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EvLuizHenrique

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  • VIDEOS LIÇÃO 04 (5 e 6 partes) JESUS, REDENTOR E PERDOADOR

    LIÇÃO 04 - JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3º TRIMESTRE DE 2009
    1 João - Os Fundamentos Da Fé Cristã
    Comentários do Pr. Eliezer de Lira e Silva
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antonio Gilberto
    Complementos, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



  • ESTUDOS DA LICAO 01 PRIMEIRA CARTA DE JOAO

    LIÇÃO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3º TRIMESTRE DE 2009
    1 João - Os Fundamentos Da Fé Cristã
    Comentários do Pr. Eliezer de Lira e Silva
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antonio Gilberto
    Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva





    TEXTO ÁUREO
    "Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça" (2 Tm 3.16).



    VERDADE PRÁTICA
    Esta carta, divinamente inspirada, é aplicável a todo leitor que deseja ter sua vida no centro da vontade de DEUS.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda Lc 5.10-11
    Terça Gl 2.9
    Quarta 1Jo 4.9,10
    Quinta Jo 1.12,13; 1Jo 5.1
    Sexta 1Jo 4.7
    Sábado 1Jo 2.24

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1Jo 1.1-4
    1 O que era desde o princípio, ao que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida 2 (porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada), 3 o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho JESUS CRISTO. 4 Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra.
    1.2 VIDA ETERNA. João define a vida eterna, em função de CRISTO. Ela só pode ser obtida mediante a fé em JESUS CRISTO e a comunhão com Ele (vv. 2,6,7; 2.22-25; 5.20).
    1.3 COMUNHÃO CONOSCO. "Comunhão" (gr. koinonia) literalmente significa "ter em comum", e envolve compartilhar e participar. Os cristãos têm tal comunhão porque têm a fé cristã em comum (Tt 1.3; Jd 3), a graça de DEUS em CRISTO em comum (Fp 1.7; 1 Co 1.9), a presença neles do ESPÍRITO em comum (Jo 20.22; Rm 8.9,11), os dons do ESPÍRITO em comum (Rm 15.27) e um inimigo em comum (2.15-18; 1 Pe 5.8). Não pode haver nenhuma comunhão verdadeira com aqueles que rejeitam os ensinos da fé do NT (2 Jo 7-11; ver Gl 1.9).

    Destaque: A Palavra da vida foi manifesta na carne.
    O principal objetivo de João era provar que JESUS, que se manifestou em carne. era e é DEUS mesmo e que Nele temos a vida eterna.
    Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de DEUS.

    PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO (BEP - CPAD)
    Esboço
    Introdução (1.1-4)
    I. Comunhão com DEUS (1.5—2.28)
    A. Os Princípios da Comunhão com DEUS (1.5—2.2)
    1. “Nenhuma Treva” há em DEUS (1.5)
    2. Nenhuma Comunhão nas Trevas (1.6)
    3. Comunhão na Luz (1.7)
    4. Comunhão na Purificação do Pecado (1.8—2.2)
    B. A Manifestação da Comunhão com DEUS (2.3-28)
    1. Na Obediência (2.3-5)
    2. Na Semelhança com CRISTO (2.6)
    3. No Amor (2.7-11)
    4. Na Separação do Mundo (2.12-17)
    5. Na Fidelidade à Verdade (2.18-28)

    II. Os Filhos de DEUS (2.29—3.24)
    A. Características dos Filhos de DEUS (2.29—3.18)
    B. A Confiança dos Filhos de DEUS (3.19-24)

    III. O ESPÍRITO da Verdade (4.1-6)
    A. O ESPÍRITO do Erro e sua Identificação (4.1,3,5)
    B. O ESPÍRITO da Verdade e o nosso Conhecimento dEle (4.2,4,6)

    IV. O Amor de DEUS (4.7—5.3)
    A. A Origem Divina do Amor (4.7-10)
    B. O Amor de DEUS — Como Devemos Correspondê-lo (4.11-13,19-21)
    C. Permanecendo no Amor de DEUS (4.14-16)
    D. A Perfeição do Amor (4.17,18)
    E. Obediência do Amor (5.1-3)

    V. Promessas de DEUS (5.4-20)
    A. A Vitória Sobre o Mundo (5.4,5)
    B. A Integridade do Evangelho (5.6-10)
    C. A Vida Eterna no Filho de DEUS (5.11-13)
    D. As Respostas à Oração (5.14-17)
    E. Três Grandes Certezas (5.18-20)

    Conclusão (5.21)

    Autor: João
    Tema: Verdade e Justiça
    Data:85-95 d.C.

    Considerações Preliminares
    Cinco livros do NT levam o nome de João: um Evangelho, três epístolas e o Apocalipse. Embora João não se identifique pelo nome nesta epístola, testemunhas do século II (e.g., Papias, Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria) afirmam que ela foi escrita pelo apóstolo João, um dos doze primeiros discípulos de JESUS. Fortes semelhanças no estilo, no vocabulário e nos temas, entre 1 João e o Evangelho segundo João, sancionam o testemunho fidedigno dos cristãos primitivos, afirmando que os dois livros foram escritos pelo apóstolo João (ver introdução ao Evangelho segundo João).
    Não há indicação dos destinatários desta carta, como também não há saudações, nem menção de pessoas, lugares ou eventos. A explicação mais provável dessa forma rara epistolar é que João escreveu de onde residia, em Éfeso, a certo número de igrejas da província da Ásia, que estavam sob sua responsabilidade apostólica (cf. Ap 1.11).
    Visto que as congregações tinham um problema comum e necessidades semelhantes, João escreveu esta epístola como carta circular, enviando-a por um emissário pessoal, juntamente com suas saudações pessoais.
    O assunto principal desta epístola é o problema dos falsos ensinos a respeito da salvação em CRISTO e seu processo no crente. Certas pessoas, que anteriormente conviveram com os leitores da epístola, deixaram as congregações (2.19), mas os resultados dos seus falsos ensinos continuavam a distorcer o evangelho, quanto a “saber” que tinham a vida eterna. Doutrinariamente, a sua heresia negava que JESUS é o CRISTO (2.22; cf. 5.1) ou que JESUS veio em carne (4.2,3). Na área moral, ensinavam que não era necessário à fé salvífica (cf. 1.6; 5.4,5), a obediência aos mandamentos de JESUS (2.3-4; 5.3) e uma vida santa, separada do pecado (3.7-12) e do mundo (2.15-17).

    Propósito
    O propósito de João ao escrever esta epístola foi duplo: (1) expor e rebater os erros doutrinários e éticos dos falsos mestres e (2) exortar seus filhos na fé a manter uma vida de santa comunhão com DEUS, na verdade e na justiça, cheios de alegria (1.4) e de certeza da vida eterna (5.13), mediante a fé obediente em JESUS, o Filho de DEUS (4.15; 5.3-5,12), e pela habitação interior do ESPÍRITO SANTO (2.20; 4.4,13). Alguns crêem que a epístola também foi escrita como uma seqüência do Evangelho segundo João.

    Visão Panorâmica
    A fé e a conduta estão fortemente entrelaçados nesta carta. Os falsos mestres, aos quais João chama aqui de “anticristos” (2.18-22), apartaram-se do ensino apostólico sobre CRISTO e a vida de retidão. De modo semelhante a 2 Pe e Jd, 1 Jo refuta e condena com veemência os falsos mestres (e.g., 2.18,19,22,23,26; 4.1,3,5) com suas crenças e conduta destruidoras.
    Do ponto de vista positivo, 1 Jo expõe as características da verdadeira comunhão com DEUS (e.g., 1.3—2.2) e revela cinco evidências específicas pelas quais o crente poderá “saber”, com confiança e certeza, que tem a vida eterna: (1) a evidência da verdade apostólica a respeito de CRISTO (1.1-3; 2.21-23; 4.2,3,15; 5.1,5,10,20); (2) a evidência de uma fé obediente que guarda os mandamentos de CRISTO (2.3-11; 5.3,4); (3) a evidência de um viver santo, i.e., afastar-se do pecado, para comunhão com DEUS (1.6-9; 2.3-6,15-17,29; 3.1-10; 5.2,3); (4) a evidência do amor a DEUS e aos irmãos na fé (2.9-11; 3.10,11,14,16-18; 4.7-12,18-21); e (5) a evidência do testemunho do ESPÍRITO SANTO no crente (2.20,27; 4.13). João afirma, por fim, que a pessoa pode saber com certeza que tem a vida eterna (5.13) quando estas cinco evidências são manifestas na sua vida.

    Características Especiais
    Cinco características principais há nesta epístola.
    (1) Ela define a vida cristã empregando termos contrastantes e evitando todo e qualquer meio-termo entre luz e trevas, entre verdade e mentira, entre justiça e pecado, entre amor e ódio, entre amar a DEUS e amar ao mundo, entre filhos de DEUS e filhos do diabo, etc.
    (2) É importante ressaltar que este é o único escrito do NT que fala de JESUS como nosso “Advogado (gr. parakletos) para com o Pai”, quando o crente fiel peca (2.1,2; cf. Jo 14.16,17,26; 15.26; 16.7,8).
    (3) A mensagem de 1 Jo fundamenta-se quase que inteiramente no ensino apostólico, e não na revelação anterior do AT; não há claramente na carta referências às Escrituras do AT.
    (4) Visto tratar da cristologia, e ao mesmo tempo refutar determinada heresia, a carta focaliza a encarnação e o sangue (i.e., a cruz) de JESUS, sem mencionar especificamente a sua ressurreição.
    (5) Seu estilo é simples e reiterativo, à medida que João apresenta certos termos principais, como “luz”, “verdade”, “crer”, “permanecer”, “conhecer”, “amor”, “justiça”, “testemunho”, “nascido de DEUS” e “vida eterna”.

