cipotanea
feminino - 56 anos, Estado de Minas Gerais Brazil, Alemanha
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por onde andam as folias de Reis?em cipotânea e regiao!
por onde andam as folias de Reis? Há tempo que näo vemos um festival de bandas de congada na regiäo. Em Itaverava o jornal Caverna Mineira apoiou a festa, publicando artigo. Aos interessandos de Cipotânea regiäo basta entrar em contato conosco ou diretamente com o Editor do jornal, o Filósofo Adailton Moreira e a Profa. Juliana Conti em Rio Espera. O jornal também pede uma colaboracäo, seja qual seja.
Temos a certeza que esta idéia terá sucesso e deixará registrado a memória e a cultura regional.
Apoio Jornal vale do Xopotó
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/prime... -
Republicamos o texto em homenagem ao bispo cipotaneano
DISCURSO DA VEREADORA MARIA GORETE TOLEDO, PRONUNCIADO DURANTE SOLENDIADE DE ENTREGA DE TÍTULO DE CIDADÃO TAUBATEANO AO BISPO EMÉRITO DE TAUBATÉ, D. ANTONIO AFONSO DE MIRANDA, REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL NO DIA 16 DE AGOSTO DE 2006:
“No arraial de Xopotó, depois São Caetano do Xopotó e finalmente Cipotânea, localizado no centro de Minas Gerais, a pouco mais de quinze léguas de Barbacena, no dia 14 de abril de 1920, nasceu Antonio Affonso de Miranda, filho de José Afonso dos Reis e de Maria das Dores Miranda.
À guisa de curiosidade, citamos que hoje Cipotânea é reduto do artesanato com a palha de milho, onde vira flores, bonecas e móveis de brinquedo. Município de população pobre, pelo menos 100 famílias trabalham com a produção de palha de milho, sendo que esta vale mais que o próprio cereal. As mulheres se organizaram em cooperativas e voam na frente em termos de empreendimentos, ganhando mais que os homens.
Em 1929, o homenageado mudou-se para Mercês com sua família, onde seu pai dedicou-se ao comércio, cujo estabelecimento iniciado por ele existe até a presente data, hoje aos cuidados de sobrinhos do homenageado.
Também por curiosidade, citamos que Mercês, em 1831, era distrito do Município de Rio Pomba e contava com 1974 pessoas, sendo 631 escravos.
Dom Antonio fez sua primeira comunhão aos 8 anos e aos 10 era coroinha na Paróquia de Mercês. Iniciou seus estudos primários em São Caetano do Xopotó.
Seguindo o desejo de ser sacerdote de seu pai, que acabou optando pelo casamento, bem como do irmão mais velho Geraldo, que inclusive chegou a estudar teologia, e dos quais recebeu todo incentivo, surgiram os primeiros sinais de sua vocação religiosa, isto por volta dos 7 ou 8 anos.
Antes de completar 13 anos entrou para Seminário Apostólico dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, em Manhumirim-MG.
Após freqüentar o curso de Humanidades e Filosofia no Seminário Apostólico de Manhumirim-MG, entre os anos 1933 e 1941, e o curso de Teologia do Seminário Central de Belo Horizonte de 1942 a 1945 SDN, foi ordenado sacerdote na capital do Estado das “alterosas”, ou seja, Belo Horizonte, no dia 1º de novembro de 1945.
Foi diretor do Seminário São Rafael de Dores do Indaiá-MG, entre os anos de 1949 a 1952 e pároco na mesma cidade no período de 1961 a 1971. Foi Superior Geral da Congregação dos Missionários de Nossa Senhora do Ss. Sacramento – Manhumirim-MG de 1952 a 1961. Redator do Jornal “O Lutador”, de Manhumirim – 1946/1949. Fundador e Redator da Revista “Luzes”, de Dores do Indaiá. Diretor do Colégio Estadual “Francisco Campos”, de Dores do Indaiá-MG entre os anos de 1966 a 1971.
Foi consagrado bispo em Mercês no dia 27 de dezembro de 1971 com o lema “De Uno Pane” (De um só pão); Foi bispo da Diocese de Lorena no período de 1972 a 1977; Membro da Comissão representativa do Regional Sul I da CNBB; membro do Conselho Administrativo da PUC de São Paulo de 1972 a 1970; Bispo Administrador Apostólico de Campanha-MG ( 1977 a 1981); delegado brasileiro na Conferência Latino-Americana de Puebla, no México, no ano de 1979.
Tomou posse como bispo da Diocese de Taubaté, em setembro de 1981 e permaneceu até agosto de 1996, quando sua renúncia foi aceita pelo Vaticano, em virtude de sua idade -75 anos à época - do pedido, tornando-se então Bispo Emérito de Taubaté.
