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masculino - 57 anos, Lyss, Suiça


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  • Ronan & Trijntje - We've Got Tonight

  • A vida passa,o tempo passa.

  • Choran as rosas

  • Besame,besame mucho.

    [video][/video]

  • Provérvios.

    ø Nem tudo o que vem à rede é peixe.

    ø Filho de peixe sabe nadar.

    ø Filho és pai serás, assim como fizeres assim acharás.

    ø Mais vale tarde do que nunca.

    ø Mais vale uma mão inchada do que uma enxada na mão.

    ø Quem se ri do vizinho o seu mal vem pelo caminho.

    ø Não desejes mal a ninguém que o teu mal pelo caminho vem.

    ø Quem dá e tira para o inferno gira.

    ø Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar.

    ø De boas intenções está o Inferno cheio.

    ø Quem cala consente.

    ø Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo.

    ø Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão.

    ø Quem não tem cão caça com gato.

    ø Quem vai muito depressa pode quebrar a cabeça

    ø Devagar se vai ao longe.

    ø Vai devagar se queres chegar depressa.

    ø Quem dá aos pobres empresta a Deus.

    ø Quem tem medo compra um cão.

    ø Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

    ø Comer e coçar vai do começar.

    ø Quem feio ama bonito lhe parece.

    ø O amor é cego.

    ø Julga o ladrão que todos o são.

    ø Quem desconfia não é sério.

    ø Quem vê caras não vê corações

    ø Longe da vista longe do coração.

    ø A ambição cerra o coração.

    ø Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo.

    ø O mundo é uma bola quem anda nele é que se amola.

    ø Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam.

    ø Na prisão e no hospital é que se vê quem te quer bem e quem te quer mal.

    ø O amigo certo vê-se na hora incerta.

    ø Sê o primeiro a ouvir e o último a falar.

    ø Toma em rapaz bom caminho segui-lo-ás em velhinho.

    ø Nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou.

    ø Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.

    ø Dos burros não reza a história.

    ø Se alguém está cansado para dar-te um sorriso, concede-lhe o teu.

    ø Tantas vezes vai o à fonte que um dia lá deixa a asa.

    ø Água mole em pedra dura tanto dá até que fura.

    ø Presunção e água benta cada um toma a quer.

    ø Cão que ladra não morde.

    ø Dá Deus as nozes a quem não tem dentes.

    ø Quem vai ao ar perde o lugar.

    ø Quem vai ao vento perde o assento.

    ø Quem tudo quer tudo perde.

    ø Quem vai ao mar avia-se em terra..

    ø Quem anda à chuva molha-se.

    ø Quem não arrisca não petisca.

    ø Quem vai à guerra dá e leva.

    ø Quem desdenha quer comprar.

    ø Quem no alheio veste na praça o despe.

    ø Os cães ladram e a caravana passa.

    ø Águas passadas não moem moinhos.

    ø Quem mais alto sobe ao mais baixo vem cair.

    ø Quem tem unhas toca guitarra.

    ø A guitarra quer-se na mão do tocador.

    ø De pequenino se torce o pepino.

    ø Deus escreve direito por linhas tortas.

    ø Homem velho e mulher nova dão filhos até à cova.

    ø Patrão fora, dia santo na loja.

    ø Homem pequeno dose de veneno.

    ø Mulher e pescada quer-se da mais avantejada.

    ø Santos da terra não fazem milagres.

    ø Ninguém é profeta na sua terra.

    ø Depressa e bem há pouco quem.

    ø Na terra dos cegos quem tem um olho é rei.

    ø O bom filho à casa torna.

    ø Os últimos serão os primeiros.

    ø A casamento e baptizado ninguém vai sem ser convidado.

    ø Quem espera por sapatos de defunto anda sempre descalço.

    ø À primeira quem quer cai; à segunda cai quem quer; à terceira só cai quem quiser.

    ø Ninguém nasce ensinado.

    ø Aprende-se até morrer e morre-se sem saber.

    ø Palavra de rei não volta atrás.

    ø Filho de gato mata rato.

    ø Mais vale magro no mato do que gordo na barriga do gato.

    ø Vale mais um passarinho na mão do que dois a voar.

    ø Por morrer uma andorinha não acaba a primavera.

    ø Por um burro dar um coice não se lhe cortam as pernas.

    ø Burro velho não toma andadura e quando a toma pouco dura.

    ø Quem não tem que fazer deita a casa abaixo e volta a erguer.

