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        <title>O blog do(a) Cipotânea Säo Caetano do Xopotó</title>
        <description>O blog do(a) Cipotânea Säo Caetano do Xopotó</description>
        <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog</link>
        <lastBuildDate>Mon, 09 Nov 2009 05:40:59 UT</lastBuildDate>
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            <title>cipotanea</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea</link>
            <description>cipotanea</description>
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            <title>Distâncias entre ascidades turísticas ao redor de Cipotân</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1884431</link>
            <description>A aproximação de metas turísticas interessantes, que estão ao redor da cidade são Cipotânea Igreja do Bom Jesus do Congonhas cerca de 68 km, A cidade histórica de Ouro Preto, cerca de 59 km, Belo Horizonte cerca de 136 km, cerca de 321 km, Armação dos Búzios cerc de 256 km, Rio de Janeiro (República Federativa do Brasil) cerca de 223 km, Katedrála v Rio de Janeiro, cerca de 224 km, Cabo Frio e cerca 260 km, O centro histórico da cidade Diamantina (República Federativa do Brasil) cerca de 298 km, Katedrála v São Paulo cerca de 447 km, São Paulo (República Federativa do Brasil) c. 449 km, . Mais &lt;br /&gt;informações sobre a cidade, visite o link:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fxopoto.wordpress.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://xopoto.wordpress.com/&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 06:37:30 UT</pubDate>
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            <title>Banda de Congada</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1847603</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1631721&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1631721&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Pessoal, veja aí o video dancando congada. Infelizmente está sem som, mas dá para ter uma idéia da beleza desta cultura.+ &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2396//s/i/smilies/scanner.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;&lt;br /&gt;[nickname]http://xopoto.wordpress.com/[/nickname] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=-aHR0cDovL3hvcG90by53b3JkcHJlc3MuY29tLw__&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/014/821/14821823.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:53:44 UT</pubDate>
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            <title>José Geraldo Heleno estudou Letras e nasceu em Cipotânea M</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1847574</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/014/821/14821823.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Ao falar de congada e ver notícias do autor e doutor José Geraldo Heleno, pensei comigo, passa juntos. Cipotanea fala-feio, fala-bonito, somos mesmo cabritos. vaí aí cultura viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Geraldo Heleno: Licenciado em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Mestre em Teoria da Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em Letras pela Universidade de Sao Paulo (USP). Professor da UNIPAC, tendo trabalhado também como professor na Universidade Federal de Juiz de Fora, na EPCAR de Barbacena e no Unicentro Newton Paiva de&lt;br /&gt;Belo Horizonte. Autor dos livros:&lt;br /&gt;Café Carinho. Sao Paulo: Editora do escritor, 1993 - Ficçao.&lt;br /&gt;O Santuário. Belo Horizonte: Maza, 1996 - Ficçao.&lt;br /&gt;Cipotânea: fala-feio, fala-bonito. Belo Horizonte: Maza, 2007 - Ensaio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[nickname]http://xopoto.wordpress.com/[/nickname]</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:28:16 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O presente trabalho aborda uma análise na escola  cipotanea</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1797186</link>
            <description>Gestão da Educação formação de gestores&lt;br /&gt;RESUMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente trabalho aborda uma análise de uma escola de Cipotânea, Minas Gerais. Tem como objetivo geral avaliar a influência do modelo de gestão adotado pela Escola Estadual José Dias Pedrosa no processo de ensino-aprendizagem. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da administração geral e de modelos de gestão escolar como referência, e de um estudo de caso como forma de método de pesquisa. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de a instituição estudada adotar o modelo democrático de gestão, alguns pontos apresentam falhas. Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos nas disciplinas básicas avaliadas, que ferem os pressupostos básicos da Gestão Democrática e Participativa. Dessa forma, fica evidente a adoção do modelo democrático apenas formalmente, sendo a figura do Diretor Escolar responsável pela maior parte dos processos de tomada de decisão dentro da instituição, relegando pais, alunos e comunidade a segundo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chave: escola – gestão - democracia - participação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As últimas décadas estão sendo caracterizadas por profundas alterações no mundo dos negócios. Observam-se mudanças econômicas, tecnológicas, administrativas, que dão ênfase à qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas, cada vez mais exigentes, vêm tentando acompanhar essas mudanças, buscando profissionais qualificados como condição fundamental para o aumento da qualidade e da produtividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, a educação é um dos fatores de desenvolvimento econômico e meio de seleção e ascensão social dos indivíduos, estando sua função intimamente ligada ao mercado de trabalho, que exige indivíduos eficientes, economicamente produtivos e em constante aperfeiçoamento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na administração da educação, as funções básicas de estabelecimento de políticas e de gestão da educação, assim como a resultante organização e funcionamento das instituições educacionais, são fatores decisivos no desempenho e no nível de qualidade de sua prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante longo período, a administração da educação, em nível fundamental, consistiu numa tarefa bastante rudimentar. O diretor era encarregado de zelar pelo bom funcionamento de sua escola. Hoje, tal perspectiva está ultrapassada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As transformações que surgiram tanto no interior do sistema de ensino, quanto no meio social provocaram mudanças na concepção da educação, do papel da escola na sociedade e do papel do professor no processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais se ouve falar de gestão democrática e da participação das famílias e da sociedade no processo de tomada de decisão no ambiente escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, a possibilidade de um diálogo entre a escola e a sociedade passa pela capacidade que essa tiver de interrogar as práticas ou comportamentos de dominadores e dominados, no interior escolar e pela capacidade de professores e gestores de ouvir o ambiente externo representado, principalmente pelos familiares dos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente trabalho aborda a questão do processo pedagógico vista pelo prisma administrativo, ou seja, as relações entre o modelo organizacional adotado pelas instituições escolares e os resultados obtidos pelos alunos do ponto de vista pedagógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais importantes e comentada forma de gestão atual é a gestão participativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na gestão tradicional, essa participação acontece apenas quando há interesse da escola, as pessoas são chamadas a participar e a se envolver com os problemas escolares numa estratégia, já que as decisões e ações já foram previamente definidas pelos gestores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto na gestão participativa, a participação está relacionada ao envolvimento da comunidade em que a escola está inserida, senão em todas, mas na maioria das ações e decisões escolares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessas considerações tecidas me ponho a pensar a respeito da gestão que temos nas escolas. Que gestões são essas? Será que existe verdadeiramente, gestão participativa nas escolas? Será que a direção da Rede Estadual de Cipotânea tem uma gestão participativa? O que os professores e funcionários acham da gestão da E.E. José Dias Pedrosa, da cidade de Cipotânea?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já foi dito anteriormente, na escola democrática, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso da gestão e concretização dos objetivos por ela propostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, a democracia está associada ao conceito de participação. PROCAD (2001),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação para uma pedagogia crítica, é transformar a escola em espaço público em que diferentes vozes tenham possibilidade de articular seus discursos, estabelecendo um diálogo no qual as diferenças sejam respeitadas, tendo como objetivo a busca do bem coletivo (p.101).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa pesquisa pretendo abrir novos horizontes que me ajudem a construir novos conhecimentos sobre gestão participativa.</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 02 Aug 2009 19:17:40 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Em Xopotó não havia feira e não há até hoje. As bolsas </title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1797169</link>
