joaquintorres
masculino - 57 anos, Lyss, Suiça
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Ronan & Trijntje - We've Got Tonight
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A vida passa,o tempo passa.
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Choran as rosas
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Besame,besame mucho.
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Provérvios.
ø Nem tudo o que vem à rede é peixe.
ø Filho de peixe sabe nadar.
ø Filho és pai serás, assim como fizeres assim acharás.
ø Mais vale tarde do que nunca.
ø Mais vale uma mão inchada do que uma enxada na mão.
ø Quem se ri do vizinho o seu mal vem pelo caminho.
ø Não desejes mal a ninguém que o teu mal pelo caminho vem.
ø Quem dá e tira para o inferno gira.
ø Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar.
ø De boas intenções está o Inferno cheio.
ø Quem cala consente.
ø Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo.
ø Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão.
ø Quem não tem cão caça com gato.
ø Quem vai muito depressa pode quebrar a cabeça
ø Devagar se vai ao longe.
ø Vai devagar se queres chegar depressa.
ø Quem dá aos pobres empresta a Deus.
ø Quem tem medo compra um cão.
ø Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
ø Comer e coçar vai do começar.
ø Quem feio ama bonito lhe parece.
ø O amor é cego.
ø Julga o ladrão que todos o são.
ø Quem desconfia não é sério.
ø Quem vê caras não vê corações
ø Longe da vista longe do coração.
ø A ambição cerra o coração.
ø Defeitos do meu amigo, lamento mas não maldigo.
ø O mundo é uma bola quem anda nele é que se amola.
ø Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam.
ø Na prisão e no hospital é que se vê quem te quer bem e quem te quer mal.
ø O amigo certo vê-se na hora incerta.
ø Sê o primeiro a ouvir e o último a falar.
ø Toma em rapaz bom caminho segui-lo-ás em velhinho.
ø Nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou.
ø Procuremos acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.
ø Dos burros não reza a história.
ø Se alguém está cansado para dar-te um sorriso, concede-lhe o teu.
ø Tantas vezes vai o à fonte que um dia lá deixa a asa.
ø Água mole em pedra dura tanto dá até que fura.
ø Presunção e água benta cada um toma a quer.
ø Cão que ladra não morde.
ø Dá Deus as nozes a quem não tem dentes.
ø Quem vai ao ar perde o lugar.
ø Quem vai ao vento perde o assento.
ø Quem tudo quer tudo perde.
ø Quem vai ao mar avia-se em terra..
ø Quem anda à chuva molha-se.
ø Quem não arrisca não petisca.
ø Quem vai à guerra dá e leva.
ø Quem desdenha quer comprar.
ø Quem no alheio veste na praça o despe.
ø Os cães ladram e a caravana passa.
ø Águas passadas não moem moinhos.
ø Quem mais alto sobe ao mais baixo vem cair.
ø Quem tem unhas toca guitarra.
ø A guitarra quer-se na mão do tocador.
ø De pequenino se torce o pepino.
ø Deus escreve direito por linhas tortas.
ø Homem velho e mulher nova dão filhos até à cova.
ø Patrão fora, dia santo na loja.
ø Homem pequeno dose de veneno.
ø Mulher e pescada quer-se da mais avantejada.
ø Santos da terra não fazem milagres.
ø Ninguém é profeta na sua terra.
ø Depressa e bem há pouco quem.
ø Na terra dos cegos quem tem um olho é rei.
ø O bom filho à casa torna.
ø Os últimos serão os primeiros.
ø A casamento e baptizado ninguém vai sem ser convidado.
ø Quem espera por sapatos de defunto anda sempre descalço.
ø À primeira quem quer cai; à segunda cai quem quer; à terceira só cai quem quiser.
ø Ninguém nasce ensinado.
ø Aprende-se até morrer e morre-se sem saber.
ø Palavra de rei não volta atrás.
ø Filho de gato mata rato.
ø Mais vale magro no mato do que gordo na barriga do gato.
ø Vale mais um passarinho na mão do que dois a voar.
ø Por morrer uma andorinha não acaba a primavera.
ø Por um burro dar um coice não se lhe cortam as pernas.
ø Burro velho não toma andadura e quando a toma pouco dura.
ø Quem não tem que fazer deita a casa abaixo e volta a erguer.
