguem subir ao céu, e de lá contemplar a beleza do universo e dos astros, todas essas maravilhas deixá-lo-ão indiferente, enquanto que o embasbacarão de surpresa se tiver de contá-las a alguém». Assim, a natureza do homem se recusa à solidão, e parece sempre procurar um apoio: e não o há mais doce que o coração de um terno amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcus Cícero, in 'Diálogo sobre a Amizade'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 28 Apr 2007 14:45:51 UT</pubDate>
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            <title>O que é amar</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=609921</link>
            <description>Amar, é encontrar a própria felicidade na felicidade alheia</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Thu, 26 Apr 2007 23:31:11 UT</pubDate>
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            <title>A importância das amizades</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=579343</link>
            <description>Um homem de mente activa e elástica desgasta as suas amizades, assim como certamente desgasta os seus casos amorosos, as suas tendências políticas e a sua epistemologia. Elas tornam-se puídas, esfrangalhadas, artificiais, irritantes e deprimentes. Transformam-se de realidades vivas em nulidades moribundas, e entram em sinistra oposição à liberdade, ao auto-respeito e à verdade. É tão repelente conservá-las, depois que se tornam ocas e podem ser sopradas como uma mosca, quanto manter uma paixão depois que esta paixão já se tornou um cadáver. Todo o homem prudente, ao lembrar-se de que a vida é curta, deveria dispensar uma hora ou duas, de vez em quando, para um exame crítico de suas amizades. Deve pesá-las, repensá-las, testar se ainda contêm algum metal. Algumas poderão sobreviver, talvez com mudanças radicais nos seus termos. Mas a maioria será varrida em poucos minutos e ele tentará esquecê-las, assim como tenta esquecer os seus frios e pegajosos amores do ano retrasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henry Mencken, in 'O Livro dos Insultos (1920)'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 14 Apr 2007 14:01:39 UT</pubDate>
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            <title>A vida</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=524954</link>
            <description>A vida é um empréstimo que temos a pagar em data incerta</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Wed, 21 Mar 2007 15:37:13 UT</pubDate>
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            <title>O que é a vida?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=514310</link>
            <description>A vida é uma cadeia de desenganos por meio dos quais se vai adquirindo a experiência.</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 17 Mar 2007 09:55:35 UT</pubDate>
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            <title>A Amizade Verdadeira e Genuína</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=502767</link>
            <description>Do mesmo modo que o papel-moeda circula no lugar da prata, também no mundo, no lugar da estima verdadeira e da amizade autêntica, circulam as suas demonstrações exteriores e os seus gestos imitados do modo mais natural possível. Por outro lado, poder-se-ia perguntar se há pessoas que de facto merecem essa estima e essa amizade. Em todo o caso, dou mais valor aos abanos de cauda de um cão leal do que a cem daquelas demonstrações e gestos. &lt;br /&gt;Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Mon, 12 Mar 2007 15:36:37 UT</pubDate>
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            <title>A Amizade Ideal</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=490470</link>
            <description>Nada é mais agradável à alma do que uma amizade terna e fiel. É bom encontrarmos corações atenciosos, aos quais podes confiar todos os teus segredos sem perigo, cujas consciências receias menos do que a tua, cujas palavras suavizam as tuas inquietações, cujos conselhos facilitam as tuas decisões, cuja alegria dissipa a tua tristeza, cuja simples aparição te deixa radiante! Tanto quanto for possível, devemos escolher aqueles que estão livres de afecções: de facto, os vícios rastejam, passam de pessoa para pessoa com a proximidade e qualquer contacto com eles pode ser prejudicial.&lt;br /&gt;Séneca, in 'Cartas a Lucílio'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 15:34:33 UT</pubDate>
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            <title>A Vida é um Hábito</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=480121</link>
            <description>O hábito é o balastro que prende o cão ao seu vómito. Respirar é um hábito. A vida é um hábito. Ou melhor, a vida é uma sucessão de hábitos, porque o indivíduo é uma sucessão de indivíduos [...] «Hábito» é pois o termo genérico para os inúmeros contratos celebrados entre os inúmeros sujeitos que constituem o indivíduo e os seus inúmeros objectos correlativos. Os períodos de transição que separam as consecutivas adaptações [...] representam as zonas perigosas na vida do indivíduo, perigosas, penosas, misteriosas e férteis, em que, por um momento, o tédio de viver é substituído pelo sofrimento de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samuel Beckett, in 'À Espera de Godot'</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Sat, 03 Mar 2007 11:50:39 UT</pubDate>
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            <title>Amor sem amar</title>
            <link>http://pt.netlog.com/kazor/blog/blogid=473738</link>
            <description>&amp;quot;Os amantes arrependem-se do bem que fizeram, quando o seu desejo já se extinguiu, ao passo que aqueles que não têm amor nunca tiveram a oportunidade de se arrepender; pois não é sob o jugo da paixão, mas voluntariamente, e conduzindo bem os seus interesses, sem ultrapassar os limites dos seus próprios recursos, que eles fazem bem ao amigo.&amp;quot;&lt;br /&gt;Platão</description>
            <author>kazor</author>
            <pubDate>Wed, 28 Feb 2007 23:04:53 UT</pubDate>
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