            <description>Em parceria com o jornal infonline cultural chopotó republicamos o texto de Nezito Reis, nascido em Cipotânea MG. Tirado do site:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.jornalexpress.com.br%2Fnoticias%2Fcadernos.php%3Fid_jornal%3D16495%26amp%3Bcaderno%3D01&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.jornalexpress.com.br/noticias/cadernos.php?id_jornal=16495&amp;amp;caderno=01&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nezito Reis na Trajetória de Azambuja Calado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Xopotó não havia feira e não há até hoje. As bolsas ele levava para Lafaiete, Barbacena, Juiz de Fora, São João e outras cidades da redondeza. Algumas vezes acompanhei meu tio pelas andanças de vendedor. Vendíamos todas as bolsas e voltávamos com algum dinheiro.&lt;br /&gt;Falar de Brejaúba, saudades, muitas saudades!&lt;br /&gt;Quando ando, não escrevo. Sentado nesta pedra fria não consigo me concentrar. A julgar pelo barulho do outro lado da rua deve ser samba ou pagode, sei lá.&lt;br /&gt;Quando cheguei a Sampa passei maus bocados, sem ter ninguém, à procura de emprego. Época dura: ditadura, repressão, preconceito, etc. Na Brejaúba, no Vaivém, ainda pequenos, usávamos camisola11, os meus primos e eu, morando em local quase ermo. Visitando mais que visitado. De camisola ou não. Não faz diferença, a roupa era apenas para cobrir o sexo ou não pegar resfriado.&lt;br /&gt;Pra evitar verme, piolho, bicho-de-pé12 , picada de cobra, camisola não servia. Pisando em bosta de bois, descalço, montando bezerros em folia, na casa de Chico Arantes, irmão de minha avó. Todos nós corríamos&lt;br /&gt;Página 14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - Bolsa de Palha- Artesanato de palha de milho, muito popular, e que vem de várias gerações em Cipotânea.&lt;br /&gt;11 - Camisola - Aqui Camisola não era apenas para dormir. Meninos e meninas usavam-nas o tempo todo. Esse tipo de roupa era confeccionado com sacos de farinha.&lt;br /&gt;12 - Bicho-de-pé - Inseto cuja fêmea, fecundada, penetra na pele do porco e do homem.</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 02 Aug 2009 18:55:44 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>carta ao governador</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1788765</link>
            <description>Sr. Governador,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de crianças jovens na periferia estão carentes, o batalhão do comando de choque repreendeu a juventude despercebida na depredação da passagem. Metropolitano colonialismo. O megalomaníaco sistema atual que transporta milhões de vidas para seus bolsos rechonchudo. A vida violada dos passageiros desta terra destronada. País existem para torturar? Cidadão é para ser torturado?&lt;br /&gt;Em finais de semana, a maioria, sem dinheiro para dirigir aos centros comerciais, aos olhos atuais tudo contém, tudo contado, conta mal repartida. Cálculo da nova cidade grande, matemática?&lt;br /&gt;Nossa juventude quer paz, sente-se agredida pela tortura que sofreram. Máquinas dolorosas, prometeu trabalho. Leis decretadas pelos tribunais de justiça do patrão que dirige sua faina usurpando. Desejos não são necessários? Necessidades são coisas necessárias?&lt;br /&gt;Luta de forças, desejos reprimidos explodem em agressividade instintiva, domínio da sobrevivência. O animal apartado, fica arredio, domesticado, fácil de dominar, assim faz o adestrador.&lt;br /&gt;A revolução começa com a radicalização de nossa energia, nossa raiz é o problema do mal – mal distribuído, mal passado, mal vendido, mal remunerado, vida má, mal a mal. A má educação nos torna vítima de atrozes preconceitos, equívocos. Sacos cheios de vida despedaçada. Sonhos tristes na escola. Doce sabor da leitura, perdeu-se a sensibilidade do paladar. Supostos saberes, violência da imaginação. O espaço livre encarrega de assumir o ser em todas as suas atuações como co-participador com o outro e a tudo que a ele envolve.&lt;br /&gt;Professores? Alunos? Como disse a poeta: não os deixe jogado às traça. Tamanha crueldade, filhos abandonados. Grandes castelos em tempos financeiros, espaço público negado, templos heróicos já se foram... O acesso a participação com a coisa sagrada tornou-se tabu, profana. Calaram as vozes dos profetas e foram para à festa, fazendo campanha pró-festa. Vejam as muralhas pintadas, sujas vozes falam no espaço democrático. Enquanto tivermos isso, não teremos aquilo...&lt;br /&gt;Areté, consubstanciação, ou melhor, não quer dizer nada atualmente. “Perca de tempo” que os filósofos dedicam suas vidas. O povo pede paz, o filósofo pede a guerra. Vida eslava, forasteira na própria terra. O que prevalece na ordem concreta das idéias?&lt;br /&gt;Não vejo com bons olhos essa educação. LDB - Alguma coisa cheira mal. Livro didático burlar. Vejo a guerra galopando por esses morros escassos de vida. cheio de miséria. Espaço geográfico, real, existente, estado absoluto de desprezo. Penumbra do filho expatriado, abandonado pela mãe. Desconfiamos dessa coisa rançosa, insular da Res Pública. Uma quantidade de morfina ideológica foi aplicada em seringas cúbicas de imagens. Áudio tele telas. Tudo se mistura como no liqüidificador. Escolas fazem as grades curriculares (Cu ridiculares). Consumidores atualizados de idéias atuais. Nisso o filósofo exige autenticamente de ser chamado de “louco”. Leitura fúnebre faço desse velório, basta ver os números. Nunca e sempre, liberdade do espírito livre dos pastores bíblicos que em colinas deixavam suas noventa e nove ovelhas e iam na busca de uma única ovelha. Tenho notado coisas estranhas, seu governador, sinto calafrio, a vida está semi-árida, sento arrepio.&lt;br /&gt;Realmente estou pensando em tramar um golpe suicida nesse palácio. Acho que deves prestar queixa amanhã, se possível hoje. Telejornal noticia: professor da escola pública explodiu-se preso a bombas no Palácio da Liberdade, contradição sistemática das palavras “era louco”, professor de filosofia. Ainda sinto na imaginação fértil, uma prerrogativa que essa carta cheira mal. Pressinto que poderei estar nas capas de jornais e revistas. Tudo depende do comércio e do golpe subornado. Espécie humana, figura trágica, responsabilidade na vitalidade do saber viver. O caso poderá tornar-se interessante, sem inter esse e estratégias do ensino. Não cantar sonhos, medir notas mínimas.&lt;br /&gt;Sr. não é nenhum Senhor. Aproveitei esta para dizer-lhe que absurda estupidez humana vivemos. Peço com ordem imperativa a renda justa e digna para se viver nesse mundo capitalista global, opressor da heterogeneidade, inibidor de pensamentos.&lt;br /&gt;Enquanto comandantes do poder posam em colunas sociais de festas chiques e bacanas, “ a vaca já foi para o brejo”, assim diz o ditado. O nosso vale já secou, não restando nenhuma fonte. Afinal governador, governa a dor.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fsites.google.com%2Fsite%2Fcaosmineir%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://sites.google.com/site/caosmineir/&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 18:14:25 UT</pubDate>
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            <title>Veja mais outras notícias no Xopotó Cipotânea Wordpress.c</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1788734</link>
            <description>&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fxopoto.wordpress.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://xopoto.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui é o blog chopoto com muita poesia, debate e des-arte.Chopotó significa cipó amarelo,ou xopotó. Por falar nisso,Caetano P. Trindade, filósofo natural de Cipotânea é o nosso moderador que coordena esta idéia de manter avante o verbo in verso versus on-on-laine. Apoio jornal caverna mineira, Centro cultural brejaúbapoesias e a entidade xopotó cursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fcipotaneativa.ning.com&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://cipotaneativa.ning.com&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 17:48:26 UT</pubDate>
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            <title>A região Viçosa engloba, além de Cipotânea, os municípi</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1739138</link>
            <description>A região Viçosa engloba, além de Cipotânea, os municípios de Viçosa, Teixeiras, Senhora de Oliveira, São Miguel do Anta, Rio Espera, Presidente Bernardes, Porto Firme, Piranga, Pedra do Anta, Paula Cândido, Lamim, Ervália, Coimbra, Canaã, Cajuri, Brás Pires, Araponga, Amparo do Serra e Alto Rio Doce. Esse município mineiro fica na região Sudeste brasileira. Para comprar algum produto, efetuar uma venda, lazer e saúde, os moradores de Cipotânea, optam em fazê-los principalmente nas cidades: Conselheiro Lafaiete, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Barbacena. A cidade de Cipotânea possui uma área de 153,435 km². Situado na região Zona da Mata, este município do estado de Minas Gerais possui aproximadamente 6539 habitantes. (fonte: IBGE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fpoetadabrejauba.blogspot.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://poetadabrejauba.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rio Piranga, notadamente pelos arraiais de Guarapiranga (Piranga), Senhora de&lt;br /&gt;Oliveira, Brás Pires, Calambau (Presidente Bernardes), São Caetano (Cipotânea),&lt;br /&gt;São José (Alto Rio Doce) e Rocha (Senador Firmino)154. A segunda e a terceira&lt;br /&gt;entradas se localizavam no Termo de São José (Comarca do Rio das Mortes).&lt;br /&gt;Uma era pela freguesia de Itaverava, também no vale do rio Piranga,&lt;br /&gt;especialmente pelos arraiais de Itaverava, Noruega (Catas Altas da Noruega),&lt;br /&gt;Espera (Rio Espera) e Lamim. A outra pela Borda do Campo, no alto vale do rio&lt;br /&gt;das Mortes e Pomba, de onde se penetrava pelos arraiais de Igreja Nova&lt;br /&gt;(Barbacena), Borda do Campo, Senhora dos Remédios e Melo (Desterro do&lt;br /&gt;Melo).</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Thu, 28 May 2009 06:26:23 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O rio Piranga, notadamente pelos arraiais de Guarapiranga</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1738427</link>