Dom Antonio Afonso de Miranda é membro da Academia Taubateana de Letras, e entre suas obras temos: “Padre Júlio Maria, sua vida e sua missão” (Ed. O Lutador – 1947): “Meditações Marianas” (Ed. O Lutador – 1955 e 1957); “Catecismo dos Noivos” (Ed. O Lutador – 12 edições, de 1954 a 1960); “Doutrina Eucarística” (Ed. O Lutador – 1955 e 1957); “Teologia Sacramentina do Pe. Júlio Maria” (Ed. O Lutador – 1961); “Nossa Senhora das Graças – Estudo doutrinário. Ed. O Lutador – 1958 e Ed. Paulina – 1960); “Gênesis, romance das origens” (Ed. O Lutador – Belo Horizonte – 1960); “O que é preciso saber sobre os sacramentos” (Ed. Santuário – 1980); “Vocações, Ministérios e Carismas” (Ed. Santuário – 1983); “Conversando sobre Educação Sexual” (Ed. Santuário – 1984); “A Constituição e a Família” (Ed. Santuário- 1987); “Pe. Júlio Maria, testemunho de uma nova igreja” (Tipografia Escola Profissional de Pouso Alegre-MG – 1978); “O que é preciso saber sobre a Renovação Carismática” (Ed. Santuário – 1992); “Sexualidade, Matrimônio e Família” e “Moral, Consciência e Pecado” (Ed. Salesiana D. Bosco – SP – 1980); Coleção “O que é preciso saber sobre os Mandamentos” – 5 opúsculos – Ed. Santuário – 1996); “Transpondo as fronteiras do Ecumenismo” (Ed. Santuário – 1996). Tem participações periódicas nos jornais “O Lutador”, “O Taubateano” e “O Lábaro”, da Diocese de Taubaté.
Por 15 anos ininterruptos (1981 – 1996), foi o pastor da Diocese de Taubaté, dedicando inteiramente à Igreja Católica local tal período de sua vida. Como emérito, poderia optar por residir em qualquer cidade de sua preferência, mas aceitando convite de Dom Carmo João Rhoden, continua residindo em nossa cidade, para alegria de seus inúmeros amigos, admiradores e sociedade local.
No dia 29 de outubro de 2005, Dom Antonio comemorou 60 (sessenta) anos de sacerdócio, e o fez nesta cidade que ama.
Obrigado, nosso Deus, porque pusestes D.Antonio a serviço de seu rebanho nesta cidade, dando assim a todos nós a oportunidade de conhecê-lo, admirá-lo e amá-lo. Pela sua graça, pedimos que conceda-lhe ainda muitos anos de vida e saúde, para que este rebanho possa desfrutar por muito tempo de tão exemplar Pastor.
Ao encerrarmos a leitura do currículo do homenageado, solicitamos à Sua Excelência Reverendíssima, o nosso Bispo Diocesano, Don Carmo João que nos fale um pouco do seu colega de Episcopado.
Dom Antonio, hoje, ainda que de forma um pouco tardia, é reconhecido oficialmente o seu grande mérito para com a nossa sociedade, e o muito que fez (e faz) por Taubaté nestes 25 anos de convivência.
Sentimo-nos honrados e lisonjeados por termos tido a iniciativa da concessão do título de cidadania taubateana ao nosso homenageado, aprovado por unanimidade por todos os vereadores desta Casa, tornando D.Antonio Affonso de Miranda, o mais novo filho e quiçá, um dos mais elevados expoentes da terra de Jacques Félix.”
TROVA PROFERIDA POR JUDITE DE OLIVEIRA
Ao D. Antonio Afonso de Miranda.
Lá no século passado,
Nasceu aquele menino,
Bem cedo, predestinado
Para as coisas do divino.
Nasceu naquela cidade,
No Arraial de Xopotó
E desde a pequena idade,
Era dos pais o xodó.
Mas os anos vão passando
E o menino vai crescendo,
O Bom Deus o acompanhando
E ele aos poucos foi cedendo.
Até que veio o chamado
Para o santo sacerdócio
E Antonio predestinado,
Segue em frente, sem divórcio.
Na sua Belo Horizonte,
Disse seu “sim”, ao Bom Deus,
Que o marcou em sua fronte,
Com todos desígnios seus.
Dotado de inteligência
E muita capacidade,
Segue com benevolência
Nos passos da santidade.
Mas aquele sacerdote,
Agora é Bispo da Igreja
e como um grande holofote,
traz luz, à nossa peleja.
Vindo para Taubaté,
Foi nosso grande Pastor,
Despertando muita fé,
Com o seu grande fervor.
Sentindo o peso da idade,
Bispo Emérito ficou,
Mas não deixou a cidade,
O que muito nos honrou.
Com o título na mão
E o peito ardendo de fé,
D. Antonio é cidadão,
Mais novo de Taubaté.