    ø Nem tudo o que reluz é ouro.

    ø Ninho feito pega morta.

    ø Morrendo o bicho acaba a peçonha.

    ø Para saber tem de passear ou ler.

    ø Os homens não se medem aos palmos.

    ø Vale mais quem Deus ajuda do que quem cedo madruga.

    ø Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.

    ø Tudo o que não mata engorda.

    ø Luar de Janeiro não tem parceiro.

    ø O tempo de Fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.

    ø A neve em Fevereiro presságio de mau celeiro.

    ø Em Março tanto durmo como faço.

    ø Março Marçagão manhãs de inverno e tardes de verão.

    ø Em Abril águas mil.

    ø Em Abril queima a velha o carro e o carril.

    ø Maio hortelão muita palha e pouco pão.

    ø Maio que não der trovoada não dá coisa estimada.

    ø Em Junho foucinha em punho.

    ø Por mais que o Julho queira ser, pouco há-de chover.

    ø Pelo Santiago pinta o bago e cada pinta vale um cruzado.

    ø Em Agosto malha-se contra gosto.

    ø Trovoada em Agosto, abundância de uva e mosto.

    ø Em Setembro ardem os montes e secam as fontes.

    ø Setembro molhado figo estragado.

    ø Outubro quente traz o diabo no ventre.

    ø Quem planta no outono, leva um ano de abono.

    ø Novembro à porta geada na horta.

    ø Pelo S.Martinho vai à adega e prova o vinho.

    ø Em Dezembro descansar para em Janeiro trabalhar.

    ø Ande o frio por onde andar, pelo Natal vem cá parar.

    ø A cavalo dado não se olha ao dente

    ø Burro farto não é papador.

    ø Quem semeia ventos colhe tempestades.

    ø Depois da tempestade vem a bonança.

    ø Quem muito fala pouco acerta.

    ø O silêncio é de ouro.

    ø A noite é má conselheira.

    ø De noite todos os gatos são pardos.

    ø Em tempo de guerra não se limpam as armas.

    ø Quem não deve não teme.

    ø Roma e Pavia não se fizeram num dia.

    ø Em Roma sê romano.

    ø Na terra onde fores viver faz como vires fazer.

    ø Cada roca seu fuso, cada terra seu uso.

    ø Quem tem boca vai a Roma.

    ø Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.

    ø O que não se fizer num dia, faz-se no dia de Stª.Lusia.

    ø Mais vale cair em graça do que ser engraçado.

    ø De dia não se avisa ninguém, de noite só uma vez.

    ø Casa roubada, trancas à porta.

    ø Quem corre por gosto não cansa.

    ø Onde canta o galo, não canta a galinha.

    ø Quem com ferros mata, com ferros morre.

    ø Cada macaco no seu galho.

    ø Só fala quem tem que se lhe diga.

    ø Enquanto há vida há esperança.

    ø A esperança é a última coisa a perder.

    ø Quem espera sempre alcança.

    ø Quem espera desespera.

    ø Quem não gosta come menos.

    ø Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.

    ø Chega-te aos bons serás um deles; chega-te aos maus, serás pior do que eles.

    ø Diz-me o que comes, dir-te-ei de que sofres.

    ø Quem longe vai casar ou leva ou vai buscar.

    ø De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos.

    ø Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.

    ø Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.

    ø Filhos criados, trabalhos redobrados.

    ø Quem tem filhos tem cadilhos, quem não tem filhos cadilhos tem.

    ø No melhor pano cai a nódoa.

    ø A apressada pergunta, vagarosa resposta.

    ø A fome faz sair o lobo do mato.

    ø A ociosidade é mãe de todos os vícios.

    ø Ao menino e ao borracho põe Deus a mão debaixo.

    ø A ocasião faz o ladrão.

    ø Boa fama granjeia quem não diz mal da vilha alheia.

    ø A ignorância e o vento são do maior atrevimento.

    ø Arrenda a vinha e o pomar se os queres desgraçar.

    ø Em casório ou mortório há sempre falatório.

    ø Cesteiro que faz um cesto faz cento, dando-lhe verga e tempo.

    ø Choupana onde se ri vale mais do que palácio onde se chora.

    ø Com teu amo não jogues as pêras, porque ele come as maduras e deixa-te as verdes.

    ø Com direito do teu lado nunca receies dar brado.

    ø Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

    ø A quem do seu foi mau despenseiro não fies o teu dinheiro.

