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Livro de visitas 18 Organizar os comentários:
Manuel de Oliveira Confiança (Domingo, 2 Março 2008 às 13:06)
hás-de ser toda boa. depois diz qualquer coisa
adeus.
thyago schneider (Terça, 25 Dezembro 2007 às 06:03)
Quero ver você não chorar,
Não olhar para trás,
Nem se arrepender do que faz.
Quero ver o amor vencer
Mas se a dor nascer,
Você resistir e sorrir.
Se você pode ser assim,
Tão enorme assim eu vou crer
Que o Natal existe
E ninguém é triste
Que no mundo há sempre amor.
Bom Natal, um Feliz Natal,
muito amor e paz pra você!
António Prates Confiança (Segunda, 24 Setembro 2007 às 10:58)
"Poetas e Cantigas..."
Isto de fazer uma cantiga
Como a "lei" manda ao poeta
Muito tem que se lhe diga,
Não sei se noutra me meta.
(Dr. Alexandre Torrinha)
I
Sendo um dom do pensamento,
Com palavras num sem fim...
Como plantas de um jardim,
Enfeitando o chão cinzento...
Elas brotam no momento,
Como brota a verde espiga...
Um condão que se mastiga,
Nesta minha opinião...
Eu acho que é vocação,
Isto de fazer uma cantiga...
II
Bem temperada pela rima,
Que lhe dá forma e beleza...
Dá sentido e mais firmeza,
Se a moral nos vem de cima...
Uma grosa quando lima,
Pela forma mais concreta...
Faz-se trova de um profeta,
Enfeitada com grainhas...
E as palavras são rainhas,
Como a "lei" manda ao poeta...
III
O que é dito pelo mote,
É destino e pão da obra...
Verso a verso se desdobra,
No sentir de cada dote...
Mete as águas no capote,
Quando o pão falta à barriga...
Brada alto a quem lhe liga,
Exprimindo a sua crítica...
E essa coisa da política,
Muito tem que se lhe diga...
IV
Um actor quando declama,
O que manda o sentimento...
Trova amor, sorte e lamento,
Pedindo paz como quem ama...
Trovador de cante e chama,
Que se exalta na caneta...
Entretido nesta faceta,
Vou rimando o meu prazer...
E como gosto de escrever,
Não sei se noutra me meta...
António Prates
(In Sesta Grande)
Convido-a a ingressar e a participar neste espaço poético:
http://groups.msn.com/AlmaAlentejana
Obrigado!
António Prates Confiança (Terça, 11 Setembro 2007 às 05:18)
"Momentos"
Os campos, que trilhei por brincadeira,
Nos prados, nas searas, nos pousios...
As ribeiras, os montados, os baldios,
A companhia de um pião na algibeira...
Aqueles tempos no Algarve desconhecido...
Um outro dia em que foi tudo por um triz...
As consequências do que fui e do que fiz,
Nesses momentos, sem razão e sem sentido...
As bebedeiras, os futebóis, um desatino...
Essas tais farras, nessas noites malogradas...
E as cantorias pelas altas madrugadas,
Junto aos amigos já sumidos pelo destino...
A devoção às namoradas pretendidas,
Criando versos por impulso ou por paixão...
Recordo ainda, aquela outra situação,
Em que marchei por entre as fardas repetidas...
Quando lembro esses momentos mencionados,
Sou a criança, que pensou que não crescia...
Sinto a saudade, o momento, a nostalgia
Nestes meus versos compartidos e recordados...
António Prates
(In Sesta grande)
Convido-a a ingressar e a participar neste espaço poético:
http://groups.msn.com/AlmaAlentejana
Obrigado!
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