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        <title>O blog do(a) Jênifer Rosa</title>
        <description>O blog do(a) Jênifer Rosa</description>
        <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog</link>
        <lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 19:04:25 UT</lastBuildDate>
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            <title>Jeniferdeoliveira</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira</link>
            <description>Jeniferdeoliveira</description>
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        <item>
            <title>morangos...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog/blogid=1251131</link>
            <description>Tenho saudades dos morangos. &lt;br /&gt;     No tempo em que havia morangos a vovó assobiava na cozinha e o vovô dormia no quarto que dava pra sala. Já tem um tempo que a vovó não assobia e o vovô anda dormindo em outro lugar...&lt;br /&gt;     No tempo em que havia morangos os tios ainda eram crianças e me carregavam na garupa da bicicleta, me levavam pra descer o morro na traseira do carrinho de rolimã...hoje, todos eles são pais responsáveis que não tem tempo de brincar com os filhos...&lt;br /&gt;     No tempo em que havia morangos eu tinha cinco anos e minha única preocupação era se eu ia ganhar o novo disco da Xuxa no meu próximo aniversário. Agora a idade perturba e sempre tem outra questão atrapalhando a melodia da musica, sem contar que a Xuxa eu quase nem lembro mais quem é.     &lt;br /&gt;     No tempo em que havia morangos sempre amanhecia outro dia, com um morango vermelho bem de manhã. Todos os dias eram iguais e perfeitos, por que havia morangos! Quando morangos vão embora eles levam tudo: vovó, vovô, tios que brincam, infância, e até os amigos invisíveis! Tenho muitas saudades dos morangos. No tempo em que eles existiam, tudo estava no seu devido lugar...</description>
            <author>Jeniferdeoliveira</author>
            <pubDate>Thu, 03 Apr 2008 02:53:25 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Socorro do alto</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog/blogid=1229996</link>
            <description>As horas passam&lt;br /&gt;quebram os sonhos&lt;br /&gt;me cegam&lt;br /&gt;tiram-me o chão dos pés...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horizonte é cada vez mais longe&lt;br /&gt;me faltam forças&lt;br /&gt;mas do pó eu ergo os olhos&lt;br /&gt;e clamo a Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu socorro vem do alto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu clamo ao Senhor e Ele me ouve&lt;br /&gt;se eu clamar de coração&lt;br /&gt;Me apregoa um novo dia&lt;br /&gt;me reveste de alegria&lt;br /&gt;me estende a mão e me faz vencedor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horizonte torna-me a vista&lt;br /&gt;Me levando, me ponho de pé&lt;br /&gt;Seguro em tuas mãos &lt;br /&gt;então prossigo a caminhada&lt;br /&gt;pois ouviste o meu chamado&lt;br /&gt;és fiel, oh Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu socorro lá do alto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu clamei ao Senhor e Ele me ouviu&lt;br /&gt;quando eu clamei de coração&lt;br /&gt;Apregoou-me um novo dia&lt;br /&gt;me deu vestes de alegria&lt;br /&gt;me estendeu a mão e me ungiu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu clamei ao Senhor e Ele me ouviu&lt;br /&gt;quando eu clamei de coração&lt;br /&gt;Apregoou-me um novo dia&lt;br /&gt;me deu vestes de alegria&lt;br /&gt;me estendeu a mão e me ungiu vencedor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu socorro vem do alto...&lt;br /&gt;O meu socorro vem do alto...&lt;br /&gt;O meu socorro vem do alto...&lt;br /&gt;O meu socorro vem do alto!</description>
            <author>Jeniferdeoliveira</author>
            <pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:00:12 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>MANIFESTO ANTROPOFÁGICO</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog/blogid=1221010</link>