    JOÃO, O APÓSTOLO
    O apóstolo João era conhecido como "o discípulo amado de JESUS". Foi o autor do quarto Evangelho no Novo Testamento. Também escreveu três epístolas (cartas a outros cristãos) e o livro do Apocalipse. O apóstolo João gozava de alta reputação entre os cristãos e sua influência tem sido sentida através dos séculos. Embora muitos cristãos o respeitem, não sabemos muito de sua vida. Quando a Bíblia fala de João, ele está sempre acompanhado de Pedro ou Tiago. E mesmo quando a Bíblia menciona João e Pedro, é quase sempre Pedro que está falando. Por isso é difícil termos um quadro completo de como foi a vida de João. Entretanto, juntando-se diferentes histórias do Novo Testamento, podemos ter uma idéia melhor sobre a vida do "discípulo que JESUS amava".
    JOÃO NOS EVANGELHOS SINÓTICOS
    Os Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) nos dão a maioria das informações biográficas que temos sobre João. O nome do pai de João era Zebedeu e João tinha um irmão chamado Tiago (Mateus 4:21). O Evangelho de Mateus nos conta que Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e José, e "a mãe dos filhos de Zebedeu" estavam presentes na morte de CRISTO (27:56). O Evangelho de Marcos também cita três mulheres: Maria Madalena, Maria mãe de Tiago, e Salomé (Marcos 15:40). Quando comparamos estas duas passagens na Bíblia, podemos deduzir que Salomé pode ter sido o nome da mãe de João. Além disso, o Evangelho de João nos relata que Salomé era irmã da mãe de JESUS (João 19:25). Assim João seria primo de JESUS. Não podemos ter certeza disso, porque certamente havia muitas outras mulheres aos pés da cruz durante a crucificação (Mateus 27:55). Muitas pessoas aceitam que JESUS e João eram primos, mas não há certeza absoluta sobre isso. João fazia parte do grupo de discípulos que JESUS convocou às margens do Mar da Galiléia (Mateus 4:21-22 e Marcos 1:19-20). Foi um dos primeiros discípulos chamados. É possível que fosse o companheiro anônimo de André quando aquele apóstolo seguiu a JESUS (João 1:35-37).
    OS DISCÍPULOS MAIS PRÓXIMOS DE JESUS
    JESUS escolheu três discípulos - Pedro, Tiago e João - para estarem especialmente perto dele durante o seu ministério na terra. Por causa de sua posição especial, estiveram com JESUS durante as grandes ocasiões. João, Tiago e Pedro estavam presentes com JESUS na Transfiguração (Mateus 17:1-2, Marcos 9:2 e Lucas 9:28-29). JESUS também levou justamente esses três para a casa de Jairo quando ressuscitou a filha daquele homem (Marcos 5:37, Lucas 8:51). Antes de JESUS ser preso, estava orando com Pedro, Tiago e João no Jardim do Getsêmani (Mateus 26:37, Marcos 14:33). Embora JESUS tivesse ficado zangado com eles por estarem dormindo em vez de orarem, não devemos esquecer o fato de que em seu tempo de grande aflição, quando se preparava para morrer na cruz, JESUS quis que esses três discípulos estivessem perto dele. Há outras ocasiões em que João é mencionado nos Evangelhos. Lucas nos conta que João, que era pescador, ficou muito surpreso quando milagrosamente JESUS fez com que os discípulos apanhassem uma enorme quantidade de peixe (Lucas 5:9-10). Quando o ministério de JESUS estava quase encerrado, a Bíblia nos relata como João, Pedro, Tiago e André perguntaram a JESUS quando chegaria o fim do mundo e qual seria o sinal para esse acontecimento (Marcos 13:3-4). Também durante a última noite em que estiveram juntos, JESUS mandou que Pedro e João preparassem a ceia da Páscoa (Lucas 22:8).
    De um ponto de vista estritamente literário, a Primeira Epístola de João (1Jo) poderia ser classificada como um sermão ou um discurso teológico. A razão é que não se encontra na carta qualquer menção de autor, destinatário, introdução, saudações e despedida. No entanto, desde os primeiros tempos do Cristianismo se tem reconhecido que este documento é, se não uma missiva pessoal propriamente dita, uma espécie de carta pastoral dirigida ao conjunto dos membros de algumas igrejas residentes em lugares próximos uns dos outros: pequenas congregações da Ásia Menor, necessitadas de instrução e conselhos que as ajudassem a viver em plenitude o testemunho da sua fé em JESUS CRISTO que “veio em carne” (4.2-3).



    PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO (ILUMINA BÍBLIA)
    DATA E LUGAR DE REDAÇÃO
    Sendo assim, a falta desses dados pessoais que são característicos do gênero epistolar (ver a Introdução às Epístolas), o presente escrito tem sido atribuído, desde o princípio, assim como também 2 e 3João (ver as respectivas introduções), ao apóstolo João. Tradicionalmente, se admite que foi escrita em Éfeso, por volta dos anos 90. Mesmo que se entenda como sermão ou como carta, o certo é que 1João está muito próximo do Evangelho Segundo João, tanto por razões de redação como pela ternura com que também ela chega ao leitor, por essa entonação cálida tão claramente perceptível em expressões como “filhinhos” ou “filhinhos meus” (2.1,12,14,18,28; cf. Jo 13.33; 21.5) e nas freqüentes notas como “vos escrevo” (2.7-26; 5.13).
    PROPÓSITO
    O estilo literário de 1João é repetitivo. Os diversos temas, logo após uma exposição inicial (1.5—2.29), reaparecem pela segunda (3.1—4.6) e ainda pela terceira vez (4.7—5.12), mesmo separadamente ou entrelaçados. Essa insistência nos elementos temáticos vem lançar luz sobre algo que pertence aos próprios motivos básicos do escrito, que não são outros senão a inquietude do autor ante a presença de certos elementos estranhos que, em diferentes lugares, estavam perturbando a fé e a comunhão dos crentes. O autor não diz quais eram as doutrinas e nem quem eram os causadores da sua preocupação, mas, provavelmente, tratasse de alguns ensinamentos que, sob o nome genérico de “gnosticismo”, começavam desde então a infiltrar-se nos círculos cristãos da Ásia Menor. Assim como no quarto Evangelho, também 1João manifesta o propósito perseguido pelo seu autor. A epístola inteira é um testemunho “com respeito ao Verbo da vida” (1.1; cf. Jo 1.1), uma confissão de fé escrita “para que a nossa alegria seja completa” (1.4), “a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de DEUS” (5.13. Cf. Jo 20.31).
    CONTEÚDO E ESTRUTURA
    Expressões como estas dão característica à carta, que afirma a divindade de JESUS CRISTO (1.2-7; 2.22-23; 4.2,8,14; etc.), expressa a filiação divina do crente (3.1-2,9-10; etc.), reprova a conduta dos “anticristos” (2.18-19,22; 4.3) e revela que a justiça de DEUS se cumpre no fato essencial do seu amor, demostrado ao entregar o seu Filho em “propiciação pelos nossos pecados” (2.1-2; 3.5; 4.8-10,16-17). Contra os “anticristos”, esses falsos profetas que negam a divindade de JESUS e a sua missão redentora, João exorta os cristãos a que permaneçam no relacionamento de amor e vida, que é a comunhão com DEUS, concretizada na realidade imediata do amor fraternal (2.9-11; 3.9-12,14-18,23; 4.7-8,11-12,16-21). O vocabulário e as locuções desta epístola evocam ao leitor a linguagem do quarto Evangelho: ser chamados de filhos de DEUS (3.1-2,10), ser nascidos de DEUS (3.9), permanecer em DEUS (2.24,27-28; 3.24; 4.7,16; etc.), ter o Pai (ou ter o Filho) é possuir a vida eterna (2.23; 5.12-13). A carta e o Evangelho também se aproximam no uso de determinados conceitos e imagens, apresentados muitas vezes em forma de antítese: luz-trevas (1.5-7; 2.8-11, cf. Jo 1.5; 8.12; etc.), verdade-mentira (1.6,8; 2.21, cf. Jo 8.44), vida-morte (3.14; 5.12, cf. Jo 5.24-25), filhos de DEUS-filhos do diabo (3.10, cf. Jo 8.44). Igualmente é característico da epístola e do Evangelho o uso da palavra “Verbo” para referir-se ao Filho de DEUS feito homem (1.1, cf. Jo 1.1-5,14). Com essas e outras figuras literárias, o autor explica em que consiste o conhecimento que o cristão tem de DEUS: DEUS é amor, e amar é conhecer a DEUS (4.7-12,16,21) com um conhecimento que tem sido revelado em “JESUS CRISTO. Este é o verdadeiro DEUS e a vida eterna” (5.20).

    ESBOÇO:
    Prólogo: O Verbo da vida (1.1-4)
    1. DEUS é Luz: Permaneçamos na luz (1.5—2.29)
    2. DEUS é o nosso Pai: Andemos como filhos de DEUS (3.1—4.6)
    3. DEUS é amor: Amemo-nos uns aos outros (4.7—5.12)
    Epílogo (5.13-21)

    PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO (Bíblia Plenitude)
    Autor: Apóstolo João
    Data: Cerca de 90 dC
    Autor e Receptores
    Embora esta carta seja anônima, seu estilo e vocabulário indicam claramente que foi escrita pelo autor do Evangelho de Jo. Evidências internas também apontam João como o autor, e o antigo testemunho atribui, com unanimidade, a carta a ele.
    A falta de especial dedicação e saudação indicam que a carta foi circular, provavelmente enviada à igrejas perto e Éfeso, onde João passou seus últimos dias.

    Data
    O peso de uma tradição antiga e forte sobre João ter passado seus últimos anos em Éfeso, junto com o fato do tom dos escritos sugerirem que se trata de um produto de um homem maduro que passou por experiência espiritual profunda, apontam uma data próxima ao final do séc. I. Além disso, o caráter da heresia combatida na carta aponta para a mesma época, cerca de 90 dC.

    Ocasião e Objetivo
    João declara ter escrito para dar garantia da vida eterna àqueles que Crêem “no nome do Filho de DEUS (5.13). A incerteza de seus leitores sobre sua condição espiritual foi causada por um conflito desordenado com os mestre de uma falsa doutrina. João refere-se ao ensinamento como enganosos (2.26; 3.7) e aos mestres como “falsos profetas” (4.1), mentirosos (2.22) e anticristos (2.18,22; 4.3). Eles um dia tinham estado com a igreja, mas tinham se afastado (2.19) e tinham se “levantado no mundo” (4.1) para propagar sua perigosa heresia.
    Heresia era um precursor do gnosticismo do séc. II, que ensinava que a matéria era essencialmente ruim e o espírito era essencialmente bom. O ponto de vista dualista fez com que os falsos mestres negassem a encarnação de CRISTO e, portanto, a ressurreição. O verdadeiro DEUS, ensinavam eles, nunca poderia habitar um corpo material de carne e sangue. Portanto, o corpo humano que JESUS supostamente possuiu não era real, mas apenas aparente. João escreveu vigorosamente contra esse erro (2.22-23; 4.3).
    Eles também ensinavam que, como o corpo humano era um simples invólucro para o espírito interior, e como nada que o copo fizesse poderia afetar o espírito interno, as distinções éticas pararam de ser relevantes. Portanto, eles não tinham pecado, João responde esse erro com indignação (2.4,6,15-17; 3.3,7,9-10; 5.18).
    “Gnosticismo” é uma palavra derivada do grego gnosis, que significa “conhecimento”. Mais tarde, os gnósticos ensinavam a salvação através de esclarecimento mental, que acontecia somente para iniciados da elite espiritual, e não aos cristãos comuns. Em virtude disso, eles substituíram a fé pelas buscas espirituais e exaltaram a especulação mais do que os dogmas básicos do evangelho. Mais uma vez João reagiu energicamente (2.20,27), declarando que não há revelação particular reservada para alguns poucos intelectuais, e que todo o corpo de crentes possui a doutrina apostólica.
    O objetivo de João ao escrever, então, era expor a heresia dos falsos mestres e confirmar a fé dos verdadeiros crentes.

    Características
    Existem grandes semelhanças entre e o Evangelho de Jo e 1Jo. O tom da epístola é amigável e paterna, refletindo a autoridade que a idade e o apostolado trazem. O estilo é informal e pessoal, revelando o relacionamento íntimo do apostolo com DEUS e com o povo de DEUS.

