estergalfa
feminino - 53 anos, Brasil, Brasil
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PREFÀCIO.
de
LÀGRIMAS DE CRISTAL.
DE:Estergalfa.
Está historia mostra o poder de DEUS... Do AMOR e do dinheiro. Mostra também que tudo é possivel, desde que crer.
Brenda uma mulher sonhadora que sonha com uma modança de vida para ela e a familia, apesar de viver bem de vida, tem sonhos que só muito dinheiro para concretizar, ou melhor dizendo: ( SÒ UM MILAGRE.)
Ela nos mostra que não devemos desisistir de nada que sonhamos na vida, pois se sua fé for convicta, mais sedo ou mais tarde seus sonhos serão concretizados, não emporta quanto tempo terá de esperar, nem como vai conseguir, pois se sonhas e queres, vem do tudo ou mesmo do nada, mas que vem! Vem.
Brenda conhece Dickson, um homem simpático, casado assim como ela, se apaixanam e sofrem muito por este amor.
Embora não tenham esperança de ficarem juntos, eles lutam com todas as suas armas para esquecer este amor, mas como o amor é imortal, deram tempo ao tempo e a circunstância da vida os ajudou.
Meg uma mulher independente que mora no Rio de Janeiro, meia irmã de Brenda, também tem um amor inesquecivel que nem a força do tempo e a distância o destruiu, depois de muito sofrimento e espera, este amor volta com a mesma paixão de antes e o mesmo amor que Meg sente por ele.
Meg nos ensina que não devemos lutar para esquecer um verdadeiro porque ele adormece mas não morre, sabendo disto ela não desistiu do seu amor que por interferecia da famiçlia, separam-se e se distanciaram muito. Ele foi para outro páis mas a levou dentro dele e ela ficou com a esperança que só um verdadeiro amor deixa.
Humberto a grande paixão da Meg, depois que a rencontra, não quer perder tempo, tenta superar todo tempo perdido dando-lhe todo amor que ficaram atrasado pelo empo.
Paloma e Lélia, filhas de Brenda por irônia do destino se apaixanam por Pablo e Lucas filhos de Dikson, não sabendo elas que seu futuro sogro roubou do seu pai o coração da sua mãe.
Claudio marido de Brenda muito apaixonado, naõ sonha que sua amada tem outro amor e vive para sua familia em um sitio em Angras dos Reis onde tenta dar tudo que sua familia precisa, mas não consegue substituir mesmo com tanta atenção e ternura, o amor que Brenda sente por Dikson.
Temente a DEUS Brenda sofre muito, pois o amor que ela sente pelo Dickson é tudo que ela sonhou na vida, luta por um meio de ser feliz sem violar as leis da natureza... De Deus e dos homens.
Ainda no Rio Brenda conhece Dany, uma criança de cinco anos que acha um diamante negro, na praia e este diamante vai para nas mãos de Brenda o qual ela vende e consegue uma fortuna, e com está fortuna muda a vida da sua familia e a vida do Dany.
Este diamante tras para Brenda a felicidade de ver seus sonhos concretizados, mas tras tambem a tristeza de naõ concretizar com seu marido que viveu durante mais de vinte anos.
Esta historia nos ensina como devemos proceder mediante as dores e dificuldade que a vida e um grande amor nos propociona.
Nos ensina também como ser feliz sem magoar ninguem e nos mostra que o amor não respeita obstáculo nem sircunstância, supera tudo, até o tempo.
E nos certifica que DEUS é AMOR e também é JUSTIÇA.
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1° CAPITULO.
obs.VOLTAREI AMANHÃ.
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CONTINUAÇÃO DO 09 CAPITULO DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
Que bom que ainda existe pessoas maravilhosas no meio de pessoas que não esta nem ai pra ninguem.
Eu estava muito feliz por ter conhecido o Dickson no momento que eu mais precisava.
O mais engraçado é que eu estava enciumada porque o Dickson não havia trazido o celular, acho que era pra esposa dele não saber que ele estava na companhia de mulher... Mas que bobagem que eu estava pensando! O que eu tenho a ver com a vida particular do Dickson? Ele é casado e eu tambem sou.
Sacudi a cabeça tentando sair daqueles pensamentos.
_ Vai almoçar conosco? Já esta pronto! _ Disse Meg para o Dickson
_ Não! Eu não posso passar muito tempo fora da empresa,.toda hora´precisam de mim por lá, mas não vai faltar oportunidade._ Dickson logo em seguida se despediu e saiu e eu senti que fiquei triste pois me sento segura ao lado dele, claro que isto estava me encomodando, pois eu não podia ter este tipo de sentimento, afinal de contas o Dickson só era meu amigo.
E para sair daquela paranoia fui falar com o Uriel que parecia preoculpado com alguma coisa.
_ O que voce tem Uriel? Porque esta com esta cara?
_ Ora Brenda! Eu estou enciumado, a Meg me contou do grande amor da vida dela, um tal de Humberto.
_ Ora digo eu! Será que voce não vé que Humberto é passado? _ Falei tentando anima-lo.
_ Voce que pensa que é passado! Ela o espera até hoje, pois a pedi em casamento e ela recusou, claro que é porque ela tem esperança que ele vai voltar. _ Uriel estava inconformado.
_ Deixa de ser bobo! Eu falei que não aceito, porque acho sedo demais pra gente pensar em casamento, só isto. _ Disse Meg dando um beijo na testa dele.
O Uriel escolheu uma péssima hora pra pedir a Meg em casamento, afinal de contas ela estava estafada e deprimida, não tinha como querer alguma coisa, principalmente casar.
Eu acho que a Meg comentou sobre o Humberto, porque naquela tristeza que estava sentindo ela devia estar pensando nele, porque geralmente quando amamos alguem, pensamos nela nas horas dificeis, com certeza a Meg gostaria de estar na companhia do Humberto naquele momento, afinal de contas eu sei que ela nunca o esqueceu.
O sentimento mais torturador da nossa vida e o verdadeiro amor o amor da alma aquele que nada nem ninguem nos faz esquecer.
O Uriel continuava ali emburrado, enquanto a Meg tentava fingir que gostava dele.
_ Levanta a cabeça, homem!!! Afinal de contas o mundo não acabou só porque não quero casar, eu é que devia estar triste com tanta coisa que aconteceu, mas como voce pode ver... Continuo de cabeça erguida.
Eu acho que no momento devemos pensar na mudança, vamos deixar de ser egoisa. _ meg estava indignada com as atitudes do Uriel. E ela tinha razão, pois naquela sircunstancia ninguem pensaria em casar, e para acabar aquele mal entendido, entrei no meio com outro assunto.
Brasil 01-12-2007.
Continuarei o mais breve possivel. -
CONTINUAÇÃO DO 08 CAPITULO DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
_ Mamãe eu estou emprecionada com a situação da familia do Dany, eu já ouvi falar de pobreza, mas nunca tinha visto de perto, como é comovente. _ Paloma enxugava uma lagrima que caia sem que ela controlasse.
_ Voce ainda não viu nada filha! tem gente que vive pior, tem pessoas que moram na rua, passam dias sem comer e ainda por cima vivem doentes, estas pessoas são ignoradas, muitos passam por elas e esquecem que são seres humanos; É cruel! Mas é a realidade da vida, isto porque os que podem fazer alguma coisa não fazem.
Um povo incredúlo e sem piedade, este é o mundo o qual vivemos. _ Paloma me ouvia sem piscar os olhos.
_ É Paloma! Voce ainda é muito joven, vai ver coisas piores com o passar do tempo, principalmente voce que faz advocacia, verá coisas do arco da velha. _ Dickson comesou falar da vida pra Paloma e eu comesei pesar na situação da Meg.
Lembrei da noite tenebrosa que passamos, eu queria que ela não tivesse existido, o diabo é mesmo muito arteiro, só porque estavamos felizes com o resultado do diamante, ele resolveu armar a dele, mas DEUS é mais poderoso, com certeza vai encontrar uma solução para concertar tudo isto. lamento muito pela medalha de estimação que ele levou da Meg, pois ela era relíquia.
Sei que aqui na terra não podemos nos apegar em coisas materiais, tudo aqui é passageiro, mas Meg guardava aquela medalha como se fosse a vida da mãe dela.
O SENHOR DEUS quer que saibamos dar valor em nossas conquistas, mas quer também que não as colocamos em primeiro lugar em nossa vida, ele quer que apegamos somente a ele que é o DEUS TODO PODEROSO, que tudo faz e tudo pode, para que nos concientisamos disto, ele deixa certas coisas acontecerem.