            <description>´MANIFESTO ANTROPOFÁGICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tupi, or not tupi that is the question.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra todas as catequeses. E contra a mãe dos Gracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos fatigados de todos os maridos católicos suspeitosos postos em drama. Freud acabou com o enigma mulher e com outros sustos da psicologia impressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que atropelava a verdade era a roupa, o impermeável entre o mundo interior e o mundo exterior. A reação contra o homem vestido. O cinema americano informará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos do sol, mãe dos viventes. Encontrados e amados ferozmente, com toda a hipocrisia da saudade, pelos imigrados, pelos traficados e pelos touristes. No país da cobra grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi porque nunca tivemos gramáticas, nem coleções de velhos vegetais. E nunca soubemos o que era urbano, suburbano, fronteiriço e continental. Preguiçosos no mapa-múndi do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma consciência participante, uma rítmica religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra todos os importadores de consciência enlatada. A existência palpável da vida. E a mentalidade pré-lógica para o Sr. Lévy-Bruhl estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos a Revolução Caraiba. Maior que a Revolução Francesa. A unificação de todas as revoltas eficazes na direção do homem. Sem n6s a Europa não teria sequer a sua pobre declaração dos direitos do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idade de ouro anunciada pela América. A idade de ouro. E todas as girls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filiação. O contato com o Brasil Caraíba. Ori Villegaignon print terre. Montaig-ne. O homem natural. Rousseau. Da Revolução Francesa ao Romantismo, à Revolução Bolchevista, à Revolução Surrealista e ao bárbaro tecnizado de Keyserling. Caminhamos..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fomos catequizados. Vivemos através de um direito sonâmbulo. Fizemos Cristo nascer na Bahia. Ou em Belém do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nunca admitimos o nascimento da lógica entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra o Padre Vieira. Autor do nosso primeiro empréstimo, para ganhar comissão. O rei-analfabeto dissera-lhe : ponha isso no papel mas sem muita lábia. Fez-se o empréstimo. Gravou-se o açúcar brasileiro. Vieira deixou o dinheiro em Portugal e nos trouxe a lábia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito recusa-se a conceber o espírito sem o corpo. O antropomorfismo. Necessidade da vacina antropofágica. Para o equilíbrio contra as religiões de meridiano. E as inquisições exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só podemos atender ao mundo orecular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tínhamos a justiça codificação da vingança. A ciência codificação da Magia. Antropofagia. A transformação permanente do Tabu em totem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra o mundo reversível e as idéias objetivadas. Cadaverizadas. O stop do pensamento que é dinâmico. O indivíduo vitima do sistema. Fonte das injustiças clássicas. Das injustiças românticas. E o esquecimento das conquistas interiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros. Roteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O instinto Caraíba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morte e vida das hipóteses. Da equação eu parte do Cosmos ao axioma Cosmos parte do eu. Subsistência. Conhecimento. Antropofagia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra as elites vegetais. Em comunicação com o solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fomos catequizados. Fizemos foi Carnaval. O índio vestido de senador do Império. Fingindo de Pitt. Ou figurando nas óperas de Alencar cheio de bons sentimentos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tínhamos o comunismo. Já tínhamos a língua surrealista. A idade de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catiti Catiti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imara Notiá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notiá Imara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ipeju*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia e a vida. Tínhamos a relação e a distribuição dos bens físicos, dos bens morais, dos bens dignários. E sabíamos transpor o mistério e a morte com o auxílio de algumas formas gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntei a um homem o que era o Direito. Ele me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Esse homem chamava-se Galli Mathias. Comia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não há determinismo onde há mistério. Mas que temos nós com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra as histórias do homem que começam no Cabo Finisterra. O mundo não datado. Não rubricado. Sem Napoleão. Sem César.