    Conteúdo
    Em primeiro lugar, João ressalta os temas do amor, luz, conhecimento e vida em suas advertências contra a heresia. Esses elementos repetem-se por toda a carta, sendo o amor a nota dominante. Possuir amor é evidência clara de que uma pessoa é cristã, e a falta de amor indica que a pessoa está nas trevas (2.9-11; 3.10-23; 4.7-21).
    João afirma que DEUS é a luz, e a comunhão com ele faz com que as pessoas caminhem em verdadeira comunhão com outros crentes. A comunhão com DEUS e os irmãos permite que as pessoas reconheçam através da unção de DEUS, a falsa doutrina e o espírito do anticristo.
    A comunhão com DEUS exige que se caminhe na luz e se obedeça aos mandamentos de DEUS (1.6-7; 2.3,5). Aquele que “pratica justiça é justo, assim como ele é justo” (3.7), enquanto “qualquer que não pratica a justiça e não ama a seu irmão não é de DEUS” (3.10). O amor ao Pai e o amor ao mundo são totalmente incompatíveis (2.15-17), e nenhuma pessoa nascida de CRISTO tem o hábito de praticar o pecado (3.9; 5.18). CRISTO é antítese do pecado, e ele se manifestou para tirar os nossos pecados (3.5).
    O cap. 4 continua com o tema da identificação dos espíritos rivais - falsos profetas que saíram para o mundo (v.1). A fim de testar os espíritos, nos devemos encontrar quem eles reconhecem como salvador e senhor. Todos os espíritos que não reconhecem que JESUS é DEUS em carne não é de DEUS (v.3).
    A epístola termina com o testemunho de JESUS, o Filho de DEUS. JESUS é aquele que veio. O título técnico do Messias é “aquele que havia de vir” ou “aquele que veio” (Mt 11.3; 1Jo 5.6). João o identifica como aquele que veio pela água e pelo sangue, o DEUS que veio e habitou entre nós, a palavra que tornou-se carne.
    CRISTO Revelado
    João enfatiza tanto a divindade quanto a humanidade de JESUS, declarando que DEUS entrou completamente na vida humana através dele. Um teste do Cristianismo é a crença correta sobre a encarnação (4.2,15; 5.1).
    JESUS é nosso advogado junto ao Pai (2.1). O pecado não combina com a vida de um cristão; mas, se ele pecar, JESUS defende seu caso.
    JESUS é a propiciação pelos nossos pecados (2.2; 4.10).
    JESUS também é o nosso Salvador, enviado por DEUS para nos resgatar do pecado (1.7; 3.5; 4.14). Apenas através dele podemos alcançar a vida eterna (5.11,12).
    João apresenta a segunda vinda de JESUS como um incentivo para que permaneçamos firmes na fé (2.28), e ele oferece a garantia de que nossa completa transformação à semelhança de CRISTO acontecerá no momento de sua volta.
    O ESPÍRITO SANTO em Ação
    João descreve um ministério triplo do ESPÍRITO SANTO nesta carta. Em primeiro lugar, o dom do ESPÍRITO que nos assegura que em nosso relacionamento com CRISTO, tanto ele é fiel a nós (3.24) como nós somos fiéis a ele (4.13). Em segundo lugar, o ESPÍRITO SANTO testemunha a realidade da encarnação (4.2;5.6-8). Em terceiro, o ESPÍRITO guia os verdadeiros crentes a uma completa realização da verdade em relação a JESUS, que eles podem se opor com sucesso aos heréticos que negaram esta verdade (2.20; 4.4).
    Esboço de 1º João
    I. A encarnação 1.1-10
    DEUS tornou-se carne na forma humana 1.1-4
    DEUS é luz 1.5-10
    II. A vida de Justiça 2.1-29
    Caminhada na luz 2.1-7
    Advertindo contra o espírito do anticristo 2.18-29
    III. A vida dos filhos de DEUS 3.1-4.6
    Justiça 3.1-12
    Amor 3.13-24
    Crença 4.1-6
    IV. A fonte do amor 4.7-21
    V. O triunfo da Justiça 5.1-5
    VI. A garantia da vida eterna 5.6-12
    VII. Certezas cristãs 5.13-21

    PRIMEIRA EPÍSTOLA DE JOÃO por Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia
    AUTORIA – João, o apóstolo. Seu nome não é mencionado em suas três epístolas. Não obstante, sua autoria foi confirmada por Policarpo, Papias, Eusébio, Irineu, Clemente de Alexandria e Tertuliano. O nome "João" significa "graça de DEUS". Era judeu, pescador (Mt.4.21), irmão de Tiago, filho de Zebedeu e Salomé (Compare Mt.27.56 e Mc.15.40). Foi chamado de discípulo amado – Jo.13.23; 19.26; 21.20. Foi o discípulo mais íntimo do Mestre. Até no momento da crucificação, João estava presente. Isso mostra sua disposição de correr risco de vida para ficar ao lado de JESUS. Apesar de ter fugido no momento da prisão de CRISTO, João voltou pouco tempo depois.
    JESUS chamou João e Tiago de boanerges, "filhos do trovão", referindo-se ao seu temperamento indócil, tempestuoso, violento (Mc.3.17; Mc.9.38; Lc.9.54).
    São várias as citações a respeito de João nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Seu nome é omitido no seu evangelho (João 20.2; 19.26; 13.23; 21.2). Encontram-se referências ao apóstolo também em At.4.13; 5.33,40; 8.14; Gl.2.9; 2 Jo.1; 3 Jo.1; Apc.1.1,4,9. Na segunda e na terceira epístola, ele se apresenta como "o presbítero". Podendo se apresentar como apóstolo, demonstrou humildade ao utilizar título mais simples. Em Apocalipse, apresenta-se como "servo".
    Após o exercício do seu ministério em Jerusalém, João foi pastor em Éfeso, onde morreu entre os anos 95 e 100. Policrates (ano 190), bispo de Éfeso, escreveu: "João, que se reclinara no seio do Senhor, depois de haver sido uma testemunha e um mestre, dormiu em Éfeso."
    Palavras chave: Conhecimento (ou saber) , amor e comunhão.
    Data de escrita da primeira epístola – Final do primeiro século, entre os anos 95 e 100.
    Local de origem – Éfeso
    Destinatários – Por não conter saudações, despedidas ou menção de nomes, tem-se considerado que a carta foi destinada à igreja em geral. O apóstolo trata carinhosamente os destinatários como "meus filhinhos" (2.1,18,28; 3.7,18; 4.4; 5.21) e "amados" (3.2,21; 4.1,7,11). Isso parece indicar que, embora não tenha vinculado a epístola a uma comunidade específica, o autor tem em mente pessoas conhecidas, as quais seriam as primeiras a receberem aquela mensagem.
    CARACTERÍSTICAS
    A carta apresenta denúncia contra os falsos e incentivo aos verdadeiros cristãos. O autor é incisivo, direto, totalmente convicto. Sua afirmações são muito fortes no sentido de apontar o erro e a verdade.
    O propósito da carta está bem definido com também vimos no evangelho (João 20.31). A epístola foi escrita:
    1 - "Para que a nossa alegria seja completa" - 1.4
    2 - "Para que não pequeis" - 2.1.
    3 - Para advertir contra os enganadores - 2.26.
    4 - "Para que saibais que tendes a vida eterna" - 5.13.
    Entendemos que o autor estava bastante preocupado com a igreja, em seu estado presente e futuro. Os demais apóstolos já haviam morrido e falsos mestres apareciam por toda parte. Alertando os irmãos, o apóstolo ficaria mais tranqüilo e sua alegria seria completa (1.4). Seu alerta é contra o pecado (2.1) e contra as heresias (2.26). São duas portas para o diabo entrar nas vidas e nas igrejas. Embora as duas coisas estejam intrinsicamente ligadas, as heresias apresentam um elemento muito perigoso. Todo tipo de pecado deve ser evitado, mas se, eventualmente, cometermos algum, confessaremos e seremos perdoados (1.7,9; 2.1). A heresia entretanto, constitui-se num caminho de afastamento de DEUS. A heresia, do tipo mencionado por João, leva à apostasia. Então, tem-se uma situação muito perniciosa em que a pessoa está errada mas pensa que está certa. Trata-se de um estado de pecado sem reconhecimento, sem confissão, sem arrependimento e, consequentemente, sem perdão. Aquele que passa a crer numa doutrina contrária à cruz, como pode ser perdoado? Não é que DEUS se recuse a perdoá-lo, mas a própria pessoa não acredita na única solução divina, que é o sacrifício de CRISTO. A reversão desse quadro é possível, mas muito difícil. O melhor é a prevenção contra as heresias e isso se faz através do conhecimento e apego à Palavra de DEUS.
    CENÁRIO OBSERVADO POR JOÃO
    A situação da igreja inspirava cuidados. Notamos isso pelo que se lê nas cartas às sete igreja da Ásia (Apc.2 e 3). As heresias grassavam em muitas comunidades. Em Apocalipse, livro escrito na mesma época, João menciona as expressões "sinagoga de Satanás" (Ap.2.9), "nicolaítas" (Ap2.6,15), "doutrina de Balaão"(Ap.2.14), etc.
    O gnosticismo, sistema que mistura idéias filosóficas, crenças judaicas e cristãs, era uma das principais fontes de heresias da época. Assim, muitos cristãos se tornaram gnósticos. Criam em JESUS mas negavam a realidade de sua encarnação e morte. O fato de se denominarem cristãos criava uma situação confusa. Quem eram os verdadeiros cristãos? Os que criam de uma forma ou os que criam de outra?
    João observou a necessidade de identificação, discernimento, definição e posicionamento. Observemos as perguntas-chave que autor apresenta:
    1 – "Quem é o mentiroso senão aquele que nega que JESUS é o CRISTO?" (I Jo.2.22).
    2 – "Quem é o que vence o mundo senão aquele que crê que JESUS é o Filho de DEUS?" (I Jo.5.5).
    O autor se mostra bastante interessado em mostrar "QUEM É O QUÊ". São usados pronomes demonstrativos e indefinidos para apresentar especificações bem definidas que permitem identificar os indivíduos em relação a CRISTO. João usa repetidamente a fórmula: "Quem não faz isso não é aquilo". ou "Quem faz tal coisa é outra coisa".
    Aquele - 2.6,11,17,22,23,26,29; 3.4,6,17; 5.1,5,16,18 (Veja também II João 1.9).
    Alguém – 2.1,15,27; 4.20; 5.16.
    Quem – 4.7,8,9,10.
    O mentiroso e o verdadeiro precisam ser identificados. Essa é a missão de João em sua primeira epístola. O autor ajuda a identificar os personagens do cenário e a situação dos próprios leitores no contexto da verdade e da mentira. O exemplo clássico utilizado é o de Caim e Abel (I Jo.3.11-12), representando dois grupos de pessoas que estavam dentro da igreja. O autor identifica quem está em comunhão com DEUS e quem não está. No quadro a seguir, listamos diversas expressões da epístola através das quais se traça uma linha divisória entre os dois grupos. Vamos chamá-los, alegoricamente, de "grupo de Abel" e "grupo de Caim".

    "Grupo de Abel" "Grupo de Caim"
    Vida (1.1,2; 2.16,25; 3.14,15,16; 5.11,12,13,16,20) Morte (3.14; 5.16-17)
    Verdade – 1.6,8; 2.4,5,8,21,27; 3.18,19; 4.6; 5.7,20. Mentira – 1.6,10; 2.4,21,22,27; 4.20; 5.10
    Erro – 4.6 Engano - 1.8; 2.26; 3.7
    Verdadeiro (2.8,27; 5.20) Falso ou mentiroso (2.22)
    ESPÍRITO da verdade (4.6) espírito do erro (4.6)
    CRISTO (1.3, etc) Anticristo (2.18,22)
    Amor ao irmão (2.10) Amor ao mundo (2.15)
    Sofre ódio do mundo (3.13) Ódio ao irmão (2.11; 3.15)
    Luz - 1.5,7; 2.8,9, 10. Trevas – 1.5,6; 2.8,9,11.

    É possível passar de um lado para o outro. Esse trânsito pode ser chamado conversão ou, no sentido contrário, apostasia. João disse que "passamos da morte para a vida." (3.14). E o seu cuidado era para que não acontecesse o processo contrário com alguns irmãos que, envolvidos pela heresia, pudessem passar da verdade para a mentira.