            <description>O rio Piranga, notadamente pelos arraiais de Guarapiranga (Piranga), Senhora de&lt;br /&gt;Oliveira, Brás Pires, Calambau (Presidente Bernardes), São Caetano (Cipotânea),&lt;br /&gt;São José (Alto Rio Doce) e Rocha (Senador Firmino)154. A segunda e a terceira&lt;br /&gt;entradas se localizavam no Termo de São José (Comarca do Rio das Mortes).&lt;br /&gt;Uma era pela freguesia de Itaverava, também no vale do rio Piranga,&lt;br /&gt;especialmente pelos arraiais de Itaverava, Noruega (Catas Altas da Noruega),&lt;br /&gt;Espera (Rio Espera) e Lamim. A outra pela Borda do Campo, no alto vale do rio&lt;br /&gt;das Mortes e Pomba, de onde se penetrava pelos arraiais de Igreja Nova&lt;br /&gt;(Barbacena), Borda do Campo, Senhora dos Remédios e Melo (Desterro do&lt;br /&gt;Melo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mapa da Comarca de Vila Rica de 1778, confeccionado por José Joaquim da Rocha na&lt;br /&gt;sua obra Geografia Histórica da Capitania de Minas Gerais (1995), aponta um caminho ligando o&lt;br /&gt;antigo arraial de Guarapiranga ao de São Manoel dos Coroados, passando pelos distritos de São&lt;br /&gt;Caetano e São José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O percentual de pessoas com rendimentos mensais inferiores à linha de&lt;br /&gt;pobreza no ano de 2000, ou seja, abaixo de 1/4 do salário mínimo (R$ 75,50), está&lt;br /&gt;representado na Figura 570. A insuficiência de rendimentos era extremamente&lt;br /&gt;elevada em dezenove municípios das microrregiões de Viçosa e Ponte Nova, com&lt;br /&gt;55 a 67% da população pobre. Nos municípios da parte Centro-Sul, a pobreza&lt;br /&gt;também se manifesta, porém em menor grau. No intervalo citado havia apenas&lt;br /&gt;um município (Dores do Turvo), localizado na microrregião de Ubá. Todavia, no&lt;br /&gt;grupo com 42 a 54% da população pobre destacaram-se treze unidades&lt;br /&gt;administrativas, distribuídas entre as microrregiões de Juiz de Fora e Ubá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.jornalexpress.com.br%2Fnoticias%2Fprimeira.php%3Fid_jornal%3D16495&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.jornalexpress.com.br/noticias/primeira.php?id_jornal=16495&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Wed, 27 May 2009 13:19:09 UT</pubDate>
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            <title>Em Cipotânea pode se comprometer com a economia Solidária.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1735400</link>
            <description>Aos Fóruns Locais de Economia Solidária (Estaduais, Microrregionais e Municipais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretaria do FBES está recebendo ligações de diversas prefeituras solicitando a carta de comprovação para o Edital do PAA (SESAN/MDS), onde a prefeitura compromete a realizar ações com fórum de economia solidária (municipal, microrregional e/ou estadual).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos orientando as prefeituras para que procurem os fóruns estaduais, municipais ou microrregionais para dialogarem a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, antes de emitir ou não uma carta às prefeituras, seria interessante os Fóruns Locais aproveitarem esta oportunidade e atentarem a dois critérios para tomar esta decisão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedir para a prefeitura um ofício demonstrando de que forma ela pretende envolver o Fórum Local nas suas ações do edital e se comprometer realmente a fortalecer o fórum local. Assim, se este ofício de comprometimento e de proposição de ações da prefeitura for julgado consistente pelo Fórum Local, ele pode enviar a carta que a prefeitura está solicitando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solicitar à Prefeitura um resumo da proposta que ela está preparando para o Edital, para que o Fórum Local possa analisar se a proposta é politicamente afinada com as deliberações da IV Plenária, da I Conferência Nacional, e com os princípios e valores defendidos na carta de princípios e plataforma do FBES. &lt;br /&gt;mais Info:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.fbes.org.br&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.fbes.org.br&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 24 May 2009 07:06:23 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>por onde andam as folias de Reis?em cipotânea e regiao!</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1715283</link>
            <description>por onde andam as folias de Reis? Há tempo que näo vemos um festival de bandas de congada na regiäo. Em Itaverava o jornal Caverna Mineira apoiou a festa, publicando artigo. Aos interessandos de Cipotânea regiäo basta entrar em contato conosco ou diretamente com o Editor do jornal, o Filósofo Adailton Moreira e a Profa. Juliana Conti em Rio Espera. O jornal também pede uma colaboracäo, seja qual seja.&lt;br /&gt;Temos a certeza que esta idéia terá sucesso e deixará registrado a memória e a cultura regional.&lt;br /&gt;Apoio Jornal vale do Xopotó&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.jornalexpress.com.br%2Fnoticias%2Fprimeira.php%3Fid_jornal%3D16495&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.jornalexpress.com.br/noticias/primeira.php?id_jornal=16495&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 03 May 2009 11:34:21 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Republicamos o texto em homenagem ao bispo cipotaneano</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1705781</link>
            <description>DISCURSO DA VEREADORA MARIA GORETE TOLEDO, PRONUNCIADO DURANTE SOLENDIADE DE ENTREGA DE TÍTULO DE CIDADÃO TAUBATEANO AO BISPO EMÉRITO DE TAUBATÉ, D. ANTONIO AFONSO DE MIRANDA, REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL NO DIA 16 DE AGOSTO DE 2006:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No arraial de Xopotó, depois São Caetano do Xopotó e finalmente Cipotânea, localizado no centro de Minas Gerais, a pouco mais de quinze léguas de Barbacena, no dia 14 de abril de 1920, nasceu Antonio Affonso de Miranda, filho de José Afonso dos Reis e de Maria das Dores Miranda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À guisa de curiosidade, citamos que hoje Cipotânea é reduto do artesanato com a palha de milho, onde vira flores, bonecas e móveis de brinquedo. Município de população pobre, pelo menos 100 famílias trabalham com a produção de palha de milho, sendo que esta vale mais que o próprio cereal. As mulheres se organizaram em cooperativas e voam na frente em termos de empreendimentos, ganhando mais que os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1929, o homenageado mudou-se para Mercês com sua família, onde seu pai dedicou-se ao comércio, cujo estabelecimento iniciado por ele existe até a presente data, hoje aos cuidados de sobrinhos do homenageado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também por curiosidade, citamos que Mercês, em 1831, era distrito do Município de Rio Pomba e contava com 1974 pessoas, sendo 631 escravos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Antonio fez sua primeira comunhão aos 8 anos e aos 10 era coroinha na Paróquia de Mercês. Iniciou seus estudos primários em São Caetano do Xopotó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o desejo de ser sacerdote de seu pai, que acabou optando pelo casamento, bem como do irmão mais velho Geraldo, que inclusive chegou a estudar teologia, e dos quais recebeu todo incentivo, surgiram os primeiros sinais de sua vocação religiosa, isto por volta dos 7 ou 8 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de completar 13 anos entrou para Seminário Apostólico dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, em Manhumirim-MG.&lt;br /&gt;Após freqüentar o curso de Humanidades e Filosofia no Seminário Apostólico de Manhumirim-MG, entre os anos 1933 e 1941, e o curso de Teologia do Seminário Central de Belo Horizonte de 1942 a 1945 SDN, foi ordenado sacerdote na capital do Estado das “alterosas”, ou seja, Belo Horizonte, no dia 1º de novembro de 1945.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi diretor do Seminário São Rafael de Dores do Indaiá-MG, entre os anos de 1949 a 1952 e pároco na mesma cidade no período de 1961 a 1971. Foi Superior Geral da Congregação dos Missionários de Nossa Senhora do Ss. Sacramento – Manhumirim-MG de 1952 a 1961. Redator do Jornal “O Lutador”, de Manhumirim – 1946/1949. Fundador e Redator da Revista “Luzes”, de Dores do Indaiá. Diretor do Colégio Estadual “Francisco Campos”, de Dores do Indaiá-MG entre os anos de 1966 a 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi consagrado bispo em Mercês no dia 27 de dezembro de 1971 com o lema “De Uno Pane” (De um só pão); Foi bispo da Diocese de Lorena no período de 1972 a 1977; Membro da Comissão representativa do Regional Sul I da CNBB; membro do Conselho Administrativo da PUC de São Paulo de 1972 a 1970; Bispo Administrador Apostólico de Campanha-MG ( 1977 a 1981); delegado brasileiro na Conferência Latino-Americana de Puebla, no México, no ano de 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomou posse como bispo da Diocese de Taubaté, em setembro de 1981 e permaneceu até agosto de 1996, quando sua renúncia foi aceita pelo Vaticano, em virtude de sua idade -75 anos à época - do pedido, tornando-se então Bispo Emérito de Taubaté.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Antonio Afonso de Miranda é membro da Academia Taubateana de Letras, e entre suas obras temos: “Padre Júlio Maria, sua vida e sua missão” (Ed. O Lutador – 1947): “Meditações Marianas” (Ed. O Lutador – 1955 e 1957); “Catecismo dos Noivos” (Ed. O Lutador – 12 edições, de 1954 a 1960); “Doutrina Eucarística” (Ed. O Lutador – 1955 e 1957); “Teologia Sacramentina do Pe. Júlio Maria” (Ed. O Lutador – 1961); “Nossa Senhora das Graças – Estudo doutrinário. Ed. O Lutador – 1958 e Ed. Paulina – 1960); “Gênesis, romance das origens” (Ed. O Lutador – Belo Horizonte – 1960); “O que é preciso saber sobre os sacramentos” (Ed. Santuário – 1980); “Vocações, Ministérios e Carismas” (Ed. Santuário – 1983); “Conversando sobre Educação Sexual” (Ed. Santuário – 1984); “A Constituição e a Família” (Ed. Santuário- 1987); “Pe. Júlio Maria, testemunho de uma nova igreja” (Tipografia Escola Profissional de Pouso Alegre-MG – 1978); “O que é preciso saber sobre a Renovação Carismática” (Ed. Santuário – 1992); “Sexualidade, Matrimônio e Família” e “Moral, Consciência e Pecado” (Ed. Salesiana D. Bosco – SP – 1980); Coleção “O que é preciso saber sobre os Mandamentos” – 5 opúsculos – Ed. Santuário – 1996); “Transpondo as fronteiras do Ecumenismo” (Ed. Santuário – 1996). Tem participações periódicas nos jornais “O Lutador”, “O Taubateano” e “O Lábaro”, da Diocese de Taubaté.