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        <title>O blog do(a) Raul de Oliveira</title>
        <description>O blog do(a) Raul de Oliveira</description>
        <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog</link>
        <lastBuildDate>Mon, 23 Nov 2009 00:05:08 UT</lastBuildDate>
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            <title>Raul_de_Oliveira</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira</link>
            <description>Raul_de_Oliveira</description>
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            <title>Aquarius Sindromes</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1598925</link>
            <description>Ok. Resolvi postar aqui depois de mais uma incrivel coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, não acredito em coincidências, acho que tudo acontece ao seu tempo, portanto, eu ter clicado em 4 fotos diferentes, um texto e TODOS serem aquarianos e tratarem de assuntos muito parecidos faz eu ficar muito pensativo acerca dessa idéia &amp;quot;sem noção&amp;quot; que vem tomando forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, eu não sou um viciado em horóscopo, a idéia de sindrome de aquário surgiu quando notei que anos haviam se passado e eu nunca havia tido contato com muitos desse signo e sempre que o tinha, era briga certa para por os pontos de cada um. Um dia, após uma boa dor de cotovelo, lendo um texto qualquer vi que a melhor pessoa para suportar um aquariano era outro, achei engraçado, mas arquivei a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou, e de uma hora para outra vi-me cercado por pessoas desse mesmo signo, engraçado, que todas com o mesmo &amp;quot;problema&amp;quot; ou sentimento envolvendo o coração. Foram horas de msn noite a dentro e começou a surgir uma idéia: será que esse sentimento é generalizado e eu estou afunilando ou há um funil mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, há algumas escapatórias, mas notei que muitas das pessoas que vem vibrando na mesma sintonia, com pensamentos loucos nessa época têm características específicas, e investigando, resolvi ligar o signo a isso com várias outras coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, surgiu um blog comunitário que comecei a postar coisas a respeito, e agora tenho copilado as discussões cabeça sentimentais para tentar tapar um buraco que têm afligido a todos, e todos tem se identificado com isso de forma muito peculiar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... não há nada definido, há uma idéia surgindo, há um formigamento de interesses, há sentimentos parecidos e coisas muito peculiares. Como disse, não acho que existem coincidências, cada um tem um dom e um livro só vem a mão da pessoa quando ela está pronta para lê-lo. Ou um mestre só aparece quando o pupilo está pronto. pensando assim, por que não usar o que eu faço de melhor que é reunir pessoas para um determinada coisa... e tentar ver o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o principio. O blog é &lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fsindromedeaquariano.blogspot.com%2F&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://sindromedeaquariano.blogspot.com/&lt;/a&gt; depois que a pessoa lê tudo eu tenho um DOC que venho copilando...aos poucos e aumentando-o também aos poucos com a ajuda das pessoas... enfim... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você: anda com um sério problema que seus amigos não são suficientes embora você tenha mais de 500 registrados em seus contatos. Muita gente que você conversa parece ignóbil, e há uma revolta pulsante no seu intimo como se as coisas não estivem andando e/ou a grande maioria da humanidade fosse burra demais para te entender. Se parece que falta uma peça na sua máquina, mas que ao mesmo tempo que ela não faz falta, você sente um buraco imenso pela falta dela mas você não acredito que seja dependente disso... você está com muito, muito dos &amp;quot;sintomas&amp;quot; dos sindromers. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim é isso.. converse comigo... meus dados estão por ai... a gente vai resolvendo aos poucos, afinal, segundo a característica principal do signo de aquario, a humanidade depende da nossa loucura para poder evoluir... e se a gente tá com um problema é melhor ver se isso não é  um problema futuro da humanidade que teremos que resolver primeiro na gente. KKKKKKKKK..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim.. todos somos egocentricos.. KKKKKKKKKKKKKK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;enfim.. é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:-D &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concorda? Discorda? Dá sua opinião... e o seu signo... :-D</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Mon, 12 Jan 2009 03:59:02 UT</pubDate>
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            <title>Olho</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1385200</link>
            <description>O olho pisca e tenta entender&lt;br /&gt;o que na visão há para perceber&lt;br /&gt;interceder já não pode&lt;br /&gt;ver é o que lhe resta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai para um lado, para outro.&lt;br /&gt;Abre e fecha. Só um deles pode ver.&lt;br /&gt;Não há espaço para outro&lt;br /&gt;só ele é sente a poeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê a sujeira&lt;br /&gt;Vê a distância&lt;br /&gt;Vê que não há tanta importância.&lt;br /&gt;Pisca de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se passaram muitos povos&lt;br /&gt;Cada um com visão turva&lt;br /&gt;Alguns nem vêem o que está a frente&lt;br /&gt;E ele observa. Sente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inflama-se na tentativa de mudar algo&lt;br /&gt;Mas é só um objeto estranho que está ali&lt;br /&gt;Ele não tem ajuda das mãos&lt;br /&gt;É apenas um olho, sozinho, observando a multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O buraco é pequeno, não é de fechadura&lt;br /&gt;Mas ele observa de um lado e de outro&lt;br /&gt;Vê alguns atravessem a rua&lt;br /&gt;e ele eleva-se a observar a lua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se reconhece, redendo, observador&lt;br /&gt;Interfere? Como? É só um olho a ver&lt;br /&gt;Chorar. Lacrimejar. Piscar.&lt;br /&gt;Ele se fecha. Não quer ver.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:22:20 UT</pubDate>
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            <title>pensamentos jogados</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1378505</link>