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fixação do progresso por meio de catálogos e aparelhos de televisão. Só a maquinaria. E os transfusores de sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra as sublimações antagônicas. Trazidas nas caravelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra a verdade dos povos missionários, definida pela sagacidade de um antropófago, o Visconde de Cairu: – É mentira muitas vezes repetida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não foram cruzados que vieram. Foram fugitivos de uma civilização que estamos comendo, porque somos fortes e vingativos como o Jabuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus é a consciênda do Universo Incriado, Guaraci é a mãe dos viventes. Jaci é a mãe dos vegetais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tivemos especulação. Mas tínhamos adivinhação. Tínhamos Política que é a ciência da distribuição. E um sistema social-planetário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As migrações. A fuga dos estados tediosos. Contra as escleroses urbanas. Contra os Conservatórios e o tédio especulativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De William James e Voronoff. A transfiguração do Tabu em totem. Antropofagia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pater famílias e a criação da Moral da Cegonha: Ignorância real das coisas+ fala de imaginação + sentimento de autoridade ante a prole curiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso partir de um profundo ateísmo para se chegar à idéia de Deus. Mas a caraíba não precisava. Porque tinha Guaraci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo criado reage com os Anjos da Queda. Depois Moisés divaga. Que temos nós com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes dos portugueses descobrirem o Brasil, o Brasil tinha descoberto a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra o índio de tocheiro. O índio filho de Maria, afilhado de Catarina de Médicis e genro de D. Antônio de Mariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria é a prova dos nove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No matriarcado de Pindorama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra a Memória fonte do costume. A experiência pessoal renovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos concretistas. As idéias tomam conta, reagem, queimam gente nas praças públicas. Suprimarnos as idéias e as outras paralisias. Pelos roteiros. Acreditar nos sinais, acreditar nos instrumentos e nas estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra Goethe, a mãe dos Gracos, e a Corte de D. João VI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria é a prova dos nove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta entre o que se chamaria Incriado e a Criatura – ilustrada pela contradição permanente do homem e o seu Tabu. O amor cotidiano e o modusvivendi capitalista. Antropofagia. Absorção do inimigo sacro. Para transformá-lo em totem. A humana aventura. A terrena finalidade. Porém, só as puras elites conseguiram realizar a antropofagia carnal, que traz em si o mais alto sentido da vida e evita todos os males identificados por Freud, males catequistas. O que se dá não é uma sublimação do instinto sexual. É a escala termométrica do instinto antropofágico. De carnal, ele se torna eletivo e cria a amizade. Afetivo, o amor. Especulativo, a ciência. Desvia-se e transfere-se. Chegamos ao aviltamento. A baixa antropofagia aglomerada nos pecados de catecismo – a inveja, a usura, a calúnia, o assassinato. Peste dos chamados povos cultos e cristianizados, é contra ela que estamos agindo. Antropófagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra Anchieta cantando as onze mil virgens do céu, na terra de Iracema, – o patriarca João Ramalho fundador de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa independência ainda não foi proclamada. Frape típica de D. João VI: – Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça! Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra a realidade social, vestida e opressora, cadastrada por Freud – a realidade sem complexos, sem loucura, sem prostituições e sem penitenciárias do matriarcado de Pindorama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSWALD DE ANDRADE Em Piratininga Ano 374 da Deglutição do Bispo Sardinha.&amp;quot; (Revista de Antropofagia, Ano 1, No. 1, maio de 1928.)&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NADA MAIS A DECLARAR!</description>
            <author>Jeniferdeoliveira</author>
            <pubDate>Mon, 10 Mar 2008 02:38:12 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Comunicação? Istrumbicação!</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog/blogid=1215745</link>
