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        <title>O blog do(a) daniel leite</title>
        <description>O blog do(a) daniel leite</description>
        <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog</link>
        <lastBuildDate>Sun, 04 Oct 2009 01:33:44 UT</lastBuildDate>
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            <title>danielconsciencia</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia</link>
            <description>danielconsciencia</description>
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            <title>LANÇAMENTO DO MEU LIVRO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1812048</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/014/367/14367809.jpg&quot; /&gt; &lt;br /&gt;Ola pessoal. O meu livro &amp;quot;E ERA INVERNO...&amp;quot;   já está disponível pra compra no site da editora: &lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.editorabarauna.com.br&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.editorabarauna.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;É só clicar em catálogos e em obras na letra E de E Era Inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;textAlign textAlignCenter&quot;&gt;“E ERA INVERNO É UMA PRAÇA DE ENCONTRO DISPONÍVEL A TODOS ESPERANDO CHANCES DE CONVERSA...” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro trata do amor como vida e paixão, romance e desejo, fantasia e encantamento, mas também como realidade que lida com o que é; sem fi cção. Revela o amor como a síntese de tudo o que faz a existência acontecer, mostrando que a alma passa, por um lado, por estados extraordinários e maravilhosos e por outro por estados de patologia e insanidade. Somos desafi ados pelo autor a viver intensamente cada segundo neste mundo de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos, de necessidade de paciência e perseverança em amor pela constatação de que a existência é secundaria onde o milagre é a vida. E era inverno deve ser lido por todos os que na vida tem se oferecido como amigos, namorados, companheiros e irmãos; movidos pela força de um amor que aceita o revelado, transcende a tudo e entende que é normal não entender este mistério: O AMOR!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O AUTOR &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel da Silva Leite</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Wed, 19 Aug 2009 21:17:53 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>ENQUANTO HOUVER AMOR HAVERÁ ESPERANÇA</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1798886</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/014/199/14199692.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foto mostra&lt;br /&gt;Solidariedade, humanidade, generosidade, sabedoria e acima de tudo amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem gestos que expressam mais do que muitas extensas narrações... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem de bem sempre sabe como agir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. NÃO BASTA APAGAR O FOGO !!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não entende um olhar, muito menos entenderá uma longa explicação...!&lt;br /&gt;                                           (Provérbio Árabe)</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Tue, 04 Aug 2009 20:53:40 UT</pubDate>
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            <title>ACERCA DO FUTURO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1703410</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/933/8933818.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;ACERCA DO FUTURO!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que mais espanta você acerca do futuro? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total de votos : 2139&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações climáticas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;740 votos - 35 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “avanços de controle” eletrônicos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;249 votos - 12 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cenários da “engenharia genética”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;179 votos - 8 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descontrole “nuclear”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122 votos - 6 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terrorismo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;175 votos - 8 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pragas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;167 votos - 8 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas misteriosas, como Óvnis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;507 votos - 24 % &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa do site mostra o quadro de que é inspirado pelos jornais e até pelos textos deste site, mas não retratam os reais perigos do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que as questões climáticas estão na ordem do dia e possuem importância fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas misteriosas, entretanto, estão aí, mas não são um problema para o mundo; não ainda; se é que um dia serão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente eu creio que a própria crise econômica atual é coisa pequena perto dos reais problemas de natureza essencial para o homem e seu futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pragas crescerão. O terrorismo será cada vez mais articulado e até nuclear [ os artefatos da antiga União Soviética foram e estão sendo vendido e caindo em mãos terroristas]. Os controles eletrônicos crescerão sem que se note; a marca da Besta será um privilegio... Os cenários da engenharia genética farão o Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley [Aldous Huxley - Wikipédia, a enciclopédia livre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;] um livro de carochinha, se comparado ao que vem de fato como controle, implante e direção de mentes na terra; sem falar na alteração do próprio homem. E mais: será apenas uma questão de tempo, e o homem conhecerá nesta geração ainda o significado de algum tipo de surto nuclear. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior sinal dos tempos, todavia, é a morte do elemento humano entre os humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas para pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Tue, 21 Apr 2009 15:04:31 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>NÃO TENHA MEDO DO AMOR</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1639271</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/810/8810496.jpg&quot; /&gt; &lt;br /&gt;Se sem amor nada aproveita, então, sem amor não há vida, pois, caso qualquer coisa gerasse vida, o amor seria apenas uma outra alternativa de vida como existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Paulo disse que o amor era o caminho sobremodo excelente, ele não dizia que sem amor há um caminho de vida, ainda que inferior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Afinal, João decretou que Deus é amor, e, também, que aquele que ama conhece a Deus, e que quem não ama jamais o viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor não é romântico e nem fantasioso. O amor lida com o que é; sem ficção. Nele cabe o romance quando essa é a relação, mas suas bases são bases de verdade e realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar é, segundo Jesus, uma decisão espiritual a ser praticada em relação a tudo e todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o amor tem que ser como o de Jesus. Amor diferente do amor de Deus não é amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se ver Jesus escolhendo amigos livremente. No entanto, Ele nunca escolheu a quem amar. Ele amava quem Ele via e passava o Seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! Amava sempre. Amou os amigos e discípulos, mas amou a todos os inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando se diz que Ele amou alguém, como foi com o “jovem rico”, se o vê amando sem romance. Não! Ele ama apenas com amor, não com emoções empolgadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também se vê que no amor de Jesus o objeto do amor, o “jovem rico”, mesmo amado, é deixado seguir o seu caminho de auto-engano. Afinal, o amor deixa livre sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o amor não é dono de nada e nem de ninguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ama não possui e nem é possuído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor não é um encontro de serpentes famintas engolindo uma a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar o inimigo é uma decisão, assim como amar a mulher que um dia se amou e se ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre homem e mulher o amor quase sempre surge como paixão, desejo e encantamento; porém, somente se mantém como amor mesmo, o qual não tem nada a ver com as miragens iniciais do amor embrionário, se for alimentado pela decisão de amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes ouço as pessoas dizerem que querem um amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quer amor nada. Quer apenas um Pet para possuir e ser possuído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, quem ama não quer nunca um amor, pois pode amar a todos, indiscriminadamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer um amor quer uma posse, quer um objeto, quer um domínio de propriedade humana.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada dia mais é minha convicção que aquele que cresce em amor cresce em tudo na vida; da mente aos atos de vida verificável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer expandir a mente deve amar, pois, somente no amor pode-se crescer para atingir o que quer que seja nosso maior potencial nesta vida e na vida porvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É triste ver que as pessoas creiam que o amor é apenas um confeito de bolo fraterno e humano, sem que vejam que o amor é a própria vida, e que um ser humano estará tanto mais vivo quanto mais amar com o único amor que existe em projeção eterna: o amor de Deus, que é aquele que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta; e que jamais acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor pode mudar de configuração conforme a relação. Porém, uma coisa que o amor não sabe é desamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há mistério. Sim! Vida é amor; e quem ama está no caminho de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é a síntese única de tudo o que faz a existência acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se estamos falando da vida no espírito, nada há que possa ser real e verdadeiro sem amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quem quer vida eterna, que busque amar; fazendo as decisões do amor todos os dias. Sim! Sem nunca se arrepender do amor.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:54:00 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>NÃO DÁ MAIS PRA BRINCAR; OS VAMPIROS ESTÃO SOLTOS NO AR.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1556394</link>
            <description> &lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/009/134/9134737.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Depois de haver multiplicado pães e de ter dado de comer a grandes multidões, e de eles terem vindo no dia seguinte, interessados apenas em comer mais pão, Jesus não desejava alimentar neles a idéia de que Deus daria pão aos homens sem ser através da dignidade do suor do nosso trabalho e do nosso rosto, desacostumando-os da idéia de que o reino de Deus e a presença do Espírito Santo na nossa vida significaria um permanente estado de contravenção, de modo que a gente não precisará mais trabalhar, porque os pães cairão na nossa cabeça, e destruindo também na mente deles a idéia fetichista de que seria extremamente interessante uma relação com Jesus que se traduzisse nesse tipo de facilitação material da vida, numa seqüência ininterrupta e industrializada de milagres, a qual os imbecilizaria para o resto de suas existências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário, Jesus estava desejoso de chamá-los para o que é, para o que tem sentido, para o que dura, para o que permanece, para o pão que não perece; pelo contrário, nos remete para a vida eterna, a qual é Ele mesmo, é a palavra dEle, é o ensino de Jesus, é a obediência ao que Jesus pavimentou como chão para nós. É, sobretudo, esse andar em amor constrangido diante de Deus, pela convicção que nos vem de que Ele nos amou primeiro, sendo nós ainda pecadores, e que produz em nós um constrangimento de graça, que é o único poder mediante o qual se pode, de fato, viver para Deus e agradá-lo, porque todas as outras iniciativas, sejam as amparadas no temor da Lei, na fobia da Lei, no legalismo, nas presunções morais, no virtuosismo, nas boas obras autônomas e arrogantes... Todas essas coisas não nos levam a lugar nenhum, a não ser a nos deixar falir em estado de presunção e de ignorância total acerca da nossa própria carência essencial de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, então, vem e diz a eles: “Vocês têm que trabalhar não pelo pão que perece, mas do que subsiste para a vida eterna, o qual é o meu Pai que vos dá. O pão sou Eu, vocês terão que comer a minha carne, terão que beber do meu sangue.” Comer a carne do verbo encarnado significa comer a palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No princípio era o verbo, era a palavra... O verbo se fez carne, e o verbo que se fez carne disse: “quem quiser ter parte comigo, vai ter que comer da minha carne e do meu sangue”. E como havia algumas pessoas no ambiente que imaginaram que aquilo poderia significar um convite inaceitável para um banquete antropofágico, Jesus disse: “a carne, para nada aproveita, as palavras que Eu vos tenho dito são espírito e são vida.” E disse: “vinde e comei a minha carne e bebei o meu sangue, porque quem de mim se alimenta, por mim viverá”.&lt;br /&gt;Aí o que é comer a carne e beber o sangue do Senhor senão comer Deus, comer Jesus, apanhar tudo o que diz respeito a Jesus, a palavra que Ele falou, os ensinos dEle, imitar o seu olhar de amor, os seus gestos de misericórdia, seu caminhar de justiça e verdade, sua liberdade de amar o Pai, sua total liberdade de acolher os homens, sua convicção absoluta de que a finalidade da existência humana é ser em Deus, assim como Ele, o filho, era no Pai, e o Pai era no filho, desejava, Ele, que nós fôssemos no Pai, a mesma coisa que Ele em Deus era, de modo que o grande chamado dEle era para que nós comêssemos dEle a tal ponto que passássemos a viver por Ele e a tal ponto que a vida dEle em nós absorvesse a nossa própria vida, e nós viéssemos a nos tornar um dia como Ele é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o processo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E começa na simplicidade de dizer: eu quero comer o Espírito da Verdade, eu quero comer a palavra da vida, eu quero comer tudo o que concerne a Jesus, a graça eterna da cruz, do Cordeiro que levou sobre si os meus pecados, a ressurreição que me justifica contra a morte e para a vida eterna, a palavra que me ensina a amar os inimigos, a palavra que me ensina que sim é sim e não é não e o que disso passar vem do maligno, a palavra que me ensina a não julgar para que eu não seja julgado, a palavra que me ensina que bem aventurados são os que não perdem a possibilidade de se condoer, de se emocionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-aventurados são os que são ensináveis a vida inteira, porque são humildes de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-aventurados são os que carregam no coração a vontade de exercitarem o poder da mansidão e não da violência que atropela, é a bem aventurança daqueles que julgam que o grande privilégio da vida é construir pontes entre os separados, é diminuir fossos e abismos, é aproximar irmãos e até inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-aventurados são aqueles que andam em justiça e bem aventurados são também aqueles que mantém o coração e guardam-no limpo de maldade, de justiça, de maquinação, porque esses, tanto mais quanto tenham o coração purificado da malícia, tanto mais terão os olhos limpos para verem, dia a dia, a face de Deus. E se forem perseguidos por causa da injustiça travestida de justiça, ou se forem perseguidos por causa de darem razão ao Evangelho e de terem comigo o pão da vida, e de se alimentarem da palavra da vida, e de não quererem outra vida que não seja a vida de Jesus, bem-aventurados são, porque assim perseguiram também os profetas que viveram antes de vós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o convite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É desse pão que a gente deve comer, é desta palavra, a Bíblia, que vivifica a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, para que isso aconteça hoje, modernamente, nessa época em que a Bíblia anda abandonada, a Sociedade Bíblica vende milhões de Bíblias; contudo, os que as compram não as lêem. Ninguém lê mais a palavra....