    IDENTIFICANDO A DOUTRINA, O MESTRE E O ESPÍRITO
    A heresia é uma doutrina errada, mas isso pode não estar tão claro no início. O que chega até nós é simplesmente uma doutrina. Esta deve ser então identificada. Por meio dos parâmetros encontrados na epístola, o autor identifica a doutrina, o mestre e o espírito que está por trás (2.22-23, 4.1-6). As chaves identificadoras são:
    • Relação com CRISTO (2.22-23);
    • Relação com os irmãos. (3.10,17).
    • Relação com o mundo (2.15).
    Estes são os "instrumentos" que nos farão identificar a verdade e a mentira. Tais indicadores são complementares entre si. Se alguém negar que CRISTO é o Filho de DEUS, estará reprovado. Não está na verdade. Se alguém afirma que CRISTO é o Filho de DEUS mas nega sua encarnação e morte, estará reprovado. Se alguém diz ter uma fé correta a respeito de CRISTO, então o próximo teste é a relação com os irmãos. Se a pessoa odeia os irmãos ou lhes nega auxílio nas necessidades, então estará reprovada. Se a pessoa ama o mundo, anda segundo o mundo, vive de modo agradável ao mundo, pecando habitualmente, então está do lado da mentira. A relações com os irmãos e com o mundo constituem evidências visíveis do tipo de relação que temos com CRISTO, uma vez que esse vínculo é espiritual e invisível.
    O objetivo dessas colocações não é sairmos julgando as pessoas dentro da igreja. Em primeiro lugar, cada um deve julgar e purificar a si mesmo (I Jo.3.3; 5.10; I Cor.11.28,31; II Cor.13.5; II Jo.1.8). Depois, é preciso que saibamos julgar as profecias e as doutrinas que recebemos (I Cor.14.29; I Tess.5.20-21; I Cor.10.15). Se uma doutrina é contrária a CRISTO, contrária à comunhão dos irmãos ou favorável ao mundanismo, então deverá ser rejeitada. Finalmente, a vida de um mestre deverá ser avaliada para que se decida sobre a sua doutrina. "Pelos seus frutos os conhecereis." (Mt.7.15-16). Muitos irmãos podem apresentar uma série de erros e até mesmo pecados por uma questão de imaturidade, fraqueza, ignorância, etc. Não devem ser alvos de julgamentos mas de orientação. O objetivo de João era alertar contra aqueles que se colocavam como mestres da igreja.

    ESTAR E PERMANECER - POSIÇÃO E PERSEVERANÇA
    No cenário da verdade e da mentira precisamos nos localizar. Onde estamos? João usa diversas vezes o verbo "estar". Em algumas delas, ele se preocupa em "localizar" espiritualmente as pessoas. Se guardamos a palavra e amamos os irmãos, isso indica que "estamos" em CRISTO. Quem não ama seu irmão, "está" nas trevas. Finalizando, o autor diz que "estamos" em CRISTO, que é o verdadeiro DEUS. (I Jo.2.5,6,9; 5.20).
    Podemos ter nossa posição muito bem definida. Entretanto, vamos mantê-la? Um outro verbo muito importante para João é "permanecer". Lembre-se do capítulo 15 do evangelho de João: "Permanecei em mim e eu permanecerei em vós". "Se alguém permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto." "Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora." "Se vós permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós pedireis o que quiserdes e vos será feito." "Permanecei no meu amor...", etc.
    Na primeira epístola, a ênfase continua nos seguintes textos: 2.10,14,17,19,24,27,28; 3.6,9,14,15,17,24; 4.12,13,15,16. Em todos esses versículos aparece o verbo "permanecer". Isso demonstra a preocupação do autor com a perseverança dos irmãos no caminho da verdade. (Veja também II João 1.2,9).

    COMBATE AO GNOSTICISMO
    João se mostrou bastante combativo em relação ao gnosticismo. Esta palavra vem do termo grego "gnosis" que significa "conhecimento". Os gnósticos criam e ensinavam que a salvação da alma dependia do conhecimento de alguns mistérios só revelados aos que participavam de seus rituais de iniciação. O apóstolo usou então a mesma palavra, "conhecimento", para combater as heresias gnósticas. Tanto no evangelho como na primeira epístola, ele mostrou o que realmente importa conhecer: A verdade, que é o próprio CRISTO e o amor, que é o próprio DEUS.
    O conhecimento sem amor pode causar tragédias. A bomba atômica é um exemplo clássico.
    O verbo "conhecer" aparece nos seguintes versículos: I Jo. 2.3,13,14,18,20; 3.1,6,16,19,20,24; 4.2,6,7,8,13,16; 5.2.20. (II João 1.1).
    A carta destaca também a palavra "luz", que também é um símbolo do conhecimento: 1.5,7; 2.8,9, 10.
    Outro verbo similar é o "saber". Essa palavra tem um sentido muito forte, pois não admite dúvida, insegurança, medo nem ignorância. O comentário da Bíblia Thompson chama a primeira epístola de João de "a carta das certezas". O autor usa o verbo "saber" de uma forma bastante clara e determinada. (I Jo.2.3,5,11,21,29; 3.2,5,14,15; 5.15). Ele diz: "Sabemos que somos de DEUS." Não estamos perdidos nem confusos. SABEMOS quem somos, onde estamos e para onde vamos.
    O gnosticismo afirmava que o mal residia na matéria. Portanto, negavam que DEUS pudesse se encarnar. Em relação a CRISTO, João escreveu: "nós ouvimos, vimos, contemplamos, nossas mãos tocaram..." (I Jo.1.1-3). Ou seja, o apóstolo estava afirmando insistentemente que o corpo de CRISTO era matéria, pois poderia ser tocado, como de fato o foi. Não se tratava de um espírito, uma aparição, como os gnósticos afirmavam. (I Jo.4.2; 5.6)

    OUTRAS PALAVRAS, EXPRESSÕES E CONCEITOS EM DESTAQUE
    VIDA - 1.1,2; 2.16,25; 3.14,15,16; 5.11,12,13,16,20
    Vida de DEUS para nós por meio de CRISTO.
    MUNDO - nosso posicionamento: não amamos o mundo; somos odiados por ele; haveremos de vencê-lo (I Jo.2.2,15,16,17; 3.1,13,17; 4.1,3,4,5,9,14,17; 5.4,5,19).
    VERDADEIRO - Mandamento – 2.8. Luz – 2.8. Unção – 2.27. JESUS – 5.20. DEUS – 5.20.
    AMOR ( e verbo amar) 2.5,10,12,15; 3.1,10,14,16 (x Jo.3.16). 3.17,18,23; 4.7,8,9,10,11,12,16,17,18,19,20,21; 5.1,2,3. (Obs. II Jo.1,3,6 III Jo.1,6,7 Apc.2.3,4,19; 3.9,19). São da autoria de João alguns dos mais famosos versículos bíblicos sobre o amor: "DEUS é amor" e "Porque DEUS amou o mundo de tal maneira..."
    Na primeira epístola, o autor usa o verbo amar em diversas conjugações: ama, ameis, amamos, amemo-nos, amado, amados, amou, amar-nos, amo, amar, ame, amemos.
    O amor vem de DEUS, através de JESUS. "Ele nos amou primeiro". Daí em diante, o amor deve ter livre curso em direção aos irmãos, mas não em direção ao mundo. O amor deve "circular como sangue" no Corpo de CRISTO, que é a igreja.
    COMUNHÃO - 1.3,6,7.
    MANDAMENTO(s) - 2.3,4,7,8; 3.22,23,24; 4.21; 5.2,3.
    O QUE SE DIZ E O QUE SE É - 1.6,8,10; 2.4,6,9; 4.20;
    MANDAMENTOS NEGATIVOS
    NÃO AMEIS o mundo - 2.15.
    NÃO CREIAIS a todo espírito – 4.1.
    O amor e a fé só são positivos quando bem direcionados.

    RESUMO DA LIÇÃO 01 - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
    REVISTA CPAD - 3TRIMESTRE DE 2009
    I. ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO
    II. CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
    III. O PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO
    CONCLUSÃO
    Permaneça na luz e cultive o seu amor pelos irmãos.

    OBJETIVOS: Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Enumerar algumas características pessoais do autor da epístola.
    Defender os fundamentos doutrinários da fé cristã.
    Descrever as principais heresias defendidas pelo gnosticismo e refutadas por João.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

    Caro professor, mesmo sendo relativamente pequena (5 capítulos, 105 versículos), a Primeira Epístola de João apresenta porções doutrinárias que são fundamentais para o perfeito entendimento da fé cristã. Devido à ênfase sobre a encarnação do Filho e sua preexistência eterna, estudiosos afirmam que a teologia Joanina é essencialmente cristológica. Aliás, tal doutrina, tratada também em seu Evangelho, é o ponto central da discussão com os gnósticos. Os temas como justiça, depravação universal, expiação universal, o amor (ágape), também recebem especial atenção do apóstolo. Apresente o esboço abaixo, aprofunde-se nas doutrinas mencionadas.
    Título: 1 João
    Autor: João
    Data e Ocasião: 85-95 d.e
    Tema: A Verdade Cristológica e a Conduta Cristã
    Propósito:
    Defender a cristologia (a fé em JESUS CRISTO tal como Ele é verdadeiro homem e verdadeiro DEUS) da heresia gnóstica (cristologia deturpada que negava total ou parcialmente as naturezas de CRISTO) e, a moral (a conduta própria do cristão) da anomia dos gnósticos (que afirmava ser impossível às ações humanas prejudicar o relacionamento com o divino).
    Estrutura
    I. Prefácio (1.1-4)
    II. A Vida na Luz (1.5-2.29)
    III. Viver como filhos de DEUS. defendendo a fé cristã e as naturezas de CRISTO (3.1-5.13)
    IV. Conclusão: A Confiança do Cristão (5.14-21)

    SINOPSE DO TÓPICO (1)
    Apesar de a experiência não ser o ponto fundamental da fé cristã, se ela estiver doutrinariamente fundamentada, torna-se um importante instrumento de edificação.
    SINOPSE DO TÓPICO (2)
    A transformação radical experimentada por João e a quantidade de seus textos dedicada ao tema "amor" demonstram que esta é a principal virtude do cristão. SINOPSE DO TÓPICO (3)
    O mais eficaz dos métodos de prevenção contra os falsos ensinos é uma sólida instrução bíblica em relação à Pessoa de JESUS CRISTO e ao nosso comportamento como cristãos.
    REFLEXÃO: "Os problemas que João enfrentou em sua época são também os problemas da época em que vivemos, os objetivos que ele estabeleceu para si são os objetivos que os cristãos de hoje também precisam ter se desejam crescer na graça". James Montgomery Boice
    REFLEXÃO
    "João ensina que a retidão precisa caracterizar a vida daqueles que alegam ser cristãos." James Montgomery Boice

    Subsídio Teológico "Teologia dos Escritos Joaninos
    A teologia Joanina, em essência, é cristológica. A pessoa de JESUS CRISTO está no centro de tudo que o apóstolo escreve. Quer no Evangelho de João, com sua ênfase única na Palavra de vida em meio à controvérsia do cisma da Igreja, quer em Apocalipse, com suas visões do CRISTO exaltado (Ap 1.12-16) e de seu triunfo final, o principal objetivo do apóstolo é explicar a seus leitores quem JESUS é. Inevitavelmente, a tentativa de discutir a teologia dos escritos Joaninos dividindo-os entre as categorias tradicionais da teologia sistemática (por exemplo, antropologia, soteriologia, pneumatologia, escatologia) gera algumas distorções, pois João não organizou seu material de acordo com essas linhas. Ao contrário, ele tinha um ' foco central, JESUS CRISTO. Muito do que João escreveu a respeito de JESUS, em especial, no Evangelho e nas três epístolas, foi temperado por anos de reflexão e experiência cristã, mas CRISTO está sempre no centro.
    Todavia, isso não quer dizer que João não fala nada sobre antropologia, soteriologia, pneumatologia ou escatologia. Isso só quer dizer que tudo que ele diz sobre esses tópicos e outros está quase sempre relacionado à sua ênfase cristológica."
    (HARRIS W. H. In ZUCK, R. B. (Ed.) Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.187).