            <description>tenho vontade de escrever e tenho que escrever, o problema é que tenho que escrever o que não tenho vontade de fazê-lo. Preciso terminar duas matérias até dia 15 e olha eu aqui novamente blogando de madrugada enquanto tento neutralizar o efeito de pensamentos vis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em alguns momentos queria poder controlar de toda a forma o que penso o que sinto o que faço e nada mais além disso (&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2433//s/i/smilies/unsure.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; nada mais... até soa engraçado ler-me. Enfim minha cabeça gira, meu cérebro me prega peças e muitas vezes o coração chega a doer de tanto sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assisti a um episódio de House (o médico) onde um paciente aceitou apagar a memória pois o amor não correspondido fazia o cérebro enviar enzimas ao coração na esperança de destrui-lo. Fico pensando se tais doenças são reais ou se são ficção para fazer pensar em cada um de nossos atos e artefatos. (trocadilho ignobil o meu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim. Hoje foi um dia bom, ou seria uma noite, enfim, meus horários estão perdidaços. Mas foram horas de conversa, revendo amigos que infelizmente não suprimem uma falta para resgatar um equilíbrio. E ainda há essa lei de não poder beber um gole de alcool. (como se eu fosse encher a cara) nem isso faço mais... a idade bate a porta e a gente cria juiso ou ele nos persegue. Mas o que vale se antes era mais divertido? Mais arriscado mas bem mais divertido. Menos consistente. Mas mais divertido. Tudo o que  penso a respeito me leva sempre ao mais divertido como comparativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o passado era mesmo divertido? Não . Não era, tenho os meus velhos textos, escritos de outras formas mas que compravam que a dor é a mesma a anos a fio. O remédio, suaviza por um tempo mas depois que ele se vai. Volta-se ao ponto de partida. Qual será a cura final para o que tenho na alma? Boaaaa pergunta. Mas quem é que pode responder a não ser eu mesmo que no fundo não tenho a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu melhor amigo é o seu pior inimigo e ainda pior se são ambos você mesmo.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sun, 13 Jul 2008 10:19:06 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>paradoxo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1377861</link>
            <description>Já faz um tempo usei este blog para desabafar sentimentos que estavam a todo pulsando no meu peito. Que davam um nó, naquela época já, que eu nem saberia dizer a que tamanho chegariam. Hoje, tento desfaze-los e mesmo assim parece-me impossível. De ontem para hoje foi uma noite agitada, pouco sono, respiração difícil, cabeça cheia. Várias vezes acordei e quis vir escrever. Escrever em lugares que ninguém pudesse ler para não parecer tão pedante. Enfim, como faz muito tempo que ninguém acessa aqui com freqüência acho que posso escrever em paz por aqui novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem fiquei pensando sobre a felicidade. O quanto ela é importante para nós e como ela anda de mãos dadas com o amor. Também como é que cada um de nós procuramos esses sentimentos e no final eles escorrem por entre nossos dedos como uma areia fina em uma ampulheta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso especificamente como é paradoxal o querer desesperadamente o passado sem comprometer o futuro. Como querer tão intensamente os falsos amigos se a adulação dos mesmos é tão boa para o ego. Como querer crescer mais e mais se o passado que fica registrado só é o que foi bom e esquecemos que na época era tão doloroso ou mais que agora? Como é necessário cortar para crescer quando você só desejava permanecer frutificando. Como fazer para lutar com a sensação de tempo perdido a cada instante que e fumar, perder o sono, esquecer-se que é um ser humano é degradante e que os instintos suicidas são latentes e que luta-se diariamente com seus próprios pesadelos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a noite foi complicada. É querer mandar tudo para o inferno. É querer dar os parabéns àquela falsidade pela persistência em tomar-te o que você tinha e o que ela (a falsidade) cobiçava e conseguiu levar-te assim como todo o equilíbrio que o acompanhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece tão difícil persistir. Parece tão inútil acreditar que Ele existe e que em cada um dos momentos você deve pensar nos motivos de uma coisa acontecer e tentar tirar a melhor experiência daquilo. Estou cansado, cansado demais de tentar ver que há algo de bom para aprender. Também estou cansado demais para ter uma vontade ruim que não levará a lugar nenhum. Atualmente a única sensação que me bate a porta é a procrastinação de uma luta perdida. De um sonho estilhaçado e de uma alma desequilibrada que nunca mais conseguirá acertar uma dos seus lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um barco, um barco a naufragar que aos poucos enche-se de água e aos poucos afunda. Que a tripulação toda tenta, a panelas, conter a inundação mas é uma questão de tempo o abismo. Quantos irão se salvar? O Capitão afundará com o barco de verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei quem é o capitão de mim e nem sei se ele ainda vive. Se apenas circula e incentiva a todos a tentarem mesmo que ele não tenha mais esperança. Que ele olhe para o céu e implore a Deus que o resgate que jogue sobre ele uma luz que ilumine o negrume em sua alma pois o que vê é somente o negrume abismico do ocêano a qual pertecerá em breve. Olha com um fio de esperança que não vem e que ele, atordoado, baixa a cabeça e caminha mais um pouco em direção ao nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que adianta ter raiva do que passou e do que não estão nas suas mãos? Do que adianta sentir-se inseguro se não há nada mais seguro. Do que adianta pensar que sente amor se ainda assim não sente-se bem com ele? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo é um paradoxo imenso cada um dos nossos sentimentos e atos para conosco. Já pensaram no que nos dá felicidade? Já pensaram se isso que dá felicidade é uma felicidade momentanea que vale a pena mas que não é para sempre ou se é melhor lutar por uma felicidade eterna que você acredita existir desacreditando? Que é possível alcançar algo sólido quando na realidade tudo o que viveu até hoje foi só onírico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria que minha cabeça encerra-se os impulsos eletricos que percorrerm meu corpo. Queria que além de parar tudo para começar de novo também fosse possível apagar a memória e apagar tudo o que se tem de teimosia e necessidades impotentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria sim sentimentos puros, engano-me pensando que muitos deles são assim. Queria desejar que tudo o que fosse bom fosse verdadeiro, queria do fundo do coração que a companhia de um amigo querido fosse agradável por muito tempo, mas hoje até isso chega a seu limite e por que? Porque eu mesmo não estou bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dificil assumir que você sabe ser a causa de todos os seus problemas e que você não encontra o remédio para você pois ao vê-lo parece que não vale a pena tomá-lo. É uma luta contra o espelho. Uma luta injusta que já parece ter um final marcado para o pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisso lembro das provas que alguns filmes propoe aos seus heróis. Lembro que sempre a pior delas é a luta contra ele mesmo, a luta cotra todas as suas qualidades e defeitos. A luta com a sua imagem e semelhança e que normalmente ela é a pior batalha que podemos enfrentar pois no inimigo mora a seu mais próximo amigo e lá também reside todas as suas forças e fraquesas conhecidas e desconhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vencer a si mesmo quando tudo em você pensa em desistir, em pegar uma garrafa de alcool e &amp;quot;abstrair&amp;quot; até que o efeito passe e você se destrua um pouco mais? Como não querer ferir-se se a cada instante você é ferido por você mesmo com sentimentos que você acaba achando que não precisariam existir mas que estão ali escondido esperando um momento para pular à sua frente e pregar-lhe um grande susto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas perguntas não podem ser respondidas pois ao mesmo tempo que depende de um pensamento, também depende de um sentimento. Da mesma forma que depende de você depende do seu equilibrio, e por que o meu equilibrio depende de outra forma de amor? Por que o amor próprio não basta? Pois esse amor só me faz agarrar a esperanças morbidas e não afundar no abismo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a noite foi complicada e enquanto não iluminar a noite escura da minha alma ela continuará assim. Como prosseguir se o fio de luz que alguém poderia jogar não existe. Quando você olha e não há salvação a caminho? Quando não há começo não pode haver fim. Sempre há solução é o que quero acreditar. Mas no fundo. Não acredito.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sat, 12 Jul 2008 17:39:34 UT</pubDate>
