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Lipinha_the_queen

online Confiança feminino - 34 anos, Porto, Portugal


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  • O silêncio das palavras



    Sem pedir licença,
    na inocência as palavras surgem.
    Planejadas,apavoradas,magoam.
    Percorrem caminhos,confortam,suportam,silenciam...
    O silêncio ouve,não responde,
    suporta,não magoa.
    Ele ensina e remedia.
    O silêncio ameniza,
    fortalece e enriquece a alma.
    O silêncio é uma canção!
    O silêncio fala,o silêncio escuta,
    o silêncio perdoa e esquece.
    O silêncio aquece o coração,
    engrandece a alma.
    O silêncio amadurece.

  • História da Francesinha



    As francesinhas nasceram no Porto, “inventadas” na década de sessenta por um emigrante regressado de França.
    Ele decidiu dar um toque especial a uma receita tipicamente francesa,
    chamada "croque-monsieur".
    Esta especialidade típica é um snack muito apreciado nos restaurantes e cafés franceses.
    Este iluminado homem teve a feliz ideia de improvisar e adaptar este prato aos nossos ingredientes e à nossa cultura,
    adicionando ao nosso paladar a magia de um molho que é a alma da receita.
    Transformou um “simples” "croque-monsieur" em algo com mais alma,
    a transbordar de vida e de substância.
    Algo que qualquer português ou portuense nunca teria imaginado ser possível comer até à altura.
    Depois do caldo verde,das tripas,da broa e do bacalhau à Gomes de Sá,
    eis então que nasce a única receita gastronómica original portuense do século XX. A Francesinha.
    Este “estrondoso” prato é hoje em dia uma das mais apreciadas iguarias da cidade,
    e é a especialidade de vários restaurantes locais dos mais chiques aos mais populistas.
    A francesinha é portanto um prato do povo,para o povo comer,
    e presentemente com imensas variantes de receitas,
    (com variantes inclusivamente vegetarianas imagine-se) mas sempre com o mesmo espírito,
    de maneira a satisfazer todos os diferentes gostos das nossas gentes.


    Hum até ja marchava uma ou não?

  • A desempregada que está a fazer furor no YouTube

    Susan Boyle começou por deixar os jurados do concurso
    "Britain's Got Talent" (uma espécie de Ídolos)
    de pé atrás,com a sua aparência e os seus 47 anos,
    mas mal começou a cantar deixou todos boquiabertos.
    Veja o VÍDEO e perceba porque já tem mais de 5 milhões de exibições no YouTube.
    É desempregada,tem meia-idade,
    é escocesa e tornou-se na participante-sensação do concurso Britain's Got Talent na última terça-feira.
    Recebida com alguma indiferença pelo juri,
    Susan Boyle arrancou alguns olhares de troça quando disse que o seu sonho é ser cantora profissional.
    No entanto,todas as dúvidas se dissiparam mal começou a cantar
    "I dreamed a dream",
    do musical "Os miseráveis",
    deixando todos boquiabertos e o público a aplaudir de pé.
    "Extraordinária", "atordoante" e "a maior surpresa em três anos de programa"
    foram alguns dos elogios que ouviu.
    O vídeo da sua actuação é já o mais visto desta semana no YouTube,
    com mais de 5 milhões de exibições.


    http://www.youtube.com/watch?v=uk2yIqBfb_I&feature- =related

    Não foi possivel colocar o video no netlog

    Não julgue um livro pela capa
    Aprenda 1º a ler o que tem dentro

  • Lenda dos Tripeiros



    No ano de 1415,
    construíam-se nas margens do Douro as naus e os barcos que haveriam de levar os portugueses,
    nesse ano,à conquista de Ceuta e,mais tarde,à epopeia dos Descobrimentos.
    A razão deste empreendimento era secreta e nos estaleiros os boatos eram muitos e variados:
    uns diziam que as embarcações eram destinadas a transportar a Infanta D. Helena a Inglaterra,
    onde se casaria; outros diziam que era para levar El-Rei D. João I a Jerusalém para visitar o Santo Sepulcro.
    Mas havia ainda quem afirmasse a pés juntos que a armada se destinava a conduzir os Infantes D. Pedro e D. Henrique a Nápoles para ali se casarem...
    Foi então que o Infante D. Henrique apareceu inesperadamente no Porto para ver o andamento dos trabalhos e,
    embora satisfeito com o esforço despendido, achou que se poderia fazer ainda mais.
    E o Infante confidenciou ao mestre Vaz,o fiel encarregado da construção,
    as verdadeiras e secretas razões que estavam na sua origem: a conquista de Ceuta.
    Pediu ao mestre e aos seus homens mais empenho e sacrifícios,
    ao que mestre Vaz lhe assegurou que fariam para o infante o mesmo que tinham feito cerca de trinta anos atrás aquando da guerra com Castela:
    dariam toda a carne da cidade e comeriam apenas as tripas.
    Este sacrifício tinha-lhes valido mesmo a alcunha de "tripeiros".
    Comovido,o infante D. Henrique disse-lhe então que esse nome de "tripeiros"
    era uma verdadeira honra para o povo do Porto.
    A História de Portugal registou mais este sacrifício invulgar dos heróicos "tripeiros"
    que contribuiu para que a grande frota do Infante D. Henrique, com sete galés e vinte naus,
    partisse a caminho da conquista de Ceuta.