Tudo que temos aqui, até mesmo nossa vida, podemos perder em um abrir e fechar de olhos, e além do mais nada é nosso, tudo é emprestado, pois quando vamos pro outro lado da vida não levamos nada daqui a não ser nosso espiríto.
...Eu estava tão destraida com meus pensamento que levei um susto quando o Dickson chamou minha atenção.
_ Acorda Brenda! Parece que esta dormindo de olhos aberto!?
_ Pensando!... Só pensando> _ Falei e continuei calada.
_ Voce não está feliz mamãe?
_ De um lado sim, mas do outro não filha! Estou preoculpada, temo que o ladrão volte esta noite, afinal de contas não achamos a outra chave, ele pode ter levado pra voltar. _ Falei triste.
_ E voce acha que deixarei voces dormirem naquele apartamento? Claro que não vou deixar! Eu tenho um apartamento no Neblon, desocupado e mobiliado, voce querendo ou não! Vou leva-las pra lá, e só mudará de lá quando concluir a negociação da pedra e que comprarem outro apartamento ou casa, tanto faz. _ Disse Dickson autoritario.
_ Graças a DEUS! Eu não queria assustar voce nem tia Meg, mamãe, mas se eles levaram a chave é com certeza pra voltar, e com nos dentro de casa. _ Disse Paloma.
_ Credo filha! Vira esta boca pra lá! _ Falei repreendendo.
_ Tudo bem Dickson! Nos aceitamos seu convite, se não é incomodo para voce é uma boa pra nos, pois estamos traumatizadas. _ Paloma falou tomando a frente.
_ É isto mesmo Dickson! Na atual conjuntura não vale a pena alugar um apartamento se estamos com intençao de comprar. Falei satisfeita.
_ Lá tem varias vantagens, além de ter mais segurança do que o da Meg, ainda tem garagem sub-terrania, que faz voces ficarem menos expostas, voces vão ficar bem, tenho certeza e podem ficar o tempo que for preciso. _ Eu senti que o Dickson estava feliz em nos ajudar.
_ Vou tentar convencer a Meg a deixar o apartamento dela fechado, pelo ao menos por enquanto, até passar esta maré braba. _ Quando chegamos no predio Meg estava na sacada com o Uriel.
_ Olha lá o casalzinho de pombo! _ Disse Dickson apontando pra sacada.
_ É mesmo! tia Meg parece que esta apaixonada.
_ Voce sabia que a paixão é um grande tónico para vida quando estamos atribulados? E ainda tem gente que foge dela. _ Disse Dickson enquanto fechava o carro.
Quando entramos sentimos um cheiro gostoso de um belo almoço, pois cheirava até dentro do elevador.
_ Animada não é mesmo Meg?!... Pelo cheiro o almoço está apetitoso! _ Falei tirando os sapatos.
_ Não muito! Mas fazer o que?... E como foi lá? _ Meg perguntou vindo em minha direção.
_ Do jeito que pensei, eles são pessoas humildes e honestas, não tenho um fio de duvidas que não foram eles, e tambem são pessoas sem malicia, nos trataram com a maior delicadeza, eles trabalham fora, e o Dany fica com aquela tia que estava com ele naquele dia, são extremamente pobres, precisam de muita ajuda, pois passam necessidade que não é mole, moram em um cubico que dá dó, mal cabe eles dentro. _ Falei triste
_ É... Então só resta esperar o que o Carlos vai descobrir do nosso suspeito numero um. _ Disse Meg.
_ Eu já tenho noticias do Carlos, e acho que não vai agradar ninguem. _ Disse Uriel.
_ Fala logo! Não temos escupim para mais suspensse. _ Falei me aproximando dele.
CAPITULO 09
OS OBSTÁCULOS DA VIDA, TEMOS QUE PASSAR,
POIS NÃO TEM COMO CORTAR CAMINHO
_ O Carlos ligou e disse que o Matos não viajou; que viajará esta noite, isto significa que se foi ele , vão tentar hoje outra vez, e isto me deixa preocupado. _ Disse Uriel cossando a barba.
_ Cudado! Pode até partir pra sequestro se foi a mandado dele. _ Disse Dickson.
_ Voce é louco de pensar um negocio deste? Esqueceu que o telefonema foi brincadeira do Carlos? _ Falei nervosa.
_ Não mamãe! Não é loucura não! Se ele for bandido, dá para pensar nesta hipótese, pois ele sabe dá fortuna que receberá do diamante. _ Disse Paloma com os olhos arregalados.
_ DEUS nos livre! _ falei assustada.
_ Meg e Uriel, por este motivo conversei com a Brenda e Paloma, oferecendo meu apartamento no Neblon pra voces, lá estarão seguras até que tudo se resolva, elas acharam uma boa ideia, espero que voce aceite também. _ Disse Dickson.
_ Claro que ceito! É melhor do que ficar aqui arriscando perder a vida. _ Disse Meg triste.
_ É melhor minha Deusa, assim ficaremos mais tranquilos e voces também. _ Disse Uriel abraçando a Meg.
_ Que hora vamos? Pois não podemos dormir aqui. _ Disse Paloma se prontificando.
_ Voce comem em paz que dentro de duas horas no máximo estarei aqui com as chaves pra voces mudarem. _ Disse Dickson se levantando pra ir embora.
Dickson não sabia o que fazer pra nos agradar, claro que eu sabia que era por amor, pois ele mal conseguia disfarsar seus sentimentos, e eu também não ficava pra tras, ele me fazia sentir protegida.
Até o proximo capitulo se DEUS permitir.
Brasil 29-11-2007. -
CONTINUAÇÃO DO 08 CAPITULO DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
_ Mas Carol não entende de nota fiscal,minha irmã explicou, mas ela não quis ouvir, ou não entendeu o que ela falou, Carol não gosta de nada errado, pega no nosso pé 24 horas, dando conselhos. _ Seu Manoel falava coçando a cabeça.
Seu Manoel nos deixou a vontade com sua simplicidade, nos encheu de atenção.
_ O que falta ai pro Dany seu Emanoel? _ Perguntei me levantando.
_ Nada que pobre precisa. Mas a senhora já vai indo embora e eu nem sei seu nome? _ Disse ele, se levantando também.
_ Desculpe-me! Eu me chamo Brenda Gullar e esta é Paloma minha filha! E se não for incomado, volto no final de semana, pra conhecer sua esposa e trazer umas coisinhas pro Dany. _ Falei abraçando Paloma e fui saindo em direção a porta.
Me despedi, dei um beijinho no Dany e sai.
Dany me olhava como se quisesse dizer alguma coisa, eu acho que ele queria agradecer, mas era muito tímido, me seguiu com os olhos triste até que entrei no carro.
Quando fechei a porta, Paloma pediu que o Dickson esperasse um pouco e desceu saindo em direção ao Dany.
Tirou da carteira uma nota de cem reais, deu a ele e voltou. Escutei quando ele disse:
_ Obrigado! Dona. _ Isto sem olhar na cara de Paloma.
Quando iamos saindo, Dickson acenou pro seu Emanoel como se quisesse que fossemos embora dali o mais rápido possivel.
_ E então? _ Perguntou ele.
_ Fora de suspeita. _ Respondeu Paloma se ajeitando no banco de tras e colocando o sinto de segurança.
_ Concordo! Não tem a minima chance de ser eles, pois são humildes mas muito honestos. _ Falei confiante.
Sai da casa do Dany de conciência lavada em saber que a pedra não era do pai dele, e que não foi eles que arrombaram o apartamento da Meg, a satisafação que eu sentia era enorme, e por mais que eu agradecesse a DEUS acho que teria que agradecer mais.
Quando seu Emanoel falou que o Dany tinha mania de brincar com pedras, eu fiquei aliviada, porque assim estaria explicado porque ele brincou com o diamante e depois deixou na praia, e como era uma pedra linda e continuava lá, com certeza só eu, além do Dany havia visto.
Agora, de onde saiu aquela pedra maravilhosa?... Só DEUS sabe.
Nos ficamos impressionados com a pobreza daquela familia, nem sei se eles vão saber o que fazer quando eu for ajuda-los, pois me parece que eles são pobres de varias gerações.
Acho que DEUS tinha um proposito quando me fez conhecer o Dany na praia com aquela pedra, pois ele conhece meu coração, sabe que eu sou capaz de levar uma missão até o fim e minha missão agora era proteger o Dany e a familia dele, eu seu que terei de dar tudo que uma familia precisa pra ser feliz financeiramente, pois só pode ser o Senhor DEUS que me deu este diamante o Dany só foi usado por ele pra me mostrar, porque naquela praia cheia daquele jeito, nada escaparia se não fosse um milagre. e este foi o milagre mais extraordinario que pode acontecer, pelo ao menos nunca ouvi falar de outro.