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            <title>Desafio ao Superego</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1309287</link>
            <description>&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fmundovampyr.blogspot.com&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://mundovampyr.blogspot.com&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;esse é o endereço que você deve visitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma área comum, nada planejado e apenas um momento de distração. Catapimba, a vontade vem e cataplam ele a bloqueia. Será possível que a regência é monumental e indestrutível ao ponto de aniquilar qualquer realidade que não seja plausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diria que muito do que é, é assim, por que um dia o foi ido. Sugestionando, impulsionando, resolvendo? Qual é o melhor em qual circunstância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, este texto deve ser muito bem sem pé nem cabeça pois é o que acontece, deve ser o ID lutando para sair mas o Super o estrangula. Seria capaz de idealizar um embate mortal entre as partes, um super herói com pega rapaz e cueca para fora das calças lutando para manter as aparências e ser o certinho da história, mas qual o certo? Qual o próximo passo correto em direção a alguma coisa que você não tem idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum dia você parou par pensar para onde caminha? Qual o sentido da sua vida em direção ao &amp;quot;nada&amp;quot; ou ao tudo que pode ser nada neste hemisfério? São tantas elocubrações que poderia descrever e desargumentar qualquer um dos argumentos plausíveis desse super herói. Mas ele é o certo? O aquele que não faz sentido o é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o sentido a partir do momento que você o estimula a partir de uma lógica? Enfim. Há momentos que os dois estão tão entrelaçados para tornar um único sentido que sabe?&lt;br /&gt;Não quero mais escrever...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o super ego pode vencer essa desistência! Balélá.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Fri, 16 May 2008 04:32:11 UT</pubDate>
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            <title>http://mundovampyr.blogspot.com - Nada</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1241458</link>
            <description>Esse é endereço oficial do meu blog. Aqui nada a lém de pensamentos trocados perdidos, um recanto para delírios e elocubrações acerca do nada que nos cerca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico pensando como o mundo gira, dá suas voltas e hoje, mais que nunca fico pensando nele como um tremendo espaço que não há nada mais para se ver que já não se tenha visto. Problemas de globalização? Excesso de gente no mundo. Tudo na internet. Nada na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei pelas ruas de São Paulo hoje pelo menos por duas horas observando tudo e não vendo nada, a sensação e que tudo é dispensável persegue-me. Algumas coisas que penso que me dão prazer, não dão e também não desdão. São inócuas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa é o vazio constante. Hoje pensei que choraria, olharia e veria que muita coisa do que passa pela minha cabeça é maluquice, no final das contas é mesmo, não é nada daquilo é apenas o vazio. O vazio de sensações de sentimentos. Beber não adianta, só traz dor de cabeça. Rir de algumas coisas aparenta-me falsidade comigo mesmo embora no hora seja engraçado, mas depois, nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo isso várias vezes e repito, parece-me que se morresse hoje nada seria perdido pois não há mais nada para se fazer por aqui. Sei lá. São as coisas da vida. Te vi, não quis o que pensei que quereria, não senti o que pensei que sentiria, no final. Nada. Apenas o nada.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Wed, 26 Mar 2008 05:58:00 UT</pubDate>
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            <title>Algumas mensagens me fazem pensar...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1240499</link>
            <description>Aqui só serão postados os pensamentos mais estranhos, o blog mesmo é o &lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fmundovampyr.blogspot.com&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://mundovampyr.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;-------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes nos vemos em posição de impotência e somos levados a sacrificar alguns sonhos e a entender que, por mais poderosos que sejamos, existem circunstâncias em que simplesmente nada ou pouco podemos fazer. O Homem Pendurado emerge para este momento de sua vida, sugerindo a necessidade de cultivar a espera e entender que a impotência é, antes de tudo, uma lição de humildade. &lt;span style=&quot;text-decoration:underline&quot;&gt;Tudo passa e você certamente se abrirá a tempos melhores no futuro, sentindo que seus planos (no momento paralisados) fluirão a contento. &lt;/span&gt;</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:41:32 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Quer Blogada?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1174130</link>
            <description>&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fmundovampyr.blogspot.com&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://mundovampyr.blogspot.com&lt;/a&gt;</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 23:36:44 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Acabou a época do blog do netlog...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1173196</link>
            <description>Adoro esse espaço, mas é assim que funciona, a cada época uma comunidade é escolhida para novas passagens, novas vidas. Tudo muda, assim é o universo, portanto, volto a publicar no blog oficial e que o endereço agora é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fmundovampyr.blogspot.com&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://mundovampyr.blogspot.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Là você encontrará os meus textos, minhas neuras e tudo o que quiser ler..</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 08:32:22 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>OK. Deve ser o final do inferno astral</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1159063</link>