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por 15 anos ininterruptos (1981 – 1996), foi o pastor da Diocese de Taubaté, dedicando inteiramente à Igreja Católica local tal período de sua vida. Como emérito, poderia optar por residir em qualquer cidade de sua preferência, mas aceitando convite de Dom Carmo João Rhoden, continua residindo em nossa cidade, para alegria de seus inúmeros amigos, admiradores e sociedade local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 29 de outubro de 2005, Dom Antonio comemorou 60 (sessenta) anos de sacerdócio, e o fez nesta cidade que ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado, nosso Deus, porque pusestes D.Antonio a serviço de seu rebanho nesta cidade, dando assim a todos nós a oportunidade de conhecê-lo, admirá-lo e amá-lo. Pela sua graça, pedimos que conceda-lhe ainda muitos anos de vida e saúde, para que este rebanho possa desfrutar por muito tempo de tão exemplar Pastor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao encerrarmos a leitura do currículo do homenageado, solicitamos à Sua Excelência Reverendíssima, o nosso Bispo Diocesano, Don Carmo João que nos fale um pouco do seu colega de Episcopado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Antonio, hoje, ainda que de forma um pouco tardia, é reconhecido oficialmente o seu grande mérito para com a nossa sociedade, e o muito que fez (e faz) por Taubaté nestes 25 anos de convivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimo-nos honrados e lisonjeados por termos tido a iniciativa da concessão do título de cidadania taubateana ao nosso homenageado, aprovado por unanimidade por todos os vereadores desta Casa, tornando D.Antonio Affonso de Miranda, o mais novo filho e quiçá, um dos mais elevados expoentes da terra de Jacques Félix.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TROVA PROFERIDA POR JUDITE DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao D. Antonio Afonso de Miranda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá no século passado,&lt;br /&gt;Nasceu aquele menino,&lt;br /&gt;Bem cedo, predestinado&lt;br /&gt;Para as coisas do divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu naquela cidade,&lt;br /&gt;No Arraial de Xopotó&lt;br /&gt;E desde a pequena idade,&lt;br /&gt;Era dos pais o xodó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os anos vão passando&lt;br /&gt;E o menino vai crescendo,&lt;br /&gt;O Bom Deus o acompanhando&lt;br /&gt;E ele aos poucos foi cedendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que veio o chamado&lt;br /&gt;Para o santo sacerdócio&lt;br /&gt;E Antonio predestinado,&lt;br /&gt;Segue em frente, sem divórcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua Belo Horizonte,&lt;br /&gt;Disse seu “sim”, ao Bom Deus,&lt;br /&gt;Que o marcou em sua fronte,&lt;br /&gt;Com todos desígnios seus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dotado de inteligência&lt;br /&gt;E muita capacidade,&lt;br /&gt;Segue com benevolência&lt;br /&gt;Nos passos da santidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquele sacerdote,&lt;br /&gt;Agora é Bispo da Igreja&lt;br /&gt;e como um grande holofote,&lt;br /&gt;traz luz, à nossa peleja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vindo para Taubaté,&lt;br /&gt;Foi nosso grande Pastor,&lt;br /&gt;Despertando muita fé,&lt;br /&gt;Com o seu grande fervor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo o peso da idade,&lt;br /&gt;Bispo Emérito ficou,&lt;br /&gt;Mas não deixou a cidade,&lt;br /&gt;O que muito nos honrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o título na mão&lt;br /&gt;E o peito ardendo de fé,&lt;br /&gt;D. Antonio é cidadão,&lt;br /&gt;Mais novo de Taubaté.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns D.Antonio Afonso de Miranda.”</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Thu, 23 Apr 2009 18:59:28 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Minas Gerais é o quarto maior estado do Brasil</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1694471</link>
            <description>Minas Gerais é o quarto maior estado do Brasil, com 586.624 Km2, superior em área à França e à Bélgica juntas. Mais da metade de seu território tem altitudes superiores a 600m. A montanha está intimamente ligada à alma de seus habitantes, os mineiros, um povo altivo, contemplativo, introspectivo e nem por isso menos acolhedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As serras serpenteiam por todas as direções e suas reservas minerais são incalculáveis, com destaque para o ferro, ouro, alumínio, manganês, zinco, quartzo, feldspato, nióbio, níquel... A agropecuária também tem presença decisiva na economia mineira, principalmente com a produção de leite e seus derivados. Agora uma nova porta se abre, o turismo, que encontra farto material natural e cultural nas várias regiões das Minas Gerais.&lt;br /&gt;	  	Montanhas de Ouro Preto e Profeta Joel (Aleijadinho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capital Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parque Nacional de Itatiaia (Itamonte, sul de Minas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado também é famoso por sua culinária simples, curiosa e deliciosa. Tanto é assim que conquistou o Brasil. Só para citar alguns exemplos: lombinho de porco assado, o tutu de feijão com torresmo e linguiça, o feijão tropeiro com couve refogada, a galinha ao molho pardo... Não podemos esquecer os quitutes: queijo de minas, broa de milho, doce de leite... Rica, tradicional, histórica: assim é a cozinha mineira, cujas receitas são encontradas em caderninhos às vezes seculares.&lt;br /&gt;Gruta de Maquiné (Cordisburgo - MG) 	  	&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos Remotos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1835 o dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-80), escolheu Minas como seu lugar para viver. Quis o destino que este médico, botânico e zoólogo se estabelecesse às margens de uma lagoa de águas milagrosas, que eram inclusive exportadas para a metrópole portuguesa. Na Freguesia de Nossa Senhora da Saúde da Lagoa Santa Lund fez preciosas descobertas acerca dos primeiros habitantes da região. Os primeiros mineiros, poderíamos dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As muitas grutas da região, como as hoje famosas Lapinha e Maquiné, eram pouco exploradas e não despertavam interesse dos escassos estudiosos. Ainda sabemos pouco sobre os homens primitivos, suas crenças e seus modos de vida. Entretanto Lund deu sua contribuição valiosa para que a história começasse a ser contada. Suas incursões pelas grutas e cavernas trouxeram das sombras indícios irrefutáveis de que a presença humana é muito longínqua. No sítio arqueológico de Lagoa Santa estão as segundas datações arqueológicas mais antigas do Brasil. Lund é considerado o pai da arqueologia brasileira por seu pioneirismo nos estudos da mastofauna pleistocência de Minas Gerais, pelo descobrimento e estudo do &amp;quot;Homem da Lagoa Santa&amp;quot; e por ter identificado cerca de 150 espécies de mamíferos fósseis. &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.idasbrasil.com.br&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.idasbrasil.com.br&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 12 Apr 2009 18:12:37 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Site direito do Estado</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1680069</link>
            <description>Veja aí o site&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.direitodoestado.com.br&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.direitodoestado.com.br&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sat, 28 Mar 2009 17:09:38 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>a história da FAZENDA. Vale a pena recordar o nome de fazen</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1679773</link>
            <description>Transcrito do site: &lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.pontenova.com.br%2Fcamara%2Fcidade.html&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.pontenova.com.br/camara/cidade.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DA FUNDAÇÃO DE PONTE NOVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1755, chegou á região Miguel Antônio do Monte Medeiros, com uma carta de sesmaria, datada de 27/02/1755, fundando, no ano seguinte, a fazenda da Vargem Alegre. Já em agosto de 1756, chega seu irmão, Sebastião do Monte Medeiros da Costa Camargo e funda a fazenda do Córrego das Almas, tendo assumido o comando das ordenações do Distrito de Ponte Nova.