ø Nem tudo o que reluz é ouro.
ø Ninho feito pega morta.
ø Morrendo o bicho acaba a peçonha.
ø Para saber tem de passear ou ler.
ø Os homens não se medem aos palmos.
ø Vale mais quem Deus ajuda do que quem cedo madruga.
ø Deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.
ø Tudo o que não mata engorda.
ø Luar de Janeiro não tem parceiro.
ø O tempo de Fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.
ø A neve em Fevereiro presságio de mau celeiro.
ø Em Março tanto durmo como faço.
ø Março Marçagão manhãs de inverno e tardes de verão.
ø Em Abril águas mil.
ø Em Abril queima a velha o carro e o carril.
ø Maio hortelão muita palha e pouco pão.
ø Maio que não der trovoada não dá coisa estimada.
ø Em Junho foucinha em punho.
ø Por mais que o Julho queira ser, pouco há-de chover.
ø Pelo Santiago pinta o bago e cada pinta vale um cruzado.
ø Em Agosto malha-se contra gosto.
ø Trovoada em Agosto, abundância de uva e mosto.
ø Em Setembro ardem os montes e secam as fontes.
ø Setembro molhado figo estragado.
ø Outubro quente traz o diabo no ventre.
ø Quem planta no outono, leva um ano de abono.
ø Novembro à porta geada na horta.
ø Pelo S.Martinho vai à adega e prova o vinho.
ø Em Dezembro descansar para em Janeiro trabalhar.
ø Ande o frio por onde andar, pelo Natal vem cá parar.
ø A cavalo dado não se olha ao dente
ø Burro farto não é papador.
ø Quem semeia ventos colhe tempestades.
ø Depois da tempestade vem a bonança.
ø Quem muito fala pouco acerta.
ø O silêncio é de ouro.
ø A noite é má conselheira.
ø De noite todos os gatos são pardos.
ø Em tempo de guerra não se limpam as armas.
ø Quem não deve não teme.
ø Roma e Pavia não se fizeram num dia.
ø Em Roma sê romano.
ø Na terra onde fores viver faz como vires fazer.
ø Cada roca seu fuso, cada terra seu uso.
ø Quem tem boca vai a Roma.
ø Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.
ø O que não se fizer num dia, faz-se no dia de Stª.Lusia.
ø Mais vale cair em graça do que ser engraçado.
ø De dia não se avisa ninguém, de noite só uma vez.
ø Casa roubada, trancas à porta.
ø Quem corre por gosto não cansa.
ø Onde canta o galo, não canta a galinha.
ø Quem com ferros mata, com ferros morre.
ø Cada macaco no seu galho.
ø Só fala quem tem que se lhe diga.
ø Enquanto há vida há esperança.
ø A esperança é a última coisa a perder.
ø Quem espera sempre alcança.
ø Quem espera desespera.
ø Quem não gosta come menos.
ø Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
ø Chega-te aos bons serás um deles; chega-te aos maus, serás pior do que eles.
ø Diz-me o que comes, dir-te-ei de que sofres.
ø Quem longe vai casar ou leva ou vai buscar.
ø De Espanha nem bons ventos nem bons casamentos.
ø Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.
ø Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
ø Filhos criados, trabalhos redobrados.
ø Quem tem filhos tem cadilhos, quem não tem filhos cadilhos tem.
ø No melhor pano cai a nódoa.
ø A apressada pergunta, vagarosa resposta.
ø A fome faz sair o lobo do mato.
ø A ociosidade é mãe de todos os vícios.
ø Ao menino e ao borracho põe Deus a mão debaixo.
ø A ocasião faz o ladrão.
ø Boa fama granjeia quem não diz mal da vilha alheia.
ø A ignorância e o vento são do maior atrevimento.
ø Arrenda a vinha e o pomar se os queres desgraçar.
ø Em casório ou mortório há sempre falatório.
ø Cesteiro que faz um cesto faz cento, dando-lhe verga e tempo.
ø Choupana onde se ri vale mais do que palácio onde se chora.
ø Com teu amo não jogues as pêras, porque ele come as maduras e deixa-te as verdes.
ø Com direito do teu lado nunca receies dar brado.
ø Dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
ø A quem do seu foi mau despenseiro não fies o teu dinheiro.