            <description>Preciso voltar a postar no meu blog normal. &lt;br /&gt;Atualizar informações, voltar a pensar, ligar o carro engatar a primeira marcha e seguir.&lt;br /&gt;Tá foda, não quero escrever, não quero fazer nada, tudo está um saco.. *rs ok, este blog foi criado para desabafo... mas já tá ficando muito movimentado *rs e ao mesmo tempo às moscas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje fui no lançamento de um livro de vários autores, entre eles, três pessoas que estiveram a muito tempo comigo na faze &amp;quot;gósmico do mal&amp;quot;. A conclusão depois desse reencontro? Deus Noite é morto e enterrado mesmo. Não quero resgatá-lo, por mais tentador que seja... a única coisa que me vem a cabeça é uma música do Raulzito... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;tem dias que a gente se sente...&lt;br /&gt; um pouco, talvez, menos gente... &lt;br /&gt; um dia daqueles sem graça&lt;br /&gt; de chuva cair na vidraça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia qualquer sem pensar&lt;br /&gt; Sentido o futuro no ar&lt;br /&gt; Um ar, carregado, sutil&lt;br /&gt; Um dia de maio ou abril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem qualquer amigo do lado.&lt;br /&gt; Sozinho, em silêncio, calado.&lt;br /&gt; Com uma pergunta na alma.&lt;br /&gt; Por que nesta tarde tão calma.&lt;br /&gt; O tempo. Parece. Parado.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou ainda... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canto para Minha Morte&lt;br /&gt;Raul Seixas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composição: Raul Seixas e Paulo Coelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que determinada rua que eu já passei&lt;br /&gt;Não tornará a ouvir o som dos meus passos.&lt;br /&gt;Tem uma revista que eu guardo há muitos anos&lt;br /&gt;E que nunca mais eu vou abrir.&lt;br /&gt;Cada vez que eu me despeço de uma pessoa&lt;br /&gt;Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez&lt;br /&gt;A morte, surda, caminha ao meu lado&lt;br /&gt;E eu não sei em que esquina ela vai me beijar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com que rosto ela virá?&lt;br /&gt;Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?&lt;br /&gt;Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?&lt;br /&gt;Na música que eu deixei para compor amanhã?&lt;br /&gt;Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?&lt;br /&gt;Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,&lt;br /&gt;E que está em algum lugar me esperando&lt;br /&gt;Embora eu ainda não a conheça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou te encontrar vestida de cetim,&lt;br /&gt;Pois em qualquer lugar esperas só por mim&lt;br /&gt;E no teu beijo provar o gosto estranho&lt;br /&gt;Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar&lt;br /&gt;Vem, mas demore a chegar.&lt;br /&gt;Eu te detesto e amo morte, morte, morte&lt;br /&gt;Que talvez seja o segredo desta vida&lt;br /&gt;Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será a forma da minha morte?&lt;br /&gt;Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.&lt;br /&gt;Existem tantas... Um acidente de carro.&lt;br /&gt;O coração que se recusa abater no próximo minuto,&lt;br /&gt;A anestesia mal aplicada,&lt;br /&gt;A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida&lt;br /&gt;O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,&lt;br /&gt;Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh morte, tu que és tão forte,&lt;br /&gt;Que matas o gato, o rato e o homem.&lt;br /&gt;Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar&lt;br /&gt;Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva&lt;br /&gt;E que a erva alimente outro homem como eu&lt;br /&gt;Porque eu continuarei neste homem,&lt;br /&gt;Nos meus filhos, na palavra rude&lt;br /&gt;Que eu disse para alguém que não gostava&lt;br /&gt;E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou te encontrar vestida de cetim,&lt;br /&gt;Pois em qualquer lugar esperas só por mim&lt;br /&gt;E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar&lt;br /&gt;Vem, mas demore a chegar.&lt;br /&gt;Eu te detesto e amo morte, morte, morte&lt;br /&gt;Que talvez seja o segredo desta vida&lt;br /&gt;Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jan 2008 05:38:27 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>nada a declarar.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1159045</link>
            <description>tem dias que a noite é foda.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jan 2008 04:23:15 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Sintonia</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1156195</link>
            <description>sintonia, essa é a palavra... mas que sintonia?&lt;br /&gt;AM, FM, ondas cerebrais longas, curtas.&lt;br /&gt;sintonia apenas sintonia&lt;br /&gt;alou, alguém me ouve&lt;br /&gt;sintonizado no canal errado&lt;br /&gt;aha. apanhado.&lt;br /&gt;sintonia. sinfonia.&lt;br /&gt;não é melhor que baixaria&lt;br /&gt;traquinaria, pilharia, qualquer verbo ia&lt;br /&gt;dar certo? sintonia?&lt;br /&gt;sintonizado. Calado. Fadado.&lt;br /&gt;Pensamentos focados.&lt;br /&gt;Alou, é da Terra? Me erra.&lt;br /&gt;Não é Plutão. Urano. Saturno. &lt;br /&gt;Lua não é Brasil.&lt;br /&gt;Sintonia. Fina. &lt;br /&gt;Faz falta. &lt;br /&gt;Transmissor quebrado.&lt;br /&gt;Aparelho apagado.&lt;br /&gt;Toc toc.. tapas no rádio.&lt;br /&gt;Sintonia? Alou... tem alguém ai?&lt;br /&gt;Sintonia. Canal de TV. Pra que?&lt;br /&gt;Sintonia. Chiado. Chuvisco.&lt;br /&gt;Pelado, sentado. Alquebrado.&lt;br /&gt;Toc Toc.. shhhhhhhhhh.&lt;br /&gt;Sintonia. Transmissor desantenado&lt;br /&gt;Antenado para sintonizar&lt;br /&gt;o que? pra que? onde? quando?&lt;br /&gt;Sintonia. Sintonia.&lt;br /&gt;Sintonizar.&lt;br /&gt;Alou? É sintonia de celula. &lt;br /&gt;Celular. Tu tu tu tu ... ocupado.&lt;br /&gt;No momento não posso atender&lt;br /&gt;deixe o seu recado.&lt;br /&gt;Sintonizado? Não pra que?&lt;br /&gt;Você. Sintonia. Onde está?&lt;br /&gt;Pra que? Vai saber.&lt;br /&gt;Sintonia.&lt;br /&gt;apenas sinomia.&lt;br /&gt;de eu mesmo.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jan 2008 05:21:10 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Vazio</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1154889</link>
            <description>No final há um vazio&lt;br /&gt;profundo, silêncioso, nostálgico.&lt;br /&gt;Uma manhã claramente acalenta fantasmas&lt;br /&gt;desses que passam balançando correntes&lt;br /&gt;e menosprezam a  gente, dão medo.&lt;br /&gt;E assim seguimos adiante, tremendo mas&lt;br /&gt;Galantes, cantantes, chamejantes&lt;br /&gt;Ah... Nestes tempos modernos&lt;br /&gt;Aja calmantes &lt;br /&gt;para tantos.&lt;br /&gt;São desejos, sonhos e o vazio&lt;br /&gt;Não há esperança quando ele nos alcança&lt;br /&gt;Pois há o vazio&lt;br /&gt;Não há desejo quando ele balança&lt;br /&gt;Pois há o vazio&lt;br /&gt;Não há esperança &lt;br /&gt;Pois há vazio&lt;br /&gt;Vazio&lt;br /&gt;Só&lt;br /&gt;Um buraco profundo&lt;br /&gt;Onde caio e observo o mundo.&lt;br /&gt; Vazio.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sun, 20 Jan 2008 08:35:20 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Falta pouco</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1152202</link>