    APLICAÇÃO PESSOAL
    As expressões utilizadas por João no trato com as suas ovelhas - "Filhinhos" -, podem oferecer uma falsa impressão sobre esse homem, que foi considerado por Paulo como uma das colunas da Igreja (GI 2.9). É possível que alguém o ache fleumático "por natureza" e, assim, pense que era fácil ser "amoroso". Não obstante, não se pode perder de vista o fato indiscutível de que este mesmo homem, que é carinhosamente tratado pelos cristãos de "apóstolo do amor", já foi chamado pelo próprio Senhor JESUS CRISTO, juntamente com seu irmão Tiago, de "Filhos do Trovão" (Mc 3.17). No episódio narrado pelo evangelista Lucas, em que o Senhor e os seus discípulos estavam de viagem para Jerusalém, o caminho alternativo para encurtar a rota levava-os a passar justamente por Samaria (Lc 9.51-56). Devido à animosidade que havia entre os samaritanos e judeus, os discípulos que precederam o Senhor não foram recebidos. A reação dos "Filhos do Trovão" foi não somente intempestiva e arbitrária, como odiosa e vingativa: "Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?" (Lc 9.54). Esse comportamento não se parece em nada com o João amoroso das epístolas. Na realidade é a mesma pessoa, entretanto, há uma diferença: Aquele era o João carnal, querendo fazer justiça com as próprias mãos, e o das epístolas é o homem que nasceu de novo e foi transformado pelo Senhor JESUS CRISTO.



    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2 TRIMESTRE DE 2009

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 1 - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Toda escritura ___________________ inspirada é proveitosa para _________________, para redargüir, para corrigir, para ________________ em justiça" (2 Tm 3.16).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Esta carta, divinamente _____________________, é aplicável a todo _________________ que deseja ter sua ___________________ no centro da vontade de DEUS.

    INTRODUÇÃO
    3- Em que nos tornamos e passamos a usufruir quando aceitamos a CRISTO como nosso Salvador? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Nos tornamos filhos de DEUS e passamos a usufruir a vida abundante aqui na Terra para sempre.
    ( ) Nos tornamos herdeiros de DEUS e passamos a usufruir a vida eterna aqui na Terra para sempre.
    ( ) Nos tornamos filhos de DEUS e passamos a usufruir a vida eterna pela graça dEle.

    4- O que acontece com todo cristão, ao ler esta primeira carta de João? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Se sente amado por DEUS e seguro pela obra da eterna redenção consumada por JESUS CRISTO.
    ( ) Se sente culpado diante de DEUS e ansioso pela obra da eterna redenção consumada por JESUS.
    ( ) Se sente amado por DEUS e seguro pela obra da eterna redenção consumada por JESUS CRISTO.

    I. ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO
    5- O que mais difere essa primeira epístola escrita pelo apóstolo João, das cartas de Paulo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) São escritos identificados e para pessoas restritas.
    ( ) Não começa nem termina com saudações.
    ( ) Seu conteúdo é enriquecido pelas experiências espirituais do autor (1 Jo 1.1-4).
    ( ) É um dos livros da Bíblia mais instrutivos e edificantes para o cristão.

    6- Complete, segundo o livro 1 João
    Autor: _______________
    Data e Ocasião: _________________ d.C
    Tema: A Verdade _____________________ e a Conduta ____________________
    Propósito:
    Defender a cristologia (a fé em JESUS CRISTO tal como Ele é verdadeiro __________________ verdadeiro DEUS) da heresia ____________________ (cristologia deturpada que negava total ou parcialmente as naturezas de CRISTO) e, a _________________________ (a conduta própria do cristão) da anomia dos gnósticos (que afirmava ser impossível às ações humanas prejudicar o relacionamento com o divino).
    Estrutura
    I. Prefácio (1.1-4)
    II. A Vida na _________________ (1.5-2.29)
    III. Viver como filhos de DEUS. defendendo a ________________ cristã e as naturezas de CRISTO (3.1-5.13)
    IV. Conclusão: A ______________________ do Cristão (5.14-21)

    II- CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
    7- Quem foi João, o apóstolo? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Filho de Zebedeu.
    ( ) De família muito pobre e humilde.
    ( ) O mesmo que escreveu o Evangelho que leva o seu nome (Jo 20.20; 1 Jo 1.1; 5.7; Jo 1.1), as 3 epístolas que levam seu nome e o livro de Apocalipse.
    ( ) Dentre os discípulos de JESUS, foi o mais íntimo.
    ( ) Compartilhou dos momentos mais difíceis de JESUS.
    ( ) Foi o único dos discípulos que permaneceu, até ao fim, ao pé da cruz.
    ( ) Três dias após o sepultamento do Mestre ele foi ao sepulcro em busca do corpo do seu amigo JESUS, que já não estava lá.
    ( ) Considerado por Paulo como uma das colunas da igreja.
    ( ) Passou seus dias em Corinto e de lá escreveu esta carta.
    ( ) Muito criticado e sem respeito da igreja em seus últimos dias.

    8- Quais as características singulares do autor João? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) O ancião não consegue mais ser reconhecido pela igreja.
    ( ) João consegue demonstrar em suas cartas que foi transformado pelo amor de DEUS, o Pai Jo 3.16), e de seu Filho, JESUS CRISTO.
    ( ) O apóstolo reconhece no amor do Eterno pela humanidade a essência da vida cristã e do autêntico cristianismo.
    ( ) A verdade de DEUS deve ser dita sem rodeios, entretanto, é preciso fazê-lo com amor.
    ( ) Ele apresenta verdades incontestáveis e doutrinárias, mas sempre dosadas com amor.
    ( ) Motivado por este atributo de DEUS, João mostra o resultado dos que desobedecem às Santas Escrituras.
    ( ) Sempre concordou com todos os mestres de seus dias, sem discordar de seus pontos doutrinários.

    III- O PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO
    9- Quais os propósitos da primeira carta de João? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Apresentar o Senhor JESUS CRISTO como a manifestação do amor de DEUS.
    ( ) Fazer os irmãos saberem, com certeza, que os que crêem no nome do Filho de DEUS, têm a vida eterna.
    ( ) Levar consolação aos irmãos enganados pelos falsos mestres.
    ( ) João expôs a hipocrisia dos muitos enganadores que, através de falsas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro.
    ( ) João confirmou a fé dos autênticos crentes.

    10- Naqueles dias surgiram na grande cidade de Éfeso e região, área sobre a qual o apóstolo exercia seu ministério pastoral, muitos enganadores que, através de falsas doutrinas, intentavam induzir os crentes ao erro, razão pela qual João escreveu as três cartas (1 Jo 2.19,26; 3.2; 2 Jo v. 7). Como João os chamava? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Meninos.
    ( ) "Anticristos".
    ( ) Mentirosos.
    ( ) Filhinhos.
    ( ) Falsos profetas.

    11- Quais os erros concernentes a CRISTO, ensinados pelos falsos mestres, no tempo de João? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Afirmavam "ter" o Pai, mas negar o Filho (2.22-24).
    ( ) Ensinavam que JESUS era apenas um homem, filho natural de José e Maria.
    ( ) Pregavam que CRISTO morreu e foi sepultado, tendo ressuscitado ao terceiro dia.
    ( ) Não criam em CRISTO como o DEUS encarnado.

    12- Como o apóstolo João nos ensinou a identificar os "falsos espíritos" (1 Jo 4.3)? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) São aqueles que negam o fato da ressurreição de CRISTO como o DEUS poderoso, cujo sacrifício trouxe maldição ao pecador.
    ( ) São aqueles que professam o fato da encarnação de CRISTO como o DEUS encarnado, cujo sacrifício resgatou-nos da maldição do pecado.
    ( ) São aqueles que negam o fato da encarnação de CRISTO como o DEUS encarnado, cujo sacrifício resgatou-nos da maldição do pecado.

    13- Como era o auto-engano moral, ensinado pelos falsos mestres, na época de João? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Ensinavam que o corpo é apenas o invólucro do espírito.
    ( ) Ensinavam que o comportamento do corpo não compromete o aspecto espiritual da pessoa.
    ( ) Ensinavam que o jejum faz bem ao corpo, a alma e ao espírito.
    ( ) Ensinavam que nada do que a pessoa faz através do corpo pode prejudicar o espírito.

    14- Para o apóstolo João, que previne os cristãos contra este erro, de quem é aquele que comete pecado? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) É do Diabo, porque o Adversário peca desde o princípio.
    ( ) É de DEUS, porque o perdoa mesmo assim.
    ( ) É dono de si mesmo.

    15- Para que se manifestou o Filho de DEUS? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Para visitar suas criaturas.
    ( ) Para combater o Diabo.
    ( ) Para desfazer as obras do Diabo.

    16- O que é o corpo para DEUS? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) É o invólucro da alma e do espírito.
    ( ) O corpo é o templo do ESPÍRITO (1 Co 6.19; cf. 1 Jo 3.16).
    ( ) Seremos julgados por tudo o que fizermos por meio do corpo, bem ou mal (2 Co 5.10).
    ( ) A Bíblia adverte ainda que, para a vinda do Senhor, devemos manter irrepreensíveis espírito, alma e corpo (l Ts 5.23).

    17- Qual o remédio para o pecado? Complete:
    "Meus filhinhos estas coisas vos escrevo, para que não ____________________: e se alguém pecar, temos um ____________________ para com o Pai, JESUS CRISTO, o ___________________________" (1 Jo 2.1).

    18- Como se dá a auto-exaltação espiritual nos dias de hoje? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Esses heréticos a que se refere João se apresentam como os homens mais entendidos nos mistérios de DEUS e tentavam desviar os irmãos das verdades divinas, com falsas revelações extraordinárias e antibíblicas.
    ( ) São homens que escrevem livros sobre a Bíblia, inspirados por DEUS.
    ( ) O espírito maligno do engano continua agindo através dos que se auto-intitulam concessionários de novas verdades doutrinárias, como se a Bíblia não contivesse tudo que o homem necessita para obter a sua salvação e viver uma vida plena em CRISTO JESUS.
    ( ) Nestes seus últimos dias na terra, a Igreja deve estar atenta a esta investida satânica de falsas doutrinas.

    19- Como deve andar a Igreja para não cair no engodo das falsas doutrinas ensinadas , hoje, pelos falsos mestres? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Deve andar embasada somente na verdade que é a Palavra de DEUS - em homens de fama mundial.
    ( ) Deve andar embasada somente na verdade que é a Palavra de DEUS - nos livros de líderes consagrados pela mídia.
    ( ) Deve andar embasada somente na verdade que é a Palavra de DEUS - as Sagradas Escrituras.

    CONCLUSÃO
    20- Complete:
    A visão panorâmica da presente lição realça a importância desta carta do apóstolo João que, como toda a Bíblia, é sempre atual.
    Ela vem ao encontro das necessidades da __________________ de todas as épocas, principalmente a do presente momento, que vem sendo atacada pela oferta de coisas ____________________, cujos valores são ilusórios e passageiros se comparados às riquezas espirituais e ______________________ que já temos recebido de DEUS por meio de seu Filho. Cada cristão deve, além de estar em contato permanente com a Palavra de DEUS - condição básica para manter-se fiel até a volta de CRISTO - permanecer na luz e cultivar o seu _____________________________ pelos irmãos.

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO NOS VÍDEOS:
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    AJUDA
    CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. http://universobiblico.com.br/assembleia/estud... (VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE)
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  • ESTUDOS DA LICÃO 13 - AMOR A VIRTUDE SUPREMA

    LIÇÃO 13 - AMOR, A VIRTUDE SUPREMA
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 2º TRIMESTRE DE 2009
    1Coríntios - Os Problemas da Igreja e Suas Soluções
    Comentários do Pr. Antônio Gilberto
    Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



    TEXTO ÁUREO
    "E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de DEUS está derramado em nosso coração pelo ESPÍRITO SANTO que nos foi dado" (Rm 5.5).



    VERDADE PRÁTICA
    O amor de DEUS em nós não é um dom, mas o fruto do ESPÍRITO expresso na vida do verdadeiro cristão.