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você deseja comer desse pão e beber desse sangue, em vez de você complicar dizendo a Deus que lhe envie uma revelação, por que você não lê o que já está revelado? Coma, mastigue, role em cima da palavra, chore em cima da palavra, medite, deixe a palavra rodar como um software na sua mente, confira cada ação sua com a palavra, suas motivações, seus sentimentos, suas intenções... Aí a Palavra vai crescendo na sua vida, vai se encorpando e vai nos libertando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O convite é para a mesa do Senhor. “Eu sou o pão da vida&amp;quot; – disse Jesus. “O verdadeiro pão quem vos deu não foi Moisés. Aquele pão, quem dele comeu, pereceu. O verdadeiro pão da vida quem vos dá é o meu Pai. Aquele que vem a mim, jamais terá fome, e quem crê em mim, jamais terá sede” - disse Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O convite é para comer da carne e beber do sangue. É para a comunhão visceral, é para um enxertamento radical da natureza de Deus, e que acontece quando a gente come a palavra da vida, porque é ela que tem o poder da semente regeneradora que re-genera, ou seja, gera de novo, produz uma geração de ser novo em nós, num processo contínuo pela palavra da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o processo pode se tornar acelerado, se você não se tornar apenas um ouvinte, mas alguém que ouve, lê e pratica. Aí a Palavra vai virando chão, segurança, estabilidade, paz, confiança, certeza, coragem de ser, ousadia para viver, e vai nos marcando todo dia com esse selo profundo de Deus, que é o único que pode nos marcar com o ardente desejo de morrer, acerca desse assunto, eu tenho falado há mais de 30 anos, de que a gente chegaria numa hora em que haveria um ardente desejo de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra de Deus diz, no Apocalipse, que a gente só sobreviveria se trouxesse o selo de Deus nas nossas frontes, essa marca do Cordeiro na nossa mente, a presença do penhor do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá mais para brincar; os vampiros estão soltos no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou você anda cheio do Espírito Santo de Deus e da palavra da vida no coração, ou então você vai “dançar”. Não é hora para a gente brincar e nem dançar, dando bobeira na consciência. É hora de andar olhando para o coração, checando, porque nunca antes o inimigo, o diabo, nosso adversário, rondou como leão tão perto, procurando gente para tragar, comer vivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, coma o pão, beba o vinho, coma a palavra da vida e deixe ela entrar no seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe para o Senhor, achando-o dentro de você, e diga: &amp;quot;Deus Pai, renova o selo do teu Espírito como confiança em mim e como compromisso no meu coração, porque eu quero ser transformado no dia da transformação final; eu quero ser arrebatado nesse instante, quando o corruptível será tragado pela incorruptibilidade; mas até que esse dia chegue, eu quero que todo dia haja um milagre de ressurreição e de crescimento da glória de Deus em mim, até a chegada daquele dia em que eu me tornarei semelhante a Ele, porque eu haverei de vê-Lo como Ele é&amp;quot;. Nesse dia, eu terei me tornado absolutamente absorvido pela natureza divina, de tal modo, que nós vamos nos tornar miniaturas de Deus. Todos nós, filhinhos dEle, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas até lá, a gente não precisa viver como escravo do diabo, apanhando, angustiado, oprimido, esbagaçado, infelicitado, escolhendo sempre o caminho da morte, chegando todo ralado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida pode ser uma Boa Nova!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância!” - disse Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos orar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai nosso que estás nos céus,&lt;br /&gt;santificado seja o teu nome,&lt;br /&gt;venha o teu reino,&lt;br /&gt;faça-se a tua vontade,&lt;br /&gt;assim na terra como no céu,&lt;br /&gt;o pão nosso de cada dia dá-nos hoje,&lt;br /&gt;perdoa-nos as nossas dívidas,&lt;br /&gt;assim como nós temos perdoado aos nossos devedores&lt;br /&gt;e não nos deixes cair em tentação,&lt;br /&gt;mas livra-nos do mal.&lt;br /&gt;Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre.&lt;br /&gt;Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite em que o Senhor Jesus foi traído, Ele tomou o pão, o partiu, e deu aos seus discípulos, dizendo-lhes: “Isto é o meu corpo que será entregue por amor de vós, todas as vezes que comerdes deste pão, fazei isto em memória de mim&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por semelhante modo, depois de haver ceado, Ele tomou também o cálice e o deu aos seus discípulos dizendo-lhes: “Este cálice é o cálice da nova aliança no meu sangue, o sangue que será entregue, derramado por amor de vós. Todas as vezes que beberdes deste cálice, fazei isto em memória de mim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oração:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor Jesus, aqui estão o pão e o vinho separados do uso comum, carregando a simbolização desse significado eterno, do pão da vida, da palavra da vida eterna, do sangue da aliança inquebrável, da certeza do Teu amor por nós, e nós comemos este pacto de amor, nós comemos esta refeição eterna, nós nos alimentamos deste memorial do que não perece, renovando, na nossa consciência, a gratidão pelo que já está feito e consumado. E ninguém anulará, ninguém desfará, porque a palavra eterna de Deus assim o confirmou: segundo a ordem de Melquisedeque foste feito Sumo Sacerdote supremo sobre todas as coisas, Senhor Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Derrama agora o teu Espírito sobre todos aqui, e dá que cada um tenha entendido, e que comam para o seu próprio bem. Queremos comer da tua misericórdia, da tua justiça, da tua verdade, do teu amor. Queremos nos alimentar da tua bondade e beber a alegria do perdão dos pecados. Beber o casamento que não tem divórcio de Deus com os homens. Beber cura para a alma ferida. Beber esperança contra todo espírito da morte. Beber do tesouro incorruptível do sangue do Cordeiro, sem defeito e sem mácula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue de Cristo nos comprou e nos regenerou para uma viva esperança. Louvado seja o sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A Ele, louvem, cantem, aplaudam todas as criaturas, todos os seres viventes. Todo ser que respira, louve ao Senhor com toda gratidão, antecipando a hora eterna que nos visitará e que já nos habita pela fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espírito Santo, Tu, que nos habitas, cresce em nós, amplia a Tua habitação na nossa consciência. Derrama dons sobre nós, para o serviço. Tira de nós todos os espíritos que não procedem do Espírito de Deus. Todas as energias, Todas as animações doentes. Coloca em nós o ânimo do Espírito, para que a gente irradie o que é bom. Coloca na nossa boca a palavra da paz, da verdade e do amor. Ajuda-nos a caminharmos de maneira serena, firme e sadia. Guarda a nossa mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteja os nossos filhos e os nossos netos neste mundo tão estranho e coloca sobre eles o capacete da salvação, a couraça da justiça. Veste-os da intimidade com a verdade. Ajuda-os a manejar a palavra da vida, a defenderem-se com o escudo da fé e a caminharem intactos no dia mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajuda-nos a ser sal da Terra e luz do mundo em todos os cantinhos da cidade e deste país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o teu Espírito levante o ânimo dos abatidos e cure os doentes. Que esta seja uma semana de muitos milagres, de muitas orações respondidas, de muita intrepidez para pedir, de muita coragem para andar, de muita disposição a obedecer e de muita gratidão para agradecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome de Jesus, hoje e sempre,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amém.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Tue, 02 Dec 2008 13:04:12 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>DEUS É QUASE TOTALMENTE AMOR?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1505305</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/838/8838924.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;DEUS É QUASE TOTALMENTE AMOR? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é amor, mas nós não cremos nisto de verdade. Nada poderia nos ser mais favorável. Todavia, parece que para muitos de nós não é. Deus ser amor!... assim... sem acréscimos... parece algo perigoso... e que é contra nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos contra os que controlam a cabeça dos outros, construindo uma “Idéia de Deus” para os que não “pensam e não entendem”, segundo eles próprios. Na realidade quase sempre quando ouço algum Teólogo ou Pregador confessar que Deus é amor, tal declaração se faz acompanhar de um “mas”. Sim, sempre há um “mas”, como se Deus ficasse incompleto sendo amor. Seria como se Deus fosse “somente apenas amor”. Por isso, em geral, quando se diz que Deus é amor, se acrescenta com um “mas também é”, que Deus é sempre relacionado a “justiça e santidade”... visto que os demais “atributos”, como eles designam—todo poder, todo saber, e todo ser-estar—, já parecem estar convenientemente bem definidos. Afinal, sem eles, não haveria “um Deus”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que me dá é sempre a de que se está tentando fazer Deus mais forte, mais parecido com a gente, que somos juizes e santarados, e somos aqueles sem os quais “Deus nada pode fazer na Terra”. Diz o Homem a Deus: Sem mim nada podes fazer! Eu sou a Videira, Tu és o Ramo! Ora, de repente apenas crer que “Deus é amor” deixa tudo livre, fora do nosso controle, sem a nossa ajuda ou necessidade, sem que tenhamos que nos preocupar com nada... E nem nos deixa ao menos o imperativo da vingança, da luta, da guerra, da defesa, da honra, da desonra, do juízo, da verdade comprovada, do saber vaidoso, da conquista gloriosa. Afinal, no amor, conforme ele mesmo, “sem amor... nada aproveita”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas “Deus é amor” soa fraco, romântico, desautorizador de despotismo, demolidor de juízos fixos, e parece elevar demais o padrão dos “fiéis”, tirando-os do espírito de juízo e religiosidade, para o nível do entendimento misericordioso, o que, para a maioria, é a tarefa mais desagradável possível. “Deus é amor, mas é também justiça e santidade”, dizem a fim de não deixar as coisas fáceis; ou pelo menos para não serem infiéis na descrição de uma Formula de Deus ou um Retrato Teológico de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregadores e Teólogos são os que mais sofrem dessa necessidade de acrescentar um “mas” ao simples “Deus é amor” de João. Os teólogos, que são os alquimistas que estudam a formula da natureza da divindade, querem enuncia-la com clareza química aos alunos. Já os pregadores, que são os pintores do Retrato Popular de Deus, desejam apresenta-Lo de uma maneira a faze-Lo parecer semelhante a eles mesmos. Por essa razão Deus tem que ser injusto, exigente, impiedoso, e interessado em dinheiro. Ora, isto tem que ser assim porque simplesmente viver na graça do amor é um “caminho estreito” demais para as naturezas auto-justificadas, e, sobretudo, para aqueles que de fato nunca conheceram a Deus, que é amor. Isto apesar de pregarem em casamentos e dias mais poéticos acerca do “caminho sobremodo excelente”. Dessa forma, tanto o enunciado da “Formula Deus” quanto também o “Retrato de Deus” precisam se parecer com nossas formulas e nossos próprios retratos humanos: santidade de aparência e justiça perversa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós achamos que damos conta do recado da justiça e da santidade, e fugimos do amor. Para nós amor só serve para cantada, mas não é bom pra viver e conhecer. Todos temem o encontro arrebatador com o amor! Por isso, sempre há o tal do “mas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é amor. E Ponto Eterno! Jamais Parágrafo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é amor, pois somente o amor é justo, posto que somente Aquele que é amor a tudo discerne, e, portanto, é também Ele mesmo Aquele que realiza a justiça como Justificação, visto que aquilo que já está Entendido, também já está Justificado no próprio amor que o discerniu. Só não justifica quem não viu com amor total, pois quem o fez, esse sempre encobre multidão de pecados. Deus é amor, pois somente o amor julga sem passionalidade, e a falta de passionalidade, sempre realiza, no mínimo, uma justiça elevadora, pois no amor de Deus a justiça faz melhor até o justiçado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o amor regozija-se com a verdade. Ele é amor, pois somente o amor passa por todos os caminhos sem se poluir com nada, e sem deixar que seu curso seja desviado por qualquer que seja a tentativa, sendo, portanto, impoluível, e, indesviável; e, desse modo, Santo, Santo, Santo. O amor de Deus não se alegra com a injustiça, por isto jamais pune para sempre, pois, punir para sempre não é da natureza de Deus, posto que não é amor, visto que seria uma justiça sádica e uma alegria injusta praticar tal justiça, a menos que haja no tempo algum mal maior que o bem da eternidade. No amor não existe medo porque o amor triunfa sobre qualquer juízo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor tudo sofre, tudo crê e tudo suporta porque o amor já sabe o fim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor vence! Deus é amor! Ponto Eterno! Bem-aventurado quem nada tiver a acrescentar!</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:24:06 UT</pubDate>
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            <title>CASAMENTO DE CRISTAL E CASAMENTO DE BARRO!</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1487752</link>