    Como é bom ser tripeira

  • DIFERENÇA ENTRE ENSINAR E EDUCAR

    Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada:
    uma turma de meninas de 12 anos que usava batom todos os dias
    removia o excesso beijando o espelho do banheiro.
    O diretor andava bastante aborrecido,
    porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.
    Mas,como sempre,na tarde seguinte,lá estavam as mesmas marcas de batom.
    Chegou a chamar a atenção delas por quase 2 meses,
    e nada mudou,todos os dias acontecia a mesma coisa....
    Um dia o diretor juntou as meninas e o zelador no banheiro,
    e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho
    com todas aquelas marcas que elas faziam.
    Depois de uma hora falando,e elas com cara de gozo,
    o diretor pediu ao zelador 'para demonstrar a dificuldade do trabalho'.
    O zelador imediatamente pegou um pano,molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

    Nunca mais apareceram marcas no espelho!!!!

    'Há professores e há educadores'

  • Teu Beijo

    Beija-me devagarinho,

    Sussura-me palavras de amor, baixinho,
    Toca-me com as tuas mãos
    Macias, já louco de paixão.
    E com teu beijo,
    Ah amor! Com teu beijo...
    Acende já meu desejo
    Toma conta do meu corpo em convulsões,
    Desaperta depressa os botões
    Que separam a nossa nudez
    E vem, mais uma vez
    Amar-me assim, intensamente,
    Fica dentro de mim e sente
    O meu calor...
    O meu amor...
    Podes gritar, podes gemer,
    Eu enlouqueço de prazer
    Que só tu me dás,
    Quando me mostras que és capaz
    De me amar, me possuir,
    Até a lua ir dormir.
    E depois, já saciados,
    Num ímpeto, apaixonados,
    Entregamo-nos novamente
    Mais devagar...
    A suspirar...
    Solto o cabelo lentamente
    E ofereço-te meus seios, duros,
    Nas tuas mãos, e inocente,
    Com o olhar terno e puro,
    Dou-me inteira, sem pudor,
    Gozando cada segundo
    Do teu, do meu amor.

  • Sorver os teus beijos

    Sorver a essência dos teus beijos
    E sentir o doce adocicado do mel
    Foi sentir um sabor adornado e protegido
    Bem tratado, magicamente como o mais doce fel

    A tua voz era o cantar
    Dos pássaros livres
    Foi fazer viagens na imaginação
    E ver-te a sorrires

    A ode mágica do amor
    Iniciou-se em mim
    E os beijos que começaram
    Pareciam não ter fim

    Sentei-me à beira de trilhos imaginários
    Onde passavam comboios sem parar
    Neles iam muitos sonhos
    Mas o meu real já se estava a tornar

    Sentir-te perto de mim
    E poder-te tocar
    Saber que estavas ali comigo
    E nada isso conseguiu estragar

    Foi conversar e sorrir
    Rir e nunca chorar
    Foi sentir aquela chuva
    A nós abençoar

    Senti-me um guardião
    Da semente do amor
    E o agarrar-te essa mão
    Foi uma transmissão de calor

    A cada palavra que tu dizias
    Purificavas a alma do meu corpo
    De um modo secreto e discreto
    Me fizeste ficar cada vez mais bem disposto

    E hoje ainda me lembro
    De algo que nunca vou esquecer
    Este nosso lindo encontro
    Que em mim sempre vou ter

  • Pensamento da noite

    Cada dia é o dia do julgamento,
    e nós,
    com nossos atos e nossas palavras,
    com nosso silêncio e nossa voz,
    vamos escrevendo continuamente o livro da vida.
    A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir
    se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo
    ou nas trevas do egoísmo.
    Portanto,
    a mais urgente pergunta a ser feita nesta vida é:
    "O que fiz hoje pelos outros?"

    Martin Luther King

  • As alentejanas e os tomates

    Três amigas alentejanas estavam na conversa,
    quando uma delas comenta
    com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
    -Nunca te aconteceu,quando fazes amor com o Carlos,
    tocares nos tomates dele e estarem frios?
    -A outra responde:
    -Sim,sempre que nós fazemos amor eu percebo que estão frios.
    -E tu,quando o fazes com o Rafael?
    -Sim,estão sempre frios! Responde a outra.
    Nisto, diz a alentejana loira:
    -Bom,nunca parei para reparar nesse detalhe mas,
    esta noite,quando tiver com o Maneli,vou tocá-los para ver.
    -Está bem,então amanhã contas como é! Dizem as outras.
    No dia seguinte,a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas,
    os olhos roxos e sem alguns dentes. As amigas ficaram surpreendidas,
    perguntaram o que lhe aconteceu e a outra responde muito nervosa:
    -A culpa é toda vossa!!!
    -Mas porquê? Perguntam as amigas.
    -Porque quando toquei nos tomates do Maneli dissse:
    -"Ai Maneli,porque é que tu nã tens os tomates frios
    como os do Carlos e os do Rafaeli?"...

    :) :) :) :)

  • AS BOTAS

    Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
    Ela faz força,faz força,e parece impossível;
    as botas entram muito apertadas.
    Ao fim de algum tempo,e a muito custo,
    uma bota já entrou e a outra já está quase.
    Nisto diz o miúdo:
    - As botas estão trocadas!
    A educadora pára,respira fundo vê que o rapaz tem razão
    e começa a tirar-lhe as botas novamente.
    Mais uma dose de esforço e depois ela torna a tentar colocar-lhe as botas,
    desta vez nos pés certos.
    Ao fim de muito tempo e muito esforço,
    ela lá é bem sucedida e diz:
    - Bolas.Estava a ver que não.Custou!
    - Sabe é que estas botas não são minhas!
    A educadora fecha os olhos,
    respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz novamente.
    Quando finalmente consegue,diz ao miúdo:
    - OK! De quem é que são estas botas,então?
    - São do meu irmão!
    A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
    A educadora fica em estado de choque,
    pulsação acelerada,vai respirando fundo,
    decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz.
    Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
    No fim diz-lhe:
    - Pronto,as botas já estão!
    Onde é que tens as luvas?
    - Pus nas botas!

    :) :) :) :)

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