Brasil 18-11-2007.
Até o mais rápido possivel, se DEUS permitir -
CONTINUAÇÃO DO 08 CAPITULO DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
_ Como vamos saber qual é a casa dele? É um monte de casinhas juntas e todas iguais!? _ Perguntou Paloma..
_ Aqui todos devem se conhecerem, filha, é só agente perguntar que vão nos informar. _ Falei parando o carro.
A casa do Dany era uma casinha muito modesta, era como em uma colonia, um monte de casas pequenas, uma ao lado da outra, parecia até que as portas eram de uma só casa de tão pequenas.
Paloma estava olhando horrorisada, pois não tinha tido a oportunidade de conhecer a verdadeira pobresa, de tão perto.
_ Isto aqui é um cortiço, mamãe!
_ Eu sei filha! Mas vamos chamar. _ Enquanto eu batia palmas, Paloma observava cada detalhe das casinhas.
O Dickson olhava de dentro do carro meio assustado, temendo que fosse eles que arrombara o apartamento e surgir algum desentendimento.
Logo apareceu uma senhora fôrte de meia idade.
_ Pois não! Qué falar com alguem que mora aqui?
_ A senhora conhece um garotinho de mais ou menos cinco anos, que mora aqui que se chama Dany?_ Perguntei.
_ Sim! Ele mora no terceiro quarto, pode entra! Ele esta lá! _ Disse ela apontado pro quartinho do Dany. Agradeci e entrei.
No pequeno quintal que separava um quartinho do outro, encontrei o Dany brincando com um carrinho de carroceria, cheio de pedras.
_ Oi Dany! _ Ele olhou pra cima sem graça.
_ Oi! _ Respondeu e continuou brincando sem me dar a mínima atenção.
Bati na porta e saiu um senhor joven e muito parecido com o Dany.
_ Pois não senhora! _ Disse ele meio confuso.
_ O senhor é o pai do Dany?
_ Sim! Mas o que foi que ele fez? _ Perguntou o homem assustado.
_ Nada! Não se preoculpe. _ Respondi rapidamente.
_ É que conheci o Dany na praia e gostei muito dele, depois o reencontrei numa loja com a tia dele, pedi o endereço, e resolvi fazer uma visitinha pra ele hoje, e aproveitar conhecer seus pais , pois ele me parece uma criança espetacular..
_ Dany!!! Vem cá! Voce não está vendo que estas senhoras estão aqui pra falar com voce?! _ Como o Dany não respondeu, o pai dele se ausentou um pouco e voltou puxando o Dany pela mão.
_ Aqui esta ele senhora! - Disse ele..
_ Não precisava busca-lo! Eu falei com ele quando entrei. _ Falei passando a mão na cabeça do Dany.
_ Sabe senhora, este menino passa o dia inteiro brincando com pedra, se deixar nem come nem dorme, não sei que coisa é esta, a dona daquí já cansou de reclamar, pois ele deixa pedra pra todo lado, agente briga, mas não tem jeito.
E Me diga! Foi a senhora que deu uma biciclata pra ela? Pois ele apareceu aqui com ela no dia que foi passear com a tia, segundo ele me contou, foi uma senhora que ele conheceu na praia que tinha lhe dado. E a tia dele confirmou.
_ Sim! Fui eu! E ele gostou? _ Perguntei satisfeita pois a aquela altura eu já sabia que a familia do Dany era honesta, e o mistério de ter encontrado o Dany brincando com o diamante na praia, era porque ele tinha mania de brincar com pedras, e sei que ele não tinha a mínima ideia de que tipo de pedra era aquela.
_ Ele gostou tanto que não quer brincar com ela pra não sujar, quando mando ele andar, ele fala que o barro vai deixar ela feia._ Até aquelas alturs eu e paloma continuavamos conversando na porta, até que ele nos convidou pra entrar.
_ Se voces não se incomoda de entrar em casa de pobre, entra por favor! _ Disse ele fazendo um jesto com a mão pra que entrássemos.
Entramos e era tão pequeno o recinto que ficamos horrorisadas. Paloma observava tudo de tal maneira que tenho certeza que estava com vontade de chorar.
_ Onde está sua esposa? _ Perguntei.
_ Está trabalhando, hoje como estou de folga, dou folga pra minha irmã que cuida do Dany. _ Ele já estava se sentindo a vantade com a presença minha e da Paloma.
_ Até agora não nos apresentamos, eu sou Brenda Gular e esta é Paloma minha filha. e o senhor como se chama?
_ Eu chamo, Emanoel, e minha esposa Carolina, mas agente chama ela de Carol.
_ Pois é seu Emanoel, nos trocemos umas gulosemas pro Dany, espero que o senhor aceite.
_ Não precisava!... Mas se a senhora trosce então entregue nas mãos dele. Sabe dona! eu não sei o que este garoto tem que todo mundo que conhece ele gosta dele, vira e mexe ele tá ganhando alguma coisa, e agora parece que ele aranjou uma amiga rica. _ Seu Emanoel estava enpolgado, e isto me agradou muito.
Dany estava balançando em uma cadeirinha de naylon, e logo se levantou pra pegar as gulosemas e pelo geito parecia que a muito tempo que não comia um biscoito. pois o rostinho dele brilhou quando viu.
Paloma quando viu ele se aproximar dos biscoitos perguntou:
_ Posso abrir pra voce? _ Ele balançou a cabeçinha tímidamente dizendo que sim. Quando Paloma entregou o pacote aberto pra ele, ele comia gulosamente.
_ Pena que a Carol não está! Ela ia ficar muito feliz em conhecer a senhora, pois ela ficou curiosa quando o Dany chegou aqui com a bicicleta, querendo conhecer quem deu a ele. Quando esta bicicleta chegou aqui foi uma briga danada, Carol não acreditou em minha irmã nem no Dany, pensou que ela tinha roubado, e eu não gostei, foi dificil contornar a situação. _ Seu Emanoel falou de cabisbaixo e triste.
_ Mas eu dei a nota fiscal pra sua irmã trazer, ela não mostrou pra sua esposa?
Até o proximo capitulo se DEUS permitir.
Brasil _ 14-11-2007. -
CONTINUAÇÃO DO 08 CAPÍTULO DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
Carlos estava indeciso,com o carater de Matos, pois eu sentia uma grande insegurança quando ele tentava defende-lo, no fundo, no fundo ele também estava achando o mesmo que nos.
Paloma esqueceu a magua e se manifestou.
_ Como diz Balzac: " Por trás de uma grande fortuna, há um crime." Já pensaram neste pensamento? Então tem lógica! Vamos averiguar. Raciocinam comigo: Primeiro viram a gente sair. não é comum arrombamento durante o dia, principalmente em predio como este, cheio de segurança, e com grande transito de pessoas a todo momento.
Teria que ser alguem que tinha certeza que não estávamos em casa, deviam estar com celular, pra controlar o tempo que passariamos fora, de repente estavam atrás de nos, alguns dos compassas, e não percebemos nada, pois pelo que fizeram estavam certos que não íamos chegar e pega-los no pulo, porque a bagunça foi grande, tiveram muito tempo, e pra isto, nos acabamos de sair e eles entraram, pois não demoramos tanto tempo assim. Com certeza não foi um ladraõzinho qual quer, como não somos famosos, nem o predio é de tanto luxo assim, a lógica é que procuravam o diamante, a suspeita é grande pelos lugares que eles mexeram, como: Geladeira, frizer, fogão, travisseiros, sofá, almofadas, latas e etc.
Se eles estivessem procurando dinheiro, não procurariam onde procuraram, comcordam comigo? _ Paloma falou tanto que pensei que não ia parar mais, é o espirito de advogada mesmo que ela tem, pois tudo que ela disse tem lógica.
_ É!... Voce tem razão! E como voce é inteligente menina! _ Disse Dickson, acho até que era tentando fazer as pazes com ela .
Paloma olhou pra ele com ar sereno e agradeceu.
Paloma não gurdava raiva de ninguem, mas mesmo assim fiquei preoculpada quando o Dickson fez seu comentario, eu temia uma má resposta.
_ Claro que tem lógica! Ele vive viajando pro exterior, não trabalha duro mais, inclusive ontem ele falou que ia viajar pra Londres, e lá se voces não sabem existe uma grande quantidade de empresários que investem em diamantes, esmeraldas e títulos do Brasil. _ Disse Carlos mais confuso ainda.