            <description>Todo casamento, 1º ou 2º, têm seus próprios problemas. Por isso, entre tantas razões, não vale a pena se divorciar, se a questão é problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divórcio só é uma solução quando a alternativa é indigna ou completamente insalubre para o ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do contrário, a experiência mostra que se a questão é tédio, cansaço, mesmice, ou carência de adulações renovadas, ainda que nem sempre sinceras, em geral a opção pela entrega à “atração”, se manterá viva enquanto esta for “proibida”; pois, uma vez que se faça assumida, desenvolverá suas próprias idiossincrasias, deixando de ser relação apenas de prazer sem continuidade na vida; e passando a ser a existência como ela é; e na qual o prazer só se estabelece sobre a vida como amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, tudo isso dá trabalho. Casamento é uma obra de tapeceiro. É manufatura diária. É obra de artesão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! É como a casa do oleiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o vaso quebra, muitas vezes, ou vai perdendo a forma, mas se há quem pedale para manter a roda girando (e quando são dois é melhor), e se não faltar água para manter o barro úmido, então, todo desmantelamento pode voltar ao lugar, e toda quebra no acabamento pode ser refeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, não se diz que somos como o “cristal nas mãos do oleiro”, mas sim que devemos ser como o barro, posto que assim é natural, visto que barro é o que todos somos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o cristal não conhece a humildade de refazimento que existe na natureza do barro mantido em umidade em movimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umidade vem de humos. Humor e Humildade também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humildade é para a alma assim como o barro mantido em movimento pelo amor. Esse é o humor do amor.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casamentos de cristal são tão lindos quanto frágeis e sem a graça da cura para as quebras, e para as cicatrizes dos tombos e dos acidentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casamentos de barro são sempre tão simples e limpos como o milagre da vida. Se houver a energia do amor que mantém o barro em movimento na roda da vida, e se houver umidade para mantê-lo em seu estado mais forte, que é o de quebramento, então o casamento barro sempre se renovará em fraqueza se estiver na roda do amor-vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias são muito maus. Não vale a pena brincar de nada. Quem tem, veja se o que possui é sadio o suficiente para ser preservado, e, em sendo digno, que seja preservado com toda ternura, pois, saiba: as alternativas em geral são infinitamente piores do que aquilo que hoje você chama de “meus problemas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não ache que é fácil “dá umazinha ali na esquina”, com uma “pessoa amiga”, e que não haverá conseqüências. Sempre há. E mesmo as menores são muito ruins. A pior, todavia, é ficar acostumado. E digo: a maioria dá uma, dá duas, sofre aqui e sofre ali; mas logo começa a se acostumar, até que vira um cara tarado em trair... Daí pra frente tudo é desgraça. Afinal, ele só se sentirá vivo se beber a adrenalina que vem da experiência sexualmente aflita da traição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, busque sua mulher em amor, e não alimente a monstra (rsrsrs), pois, ela vem tudo nada; e, de súbito, toma tudo, e se torna um fantasma imenso, dominando os pensamentos, dirigindo os sentimentos, e fabricando a realidade com as impressões da mentira, da paranóia e da amargura. Então você pensa que sua mulher é uma bruxa e que a outra é uma princesa. Mas é a agulha da bruxa da ilusão enfiando um encanto de engano em sua visão e em seu sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É paz o que você quer? Então, é isso o que tenho a lhe dizer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, em Quem somos chamados à serenidade e à paz,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Mon, 06 Oct 2008 19:33:16 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>NA DIMENSÃO NATURAL DO EXISTIR HUMANO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1454190</link>
            <description>SUPERAÇÕES OU SUPURAÇÕES?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes me pergunto qual é a vantagem de nadar mais rápido, se não é na água que eu vivo; e que vantagem existe em pular muito alto, se no ar não me sustento; e que vantagem se tem em voar, se, asas eu não possuo; e que vantagem há em mergulhar por esporte, se guelras não tenho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem descendo uma escada, caiu e morreu, faleceu de um acidente, sendo que o mesmo se pode dizer de quem morre enquanto se move na dimensão natural do existir humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquele que morre por se servir de algo que não é o meio natural do ser humano se mover, deve saber de antemão que, em tal caso, nenhum incidente será um acidente, mais sim um auto-atentado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentação do diabo sempre é fazer o homem ambicionar os pássaros, e não viver como homem; invejar os peixes, e não viver como homem; conhecer os mares, mas não conhecer os corações; entender os ventos, mas não compreender os tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! O diabo sempre dirá ao homem que pular do Pináculo do Templo é o que falta como afirmação para o ser humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adesão aos desejos da Serpente do Éden gerou a pulsão quase permanente que nos chama para os abismos como prazer e glória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! Nossa ambição de afirmação e de significado de ser, é infinitamente maior do que qualquer amor que se tenha pela vida, sendo esta a razão pela qual se caminha em vereda de morte enquanto se afaga a própria morte como desejo, ou vicio, ou prazer ou conquista; ou todos eles feitos uma coisa só como pulsão da alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acidentes que sejam normais como probabilidades naturais do existir de um ser humano são apenas aqueles que acontecem enquanto o homem anda no caminho natural dos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia a dia fica mais distante dos humanos a possibilidade de um acidente acontecer como um incidente catastrófico apenas natural; posto que a intervenção dos humanos no meio-ambiente planetário tem feito com que a possibilidade de catástrofes naturais sem participação humana alguma, hoje sejam quase que totalmente aquelas que nos venham de fora de nossa atmosfera, pois, no ambiente atmosférico, os humanos praticamente alteraram tudo, já não podendo nem mesmo falar em catástrofe genuinamente natural que sobre o homem esteja advindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda lembro do tempo em que um tufão, um furacão, um tornado, uma tromba d’àgua, um tsumani ou coisas do gênero, eram sempre acontecimentos naturais.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje já não é assim... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vejo tais fenômenos em processo, penso quase exclusivamente no que os humanos estão fazendo ao meio-ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, digo isto não porque antes não houvesse catástrofes, mas apenas porque as de hoje, tanto nas causas gerais, como também pelo modo anômalo de sua manifestação [tanto na freqüência dos fenômenos como também em suas causas e efeitos], nitidamente são provocados pela intervenção humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, tanto no micro-cosmos como também no macro-cosmos, o critério que prevalece é um só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem com o ferro fere, com o ferro será ferido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisto!</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Thu, 11 Sep 2008 01:42:48 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>SER SUPORTADO OU SER AMADO?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1424595</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/788/8788079.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SER SUPORTADO OU SER AMADO?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o chato é aquele cara que quando ausente a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;gente sente falta dele pelo alívio que ele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;causa por não ter ainda chegado; e quando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chega, deixa a gente com vontade de sentir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o alívio que a saída dele provocará.  O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;segredo é ser próprio. Concentre seu tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e energia no que é importante. Do contrário,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você será suportado, mas não amado.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:10:20 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Felices nuevos comienzos!</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1422170</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/924/8924750.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los nuevos comienzos son una maravillosa bendición de Dios. Están llenos de promesas, libres de problemas, y tiene un gran potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada día es una oportunidad para cerrar la puerta al pasado y experimentar un nuevo comienzo. Aún el hecho de que Dios dividió los días en segmentos de 24 horas es una evidencia de que nosotros necesitamos comenzar vez tras vez de manera regular. Siempre hay un nuevo día, un nuevo mes y un año nuevo. Pero a fin de que nosotros podamos hacer un buen uso de estos nuevos comienzos, nosotros debemos precisamente decidir eso. Qué mejor tiempo para decidir sino es el primer mes del Año Nuevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quizás has tenido problemas con depresión, ira  o amargura. O quizás tú estás como yo estaba –relaciones y circunstancias pasadas te han agotado, y tú continúas cargado con las cenizas. Estas son heridas profundas de lastimaduras que no nunca han sido curadas. Por años yo estaba creyendo por la vida abundante que Dios me prometía, pero no estaba muy dispuesta a entregar las cenizas de mi pasado en intercambio por esta vida abundante. Mis cenizas consistían en cosas del pasado como odio, amargura y falta de perdón hacia personas que  me habían herido, así como también actitudes negativas, queja y lástima de mí misma. ¿Qué estás amontonado entre tus cenizas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Estás batallando con culpa y condenacion? ¿Te sientes mal por algo que tú hiciste hace muchos años, o por algo que pasó ayer? No importa cuánto tiempo haya pasado, el pasado continúa siendo el pasado. Lo que has hecho está hecho, y solamente Dios se puede hacer cargo de eso ahora. Tu parte  es admitir tu error, arrepentirte, recibir el perdón de Dios y seguir adelante. En Lamentaciones 2:22,23 el profeta Jeremías nos anima con las noticias de que las misericordias de Dios son nuevas cada mañana. Yo estoy tan contenta por el hecho de que Dios manda diariamente un paquete nuevo de misericordia –nosotros podemos decidir tener un nuevo comienzo ¡cada día!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ya sean heridas del pasado, o luchas con sentimientos de culpa o condenación, o simplemente áreas de tu vida que quieres cambiar, yo creo que la revista de este levantará en ti una expectativa por las buenas cosas que Dios tiene para tu vida en el horizonte.  Isaías 30:18 dice: Por tanto, Jehová esperará para tener piedad de vosotros, y por tanto, será exaltado teniendo de vosotros misericordia; porque Jehová es Dios justo; bienaventurados todos los que confían en él...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Por qué no permites que este sea el tienpo en el que decides salir del dolor y los problemas de tu pasado, seguir adelante al brillante futuro que Dios ha planeado para ti? Recibe este tienpo con una decisión soltar tu fe por el regalo de Dios de un nuevo comienzo, y enfócate en Sus buenos planes para tu futuro. ¡Siéntete emocionado acerca del nuevo y fresco comienzo que Dios tiene preparado para ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¡Felices nuevos comienzos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con amor,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Mon, 18 Aug 2008 11:56:52 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>DE UM ÍNDIO PARA OS QUE AMAM A TERRA</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1420742</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/009/059/9059887.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Não me interessa saber o que você faz para ganhar a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber o que você deseja ardentemente, se ousa sonhar em atender aquilo pelo qual seu coração anseia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber a sua idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você se arriscará a parecer um tolo por amor, por sonhos, pela aventura de estar vivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com sua lua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se tocou o âmago de sua dor, se as traições da vida o abriram ou se você se tornou murcho e fechado por medo de mais dor! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se pode suportar a dor, minha, ou sua, sem procurar esconde-la, reprimi-la ou narcotizá-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você pode aceitar alegria minha ou sua; se pode dançar com abandono e deixar que o êxtase o domine até as pontas dos dedos das mãos e dos pés, sem nos dizer para termos cautela, sermos realistas, ou nos lembrarmos das limitações de sermos humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa se a história que me conta é a verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se consegue desapontar outra pessoa para ser autêntico consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você pode ver beleza mesmo que ela não seja bonita todos os dias, e se pode buscar a origem de sua vida na presença de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você pode viver com o fracasso, seu e meu, e ainda, à margem de um lago gritar para a lua prateada: &amp;quot;Posso! &amp;quot;Não me interessa onde você mora ou quanto dinheiro tem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se pode levantar-se após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até os ossos, e fazer o que tem que ser feito pelos filhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber quem você é e como veio parar aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você ficará comigo no centro do incêndio e não se acovardará. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber onde, o que, ou com quem você estudou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber o que o sustenta a partir de dentro, quando tudo mais desmorona. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se consegue ficar sozinho consigo mesmo e se, realmente, gosta da companhia que tem nos momentos vazios.&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(The invitation, inspirado por Sonhador da Montanha Oriah, índio ancião americano, maio de 1994)</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Sun, 17 Aug 2008 01:58:47 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>CHEIO DAS CERTEZAS DAS MINHAS DÚVIDAS.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1416247</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/009/006/9006917.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só tenho dúvida do que tenho dúvida, mas não tenho nenhuma dúvida do que pela Palavra, pela experiência e pela consciência, sei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como posso duvidar do que não tenho dúvida? Sendo que aquilo acerca do que não tenho dúvida é justamente aquilo que essencialmente existo dizendo que creio? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, seria assim para mim se eu fosse um “duvidoso profissional”; ou se eu mesmo fosse um “duvidoso essencial”. Mas não sou. Quando creio, creio até descrer. Quando não creio, não creio até crer. E, em geral, o que digo crer, digo-o por ter experimentado. Simples assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas dúvidas são muitas, mas são muito pouco importantes; pois, eu mesmo não me importo com minhas dúvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu duvido sem crise. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando duvido não me culpo. Não sofro com dúvidas, pois, o que me move em fé não deixa que qualquer que seja a dúvida me moleste como tal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que posso fazer? Inventar angustia para mim? Sofrer por coisas que me são desimportantes? Apaziguar os que acalentam suas dúvidas fazendo-me passar por um ser sofisticadamente duvidoso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, minhas certezas são todas sobre as certezas de Jesus.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:50:47 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>O CONVITE DA LOUCURA</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1413865</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/978/8978404.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi via Internet a seguinte estória: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os convidados foram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o café, a Loucura propôs: -Vamos brincar de esconde-esconde? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça. -1,2,3,... - a Loucura começou a contar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alegria correu para o meio do jardim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CEM! - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: - Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Amor aceitou as desculpas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***********************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui acaba a estória e começa a realidade...digo eu: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem não agüenta a companhia da Loucura para conhecer o Amor? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Segurança não entrou na brincadeira, mas morreu uma velha muito séria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo já tinha gente procurando a Loucura para ver se encontrava o Amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que o Amor não é mais achável...nem se alguém achar a Loucura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ele é cego...não procura ninguém, mas quando encontra...a Loucura não deixa ele sair. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o Amor se machuca sempre que brinca... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aquele que o seguir pode até caminhar cego...mas não deseja outra companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loucura? Cada amor tem sua loucura...mas nem toda loucura tem seu amor! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;rsrsrsrsrsrsrsrr</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Mon, 11 Aug 2008 18:43:16 UT</pubDate>
