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carlosalexandrescoladaveiga

masculino - 42 anos, Porto Alegre, Brasil


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  • A vida e o Amor

    "Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas
    não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
    E que posso evitar que ela vá à falência.
    Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensíveis e permeados de crise.
    Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da
    própria história.E atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
    um oásis no interior da sua alma. E agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
    E saber falar de si mesmo.
    É ter coragem para ouvir um "não".
    É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
    Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo... "
    E quanto ao amor?
    Ah, o amor... não basta termos alguém
    com quem podemos conversar, dividir uma pizza e
    fazer sexo de vez em quando.
    Isso é pensar pequeno:
    queremos AMOR, todinho maiúsculo.
    Queremos estar visceralmente apaixonados,
    queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,
    queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
    É o que dá ver tanta televisão.
    Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes
    de uma forma mais realista.
    Ter um parceiro constante,
    pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
    Você pode ser feliz solteiro,
    feliz com uns romances ocasionais,
    feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
    Não existe amor minúsculo,
    principalmente quando se trata de amor-próprio."

  • O ensinamento da águia!

    A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Pensou ela: "Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?"
    O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. "E se justamente agora isto não funcionar ?" Ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram !!!

    Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

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