_ De uma coisa voces podem ter certeza, os ladrões ricos, pagam pra roubar pra eles, e enquanto a quadrilha esta praticando o roubo, eles viajam pro exterior pra não serem suspeitos de nada, geralmente é assim que funciona,
e pode ser que o Matos não viajou porque não acharam o diamante, vou procura-lo, e se ele ainda estiver por aqui, podemos colocar as barbas de molho, pois ele deu certeza que viajaria. _ Disse Carlos inquieto.
_ Isto quer dizer... Eles vão tentar outra vez. _ Disse Paloma.
_ Vê isto pra gente Carlos! Mas tem que ser o mais rápido possivel. _ Pediu Uriel.
_ Pode deixar! Ainda hoje dou o retorno pra voces, e agora tenho que ir, isto é... Se voces não precisarem mais de mim. _ Carlos foi se levantando e fazendo mensão de sair.
_ Vá Carlos! quanto mais sedo voce ficar sabendo melhor pra gente. _ Disse Uriel.
O Dickson deu uma surgestão, pois enquanto conversamos, a Meg falou a respeito do Dany pra ele
_ Voces já pensaram na hipótese se ser a familia do garotinho que estava com o diamante antes da Brenda? Tudo pode ser possivel afinal voces não conhecem a familia dele, e quem sabe ele comentou, e alguem, sei lá! pode ter descoberto que voces moram aqui, e vinheram atras! Tudo que pensarmos tem fundamento até que provem o contrário.
_ Não!... Acho que não! O Dany não tem cara de ser filho de garipeiro, e muito menos ladão, ele tem um geitinho muito humilde, e a tia dele que conhecemos demostrou que eles são pobres e honestos. _ Falei convicta.
_ Mamãe, voce não é garipeira nem ladrona, no entanto não tem uma pedra preciosissima? Então isto não quer dizer nada, pode ser que eles sabem disfarçar bem, não tem lógica sua dedução, voce só viu este garoto duas vezes, então não o conhece. _ Paloma dava cada surgestão, que as vezes me deixava na dúvida de tudo.
_ Voce e o Dickson tem razão, filha! E sabe o que vamos fazer? Vamos na casa do Dany ainda hoje, e pela maneira que os pais dele nos receberem, saberemos se foram eles ou não, voces topam?
_ No ato! Mamãe, quanto mais sedo resovermos isto, melhor, e quam mais vai conosco? _ Perguntou Paloma.
_ Eu também vou! Quem sabe voces vão precisar de um homem!? É melhor previnir, eu fico no carro esperando e voces entram, se precisarem de mim é só dar um toque. _ Disse Dickson.
_ Eu não posso deixar o apartamento sozinho, eu fico aqui com o Uriel. _ Disse Meg.
_ Então vamos lá! Já estamos perdendo tempo. _ Falei me levantando e pegando a bolsa. Paloma e Dickson me acompanharam.
Enquanto agente ia a caminho da casa do Dany o Dickson falou que o Pablo mandou pedir desculpas por não poder nos ajudar, porque tinha muitos trabalho da faculdade inadiaveis, mas que estava encantado com a beleza de Paloma, e que ela é uma verdadeira boneca._ Paloma ficou sem graça enquanto o Dickson falava, pois havia sido muito mal educada na presença deles.
Paloma agradeceu a gentileza e eu também, mas ela não conseguiu disfarsar a satisfação que sentiu, enquanto Dickson falava do Pablo.
Paloma surgeriu que comprasemos algumas gulosemas pro Dany, aproveitamos um super mecado ali proximo e compramos bastante chocolates, danones e biscoitos.
Dickson enquanto dirigia me olhava de vez em quando com olhar de conquistador, e eu me sentia inquieta temendo Paloma perceber, mas sem querer de vez em quando eu também me pegava olhando pra ele, mesmo tentando não olhar, não tinha geito, acontecia nossos olhos cruzarem em um olhar fuminante de um amor proibido.
_ É Aqui!... Pelo endereço é aqui mamãe! _ Disse Paloma apontando com o dedo pra uma casinha humilde, logo alí na frente.
Pela aparencia da casa, eles eram bem humildes, e por mais que todos desconfiaçem que o ladrão poderia vir da familia do Dany, eu não acreditava, porque uma criança tranquila como ele, não tem geito de conviver em um lar desequilibrado, pois as crianças geralmente são agrecivas quando os pais são ladrões, pois na casa deles geralmente existe muitas brigas e desentendimento, e isto aconteçe porque embora as pessoas os condenam de maneira diferente a minha condenação é que eles fazem isto por falta de oportunidade na vida, por isso tanta rebeldia.
Se o ladrão fosse feliz no que faz, ele não seria tão cruel, pois a crueldade é falta de amor.
ATÉ O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, COM O PROXIMO CAPÍTULO, SE DEUS PERMITIR.
BRASIL. 11_11-2007
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Continuação do 08 cápitulo de LáGRIMAS DE CRISTAL.
_ Oi Carlo! _ Paloma não deu atenção pro Carlos, continuaou fazendo o que estava.
_ Filha, não precisa se preocupar com o telefonema de ontem, pois foi brincadeira do Carlos, ele tentou concertar, mas como estavamos com medo e Meg tirou o telefone do gancho, não foi possivel . _ Mesmo sabendo da reação dela tive que contar, porque mais sedo ou mais tarde ela saberia.
_ Sabe mamãe! Eu estou decepcionada com os amigos seus e da tia Meg! Que amigos são estes que um denigre nossa imagem, outro faz umas bricadeira diabólica que quase a senhora teve um enfarto, sem falar que todos nos sofremos as consequências... Sinceramente mamãe!? Seus amigos me surpreende de tão estranhos que são. _ Paloma falava olhando pra nos com tanto discaso, que ficamos um olhando pro outro sem argumento, e balançando a cabeça foi até a geladeira, pegou uma maçã e saiu comendo como se quisesse se ver longe de nos.
Sai atrás dela tentando faze-la corrigir a falta de educação.
_ Paloma, minha filha! O que deu em voce? Onde esta sua educação? Como condena os outro deste jeito? O que voce acha que ele estão pensando de uma futura advogada? Por favor, volte lá e peça desculpa! _ Falei nervosa.
Paloma voltou sem graça e insatisfeita, e pediu desculpa pra todos. só que sabiamos que não era bem isto que ela queria dizer pelo tom de voz.
_ Desculpem-me! Eu estou muito estressada, não faz parte do meu mundo o que anda acontecendo por aqui, se os ofendi, não era minha intenção. _ Ela demostrou sem muito esforço, que eu havia a obrigado se desculpar.
Carlos, Dickson e Uriel, olharam um pro outro e como Carlos é mais desinibido disse:
_ Tudo bem senhorita! Respeitamos sua opinião. _ Paloma de cabisbaixo estava, de cabisbaixo continuou, ela havi perdido o entusiasmo de conhecer o Pablo.
Apesar o clima tenso, iamos aproveitar que estavamos reunidos, pra fazer a tal mesa redonda.
Graças a DEUS que o telefonema foi brincadeira, mas não podiamos esquecer que o arrombamento foi real, tinhamos que tomar uma atitude, e teria que ser rápido.
O Uriel estava tranquilo, mas o Carlos e o Dickson estavam curiosos, a Meg mesmo abatida tentava animar as coisas.
_ Vamos gente! Vamos tomar o café e faremos a mesa redonda de uma vez _ Fomos pra mesa, o Uriel se sentido já o homem da casa se sentou na cabeceira da mesa, o Dickson Sentou de um lado e o Carlos do outro, perto de mim, Paloma sentou taqmbém mas não quis tomar café, pois já havia comido uma maçã.
Tomamos café tranquilos, todos estavam calmos, não falaram nada enquanto comiam.
Quando terminamos, tirei a mesa e todos continuaram sentado me esperando. quando sentei de volta a Meg se manifestou:
_ De onde vem a primeira ideia?
_ Bem!... Acho melhor voces mudarem deste apartamento, pois foi assustador esta invasão, afinal de contas os ladrões quabraram e rasgaram tudo que encontraram pela frente, eles só podiam estar procurando algo valioso, e não podemos discartar que era o diamante. _ Disse Dickson.
_ Tem razão! Agora ficou perigoso, eles sabem que aqui só tem mulher, e pode aproveitar da situação, se sabem que voces tem uma fortuna desta. _ Disse Uriel concordando com o Dickson.
_ Até eu estou assustado, e se eles não acharam aqui e forem em meu apartameto? Não sabemos quem é, com isto dá medo. _ Carlos parecia ter entrado na real naquele momento.