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        <item>
            <title>AMAR É SOFRER?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1410538</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/783/8783114.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMAR É SOFRER? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe só: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;....O amor é capaz de suportar toda dor e não deixar de ser benigno....  O amor nunca busca primeiro os seus próprios interesses... O amor é forte, por isso, tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta... O amor jamais acaba...&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria por isso que se diz que &amp;quot;amar é sofrer&amp;quot;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que seja um sentimento maravilhoso, nem por isso é necessariamente uma fonte de felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR EXEMPLO: a mãe sofreria NADA se não amasse o filho bandido que seqüestrou, matou e está preso. Mas ela não consegue deixar de amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você está sofrendo porque ama seu pai. E sofre ao ver que sua mãe sofre. Não há como se livrar disso. Você não pode nem escolher não amá-los para não sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem mil outros exemplos. No casamento então, nem se fala!  Há pessoas que não fazem seu cônjuge feliz, mas é impossível se livrar delas por causa do amor (por serem um pedaço do próprio coração, sei lá.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você concorda que &amp;quot;amar é sofrer&amp;quot;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querida  Graça e Paz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidade não é Facilidade! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, do ponto de vista de Jesus, os Bem-aventurados são... — os humildes, os que choram, os mansos, os que buscam justiça, os puros de mente, os que vivem pela paz, e todos os que são perseguidos por fazerem e serem como Jesus e os profetas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilidade tem sido confundida com Felicidade por que as pessoas julgam o sucesso pelo Destino mensurável e não pelo Caminho imensurável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto, Destino é um deus na Bíblia; um deus pagão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus não é Destino, Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida; e o destino é o Pai, acerca de Quem Ele diz: “...ninguém Vem ao Pai se não por mim”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o Alfa e o Omega não somam para criar o Destino, mas sim o ser; posto que o destino do Caminho em Jesus é nos chamar para Deus em nós; assim como Ele disse que o Pai-destino, estava Nele [...vem ao Pai...]; o que faz com que o destino seja a jornada, seja o Caminho, já que o Alvo nos habita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a Felicidade não está na Facilidade do Caminho, mas sim na alegria de provar cada momento dá viagem com a língua do amor; e não temer nada que nos venha, pois, tudo faz parte do caminho no Caminho; e, assim, tudo é felicidade, é bem-aventurança; posto que o que faz feliz é amar cada momento no dia chamado Hoje, e, em cada um deles ver o significado que o amor dá a tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não ama nunca chora, mas também nunca vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não sofre nunca ama, e, assim, nunca vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois o amor sofre a dor como amor, e o amor tudo sofre apenas porque tudo o que sofre não o sofre como quem perde; pois, o amor nunca perde nada; nem quando não ganha nada; sendo que esta última possibilidade é impossível de acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, o que é sofrer? Por que sofrer é tão ruim assim? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É assim mesmo, meu filho!” — disse papai tentando engolir sem conseguir. E todas as vezes que você fala no amor de Deus no ouvido dele ele ri de alegria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as pessoas felizes que já conheci agiam do mesmo modo; e agiam porque viam do mesmo modo — elas mudam tudo o que é mutável conforme o amor; elas resistem pacificamente a tudo o que é contra o amor; e elas se contentam apesar de tudo, com tudo o que lhes venha, sem que com isto jamais deixem de mudar ou de processar cada coisa que seja mutável ou processável; e o que não cabe em nenhuma dessas duas perspectivas, elas jogam fora como lixo. E seguem... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um prazer sofre com meu pai, minha mãe, meus filhos, meus amigos e todo ser humano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria isto uma espécie de piedoso masoquismo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente não, pois, podendo evitar a dor eu a evito. Mas a dor inevitável, sendo vista como o outro lado da benção do sentir, é apenas uma dor. Dor sem moral e sem filosofia dói muito menos; e até pára de doer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! É apenas uma dor; e que vai adoçando o coração; a tal ponto que ela se torna um sentir calmo e sereno; afinal, emoções são naturais; e, além disso, sofrer nem sempre dói; e chorar menos ainda; visto que o que dói mesmo é não amar. Esse sim é o grande sofrimento e a grande angustia humana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor todo sofre, porque tudo crê; e tudo suporta porque tudo sofre crendo. Por isso, também jamais acaba, jamais se acaba, e jamais acabou com ninguém. Ao contrário, sem ele não há vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é o amor. Assim é a vida. Qualquer outra coisa nem mesmo os vegetais conhecem, porque as plantas também sentem quem ama e quem não ama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, que ensina que o verdadeiro destino é o Caminho, a Verdade e a Vida [no Pai-Nele em nós],</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:51:54 UT</pubDate>
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            <title>DEUS, O HOMEM E O TEMPO...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1408497</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/893/8893344.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Em Romanos 8 a única dimensão não mencionada na lista das coisas que não podem nos separar do amor de Deus, é o Passado. Não é mencionado porque não pode nos separar do amor de Deus, mas pode nos afastar da EXPERIÊNCIA do amor de Deus, pela via de qualquer mágoa ou ressentimento ou qualquer outra coisa. &lt;br /&gt;Mas também NÃO é mencionado porque não existe como possibilidade. &lt;br /&gt;Em qualquer tempo, dimensão ou realidade, só existe Agora para Deus. &lt;br /&gt;Assim como existe o “retorno” do satélite—com todas as acumulações de frames de segundos que se transformam em atraso em razão da viagem do sinal, no tempo e no espaço—também existe o “retorno” entre o Momento e a Realização de qualquer Agora como percepção, mesmo que eu próprio seja o receptor mais intimo da informação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando. Pensemos no “momento” de um pensamento, e que acontece em mim antes mesmo de ser pensado como pensamento. É assim porque a palavra também faz sua viagem até a língua, tendo antes que viajar numa malha inconcebível de ramificações, e que somadas em extensão, em muito nos separariam de nós mesmos se tivéssemos que nos comunicar em-nós-mesmos via satélite. Isto porque se nossos “cabeamentos de fiações cerebrais” fossem postos em extensão contínua, nos colocariam numa distancia que medida em sinais de transmissão de satélite—se o pensar viajasse na mesma velocidade dos sinais de satélite—, demoraria ainda mais do que acontece numa transmissão de futebol; visto que a distancia da soma dessas conexões cerebrais, fariam o caminho mais longo que aquele que o sinal de satélite percorre. Assim, mesmo que haja em mim uma velocidade que exceda a de transmissões de satélite, ainda assim, HÁ UM TEMPO EM MIM. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, até para “realizar” a Realidade, o Absolutamente agora—ainda que seja em mim mesmo—, haja uma perda de tempo em mim; pois há uma viagem a ser feita, até que o espírito vire um pensamento...e se transforme em algo que seja comunicável de nós para nós mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Matemática e a Física do Agora é mais que real. Porém, este Agora só é conhecido como Agora por Deus; visto que o fato de haver um Agora-Agora não me faz parte absoluta dele, nem quando ele acontece em mim mesmo. Há hoje uma certa contradição sendo percebida como Realidade pela própria Física. Por exemplo, as leis que determinam a fixidez de Macro Universo—esse que a gente vê com os olhos e sente com os sentidos—não são coerentes com as leis que existem como total falta de lei no interior de um elétron; e quanto mais profundamente se mergulha nesse Micro Universo—do qual o Macro Universo é constituído—, mais o oposto em relação à fixidez é encontrado, visto que no ambiente quântico a lei é a da probabilidade total. Assim, pelo menos até agora, o Universo existe em “contradição”, visto que aquilo que lhe dá Fixidez, em si mesmo, não se constitui das mesmas “leis”...sendo em si mesmas “contraditórias” com as Leis de nossa Lógica macro física. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que na base de todas as coisas, as coisas que não são, existem para embasbacar as que são! A Física Quântica, entretanto, não postula viagens para o passado. São as ficções que fazem uso dos enunciados teóricos da Física Quântica, e que trabalham fictíciamente essa possibilidade; e, diferentemente de mim, eles “conseguem” alterar o Passado. Mas é somente ficção que brinca com a teoria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu acho maravilhoso nisto tudo é que a Física está caminhando para uma outra teoria, que é a da Consciência. &lt;br /&gt;A própria Física hoje sabe que o Ato de Observar com Consciência altera o objeto que está sendo observado. &lt;br /&gt;A Consciência altera a Realidade. Assim, mais uma vez, a afirmação da realidade da consciência humana nega a possibilidade de que a própria consciência alcance qualquer Agora-Agora; visto que o próprio olhar que observa, muda o fenômeno em alguns aspectos; isto no ambiente quântico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se a consciência realiza isso no ambiente quântico, é de se esperar que ela mesma altere muito mais coisas. &lt;br /&gt;Desse modo, há profunda coerência entre os chamados efeitos da Queda e as alterações no Universo. &lt;br /&gt;O fato é que se a consciência do observador tem esse poder é porque ela é constituída da mesma essência Criadora em escala finita; sendo, portanto, a consciência, um fragmento da Consciência; esta, sim, a Única consciente-de-si-mesma..e onde o Tempo não é Nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois assim como o SENDO nasce do que É, assim também o Tempo—que sempre é um SENDO—deriva-se do que É fora do Tempo, pois É. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Tempo é sempre um Sendo que vem do que É sem ter que ser um Sendo para Ser. Eu Sou é o Seu Nome! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo quântico é muito parecido com aquilo que é sem ser sendo. O mundo quântico é o menor SENDO que se conhece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E minha intuição é que a consciência, como fenômeno, é feita de coisa muito semelhante: o espírito. Assim, a Física está sendo empurrada para o espírito pela evidencia quântica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, como eu disse, isso apenas levou o conhecimento à certeza de duas coisas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a primeira é que o que chamamos de “contradição” e “ilogicidade” existe como Realidade para a consciência—pois ninguém pode negar as existências, ainda que antitéticas, das constituições dos fenômenos em “contradição”—, visto que suas percepções são inegáveis pela freqüência com a qual se repetem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa é que a ciência jamais revelará à própria ciência o fim do processo, pois a mente simplesmente não tem como passar de certos limites. Pode até chamar de real os fenômenos, mas não pode retirar deles a contradição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contradição é até onde a Lógica nos leva. &lt;br /&gt;A contradição existe. &lt;br /&gt;Mas só existe como contradição para mim, visto que sou escravo do Tempo. &lt;br /&gt;Visto do Tempo o Universo é cheio de Contradição. E é honesto que seja assim. Visto que por meios próprios o homem só pode mesmo chegar à Lógica da Contradição. Estamos falando de Física, mas ela é apenas uma extensão da revelação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem crê no Evangelho não estranha isto, visto que na base de tudo o que existe é Loucura. Mas a Loucura dos homens é a sabedoria de Deus. E todas as nossas contradições Nele subsistem como o que É. Nele, em quem todos vivem sem se atropelarem no espírito, porém com muitos atropelos no Tempo,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Thu, 07 Aug 2008 02:07:43 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>A VERDADE SOBRE O CÓDIGO DA VINCI</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1407265</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/896/8896367.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de ver o documentário “O Código da Vinci”, no National Geographic Channel. Eu li o livro. Boa trama. Bem escrito. Instigante. Rico em detalhes. Cheio de suspense. Legal. Boa diversão. Mas, no mais...  o cara é um idiota. Cheio de equívocos, de lendas transformadas em fatos, de atribuição de importância a qualquer tolice, e completamente ignorante dos contextos do Novo Testamento... Ele baseia tudo em lendas, e nos textos dos gnósticos dos evangelhos apócrifos...; e o mais é criação. Bem feita. Mas muito tolo pra quem tem um mínimo de conhecimento histórico. Estou até a fim de escrever uma lista de grandes erros históricos do livro.”  