Parabéns D.Antonio Afonso de Miranda.” -
Minas Gerais é o quarto maior estado do Brasil
Minas Gerais é o quarto maior estado do Brasil, com 586.624 Km2, superior em área à França e à Bélgica juntas. Mais da metade de seu território tem altitudes superiores a 600m. A montanha está intimamente ligada à alma de seus habitantes, os mineiros, um povo altivo, contemplativo, introspectivo e nem por isso menos acolhedor.
As serras serpenteiam por todas as direções e suas reservas minerais são incalculáveis, com destaque para o ferro, ouro, alumínio, manganês, zinco, quartzo, feldspato, nióbio, níquel... A agropecuária também tem presença decisiva na economia mineira, principalmente com a produção de leite e seus derivados. Agora uma nova porta se abre, o turismo, que encontra farto material natural e cultural nas várias regiões das Minas Gerais.
Montanhas de Ouro Preto e Profeta Joel (Aleijadinho)
A capital Belo Horizonte
Parque Nacional de Itatiaia (Itamonte, sul de Minas)
O estado também é famoso por sua culinária simples, curiosa e deliciosa. Tanto é assim que conquistou o Brasil. Só para citar alguns exemplos: lombinho de porco assado, o tutu de feijão com torresmo e linguiça, o feijão tropeiro com couve refogada, a galinha ao molho pardo... Não podemos esquecer os quitutes: queijo de minas, broa de milho, doce de leite... Rica, tradicional, histórica: assim é a cozinha mineira, cujas receitas são encontradas em caderninhos às vezes seculares.
Gruta de Maquiné (Cordisburgo - MG)
Tempos Remotos
Em 1835 o dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-80), escolheu Minas como seu lugar para viver. Quis o destino que este médico, botânico e zoólogo se estabelecesse às margens de uma lagoa de águas milagrosas, que eram inclusive exportadas para a metrópole portuguesa. Na Freguesia de Nossa Senhora da Saúde da Lagoa Santa Lund fez preciosas descobertas acerca dos primeiros habitantes da região. Os primeiros mineiros, poderíamos dizer.
As muitas grutas da região, como as hoje famosas Lapinha e Maquiné, eram pouco exploradas e não despertavam interesse dos escassos estudiosos. Ainda sabemos pouco sobre os homens primitivos, suas crenças e seus modos de vida. Entretanto Lund deu sua contribuição valiosa para que a história começasse a ser contada. Suas incursões pelas grutas e cavernas trouxeram das sombras indícios irrefutáveis de que a presença humana é muito longínqua. No sítio arqueológico de Lagoa Santa estão as segundas datações arqueológicas mais antigas do Brasil. Lund é considerado o pai da arqueologia brasileira por seu pioneirismo nos estudos da mastofauna pleistocência de Minas Gerais, pelo descobrimento e estudo do "Homem da Lagoa Santa" e por ter identificado cerca de 150 espécies de mamíferos fósseis.
Fonte: http://www.idasbrasil.com.br -
Site direito do Estado
Veja aí o site
http://www.direitodoestado.com.br -
a história da FAZENDA. Vale a pena recordar o nome de fazen
Transcrito do site: http://www.pontenova.com.br/camara/cidade.html
DA FUNDAÇÃO DE PONTE NOVA
Em 1755, chegou á região Miguel Antônio do Monte Medeiros, com uma carta de sesmaria, datada de 27/02/1755, fundando, no ano seguinte, a fazenda da Vargem Alegre. Já em agosto de 1756, chega seu irmão, Sebastião do Monte Medeiros da Costa Camargo e funda a fazenda do Córrego das Almas, tendo assumido o comando das ordenações do Distrito de Ponte Nova.
Fazenda Vau-Açu Em 1763, chega João do Monte Medeiros, recentemente ordenado padre, instalando a fazenda do Vau-Açu, dotando-a de uma "casa-sede", uma senzala, um depósito e um curral de porcos. Ainda hoje persiste a construção, conhecida como sede da Usina Santa Helena. Junto com esses pioneiros, vieram vários outros sesmeiros, que foram expandindo o desenvolvimento regional.
