Lipinha_the_queen
Confiança feminino - 34 anos, Porto, Portugal
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Dor de cabeça
Um tipo que sofria de uma dor de cabeça crónica infernal foi ao médico que,
depois dos exames da praxe, disse lhe:
- 'Meu caro,tenho uma boa e outra má notícia.
A boa,é que posso curá-lo dessa dor de cabeça para sempre.
A má notícia é que para fazer isso eu preciso castrá-lo!
Os seus testículos estão pressionando a espinha,
e essa pressão provoca uma dor de cabeça infernal.
Para aliviar o sofrimento, preciso removê-los'.
O tipo levou um choque, e caiu em depressão.
Passou dias meditando.
Indagava se havia alguma coisa pela qual valesse a pena viver.
Não teve outra escolha a não ser submeter-se à vontade do bisturi.
Quando deixou o hospital, pela primeira vez, depois de 20 anos,
não sentia dor de cabeça no entanto,
percebeu que uma parte importante de seu corpo estava faltando.
Enquanto caminhava pelas ruas notou que era um homem diferente,
e que poderia ter um novo começo.
Avistou uma loja de roupas masculinas de classe e ...
- 'É disto que eu preciso', disse para si mesmo.
- 'Quero um fato novo', pediu ao vendedor.
O vendedor, alfaiate de idade avançada, deu uma olhadela, e falou:
- 'Vejamos... é um 44 longo'.
O tipo riu:
- 'É isso mesmo, como é que o senhor soube?'
- 'Estou no ramo há mais de 60 anos', respondeu o alfaiate.
Experimentou o fato, que lhe caiu muito bem.
Enquanto se admirava no espelho, o alfaiate perguntou:
- 'Que tal uma camisa nova?'
Ele pensou por alguns instantes:
-'Claro'.
O alfaiate olhou e disse:
- '34 de manga, e 16 de pescoço' .
E ele pasmado:
- 'Mas, é isso mesmo, como pôde adivinhar?'
-'Estou no ramo há mais de 60 anos', disse.
Experimentou a camisa e ficou satisfeito.
Enquanto andava pela loja, o alfaiate sugeriu-lhe:
- 'Que tal uma cueca nova?'
- 'Claro'.
O alfaiate olhou seus quadris, e disse:
- 'Vejamos... Acho que é 36'.
O gajo soltou uma gargalhada.
- 'Desta vez, enganou-se. Uso o tamanho 34 desde os 18 anos de idade'.
O alfaiate sacudiu a cabeça:
- Você não deve usar 34.
O tamanho 34 pressiona-lhe os testículos contra a espinha,
e essa pressão vai provocar-lhe uma dor de cabeça infernal.
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DIFERENÇA ENTRE ENSINAR E EDUCAR
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada:
uma turma de meninas de 12 anos que usava batom todos os dias
removia o excesso beijando o espelho do banheiro.
O diretor andava bastante aborrecido,
porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.
Mas,como sempre,na tarde seguinte,lá estavam as mesmas marcas de batom.
Chegou a chamar a atenção delas por quase 2 meses,
e nada mudou,todos os dias acontecia a mesma coisa....
Um dia o diretor juntou as meninas e o zelador no banheiro,
e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho
com todas aquelas marcas que elas faziam.
Depois de uma hora falando,e elas com cara de gozo,
o diretor pediu ao zelador 'para demonstrar a dificuldade do trabalho'.
O zelador imediatamente pegou um pano,molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!!!!
'Há professores e há educadores'
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Teu Beijo
Beija-me devagarinho,
Sussura-me palavras de amor, baixinho,
Toca-me com as tuas mãos
Macias, já louco de paixão.
E com teu beijo,
Ah amor! Com teu beijo...
Acende já meu desejo
Toma conta do meu corpo em convulsões,
Desaperta depressa os botões
Que separam a nossa nudez
E vem, mais uma vez
Amar-me assim, intensamente,
Fica dentro de mim e sente
O meu calor...
O meu amor...
Podes gritar, podes gemer,
Eu enlouqueço de prazer
Que só tu me dás,
Quando me mostras que és capaz
De me amar, me possuir,
Até a lua ir dormir.
E depois, já saciados,
Num ímpeto, apaixonados,
Entregamo-nos novamente
Mais devagar...
A suspirar...