&lt;br /&gt;Fazenda Vau-Açu Em 1763, chega João do Monte Medeiros, recentemente ordenado padre, instalando a fazenda do Vau-Açu, dotando-a de uma &amp;quot;casa-sede&amp;quot;, uma senzala, um depósito e um curral de porcos. Ainda hoje persiste a construção, conhecida como sede da Usina Santa Helena. Junto com esses pioneiros, vieram vários outros sesmeiros, que foram expandindo o desenvolvimento regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agricultura e o comércio constituíram por muitos anos as principais ocupações dos habitantes. Em 1860 foi introduzido no município o primeiro engenho de açúcar, com moenda horizontal de ferro. Em 1886 inaugurou-se a Usina Anna Florência, que veio a consolidar, juntamente com outras usinas, uma fase de expressivo desenvolvimento agro-industrial, baseado na cultura da cana e sua transformação em açúcar e álcool. Com o declínio destas atividades, a partir dos anos 70, permaneceu apenas a Usina Jatiboca, no município de Urucânia, emancipado de Ponte Nova.Com o padre João do Monte, vieram sua mãe, D. Maria da Costa Camargo, e sua irmã, Catharina do Monte, que formaram as fazendas Santa Rita e Mata-Cães, respectivamente. Com a morte da matriarca dos Monte Medeiros, na década de 60 daquele século, sua fazenda passa a seus filhos, por herança. Em seguida, o padre João solicita ao bispado de Mariana autorização para construir uma capela, que foi conferida em 1º de julho de 1770. Depois de seis meses, a capela é erguida no local onde hoje se encontra a Matriz de São Sebastião, antes denominada capela de São Sebastião e Almas de Ponte Nova. Com esse fato, nosso então arraial adquiriu personalidade canônica, que determinou, jurídica e administrativamente, a situação do lugar. Um documento antigo relata: &amp;quot;O padre, não se limitando em erigir e paramentar o templo, dota-o também de um cemitério e doa à Igreja uma porção de terra, desmembrada de sua fazenda, em 15/12/1770, atitude que permitiu o surgimento de Ponte Nova, dentro dos padrões da época, inserida no contexto da província. Este dia deveria ser, portanto, a data correta da fundação de Ponte Nova e deveria ser comemorado como tal, reverenciando a memória daquele que, com seu desprendimento e idealismo, a fundou&amp;quot;. Sobre o fundador de Ponte Nova, pode-se dizer que era homem austero, de gênio forte e indômito. Sabe-se que suas respostas eram cheias de dignidade e de respeito, mas francas, argüindo personalidade feita e caráter de boa têmpora. Ele nasceu no dia 08/08/1730, em São Caetano de Mariana, sendo o quarto filho do alferes João do Monte Medeiros e de D. Maria da Costa Camargo. Há notícias de que o padre João administrava suas terras com muita fibra e energia e que dava exemplo aos seus escravos de como deveriam trabalhar, a ponto de pegar literalmente &amp;quot;na enxada&amp;quot;. Não se sabe ao certo quando faleceu e nem onde repousam seus restos mortais, se sob o altar da capela de Ponte Nova - aquela mesma que ele construiu ou em um pequeno cemitério de uma das fazendas da família, provavelmente a do Córrego das Almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS PRIMÓRDIOS DA CIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o declínio irreversível da produção do ouro, por volta dos anos 1741 a 1761, muitos mineiros passaram a procurar outras atividades de subsistência. A mão-de-obra foi, cada vez mais, sendo absorvida com o extrativismo do diamante, com a lavoura e com a criação de gado. Desse modo, foram sendo instaladas fazendas em número crescente e, já em 1785, o plantio de cana se tornou comum entre os fazendeiros da região. Inicialmente fabricava-se o açúcar mascavo, o açúcar-de-forma e aguardente, por meio de pequenos engenhos verticais, muito rudimentares e movidos por rodas d'água. Remonta a esse período o início das atividades de plantio de cereais e de pecuária. É dessa época o início da construção de um pequeno núcleo habitacional sendo formado ao redor da capela &amp;quot;primeva&amp;quot;, com moradias de maior porte e de arquitetura um pouco mais trabalhada. No novo povoado, dois segmentos distintos possuíam moradia: os proprietários de terras e os prestadores de serviços (comerciantes, alfaiates, carpinteiros etc.). Provavelmente, uma das primeiras ruas a ser delineada foi a atual avenida Caetano Marinho. Ainda nesta fase, nota-se a presença constante de índios - os botocudos, que eram uma ameaça às fazendas contra as quais produziam ataques sistemáticos. Os puris eram mais pacíficos e já aceitavam se agregar às fazendas, mantendo diversas aldeias nas proximidades, entre elas uma no alto do morro do Pau d’Alho, onde hoje se encontra o Colégio Salesiano Dom Helvécio. A partir de 1781, depois que assumiu o Governo da Província de Minas Gerais Dom Rodrigo José de Menezes, os caminhos e estradas para nossa região foram sendo melhorados e foi construída uma ponte sobre o Piranga, em substituição à anterior, uma das primitivas pontes. A construção da nova ponte, bem mais ampla, segura e &amp;quot;de bom alvitre&amp;quot;, aumentou em muito o fluxo de viajantes por toda a área, com o incremento das relações comerciais em diversos sentidos. Há registro de que os primeiros povoadores de Ponte Nova &amp;quot;de que se tem notícia certa&amp;quot;, foram os Monte, os Lanna-Marinho, os Toledo, os Toledo-Pisa, os Godói e os Romeiro. Depois, no decorrer dos anos, muitas outras famílias foram se transferindo para cá, contribuindo com a definitiva formação do lugar, mercê de sua intensa participação no crescimento e progresso da região. Como visto, fica plausível o caráter eminentemente agro-pastoril que caracteriza os fundadores dessas plagas - todas as famílias que ajudaram a escrever as primeiras páginas da história da cidade, história essa que se confunde com a história da FAZENDA. Vale a pena recordar o nome de fazendas antológicas como as do Pontal, Xopotó, do Engenho, da Paciência, Quebra-Canoas, dos Quartéis (região atual de Amparo do Serra), entre outras. As grandes fazendas se estabeleceram e com elas veio o &amp;quot;grande ciclo da cana, e do café, em menor proporção&amp;quot;, e demonstraram a vocação agrícola de Ponte Nova e região. Eram produtos com cotações que subiam cada vez mais no mercado de produção. Dos oriundos da cana, o açúcar era o que liderava as expectativas, garantindo o comércio externo e bons preços em Mariana e Ouro Preto. Isso na segunda década de século XIX. Ficou dito que o nosso açúcar chegava a mercados distantes, como, na época, o de Barbacena. A produção de aguardente, então, era quase toda consumida na região, muito apreciada pelos trabalhadores braçais e o excedente da produção do arraial era comercializado em Barra Longa, Furquim, Mariana e Ouro Preto, principalmente, transportado por tropas de burros. Atualmente, Ponte Nova busca novos caminhos de desenvolvimento. A suinocultura, muito desenvolvida na região e uma das mais tecnificadas do país, deu origem ao Frigorífico Industrial Vale do Piranga (Frivap), que está sendo implantado no município por um grupo de suinocultores, com apoio do Estado, da Câmara e da Prefeitura. O comércio atacadista de armarinhos é outro segmento importante para a geração de emprego e renda, distribuindo produtos em todos o país, em cerca de 6.500 localidades e com mais de 80 mil clientes cadastrados. No setor de serviços destaca-se a saúde, com vultosos investimentos em modernização tecnológica pelos hospitais particulares, que mantêm planos se saúde em ampla rede nacional, implantação da gestão plena pelo SUS e do Hemominas regional, além da existência de Consórcio Intermunicipal de Saúde com sede em Ponte Nova. O município sedia também a Região Administrativa do Vale do Piranga e a Associação dos Municípios do Vale do Piranga (AMAPI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTE NOVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefeito Municipal - José Silvério Felício da Cunha&lt;br /&gt;Vice-Prefeito - Baltazar Antonio Chaves&lt;br /&gt;Secretário Municipal de Fazenda - Eduardo Gomes Rodrigues Bemfeito&lt;br /&gt;Secretário Municipal de Obras - Geraldo Felício da Cunha&lt;br /&gt;Secretária Municipal de Saúde - Sandra Regina Brandão Guimarães&lt;br /&gt;Secretária Municipal de Educação - Ester Maria Silva Guimarães&lt;br /&gt;Secretário Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Meio Ambiente - Halaor Xavier de Carvalho&lt;br /&gt;Assessor de Planejamento e Coordenação Geral - Geraldo Felício da Cunha&lt;br /&gt;Secretário Municipal de Administração - Luís Pereira Alvarenga&lt;br /&gt;Assessor Jurídico - Francisco Rodrigues da Cunha Neto.&lt;br /&gt;Coordenador Geral do PROCON - Marco Túlio Salomão Lanna&lt;br /&gt;Secretária Municipal de Assistência Social - Maria de Fátima Alves Costa Pereira.&lt;br /&gt;Presidente da Fundação de Assistência à Juventude e Infância - Jussara Gonzaga Belico da Cunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fcipotaneativa.ning.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://cipotaneativa.ning.com/&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sat, 28 Mar 2009 09:51:51 UT</pubDate>
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            <title>A distância entre os dois aldeamentos era grande e a penosa</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1671246</link>
            <description>Os primeiros contatos com esses indígenas foi realizado pelo Coronel Guido Tomaz Marliére,&lt;br /&gt;comandante das Divisões Militares do Rio Doce e Encarregado da Civilização e Catequese dos índios.&lt;br /&gt;Nomeado por D. João VI. Diretor-Geral dos índios, o ex-oficial francês instalou seu quartel general no&lt;br /&gt;lugar denominado Serra, da Onça. Em conseqüência, intensificou-se o tráfego entre Serra da Onça e os&lt;br /&gt;primitivos aldeamentos do Presídio de São João Batista (hoje Visconde do Rio Branco).&lt;br /&gt;A distância entre os dois aldeamentos era grande e a penosa, jornada se fazia por uma estreita&lt;br /&gt;picada aberta na mata virgem pelos índios da Serra da Onça Marliére fez então, construir, nas margens&lt;br /&gt;do rio Chopotó, um rancho de sapé para abrigar aqueles que se serviam dessa única via de&lt;br /&gt;comunicação.&lt;br /&gt;Com o correr dos anos e à medida que os índios iam se civilizando, formou-se um núcleo de&lt;br /&gt;povoamento que deu origem ao arraial, então conhecido por Arraial do Rancho de Sapé e mais tarde&lt;br /&gt;Arraial do Sapé, simplesmente.&lt;br /&gt;Com o crescimento da população constituiu-se um patrimônio público para ereção da igreja, em&lt;br /&gt;terrenos doados pelos primitivos habitantes.&lt;br /&gt;Em 1851, a povoação foi elevada a distrito de paz e cinco anos depois tornou-se freguesia&lt;br /&gt;Santana do Sapé.&lt;br /&gt;Em 1928, as Câmaras Municipais de Ubá, Pombas, Visconde do Rio Branco e Cataguases,&lt;br /&gt;fizeram erigir, na Serra da Onça, no local onde foi sepultado Guido Tomaz Marliére, um monumento que&lt;br /&gt;guarda a urna com os restos mortais do grande pioneiro da catequese dos índios.&lt;br /&gt;Em 1943, o distrito do Sapé teve seu nome modificado para Guidoval, em homenagem a seu&lt;br /&gt;fundador, e em 1948 obteve a autonomia administrativa.&lt;br /&gt;Formação Administrativa e Judiciária&lt;br /&gt;Em l851, pela Lei provincial nº 538, foi criado o distrito de paz, com o nome de Sapé de Ubá.&lt;br /&gt;A freguesia, com a denominação de Santana do Sapé, deve sua criação à Lei provincial nº 758.&lt;br /&gt;de 2 de maio de 1856. Pela Lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, o nome do distrito foi&lt;br /&gt;simplificado para Sapé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fbrejaubapoesias.ning.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://brejaubapoesias.ning.com/&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Fri, 20 Mar 2009 00:19:06 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>a Zona da Mata era habitada por índios botocudos e puris.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1671232</link>