            <description>Fazer faculdade as vezes é frustrante. Quanto mais o tempo passa e você estuda, mas você vê que não sabe nada. Inda mais quando se estuda uma coisa que ainda nem definiu se é ciencia, se é campo, ou que raios é, como a comunicação. A comunicação ainda nao definiu nem seu objeto de estudo! Uns dizem que a coisa está nos midia, outros que está nas relaçoes...niguem se decide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana, depois de 4 periodos, eu descubro que comunicação pressupõe uma intensão. Não é simplesmente interpretar signos. Se você canta no chuveiro de forma desproposital, você não está se comunicando, por mais que o seu vizinho escute. Por mais que isso pra ele signifique alguma coisa, como, por exemplo, que você canta mal e que ele tem impetos de vontade de ir calar sua boca. Interpretar nao é comunicar, segundo Vera França. E eu acho melhor acreditar nela: escreve o nome dela no google pra ver o tanto de coisa que aparece sobre a doutora minha professora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais triste de tudo isso foi descobrir que os animais entao nao se comunicam, porque o que fazem é apenas um exercicio de decodificar signos. Acho que os teóricos da comunicação deveriam conhecer minha cachorra, a Bizuca Flora, uma labradora de 5 anos atrevida e fujona, antes de dizer que eles não se comunicam de forma intencional. A Bizu foge e tenta tocar o interfone quando quer entrar em casa. Lógico que ela nao consegue, porque a patinha não cabe no buraquinho da grade que cerca o interfone. Mas pensa que ela fica por ai? Não mesmo! Ela convence os transeuntes a tocar o aparelho pra ela! Muitas vezes eu ja fui atender o portão e não era ninguém alem da minha rebelde adentrando com a cabeça baixa e aquela cara de quem sabe que fez coisa errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão dizer que minha cachorrinha nao comunica? Ela pode lá nao saber os códigos complexos do nosso idioma, mas e dai? eu também nao sei japones e se tivesse que pedir pra um ser de olhinhos puxados pra apertar um botao pra mim eu certamente ia faze-lo apontando igual faz minha Bizu (só que eu ia usar o dedo, a Bizu usa a cabeça  porque suas condiçoes anatomicas nao a permitem apontar). Isso não é só interpretação. Alias essa diferença pra mim é bastante tenue e as duas coisas muito indissociaveis pra essa discursão sem sentido se estabelecer. E, quer saber, os latidos da Bizu comunicam muita coisa pra mim! O resto é só teorias. E teorias têm um tempo muito curto de duração.</description>
            <author>Jeniferdeoliveira</author>
            <pubDate>Thu, 06 Mar 2008 03:10:26 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Saudadona...</title>
            <link>http://pt.netlog.com/Jeniferdeoliveira/blog/blogid=1211714</link>
            <description>Hoje eu acordei com aquela saudadona enorme que eu aprendi a sentir em Julho do ano passado quando Deus levou minha avó e que passou a doer mais ainda em Setembro quando Deus buscou também o meu avô. São em dias como estes que eu compreendo porque é tão legal ter vida eterna e algum lugar pra ir depois da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aprendi, desde muito novinha, a acreditar em Deus, em Céu, essas coisas espirituais com a minha avó. Mas eu acho que só compreendi mesmo o valor disso quando ela se foi pra lá. É muito bom saber que existe um céu legal para ir depois que a gente morre, mas é mais legal ainda porque eu sei que eles vão estar lá e eu vou poder passar a eternidade com eles. É a saudadona que me faz querer ir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no mínimo confortante pensar que você pode passar a eternidade com as pessoas que você ama. Acho que a graça era essa quando Deus inventou a vida eterna. Porque amor é uma coisa forte demais pra durar só uma vida. Ele continua mesmo quando a pessoa que você ama não está mais presente e daí você nao sabe mais o que fazer com ele. É dificil carrega-lo quando nao se pode gastar. Por isso eu acho que Deus inventou a vida eterna: para você continuar amando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, enquanto minha hora de amar-além nao chega, eu fico aqui &amp;quot;tocando o barco&amp;quot; como dizia o vovô. Ainda tem gente demais aqui pra eu amar também. A saudadona vai continuar...mas tudo bem. Eu terei a eternidade toda para dar conta dela.</description>
            <author>Jeniferdeoliveira</author>
            <pubDate>Mon, 03 Mar 2008 01:53:07 UT</pubDate>
        </item>
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