A agricultura e o comércio constituíram por muitos anos as principais ocupações dos habitantes. Em 1860 foi introduzido no município o primeiro engenho de açúcar, com moenda horizontal de ferro. Em 1886 inaugurou-se a Usina Anna Florência, que veio a consolidar, juntamente com outras usinas, uma fase de expressivo desenvolvimento agro-industrial, baseado na cultura da cana e sua transformação em açúcar e álcool. Com o declínio destas atividades, a partir dos anos 70, permaneceu apenas a Usina Jatiboca, no município de Urucânia, emancipado de Ponte Nova.Com o padre João do Monte, vieram sua mãe, D. Maria da Costa Camargo, e sua irmã, Catharina do Monte, que formaram as fazendas Santa Rita e Mata-Cães, respectivamente. Com a morte da matriarca dos Monte Medeiros, na década de 60 daquele século, sua fazenda passa a seus filhos, por herança. Em seguida, o padre João solicita ao bispado de Mariana autorização para construir uma capela, que foi conferida em 1º de julho de 1770. Depois de seis meses, a capela é erguida no local onde hoje se encontra a Matriz de São Sebastião, antes denominada capela de São Sebastião e Almas de Ponte Nova. Com esse fato, nosso então arraial adquiriu personalidade canônica, que determinou, jurídica e administrativamente, a situação do lugar. Um documento antigo relata: "O padre, não se limitando em erigir e paramentar o templo, dota-o também de um cemitério e doa à Igreja uma porção de terra, desmembrada de sua fazenda, em 15/12/1770, atitude que permitiu o surgimento de Ponte Nova, dentro dos padrões da época, inserida no contexto da província. Este dia deveria ser, portanto, a data correta da fundação de Ponte Nova e deveria ser comemorado como tal, reverenciando a memória daquele que, com seu desprendimento e idealismo, a fundou". Sobre o fundador de Ponte Nova, pode-se dizer que era homem austero, de gênio forte e indômito. Sabe-se que suas respostas eram cheias de dignidade e de respeito, mas francas, argüindo personalidade feita e caráter de boa têmpora. Ele nasceu no dia 08/08/1730, em São Caetano de Mariana, sendo o quarto filho do alferes João do Monte Medeiros e de D. Maria da Costa Camargo. Há notícias de que o padre João administrava suas terras com muita fibra e energia e que dava exemplo aos seus escravos de como deveriam trabalhar, a ponto de pegar literalmente "na enxada". Não se sabe ao certo quando faleceu e nem onde repousam seus restos mortais, se sob o altar da capela de Ponte Nova - aquela mesma que ele construiu ou em um pequeno cemitério de uma das fazendas da família, provavelmente a do Córrego das Almas.
OS PRIMÓRDIOS DA CIDADE
Com o declínio irreversível da produção do ouro, por volta dos anos 1741 a 1761, muitos mineiros passaram a procurar outras atividades de subsistência. A mão-de-obra foi, cada vez mais, sendo absorvida com o extrativismo do diamante, com a lavoura e com a criação de gado. Desse modo, foram sendo instaladas fazendas em número crescente e, já em 1785, o plantio de cana se tornou comum entre os fazendeiros da região. Inicialmente fabricava-se o açúcar mascavo, o açúcar-de-forma e aguardente, por meio de pequenos engenhos verticais, muito rudimentares e movidos por rodas d'água. Remonta a esse período o início das atividades de plantio de cereais e de pecuária. É dessa época o início da construção de um pequeno núcleo habitacional sendo formado ao redor da capela "primeva", com moradias de maior porte e de arquitetura um pouco mais trabalhada. No novo povoado, dois segmentos distintos possuíam moradia: os proprietários de terras e os prestadores de serviços (comerciantes, alfaiates, carpinteiros etc.). Provavelmente, uma das primeiras ruas a ser delineada foi a atual avenida Caetano Marinho. Ainda nesta fase, nota-se a presença constante de índios - os botocudos, que eram uma ameaça às fazendas contra as quais produziam ataques sistemáticos. Os puris eram mais pacíficos e já aceitavam se agregar às fazendas, mantendo diversas aldeias nas proximidades, entre elas uma no alto do morro do Pau d’Alho, onde hoje se encontra o Colégio Salesiano Dom Helvécio. A partir de 1781, depois que assumiu o Governo da Província de Minas Gerais Dom Rodrigo José de Menezes, os caminhos e estradas para nossa região foram sendo melhorados e foi construída uma ponte sobre o Piranga, em substituição à anterior, uma das primitivas pontes. A construção da nova ponte, bem mais ampla, segura e "de bom alvitre", aumentou em muito o fluxo de viajantes por toda a área, com o incremento das relações comerciais em diversos sentidos. Há registro de que os primeiros povoadores de Ponte Nova "de que se tem notícia certa", foram os Monte, os Lanna-Marinho, os Toledo, os Toledo-Pisa, os Godói e os Romeiro. Depois, no decorrer dos anos, muitas outras famílias foram se transferindo para cá, contribuindo com a definitiva formação do lugar, mercê de sua intensa participação no crescimento e progresso da região. Como visto, fica plausível o caráter