Solto o cabelo lentamente
E ofereço-te meus seios, duros,
Nas tuas mãos, e inocente,
Com o olhar terno e puro,
Dou-me inteira, sem pudor,
Gozando cada segundo
Do teu, do meu amor.
-
Sorver os teus beijos
Sorver a essência dos teus beijos
E sentir o doce adocicado do mel
Foi sentir um sabor adornado e protegido
Bem tratado, magicamente como o mais doce fel
A tua voz era o cantar
Dos pássaros livres
Foi fazer viagens na imaginação
E ver-te a sorrires
A ode mágica do amor
Iniciou-se em mim
E os beijos que começaram
Pareciam não ter fim
Sentei-me à beira de trilhos imaginários
Onde passavam comboios sem parar
Neles iam muitos sonhos
Mas o meu real já se estava a tornar
Sentir-te perto de mim
E poder-te tocar
Saber que estavas ali comigo
E nada isso conseguiu estragar
Foi conversar e sorrir
Rir e nunca chorar
Foi sentir aquela chuva
A nós abençoar
Senti-me um guardião
Da semente do amor
E o agarrar-te essa mão
Foi uma transmissão de calor
A cada palavra que tu dizias
Purificavas a alma do meu corpo
De um modo secreto e discreto
Me fizeste ficar cada vez mais bem disposto
E hoje ainda me lembro
De algo que nunca vou esquecer
Este nosso lindo encontro
Que em mim sempre vou ter -
Pensamento da noite
Cada dia é o dia do julgamento,
e nós,
com nossos atos e nossas palavras,
com nosso silêncio e nossa voz,
vamos escrevendo continuamente o livro da vida.
A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir
se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo
ou nas trevas do egoísmo.
Portanto,
a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é:
"O que fiz hoje pelos outros?"
Martin Luther King -
As alentejanas e os tomates
Três amigas alentejanas estavam na conversa,
quando uma delas comenta
com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
-Nunca te aconteceu,quando fazes amor com o Carlos,
tocares nos tomates dele e estarem frios?
-A outra responde:
-Sim,sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
-E tu,quando o fazes com o Rafael?
-Sim,estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom,nunca parei para reparar nesse detalhe mas,
esta noite,quando tiver com o Maneli,vou tocá-los para ver.
-Está bem,então amanhã contas como é! Dizem as outras.
No dia seguinte,a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas,
os olhos roxos e sem alguns dentes. As amigas ficaram surpreendidas,
perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli dissse:
-"Ai Maneli,porque é que tu nã tens os tomates frios
como os do Carlos e os do Rafaeli?"...
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AS BOTAS
Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força,faz força,e parece impossível;
as botas entram muito apertadas.
Ao fim de algum tempo,e a muito custo,
uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto diz o miúdo:
- As botas estão trocadas!
A educadora pára,respira fundo vê que o rapaz tem razão
e começa a tirar-lhe as botas novamente.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a tentar colocar-lhe as botas,
desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço,
ela lá é bem sucedida e diz:
- Bolas.Estava a ver que não.Custou!
- Sabe é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos,
respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz novamente.
Quando finalmente consegue,diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas,então?
- São do meu irmão!
A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque,
pulsação acelerada,vai respirando fundo,
decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
No fim diz-lhe:
- Pronto,as botas já estão!
Onde é que tens as luvas?
- Pus nas botas!
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O OLHAR DIZ TUDO!!
O OLHAR DIZ TUDO!!
A profundidade de um olhar...
silencia a voz apaga o gesto pára o tempo..
a profundidade de um olhar..
solta a verdade mostra o sentimento solta a emoção..
a profundidade de um olhar..
magia que vem de dentro grito da alma no silêncio do olhar.
Se meu olhar não te diz nada,minhas palavras são inúteis.... -
"A PILITA ALENTEJANA"
Rija,enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem,metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Ni uma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É da minha gata,a Pilita ! -
Cuidado com os tomates!
Uma velhota no autocarro,
fazendo-se acompanhar pelo tradicional saco de plástico,
senta-se e pousa o saco no lugar ao seu lado.
Aproxima-se um cavalheiro, para ocupar esse lugar e,
tempestivamente,a senhora grita:
- Cuidado com os tomates!
Muito corado e ainda de rabo esticado,
o homem pega no saco para o dar à mulher;
sentindo que o saco era substancialmente pesado,
questiona amavelmente o homem:
- São tomates,o que aqui leva minha senhora?
- Não, são pregos!!!