            <description>Em breve mais nada restará&lt;br /&gt;Já sobra tão pouco, e o pouco&lt;br /&gt;Pilhérico partirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortarei em mim cada pedaço do velho&lt;br /&gt;Vestirei de luto, em terno, num negro das unhas à alma&lt;br /&gt;Caprichoso desdém daquilo que vem e vai&lt;br /&gt;Ignorando soberbas e limites&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não sei quem sou eu&lt;br /&gt;Mas sei ainda o que quero eu&lt;br /&gt;Já não sei o caminho&lt;br /&gt;Mas sei procurar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vai mudar? Tudo.&lt;br /&gt;O que você leu agora é passado&lt;br /&gt;E o que está lendo que era futuro&lt;br /&gt;Virou presente tão rápido e&lt;br /&gt;Na velocidade dos teus olhos&lt;br /&gt;Num piscar, passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou.  Marcado. Mas passou.&lt;br /&gt;Exilou num canto intimo&lt;br /&gt;De onde jamais sairá.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 04:00:10 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Divagações</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1143982</link>
            <description>Alguns alucinados dizem que o amor supera tudo. Besteira. O amor é uma dor que invade o nosso interior dilacerando cada parte do nosso peito, sempre. Seja pelo lado bom, quando tudo vai bem e ele dilacera nossos sentimentos em prazeres, esperanças, sonhos, ilusões e fantasias. Seja pelo lado ruim, quando tudo despenca. Ai ele vem mais forte, parecendo que só ele é a salvação a partir daquilo que sentíamos e que gostaríamos que voltasse.&lt;br /&gt;Nossa mente é uma confusão de sentimentos, sensações e dolorosas lembranças que, por alguma explicação freudiana acaba sempre guardando apenas momentos bons de determinados relacionamentos, acaba parecendo ação e reação. Onde a reação à perda é a ação de um desejo inescrupuloso a pulsar fortemente em nosso peito.&lt;br /&gt;Tem momentos que pensamos em loucuras, tentativas vãs de reconquistar um passado que não pode ser reconquistado pois a cada instante o passado torna-se o presente e desenvolve o futuro. É uma reação em cadeia, onde não podemos ter as mesmas sensações simplesmente por que não somos mais os mesmos. Envelhecemos. A cada segundo nossas células se deterioram e acabamos por desenvolver outras alternativas a essas formas ilusórias de auto-cura ou piedade.&lt;br /&gt;Há momentos que a vontade de gritar é tanta que você simplesmente vê-se sem voz. Há momentos de amor tamanho que você se vê sem ação alguma e a momento de tantas ações que o amor simplesmente se dilui como o álcool na água. &lt;br /&gt;Sinceramente, não sei como transcrever a falta de alguém que você chegou a gostar tanto e tanto assim não consegue mudar. Mas que se foda, são essas coisas que têm que acontecer para que cresçamos dizem. Grande coisa, o crescimento serve para que? Para tornarmo-nos ilesos à dor ou somente senti-la e esquecer-se de todo o prazer e sensação que ante-ontem existia?&lt;br /&gt;São tantas alternativas e divagações a respeito dos sentimentos que é impossível dizer um só. Há o sentimento de culpa, o sentimento de perda, o sentimento de vazio. Há o sentimento de mudança o sentimento de alteração e a compulsão pela tentativa de recuperar aquilo que é irrecuperável.&lt;br /&gt;Por que os sonhos dos homens esbarram nos de outros? Por que somos iguais, simplesmente queremos tanto as mesmas coisas que elas se tornam escassas, simplesmente, desaparecem pois aqueles que o tem acabam por esconde-la de tanto tentar fazer que ela redesse a seus mais queridos.&lt;br /&gt;Avareza? Não. Auto-preservação? Também não. Sentimento de possessividade? O que é a posse de alguma coisa senão achar e enganar-se que aquilo é seu. O Sentimento não é seu, você o sente por outro, você o sente por outra coisa. &lt;br /&gt;Ah mas e as pessoas que se amam? Ninguém se ama tanto que não precise de outros. Se amar-se tanto assim, acaba por ser narcisista e qual a vantagem? Faltará e desconhecerá o afago no cabelo quando há aquela vontade de chorar. O aperto gostoso de um abraço de reconstituição de uma nova tentativa.&lt;br /&gt;Nada é tão sublime e nada é tão traiçoeiro.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sat, 12 Jan 2008 06:11:49 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Texto preparado para a formatura... :-D</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1142590</link>
            <description>Ok. &lt;br /&gt;Nunca me viram tão nervoso, aliás, nunca eu fiquei tão nervoso em público. Tremi mais que vara verde, mas a leitura foi perfeita.. *rs depois de reler o texto 400 milhões de vezes.. *rs tinha que sê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito bom. Foi bom os elogios ao texto e ao discurso. Como o primeiro de muitos, aprovado. ;-D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turma de Administração em Marketing Uninove Vergueiro 2007.&lt;br /&gt;Texto orador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formandos, pais, amigos, professores e a todos os presentes: obrigado por estarem aqui.&lt;br /&gt;Hoje é um dia muito especial, pois comemoramos com êxito a nossa formação. A saudade já bate forte, pois foi uma convivência que lembraremos para sempre.&lt;br /&gt;Mas não foi fácil não! Lutamos muito para chegar até aqui.&lt;br /&gt;Não foi fácil decidir sobre o curso que escolheríamos e garanto que uns até hoje têm lá suas dúvidas. Não foi fácil irmos até a faculdade depois de um dia duro de trabalho, ou depois de uma daque3las terríveis tempestades.&lt;br /&gt;Não foi fácil, inclusive, pagar a faculdade diante de tantas barreiras financeiras em nossa vida, tampouco conciliar nosso dia-a-dia com as provas, os trabalhos e tantos outros problemas que todos tivemos nestes anos.&lt;br /&gt;É... Realmente não foi fácil, mas nós conseguimos e estamos aqui, comemorando essa vitória!&lt;br /&gt;Além do conhecimento adquirido, levaremos conosco ótimas lembranças: as risadas e piadas em sala de aula, no “buteco”, no corredor... As brincadeiras co os professores, as baladas... Os comentários “muito pertinentes aos assuntos em aula”...&lt;br /&gt;Guardaremos para sempre cada amigo que conquistamos e cada conselho, cada ajuda e por que não, também, a lembrança dos momentos de queda, brigas e discussões que nos serviram de aprendizado? Enfim, podemos dizer que realmente aprendemos muito juntos.&lt;br /&gt;Muita gente saiu de nossas vidas nesse período, tantas outras entraram. Foi assim com a união das salas, dessa união de amigos, que formamos essa turma paradoxal formada aqui hoje, pois em uma semana éramos uma ótima sala, e em outras... Bom deixa para lá...&lt;br /&gt;Enfim, quero agradecer a partir de agora em primeiro lugar, a uma força que com certeza todos percebemos e que devemos agradecer. Ninguém sabe direito qual é a sua origem, mas os formandos aqui presentes, com toda a certeza fizeram uso Dela durante toda a nossa jornada. (Principalmente nos dias de integrada!) Assim, este primeiro agradecimento, é ao nosso pai maior, Deus.&lt;br /&gt;Também agradecemos aos nossos professores: Sabemos que vocês não só cumpriram a sua árdua tarefa de lecionar para pessoas tão comportadas como nós, como também realizaram algo a mais: fizeram de suas experiências profissionais um grande aprendizado para a nossa vida. E em nome do excelente trabalho que desenvolveram durante todos esses anos, com muito orgulho lhes desejamos os parabéns e os agradecemos muito.&lt;br /&gt;E para finalizar este “pequeno” discurso agradece3mos a aquelas pessoas que nos acompanharam e nos apoiaram, fazendo verdadeiramente o papel de um pai ou de uma mãe em nossas vidas. Pois durante todo esse percurso, vocês estiveram presentes desde o primeiro uniforme. Quanto tempo passou desde lá até aqui? Alguns anos... &lt;br /&gt;Mas sabemos que hoje, vendo-os com esse orgulho e essa felicidade nos olhos, sentimo-nos apenas com uma enorme vontade de abraçá-los bem forte, e agradecer-lhes de coração dizendo: “Mãe, pai: amo vocês!”