_ Carlos voce confia em Matos? _ Meg perguntou encarando ele.
_ Não tenho muita afinidade com ele, mas parece boa pessoa. Porque?
_ Porque pra nos ele é o primeiro suspeito, pois ele era o unico até ontem, além de mim, voce e Brenda que sabia da pedra.
_ Será? Não!... Não pode ser! Ele não precisa roubar, a vida dele é bem equilibrada, pra dizer a verdade ele é muito rico. seria impossivel querer roubar um diamante que ele mesmo avaliou, acho que não seria tão burro ao ponto. _ Sentimos que o Carlos também não estava seguro com a honestidade do Matos, apesar de querer dizer o contrario.
_ Voce lembra que a Brenda falou que não ia colocar no banco enquanto não falasse com o marido dela? E ele falou que era muito perigoso uma fortuna desta em casa? _ Meg lembrou detalhes que realmente podia ter sidos o Matos.
_ É... Voce tem razão, mas continuou duvidando que ele faria isto.
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ATÉ O PROXIMO CAPÍTULO SE DEUS PERMITIR.
BRASIL - 10- 11- 2007.
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CAPITULO 08 DE LAGRIMAS DE CRISTAL.
O RICO ROUBA E NÃO É PUNIDO.
O POBRE É PUNIDO MESMO SEM ROUBAR
Eu fiquei muito tempo pensativa, e sabia que mamãe quando soubesse do que estava acontecendo ia enlouquecer, a Lélia sei que ia rir de nos e o Cláudio ia morrer de vez.
Meu DEUS! Faça alguma coisa! Muda esta situação, não deixa com que minhas benções se torne maldição.
Debrucei na mesa, pois queria que a noite passase depressa, como pode? Umas noites atrás eu tive insônia querendo aquele diamante, hoje estou com insônia porque o diamanteestá comigo.
Não!... No momento é impossivel analisar alguma coisa, mas estou curiosa, pensando quem seria o autor do arrombamento do apartamento, e se não foi o Matos? Se foi alguem que escutou ou viu a Meg pegar o diamante na praia e a seguiu? E agora pensa, que ele esta aqui dentro do apartamento e por isso arrombou? É... Tem muitas hipóteses.
Meu DEUS!!!... Eu havia me esquecido! Neste caso!... o Carlos também está correndo risco, pois a pedra esta na responsabilidade dele, se este ladão continua ligando, e sabe quem é o melhor amigo da Meg e capaz de negocios grandes, então logo vai dedusir que pode estar com o Carlos, e como vou contar pra ele o que estamos passando! É lógico que se ele souber vai nos abandonar, porque ele não é doido de querer arriscar por dinheiro.
...E se ele desistir de negociar?! O que vou fazer? Talvez até seria bom dar um tempo, mas... Não sei o que fazer! Estamos em uma situação critíca.
Parei com aqueles pensamentos constrangedor, e fui no quarto ver como Paloma se virou pra deitar.
Coitada!... Forrou o tapete e como um anjo ressonava. Ajoelhei no chão e carinhosamente dei-lhe um beijo.
Voltei pros meus pensamentos e lembrei que Paloma entendia de direito civil, ela não havia formado ainda, mas já estava bem adiantada e sabia bastante de lei, pelo ao menos eu não ia ter problema ao vender a pedra, pois segundo ela só procura o DNPM quando agente acha uma mina e que tudo que vem da natureza, é da natureza e a natureza nos concede o dominio enquanto vivemos pra fazer o que for melhor e mais lucrativo pra nos, pois sei que nossa vida é passageira e que tudo é emprestado neste mundo.
Mas na verdade eu ainda não me convenci que estes transtorno todo seja por causa dste diamante, como eu já disse, Deus não faz nada pelas metade, Se ele me deu esta benção é pra me fazer feliz, pois nunca pedi nada a ele que não fosse pra felicidade de todos.
Sacudi minha cabeça pra sair daqueles pensamentos outra vez.
Fui até o armário pegar um lençol pra cobrir Paloma, pois no Rio naquela época, fazia muito calor e tinha muitos mosquitos. Aproveitei e ali mesmo resolvi dar um cochilo também, deitei ao lado da Paloma e quando acordei foi com um barulho na cozinha, levantei e fui até lá, e era Meg que estava fazendo o café.
_ Bom dia! _ Falei esfregando os olhos.
_ Bom dia Brenda! Conseguiu dormir? _ Meg perguntou olhando pra garrafa pra não derramar o café.
_ Consegui cochilar um pouco, sabe Meg!... Me perdoa pelos transtornos que estou lhe causando. _ Falei triste.
_ Não se preoculpe! Na hora de querer ser rica eu também gostei, então tenho que participar das consequencias, por isso não se culpe de nada, são coisas da vida e tudo tem um preço, nada vem as mil maravilhas pra ninguem e nos não somos diferentes, isto vai passar, voce vai ver. _ Meg estava otimista apesar de tudo.
_ O Uriel já foi?
_ Não! Ele vai ficar aqui mais um pouco, ele ligou pra um dos funcionarios dele e pediu que abrisse a clínica, pois chegaria mais tarde, ele só foi na padaria comprar pão. _ Enquanto a Meg falava alguem entrava pela casa a dentro, pensei que fosse o Uriel.
_ Bom dia! _ Uma voz que me deu um calafriu na espinha, falou atrás de mim.
_ Oi Dickson! Bom dia! O que faz aqui tão sedo? E como entrou? _ Perguntei sem graça.
_ O Uriel estava subindo quando cheguei, entramos juntos. _ Dickson falava enquanto procurava um cantinho na mesa pra sentar.
_ Bom dia Brenda! _ Uriel falou colocando o pão na mesa e indo pra cozinha ficar com a Meg, eu retribui o bom dia e fiquei com o Dickson.
_ Voce acha que depois da mal impressão que deixei pra sua filha, ainda ia deixa-las sozinhas numa hora destas?! Talves eu não sirva tanto, mas sou util. _ Dickson falou sorrindo querendo ser gentil.
_ Ainda bém! Pelo ao menos sabemos que temos amigos, e isto nos deixa mais seguras. _ Falei contente.
Meg e Uriel Calados preparavam a mesa do café, Dickson levantou da mesa e foi sentar no resto de sofá na sala e assenou pra que eu fosse pra lá.
Quando sentei ao lado dele ele falou:
_ Precisamos fazer uma mesa redonda pra achar uma solução pra estes transtornos.
_ Voce tem razão! Vamos esperar a Paloma acordar, ela já deve estar acordando.
_ E os telefonemas continuaram durante a noite? _ Dickson parecia preoculpado conosco.
_ Não! Porque a Meg achou melhor tirar da tomada, pra que agente descansasse despreoculpados._ Falei enquanto olhava pra tras assustada com os passos que se aproximava e era o Carlos que como sempre entrava sem bater e nos dava o maior susto.
_ Bom dia! Porque o telefone toca- toca e ninguem atende? Voces por acaso passaram a noite fora de casa?
E que cara de velório são estas? E porque tudo esta tão feio por aqui? Por acaso passou algum tornado? _ Carlos perguntou asustado quando foi reparando ao seu redor. e era mesmo assustador o estado que estava as coisa, tudo rasgado parecia mesmo que tinha passado um furacão.
_ Primeiro a Meg tirou o telefone da tomada, depois foi ladrão que fez todos os estragos que voce esta vendo por aqui. _ Falei olhando pro sofa rasgado.
_ Ladrão!!! Não acredito! _ Carlos ficou mais assustado do que eu esperava.
_ Pois foi ladão! Ele entrou enquanto nos fomos dar uma voltinha na cidade. _ Falei triste.
_ Não acredito! Meu DEUS! Como pude brincar numa hora destas?! _ Carlos parecia se sentir culpado por alguma coisa.
_ Que brincadeira Carlos?! Não me diga que voce fez tudo isto de brincadeira? Não me diga que foi voce o ladrão?! _ Perguntou Meg entrando na sala com o pano de prato na mão, só não deu pra entender se ela falava a verdade ou brincando com o Carlos.
_ Ta doida Meg?! Voce acha que eu brincaria com algo tão sério? O que eu fiz foi brincar passando um trote na Brenda, e como eu estava na fazenda a bateria do celular acabou e não teve como eu retornar, quando consegui carregar a bateria, liguei por varia vezes e o telefone chamava, chamava mas voces não atendiam, me perdoa gente, eu não imaginei que as coisas estavam no pé que está. _ Carlos estava tão arrependido e sem graças que a raiva nem veio pra brigar.
