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        <title>O blog do(a) Guadalupe</title>
        <description>O blog do(a) Guadalupe</description>
        <link>http://pt.netlog.com/algarvia1971/blog</link>
        <lastBuildDate>Sat, 28 Nov 2009 19:15:20 UT</lastBuildDate>
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            <title>algarvia1971</title>
            <link>http://pt.netlog.com/algarvia1971</link>
            <description>algarvia1971</description>
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            <title>CINCO LIÇÕES...COMO TRATAR AS PESSOAS...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/algarvia1971/blog/blogid=1655864</link>
            <description>&lt;strong&gt;1 - Primeira lição importante - Senhora da limpeza &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste. &lt;br /&gt;Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última: &lt;br /&gt;&amp;quot;Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?&amp;quot; &lt;br /&gt;Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza &lt;br /&gt;inúmeras vezes. &lt;br /&gt;Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela? &lt;br /&gt;Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota. &lt;br /&gt;&amp;quot;Absolutamente,&amp;quot; respondeu o professor. &amp;quot;Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'.&amp;quot; &lt;br /&gt;Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. - Segunda lição importante - Boleia na chuva &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa auto-estrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. &lt;br /&gt;O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia. &lt;br /&gt;Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. &lt;br /&gt;Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de &lt;br /&gt;bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um &lt;br /&gt;lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi. &lt;br /&gt;Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do &lt;br /&gt;jovem e agradeceu-lhe. &lt;br /&gt;Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma &lt;br /&gt;televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de &lt;br /&gt;agradecimento acompanhava a televisão. &lt;br /&gt;Dizia: &lt;br /&gt;&amp;quot;Muito obrigado por me ajudar na auto-estrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. &lt;br /&gt;Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta. Com sinceredidade, &lt;br /&gt;Mrs. Nat King Cole.&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de &lt;br /&gt;10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água. &lt;br /&gt;&amp;quot;Quanto custa um gelado de taça?&amp;quot; perguntou o rapazinho. &lt;br /&gt;&amp;quot;Cinquenta cêntimos,&amp;quot; respondeu a empregada. &lt;br /&gt;O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as. &lt;br /&gt;&amp;quot;Bem, quanto custa um gelado simples?&amp;quot; perguntou ele. &lt;br /&gt;A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente. &lt;br /&gt;&amp;quot;Trinta e cinco cêntimos,&amp;quot; respondeu ela com brusquidão. &lt;br /&gt;O rapazinho contou novamente as suas moedas. &lt;br /&gt;&amp;quot;Vou querer o gelado simples.&amp;quot; Respondeu ele. &lt;br /&gt;A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o &lt;br /&gt;dinheiro do rapazinho e afastou-se. &lt;br /&gt;O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora. &lt;br /&gt;Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, &lt;br /&gt;colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco &lt;br /&gt;cêntimos... &lt;br /&gt;Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria &lt;br /&gt;ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. &lt;br /&gt;Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns &lt;br /&gt;dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da &lt;br /&gt;pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho. &lt;br /&gt;Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se &lt;br /&gt;do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a &lt;br /&gt;pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente &lt;br /&gt;conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois &lt;br /&gt;reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra. &lt;br /&gt;O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem! &lt;br /&gt;Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 - Quinta lição importante - Dar para ajudar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, &lt;br /&gt;conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão &lt;br /&gt;de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo &lt;br /&gt;problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários &lt;br /&gt;para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã. &lt;br /&gt;Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer &amp;quot;sim, &lt;br /&gt;eu faço-o se isso a salvar.&amp;quot; &lt;br /&gt;À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da &lt;br /&gt;sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da &lt;br /&gt;menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a &lt;br /&gt;desaparecer. &lt;br /&gt;Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, &amp;quot;Será que eu &lt;br /&gt;começo a morrer já?&amp;quot;. &lt;br /&gt;Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangue à irmã para a poder salvar.</description>
            <author>algarvia1971</author>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2009 00:53:26 UT</pubDate>
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            <title>GRANDE  CONFUSÃO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/algarvia1971/blog/blogid=1620918</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/011/387/11387488.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot; Dois amigos não se viam há muitos anos. Quando se encontraram, começaram a contar cada um a sua vida. &lt;br /&gt;Diz um: -Olha, eu casei-me com uma viúva que tinha uma filha de 30 anos. O meu pai enamorou-se da minha enteada e casou-se com ela. &lt;br /&gt;Disto resultou que a minha mulher ficou sendo sogra do meu pai,que já era seu sogro; eu tornei-me padrasto de meu pai e a minha enteada, a filha da minha mulher, fez-se minha madrasta. &lt;br /&gt;Depois, esta teve um filho e essa criança, claro está, era meu irmão, porque era filho do meu pai, mas também era meu neto porque era filho da filha de minha mulher. Isto fez com que eu ficasse, simultaneamente, avô de meu irmão... &lt;br /&gt;A seguir, a minha mulher teve também um filho, que era irmão da minha sogra e também seu neto, porque ele era filho do filho de seu marido. &lt;br /&gt;Este nascimento originou uma trapalhada completa: o meu pai tornou-se cunhado do meu filho porque a irmã do mesmo é sua mulher. &lt;br /&gt;Eu fiquei irmão do meu próprio filho e filho da minha avó. Sou cunhado da minha madrasta e a minha mulheré tia do seu próprio filho e este sobrinho do meu pai, do que resultou eu tornar-me avô de mim mesmo...&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2456//s/i/smilies/w00t.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2456//s/i/smilies/w00t.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>algarvia1971</author>
            <pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:08:35 UT</pubDate>
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            <title>MULHER DE 40</title>
            <link>http://pt.netlog.com/algarvia1971/blog/blogid=1614674</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/011/387/11387522.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos. &lt;br /&gt;No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela perde o frescor juvenil, é verdade. &lt;br /&gt;Mas perde também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20, só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40. &lt;br /&gt;Como se conhece melhor, é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma, e com seu homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. &lt;br /&gt;Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. &lt;br /&gt;Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando que for feio e baixo-astral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela só quer é ser feliz !!! &lt;br /&gt;Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. &lt;br /&gt;Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. &lt;br /&gt;Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. &lt;br /&gt;Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem gestos mais delicados e elegantes. &lt;br /&gt;Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. &lt;br /&gt;E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir. &lt;br /&gt;Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. &lt;br /&gt;Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. &lt;br /&gt;E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas e de pintas. &lt;br /&gt;Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 20 a mulher é escolhida. Aos 40, é ela quem escolhe. &lt;br /&gt;E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. &lt;br /&gt;Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. &lt;br /&gt;Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. &lt;br /&gt;Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. &lt;br /&gt;Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. &lt;br /&gt;Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. &lt;br /&gt;Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas. &lt;br /&gt;O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. &lt;br /&gt;No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. &lt;br /&gt;Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. &lt;br /&gt;Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. &lt;br /&gt;Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor, antes de chegar o ponto de precisar exibi- lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. &lt;br /&gt;Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila : &lt;br /&gt;É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.</description>
            <author>algarvia1971</author>
            <pubDate>Sun, 25 Jan 2009 13:49:41 UT</pubDate>
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