eminentemente agro-pastoril que caracteriza os fundadores dessas plagas - todas as famílias que ajudaram a escrever as primeiras páginas da história da cidade, história essa que se confunde com a história da FAZENDA. Vale a pena recordar o nome de fazendas antológicas como as do Pontal, Xopotó, do Engenho, da Paciência, Quebra-Canoas, dos Quartéis (região atual de Amparo do Serra), entre outras. As grandes fazendas se estabeleceram e com elas veio o "grande ciclo da cana, e do café, em menor proporção", e demonstraram a vocação agrícola de Ponte Nova e região. Eram produtos com cotações que subiam cada vez mais no mercado de produção. Dos oriundos da cana, o açúcar era o que liderava as expectativas, garantindo o comércio externo e bons preços em Mariana e Ouro Preto. Isso na segunda década de século XIX. Ficou dito que o nosso açúcar chegava a mercados distantes, como, na época, o de Barbacena. A produção de aguardente, então, era quase toda consumida na região, muito apreciada pelos trabalhadores braçais e o excedente da produção do arraial era comercializado em Barra Longa, Furquim, Mariana e Ouro Preto, principalmente, transportado por tropas de burros. Atualmente, Ponte Nova busca novos caminhos de desenvolvimento. A suinocultura, muito desenvolvida na região e uma das mais tecnificadas do país, deu origem ao Frigorífico Industrial Vale do Piranga (Frivap), que está sendo implantado no município por um grupo de suinocultores, com apoio do Estado, da Câmara e da Prefeitura. O comércio atacadista de armarinhos é outro segmento importante para a geração de emprego e renda, distribuindo produtos em todos o país, em cerca de 6.500 localidades e com mais de 80 mil clientes cadastrados. No setor de serviços destaca-se a saúde, com vultosos investimentos em modernização tecnológica pelos hospitais particulares, que mantêm planos se saúde em ampla rede nacional, implantação da gestão plena pelo SUS e do Hemominas regional, além da existência de Consórcio Intermunicipal de Saúde com sede em Ponte Nova. O município sedia também a Região Administrativa do Vale do Piranga e a Associação dos Municípios do Vale do Piranga (AMAPI).
PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTE NOVA
Prefeito Municipal - José Silvério Felício da Cunha
Vice-Prefeito - Baltazar Antonio Chaves
Secretário Municipal de Fazenda - Eduardo Gomes Rodrigues Bemfeito
Secretário Municipal de Obras - Geraldo Felício da Cunha
Secretária Municipal de Saúde - Sandra Regina Brandão Guimarães
Secretária Municipal de Educação - Ester Maria Silva Guimarães
Secretário Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Meio Ambiente - Halaor Xavier de Carvalho
Assessor de Planejamento e Coordenação Geral - Geraldo Felício da Cunha
Secretário Municipal de Administração - Luís Pereira Alvarenga
Assessor Jurídico - Francisco Rodrigues da Cunha Neto.
Coordenador Geral do PROCON - Marco Túlio Salomão Lanna
Secretária Municipal de Assistência Social - Maria de Fátima Alves Costa Pereira.
Presidente da Fundação de Assistência à Juventude e Infância - Jussara Gonzaga Belico da Cunha.
http://cipotaneativa.ning.com/ -
A distância entre os dois aldeamentos era grande e a penosa
Os primeiros contatos com esses indígenas foi realizado pelo Coronel Guido Tomaz Marliére,
comandante das Divisões Militares do Rio Doce e Encarregado da Civilização e Catequese dos índios.
Nomeado por D. João VI. Diretor-Geral dos índios, o ex-oficial francês instalou seu quartel general no
lugar denominado Serra, da Onça. Em conseqüência, intensificou-se o tráfego entre Serra da Onça e os
primitivos aldeamentos do Presídio de São João Batista (hoje Visconde do Rio Branco).
A distância entre os dois aldeamentos era grande e a penosa, jornada se fazia por uma estreita
picada aberta na mata virgem pelos índios da Serra da Onça Marliére fez então, construir, nas margens
do rio Chopotó, um rancho de sapé para abrigar aqueles que se serviam dessa única via de
comunicação.
Com o correr dos anos e à medida que os índios iam se civilizando, formou-se um núcleo de
povoamento que deu origem ao arraial, então conhecido por Arraial do Rancho de Sapé e mais tarde
Arraial do Sapé, simplesmente.
Com o crescimento da população constituiu-se um patrimônio público para ereção da igreja, em
terrenos doados pelos primitivos habitantes.
Em 1851, a povoação foi elevada a distrito de paz e cinco anos depois tornou-se freguesia
Santana do Sapé.
Em 1928, as Câmaras Municipais de Ubá, Pombas, Visconde do Rio Branco e Cataguases,
fizeram erigir, na Serra da Onça, no local onde foi sepultado Guido Tomaz Marliére, um monumento que
guarda a urna com os restos mortais do grande pioneiro da catequese dos índios.
Em 1943, o distrito do Sapé teve seu nome modificado para Guidoval, em homenagem a seu
fundador, e em 1948 obteve a autonomia administrativa.
Formação Administrativa e Judiciária
Em l851, pela Lei provincial nº 538, foi criado o distrito de paz, com o nome de Sapé de Ubá.