.&lt;br /&gt;No fundo, acho que um trecho do filme Matrix se encaixa bem aqui, um trecho que diz: “Não conheço o futuro e não vim aqui para dizer como isso vai terminar. Vim para dizer como vai começar. Vou mostrar um mundo sem regras e controles, sem limites ou fronteiras, um mundo onde tudo é possível. Para onde vamos depois disto é uma escolha que deixo para vocês. &lt;br /&gt;Muito obrigado a todos. &lt;br /&gt;Acabouuuuuuuuu!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juramento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro ter em minha cabeceira um binóculo. Daqueles que dá para ver o futuro e prever as tendências. &lt;br /&gt;Juro não envelhecer, pois manterei acesa a chama de dar um jeito novo as coisas. &lt;br /&gt;Juro respeitar o meu concorrente, mas ficar atento ao que ele faz de melhor. &lt;br /&gt;Juro tratar o meu cliente como um rei, mesmo que ele não tenha razão. &lt;br /&gt;Juro ser flexível, passeando entre a emoção e a razão, para ser a pessoa certa quando o cliente buscar a coisa certa, no lugar certo, na hora certa. Juro querer ser o primeiro, o diferente, o criativo, o inovador e o humilde, para achar que ainda falta muito a aprender. &lt;br /&gt;Juro fazer uso da estratégia, planejando a curto, médio e longo prazo e cumprindo todos planos com a mesma garra. &lt;br /&gt;Juro principalmente que defenderei o meu espaço como profissional, mesmo que digam que ele não existe. Se for preciso, criarei o meu espaço e farei dele o escritório mais divertido, onde todos terão curiosidade para ver de onde nasce a minha motivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: O juramento é minha cara, só no final, na entrega do &amp;quot;canudo&amp;quot; descobri que fiz o curso certo.. *rs</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Fri, 11 Jan 2008 04:03:55 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Temporariamente fora do ar</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1131419</link>
            <description>Olá... &lt;br /&gt;Estou com problemas no computador de casa, ou seja, sem acesso a internet fora do expediente de trabalho, ou seja ainda, muito raramente consigo burlar a segurança da empresa para dar um pulo por aqui enquanto não estiver com o micro em casa em ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiser falar comigo, mande e-mail, demora um pouco mais, mas vejo sempre que possível e diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bjos e abraços&lt;br /&gt;Raul de Oliveira</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Thu, 03 Jan 2008 11:58:24 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Resposta a mim mesmo do post de 1 ano atrás...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1128873</link>
            <description>ÀS VEZES CHORO...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero me fazer entender&lt;br /&gt;minha forma de ser,&lt;br /&gt;de viver,&lt;br /&gt;de ser assim &lt;br /&gt;como sou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero me entender e fazer&lt;br /&gt;nova forma de ver,&lt;br /&gt;de dizer,&lt;br /&gt;de ser sem fim,&lt;br /&gt;como vou?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo ser entendida,&lt;br /&gt;correspondida,&lt;br /&gt;sou clarim solitário&lt;br /&gt;de uma só nota&lt;br /&gt;água que não lava e nem brota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não entender, &lt;br /&gt;já não faço&lt;br /&gt;não imprimo, me desfaço&lt;br /&gt;antes mesmo de alcançar&lt;br /&gt;e me canso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo que vivo&lt;br /&gt;agradeço&lt;br /&gt;embora pareça&lt;br /&gt;infortúnio é assim &lt;br /&gt;que amadureço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por agradecer, &lt;br /&gt;vivo o tudo!&lt;br /&gt;Às vezes choro,&lt;br /&gt;mas sempre passa!&lt;br /&gt;A noite se faz dia &lt;br /&gt;e novamente me abraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Reikke&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fwww.luso-poemas.net%2Fmodules%2Fnews%2Farticle.php%3Fstoryid%3D13611&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=13611&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=================================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Estava procurando um lugar escondido onde pudesse postar algo sem ser &lt;br /&gt;&amp;gt; compreendido. A rima foi nojenta, mas é bem isso o que acontece. Estou &lt;br /&gt;&amp;gt; cansando dos mesmos lugares, das coisas e quando percebo, tudo passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha nossa... a semelhança de começo do ano é imenso e o contexto é totalmente diferente... o que prova isso? Não sei... sei que percebo que o mundo gira e o eixo é o mesmo... fiz isso no último dia do ano de 2006, e estou vendo que fiz quase o mesmo no ultimo de 2007. Será uma saga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Esse provavelmente é o meu último post do ano de 2006, assim também &amp;gt;como o último post do apartamento da Bela Cintra. Acredito que seja o último &amp;gt;post de muita coisa, já pensou o que pode acontecer ao sair de casa, pegar o &amp;gt;carro e virar a esquina? Bem, ai também já é ser muito pessimista, mas vai &amp;gt;saber... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom. Foi o último post de 2006, mas está sendo o primeiro de 2008. Realmente a BC deixou de existir na sua vida e também 2007 foi um ano de finais de muitas outras coisas. 2007 foi o ano final da sua faculdade, ou seja, 2008 começa com você formado. 2007 foi o ano final do seu namoro, ou seja, 2008 começa sem amor e sem ilusão. 2007 foi o ano final do madame satã, ou seja, 2008 começa sem um lugar pra ir que gostava atigamente... 2007 foi o fim de muita coisa.. e 2008 o começo de tantas outras.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que escreverei daqui a 1 ano? Não sei. Mas veremos se o eixo é o mesmo, pois este ano só pedi a Deus que me ajudasse a recuperar a alegria de viver, de sentir e de poder dizer que sou feliz... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Fazia tempo que não ficava assim, insone próximo a virada do ano, pensando &amp;gt; no que passou e no que deve ser feito. Os passarinhos já acordaram, São &lt;br /&gt;&amp;gt; Paulo sequer dormir, a chuva caiu e passou e eu fiquei rolando para lá e para &amp;gt; cá na cama até cair aqui. Nada de muito útil, pode ter certeza, mas acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HUm... no último mês tornou-se rotina o hábito insone... não choveu e sequer tentei dormir ainda, mas são apenas 5 da manhã, para os passarinhos cantarem faltam 1 hora ainda... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Último cigarro. Queria mais, mas é impossível. Por que sermpre queremos &lt;br /&gt;&amp;gt; mais daquilo que acaba ou está acabando? Já postei em em outro lugar os &lt;br /&gt;&amp;gt; meus pensamentos jogados ao vento, talvez ninguém entenda, mas é &lt;br /&gt;&amp;gt; engraçado você ter vários locais para publicar, ninguém nunca entenderá o &lt;br /&gt;&amp;gt; completo, o todo, aliás nem eu mesmo sou capaz de fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, hoje tenho 3 maços, 1 free, 1 marlboro e não posso fumar por estar na casa da minha mãe e no quarto dela digitando isso... portanto, não sei qual das sensações é a pior.. *rs Quanto a resposta, reforço-a, se um dia a descobrir poderei postar, mas por enquanto, 1 ano depois, ainda não sei por que sempre queremos mais daquilo que acaba ou está acabando, leia-se isso a partir dos posts do dia 14 de novembro de 2007... mas o pior, é quando queremos sem querer... isso é mais revoltante.