E como não tenho tempo a perder, esqueci que o livro estava em todas as prateleiras, e passei por ele sem entender a razão de seu sucesso. Depois vieram os livros que o trucidaram. No entanto, mesmo desmascarado como texto sério, o livro prossegue, e, em quase todas as festas, aniversários, conversas de restaurante, papos de praia, o tal do livro volta, quase sempre trazido por uma alma boa e desejosa de se mostrar atualizada. Em suma: o livro “O Código da Vinci” diz que Jesus e Maria Madalena eram marido e mulher, que tiveram uma filha chamada Sara; e que depois da morte de Jesus, em razão dos perigos locais, Maria, sua filha, e mais duas outras mulheres, acabaram por ser levadas pelos ventos do litoral de Israel até o litoral da França, atravessando o Mediterrâneo numa quase canoa. Lá a filha de Jesus e Madalena casou com o rei, e, daí para frente, fez parte de todas as importantes famílias reais da Europa. Dan Brown, autor do livro, fala no assunto com fervor religioso. Ao invés de tratar a coisa como ficção, ele defende a “veracidade” de sua teoria como se fosse um fundamentalista evangélico. Nervoso, intenso, com cara de fuinha aflita, ele faz ousadas asseverações baseadas em tolices. O mais chocante de tudo é que ele disse que teve seu interesse despertado para a sua “religião”, quando um professor mostrou o quadro da “Última Ceia”, de Leonardo da Vince, e perguntou: “Onde está o Cálice neste quadro?” Ele diz que procuraram, e não viram nenhum cálice. Então o professor disse: “Se o Cálice é o Santo Gral, por que não está na “Última Ceia”?” Disse isto, e concluiu: “É claro que o Gral está na Ultima Ceia.” Então, disse Brown, “ele nos mostrou uma mulher ao lado de Jesus na ceia, e disse: Eis o Gral! É a mulher de Jesus. É Madalena!” Ora, tudo isto foi crido como fato, embora a tal ‘pessoa’, na Ceia, ao lado de Jesus, sempre tenha sido vista como João, o íntimo, o que perguntava o que ninguém tinha coragem, e o que reclinava a cabeça em Seu peito. Assim, desde o início, Dan Brown deixa claro que creu em algo e saiu pra procurar. Ora, ele encontrou material farto para justificar suas decisões preestabelecidas; visto que as lendas européias e os textos — a maioria deles de inspiração gnóstica — que formam o corpo dos evangelhos apócrifos de Tomé, Madalena, Filipe, e outros; são fartos nesse tipo de informação ambígua. Na verdade, se alguém lê tais textos, encontrará aqui e ali coisas interessantes, porém, na maioria das vezes ficará chocado com as infantilidades neles manifestas; de tal modo que somente alguém com muita vontade de criar uma história poderia levá-los a sério. O melhor modo de desfazer qualquer tipo de falsa impressão acerca desse assunto é ler os textos originais em questão, os quais, hoje, estão disponíveis em português, todos juntos, no livro “Apócrifos e Pseudo-epígrafes da Bíblia”, da Editora Cristã Novo Século (&lt;a href=&quot;/go/messages/send/receiver=nseculo@brasilsite.com.br&quot;&gt;nseculo@brasilsite.com.br&lt;/a&gt;). Ora, a simples leitura de tais textos já mostra seu caráter ficcional e tolo, muitas vezes; visto que é de vários deles que também nos vêm todas aquelas histórias malucas sobre a infância de Jesus; em cujas narrativas Jesus é muitas vezes um capetinha cheio de superpoderes. Patético! Dan Brown inicia dizendo que as pessoas não viram o que ele viu, simplesmente porque as pessoas vêem o que se lhes diz que devem ver. E, a meu ver, ele, Brown, é um caso patético de alguém que só vê o que lhe foi dito para ver. Fica aqui meu estimulo para que sejam lidos os evangelhos apócrifos. Isto porque, a meu ver, eles são apócrifos simplesmente porque são apócrifos mesmo. E me sinto à vontade para dizer isto, posto que já me utilizei duas vezes de pseudo-epígrafes. No entanto, uma coisa é usar a ficção para a ficção; e outra é tentar fazer dela texto inspirado. Quem lê os evangelhos vê textos simples, lúcidos, conseqüênciais, coerentes e sensatos. Quem lê os apócrifos tem que estar muito esotéricamente interessado em ali achar revelação, a fim de poder levá-los a sério. A diferença é gritante. Somente muita credulidade e disposição de achar o que busca é que pode atribuir a tais textos qualquer significado, se comparados aos quatro evangelhos. Assim, o sucesso “O Código da Vinci” é um fenômeno religioso-esotérico; e também mostra a sua ligação com movimentos de natureza sócio-política. Isto porque esta geração precisa de um Jesus casado, visto que o “Jesus filhinho de Maria” (Católico), dos séculos anteriores, já não preenche as expectativas da pós-modernidade. O Jesus pós-moderno precisa transar, e precisa ter uma mulher que seja a apóstola dos Apóstolos, e que seja a detentora de mistérios gnósticos que somente os iluminados podem acessar. Assim, a necessidade pós-moderna de ter uma mudança no paradigma das Marias — saindo a Virgem, e vindo a Maria Plena, fêmea, casada, e dona de conhecimentos e mistérios, a Madalena — nada mais é que o resultado social de fazer os “arquétipos ocidentais do Cristianismo” servirem ainda a essa ‘nova era da humanidade’; a qual é feminista, de um lado; e profundamente mística e esotérica, de outro lado. De fato “O Código da Vinci” é o “Romance-Evangelho” desta nova geração de religiosos tão crédulos quanto os que eles dizem superar em lucidez. Isto porque pensam que estão fazendo progressos em relação ao obscurantismo da “Igreja”, sem verem que eles estão se entregando, sim, às lendas da Idade Média. Na realidade, o que estamos vendo é a troca de uma religiosidade por outra; e ambas são igualmente obscurantistas e mágicas. Assim, necessidades psicológicas e religiosas do Século XXI estão sendo chamadas de “descobertas históricas”. Esta, entretanto, é muito mais uma questão para uma analise de natureza psico-social-religiosa do que um debate histórico que possa ser chamado de sério ou relevante do ponto de vista do Novo Testamento. É um gibi de meninos desejosos de não perderem de todo o “Super-Herói Ocidental”, Jesus; e, assim, estão criando sua própria versão de um Jesus Pós-Moderno. Esse Jesus é a versão modernosa de um “deus” feito para atender nossa própria necessidade de consumo; e, sobretudo, de adaptação da “imagem de Jesus” a uma figura mais convenientemente palatável para a nossa moderna credulidade, e para o nosso novo-velho obscurantismo. Quem, todavia, prega o Evangelho, nem deve parar para debater tais questões, mas apenas prosseguir anunciando a Boa Nova, e nunca esquecendo que Paulo disse que dentre as coisas que muito corrompem a fé simples e pura, estão as discussões infrutíferas, e fundadas em lendas e fábulas.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Wed, 06 Aug 2008 02:54:42 UT</pubDate>
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            <title>ANDAR NA VERDADE ENFRENTANDO A REALIDADE</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1404432</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/858/8858269.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fico olhando em volta e me perguntando o que é real. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade está lotada de irrealidades, de falsas impressões, de preconceitos, de prejulgamentos, de profundas neuroses e paranóias, de respostas inconscientes, de determinações feitas com certezas fundamentadas no solo da mentira, e tudo o mais... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o que é real, se o que eu vejo é apenas a soma de nossas ilusões? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há gente mal intencionada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E conscientemente agindo pelo mal e no mal, como escolha; como opção que só encontra prazer se alguém ficar muito mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a maioria vive de ilusões! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os que pensam saber o que é, ou algo perto disso, creia, ou está louco, ou, de fato, foi iluminado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a segunda hipótese, a da iluminação, se apresenta vestida de sabedoria, misericórdia, justiça e bem senso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha a cara que tiver, tais serão seus conteúdos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que para viver o real, que a Bíblia chama de “andar na verdade”, muitas vezes eu tenho que ir contra a “realidade”, visto que esta é encharcada de ilusões, mentiras e doença do entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o mundo jaz no maligno, quem não se transforma está morto com o resto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pela transformação da mente que se começa a ver o real; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o real na realidade, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a realidade sem o real, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e Aquele que é invisível.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Sun, 03 Aug 2008 20:22:21 UT</pubDate>
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            <title>O ÉDEN E A NEUROSE DE SER...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1402869</link>
            <description> &lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/838/8838924.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Éden e a neurose de ser... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adão abriu os olhos e se viu Adão. Nascia a consciência de si mesmo? &lt;br /&gt;Adão abriu os olhos e viu a si mesmo separado de Deus. Nascia o quê? &lt;br /&gt;Nunca fui não caído. Por isso não posso responder a nenhuma das questões acima. &lt;br /&gt;Para mim, pelo menos, não há como medir o que vejo à partir do que não vivi e nem conheci. “Em pecado me concebeu minha mãe...” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou caído. Vejo tudo desse lugar. Tudo que vejo, vejo apenas como vejo. Mas não sei se o que vejo é o que é. Daí eu ter que também andar pela fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei quase nada. Mas sei que não dá para voltar ao Edém, pois ele não existe mais. O Éden deixou de ser no único lugar verdadeiro onde ele sempre existiu: o olhar-ser do homem. Tudo muda em volta quando a gente muda dentro. É assim hoje porque passou a ser no Éden. Tudo é assim. Não estou no Éden. Por quê, então, sinto tanto sua nostalgia em mim? Será que ele me persegue? Não conheço nenhum Éden, ao mesmo tempo em que sou perseguido pelas suas memórias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa razão é que nunca mais se pode negar o que se perdeu, e também não se pode voltar ao que ficou para trás. O Éden perdido é algo como o tempo: uma vez perdido vira sempre passado e nunca deixa de ser memória! Assim, o Edém nunca vai embora. Insiste. Se faz lembrar. Sugere a si mesmo como perda. Nós saímos dele e ele não saiu de nós como fantasia e culpa. Eu acho que sei disso. Você também. Então, por quê... o Éden? Um acesso de pragmatismo me assola agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero encurtar esse texto. Eu grito: Todos sabemos que somos caídos e todos sabemos o que é pecado, apesar de nunca termos vivido no Éden. Como?—indagam. Pecado precisa de definição!—afirmam. Mas minha certeza é outra. Eu creio que Pecado não precisa de definição. Somente o indivíduo pode examinar a si mesmo a fim de discernir seu próprio pecado. Ora, isto seria o equivalente a se enxergar cada vez mais, incluindo a admissão da existência de horas nas quais pensamos de nós para nós mesmos que não estamos pecando—pecando, assim, conforme a presunção de não sermos nós mesmos pecado, em nossa latente e patente ambigüidade em tudo, pelo menos ao nível da auto-percepção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente cresce. Chego no estágio no qual o Edém vai virando História e deixa de ser como lugar-não-lugar em nós. Agora é Passado. Nem me lembro dele. Mas ainda sinto a necessidade de me comportar conforme a impressão de sua idealização. Então me julgo. Algumas vezes a meu favor outras contra. Os “acordos” da comunidade passam a ser o que há de mais próximo do Éden, para alguns; e, para uns poucos aparece como desespero de que quanto mais eu me aproximo mais distante eu fico. Esse é o julgamento dos gentios que não tem lei, de acordo com Paulo! Bem, eu já ouvi o Evangelho. Não sou mais gentio. Nasceu em mim uma nova criatura—digo de mim a mim mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se é assim, por que não consigo voltar ao Éden? &lt;br /&gt;Mesmo conhecendo o Evangelho, por que não experimento as maravilhas do Éden? &lt;br /&gt;Por que me sinto fora dele toda vez que abro a janela ou sempre que olho dentro de mim mesmo? &lt;br /&gt;Nossa consciência nos acusa e nos defende—pelo menos de nós para nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é consciência da relatividade de tudo. &lt;br /&gt;Só Deus é Absoluto. &lt;br /&gt;Eu só enxergo à partir do mais-que relativo. Meu juízo absolutiza quase tudo para todos e relativiza quase tudo para mim mesmo, dependendo de onde eu estou como ser. Todavia, as piores faltas do ser são sempre aquelas que sobreviveram tenazmente como “nossas características relativas de identidade”. E damos a elas autorização para rugirem para dentro. Desse modo garantimos que elas não existam apenas porque ainda não se exacerbaram como caricaturas momentâneas de nossa realidade interior do lado de fora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É para esse lugar de encurralamento que Jesus nos leva primeiro?—indagamos nós. Não sei com você, só sei que comigo foi-é assim! Ele me abismou na consciência de minha perdição sem a Graça! Ele me convenceu e me convence de pecado! Ele me desesperou ante a constatação de que eu precisava e sempre precisarei do meu Salvador! Mas me deixou ver que nem sabendo disso eu conseguiria voltar ao Edém. O Éden continuava no passado e eu não tinha e nem tenho como voltar para ele. Então fui me acostumando! Recebi meu Salvador. Seu nome é Jesus. Confessei que recebi perdão em Sua Graça. No início isso me soava como um elogio. Depois de um tempo como “um recurso”. Então virou algo que existe. Mas que de preferência a gente nunca deveria precisar em relação ao nosso próximo, pois perdemos a fé nos outros na mesma medida em que nos julgamos certos de nós mesmos. Como “somos bons”, garantimos Graça para os outros. Mas já não preciso tanto desse “recurso”. Nesse ponto dizem que viramos “santos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Edém, todavia, permanece no passado. E nós não chegamos a lugar nenhum. Há apenas um Paraíso do é-futuro-futuro-é, pois eis que para mim ainda não chegou, mas já é! “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso”—ouviu o ladrão. Agora eu sabia que o Paraíso não estava ao alcance das mãos ou dos sentidos animais. O Paraíso pertencia ao Celestial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo sabendo disso, eu agora ainda não me nego a continuar buscando o Edém na terra, ou pelo menos na Psicologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então mergulho em depressão. O Éden virou depressão! Não me aposso do Paraíso—já passei da morte para a vida—e nem consigo voltar ao lugar de onde saí. E pior: não consigo sair do lugar onde não estou mais, visto que dele eu já fui expulso. Meus Deus, qual é o meu problema?—indago-me outra vez, em outra fase da existência. O problema é que a Graça, agora, já não significa um elogio para você!—creio que foi isto que ouvi como Voz em mim. É verdade. No início precisar da Graça me honrava, me parecia adequado e verdadeiro. Agora, no entanto, tenho que honra-la. Antes era o máximo ser dependente dela. Agora isso me é vergonhoso! A Lei perdeu o seu papel de “aio” para me levar a Cristo. E depois que eu me-tornei-em Cristo, a Graça virou “aio” para me abandonar outra vez nas mãos da Lei. Eu não conseguia entender a razão da viagem. Parecia a estrada Manaus-Manaus: era apenas uma voltinha! A leitura da epístola aos Galatas me põe outra vez no Caminho! Olho de novo em volta e vejo que o que operou essa desconversão da Graça para a Lei é um outro problema. É a questão do tempo de casa. Afinal, continuamos com a ilusão de que podemos voltar ao Éden. Mas eu sei que não consigo. Estou teológica e filosoficamente convencido disso. Então, por que no início era a Graça e agora é o Tempo de Casa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vez o Éden me persegue. Afinal, o Éden é o tempo e o tempo só existe no Passado. E eu não consigo voltar para ele. Entretanto, o somo como crédito meu. Mas se é crédito não é Graça e se é Graça não é meu o crédito. Me desespero. O que faço? É, mais não é? Como? Que lugar é esse? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o Éden!