    LEITURA DIÁRIA
    Segunda Dt 6.5 Amor total a DEUS
    Terça Dt 10.19 Amor aos estrangeiros
    Quarta Mt 5.44 Amor aos inimigos
    Quinta Rm 12.10 Amor aos santos
    Sexta Ef 5.25 Amor à família
    Sábado 1 Ts 5.12,13 Amor aos obreiros do Senhor

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Coríntios 13.1-8,13.
    1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda; que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. 4 A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece, 5 não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6 não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 A caridade nunca falha; mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

    13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade.

    Palavra Chave: Amor - É a revelação da natureza e do poder de DEUS em nossas vidas.

    Oração
    Meu DEUS, meu PAI, me ensina a amar como o Senhor ama (Mesmo sabendo que não conseguirei, lhe peço assim mesmo).
    Meu DEUS, meu PAI, ajuda-me a amar meu semelhante como a mim mesmo (Mesmo sabendo que não conseguirei, lhe peço assim mesmo).
    Meu DEUS, meu PAI, me ensina e me ajude a pelo menos me esforçar por amar como o Senhor ama.

    Como nunca atingiremos o perfeito amor, como é o desejo de DEUS para nós, então o que é perfeito só será visto, sentido e vivido no céu após o arrebatamento. Isso não quer dizer que não vamos continuar tentando crescer no amor de DEUS tanto para com ELE mesmo, como para com nossos irmãos e outras pessoas também, enquanto por aqui estivermos.
    Aqui os dons são importantes demonstrações do poder e cuidado de DEUS para com a humanidade e não devem ser desprezados, são armas de conversão e de edificação, portanto, indispensáveis enquanto aqui vivermos, mas, no céu não teremos mais necessidade dos dons, lá só o amor prevalecerá.

    O único ser humano que conseguiu amar como DEUS foi JESUS, que nasceu sem a semente do pecado, venceu o pecado em todas as suas formas e ELE mesmo É DEUS.

    Jo 21.17- Disse-lhe terceira vez: “Simão, filho de Jonas, amas-me?” Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: “Amas-me”? E disse-lhe: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. JESUS Disse-lhe: “apascenta as minhas ovelhas”.
    Pedro traiu a JESUS por três vezes (Jo.:18.17-27) e depois se auto excluiu da Comunhão do Senhor, Voltando ao ofício antigo (Lc 5.4; Jo 21.3), mas o mestre o havia chamado para ser pescador de homens (Lc 5.10).
    Para restaurá-lo o senhor não usou de acusações ou repreensões e nem lhe perguntou se estava arrependido e também não pediu-lhe que não mais o negasse, buscou em Pedro o que ele tinha de mais precioso, a sinceridade e honestidade procurando infundir-lhe o verdadeiro amor (1 Co 13); na verdade o que mais interessa para JESUS é nosso coração (Mt 22.36-40; Sl 119.11; Sl 147.3; Pv 23.26). Existe, no diálogo entre JESUS e Pedro, dois tipos de amor: o amor AGAPEO (amor profundo e não interesseiro, amor de DEUS) e o amor PHILEO (amor com denotação de gostar, amor entre pais e filhos); portanto vamos reproduzir o diálogo de maneira mais clara:
    “Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes”? Ele respondeu: “Sim, senhor, tu sabes eu gosto de ti”. Ele disse: “Apascenta os meus cordeiros”. A segunda vez perguntou-lhe JESUS: “Simão, filho de Jonas, amas-me?” Ele respondeu: “Sim, senhor tu sabes que gosto de ti”. Ele disse: “pastoreia as minhas ovelhas”.Terceira vez perguntou-lhe JESUS: “Simão, filho de Jonas, gostas de mim”? Pedro entristeceu-se, por JESUS lhe ter perguntado pela terceira vez: “Gostas de mim?” E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que gosto de ti”. Disse-lhe JESUS: Apascenta as minhas ovelhas”.
    JESUS pergunta se Pedro o ama com amor profundo por duas vezes e ele responde que ainda não está pronto, pois o seu amor ainda é muito pequeno; a terceira pergunta vem como uma chicotada pois JESUS lhe pergunta, com suas próprias palavras se ele o ama mesmo com esse amor pequeno, mas sincero e Pedro agora é restaurado porque depois de negar ao seu mestre por três vezes, agora o confessa por três vezes. (1Pe 5.2-4). Esse é o DEUS de misericórdia, amor e perdão, que nos aceita mesmo com esse amor fraco e muito aquém do que deseja.

    Jo 3.16- “Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

    O amor de DEUS é declarado aqui como algo incomensurável e tão grandioso que o autor, João não conseguiu encontrar em seu vocabulário uma expressão que o revelasse, deixando essa revelação para o ESPÍRITO de DEUS que testifica com nosso espírito que somos filhos de DEUS. Seu amor é tão grande, que ELE nos deu seu filho unigênito JESUS CRISTO, para morrer por nós na cruz, afim de nos salvar.
    - O maior ser que existe (DEUS, o criador de todas as coisas).
    - O maior sentimento que existe (amor, DEUS sente por nós).
    - A maior quantidade de pessoas que existe (o mundo).
    - O maior cemitério que existe (a alma que pecar esta morrerá).
    - A maior dádiva que alguém pode oferecer (o filho unigênito).
    - O maior motivo de todos (a salvação, o perdão, a reconciliação).
    - O maior sacrifício de todos (morte na cruz, ELE fez).
    - A maior tragédia que existe (morte física, da alma e espiritual).
    - A maior fé que existe (é dom de DEUS).
    - A maior confissão que existe (Rm 10.9, Mt 10.32, você precisa fazer).
    - A maior e melhor vida que existe (A vida eterna, você a terá se confessar a JESUS como senhor e salvador, Jo 5.24).



    O Fruto Do ESPÍRITO - Amor: o Fruto Excelente

    "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade é de DEUS; e qualquer que ama é nascido de DEUS e conhece a DEUS." (1Jo 4.7)

    O amor é a essência de todas as virtudes morais de CRISTO originadas pelo ESPÍRITO SANTO, e implantadas no crente

    Cl 3.14 O Amor é o vínculo da perfeição
    1 Pedro 4.8 Mas, sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobrirá a multidão de pecados,
    João 13.34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
    Romanos 13.8 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.

    1Jo 4.7 O Amor confirma a filiação divina
    4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de DEUS (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque DEUS nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, DEUS continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12).

    1Co 13.13 O Amor é a essência das virtudes cristãs
    13.13 A MAIOR... É A CARIDADE. Este capítulo deixa claro que um caráter semelhante ao de CRISTO, DEUS o enaltece acima do ministério, da fé ou da posse dos dons espirituais. (1) DEUS valoriza e destaca o caráter que age com amor, paciência (v. 4), benignidade (v. 4), altruísmo (v. 5), aversão ao mal e amor à verdade (v.6), honestidade (v.6), e perseverança na retidão (v. 7), muito mais do que a fé que move montanhas ou realiza grandes feitos na igreja (vv. 1,2,8,13). (2) Os maiores no reino de DEUS serão aqueles que aqui se distinguem em piedade interior e no amor a DEUS, e não aqueles que se notabilizam pelas realizações exteriores (ver Lc 22.24-30). O amor de DEUS derramado dentro do coração do crente pelo ESPÍRITO SANTO, é sempre maior do que a fé, a esperança, ou qualquer outra coisa (Rm 5.5).

    Rm 12.9 O Amor combate a hipocrisia
    Hb 1.9 AMASTE A JUSTIÇA E ABORRECESTE A INIQÜIDADE. Não basta o crente amar a justiça; ele deve, também, aborrecer o mal. Vemos esse fato claramente na devoção de CRISTO à justiça (Is 11.5) e, na sua aversão à iniqüidade; na sua vida, no seu ministério e na sua morte (ver Jo 3.19; 11.33). (1) A fidelidade de CRISTO ao seu Pai, enquanto Ele estava na terra, conforme Ele demonstrou pelo seu amor à justiça e sua aversão à iniqüidade, é a base para DEUS ungir o seu Filho (v. 9). Da mesma maneira, a unção do cristão virá somente à medida que ele se identificar com a atitude do seu Mestre para com a justiça e a iniqüidade (Sl 45.7). (2) O amor do crente à justiça e seu ódio ao mal crescerá por dois meios: (a) crescimento em sincero amor e compaixão por aqueles, cujas vidas estão sendo destruídas pelo pecado, e (:) por uma sempre crescente união com o nosso DEUS e Salvador, do qual está dito: "O temor do SENHOR é aborrecer o mal?? (ver Pv 8.13; Sl 94.16; 97.10; Am 5.15; Rm 12.9; 1 Jo 2.15; Ap 2.6).

    Rm 5.5 O Amor é resultado da ação do ESPÍRITO SANTO no crente
    5.5 O AMOR DE DEUS... EM NOSSO CORAÇÃO. Os cristãos experimentam o amor de DEUS nos seus corações, pelo ESPÍRITO SANTO; especialmente em tempos de aflição. O verbo "derramar" está no tempo pretérito perfeito contínuo, significando que o ESPÍRITO continua a fazer o amor transbordar em nossos corações. É essa experiência sempre presente do amor de DEUS, que nos sustenta na tribulação (v. 3) e nos assegura que nossa esperança da glória futura não é ilusória (vv. 4,5). A volta de CRISTO para nos buscar é certa (cf. 8.17; Jo 14.3)

    1Jo 4.16 DEUS é a fonte e a causa do Amor
    1 João 4.8 Aquele que não ama não conhece a DEUS, porque DEUS é caridade.
    12 Ninguém jamais viu a DEUS; se nós amamos uns aos outros, DEUS está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade.
    1 João 3.24 E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós: pelo ESPÍRITO que nos tem dado.

    Exercício:
    Estabelecer a diferença entre o amor Ágape, Philia e Eros.
    Distinguir as três dimensões do Amor.
    Refletir sobre seu relacionamento com DEUS, com o próximo e consigo mesmo.

    João 13.34-35 = 34"Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. 35 Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros".
    13.34 AMEIS UNS AOS OUTROS. O cristão é exortado a amar de um modo especial a todos os outros cristãos verdadeiros, quer sejam membros da sua igreja e da sua persuasão teológica, quer não. (1) Isso significa que o crente deve saber distinguir os cristãos verdadeiros daqueles cuja confissão de fé é falsa, observando a sua obediência a JESUS CRISTO e sua lealdade às Sagradas Escrituras (5.24; 8.31; 10.27; Mt 7.21; Gl 1.9). (2) Isso significa que quem possui uma fé viva em JESUS CRISTO e é leal à Palavra inspirada e inerrante de DEUS, conforme tal pessoa a compreende, e que resiste ao espírito modernista e mundano predominante em nossos tempos, é meu irmão em CRISTO e merece meu amor, consideração e apoio especiais. (3) Amar a todos os cristãos verdadeiros, inclusive os que não pertencem à minha igreja, não significa transigir ou acomodar minhas crenças bíblicas específicas nos casos de diferenças doutrinárias. Também não significa querer promover união denominacional. (4) O cristão nunca deverá transigir quanto à santidade de DEUS. É essencial que o amor a DEUS e à sua vontade, conforme revelados na sua Palavra, controlem e orientem nosso amor ao próximo. O amor a DEUS deve sempre ocupar o primeiro lugar em nossa vida (ver Mt 22.37,39).
    13.35 CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. ágape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de CRISTO (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7).