A freguesia, com a denominação de Santana do Sapé, deve sua criação à Lei provincial nº 758.
de 2 de maio de 1856. Pela Lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, o nome do distrito foi
simplificado para Sapé.
http://brejaubapoesias.ning.com/ -
a Zona da Mata era habitada por índios botocudos e puris.
A mesorregião da Zona da Mata é uma das doze mesorregiões do estado brasileiro de Minas Gerais, formada por 142 municípios agrupados em sete microrregiões. Situa-se na porção sudeste do estado, próxima à divisa dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
Antes da colonização, a Zona da Mata era habitada por índios botocudos e puris. Embora percorrida por alguns bandeirantes no século XVII, seu povoamento iniciou-se no século XVIII pelas localidades situadas às margens do Caminho Novo, mas de forma tímida, uma vez que a Coroa Portuguesa proibia a ocupação da região, então chamada de "Sertões do Leste" [1]. Com a decadência da produção aurífera, vários exploradores e suas famílias se deslocaram das vilas mineradoras para a Zona da Mata. O povoamento foi fortemente impulsionado ao longo do século XIX pela expansão da lavoura cafeeira.
A Mata Atlântica era originalmente a cobertura vegetal dominante, fato do qual deriva o nome da Zona da Mata. A floresta, entretanto, foi fortemente devastada e atualmente é restrita a exíguas áreas nos pontos mais elevados. O relevo da região é rugoso com altos morros. Na Serra de Caparaó, divisa com o Espírito Santo, situam-se o Pico da Bandeira e o Pico do Cristal. Pelos vales da Serra da Mantiqueira correm os principais afluentes da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul, como o Rio Paraibuna, o Rio Pomba e o Rio Muriaé, e, ainda, o Rio Carangola, sub-afluente do Rio Paraíba do Sul. A porção norte da região é banhada por alguns dos principais formadores e afluentes do Rio Doce, como os rios Piranga, Xopotó, Casca e Manhuaçu.
Na economia da Zona da Mata destacam-se as indústrias, a criação de gado leiteiro e plantações de cana-de-açúcar, café, milho e feijão. A região é servida por importantes rodovias federais, tais como BR-040, BR-116, BR-262,BR-267 e BR-482. A região também é cortada pelas antigas ferrovias Central do Brasil e E.F. Leopoldina.
Microrregiões
* Cataguases
* Juiz de Fora
* Manhuaçu
* Muriaé
* Ponte Nova
* Ubá
* Viçosa
Maiores cidades
* Juiz de Fora - 517.029 habitantes
* Muriaé - 95.548 habitantes
* Ubá - 94.228 habitantes
* Manhuaçu - 74.297 habitantes
* Viçosa - 70.404 habitantes
* Cataguases - 68.298 habitantes
* Ponte Nova - 57.344 habitantes
* Leopoldina - 52.798 habitantes
* Santos Dumont - 48.137 habitantes
* Além Paraíba - 33.495 habitantes
* Carangola - 32.068 habitantes
Fonte: IBGE/2007 - Índice de Desenvolvimento Humano (IDH - 2000) das maiores cidades da Zona da Mata Mineira
* Juiz de Fora – 0,828
* Viçosa – 0,809
* Cataguases - 0,794
* Carangola – 0,783
* Leopoldina – 0,778
* Além Paraíba – 0,777
* Manhuaçu – 0,776
* Ubá – 0,773
* Muriaé – 0,773
* Ponte Nova – 0,766
* Santos Dumont – 0,766
Referências
1. ↑ André Figueiredo Rodrigues. Os sertões proibidos da Mantiqueira: desbravamento, ocupação da terra e as observações do governador dom Rodrigo José de Meneses. Página visitada em 10 de dezembro de 2007.
http://cipotaneativa.ning.com/ -
Mais de 50 cidades mineiras não contam com médico cipotane
Mais de 50 cidades mineiras não contam com médicos para atender a população em tempo integral. Muitos municípios apenas mantêm contratos para prestação de serviços, algumas vezes por semana, e há locais em que o socorro aos moradores só chega quando a ambulância funciona. O levantamento em Minas foi feito pelo Núcleo de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Minas Gerais (Nescon/UFMG). Os números constam do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde. A realidade pode ser ainda mais dramática do que os dados apresentados pelo governo federal durante encontro nesta semana de integrantes da Aliança Global para Força do Trabalho, em Ouro Preto.
Na Região Central, Desterro do Melo, com 3,2 mil habitantes, a 197 quilômetros da capital, apresenta situação semelhante. Não há nenhum médico que mora no local, mas, segundo o secretário Wagner Cimino Rosa, a atenção básica é oferecida por dois clínicos que moram em Cipotânea, a 50 quilômetros do trabalho. Há também especialistas como pediatra, psicólogo e ginecologista que mantêm contrato de prestação de serviço, para atender consultas programadas. “Apesar de nenhum deles morar aqui, temos duas equipes do Programa Saúde da Família (PSF) e oferecemos um número de consultas superior ao que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”, diz o secretário.