--eu sei. Quando eu caí ele caiu em mim! Fui expulso e ele saiu comigo, perdido, nostálgico, inachável, implacavelmente passado e desgraçadamente presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Passado Hoje! Vou esperar a eternidade. É assim mesmo. Com você não seria diferente!—tento convencer-me. Então descubro que o problema é o passado. Claro! O problema é o passado! Sei sobre isto. Afinal, Paulo diz que nem morte nem vida, nem altura nem profundidade, nem coisas do presente nem do porvir e nem mesmo qualquer outra criatura poderá nos separar do mor de Deus! Mas não menciona as coisas do passado! E por quê?—me pergunto. É porque é nas obras mortas—portanto, no passado—onde vive o “espírito da separação” do amor de Deus! Claro, é o Edém!—exclamo para mim mesmo. “As culpas, as fobias, os traumas e as autopunições alimentam-se do passado”—leio num texto que escrevi para mim mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então descanso. Sinto-me aliviado. Eu creio. Confesso. Hoje é. Tem que ser vivido. É inapropriável como tempo. Quando chega já não é. E o futuro, na linearidade de Cronos existe apenas como o que será, mas também ainda não é. De outro lado o futuro já é, pois, para Deus, tudo é, assim como para Ele todos vivem. Eu Sou—é o Seu Nome! Viram? Eu creio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e o Éden? Não! Para mim chega de Éden. O Éden é o problema. O problema?—essa afirmação me suscita uma questão. Sim! pois o problema é que mesmo quando Deus diz que o passado está perdoado—que o Éden está perdoado—, ainda assim, a maioria não se perdoa por ter vivido, ter errado, ter se enganado, ser sem jamais ter sido do Éden. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por quê? É que a maioria gostaria de ter vivido, acertado sempre e tido bom êxito em tudo. Nós queríamos que o Edém nunca tivesse existido como lugar perdido. Alguma coisa errada com isso? Sim e não! Não, porque ninguém tem que buscar o mal. Nossa consciência se alimenta da busca do que é bom! Sim, porque na maioria das vezes a gente só se arrepende do mal porque ele esvaziou o nosso arquivo de créditos para barganha com Deus e com os homens. Não adianta teologizar. A guerra milita em minha carne. O problema não é o Éden. O problema sou eu. Por isso é que não posso negar a possibilidade mais que presente do engano em mim. Seria uma irrealidade com minha condição de ser caído. Penso: quem não tem auto-percepção de sua própria Queda jamais será totalmente aberto para a significação da Graça! É no e do passado que o diabo vive! A Antiga Serpente! O Filho de Eva pisou a cabeça da Antiga Serpente. Mas para onde vou desse ponto em diante? Concluo que a Antiga Serpente vive na mesma medida em que o Antigo Éden vive em mim. Ela não tem que fazer parte do meu Hoje. Ela é do Edém. Não serei o Velho Jardim da Antiga Serpente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho outra vez que decidir. O passado é o problema. A Serpente se alimenta dele. Mas é daí? Tenho que fazer alguma coisa? Não consigo voltar e não consigo sentar para descansar. Para onde irei? “Só tu tens as palavras da vida eterna”—brada-me um de meus melhores amigos, um chamado Pedro. Nada pode me separar do amor de Deus. Nem eu mesmo? Sim e não! Não, apenas porque a Antiga Serpente é, entre as criaturas, mais uma das que não tem poder para nos separar do amor de Deus. Sim, porque nós somos as criaturas que podemos não crer não inseparabilidade desse amor, especialmente em razão do passado! As obras mortas são as que mais matam. A morte vem do Edém! Mas eu agora sou filho do Dia Chamado Hoje. As distâncias, a solidão, o abismo e até os céus não podem me afastar do amor de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado não é incluído! O passado não pode nos separar do amor de Deus, mas pode nos separar da experiência do amor de Deus! O passado pode me roubar o momento, pode não permitir o Dia Chamado Hoje de me fazer bem. Afinal, basta a cada dia o seu próprio mal. O amor de Deus só é inaproveitado como Graça em razão das culpas e justiças próprias que viraram neurose, fobia, trauma e legalismo paralisante e auto-punitivo!—e que procedam do Edém, portanto, do passado. O Éden agora é neurose. Por isto é que Hoje é o dia de salvação. Tudo isto apenas para terminar sem hesitação dizendo o seguinte: Não brinque de esconde-esconde com o passado. Você vai viver expulsa-mente preso no Éden! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dele que procedem os demônios que nos atormentam hoje! Assim, uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam (incluindo o Éden), prossigo para as que adiante de mim estão! A nova criatura só será nova se não tiver um passado. As coisas antigas já passaram, mesmo as velharias do dia de ontem, 24 horas antes de eu haver escrito esse texto. Tudo virou o não-Éden, pois, eis que tudo se fez Novo. Quer dizer que o que vivi não foi vivido? Não! Quer dizer que já foi... “Fui”—é a gíria da moçada! E se eu não fui, não sou! O que me resta? Resta-me tudo. Resta-me ser em Cristo. Ele é meu criador. Não é um lugar. Só se é filho da eternidade quando o Éden perde seu poder &amp;quot;de lugar&amp;quot; e a eternidade assume seu não-lugar, que é sua maior realidade em nós. O primeiro Éden era da terra. Se transmudou como lugar de culpa para a alma. Virou campo de batalha para a religião e laboratório para a filosofia. Existiu muito tempo como mito, depois como arquétipo psicológico, e então ganhou status de Portal. Mas o Velho Homem continua aqui sendo tentado pela Antiga Serpente. E esse Adão que sou eu, não consegue não conseguir. Só que agora eu sei disso. Sei disso pela fé. O Edém terrestre desse corpo se corrompe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Éden interior é que se renova de dia em dia, se não houver medo. Primeiro semeia-se corpo corruptível. Então colhe-se o incorruptível. Primeiro vem o que é terreno. Depois é que vem o que é celestial. Insensatos, não sabeis que tudo obedece a um ciclo?—nos provoca Paulo. É, eu sei. Primeiro tem que vir o Éden. Depois é que vem a Nova Jerusalém. O Éden foi a semente do que haveria de vir. Assim, o que eu chamo de Queda era inevitável. Daí o Cordeiro de Deus haver sido imolado antes que houvesse Éden. O mais é uma seqüência: aos que de antemão conheceu, a esses predestinou; e aos que predestinou, a esses chamou; e aos que chamou, a esses justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. É a invasão do desígnio da eternidade rasgando a criação do tempo e nos levando junto para o lugar de onde viemos: o amor de Deus. Que diremos pois à vista dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Se você desejar eu recomeço. Mas você já sabe o fim. “Eu sou o princípio e o fim”—disse Aquele que é!</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Sat, 02 Aug 2008 13:15:32 UT</pubDate>
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            <title>DIAS E DIAS...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1402326</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/832/8832101.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dias e Dias: Um só Deus! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem chegou ou ressuscitou—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem voltou, sem nunca ter ido; como quem ressuscitou, sem nunca ter morrido—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem deveria chorar, mas só consegue rir; como quem deveria rir, mas só consegue chorar—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem nunca deveria ter nascido, mas sabe que teria sido um desperdício não ter vindo; como quem nunca foi visto, mas ninguém pode negar sua presença—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que a gente se sente como quem deveria se desesperar, mas só sabe ter esperança; como quem deveria não ter esperança, mas não consegue se desesperar—conheço esse dia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias de luz e dias de trevas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias...conheço muitos deles! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta a cada dia o seu próprio mal! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é o dia que o Senhor fez, alegremo-nos e regozijemo-nos nele! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos—garantiu o Deus de cada dia!&lt;/strong&gt;</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:38:40 UT</pubDate>
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            <title>UM GAY É ALGUÉM PARA DEUS?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1402253</link>
            <description> &lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/829/8829907.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cartas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Reverendo! Tenho 31 anos, sou membro de uma igreja tradicional há muitos anos. É uma igreja em &amp;quot;estado de crescimento numérico&amp;quot;... vem Aumentando... e muitas teologias da prosperidade e cia... vêm junto. Você sabe! Não tenho vontade de ir à igreja; não tenho ânimo algum; não sinto a presença de Deus. Mas anseio por senti-la. Só não consigo... Tenho um problema desde que me entendo por gente... Sinto atração por homens... Já tentei me libertar desse desejo de várias formas... buscando incessantemente ajuda de Deus; e nunca consegui sentir que Deus quisesse me &amp;quot;curar&amp;quot;. Não pense que estou revoltado com Ele. Não estou. O amo muito. Quero permanecer Nele. Só não sei se consigo... Sinto desejos... Poucos amigos sabem... Meu Pastor sabe... e a muito sequer pergunta como estou... Também não o culpo. Só não sei o que fazer. Preciso de ajuda e honestamente estou cansado de pedir e não encontrar... Namorei uma garota a cerca de quatro anos... Não deu certo... Não consigo fazer o papel de namorado, mas gosto dela. Me sinto muito bem com ela. Somos muito amigos até hoje. Acho que ela gosta de mim, mas tenho medo de magoá-la, de fazê-la sofrer. No entanto, não quero viver só o resto de minha vida. Não sei o que fazer... Por favor, me ajude. __________________________________________________________________ Resposta:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo, Apenas me fale de você! Pastor&lt;br /&gt;__________________________________________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De mim, na verdade, hoje não sei dizer muita coisa, na verdade não sei nem se sei quem sou. Fui criado na igreja, mas nunca me senti dentro de tudo aquilo que eles pregavam... Também nunca tive a menor intimidade com meu pai. Com minha mãe... penso que temos um bom relacionamento (pelo menos com minha mãe eu tenho...), mas não intimidade de conversar sobre &amp;quot;problemas&amp;quot;. E eu cresci só... Entendendo as coisas da vida por mim mesmo, sem amigos, sem alguém com quem possa conversar abertamente; e vou sofrendo calado... Nunca entendi isso... Por que eu tenho que viver assim? Se Deus condena meu desejo homossexual, então, por que Ele não me cura? Por que permite que eu seja assim...? Porque eu não escolhi ser assim ou sentir o que eu sinto... Passei toda minha vida pedindo, buscando, tentando alcançar uma cura...; ou, como Paulo, viver pela graça... Mas acho que cheguei em um momento em que não consigo mais fingir que sou uma pessoa que na verdade não sou... e que não sinto o que sinto cada dia mais forte em mim... Não posso lutar contra isso... Não consigo mais... Tenho medo de tudo... de mim mesmo... mas meu desejo maior hoje é viver... ser feliz... Penso que não posso ser feliz longe de Deus...; e aí a luta começa novamente dentro de mim... e sofro mais... porque já não consigo mais... Não sei o que fazer... não sei como agir... só sei que sou assim... e preciso de ajuda... de alguém pra conversar. Desculpe, não sei se ajudei muito, mas é que não sei honestamente muito bem o que dizer ou como dizer... Mas no mais... acho que é isso... Uma vez mais, obrigado e desculpe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________________________________________ Resposta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo querido: Graça e Paz! Certamente você já leu muitas das minhas respostas a homens que vivem uma condição gay ou que lutam contra vícios homossexuais. ,  E saiba: é o que penso honestamente sobre o assunto. Creio que de tais leituras você tirará a compreensão da situação, e poderá se enxergar numa das muitas descrições de quadros e cenários homossexuais tratados ; e, assim, encontrar sua própria resolução em fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que desejo dizer a você é de natureza totalmente existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você disse: “De mim, na verdade, hoje não sei dizer muita coisa; na verdade não sei nem se sei quem sou...” E mais: “... acho que cheguei em um momento em que não consigo mais fingir que sou uma pessoa que na verdade não sou...” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se juntarmos a dúvida da primeira frase— “...na verdade não sei nem se sei quem sou...”—, com a certeza de uma outra frase—“... não consigo mais fingir que sou uma pessoa que na verdade não sou...”—, teremos que você sabe quem é para você mesmo, mas não tem coragem de expressar... e é de tal ‘confusão’ que vem a sua incerteza de se sabe ou não quem é. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: você se sente de um certo modo desde a infância, mas sabe que no seu ‘meio’ e à luz dos ensinos religiosos que recebeu, o seu modo de ser e sentir é considerado perversão, pecado e doença. Então você fica na dúvida se você é quem sente ser... ou se é apenas um doente entregue ao pecado como perversão. &lt;br /&gt;E como em si mesmo você não encontra essa ‘maldade pervertida’, e, ao mesmo tempo, não pode negar que sente o que dizem ser ‘perversão’...; então, você fica sem saber se sabe quem é (... pois é proibido), ao mesmo tempo em que não consegui mais fingir que é quem de fato não é (... pois é pecado). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, me encontro mais preocupado com sua incapacidade de se pacificar sendo quem você é, do que com sua questão gay. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por quê? Ora, é que a ‘questão gay’ é menor do que você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode até ser gay, mas ser gay não é você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: você é maior do que a questão que existe em você, visto que ela é infinitamente menor do que você é... como proposta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão gay é uma questão. Você, todavia, não só é a solução, como também é a proposta à questão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha alma repudia com todas as forças e meu espírito com todas as suas energias, a idéia de que um ser humano é do tamanho de uma questão pessoal, seja ela gay... ou de qualquer outra natureza... ou em qualquer outra área da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, coar mosquito e engolir camelo equivale a hiper-valorizar a ‘questão gay’ e minimizar a ‘você mesmo’ como proposta maior que a questão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio cristão, conforme inúmeras vezes tenho dito, a questão gay acaba por ficar maior que a pessoa, a qual, sendo gay, assume (com grande estimulo da “igreja”) que ela própria só seria ‘alguém’ para Deus se conseguisse deixar de se sentir gay... Essa seria a ‘cura”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, sendo assim, o mosquito se torna o senhor da vida, enquanto o camelo da real importância do ser é esquecido e negligenciado... engolido pelo nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à questão gay, sugiro que você procure um terapeuta que não seja “careta” e, sem medo, abra seu coração todo com ele. Enquanto isto, leia o site nas coisas que já lhe indiquei. No entanto, no que se refere a você, de fato, o que percebo é que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você precisa entender o seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1o Há coisas que podem ser mudadas em nós. Outras não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As que são mutáveis, em geral, são de natureza fundamental ou importante, mas ainda estão na base ‘estrutural’ do fundamento do indivíduo. &lt;br /&gt;As coisas que são imutáveis podem, no máximo, ser sublimadas, reprimidas ou supressas... por mecanismos de natureza psicológica, e, também, ocupacional; especialmente se houver algum tipo de ameaça moral como punição. Todavia, como são de natureza ‘essencial’ (portanto, mais profundas que as questões fundamentais ou importantes...), elas não são alteráveis, visto que fazem parte da constituição do ser; podendo apenas, por essa razão, ser objeto de ‘contenções”... ou até mesmo de ‘castrações’... embora Jesus mesmo tenha dito que ‘nem todos estão aptos para essa noção’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2o As coisas de natureza essencial que há em nós, quando vistas como malignas, colocam a pessoa num ‘ligar psicológico’ que é a própria ‘morada do diabo’, visto que trata-se de um ambiente de culpa e auto-flagelação, como você mesmo sabe, posto que experimenta tais sentimentos desgraçados em sua alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3o O que se tem que fazer quando o que nos habita tem ‘natureza essencial’ é buscar viver o princípio da escolha ‘de um mal menor”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: tem-se que viver tentando minimizar as conseqüências de tais realidades, não permitindo que em nós elas cresçam contra nós. Aí é que entra a sabedoria para discernir o princípio de Paulo, quando disse: “... se és escravo... procura tornar-te livre... se és livre... não te ponhas sob escravidão... cada um ande conforme foi chamado...” Ora, o princípio que também prevalece é aquele de Pedro na casa de Cornélio: “Podemos nós negar a água do batismo àqueles a quem, como nós, Deus batizou com o Espírito Santo?” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para mim, se Deus chamou você para Ele ( e chamou...), ninguém tem que se interpor entre você e Deus... e nem tampouco as suas pulsões de natureza homossexual devem receber de você tal poder de ‘separarem’ você de Deus, visto que elas, em Cristo, já não possuem tal poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profeta Isaías pergunta: “Quem creu em nossa pregação?” E a questão dele é mais verdadeira hoje do que nunca! Por quê? É que Isaías diz que Jesus levou sobre Si todas as nossas dores, transgressões, iniqüidades, perversões, doenças, chagas, e males da mente e do entendimento. Ora, quem ‘creu’... esse sabe que mesmo que ainda seja cheio de dores e outras aflições, todavia, ele já não tem que somar a elas o juízo de Deus... tornando o problema maior e insuportável. Sim, quem ‘creu’ sabe que o ‘castigo que nos trás a paz estava sobre Ele...”; e sabe também que pelas Sua ‘pisaduras nós fomos e somos sarados...’ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, crer na pregação da Graça de Cristo é o que nos liberta do juízo e nos dá paz para podermos encontrar resoluções simples e limpas em nós... não mais afligidas por um peso maior que o problema... que seria a ‘mão esmagadora’ de Deus contra o indivíduo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei qual será o seu caminho, meu irmão. Mas sei que pode ser de vida e paz; ao invés de ser de medo, angustia e sentimento de estar sendo sempre ‘rejeitado’ por Deus por ter desde criança se sentido gay. &lt;br /&gt;Quero apenas que você saiba que seja qual for o seu caminho... é possível que ele seja de paz... e não de angustias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre há um bom modo e um modo ruim para todas as coisas. Para você a sabedoria será aprender o modo bom de ser você mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, eu creio no amor de Deus para com todos os homens, e, por isso, também creio que não haja um único ser humano, não importando as limitações e os condicionamentos que carregue, que não possa encontrar o seu próprio caminho com Deus; e, é lógico, em paz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encha-se do amor de Deus e não das doutrinas da religião do medo e da culpa; e, assim, logo você sentirá os benefícios de conhecer a Graça como poder pacificador de seu ser; e que também diz ‘Basta’ à nossa aflição de ‘cura’, conforme aconteceu com Paulo em II Coríntios 12. &amp;quot;A minha graça te basta; pois o poder se aperfeiçoa na fraqueza&amp;quot;. Receba meu abraço e orações! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, que é Pastor de todos,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Fri, 01 Aug 2008 20:34:12 UT</pubDate>
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            <title>TENHO MEDO DE FICAR SÓ...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1400387</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/810/8810496.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;   - Cartas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENHO MEDO DE FICAR SÓ...DE NÃO CONSEGUIR MAIS REFAZER A MINHA VIDA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem: Pastor , Estou passando por um momento muito difícil no meu casamento; pequei contra Deus traindo minha esposa; não por puro prazer, mas simplesmente porque eu e ela em 6 anos de casado ainda não conseguimos viver...Ou seja: desfrutar de um relacionamento saudável...sem brigas ou desentendimento! Estou muito confuso e com medo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confuso porque não sei o que vai ser de mim se separarmos; e medo da dura missão de viver sozinho levando a culpa de ter caído!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter certeza do perdão de Deus, tenho medo do preço... Sabe pastor, a verdade é que não sei se gosto mais de minha esposa; ela não me vê como cabeça...e tem um jeito muito difícil de ser... Sei que não sou PERFEITO, mas sempre tentei mudar...queria poder voltar o tempo e nunca mais errar...mais isto é impossível...só me resta esperar... Preciso de um conselho. Estou realmente condenado a viver sozinho se me separar de minha esposa? OBRIGADO POR RESPONDER-ME, a paz de nosso Senhor Jesus Cristo. _________________________________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amado: Graça e Paz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você está condenado a viver sozinho se mantiver seu casamento do jeito que ele está. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já está sozinho...senão...nada teria acontecido...muito provavelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente boa também pode não se dar bem com gente boa...se o assunto é casamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meteram na cabeça dos crentes que a bondade casa fácil...e que a conjugalidade é apenas um encontro de dois seres crentes e que são gente boa. Pois eu lhe digo que não é assim. A bondade tem que estar presente no casamento...pois não há amor sem bondade...também. Mas apenas a bondade não garante o casamento...pois nele precisa-se mais do que de fraternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, isto acontece no caso de quem se dá bem...fraternalmente falando...mas sofre no vínculo conjugal sem afeto, desejo e simbiose. No seu caso o que há é confusão, brigas, e toda sorte de desentendimento. Fica difícil imaginar que tal relação não acabe levando um dos cônjuges a alguma “aventura fora do casamento”. &lt;br /&gt;Alguns não fazem nada...sofrem calados...pagam o preço da infelicidade...e da dor engolida e nunca confessada. A maioria, todavia, depois de um tempo acaba derrapando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você disse duas coisas sérias: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. “...confuso porque não sei o que vai ser de mim se separarmos; e medo da dura missão de viver sozinho levando a culpa de ter caído!!!”... Ora, você teme ficar só...e teme as interpretações. Está jogando pra platéia...e ficando por comodismo e medo... Dificilmente isto levará você a qualquer lugar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. “...sabe pastor, a verdade é que não sei se gosto mais de minha esposa...” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer “não sei se gosto mais da minha esposa...” significa que um dia você pelo menos pensou que gostasse dela...e que AGORA já não gosta mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, quando é assim é porque o casamento se desgastou...e deve ter se desgastado muito...a ponto de sus esposa não respeitar mais você. Meu querido, milagres acontecem e casamentos podem ser salvos...mas Paulo diz: “Como sabes se converterás?” Portanto, em se tratando da disposição de dois...um pode perfeitamente não querer... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milagres em casamentos só acontecem quando dois querem. Mas se houve muito desgaste...às vezes não dá mais para concertar... especialmente se o respeito foi embora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for do seu interesse tentar salvar as coisas, duas mudanças precisam acontecer: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) em você...afinal, ela deve ter um caminhão de queixas a seu respeito; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2287//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; nela..pois se ela não conseguir mais admirar você...o que sobrará será um casamento cada vez pior...e, nesse caso, quanto mais o tempo passar, pior ficará...e mais difíceis serão as novas escolhas e os novos caminhos de restauração PESSOAL da própria vida afetiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a falar com ela o que “houve”, sinceramente, só se for para criar um inferno particular rapidinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até para terminar o casamento é melhor você sair sem tais confusões. Afinal, tudo o que você não precisa é que ela tome sua falta como pecado capital, e trate você como um desgraçado pro resto da vida. Receba meu abraço e orações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Thu, 31 Jul 2008 12:25:53 UT</pubDate>
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            <title>PARA O QUÊ SERVE O EVANGELHO?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1399135</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/795/8795699.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EVANGELHO: se for apenas para depois da morte, é espiritismo premonitório! Sim, é espiritismo sem reencarnação e sem mediunidade de contato com humanos mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Evangelho premonitório” é essa crença que transfere tudo para o além, para o céu. No espiritismo Kardecista se lê os evangelhos e se diz que Jesus é o espírito de Luz. Mas os problemas de hoje, ou as limitações desta vida, são transferidas para o passado. O espiritismo, portanto, é tudo baseado no passado; num passado que se teria vivido, mesmo que dele não se tenha nenhuma memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o “Evangelho” que nada realiza hoje, e que transfere tudo para o céu, é espírita premonitório; pois, diferentemente do espiritismo Kardecista, que se alimenta do passado e tem nele suas causas e explicações para os infortúnios desta existência, o “Evangelho” sem vida e sem Boa Nova para Hoje, alimenta sua existência das recompensas do céu em contraposição às desgraças desta vida — produzindo não esperança, mas conformismo e alienação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, conquanto o Evangelho carregue a promessa da Glória Eterna, e que é a razão de nossa esperança —; ele, o Evangelho, se não fizer bem à vida hoje, não é nada; e muito menos a Boa Nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No espiritismo Kardecista a esperança de hoje é buscar existir num estado de caridade humana, e, também, de busca de conhecimentos acerca dos modos de se promover o “desenvolvimento espiritual”. No caso, é o caminho para a mediunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no “Evangelho” sem Boa Nova para Hoje, o que se diz que é que a garantia de salvação é a fidelidade à freqüência à “igreja”. Isto se a pessoa se segurar e não fizer nada “muito errado”; pois, se fizer, ainda que Deus o perdoe, os discípulos do “Evangelho” sem Boa Nova haverão de se tornar o próprio cumprimento da Lei do Carma; posto que eles não perdoam a ninguém que depois de “iniciado” erre de modo verificável. Assim, nesse caso, não se paga por erros de uma existência passada, mas de qualquer que seja o passado desta existência —; isto se a pessoa cometer o erro depois do “batismo”; ou seja: depois de ser “membro da igreja”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando, porém, se fala do Evangelho mesmo; não se pode jamais imaginar que alguém possa conhecê-lo e não busque experimentar os benefícios de sua presença viva em si mesmo; ou seja: na existência da própria pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo um homem no corredor da morte receberá seu beneficio antes de morrer, se encontrar de verdade o Evangelho, que é Jesus. O Evangelho de Jesus não é apenas o beneficio da consolação ante a morte! Não! Se o Evangelho entrar na pessoa, mesmo o Paraíso fica menos importante do que ouvir Jesus dizer: “Hoje mesmo estarás Comigo...”; pois, de fato, não há Paraíso sem Jesus; mas onde Jesus está, aí há Paraíso. Além disso, tratar o Evangelho apenas como uma promessa para depois da morte, é fazer dele algo tão estranho quanto explicar os infortúnios do presente como sendo o resultado de vidas passadas — conforme faz o espiritismo Kardecista, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras: um Evangelho que seja apenas para depois da morte, é, literalmente, uma explicação espírita da vida, só que invertida; pois se tira a explicação da dor do tempo passado, antes da presente existência, conforme se ensina no Kardecismo; e se projeta a explicação para as dores do presente para as consolações do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho de Jesus, todavia, não é nem do passado, nem do porvir, mas do Dia Chamado Hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o Evangelho não é para o céu, mas para a Terra. Quem precisa de Boa Nova no céu? Lá tudo isto já não é. Lá é o cumprimento absoluto de todas as promessas presentes também na Boa Nova. Mas a grande Boa Nova do Evangelho não é o céu, mas o perdão, a reconciliação, o descanso; a paz, e a eternidade já presente em nós Hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que se jactam de serem membros disso ou daquilo, ou mesmo de que possuem pedigree espiritual — o Evangelho diz: “E não comeceis a dizer: ‘Temos por pai a Abraão! ’ Pois eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão”. Pedras filhas de Abraão são preferíveis a discípulos do Evangelho que não o conhecem como Boa Nova para a vida desde Hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, que não nos chamou para que a Graça de Deus se torne vã em nossas vidas,</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Wed, 30 Jul 2008 12:48:41 UT</pubDate>