    Lucas 6.27-35 = 27 "Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, 28 abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. 29 Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. 30 Dê a todo aquele que lhe pedir, e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. 31 Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles. 32 "Que mérito vocês terão, se amarem aos que os amam? Até os 'pecadores' amam aos que os amam. 33 E que mérito terão, se fizerem o bem àqueles que são bons para com vocês? Até os 'pecadores' agem assim. 34 E que mérito terão, se emprestarem a pessoas de quem esperam devolução? Até os 'pecadores' emprestam a 'pecadores', esperando receber devolução integral. 35 Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. Então, a recompensa que terão será grande e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus.
    6.27 AMAI A VOSSOS INIMIGOS. Nos versículos 27-42, JESUS nos ensina como devemos conviver com outras pessoas. Como membros da nova aliança, temos a obrigação de cumprir as exigências que Ele expõe aqui. (1) Amar os nossos inimigos não significa um amor emotivo, i.e., de ter afeto por eles, mas, sim, uma genuína solicitude pelo seu bem e pela sua salvação eterna. Uma vez que sabemos da terrível ruína que aguarda os que são hostis a DEUS e ao seu povo, devemos orar por eles e procurar pagar-lhes o mal com o bem, levá-los a CRISTO e à fé do evangelho (ver Pv 20.22; 24.29; Mt 5.39-45; Rm 12.17; 1 Ts 5.15; 1 Pe 3.9). (2) Amar nossos inimigos não quer dizer ficarmos indiferentes enquanto os malfeitores continuam nas suas atividades iníquas. Quando necessário for, pela honra de DEUS, pelo bem ou segurança do próximo, ou proveito maior dos pecadores, deve-se tomar providências rigorosas para deter a iniqüidade (ver Mc 11.15; Jo 2.13-17).

    DINÂMICA: Eu utilizo uma rosa fechada, quase botão. Chamo a rosa de Fruto do ESPÍRITO-AMOR. Depois vou abrindo cada pétala que sai do amor de DEUS, e vou nomeando cada pétala, como qualidades ou resultados deste amor.
    ***Para ensinar sobre o Fruto do ESPÍRITO utilizo uma laranja com nove gomos, se não achar com nove abro-a em gomos e depois de contar nove gomos retiro os gomos que estão sobrando e dou para algum aluno chupar. Chamo a laranja de Fruto do ESPÍRITO e os gomos de qualidades do Fruto. Depois digo aos alunos que se cada um aproveitar de cada gomo como o aluno chupou aquele gomo que você lhe deu, será perfeito discípulo de CRISTO. Se o aluno não chupar de algum gomo ficará com deficiência em seu caráter cristão, se chupar um mais do que o outro também ficará com deficiência , o importante é que durante nossa peregrinação por aqui (na Terra), estejamos todo o tempo, chupando a laranja o mais possível, afinal, vitamina "C" é ótimo!!!!!! "C" de Caráter e "C" de CRISTO. Aproveitemos todos os gomos o máximo que pudermos!!!!

    Quatro termos que estruturam os quatro tipos de Amor:



    GREGO DESCRIÇÃO CONTEXTO FONTE

    Ágape Amor abnegado Divino DEUS
    Philia Amor Fraterno Amizade Homem
    Eros Amor Físico Erótico Sentidos
    Storge Amor Familiar Familiar Família

    PARTE I - Os Três Tipos De Amor: (incluindo o quarto, O Storge)
    Amor:- A palavra 'amor' neste trecho das Escrituras é a tradução da palavra grega 'agape'. Este é amor que flui diretamente de DEUS. 'O amor de DEUS está derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO que nos foi dado'(Rm 5.5). É um amor de tamanha profundidade que levou DEUS a dar seu único Filho como sacrifício pelos nossos pecados (Jo 3.16). É o amor de JESUS por nós: 'conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a nossa pelos irmãos (leia Jo 3.16; 15.2-13). É muito fácil amar os seus entes queridos, como os pais, filhos esposos, parentes, amigos, esposas, etc. Mas, somente pelo ESPÍRITO SANTO, você é capaz de dedicar o amor aos seus inimigos, de tal forma que lhes deseje o bem e perdoe as suas ofensas, de todo o coração, para jamais se lembrar delas.

    1- O Amor Divino:
    O amor é a essência da natureza de DEUS.
    DEUS age sempre , em tudo, com Amor e conosco não é diferente, DEUS nos ama de uma tal forma que foi capaz de nos dar o que ELE tinha de maior valor para que reconhecêssemos esse imenso amor, seu único amado Filho, JESUS CRISTO.
    Ágape Ou Agapê (Amor De DEUS, O Importante E Necessário, O Principal)
    DEUS ME AMA, e a prova que ele deu deste amor, foi enviando o seu Filho para morrer por mim quando eu era ainda seu inimigo (Rm. 5.8-10). Estava morto espiritualmente, mas Ele bondosamente me deu vida. Achava-me perdido, sem a menor chance de escapar da condenação eterna, porém, Ele graciosamente me salvou. JESUS veio para me dar vida, e vida com abundância
    Este é o Amor ágape cristão, sentimento que nos liga mesmo aos que nos são indiferentes, mesmo aos nossos inimigos, e tem como horizonte virtual a humanidade inteira.

    2- O Amor Fraterno:
    Phileo (Fraternal, De Irmãos, Necessário Mas Não O Principal)
    “Aquele que ama a DEUS (ou que julga amá-lo), ame também seu irmão” (4:21).
    Mas, seria o amor um atributo exclusivo daqueles que são da luz e da justiça? Uma análise sincera do texto somada a outras passagens parece indicar-nos que “não”. Enquanto sentimento inerente ao ser humano, o amor pode pertencer a todos os homens, quer sejam aliados do CRISTO ou do Anticristo. Notemos que a teologia joanina possibilita a este amor-sentimento objetos que não coadunam com a permanência em DEUS: pode-se amar ao mundo (2:15), as trevas (João 3:19) ou até mesmo as glórias mundanas (João 12:43). E confiando na historicidade do relato de Mateus 5:47, podemos imaginar João entre aqueles que ouviram JESUS dizer: “Se amais apenas os que vos amam, que fazeis de extraordinário? Não fazem os pagãos a mesma coisa?”. Em outras palavras, até mesmo os falsos profetas e os anticristos poderiam amar aos seus irmãos ou adeptos. A busca joanina pela diferença básica entre os de DEUS e os do mundo não se vê, pois, satisfeita num único discurso sobre o “amar ao irmão”. Não que ele abandone o tema ou passe a considerá-lo de somenos importância, mas que desligado dos outros temas da justiça e da fé ele se torna incompleto. Embora nem todos os que amam procedam da luz, todos os que procedem da luz necessariamente amam. E não somente isto, mas praticam a justiça e mantêm a fé.
    O amor ao próximo se demonstra com ações.
    De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações? Será que estamos encaminhando aos serviços sociais todos aqueles que vêem a nós em busca do amor de DEUS? Como DEUS poderia operar os dons do ESPÍRITO SANTO para ajudar às pessoas se todas as oportunidades que temos de servir a DEUS, enviamos a outrem o necessitado e o aflito?
    Is 56.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham.

    3- O Amor Físico
    Eros (Atração Física, Necessário Mas Não O Principal)
    As múltiplas faces de Eros
    A concepção do erótico abrange um espectro extremamente amplo de experiências, práticas culturais e relações. Embora não se identifique com os impulsos sexuais e libidinais, eros os contém indiscutivelmente.
    O amor humano para com DEUS é da natureza de eros, pois inclui 'elevação do inferior para o superior, dos bens inferiores para o summum bonum'. Além disso, o amor governa o ciclo de separação e reunião que estrutura todas as dimensões da realidade humana e cósmica. Nesse ciclo, sempre está presente uma dimensão de eros. Eros não é apenas a energia que impulsiona todas as realizações culturais e todas as formas de experiência mística, mas é simplesmente a força que anima cada movimento no mundo. Está presente nos 'poderes originários da existência', nas forças elementares da origem que são o sangue, o solo, o grupo social, energias que estão na base da sexualidade, da economia, da política e da religião e não podem ser controladas pela racionalidade analítica. Eros aparece assim como essencialmente ambíguo e demônico, criador e destruidor ao mesmo tempo.

    4- O Amor Familiar
    Storge (Afetivo, Amor Romântico, Necessário Mas Não O Principal)
    A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento. A relação familiar é algo extremamente complexa e dinâmica. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo. Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de DEUS torna-se possível. Porque família é projeto de DEUS em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, é preciso implicação de cada membro familiar.

    PARTE II - Amor a DEUS - A Dimensão Vertical
    1- Amar a DEUS acima de tudo
    EU AMO A DEUS, devo toda a minha vida a Ele, e a Ele entrego-me com alegria para o seu serviço. Dedicar-me-ei a este curso, participando com empenho e com prazer, esforçando-me para aprender, de maneira que eu possa crescer espiritualmente, fortalecendo-me na graça e no conhecimento do meu Senhor, JESUS CRISTO.

    2- O Exemplo de JESUS
    À esta altura percebemos que o “amor ao próximo”, conforme apresentado na primeira epístola de João, embora não negue um peculiar caráter “opcional”, ultrapassa a dimensão da escolha racional para tornar-se, principalmente, um resultado da graça divina. Sua fonte transfere-se da alma (antropologia hebraica) para o ser de DEUS. A adesão (sent. próprio do hebraico 'ahabh), segundo esta teologia joanina, não é uma mera filiação partidária ou paixão por uma causa (coisa que os “do mundo” também podem ter); ela é, antes, uma aliança ou pacto com o próprio DEUS. É aderir não a algo, mas a alguém. A partir deste ponto, podemos interpretar João com os olhos de Agostinho que entendia o Ágape joanino como sendo uma pessoa. Aliás, note-se que, desde o evangelho e o Apocalipse, é comum para João personificar em DEUS, os títulos que lhe atribuímos. E assim como o Logos e a Luz procederam do Pai, encarnando-se na figura histórica de JESUS CRISTO, do mesmo modo o Amor manifestado entre os homens (4:9) é outra “figuração personificada” para falar do mistério da encarnação. Portanto, o dizer que o Amor procede de DEUS (h agaph ek tou qeou estin[ 4:7]) é uma explícita referência à procedência de CRISTO do Pai (para tou Patera [João 6:46; 7:29; 8:14; 8:42; 11:27, 16:28]) e quando se diz “DEUS é amor”(o Qeos agaph estin) paralelamente se deve lembrar do dito “e o Verbo era DEUS” (kai Qeos hn o logos).
    O amor/ágape é, enfim, o Filho de DEUS vindo ao mundo e o “permanecer” neste amor equivale a “andar como ele andou” (amando ao próximo, cumprindo a justiça, obedecendo à lei) e confessar o que ele é de fato (1:6 e 4:2). Fazendo isto, trazemos para o presente uma encarnação salvadora fazendo com que ela deixe de ser mero evento de um longínquo passado com o qual não temos relação.

    3- O Teste do Amor ágape
    Como sabermos se amamos com o amor de DEUS?
    Se somos capazes de amar como DEUS ama, então sentimos este amor fluir de cada um de nós.
    Jo 3.16 "Porque DEUS tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
    Somos capazes de amar a ponto de darmos tudo o que temos de mais precioso, por amor aos outros?
    Rm 5.8 Mas DEUS demonstra seu amor por nós: CRISTO morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.
    Veja que DEUS não nos amou porque éramos bons; somos capazes de amar aos pecadores e por eles darmos nossas vidas?
    Mt 5.44 Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,
    Somos capazes de amar nossos inimigos e orar por eles?
    Jo 13.35 A marca distintiva do crente
    35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.
    CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. agape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de CRISTO (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7).