            <description>A mesorregião da Zona da Mata é uma das doze mesorregiões do estado brasileiro de Minas Gerais, formada por 142 municípios agrupados em sete microrregiões. Situa-se na porção sudeste do estado, próxima à divisa dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da colonização, a Zona da Mata era habitada por índios botocudos e puris. Embora percorrida por alguns bandeirantes no século XVII, seu povoamento iniciou-se no século XVIII pelas localidades situadas às margens do Caminho Novo, mas de forma tímida, uma vez que a Coroa Portuguesa proibia a ocupação da região, então chamada de &amp;quot;Sertões do Leste&amp;quot; [1]. Com a decadência da produção aurífera, vários exploradores e suas famílias se deslocaram das vilas mineradoras para a Zona da Mata. O povoamento foi fortemente impulsionado ao longo do século XIX pela expansão da lavoura cafeeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mata Atlântica era originalmente a cobertura vegetal dominante, fato do qual deriva o nome da Zona da Mata. A floresta, entretanto, foi fortemente devastada e atualmente é restrita a exíguas áreas nos pontos mais elevados. O relevo da região é rugoso com altos morros. Na Serra de Caparaó, divisa com o Espírito Santo, situam-se o Pico da Bandeira e o Pico do Cristal. Pelos vales da Serra da Mantiqueira correm os principais afluentes da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul, como o Rio Paraibuna, o Rio Pomba e o Rio Muriaé, e, ainda, o Rio Carangola, sub-afluente do Rio Paraíba do Sul. A porção norte da região é banhada por alguns dos principais formadores e afluentes do Rio Doce, como os rios Piranga, Xopotó, Casca e Manhuaçu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na economia da Zona da Mata destacam-se as indústrias, a criação de gado leiteiro e plantações de cana-de-açúcar, café, milho e feijão. A região é servida por importantes rodovias federais, tais como BR-040, BR-116, BR-262,BR-267 e BR-482. A região também é cortada pelas antigas ferrovias Central do Brasil e E.F. Leopoldina.&lt;br /&gt;Microrregiões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Cataguases &lt;br /&gt;    * Juiz de Fora&lt;br /&gt;    * Manhuaçu&lt;br /&gt;    * Muriaé&lt;br /&gt;    * Ponte Nova&lt;br /&gt;    * Ubá&lt;br /&gt;    * Viçosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores cidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Juiz de Fora - 517.029 habitantes&lt;br /&gt;    * Muriaé - 95.548 habitantes&lt;br /&gt;    * Ubá - 94.228 habitantes&lt;br /&gt;    * Manhuaçu - 74.297 habitantes&lt;br /&gt;    * Viçosa - 70.404 habitantes&lt;br /&gt;    * Cataguases - 68.298 habitantes&lt;br /&gt;    * Ponte Nova - 57.344 habitantes&lt;br /&gt;    * Leopoldina - 52.798 habitantes&lt;br /&gt;    * Santos Dumont - 48.137 habitantes&lt;br /&gt;    * Além Paraíba - 33.495 habitantes&lt;br /&gt;    * Carangola - 32.068 habitantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: IBGE/2007 - Índice de Desenvolvimento Humano (IDH - 2000) das maiores cidades da Zona da Mata Mineira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Juiz de Fora – 0,828&lt;br /&gt;    * Viçosa – 0,809&lt;br /&gt;    * Cataguases - 0,794&lt;br /&gt;    * Carangola – 0,783&lt;br /&gt;    * Leopoldina – 0,778&lt;br /&gt;    * Além Paraíba – 0,777&lt;br /&gt;    * Manhuaçu – 0,776&lt;br /&gt;    * Ubá – 0,773&lt;br /&gt;    * Muriaé – 0,773&lt;br /&gt;    * Ponte Nova – 0,766&lt;br /&gt;    * Santos Dumont – 0,766&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. ↑ André Figueiredo Rodrigues. Os sertões proibidos da Mantiqueira: desbravamento, ocupação da terra e as observações do governador dom Rodrigo José de Meneses. Página visitada em 10 de dezembro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fcipotaneativa.ning.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://cipotaneativa.ning.com/&lt;/a&gt;</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Fri, 20 Mar 2009 00:08:19 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Mais de 50 cidades mineiras não contam com médico cipotane</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1612038</link>
            <description>Mais de 50 cidades mineiras não contam com médicos para atender a população em tempo integral. Muitos municípios apenas mantêm contratos para prestação de serviços, algumas vezes por semana, e há locais em que o socorro aos moradores só chega quando a ambulância funciona. O levantamento em Minas foi feito pelo Núcleo de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Minas Gerais (Nescon/UFMG). Os números constam do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde. A realidade pode ser ainda mais dramática do que os dados apresentados pelo governo federal durante encontro nesta semana de integrantes da Aliança Global para Força do Trabalho, em Ouro Preto.&lt;br /&gt;Na Região Central, Desterro do Melo, com 3,2 mil habitantes, a 197 quilômetros da capital, apresenta situação semelhante. Não há nenhum médico que mora no local, mas, segundo o secretário Wagner Cimino Rosa, a atenção básica é oferecida por dois clínicos que moram em Cipotânea, a 50 quilômetros do trabalho. Há também especialistas como pediatra, psicólogo e ginecologista que mantêm contrato de prestação de serviço, para atender consultas programadas. “Apesar de nenhum deles morar aqui, temos duas equipes do Programa Saúde da Família (PSF) e oferecemos um número de consultas superior ao que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”, diz o secretário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Vermelho Novo, na Zona da Mata, a 219 quilômetros da capital, os 4,7 mil habitantes são atendidos por um pediatra, um clínico e um ginecologista que moram em Caratinga. “O acesso à nossa cidade é feito por estrada não-pavimentada. Há dificuldade em fixar profissionais, mas temos médicos que trabalham no PSF”, conta a enfermeira-chefe, Cristiane Rocha.</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Fri, 23 Jan 2009 08:08:24 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>resultados das eleicoes em cipotanea, veja na internet</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1570146</link>
            <description>Veja no site do TSE resultados  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.tse.gov.br%2Finternet%2Feleicoes&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POr exemplo na secäo 27: veja as diferenzas, ganhos, perdas, coalicöes etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificação&lt;br /&gt;Municipio 	43257 - CIPOTÂNEA / MG 	Aptos 	0237&lt;br /&gt;Zona 	0011 	Comparecimento 	0208&lt;br /&gt;Seção 	0027 	Faltosos 	0029&lt;br /&gt;Número da Urna 	566517 	Flash Card 	2F160675&lt;br /&gt;Código da Carga 	959813865989345510695115 	Data da Carga 	22/09/2008 16:54&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado da votação&lt;br /&gt;Prefeito(a)	Vereador(a)&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;LUIZINHO	14	0131&lt;br /&gt;JOÃOZINHO	45	0044&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total de votos nominais	0175&lt;br /&gt;Brancos	0012&lt;br /&gt;Nulos	0021&lt;br /&gt;Total apurado	0208&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: PT - 13&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;MAURINHO DO CUICA	13123	0001&lt;br /&gt;DEZINHO DO SINDICATO	13333	0007&lt;br /&gt;Votos de legenda	0001&lt;br /&gt;Total do partido	0009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: PTB - 14&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;ZE MARIA LOPES	14001	0009&lt;br /&gt;CIDINHA DO SINDICATO	14123	0009&lt;br /&gt;ROGERIO DA OFICINA	14222	0001&lt;br /&gt;LECO DA VARGEM	14234	0008&lt;br /&gt;DEDEI	14333	0007&lt;br /&gt;CHOCOLETE	14444	0012&lt;br /&gt;NEM DA PADARIA	14555	0009&lt;br /&gt;MARTINHA	14666	0003&lt;br /&gt;GUIU DO TONHO	14777	0012&lt;br /&gt;ELIWANDER	14789	0006&lt;br /&gt;TIÃO DO BASTIÃO BEJO	14888	0003&lt;br /&gt;Votos de legenda	0011&lt;br /&gt;Total do partido	0090&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: PMDB - 15&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;JOSE LUIZ	15111	0001&lt;br /&gt;MAMAIA DO GERALDO ALFENAS	15112	0001&lt;br /&gt;MIRANDA DO ARTESANATO	15123	0003&lt;br /&gt;ZILAH DA DELZIRA	15456	0008&lt;br /&gt;DICO DO RAIMUNDO	15541	0005&lt;br /&gt;LUIZ DA LOTA	15555	0006&lt;br /&gt;DONIZETHE DA SÃO	15615	0014&lt;br /&gt;Votos de legenda	0002&lt;br /&gt;Total do partido	0040&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: PR - 22&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;RENIR	22222	0001&lt;br /&gt;Votos de legenda	0000&lt;br /&gt;Total do partido	0001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: DEM - 25&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;LUIZ SILVA	25609	0004&lt;br /&gt;DETE	25615	0001&lt;br /&gt;Votos de legenda	0001&lt;br /&gt;Total do partido	0006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partido: PSDB - 45&lt;br /&gt;Candidato	Número	Votos&lt;br /&gt;NONO BEZERRO	45605	0005&lt;br /&gt;LADIM	45610	0002&lt;br /&gt;NAZARIO	45611	0004&lt;br /&gt;ADAIR ALVES	45623	0007&lt;br /&gt;FERNANDO DA PACIENCIA	45645	0009&lt;br /&gt;MAROCA	45666	0001&lt;br /&gt;CAETANINHO DA AMBULANCIA	45678	0004&lt;br /&gt;Votos de legenda	0008&lt;br /&gt;Total do partido	0040&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Total de votos nominais	0163&lt;br /&gt;Total de votos de legenda	0023&lt;br /&gt;Brancos	0006&lt;br /&gt;Nulos	0016&lt;br /&gt;Total apurado	0208</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Mon, 15 Dec 2008 01:08:55 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>História de Alto rio Doce e Sao Caetano do Xopotó</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1542700</link>