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            <title>Crise de lembranças</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1398199</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/784/8784090.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;   - Cartas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crise de lembranças &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Pastor! Desejo há muito ouço sua voz através de suas palavras escritas. Tenho 30 anos, na minha juventude tive muitas namoradas, mas, na verdade, não tive compromisso com quase todas elas. Em determinado período da minha vida, quando ainda não tinha chegado aos 20 anos, me envolvi com duas mulheres casadas ao mesmo tempo; todavia, teve uma delas que o relacionamento se tornou mais profundo, era a mais nova, e que tinha apenas 23 anos. No entanto, era uma jovem bem madura. Tínhamos relações sexuais constantemente, e era tudo muito bom. Ela era uma moça muito formosa e carente, apesar de ter um filho com o seu marido, que não lhe dava nenhum tipo de amparo; pois, o mesmo, gostava na verdade era de homossexuais. Foi uma verdadeira aventura, pois, por todo esse tempo de relacionamento, ela esteve com o marido. O problema,Pastor é que muitos anos já passaram, esse relacionamento durou apenas uns seis meses, pois temi ser punido pelo Senhor meu Deus, bem como, que o esposo dela viesse a saber e acontecer uma tragédia com ela e seu filhinho..., mas... Agora , sou casado já faz uns oito anos. Tenho uma ótima e bela esposa, duas filhas maravilhosas. Nosso relacionamento tanto sexual como familiar é muito bom. Todavia, vez por outra, quando estamos em nossas intimidades, tenho meu pensamento assaltado por lembranças dos relacionamentos que tive com essa moça, e sinto-me muito mau e mal, não sabendo o que fazer, preciso de sua ajuda, pois não tenho coragem de conversar com ninguém a respeito do assunto em virtude de não confiar em nenhuma pessoa das que de mim estão próximas, nem mesmo a minha esposa. Espero que me responda. Aguardo. Um grande abraço! Naquele que por nós sacrificou sua própria vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________________ Resposta: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu caro amigo: Graça e Paz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coração é enganoso. Ele é narcisista quase sempre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, além disso, sofre de uma ansiedade que eu chamo de “fobia da morte”, a qual o põe no caminho da sugação de tudo, pois teme que logo tudo acabe; isto como se a única existência fosse esta, e, fora desta, nada existisse. &lt;br /&gt;Assim, essa tal fobia se manifesta em razão de que o coração cultua o imediato mais do que a tudo, e, também, adora saborear o que está longe, sempre remetendo a pessoa para um desejo além, proibido, impossível...; ou, então, fazendo “projeções” da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal em todas “as mulheres do jardim”. &lt;br /&gt;Este é o paradoxo: apenas uma árvore não podia ser comida, todas as demais sim. &lt;br /&gt;Hoje, somente uma árvore pode ser comida, pois as demais se tornaram proibidas. &lt;br /&gt;Assim, a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, que era uma coisa só, sendo provada, inverteu as coisas, visto que ela reduziu o espaço do consentido e expandiu o espaço do proibido. &lt;br /&gt;Vindo às coisas práticas, eu diria que é covardia você fazer a realidade do cotidiano concorrer com um caso nas sombras, sem nada além da ânsia do sexo e do prazer; escondido, arriscado, proibido, sem muito papo; tendo apenas o doce dever de atender a carência da menina-mulher-casada, a qual, sem tempo, fugida, tudo o que queria era ter prazer e dar prazer; ela mesma sofrendo de uma danada necessidade de ser amada, querida, desejada, e devidamente degustada, já que o marido dela gostava de homens; e, ela, nesse estado de rejeição e com a auto-imagem mais baixa do que porão de minhoca, tinha em você um alívio, uma fuga, uma vingança doce, um direito à transgressão, um tesão do tipo da “árvore proibida”. &lt;br /&gt;Você chamou isto de “aventura”. Ora, tais aventuras deixam marcas de “adrenalina psicológica” na pessoa. &lt;br /&gt;Ou seja: pode viciar; e, assim, de tempos em tempos, especialmente nos dias de frustração, tais lembranças de Indiana Jones sexual podem voltar como perversa saudade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sua mulher, que está aí ao seu lado, nem sempre tratada como deveria dada a acomodação do “casamento”, de repente descobrisse que você gostava mesmo era de homem, e, magoada, encontrasse um cara saudável, livre, solteiro, potro na cama, ávido pelo desejo que a mulher do próximo pode causar, correndo o risco de ser apanhado, e, encontrando-a “já tirando a roupa” e pedindo “entrada”...; saiba: você mesmo não acreditaria no que ela pode ser capaz de significar para esse outro hipotético carinha: o amante dela. Ou seja: provavelmente até hoje você não saiba quem é a sua mulher na cama, como acontece com a maioria dos maridões! Como diz o ditado confirmado quase que de modo total nesta existência, “a grama do vizinho é sempre mais verde” — especialmente para os inseguros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não fique pensando que foi a menina-casada-seu-caso-juvenil quem fez algo especial em você, mas sim as circunstancias, e, sobretudo, o modo proibido, o qual, tem um imenso poder de fixação de fantasias e fetiches em nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1o Não lute contra isto; pois, quanto mais lutar, mas fixado ficará no pensamento que você deseja repudiar. A lei psicológica é essa: quando mais se luta contra, mais se alimenta a pulsão proibida na alma, potencializando-a em muito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2o Não se veja como um ser “mau e mal” em razão disso. Ou seja: não torne esse um problema de perversão moral, como em geral acontece com os crentes. Ao contrário, trate isso apenas como uma memória oportunista, a qual, se apodera de seu desejo de “coisa nova” e remete você para essa “coisa eternamente nova”, apenas porque foi “acabada sem terminar...” Portanto, isto é apenas a memória de um homem que pensa: “Será que eu tirei da vida tudo o que poderia?” Então, a menina-mulher volta como “simbolização” desse prazer de solteiro que, a seu ver, quem sabe, continua “inconcluso”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3o Saiba, no entanto, que o aparecimento de algo que não é amor, mas apenas desejo — e um tipo de desejo que só acontece no “proibido” —, significa que seu coração está demandando “renovação da conjugalidade”... Portanto, de namoro, de saída ao motel, de transa apressada na praia, na escada, nos fundos da casa, na casa da sogra em dia de domingo, no banheiro, etc... Ou seja: sua alma quer namorar... Sim, namorar sua mulher. E, provavelmente, a alma dela esteja sentindo a mesma falta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, meu conselho a você é simples: divirta-se com sua mulher; leve-a a um bom motel; trate-a com o gosto desesperado como qual você tratava a mulher que não era sua. E se as “imagens” voltarem, não se aflija. Apenas prossiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe para a sua mulher, nos olhos dela, no corpo dela, no sexo dela, beije-a toda, toque nela de olhos abertos; e possua-a sem pena; como você fazia com a mulher que não podia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais a sua mulher se tornar a sua amante, menos lembranças da outra você terá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, é necessário que sua mulher goste e tope tudo, sem pudores neuróticos, e sem proibições... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí está o paradoxo: no caso da “amante”, ela é o “proibido”, sendo que ela mesma não proíbe nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a esposa não é proibida, porém, muitas vezes, “proíbe tudo”! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente começando não se grilando com as lembranças e fazendo o que lhe disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver como sua mente se manifesta nisto tudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas faça como lhe sugeri. Receba meu carinho! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, em Quem as sombras não abraçam a nossa alma.</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Tue, 29 Jul 2008 17:27:42 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>SOBRE O DIVÓRCIO.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/danielconsciencia/blog/blogid=1397905</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/008/781/8781508.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVÓRCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto, Palavra ou a Esquizofrenia de Jesus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós lemos Mateus 5: 31 e 32 e pensamos nele com nossas categorias ocidentais, posteriores à predominância política do Cristianismo sobre este lado do planeta, impondo não uma nova consciência, mas apenas uma nova Moral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, quase nunca levamos em consideração o contexto no qual Jesus disse esta palavra. Naqueles dias, embora a poligamia e a bigamia—tão constantes no Antigo Testamento— ainda existissem, desde o exílio em Babilônia que ela vinha diminuindo—por questões econômicas, como é obvio! Todavia, ainda que ambas não fossem a norma para a maioria, na prática, no entanto, era ainda uma consciência prevalecente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova disso é que em João 8, no episódio da mulher adultera e Jesus, não se apresenta o “homem” com quem essa “adultera”, adulterara. “Ele”, o homem, estava isento das pedradas. Mas a mulher estava lá, seminua ou nua, exposta a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quando Jesus diz que a Lei dizia que um homem poderia des-cartar a sua mulher dando-lhe uma carta de divórcio, Ele falava isto a uma assembléia machista, que praticava isto com muita alegria e facilidade. Tudo era motivo para se divorciar. Literalmente, por qualquer motivo, como vemos em Joaquim Jeremias e outros especialistas ( Mt 19:3) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto para não falarmos na briga doutrinária que havia, nos dias de Jesus, entre as escolas de Shamai e Hillel em relação ao tema em questão. Era o reino da banalidade relacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, o que Jesus diz, levando-se em consideração o “contexto historio”, é basicamente o seguinte: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Se, para vocês, a mulher é adúltera quando trai o seu marido, dando-se fisicamente a um homem, todavia, vocês, os homens, cometem muito mais adultério pelo modo “natural” como olham e desejam mulheres (MT 5: 28); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Neste mundo onde o homem “descarta” a mulher—ela sem direitos a mesadas e a patrimônio, estigmatizada pela Moral vigente e, praticamente, entregue a sobreviver como pudesse—a única clausula, de permissão ao divorcio era se a esposa traí-se o marido; ou seja: “... em caso de adultério” (5: 32&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2287//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;. Nessa caso, o homem poderia dar a ela carta de repudio e divorcio. Naqueles dias, mulheres não se divorciavam dos homens. Era a Lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) A razão, portanto, tinha a ver com o estigma que a “repudiada”, a divorciada, carregaria, naquela sociedade, daí para frente. Ao homem era permitido—por qualquer motivo—desamparar a esposa, repudiando-a, e, então, depois disto, era-lhe “lícito” escolher outra mulher e seguir adiante com sua vida. Não era sempre bigamia, mas era sempre uma monogamia sucessiva. Ela era extremamente praticada até que Shamai, um rabino, se levantou contra aquela injustiça, discutindo os “motivos justos para dar uma carta de divorcio”, que, à semelhança de Jesus, para ele, também era o adultério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, a preocupação era com o estado de desamparo no qual ficava a mulher repudiada-divorciada, pois, para todos, ela passava a ser fadada a nunca mais amar ninguém e nem ter ninguém, apenas porque alguém não a quis mais, por qualquer motivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a razão pela qual Jesus—após denunciar o adultério subjetivo de todos os homens—diz que a preocupação era com expor a mulher a tornar-se adultera (Mt 5: 32c), e, também com “aquele” que, porventura, à ela se ajuntasse, pois, ele também, passaria a ser visto como o marido da repudiada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa sociedade onde o homem tinha todos os privilégios, incluindo o de ter uma segunda esposa caso a pudesse sustentar, descartar a esposa e entrega-la ao mundo com uma letra R, de Repudiada, escrita na testa, e, ainda, esperar que ela vivesse de vento, expunha-a a tornar-se adultera—fosse pela necessidade de ser sustentada por alguém, fosse pela realidade de ter encontrado alguém. Assim, em Mt 5: 27-28, Ele iguala a todos no nível do adultério subjetivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em Mt 5: 31-32, Ele nos mostra como uma vítima da dureza de coração de um homem—que descarta e não cuida da vida humana que ao seu lado esteve—pode, numa sociedade regida pela Teologia dos Fariseus, ser ainda mais des-graçada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “repudio” do homem tornava a mulher, no mínimo, uma “repudiada” e, no caso dela prosseguir com a vida—sem ter que se entregar à mendicância—,a exporia a ser vista, para sempre, como adultera. Dessa forma, Jesus afirma duas coisas: primeira, a seriedade do vinculo entre dois seres humanos numa relação de casamento; e, a segunda, a possibilidade de que a alma humana pudesse se endurecer tanto, que usasse a do outro, e depois, simplesmente a descarta-se, sem cuidado e sem proteção. Em outras palavras: Jesus não entrou na questão da Lei—até Moisés teve mais de uma esposa—, mas na questão da misericórdia, e, sobretudo, no tema da descriminarão Moral do infeliz; e, também no tema da Teologia dos Fariseus e a sua dureza predatória— suas Leis de causa e efeito da infelicidade—, que, naquele caso, era uma Lei animal, que tratava a companheira como lixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que digo isto? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por duas razões: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Porque é o que vejo no trato de Jesus com as mulheres de todos os tipos de vida durante os Evangelhos. Quase todas elas vinham de vidas infelizes, mas todas foram absolutamente acolhidas, a Samaritana, inclusive, com seu “companheiro”, acerca de quem Jesus disse: “...chama teu marido e vem cá...” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Minha leitura da Bíblia, toda ela, está irremediavelmente ligada à única chave hermenêutica que eu creio que é absoluta: “O Verbo se fez carne”—essa é a chave hermenêutica! Logo é no Verbo Encarnado, Jesus, onde vemos o Verbo virar Vida, em todos os sentidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, isto nos leva não a ler o que Jesus disse e , para melhor entender o texto, fazermos uma exegese da passagem. Ao contrário: isto nos leva a ler e ouvir o que Jesus disse, e, ver, nos evangelhos, como Ele encarnou aquele Verbo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, quando fazemos isto, não temos mais o Evangelho que Jesus falou e nós “interpretamos” como bem desejamos; e o Evangelho que Jesus viveu, que nós usamos para nos inspirar na fé na fé. E esquecemos que são naqueles encontros com a vida que cada um de Seus ensinos—literalmente, cada um deles—, teve sua verdadeira interpretação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus nunca ensinou aquilo que Ele não encarnou, como manifestação da Graça! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentativa de fazer exegese das falas de Jesus, e não levar em consideração como Ele tratou as pessoas pelo caminho, é audaciosa, pois, coloca-nos como “os interpretes da Lei”: com a Chave da ciência debaixo do braço, pondo-nos numa posição na qual Jesus pode ser esquizofrenizado pelas nossas doutrinas e Teologias; ou seja: ensinando uma coisa—geralmente legalista em seus conteúdos—, conforme nós “interpretamos” as falas de Jesus; enquanto, também evangelizamos, falando do modo misericordioso como Jesus tratou com amor os pecadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, na maioria das vezes, o Jesus que encontra pessoas pelo caminho—gente de todo tipo—, não combina com as “interpretações” que fazemos de Suas Palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é que está com problemas? Seria Jesus um “esquizofrênico”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria Ele como os fariseus, que diziam e não faziam? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou como os “interpretes da Lei”, que punham fardos pesados sobre os homens que eles nem com o dedo queriam tocar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou nós é que continuamos sofrendo da doença deles? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responda-me: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crendo que Jesus é o Verbo encarnado, como você interpreta o que Ele disse? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À luz dos ensinos de nossos interpretes da Lei? Ou, quem sabe, para o seu próprio bem, conforme o Verbo Encarnado em Jesus! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus é a Palavra sendo interpretada aos nossos olhos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o Verbo se fez carne e habitou entre nós...e vimos a Sua Gloria...!</description>
            <author>danielconsciencia</author>
            <pubDate>Tue, 29 Jul 2008 13:41:30 UT</pubDate>
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