_ Engraçado! Que hora voce resolveu brincar em rapaz! _ Disse Uriel, deixando o Carlos mais sem graça.
_ Voce já imaginou se agente tivesse chamado a policia pra rastrear a ligação? Que rabo de foguete voce ia se meter? _ Uriel parecia que queria clussificar mesmo o Carlos.
Meg vendo que o Uriel estava insatisfeito com a presença do Carlos e ainda mais por ele ter entrado sem tocar a campainha, logo tratou de apresenta-lo.
_ Uriel, este é meu amigo Carlos! Aliás... Meu amigo e advogado particular. e também não fiquem magoado com ele, ele é muito brincalão, e tem mania de brincar na hora errada, não é mesmo Carlos? _ Meg tentava melhorar o clima.
_ É Verdade! A Meg cansa de dizer que qualquer hora vou me dar mal, como me dei ontem. _ Carlos falou ainda sem graça.
_ É Voce deu sôrte, já imaginou se a Meg não te ajuda? Ia ser um sapo danado de alguem que voce nem conhece, pois voce não imagina o quanto sofremos de ontem pra cá. _ Disse Dickson que também demostrou indignação.
_ Sei disso, mas graças a DEUS tá tudo bem, me perdoem! _ Carlos já estava sem argumento.
_ É Se aqui tivesse um bina, eu seria o primeiro a dar o numero pra policia, pois isto não é brincadeira que se fassa. _ O Uriel queria massacrar o Carlos de qual quer maneira.
_ Ta bom gente! Já passou, agora quero agradecer voces por estarem do lado delas neste sufoco, pois enquanto minha amiga sofria com este transtorno eu além de brincar na hora errada, ainda estava longe.
_ Tá Carlos! Vamos parar de tanta ladainha, deixa eu te apresentar o Dickson Frota, antes que ele sisme com voce tambem.
Dickson este é carlos meu amigo de vinte anos de amizade. _ Disse Meg.
_ Sei que não é uma boa hora, mas é um prazer. _ Dickson falou sem entusiasmo.
O Uriel parecia enciumado, e logo atacou o Carlos outra vez.
_ Olha rapaz!... Esta sua brincadeira foi demais, quando resolver brincar outra vez, brinca com homem tá? _ Uriel estava ficando chato com tanto cermão.
_ Tudo bem! Mas por favor chega! Já pedi perdão, nem a mais prejudicada não está tão chateada o quanto voce. _ Disse Carlos apontando pro Uriel.
_ Vamos parar! Por favor! _ Vamos mudar de assunto acoisa está ainda pegando fogo e voces nesta discusão boba. _ Meg abraçou Uriel, mas pude sentir que ela estava idignada. ela foi levando ele pra cozinha, e logo ele parou e olhou pra tras.
_ Me desculpe Carlos! Eu estou muito nervoso. _ Uriel entrou pra cozinha com a Meg antes mesmo que o Carlos respondece.
_ Me desculpe Brenda! Prometo que vou me corrigir, não quero mais estas brincadeiras que já me deu alguns prejuisos. e quero dizer que é um prazer conhecer voce e o uriel, Dickson, apesar das circunstância. _ Carlos falava olhando pro Dickson e pra mim com ar de arrependimento.
Paloma acordou e foi direto pro banheiro tomar banho, deu uma olhadinha e viu que a casa estava cheia de homem,
Quando saiu do banho foi direto pra cozinha, e ainda estava de ropão.
_ Bom dia! _ Disse Paloma, a batida e triste, e todos responderam com carinho.
_ Bom dia filha! Este é o Carlos! Amigão da Meg, é ele que está responsavel pela venda do diamante. _ Falei cabrera, sem saber como contar que o telefonema foi brincadeira do Carlos, pois conhecia o gênio da Paloma e ela não adimitia brincadeiras de mal gosto.
Sabia que ela ia ficar uma fera, pois sofremos mais por causa do telefonema do que por causa do ladrão, e Paloma se irritou com o Dickson por muito menos, imagina o que ela ia fazer quando soubesse que o Carlos era o responsavel pelos trotes, não quero nem pensar!... Com certeza vai condena-lo de tal maneira que vamos perder um amigo, e pelo amor de DEUS!... Eu tenho certeza que eu e a Meg não queremos isto.
Ate´o mais breve possivel com o proximo capitúlo de LÁGRIMAS DE CRISTAL.
ABRAÇO.
Estergalfa.
Brasil _ 03-11-2007. -
Continuação do 07 capitulo de LAGRIMAS DE CRISTAL.
_ Um diamante negro? Eu ouvi bem? Eu não acredito que voces esparramaram por ai que tem um diamante negro? É muito valioso! Só podia dar nisto. _ Disse Dickson, plasmado.
_ Não! Voce não entendeu! Eu disse que temos um diamante negro, mas não disse que esta aqui. Não somos loucas. _ Falei isaltada.
_ É Dickson! a pedra não esta conosco, e pouca gente sabe dela, mas já estamos pensando que não é tão póuca assim, pois estamos ameaçadas. _ Meg falava chorosa.
_ Não! Voces não podem continuar aqui, é muito perigoso, não sabemos se estes caras vão voltar, e ficar aqui é arriscar demais, e também não sabemos se as ameaças vão continuar, é melhor não pagar pra ver. _ Dickson estava apavorado.
_ Não temos pra onde ir! E ficar em hotel é pior, também como vou deixar tudo que construir com tanto sacrificio a mercê dos ladrões? Temos que fazer alguma coisa para empedir que ele voltem. _ Meg estava sem saber o que fazer e eu também me encontrava perdida.
_ Vou dar um geito, mas quanto vale mais ou menos esta pedra? Só por curiosidade. _ Disse Dickson.
_ Mais ou menos 60.000.000.00 ( Sessenta milhões de dolares) _ Falei.
_ Sessenta milhões de dolares!!! Meu DEUS!!! É muito dinheiro. _ Dickson e Uriel falaram ao mesmo tempo, e Pablo continuava calado, de vez em quando olhava pro quarto onde Paloma entrou, acho que esperava que ela saisse dali a qualquer momento.
_ Foi o que o perito falou que vale. _ Falei tranquilamente.
_ E onde voces deixaram esta pedra? _ Perguntou Uriel.
_ Deixamos com um advogado amigo da Meg, pra vender, ele é de extrema confiança, estamos desconfiadas mais do perito do que dele. _ Falei segura.
_ Porque não confiaram em mim e ou no Uriel? Será que depois de tanto demostrar que somos de confiança ainda não conquistamos isto de voces? _ Dickson falava como se fosse o Homem da familia.
_ É Dickson!... Elas preferiram correr risco de vida sozinhas do que compartilhar conosco! Olha!!! Não estamos com tanta bola assim. _ Uriel falou com ar de riso.
Paloma que escutava do quarto saiu de lá baforando raiva e disse:
_ Foi por causa de confiar em quem mamãe e tia Meg não conhecia, que estamos do geito que estamos agora, e voces não são diferente, nos não os conhecemos direito, principalmente o voce senhor Dickson!... nos conhece tanto que pensou que estavamos mexendo com droga, bem que se conhecesse um poquinho só não perderia tempo pensando tal besteira de duas senhoras que elas sim! Eu garanto são super honestas._ Paloma discascou a banana no coitado de Dickson.
Paloma sempre foi assim, nunca guardou pra amanhã o que ela quer dizer hoje, magoi quem quiser magoar, ela fala e pronto, e eu como já a conheço, não interfiro, porque no fundo ela estava com a razão.
_ Calma minha Flôr de Cactos! Tenha paciência com eles, afinal de contas todos nos estamos nervosos. _ Meg abraçou Paloma, e tentou acalma-la.
_ Sabe tia Meg, o Dickson, amiguinho da mamãe, já chegou aqui denigrindo nossa imagem, e ninguem diz nada!? _ Não sei como vou fazer pra Paloma ver o Dickson com outros olhos, pois nunca tinha visto ela com tanta raiva de alguem.
_ Olha! Existe pessoas que não medem as palavras pra nos ferir, então não devemos medir para agredi-las. _ Paloma estava irredutivel, e o que me emprencionava era que o Pablo a olhava com grande admiração, parecia que aprovava tudo que ela dizia.
Dickson estava paralisado, olhava pra ela e não dizia nada, ficou um bom tempo com a mão no queixo pensando, e de repente esfregando uma mão na outra, resolveu falor.