    ø Da discussão nasce a luz.

    ø Deus ajuda quem trabalha que é o capital que menos falha.

    ø Em casa de ferreiro espeto de pau.

    ø Entre homem e mulher não metas a colher.

    ø É tarde para economia, quando a bolsa está vazia.

    ø Falando no Diabo ele aparece.

    ø Homem prevenido vale por dois.

    ø Livra-te do homem que não fala e do cão que não ladra.

    ø Morrer por morrer, morra o meu pai que é mais velho.

    ø Não há fumo sem fogo.

    ø Não contes os pintos senão depois de nascidos.

    ø Quem canta seu mal espanta.

    ø O hábito não faz o monge.

    ø Quem quer bolota que trepe.

    ø Quem sai aos seus não degenera.

    ø Quem se engana aprende.

    ø Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos.

    ø Quem te avisa teu amigo é.

    ø Querer é poder.

    ø Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades.

    ø Quem segredos quer saber, busque-os na mesa e no prazer.

    ø O segredo é a alma do negócio.

    ø Trabalhar para aquecer, é melhor morrer de frio.

    ø Usa e serás mestre.

    ø Dos fracos não reza a história.

    ø Vozes de burros não chegam ao céu.

    ø Não faças aos outros o que não queres que façam a ti.

    ø É melhor prevenir do que remediar.

    ø Quem quer vai, quem não quer manda.

    ø Amigos, amigos negócios à parte.

    ø Quanto mais pressas mais vagares.

    ø Quem conta um conto acrescenta um ponto.

    ø Com um tiro mata-se dois coelhos.

    ø Ovelha que barrega bocada que perde.

    ø Todos os caminhos vão dar a Roma.

    ø Palavras leva-as o vento.

    ø Nunca digas desta água não beberei.

    ø Chuva na horta Sol na eira.

    ø Quem tem burro e anda a pé, mais burro é.

    ø A estupidez não paga imposto

    ø A fome é o melhor tempero.

    ø A impaciência é má conselheira.

    ø A melhor palavra é a que fica por dizer.

    ø A palavra é de prata, o silêncio é de oiro.

    ø A quem dói o queixal é que sabe do seu mal.

    ø Amigo na necessidade é amigo de verdade

    ø Antes casada e arrependida que freira aborrecida.

    ø Antes só que mal acompanhado.

    ø Barcos em terra, tempestade no mar.

    ø Basta uma ovelha ranhosa para perder o rebanho.

    ø Busca amizade do teu igual, se és honrado e leal.

    ø Antes filho de pobre que escravo de rico.

    ø Carne de hoje, pão de ontem e vinho do outro Verão fazem o homem são.

    ø Conselho de raposas, morte de galinha.

    ø Cumpre sempre o teu dever se te não queres arrepender.

    ø De boa cepa a vinha, de boa mãe a filha.

    ø De perito em perito, fica o dito por não dito.

    ø Depois do mal feito todos o tinham previsto.

    ø Deus dá as nozes mas não as parte.

    ø É a falar que a gente se entende.

    ø É mais fácil aconselhar que praticar.

    ø É mau de contentar quem quer sol na eira e chuva no nabal.

    ø É melhor um inimigo declarado do que um falso amigo.

    ø Escusas de mau pagador, ouvidos de mercador.

    ø Está a chover e a fazer sol e a raposa a encher o fole.

    ø Exército bem provido tarde ou nunca é vencido.

    ø Filho de burro um dia dá coice.

    ø Filhos, nem desejá-los, nem aborrecê-los.

    ø Foge das ocasiões, eu te livrarei das tentações.

    ø Fraco é o padeiro que diz mal do seu pão.

    ø Ganha o que podes e poupa o que ganhares.

    ø Gente do Minho veste pano de linho.

    ø Guarda-te do homem que não fala, da mulher que faz versos, e do cão que não ladra.

    ø Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.

    ø Há sempre um testo para uma panela.

    ø Homem com fala de mulher nem o diabo o quer.

    ø Homem rico nunca é feio.

    ø Honra e proveito não cabem no peito.

    ø Horta sem água, casa sem telhado e mulher sem amor, marido descuidado.

    ø Indo por caminho recto, de longe se faz perto.

    ø Inverno de Março e seca de Abril deixam o lavrador a pedir.

    Pela boca morre o peixe.
    E diz o roto ao nu- pq não te vestes tu?

    Quem havia de dizer.
    Quem te viu e quem te vê.

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