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha dúvida é onde eu postei o resto.. *rs vivo perdendo meus posts *rs mas vejo que não muda muito mesmo... principalmente se estou com tempo para escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Sinto-me triste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não. Começo 2008 com o olhar erguido pensando que será um ótimo ano. No fundo posso até me sentir igual, mas não me dou por vencido e acho que é assim que tem que ser... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Sinto-me um perdedor voltando para o meu velho apartamento daqui a alguns &amp;gt;dias e ainda assim, perdido de madrugada, entregue ao vício da internet. Aqui &amp;gt;bem que é uma fuga, mas fuga para que... daqui a alguns anos, ou talvez &amp;gt;amanhã este post nem faça muito sentido, talvez ninguém o leia a não ser eu &amp;gt;mesmo e olha lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hum.. faz sentido.. mas deixa pra lá.. cansei de responder para mim.. fica só mais um post com resposta.. vamos ver o que acontece no ano que vem.. *rs</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Tue, 01 Jan 2008 07:05:37 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Um post de 31/12/2006</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1128870</link>
            <description>Estava procurando um lugar escondido onde pudesse postar algo sem ser compreendido. A rima foi nojenta, mas é bem isso o que acontece. Estou cansando dos mesmos lugares, das coisas e quando percebo, tudo passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse provavelmente é o meu último post do ano de 2006, assim também como o último post do apartamento da Bela Cintra. Acredito que seja o último post de muita coisa, já pensou o que pode acontecer ao sair de casa, pegar o carro e virar a esquina? Bem, ai também já é ser muito pessimista, mas vai saber... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazia tempo que não ficava assim, insone próximo a virada do ano, pensando no que passou e no que deve ser feito. Os passarinhos já acordaram, São Paulo sequer dormir, a chuva caiu e passou e eu fiquei rolando para lá e para cá na cama até cair aqui. Nada de muito útil, pode ter certeza, mas acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Último cigarro. Queria mais, mas é impossível. Por que sermpre queremos mais daquilo que acaba ou está acabando? Já postei em em outro lugar os meus pensamentos jogados ao vento, talvez ninguém entenda, mas é engraçado você ter vários locais para publicar, ninguém nunca entenderá o completo, o todo, aliás nem eu mesmo sou capaz de fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me triste. Sinto-me um perdedor voltando para o meu velho apartamento daqui a alguns dias e ainda assim, perdido de madrugada, entregue ao vício da internet. Aqui bem que é uma fuga, mas fuga para que... daqui a alguns anos, ou talvez amanhã este post nem faça muito sentido, talvez ninguém o leia a não ser eu mesmo e olha lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é estranho voltar, retroceder... será verdade que as vezes é necessário retroceder um pouco para dar um passo maior ou isso é invenção de uma desculpa psicologica que preciso para aceitar que ainda dependo de outras coisas e não sou dono do meu próprio nariz? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma firmação que não afirma nada. Pois sou dono do meu nariz e quero acreditar nisso, posso de uma hora para outra encher-me de tudo e mandar tudo para os quintos, mas e as coisas que foram conquistas, será que serão perdidas ou guardadas para nossa memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha memória me prega peças, por isso escrevo muito do que ando sentido, para gravar o que acontece e quem sabe no futuro saber o que foi verdade ou o que é imaginação... sei que muitas vezes aqui na bela cintra me pego olhando a cortina jogando-se ao vento, vendo o amanhacer com um cigarro na mão e pensando no que eu tenho tanto e que na realidade não tenho nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estranho tentar descobrir o que acontece. O que te deixa realmente feliz ou o que te impoe freios, mas é nesses dias que tenho vontade de por fim a minha vida com a sensação de que já vivi de tudo, mas sei que é mentira e uma puta de uma falsidade ideológica acreditar que seria capaz disso, são momentos depressivos de final de ano no final das contas que o peso da balança não é capaz de medir em um mente que vaga durante a noite insone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que diabo de mistura eu faço com os meus pensamentos viajando em momentos que parecem ser uma representação de alguém que eu gostaria de ser e de quem eu realmente sou, mas no fundo não sei de nada, pois sou o que represento e no entando não sou nada. Profundo não? Pois é... vai entender o que se passa na minha cabeça, eu nem sei por que na realidade são palavras e sentimentos jogados na tela de um computador na velocidade maxima que meus dedos permitem digitar e cuspir em cima de algo que parece mais uma enrolação do que realmente por aquilo que sinto aqui na tela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo não gostaria de compartilhar nada, por isso enrolo, pois talvez umdia alguém lendo isso aqui poderá atirar-me na cara meus medos, meus sentimentos e minhas tristezas, mas é assim também que encontrei grande parte dos meus amigos, mas atualmente parece que tenho mais inimigos por perto do que amigos... eles existem eu sei, mas me afastei de tudo, de tudo o que eu achava real... será que um dia vou poder olhar pela janela e pensar que me sinto realizado? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que umdia no final de um ano poderei pensar, caramba, realizei muita coisa do que queria e não perdi mais um ano somente trabalhando, vivendo? Será que terei certeza que as pessoas que estão ao meu lado realmente gostam de mim e que não ficam por que alguma vantagem eu proporciono a elas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que sou tão egoísta a ponto de pensar que sou tão necessário e ao mesmo tempo conseguir me sentir tão inútil e simplesmente perdido em meus pensamentos olhando a cortina vermelha balaçar com o vento enquanto os pios da manhã estão ecoando e eu pensando que perderia menos tempo estando dormindo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus dedos doem de tanto digitar, pois as palavras saem rapidas pois não dão conta de acompanhar meus pensamentos, são muitas coisas que passam, muitas tristezas, incertezas, medos, e no fundo um mau humor repentino por saber que não tenho um cigarro a mão para pensar na vida... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu vou dormir. e espero que um dia, um dia realmente este texto não faça nenhum sentido.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Tue, 01 Jan 2008 06:48:38 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Que venha 2008</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1128057</link>