            <description>Alto Rio doce&lt;br /&gt;Minas Gerais - MG&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;A zona banhada pelo rio Xopotó era habitada pelas tribos indígenas Croatás e Puris, de&lt;br /&gt;origem tupi. Difícil é saber-se qual o primeiro explorador ou os primeiros aventureiros que se&lt;br /&gt;penetraram nos sertões do Xopotó.&lt;br /&gt;Pode-se afirmar que o fundador de S. José do Xopotó, quando fixou residência na&lt;br /&gt;sesmaria que lhe foi doada, encontrou como moradores da região: Joaquim Pereira de Sá,&lt;br /&gt;Antônio Pereira da Rocha, José da Rocha e Souza e Manoel Gomes Campos, este o contratador&lt;br /&gt;da mineração, da qual o fundador de São José do Xopotó, José Alves Maciel, foi nomeado caixa.&lt;br /&gt;Em 1698 estavas a Itaverava descoberta. Em 1704, João Siqueira Affonso descobre as&lt;br /&gt;minas do Guarapiranga, origem da atual cidade do Piranga. Partem destes dois pontos e nos&lt;br /&gt;limites destas duas datas os primeiros exploradores dos vales do Xopotó. Os bandeirantes do&lt;br /&gt;Itaverava, em conquista à região do Xopotó, dividiam-se em grupos, para novamente se reunirem&lt;br /&gt;em certo e determinado ponto, onde esperavam uns pelos outros e este local ficou conhecido&lt;br /&gt;pelo nome de Espera (distrito de Nossa Senhora da Piedade da Boa Esperança, hoje rio Espera.&lt;br /&gt;Além da padroeira, tinham ainda estes bandeirantes, como patrono, o Senhor Bom Jesus da&lt;br /&gt;Paciência.&lt;br /&gt;O alferes Francisco Soares Maciel, chefiando uma bandeira, desce o rio Espera e, na barra&lt;br /&gt;deste com o Xopotó, a 7 de agosto de 1711, dia de S. Caetano, lança as bases do arraial de S.&lt;br /&gt;Caetano do Xopotó, celebrando a primeira missa o capelão da comitiva, Padre Cabrita&lt;br /&gt;(chamava-se João Martins Cabrita, mais tarde cônego doutoral da Sé de Mariana, lugar que&lt;br /&gt;renunciou pela vigaria colada de Guarapiranga). E, assim, foram conquistadores e exploradores&lt;br /&gt;se estabelecendo na zona banhada pelo Xopotó. Logo depois Antônio Rodrigues descobre as&lt;br /&gt;terras denominadas Embrejaúbas, assim chamadas por serem regadas pelo rio do mesmo nome,&lt;br /&gt;afluente do Xopotó.&lt;br /&gt;Em 1759 estabeleceram-se nas margens do Xopotó, bem perto da atual cidade Alto Rio&lt;br /&gt;Doce, José Alves Maciel e sua mulher, D. Vicência Maria de Oliveira.&lt;br /&gt;Chama-se o local da residência de Maciel, “Xopotó Acima”, segundo a procuração que&lt;br /&gt;lhe foi passada por sua mulher, com poderes para fazer doação de bens à capela de São José,&lt;br /&gt;mandato assinado pela doadora, o que é notável para a época. Mais tarde, a fazenda de Maciel&lt;br /&gt;passou a denominar-se &amp;quot;Fundão&amp;quot; e depois de construída a capela foi chamada “Sítio de São&lt;br /&gt;José”. Posteriormente passou a denominar-se “Contrato”, nome que ainda hoje conserva, e assim&lt;br /&gt;ficou conhecida pelo fato de ter a fazenda, em 5 de março de 1792, passado à propriedade do&lt;br /&gt;Tenente-coronel José Ferreira Marques, contratador das estradas no caminho novo das Minas&lt;br /&gt;Gerais. É, pois, a fazenda do Contrato o berço da atual cidade de Alto do Rio Doce.&lt;br /&gt;Residia, pois, o fundador de S. José do Xopotó nas proximidades do rio do mesmo nome.&lt;br /&gt;Sua casa devia ser mais ou menos no lugar atualmente conhecido pelo nome de Barra. Ali se&lt;br /&gt;encontram ainda vestígios da primeira ponte sobre o Xopotó e da estrada que se dirigia para&lt;br /&gt;Mercês e Pomba.&lt;br /&gt;Em 19 de março, estando a diocese de Mariana em sede vacante e governada pelo Vigário&lt;br /&gt;Capitular Dr. Alexandre Nunes Cardoso, reinando José e dirigindo os destinos da Capitania o&lt;br /&gt;General Luiz Diogo Lobo da Silva, exercendo as funções de Vigário da Freguesia o Dr. Amaro&lt;br /&gt;Gomes de Oliveira, nas terras de sua propriedade, José Alves Maciel, já alferes, e sua mulher, D.&lt;br /&gt;Vicência Maria de Oliveira, fundam no alto de um morro que denominam “seco”, uma modesta&lt;br /&gt;capela consagrada a S. José e por escrita particular fazem-lhe doação de terras para seu&lt;br /&gt;patrimônio.&lt;br /&gt;Data de 1820 o desenvolvimento da povoação. Resolveram os moradores construir nova&lt;br /&gt;capela, e o fizeram no local em que está hoje edificada a matriz, porém, com a porta voltada para&lt;br /&gt;os lados do nascente.&lt;br /&gt;Em 14 de agosto de 1927, no local da primeira capela, foi pelo Padre Agostinho Resende&lt;br /&gt;de Assunção celebrada uma missa campal e solenemente inaugurado um marco de pedra, lendose&lt;br /&gt;em mármore a inscrição seguinte “Neste local, em 19-3-1764, os doadores do patrimônio de&lt;br /&gt;S.&lt;br /&gt;José do Xopotó, Alferes José Alves Maciel e sua mulher D. Vicência Maria de Oliveira, erigiram&lt;br /&gt;a primeira capela origem da atual cidade de Alto Rio Doce”.&lt;br /&gt;O alferes José Alves Maciel era natural da cidade de Pôrto, Portugal, conforme se verifica&lt;br /&gt;nos livros de assentos de batismo da capela de S. José, sendo um deles o de número um, às&lt;br /&gt;folhas&lt;br /&gt;8 e verso, no assento referente à Eufrazia; filha legítima de José Inácio de Souza e Maria&lt;br /&gt;Joaquina Alves de Jesus.&lt;br /&gt;Possuía o alferes José Alves Maciel nome idêntico ao do Capitão-mor José Maciel, pai do&lt;br /&gt;inconfidente mineiro Dr. José Alves Maciel; não podemos afirmar se eram parentes colaterais. O&lt;br /&gt;fundador de S. José do Xopotó alienou suas propriedades justamente no ano em que os bens do&lt;br /&gt;inconfidentes eram confiscados. A sua Posição de caixa de contrato de mineração fatalmente o&lt;br /&gt;fez ter relações com Tiradentes, pois este freqüentava muito&lt;br /&gt;aquela zona e perto, no arraial do Destêrro do Melo, teve casa própria há pouco demolida pelos&lt;br /&gt;herdeiros de Francisco Dias Ferraz.&lt;br /&gt;No período imperial teve São José do Xopotó a sua primeira escola pública, criada pela&lt;br /&gt;Lei nº 28, de junho de 1831. Pelo Decreto nº 26, de 7 de março de 1890, assinado pelo Dr. João&lt;br /&gt;Pinheiro da Silva, foi instituído o município de São José do Xopotó e a sede elevada a vila, com&lt;br /&gt;o nome de Alto Rio Doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Internet</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 10:14:34 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Aquele ser comecado um dia há de caí</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1514819</link>
            <description>Há muito tempo uma estória que ouvi&lt;br /&gt;Onde os cata cedros ventilavam ondas ali&lt;br /&gt;Aquele ser comecado um dia há de caí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum passante pairou na passarada e perguntou para o camarada, onde todos estavam na jaula de Jari&lt;br /&gt;O candeeiro com a tocha guiou passos na massageragem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o tocante da guiada acelerou de cordoados o som do anil&lt;br /&gt;Foram bastiöes angelicos com sabores de javali&lt;br /&gt;Quero os meus sete anos de infância que vivi&lt;br /&gt;E a madre seiva deisvarece no pueril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh minha dolce dulce verdade&lt;br /&gt;Enquanto mais procure mais vejo a falsidade&lt;br /&gt;O resto do inicio é conversa de minha passagem&lt;br /&gt;Neste amargo sabor da felicidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uno poeta que dedilha a palavra e ela realiza como tal.&lt;br /&gt;13 017 2007-07-13</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Mon, 27 Oct 2008 18:48:38 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Dados sobre Cipotanea   I. Caracterização 	Localização:</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1513731</link>
            <description>Dados sobre Cipotanea &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Caracterização&lt;br /&gt;	Localização: MATA&lt;br /&gt;	Área: 153,61 Km2&lt;br /&gt;	Altitude:&lt;br /&gt;	máxima: 	950 m&lt;br /&gt;	local: 	Serra de Sao Bento&lt;br /&gt;	mínima: 	663 m&lt;br /&gt;	local: 	Rio Xopoto&lt;br /&gt;ponto central da cidade: 640 m&lt;br /&gt;	Temperatura:&lt;br /&gt;	média anual: 	19,4 C&lt;br /&gt;	média máxima anual: 	26,4 C&lt;br /&gt;	média mínima anual: 	14,8 C&lt;br /&gt;	Índice médio pluviométrico anual:  1221,4 mm&lt;br /&gt;	Relevo:&lt;br /&gt;	topografia 	%&lt;br /&gt;	Plano:	5&lt;br /&gt;	Ondulado:	10&lt;br /&gt;	Montanhoso:	85&lt;br /&gt;	Principais rios: &lt;br /&gt;	RIO BREJAUBA&lt;br /&gt;RIO XOPOTO&lt;br /&gt;	Bacia: BACIA RIO DOCE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: 	Instituto de Geociências Aplicadas - IGA&lt;br /&gt;Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Finanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrecadação Municipal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2001-2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reais Correntes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANOS	ICMS	OUTROS	TOTAL&lt;br /&gt;2001	23.973	79.289	103.262&lt;br /&gt;2002	37.526	92.735	130.261&lt;br /&gt;2003	35.066	120.461	155.527&lt;br /&gt;2004	38.760	167.041	205.801&lt;br /&gt;	Fonte: Secretaria de Estado da Fazenda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. População&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;População Residente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1970,1980,1991,2000,2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANOS	URBANA	RURAL	TOTAL&lt;br /&gt;1970	1.207	5.062	6.269&lt;br /&gt;1980	1.241	5.089	6.330&lt;br /&gt;1991	1.625	4.615	6.240&lt;br /&gt;2000	2.416	3.929	6.345&lt;br /&gt;2005(1)	 	 	6.411&lt;br /&gt;	Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)&lt;br /&gt;(1) Dados preliminares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;População Ocupada por Setores Econômicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SETORES 	&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. DE PESSOAS&lt;br /&gt;Agropecuário, extração vegetal e pesca 	1.431&lt;br /&gt;Industrial 	191&lt;br /&gt;Comércio de Mercadorias 	136&lt;br /&gt;Serviços 	781&lt;br /&gt;TOTAL 	2.539&lt;br /&gt;	Fonte: Fundação Instituto de Geografia e Estatística - IBGE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. Transportes&lt;br /&gt;	Rodoviário&lt;br /&gt;	Distâncias