ø Da discussão nasce a luz.
ø Deus ajuda quem trabalha que é o capital que menos falha.
ø Em casa de ferreiro espeto de pau.
ø Entre homem e mulher não metas a colher.
ø É tarde para economia, quando a bolsa está vazia.
ø Falando no Diabo ele aparece.
ø Homem prevenido vale por dois.
ø Livra-te do homem que não fala e do cão que não ladra.
ø Morrer por morrer, morra o meu pai que é mais velho.
ø Não há fumo sem fogo.
ø Não contes os pintos senão depois de nascidos.
ø Quem canta seu mal espanta.
ø O hábito não faz o monge.
ø Quem quer bolota que trepe.
ø Quem sai aos seus não degenera.
ø Quem se engana aprende.
ø Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos.
ø Quem te avisa teu amigo é.
ø Querer é poder.
ø Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades.
ø Quem segredos quer saber, busque-os na mesa e no prazer.
ø O segredo é a alma do negócio.
ø Trabalhar para aquecer, é melhor morrer de frio.
ø Usa e serás mestre.
ø Dos fracos não reza a história.
ø Vozes de burros não chegam ao céu.
ø Não faças aos outros o que não queres que façam a ti.
ø É melhor prevenir do que remediar.
ø Quem quer vai, quem não quer manda.
ø Amigos, amigos negócios à parte.
ø Quanto mais pressas mais vagares.
ø Quem conta um conto acrescenta um ponto.
ø Com um tiro mata-se dois coelhos.
ø Ovelha que barrega bocada que perde.
ø Todos os caminhos vão dar a Roma.
ø Palavras leva-as o vento.
ø Nunca digas desta água não beberei.
ø Chuva na horta Sol na eira.
ø Quem tem burro e anda a pé, mais burro é.
ø A estupidez não paga imposto
ø A fome é o melhor tempero.
ø A impaciência é má conselheira.
ø A melhor palavra é a que fica por dizer.
ø A palavra é de prata, o silêncio é de oiro.
ø A quem dói o queixal é que sabe do seu mal.
ø Amigo na necessidade é amigo de verdade
ø Antes casada e arrependida que freira aborrecida.
ø Antes só que mal acompanhado.
ø Barcos em terra, tempestade no mar.
ø Basta uma ovelha ranhosa para perder o rebanho.
ø Busca amizade do teu igual, se és honrado e leal.
ø Antes filho de pobre que escravo de rico.
ø Carne de hoje, pão de ontem e vinho do outro Verão fazem o homem são.
ø Conselho de raposas, morte de galinha.
ø Cumpre sempre o teu dever se te não queres arrepender.
ø De boa cepa a vinha, de boa mãe a filha.
ø De perito em perito, fica o dito por não dito.
ø Depois do mal feito todos o tinham previsto.
ø Deus dá as nozes mas não as parte.
ø É a falar que a gente se entende.
ø É mais fácil aconselhar que praticar.
ø É mau de contentar quem quer sol na eira e chuva no nabal.
ø É melhor um inimigo declarado do que um falso amigo.
ø Escusas de mau pagador, ouvidos de mercador.
ø Está a chover e a fazer sol e a raposa a encher o fole.
ø Exército bem provido tarde ou nunca é vencido.
ø Filho de burro um dia dá coice.
ø Filhos, nem desejá-los, nem aborrecê-los.
ø Foge das ocasiões, eu te livrarei das tentações.
ø Fraco é o padeiro que diz mal do seu pão.
ø Ganha o que podes e poupa o que ganhares.
ø Gente do Minho veste pano de linho.
ø Guarda-te do homem que não fala, da mulher que faz versos, e do cão que não ladra.
ø Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
ø Há sempre um testo para uma panela.
ø Homem com fala de mulher nem o diabo o quer.
ø Homem rico nunca é feio.
ø Honra e proveito não cabem no peito.
ø Horta sem água, casa sem telhado e mulher sem amor, marido descuidado.
ø Indo por caminho recto, de longe se faz perto.
ø Inverno de Março e seca de Abril deixam o lavrador a pedir.
Pela boca morre o peixe.
E diz o roto ao nu- pq não te vestes tu?
Quem havia de dizer.
Quem te viu e quem te vê.
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