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Por esses ermos não vereis pirâmides
Nem mármores, nem bronzes, que assinalem
Nas eras do porvir feitos de glória;
Da natureza os filhos não sabiam
Aos céus erguer soberbos monumentos,
E nem perpetuar do bardo os cantos,
Que celebram façanhas


27 Maio 2007
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  • http://netlog.com/benfica2Antonio Lima LimaLimaAntonio Limabenfica2http://pt.netlogstatic.com/p/tt/007/775/7775634.jpgPortugalSetubalbenfica253

      Antonio Lima LimaConfiança (Terça, 20 Novembro 2007 às 15:26)

      :) Olá estão muito bem...é o teu Filho? Sai a mãe..rsrsrsrrs.Bjs :)


    • http://netlog.com/anjo_guerrreirocolecionador de sonhoscolecionador de sonhosanjo_guerrreirohttp://pt.netlogstatic.com/p/tt/010/385/10385655.jpgPortugalAveiroanjo_guerrreiro36

        colecionador de sonhosConfiança (Quarta, 6 Junho 2007 às 20:00)

        Esses fanais, que acende a mão do gênio,
        E vão no mar infindo das idades
        Alumiando as trevas do passado.

        Seus insepultos ossos alvejando
        Aqui e além nos solitários campos,
        Rotos tacapes, ressequidos crânios,
        Que estalam sob os pés de errante gado,
        As tabas em ruína, e os mal extintos
        Vestígios das ocaras, onde o sangue
        Do vencido corria em largo jorro
        Entre as pocemas de feroz vingança,
        Eis as relíquias que recordam feitos
        Do forte lidador da rude selva.

        De virgem mata a sussurrante cúpula,
        Ou gruta escura, disputada às feras,
        Ou frágil taba, num momento erguida,
        Desfeita no outro dia, eram bastantes
        Para abrigar o filho do deserto;
        No carcás bem provido repousavam
        De todo o seu porvir as esperanças,
        Que suas eram da floresta as aves,
        E nem lhes nega o córrego do vale,
        Límpido jorro que lhe estanque a sede.
        No sol, fonte de luz e de beleza,
        Viam seu Deus, prostrados o adoravam,
        Na terra a mãe, que os nutre com seus frutos,
        Sua única lei – na liberdade.


      • http://netlog.com/GiseleCamachoGi CamachoCamachoGiGiseleCamachohttp://pt.netlogstatic.com/p/tt/008/582/8582894.jpgPortugalViseuGiseleCamacho42

          Gi Camacho(Domingo, 27 Maio 2007 às 08:12)

          Por esses ermos não vereis pirâmides
          Nem mármores, nem bronzes, que assinalem
          Nas eras do porvir feitos de glória;
          Da natureza os filhos não sabiam
          Aos céus erguer soberbos monumentos,
          E nem perpetuar do bardo os cantos,
          Que celebram façanhas do guerreiro...

          Calaram-se para sempre nessas grutas
          Os proféticos cantos de um povo

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