aproximadas aos principais centros (Km):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo Horizonte: 239&lt;br /&gt;	Rio de Janeiro: 345&lt;br /&gt;	São Paulo: 615&lt;br /&gt;	Brasília: 910&lt;br /&gt;	Vitória: 520&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais rodovias que servem de acesso a Belo Horizonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BR-040, BR-265, MG-132&lt;br /&gt;	Principais rodovias que servem ao município:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BR-040, BR-265, MG-132&lt;br /&gt;	Municípios limítrofes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENHORA DE OLIVEIRA&lt;br /&gt;RIO ESPERA&lt;br /&gt;ALTO RIO DOCE&lt;br /&gt;BRAS PIRES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: 	Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais&lt;br /&gt;Ferrovia Centro Atlântica - FCA&lt;br /&gt;Estrada de Ferro Vitória Minas&lt;br /&gt;Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo / Ministério da Aeronáutica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Atividades Econômicas&lt;br /&gt;	Principais empresas industriais classificadas segundo o número de empregados (2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Cadastro de Empresas do IBGE - CEMPRE&lt;br /&gt;Obs.: Inclui apenas empresas com 10 ou mais empregados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agropecuária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais Produtos Agrícolas&lt;br /&gt;2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produto	Área colhida (ha)	Produção (t)	Rendimento médio (kg/ha)&lt;br /&gt;Arroz em casca sequeiro	90	189	2.100,00&lt;br /&gt;Arroz em casca varzea umida	170	289	1.700,00&lt;br /&gt;Banana (2)	15	120	8.000,00&lt;br /&gt;Batata-inglesa (2a.safra)	5	90	18.000,00&lt;br /&gt;Batata-inglesa (3a.safra)	4	80	20.000,00&lt;br /&gt;Cana-de-acucar	120	3.600	30.000,00&lt;br /&gt;Cafe	46	69	1.500,00&lt;br /&gt;Feijao (1a.safra)	390	94	241,03&lt;br /&gt;Feijao (2a.safra)	650	325	500,00&lt;br /&gt;Laranja (1)	5	25	5.000,00&lt;br /&gt;Milho	2.800	7.840	2.800,00&lt;br /&gt;	Fonte:Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)&lt;br /&gt;(1) Produção em mil frutos e rendimento em frutos/ha&lt;br /&gt;(2) Produção em mil cachos e rendimento em cachos/ha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pecuária - Principais Efetivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPECIFICAÇÃO	No. DE CABEÇAS&lt;br /&gt;BOVINOS	5.537&lt;br /&gt;CAPRINOS	22&lt;br /&gt;EQUINOS	83&lt;br /&gt;GALINACEOS	7.019&lt;br /&gt;MUARES	18&lt;br /&gt;SUINOS	1.073&lt;br /&gt;	Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produto Interno Bruto (PI&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2396//s/i/smilies/cool.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; a preços correntes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade R$(mil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO	AGROPECUÁRIO	INDUSTRIA	SERVIÇO	TOTAL&lt;br /&gt;1998	2.326	782	6.508	9.616&lt;br /&gt;1999	2.461	1.235	6.565	10.261&lt;br /&gt;2000	2.517	1.384	7.423	11.324&lt;br /&gt;2001	3.067	1.312	8.132	12.511&lt;br /&gt;2002	3.688	1.423	8.746	13.857&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: 	Fundação João Pinheiro (FJP)&lt;br /&gt;Centro de Estatística e Informações (CEI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. Armazenagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. Reservas Minerais&lt;br /&gt;	VERMICULITA&lt;br /&gt;	Fonte: Departamento Nacional da Produção Mineral - DNPM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII. Ensino&lt;br /&gt;	1o. GRAU&lt;br /&gt;2o. GRAU&lt;br /&gt;	Ensino Profissionalizante (e/ou Pós-médio): (2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURSO 2o GRAU (SEM HABILITACAO),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: 	Centro de Produção e Administração de Informações - CPRO/SEE&lt;br /&gt;Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP/MEC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IX. Comunicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: 	Concessionária: TELEMAR&lt;br /&gt;	Emissoras de Rádio: 0 (2001)&lt;br /&gt;	Jornais: 0 (2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: 	Telecomunicações de Minas Gerais S.A.&lt;br /&gt;Associação Mineira de Rádio e TV - AMIRT&lt;br /&gt;Secretaria de Estado de Comunicação Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X. Energia Elétrica&lt;br /&gt;	Concessionária: CEMIG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XI. Água e Esgoto&lt;br /&gt;	Concessionária Água: Prefeitura Municipal (2004)&lt;br /&gt;	Concessionária Esgoto: Prefeitura Municipal (2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Companhia de Saneamento de Minas Gerais&lt;br /&gt;XII. Serviços copasa&lt;br /&gt;	Saúde: (2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 hospital(is)&lt;br /&gt;24 leito(s)&lt;br /&gt;	Fonte: SUS - Ministério da Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hotéis: 0 2000&lt;br /&gt;	Fonte: Associação Brasileira de Indústria de Hotéis - ABIH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituições Financeiras: (2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BANCO BEMGE S.A.,&lt;br /&gt;	Fonte: Banco Central do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIII. Distrito Industrial&lt;br /&gt;	infelizmente nao tem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XIV. Mapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: IGA (Instituto de Geociência Aplicada) em 10/05/1999&lt;br /&gt;XV. História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Secretaria da Cultura em 01/10/1999</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 20:45:08 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Lembranzas de uma ex professora de cipotanea</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1513691</link>
            <description>Memoir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o recreio todos os dias, a gente brincava muito, porque naquele tempo nao havia merenda nas escolas, a nao ser que cada um levasse a sua, mas isto nao acontecia com todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinhamos uma brincadeira que era chamada de: (Margarida) comecava assim: as meninas maiores me colocava no centro, ( eu era a Margarida) e todas se colocavam em minha volta, de modo que ninguem me via, as meninas eras as pedras do muro que nao deixava ninguem ver a: (Margarida).&lt;br /&gt;Ficava uma menina andando em volta e cantava assim:&lt;br /&gt;(Quero ver a Margarida, olê, olê, olá, quero ver a Margarida, olê seus cavalheiros).&lt;br /&gt;As meninas que estavam me protegendo respondia assim:&lt;br /&gt;(Mas o muro è muito alto, olê, olê, olá, mas o muro è muito alto, olê seus cavalheiros).&lt;br /&gt;A menina que estava de fora tirava uma das meninas que estava protegendo a (Margarida) e cantava:&lt;br /&gt;(Tirei uma pedra, olê, olê, olá, tirei uma pedra olê seus cavalheiros). &lt;br /&gt;As outras respondiam:&lt;br /&gt;cuma pedra só na abate, olê, olê, olá, uma pedra só nao abate, olê seus cavalheiros.)&lt;br /&gt;E assim iam tirando duas, tres, até que a ( Margarida) aparecesse e cantavam juntas:&lt;br /&gt;(Margarida apareceu, olê, olê, olá, Margarida apareceu olê seus cavalheiros.)&lt;br /&gt;E todas juntas me levantavam para que eu batesse palmas no ar, e cantavam juntas:&lt;br /&gt;( vamos fazer a festa dela, olê, olê, olá, vamos fazer a festa dela olê seus cavalheiros.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinhamos também uma outra  brincadeira que era assim: uma menina maior ficava sentada com todas as meninas juntas, esta era a rica. Outra menina também maior ficava sentada sozinha, era pobre. A pobre cantava assim:&lt;br /&gt;(Sou pobre, pobre sou, vou me embora, vou me embora; Soui pobre, pobre sou, vou me embora daqui.)&lt;br /&gt;A rica cantava assim :&lt;br /&gt;(Sou rica, rica sou, vou me embora, vou me embora; sou rica, rica sou, vou me embora daqui.)&lt;br /&gt;A pobre pedia:&lt;br /&gt;(Me dá uma menina, vou me embora, vou me embora; Me dá uma menina, vou me embora daqui.)&lt;br /&gt;A rica perguntava, qual a menina que ela queria e qual o oficio que daria a menina. A pobre respondia: dizendo o nome de uma menina e dava qualquer um tipo de oficio. A rica respondia se gostava oui nao do oficio. E assim as meninas iam passando para o outro lado, até que a pobre ficasse rica e a rica ficasse pobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tinha vários outros tipos de brincadeira como:&lt;br /&gt;(Brincar de roda)&lt;br /&gt;(Pular corda)&lt;br /&gt;(Brincar de esconder, etc.)&lt;br /&gt;Fonte: Brazilina Trindade&lt;br /&gt;Brejauba poesias</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 20:11:09 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Cipotânea tem muita mais chance e possibilidade do que nas</title>
            <link>http://pt.netlog.com/cipotanea/blog/blogid=1513617</link>
            <description>From Wikipedia, the free encyclopedia&lt;br /&gt;Jump to: navigation, search&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cipotânea tem muita mais chance e possibilidade do que nas grandes cidades. Por aí pode estudar-se e ter uma boa e tranqüila vida, também no que diz respeito ao melhor para educar os nossos filhos, näo esquecendo de ver o futuro como o presente em perene transformacäo, assim é a natureza, assim é a metamorfose da vida. Isso é um pouco de tudo para compreender a vida como presente e nós somos realmente o próprio presenteado. Faz parte dos pais dar esta boa apresentacäo da natureza, ensinando e educando como vontade de vida. Muita forca aí para todos, essa é a minha mensagem para vós -muita forca e vontade na vida, porque este mundo é o melhor mundo, pois estamos nele e fazemos parte dele, portanto louvem e aproveitem o louvar, sonhem e deleitam do sonhar... e quica uma mensagem dos anjos celestes nos rodeia maravilhados com a nossa própria criatura, sempre sonho, sempre Traum no espaco da vida. Fonte: Caetano Trindade Brejauba poesias</description>
            <author>cipotanea</author>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 19:19:07 UT</pubDate>
        </item>
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