gilsonborgescorrea
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57 anos, Rio Grande, Brasil - Imagens (5)
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Sobre mim
Sou bibliotecário e bacharel em Letras Inglês-Português. Gosto muito de literatura e estou sempre escrevendo, tanto contos, crônicas ou outros artigos, quanto romances. Aliás, romance é um gênero que muito aprecio. Tenho alguns blogues e dois livros à venda na rede, no clube de autores. fui premiado em 1º lugar com as crônicas "A palestra" e "a aranha" o que resultou numa coletânea "Outras águas" e, 2008. Gosto muito de escrever e ler os blogs que encontro na rede, principalmente os que tratam de literatura.
Mais sobre mim- Nome
- Gilson Borges Corrêa
- Data de nascimento
- 18/01/1955
- Localização
- Rio Grande (Rio Grande do Sul)
Brasil - Língua materna
- Português
- Empresa
- Universidade Fderal do Rio Grande
- Profissão
- Bibliotecário (Empregado(a))
- Tags
- À procura de
-
- Amizade
- Hobbies
- escrever, ler, ouvir músicas, assistir filmes
- Situação amorosa
- Casado(a)
- Eu gosto de
- Mulheres
12 visitantes desde 28 Julho 2009.
Como desenvolver a criação
Quando escrevo, procuro difundir ao máximo as idéias pertinentes à história que está sendo urdida, entretanto, os caminhos se diversificam e aos poucos, percebo que se algum preceito ou ponto de vista está na tentativa de ser disseminado, não passa desta etapa, porque a história segue um rumo quase determinado pelo crescimento ou não das personagens. Nada de extraordinário, apenas uma reflexão no fazer literatura, que, via de regra, pensamos ter as rédeas do texto nas mãos, mas o conteúdo foge de acordo com a imaginação e criatividade. Na verdade, aí é que se dá a literatura, uma forma diferente de ver o mundo, de representar a realidade e não apenas mostrá-la com precisão jornalística.
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A MARGEM OPOSTA
A margem oposta
Passei a viver assim calado, taciturno, caminhando sozinho pelas vielas escuras como um vampiro à cata de sangue. Bobagem, a única coisa que talvez nos unisse é a terrível solidão. Tão sozinho como este casaco estirado na … insistiram para contar como me livrei do afogamento. Então, me aventurei pela imaginação, criei desde Melville a Júlio Verne e todos me ouviam quase com fervor literário. Silêncio absoluto. Só minha voz metálica tilintava no ambiente. O anel …
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