Em Vermelho Novo, na Zona da Mata, a 219 quilômetros da capital, os 4,7 mil habitantes são atendidos por um pediatra, um clínico e um ginecologista que moram em Caratinga. “O acesso à nossa cidade é feito por estrada não-pavimentada. Há dificuldade em fixar profissionais, mas temos médicos que trabalham no PSF”, conta a enfermeira-chefe, Cristiane Rocha. -
resultados das eleicoes em cipotanea, veja na internet
Veja no site do TSE resultados
http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes
POr exemplo na secäo 27: veja as diferenzas, ganhos, perdas, coalicöes etc.
Identificação
Municipio 43257 - CIPOTÂNEA / MG Aptos 0237
Zona 0011 Comparecimento 0208
Seção 0027 Faltosos 0029
Número da Urna 566517 Flash Card 2F160675
Código da Carga 959813865989345510695115 Data da Carga 22/09/2008 16:54
Resultado da votação
Prefeito(a) Vereador(a)
Candidato Número Votos
LUIZINHO 14 0131
JOÃOZINHO 45 0044
Total de votos nominais 0175
Brancos 0012
Nulos 0021
Total apurado 0208
Partido: PT - 13
Candidato Número Votos
MAURINHO DO CUICA 13123 0001
DEZINHO DO SINDICATO 13333 0007
Votos de legenda 0001
Total do partido 0009
Partido: PTB - 14
Candidato Número Votos
ZE MARIA LOPES 14001 0009
CIDINHA DO SINDICATO 14123 0009
ROGERIO DA OFICINA 14222 0001
LECO DA VARGEM 14234 0008
DEDEI 14333 0007
CHOCOLETE 14444 0012
NEM DA PADARIA 14555 0009
MARTINHA 14666 0003
GUIU DO TONHO 14777 0012
ELIWANDER 14789 0006
TIÃO DO BASTIÃO BEJO 14888 0003
Votos de legenda 0011
Total do partido 0090
Partido: PMDB - 15
Candidato Número Votos
JOSE LUIZ 15111 0001
MAMAIA DO GERALDO ALFENAS 15112 0001
MIRANDA DO ARTESANATO 15123 0003
ZILAH DA DELZIRA 15456 0008
DICO DO RAIMUNDO 15541 0005
LUIZ DA LOTA 15555 0006
DONIZETHE DA SÃO 15615 0014
Votos de legenda 0002
Total do partido 0040
Partido: PR - 22
Candidato Número Votos
RENIR 22222 0001
Votos de legenda 0000
Total do partido 0001
Partido: DEM - 25
Candidato Número Votos
LUIZ SILVA 25609 0004
DETE 25615 0001
Votos de legenda 0001
Total do partido 0006
Partido: PSDB - 45
Candidato Número Votos
NONO BEZERRO 45605 0005
LADIM 45610 0002
NAZARIO 45611 0004
ADAIR ALVES 45623 0007
FERNANDO DA PACIENCIA 45645 0009
MAROCA 45666 0001
CAETANINHO DA AMBULANCIA 45678 0004
Votos de legenda 0008
Total do partido 0040
Total de votos nominais 0163
Total de votos de legenda 0023
Brancos 0006
Nulos 0016
Total apurado 0208 -
História de Alto rio Doce e Sao Caetano do Xopotó
Alto Rio doce
Minas Gerais - MG
Histórico
A zona banhada pelo rio Xopotó era habitada pelas tribos indígenas Croatás e Puris, de
origem tupi. Difícil é saber-se qual o primeiro explorador ou os primeiros aventureiros que se
penetraram nos sertões do Xopotó.
Pode-se afirmar que o fundador de S. José do Xopotó, quando fixou residência na
sesmaria que lhe foi doada, encontrou como moradores da região: Joaquim Pereira de Sá,
Antônio Pereira da Rocha, José da Rocha e Souza e Manoel Gomes Campos, este o contratador
da mineração, da qual o fundador de São José do Xopotó, José Alves Maciel, foi nomeado caixa.
Em 1698 estavas a Itaverava descoberta. Em 1704, João Siqueira Affonso descobre as
minas do Guarapiranga, origem da atual cidade do Piranga. Partem destes dois pontos e nos
limites destas duas datas os primeiros exploradores dos vales do Xopotó. Os bandeirantes do
Itaverava, em conquista à região do Xopotó, dividiam-se em grupos, para novamente se reunirem
em certo e determinado ponto, onde esperavam uns pelos outros e este local ficou conhecido
pelo nome de Espera (distrito de Nossa Senhora da Piedade da Boa Esperança, hoje rio Espera.