_ Perdão!!! É só o que posso pedir!... Me perdoem, por favor!? Sei que errei, mas agora já é tarde não tem como voltar atras._ O Dickson falava com um olhar paternal de tal maneira que todos abaixaram a cabeça.
_ Tudo bem Dickson! Paloma está nervosa e abalada com tudo que aconteceu, afinal de contas foi grave o que passamos hoje. _ Quando falei senti que Paloma estava mais redutivel.
_ Olha!!! Olhem pra mim! Temos que agir, está ficando tarde, temos que arrumar um lugar pra voce ficarem, um lugar seguro, vamos parar, não é momento de que nem porque, temos que resolver logo. _ Uriel quebrou o clima, graças a DEUS, estava muito chato tudo aquilo.
_ Nos desculpe Pablo!? Que pessíma hora para nos conhecer_ Falei envergonhada.
_ Não se preoculpem! Está tudo bem, eu entendo o momento. _ Pablo falou calmamente, e nesta hora notei que Paloma fitou os olhos nele. Ele deu um sorrisinho entre os dentes e abaixou a cabeça, com um geitinho de satisfeito se mexeu pra lá e pra cá.
O Clima estava melhorando e já passava da meia noite, qundo o telefone toca novamente. Ficamos tensos, e ninguem levantou pra atender quando o Dickson se manifestou.
_ Posso atender? _ Perguntou ele.
_ Por favor! _ Disse Meg com ar triste.
_ Alô! Alô!!! Alô!!! _ Dickson gritou tres vezes, se virou pra nos assustado e disse.
_ Ninguem responde!
_ Insista! _ Disse Uriel.
_ Alôoooo!!!! Por favor responda! ou do contrario pare de brincar temos o que fazer seu desempregado!!! _ O Dickson parecia muito nervoso.
_ Bateram o telefone na minha cara, a coisa esta feia, o melhor a fazer é voces não passarem a noite aqui sozinhas, e deviam ir a policia dar parte isto não é coisa boba, voces estão perdendo tempo.
_ Eu vou ficar aqui com elas esta noite, se ela permitirem. _ Disse Uriel.
_ Claro! Ficaremos agradecidas.
_ Vamos filho! _ Disse Dickson.
_ Nos desculpe mais uma vez! _ Falei .
_ Está tudo bem! Marcaremos outro encontro, e em uma hora mais propicia.. - Disse Dickson segurando em minha mão.
Pablo caminhou em direção a Paloma e meio sem graça falou:
_ Boa noite! Espero que da proxima vez esteja mais calma, mas não estou querendo dizer que isto mudou minha admiração por voce, voce é linda. _ Pablo falava dando um beijinho na mão de Paloma, na quela hora pedi a DEUS que ela não o maltratasse, e graças a DEUS fui ouvida, ela o tratou com o mesmo carinho.
_ Desculpe-me se fui muito mal educada, mas não retiro o que falei. _ Paloma falou enquanto puxava a mão.
_ Tchau! Amanhã sedo eu ligo, e se precisar de mim durante a noite, podem me ligar que virei correndo, prometo. _ Dickson me deu seu cartão e saiu com o Pablo que olhava pra tras como menino, encarando Paloma.
Ficamos ali pensativos, o silêncio tomou conta de nos.
_ Vou tentar dormir um pouco. _ Disse Paloma indo em direção do quarto.
_ Vá filha! Não se preoculpe com nada. durma! voce esta esausta.
Pouco tempo depois, Meg encostada no ombro do Uriel, cochilava, o Uriel enconstado na Meg fazia o mesmo, eu mesmo cansada estava sem sono, não aceitava aquela situação, pois nada podia tirar o sossego da Meg, e eu estava fazendo isto, não me conformava, Meg com certeza não ia dar aquelas gargalhadas gostosas tão sedo, e isto me fazia sofrer.
Eu passei tanto tempo longe da Meg e agora venho trazer poblemas pra ela, isto não é justo. Só espero que eu possa recompensa-la em breve, pois quero e vou mudar a vida não só da Meg como de toda minha familia. E nhão posso esquecer do Dany, ele é o pivor principal desta mudança.
Pensando bem a vida é assim, tudo tem seu preço, dificilmente agente consegue algo sem ante ter que lutar, de repente esta é a luta que veio pra nos, e tenho certeza que DEUS já está agindo para devolver nossa paz.
Amanhã é outro dia, e com certeza será melhor, afinal de contas tenho fé suficiente pra saber que esta tribulação vai passar e que a bonaza será certa em nossa vida. pois este diamante é promessa de DEUS, e DEUS não é homem pra mentir, nem enganar ninguem.
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ATÉ AMANHÂ SE DEUS PERMITIR. com acontinuação de LAGRIMAS DE CRISTAL.
BRASIL .- 26-10-2007.
-
continuação do 07 capitúlo.
_ Alô!!! Com quem quer falar? _ Uriel estava irritado.
_ Quem gostaria? _ Pelo tom de voz do Uriel, dava pra perceber que deveria ser algum amigo.
_ É Dickson, pra Brenda! O que digo? _ Quando ouvi o Uriel dizer que era Dickson, me deu um friozinho na barriga, e na quela hora eu preferi pedir pra que ele vinhece nos ajudar.
O Uriel explicou mais ou menos o que aconteceu e pediu pra que ele viesse pro apartameno da Meg.
_ Quem é Dickson? _ Perguntou Uriel.
_ É amigo. _ Falei sem dar explicação.
Quando olhei pra cara da Paloma e da Meg dava pra assustar de tão pálidas que estavam.
_ Agora pronto! Tudo vai ser motivo de pavor, pois além do ladrão ainda tem alguem ameassando pelo telefone. Não acredito! Isto só pode ser um pesadelo. _ Meg falava com as mãos na cabeça.
De repente chega Pablo e Dickson, como a porta estava aberta foi entrando.
_ Meu DEUS!!! Passou algum furacão por aqui? _ Perguntou Dickson.
Só que aquelas alturas nada era piada pra nos,
_ A coisa é séria rapaz! Passou marginal por aqui, e ainda por cima estão ameaçando por telefone. _ Disse Uriel.
Dickson ficou parado olhando pra nos assustado, e Pablo olhava a bagunça sem falar nada, Meg parecia em outro mundo, e Paloma não olhava pra ninguem, estava olhando pro nada triste. A estas alturas os vizinhos ja tinham ido embora.
_ Esperem ai! Por acaso voces mexem droga?! _ Não sei se o Dickson estava brincando só sei que Paloma ficou indignada e respondeu:
_ Voce é louco?! Ou se faz? Por acaso não conhece minha mãe e minha tia? Se eu fosse dona desta casa te colocaria pra fora agora! _ Eu nunca tinha visto Paloma tão auterada.
_ Calma! Não precisa ficar assim, pois é a primeira empressão que dá, mas não falei sério, eu conheço pessoas de bem, me desculpe. _ Dickson estava tão sem graça que fiquei sem lugar.
_ Mamãe! É este o amigo que a senhora diz que é espetacular? Me dê liceça?! _ Paloma encarou o Dickson, levantou e foi pro quarto.
_ Desculpe Dickson! Ela está nervosa. _ Falei preocupada.
_ Eu que peço desculpa! Pois não pretendia magoa-la, saiu sem querer, brinquei na hora errada. _ Dickson, não sabia onde colocar a cara, todos olhavam pra ele com olhar de acusação.
Pablo continuava alí, não dizia nada, só balançava a cabeça de vez em quando.
_ Desculpem mais uma vez! E já que estamos em um naufrágio, precisamos de ajuda. _ Falei tentando mudar o clima, pedi que Dickson e Pablo se sentasem, e contei tudo que aconteceu .
_ Só não entendo porque tanta violencia. _ Disse Dickson.
_ É por que eu achei um diamante negro, e alguem sabe e eu acho que pensam que esta aqui. _ Todos escutavam plasmados, Dickson e Pablo olharam um pro outro e engoliram em seco.
Até amanhã se DEUS permitir.
Brasil 26-10-2007. -
Continuação do 06 capítulo de LAGRIMAS DE CRISTAL.
Poxa! como somos injustos com nossos familiares, a Meg tão amorosa e nos ficamos tanto tempo sem ve-la, hoje sei que jamais vou ficar muito tempo longe dala, pois sei que estou me sentindo em casa desde que hospedei na casa dela, pra dizer a verdade eu não conhecia a Meg direito, não tinhamos contato, talvez por ciúme, pois ela é a filha mais velha de papai de outro casamento, e não fomos criadas juntas, e a Meg é tão especial que mesmo assim trata toda familia com o maior carinho, não leva em conta o despreso que antes davamos pra ela, mas vou corrigir isto, vou me dedicar mais a ela porque ela merece toda a atenção do mundo.