            <description>Com seus novos fantasmas, anjos e demônios.&lt;br /&gt;Com suas novas luzes, preces e promessas&lt;br /&gt;Com uma nova forma de encarar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que 2008 dê para todos o que procuram,&lt;br /&gt;as mudanças, as formas e ilusões verdadeiras e claras.&lt;br /&gt;Tangíveis e felizes num começo do começo da força.&lt;br /&gt;Que os que buscam no passado construir o presente sejam felizes.&lt;br /&gt;Que o futuro comece como o mago que ascende da parte de baixo da roda da fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tudo seja melhor, maior e mais eterno.&lt;br /&gt;Que o passado só sirva para edificar o futuro e que não falte dinheiro, amor, paz de espírito e corações batendo de alegria. Que tudo o que é ruim fique com o último badalar da meia-noite e que a manhã surja do amanhã para todos conquistarem aquilo que lhes é de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudebaum para todos em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C U Latter.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Mon, 31 Dec 2007 07:25:30 UT</pubDate>
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            <title>Noite Carrasca</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1128039</link>
            <description>Amo a noite, mas ela é o carrasco com seu capuz negro&lt;br /&gt;Que traz o silêncio excruciante que nos faz ouvir nossas almas&lt;br /&gt;Que faz com que nossas preces pareçam tão longínquas&lt;br /&gt;E que aponta a lua em silêncio a observar moderada&lt;br /&gt;Assim como as estrelas a acompanham vitradas&lt;br /&gt;O triste fim de um condenado a si mesmo.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Mon, 31 Dec 2007 04:54:55 UT</pubDate>
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            <title>O que é certo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1126297</link>
            <description>Qual é o certo?&lt;br /&gt;Razão, emoção, sensação, tesão&lt;br /&gt;O primeiro me deixa desperto&lt;br /&gt;O segundo cria um deserto&lt;br /&gt;O terceiro é incerto&lt;br /&gt;O quarto é o lugar correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual é o certo?&lt;br /&gt;O anjinho, o diabinho, os morcegos, nenhum deles&lt;br /&gt;O primeiro tenta tenta e tenta esquenta, apoquenta, lamenta&lt;br /&gt;O segundo faz faz e faz, experimenta, afinal o que você é?&lt;br /&gt;O terceiro é ambiguo, incerto, constante quero matá-los como Augusto&lt;br /&gt;A nenhum deles sucumbo, incerto, certo, deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual afinal é o certo?&lt;br /&gt;Acreditar nos olhos, na mente, no coração&lt;br /&gt;Um engana, outro prega peças o outro atormenta&lt;br /&gt;Não há certo. Nem errado. Há escolhas&lt;br /&gt;Formas, medos, sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual é o certo?&lt;br /&gt;É a espera, o avanço, a suposição&lt;br /&gt;ao final é o não sei.&lt;br /&gt;pois uma vez disseram, por tudo que sei&lt;br /&gt;absolutamente nada sei.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Sat, 29 Dec 2007 18:26:33 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>quem conta um conto...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1122001</link>
            <description>Não sei... &lt;br /&gt;Simplesmente odeio esperar. Ver o tempo passar e não ter como alterar nada.&lt;br /&gt;Olho de um lado, vazio. Olho do outro, coisas que não gosto. Olho para trás, não, não compensa olhar para trás, e o pior é que eu sei disso. Olho para frente, não vejo absolutamente nada. &lt;br /&gt;Definitivamente, preciso de um psicólogo, será que eu o enlouqueço?&lt;br /&gt;Da idade do urubu para águia há diferença, mas dois anos adiantados é demais.&lt;br /&gt;Queria pensar com clareza. Ver. &lt;br /&gt;Minha cabeça gira, meus pensamentos voam, pequenos surtos internos que fazem divagar em delírios próprios.&lt;br /&gt;Fico pensando um pouco em 2008. O que será que me espera esse ano? Sinceramente parece tudo tão diferente, o peito dói, a alma dói, a cabeça dói tudo dói. Pareço um naufrago desesperado por um pedaço de madeira em alto mar. Queria sobreviver, mas as ondas me jogam de um lado para outro... Onde vou parar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom. Poderia também comparar a uma ilha deserta sob a neblina, mas ficaria estranho... Hum. O que fazer? Não sei. Acho que dormir é a solução, pois nem psicólogos de plantão há hoje... Suspiro... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o carro ele vagava pelas ruas desertas da cidade. &lt;br /&gt;Já era alta madrugada. &lt;br /&gt;Os faróis eram ultrapassados um a um não importava a cor que mostrasse. Poderia ser o amarelo piscante das altas horas - esteja alerta dizem - o vermelho ou verde, ele simplesmente dirigia enquanto tragava um cigarro e transpassava cada um como uma flecha lançada pelo cupido em direção ao seu alvo. &lt;br /&gt;O olhar estava perdido lá na frente, em uma visão tunelada sem eira nem beira. &lt;br /&gt;O som que era ouvido: o baixo roncar do motor do carro e do asfalto sendo cortado pelo pneu na rua molhada. Sua visão era vitrada. Via, mas não enxergava. &lt;br /&gt;Pensava na vida, na morte, na sua essência no seu poder de decisão.&lt;br /&gt;Tudo parecia tão simples naquela hora, tão sereno com a noite e as pequenas gotas de orvalho que caiam no pára-brisa e logo sumiam.&lt;br /&gt;Mas o turbilhão de pensamentos era um pandemônio dentro da sua mente. &lt;br /&gt;Uma esquina, uma curva, nada existia, simplesmente seguia. O ronco do motor, o silêncio da noite, a lua cheia a observá-lo.&lt;br /&gt;Ele era uma párea. Uma criança da noite perdida em divagações, sozinho, órfão de si e dos outros. Não precisava ir a lugar algum, não precisava voltar. Poderia espatifar o seu veículo em qualquer canto que não importava, ele estava e não estava ali.&lt;br /&gt;Um sinal vermelho, uma parada, um olhar perdido a lua e um impropério dirigido a ela que somente o observava. Havia se tornado comum essas rondas solitárias e noturnas.&lt;br /&gt;Parecia que procurava algo que havia perdido. Olhava todos os cantos, buscava qualquer sinal de vida, mas a cidade parecia morta.&lt;br /&gt;- E é uma metrópole. - pensou ele.&lt;br /&gt;Nova aceleração, novamente seu coração dispara e sua cabeça se agita outro cigarro para tentar anuviar qualquer pensamento. Essa busca não era ali, nas ruas vazias, era dentro de si, e ele sabia disso.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Wed, 26 Dec 2007 06:37:40 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Mensagem de natal</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Raul_de_Oliveira/blog/blogid=1120844</link>
            <description>vemmmmmmmmmmmm...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi uma mensagem ao meu estilo, longa, para todos vocês no meu blog.. não coube aqui.. o limite do fotolog é de 5 mil caracteres *rs mas se quiser achar sua parte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://mundovampyr.spaces.live.com/blog/cns!5D46570095BCB829!684.entry&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou&lt;br /&gt;http://mundovampyr.spaces.live.com/blog/cns!5D46570095BCB829!684.trak&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acessa o link ai e leia o texto.. *rs pode ler em pedaços *rs ou inteiro... *rs você escolhe.</description>
            <author>Raul_de_Oliveira</author>
            <pubDate>Mon, 24 Dec 2007 19:57:55 UT</pubDate>
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