Além da padroeira, tinham ainda estes bandeirantes, como patrono, o Senhor Bom Jesus da
Paciência.
O alferes Francisco Soares Maciel, chefiando uma bandeira, desce o rio Espera e, na barra
deste com o Xopotó, a 7 de agosto de 1711, dia de S. Caetano, lança as bases do arraial de S.
Caetano do Xopotó, celebrando a primeira missa o capelão da comitiva, Padre Cabrita
(chamava-se João Martins Cabrita, mais tarde cônego doutoral da Sé de Mariana, lugar que
renunciou pela vigaria colada de Guarapiranga). E, assim, foram conquistadores e exploradores
se estabelecendo na zona banhada pelo Xopotó. Logo depois Antônio Rodrigues descobre as
terras denominadas Embrejaúbas, assim chamadas por serem regadas pelo rio do mesmo nome,
afluente do Xopotó.
Em 1759 estabeleceram-se nas margens do Xopotó, bem perto da atual cidade Alto Rio
Doce, José Alves Maciel e sua mulher, D. Vicência Maria de Oliveira.
Chama-se o local da residência de Maciel, “Xopotó Acima”, segundo a procuração que
lhe foi passada por sua mulher, com poderes para fazer doação de bens à capela de São José,
mandato assinado pela doadora, o que é notável para a época. Mais tarde, a fazenda de Maciel
passou a denominar-se "Fundão" e depois de construída a capela foi chamada “Sítio de São
José”. Posteriormente passou a denominar-se “Contrato”, nome que ainda hoje conserva, e assim
ficou conhecida pelo fato de ter a fazenda, em 5 de março de 1792, passado à propriedade do
Tenente-coronel José Ferreira Marques, contratador das estradas no caminho novo das Minas
Gerais. É, pois, a fazenda do Contrato o berço da atual cidade de Alto do Rio Doce.
Residia, pois, o fundador de S. José do Xopotó nas proximidades do rio do mesmo nome.
Sua casa devia ser mais ou menos no lugar atualmente conhecido pelo nome de Barra. Ali se
encontram ainda vestígios da primeira ponte sobre o Xopotó e da estrada que se dirigia para
Mercês e Pomba.
Em 19 de março, estando a diocese de Mariana em sede vacante e governada pelo Vigário
Capitular Dr. Alexandre Nunes Cardoso, reinando José e dirigindo os destinos da Capitania o
General Luiz Diogo Lobo da Silva, exercendo as funções de Vigário da Freguesia o Dr. Amaro
Gomes de Oliveira, nas terras de sua propriedade, José Alves Maciel, já alferes, e sua mulher, D.
Vicência Maria de Oliveira, fundam no alto de um morro que denominam “seco”, uma modesta
capela consagrada a S. José e por escrita particular fazem-lhe doação de terras para seu
patrimônio.
Data de 1820 o desenvolvimento da povoação. Resolveram os moradores construir nova
capela, e o fizeram no local em que está hoje edificada a matriz, porém, com a porta voltada para
os lados do nascente.
Em 14 de agosto de 1927, no local da primeira capela, foi pelo Padre Agostinho Resende
de Assunção celebrada uma missa campal e solenemente inaugurado um marco de pedra, lendose
em mármore a inscrição seguinte “Neste local, em 19-3-1764, os doadores do patrimônio de
S.
José do Xopotó, Alferes José Alves Maciel e sua mulher D. Vicência Maria de Oliveira, erigiram
a primeira capela origem da atual cidade de Alto Rio Doce”.
O alferes José Alves Maciel era natural da cidade de Pôrto, Portugal, conforme se verifica
nos livros de assentos de batismo da capela de S. José, sendo um deles o de número um, às
folhas
8 e verso, no assento referente à Eufrazia; filha legítima de José Inácio de Souza e Maria
Joaquina Alves de Jesus.
Possuía o alferes José Alves Maciel nome idêntico ao do Capitão-mor José Maciel, pai do
inconfidente mineiro Dr. José Alves Maciel; não podemos afirmar se eram parentes colaterais. O
fundador de S. José do Xopotó alienou suas propriedades justamente no ano em que os bens do
inconfidentes eram confiscados. A sua Posição de caixa de contrato de mineração fatalmente o
fez ter relações com Tiradentes, pois este freqüentava muito
aquela zona e perto, no arraial do Destêrro do Melo, teve casa própria há pouco demolida pelos
herdeiros de Francisco Dias Ferraz.
No período imperial teve São José do Xopotó a sua primeira escola pública, criada pela
Lei nº 28, de junho de 1831. Pelo Decreto nº 26, de 7 de março de 1890, assinado pelo Dr. João
Pinheiro da Silva, foi instituído o município de São José do Xopotó e a sede elevada a vila, com
o nome de Alto Rio Doce.
Fonte: Internet