De vez em quando Meg e Paloma caiam na gargalhda, eu estava tão perdida em meus pensamentos que não participava, só olhava de vez em quando pra elas e fazia um ar de riso.
_ Êi mamãe! Voce tá voando? parece que não está na terra!? _ Paloma tinha razão eu estava mesmo voando.
_ Desculpe filha! Só estava pensando. _ Falei tentando me justificar.
_ É minha Flor de Cactos, de vez em quando sua mãe sai de orbíta. _ Disse Meg sorrindo.
CAPÍTULO 07
O MAIOR TRIBUNAL DO MUNDO É NOSSA CONCIÊNCIA,
QUE NOS CONDENA SEM PRECISAR DE PROVAS E JUZ.
Quando chegamos no predio estava o maior tumulto, Meg e Paloma logo anteciparam um ruido de horror.
_ Ai meu Deus! Aconteceu alguma coisa grave. _ Disse Meg com a mão na boca.
_ É verdade tia Meg! Deve ser muito grave pela quantidade de gente. _ Eu não falei nada, estacionei de qualquer jeito e corremos pra portria.
_O que aconteceu? _ Meg perguntou assustada, pro zelador.
_ Arrombaram o apartamento 302. _ Respondeu ele sem dar muita atenção.
_ Meu DEUS! É meu apartamento!!! _ Meg entrou em choque, e correndo subiu as escadas chorando, Paloma a segurava pelo braço, tentando acalma-la.
_ Calma tia Meg! Não há de ser nada. _ Meg a ests alturas não estava nem escutando o que paloma dizia.
Quando entramos no apartamento tudo revirado, estava a maior bagunça, as coisa da geladeira espalhada pelo chão, as paredes toda respingada de sugeira, para diminuir conversa, não tinha nada no lugar, e o que poderam rasgar... Rasgaram tudo, tinha pluma do travisseiro até nos lustres.
_ Meu DEUS! O que faço agora? _ Suspirou Meg.
Quando olhei ao redor, todos os vizinhos estavam dentro do apartamento da Meg, pois estava lotado.
_ Se afastem! Se afastem!!! _ Gritou alguem autoritario, e era a policia.
_ Tem alguem ferido? _ O policial pergunou com a plancheta na mão.
_ Graças a DEUS não! Pois não estavamos em casa. _ Disse Meg desconsolada.
A policia fazia a pericia e comentava:
_ Estes caras estavam procurando alguma coisa de muito valor, pois não deixou nada inteiro, até os colchões foram rasgados._ Os policiais observava cada detalhe surpresos.
_ Sumiu alguma coisa, senhora? _ Perguntou um deles.
_ Não sei! Não tem como saber com tanta bagunça. _ Disse Meg.
Enquanto a Meg falava com o policial, eu fui até o quarto vé se nossas joias estavam lá.
_ Carambá! levaram todas as jóis, Meg! _ Falei mostrando pra ela o porta-jois vaziu.
_ Há não! A medalha que mamãe me deu! Não acredito. _ Hai foi que Meg se desesperou.
_ Qual de voces pode nos acompanhar até a delegacia? _ Perguntou um dos policiais.
_ Eu! eu vou com o senhor. _ Falei me prontificando.
_ Mas antes quero saber onde estava o porteiro que não viu este ladrão entrar, ou pelo ao menos ouviu o barulhão que eles fizeram para arrombar a porta. _ Falei revoltada.
Uma senhoraaproximou de mim e assustada falou:
_ Eu moro no apartamento do lado, e estava sozinha, fiquei com medo de sair, eram tres caras, eu vi do olho mágico. eu liguei pra minha amiga do andar de baixo pedindo ajuda, e eu acho que foi ela que chamou a policia. _ A senhora que viu o ladrão estava tão nervosa quanto eu e a Meg.
_ A senhora também vem conosco. _ Ordenou o policial.
_ Eu não posso! Pois tenho um bebê e não tenho babá.
_ Levamos o bebê, mas a senhora precisa ir com agente, porque és a unica testemunha. _ Respondeu o policial.
Fomos pra delegacia, e a Paloma e os outros vizinhos ficaram com a Meg.
Quando chegamos na delegacia, a senhora que viu tudo estava super nervosa.
_ Meu DEUS! Se meu marido souber que estou aqui, vai me matar, pois ele sempre diz que quando agente ver um marginal tem que fazer de onta que não viu pra não se complicar.
_ Mas esta errado, se a senhora não coperar com a policia, amanhã pode ser seu apartamento que será roubado. _ Falei zangada.
_ É!... Eu sei, por isso estou aqui, se todo mundo pensar como meu marido estamos perdidos. _ Disse ela.
Na delegacia regristramos a ocorrencia, a vizinha contou o que viu, e o delegado só perguntou se tinhamos algum suspeito, e como não tinha ele mandou agente ir embora e falou que mandaria intimação assim que tivesse alguma novidade.
Quando estavamos voltando, liguei pro Uriel para que fosse dar uma fôrça pra Meg, Contei por alto o que aconteceu e ele nem esperou eu terminar desligou o telefone sem despedir.
Quando chegamos o Uriel já estava, a Meg ainda chorava muito, pois ela havia perdido todas as coisas, não tinha nada inteiro no apartamento, parecia até que um vendaval havia passado por lá. E o que ela mais lamentava era a medalha que sua mãe havia deixado pra ela.
Providenciei o chaveiro pra trocar as feichaduras, e pedi ajuda pra todos para colocar o que restou no lugar.
Todos os vizinhos se prontificaram a ajudar e com pouco tempo tudo já estava mais ou menos.
O Uriel estava pasmo, não conseguia entender tanta violencia, pois até o sofá estava todo rasgado, não ficou nem uma almofada inteira.
_ O que voces tem de tanto valor aqui Meg? Não ´posso acreditar que um ladrão qualquer fez isto por um roubo banal. _ Eu, Meg, Paloma, cruzamos o olhar ao mesmo tempo.
_ Será Brenda?..._ Disse Meg com os olhos arregalado.
_ Não!... Não pode ser. _ Falei surpresa.
Meg levanto e veio em mi8nha direção com a mão na cabeça.
_ Matos!... Só pode ser o Matos. O Carlos não faria uma coisa desta, bem que eu achei este tal de Matos muito estranho. _ Meg sentou perto de mim.
_ Não Meg! Não vamos acusar ninguem, afinal de contas isto acontece todos os dias por ai._ Falei tentando acalma-la, mas sabia tambem que era alguem que sabia da pedra, pois a maneira como fizeram era como se tivesse certeza de algo de muito valor.
_ Do que voces estão falando? Não estou entendendo nada, por acaso voces mexem com droga?
_ Tá doido! _ Disse Meg e Paloma olhou pro Uriel com uma cara ruim que parecia que queria dizer alguma coisa e se conteve.
_ Não podemos falar agora Uriel, mais tarde agente conversa. _ Falei tentando faze-lo entender que a casa ainda estava cheia de estranho.
Com menos de duas horas as coisa já estavam no lugar, cada vizinho fez uma coisa, por isso foi rápido.
Olhar a casa da Meg na quela hora era muito triste, pois as coisas dela estava horriveis, e ela que era tão vaidosa com a casa e comprava tudo de primeira, o sofá dela, o couro estava todo rasgado, não dava pra aproveitar nada.
As oito e trinta o telefone toca
_ Meu DEUS! Deve ser o Dicikson nos cobrando o encontro. _ Sobresaltei e fui atender.
_ Alô! Alô!!! _ Ninguem respondia do outro lado da linha.
Gritei um alô mais agrecivo e alguem respondeu.
_ Queremos o diamante boneca! _ Gritou ele. o barulho era grande mas deu pra entender bem que era algum assaltante.
Soltei o telefone e desabei a chorar, Mas dava pra escutar os gritos, dizendo que voltava a ligar.
_ O que foi mamãe? _ Paloma me abraçou assustada.
_ Alguem tentando nos intimidar filha! _ Falei tremendo, e o Uriel me olhava assustado juntamente com a Meg que não dizia uma palavra, acho que tinha perdido a voz.
Mas mal sentei o telefone toca outra vez.
_ Deixa que eu atendo. _ Disse Paloma caminhando em direção do telefone.
_ Não filha! Não atende! Por favor Paloma!!! _ Gritei freneticamente.
_ Deixa! Eu vou atender. _ Disse o Uriel se levantando do sofá.
Brasil 20-10-2007
Até amanhã se DEUS permitir.
Estergalfa]