    PARTE III - Amor Ao Próximo - A Dimensão Horizontal
    A questão do relacionamento humano, se torna ajustada, encaminhada e equilibrada quando há o diferencial DEUS, que nos tornou, pela salvação em CRISTO JESUS, seus filhos, e criou a família de fé na qual somos irmãos que devem aprender a se amar. Afinal, "Aquele que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos" e, "Nisto são manifestos os filhos de DEUS, e os filhos do diabo: quem não pratica a justiça não é de DEUS, nem aquele que não ama a seu irmão" (1Jo 2.11; 3.10).Entendamos: para o Antigo Testamento, para a cultura hebréia, o próximo, o semelhante era o igual. Os termos de Levítico 19.18 deixam claro esse fato: "Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor" (cf. Pv 3.28; Jr 22.13). Amar o próximo tinha como contrapartida odiar o inimigo. Assim o refletem Êxodo 15.6 e Levítico 26.8: "A tua destra, ó Senhor, é gloriosa em poder; a tua destra, ó Senhor, despedaça o inimigo"; "Cinco de vós perseguirão a cem, e cem de vós perseguirão a dez mil, e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós". JESUS e os apóstolos, porém, estendem o significado: "Amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios", disse um escriba ao Mestre, que aprovou a sua exclamação (cf. Mc 12.33). "Cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação", enunciou Paulo (Rm 15.2), precisamente na linha de João que deixou a exortação, "Aquele que não ama a seu irmão a quem viu, como pode amar a DEUS a quem não viu?" (1Jo 4.20:).
    4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de DEUS (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque DEUS nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, DEUS continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12).

    PARTE IV - Amor A Si Mesmo - A Dimensão Interior
    1- O Amor a si mesmo reflete o amor de DEUS por nós
    É importante ser ensinável, se submeter à sã doutrina. Mas há algumas coisas que nenhum ser humano pode ensinar. Há algumas crises que só o ESPÍRITO SANTO pode levar à uma saída. Às vezes inexistem respostas em lugar algum da mente humana, e então o ESPÍRITO SANTO precisa nos ensinar como sair da crise! Necessitamos voltar-nos para o nosso interior, e bloquear todas as vozes e as falas exteriores. Eis a prova:
    · “...a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine...” (I João 2:27).
    · “...a loucura de DEUS é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de DEUS é mais forte do que os homens” (I Coríntios 1:25).
    As coisas que DEUS deseja fazer por nós ainda nem sequer chegaram à mente dos conselheiros sábios do mundo.
    · “...nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que DEUS tem preparado para aqueles que o amam” (I Coríntios 2:9).
    Elas são reveladas pelo ESPÍRITO em nós!
    · “...DEUS no-lo revelou pelo ESPÍRITO...”
    Se aquilo que DEUS preparou para nós ainda “nem penetrou na mente humana”, como alguém poderá me dizer algo que não sabe?
    · “Porque qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as cousas de DEUS, ninguém as conhece, senão o ESPÍRITO de DEUS” (I Coríntios 2:11).
    Não estou contra o cristão buscar bom aconselhamento. Não estou contra a psicologia cristã. Mas nenhuma delas vale sequer mencionar, a menos que leve a pessoa à esta verdade absoluta: nenhum outro ser humano pode ser a sua fonte de felicidade e paz!
    Os que se apóiam nos braços da carne cavam poços que não agüentam um teste. Estão sempre precisando de alguém para lhes derramar um conselho, mas não o retém. São cisternas rotas.
    · “Não sabeis que sois santuário de DEUS e que o ESPÍRITO de DEUS habita em vós?” (I Coríntios 3:16).
    · “Mas o fruto do ESPÍRITO é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio...” (Gal. 5:22).
    · “é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que ele existe (em nós) e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).
    · “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o SANTO ESPÍRITO da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, até o resgate da sua propriedade...” (Efésios 1:13,14).
    Você está pronto para receber essa verdade e agir baseado nela? O que foi que acabamos de ler? Ele está em você: para consolar, para guiar à toda a verdade; para lhe mostrar as coisas que virão; para lhe vivificar; para lhe ajudar em suas enfermidades; para lhe ajudar a entender todas as coisas que DEUS graciosamente lhe concedeu; para lhe trazer alegria, amor, paz, paciência, bondade, domínio próprio; para lhe dar tudo que foi prometido a um filho de DEUS; para lhe recompensar por sua diligência; para lhe assegurar liberdade; para lhe prover acesso ao Pai; para lhe levar a um lugar de repouso suave e de verdade.

    2- O Pecado impede que a pessoa ame a si mesma
    O pecado faz divisão entre nós e DEUS, causa o efeito "Falta de confiança para falar com DEUS ou ouvir DEUS falando conosco". A fé fraqueja no momento mais difícil e de precisão da alma que anseia pela comunhão, mas sucumbe na dúvida.

    3- Relação entre as três dimensões do amor ágape
    Há uma distinção entre ágape e as outras qualidades do amor, sempre integradas uma à outra e presentes em toda experiência do amor. Pelo seu caráter transcendente, ágape não pode ser experimentada como força vital, senão através das outras e especialmente do eros. Contudo, em todas as decisões morais, ágape deve ser o elemento determinante, pois é ligado à justiça e transcende a finitude do amor humano. Sozinha, ágape se tornaria moralista e legalista. Mas sem ágape, o amor perderia a sua seriedade. Contudo, não vimos uma ordem hierárquica entre as qualidades do amor, a não ser em relação à ágape.
    O fruto do ESPÍRITO é como uma linda flor que se abre com uma chave chamada AMOR; é só a partir do Amor que conhecemos as outras qualidades do fruto do ESPÍRITO em nós implantado, no instante em que aceitamos a CRISTO como nosso Senhor e Salvador.

    PARTE V - CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS NO CRENTE
    1. É sofredor.
    2. É benigno.
    3. Não é invejoso.
    4. Não é leviano.
    5. Não é soberbo.
    6. Não é indecente.
    7. Não é interesseiro.
    8. Não se irrita.
    9. Não suspeita mal.
    10. Não se regozija com a injustiça.
    11. Regozija-se com a verdade.
    12. Tudo sofre, crê, espera, suporta.
    Para conhecer o amor de Deus, primeiramente necessitamos saber como é o amor do homem.
    Segundo a Bíblia o amor do homem é frio (Mt 24:12), carnal (Gn 6:1-2), dobre, ou seja, passageiro (Os 6:4), deturpado pelos mundados e adúlteros (Pv 7:18) e busca seus interesses (Sl 116:1).
    O amor de Deus é muito diferente do amor do homem, veja:

    Como é o amor de Deus?
    Incondicional: Jo 13:1;
    Inseparável: nada pode nos separar dele. Rm 8:35-39;
    Inexprimível: palavras não podem expressá-lo. Ef 3:19;
    Extremamente grandioso: Jo 3:16;
    Cobre a multidão de pecados: I Pe 4:8;
    Renova o amor dos cristãos: Sf 3:17;
    Faz com que o cristão obedeça a Deus através do constrangimento: II Co 5:14;
    Traz consolo a vida do crente: II Ts 2:16;
    Disciplinador: nos corrige como um pai ao filho. Hb 12:6;
    Repleto de bênçãos: II Tm 4:8;
    Manifestação do amor de Deus
    O Espírito Santo: Rm 5:5;
    Através de sua misericórdia: Ef 2:4-7;
    A nossa obediência traz a manifestação do amor de Deus: I Jo 2:5; Jo 14:21.
    Provas do amor de Deus
    A morte de Jesus Cristo pela humanidade pecadora: Rm 5:8; Jo 3:16; I JO 3:16; Jo 15:13-14;
    Libertação do jugo deste mundo: Dt 7:8;
    Vida no Espírito Santo: Ef 2:4-5.
    Características do verdadeiro amor
    Não pratica o mal, é santo: Rm 13:10;
    Edifica uma vida: I Co 8:1b;
    Suporta tudo: II Co 2:4; Ef 4:2b;
    É o fim da fé - a fé opera por ele: Gl 5:6;
    É perfeito, resplandece a glória de Deus: Cl 3:14;
    Não tem medo: I Jo 4:18;
    Se gasta pelo próximo: II Co 12:15;
    Traz obras: I Jo 3:18;
    Imparcial: Dt 10:19;
    É sincero e verdadeiro: Rm 12:9;
    Forte como a morte: Ct 8:6-7.
    Deus, pelo seu grande amor que nos amou espera que venhamos a correspondê-lo. O amor só pode ser correspondido por obras, veja o que Deus espera que você faça para manifestar o seu amor a ele.

    Atitudes que Deus espera do que o ama
    Permaneça no seu amor: Jo 15:9;
    Obedeça a Deus: Dt 10:12; Jo 14:15;
    Guarde o amor: Os 12:6;
    Andar no exemplo do amor abnegado (desvinculado) de Cristo: Ef 5:1-2;
    Que o cristão siga o amor e ande nele: I Co 14:1; Ef 5:2;
    Seja constante no amor: Hb 13:1;
    Sirva o próximo por amor: Gl 5:13;
    Que todas suas obras sejam feitas com amor: I Co 16:14;
    Deteste o mal: Sl 97:10;
    Rejeite a Satanás e seus caminhos: Mt 6:24;
    Estimule os outros a amar: Hb 10:24;
    Que manifeste seu amor: Pv 27:5,
    Que declare seu amor a ele: Sl 18:1
    Perca sua vida por amor de Cristo: Mt 12:24-26; Gl 2:20;
    Ordens de Deus sobre o amor
    Amar o próximo ardentemente de coração: I Pe 1:22; Jo 15:17;
    Amá-lo com tudo que possuímos: Dt 6:5;
    Amar os ímpios: Dt 10:19; Mt 5:44.
    Deus, como bom galardoador que é, não deixará nem um de seus filhos sem a devida correspondência, assim como ao pecador é dada uma punição, ao obediente é dado um galardão. Veja o que a Bíblia Sagrada promete para aqueles que amam o seu próximo.

    Bênçãos prometidas para quem ama
    Cristo, através do Espírito Santo, habita ricamente nesta vida: Ef 3:17; Jo 14:26; Jo 16:27;
    Traz crescimento espiritual em Cristo Jesus: Ef 4:15; Ef 6:24;
    Permanece ligado a Cristo: I Jo 4:16;
    Traz a guarda do Senhor sobre nós: Sl 145:20;
    Repreensão por amor: Pv 3:12;
    Perdão de pecados: Is 38:17;
    Traz o amor de Deus sobre nós: Jo 16:27;
    Todas as coisas que acontecerem na vida do crente serão usadas para o seu bem: Rm 8:28;
    Sua vida é conhecida por Deus: I Co 8:3;
    A pessoa que ama está na luz do Senhor: I Jo 2:10;
    Todo que ama é filho de Deus: I Jo 4:7;
    Libertação: Sl 91:14;
    Traz capacidade para perdoar o próximo: Pv 10:12;
    Bênçãos inefáveis: que não se podem expressar. I Co 2:9.
    Fontes do verdadeiro amor
    De Deus - o Espírito Santo: Gl 5:22; II Tm 1:7; I Ts 3:12; I Jo 4:7;
    De um coração puro: I Tm 1:5;
    De uma consciência boa: I Tm 1:5;
    De uma fé cristã santa e verdadeira: I Tm 1:5;
    Da misericórdia de Deus: Tt 3:4-5;
    Palavras de Cristo sobre o amor
    Ele é o princípio e a base de toda a lei de Deus: Mt 22:37-40; Lc 11:42.
    O verdadeiro amor consiste em conhecer o poderoso nome do Senhor: Jo 17:26;
    Homens religiosos, carnais e que não crêem em Deus não podem ter o seu amor: Jo 5:37-47
    Findaremos este estudo com alguns textos bíblicos que falam sobre o amor.
    "O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor;" Romanos 12:9-11
    Leituras complementares: Pv 15:17; Ct 1:2; Mt 5:43-48; Lc 10:25-37; Jo 21:15-23; Ap 12:11

    Conclusão
    Como vimos, o amor não pode por um lado ser um tema abandonado, nem por outro, um discurso isolado. Se somos cristãos de fato, a mais autêntica cristologia bíblica deverá acompanhar este amor e a importância dada aos demais mandamentos da lei de DEUS deverá testemunhar de nossa fidelidade (ou adesão) ao Bem Maior, que é CRISTO JESUS. Não amamos porque somos naturalmente bons, mas porque nascemos da graça. Não cumpriremos a lei para fazer-nos “justos”, mas porque ele nos justificou com sua justiça. Não brilharemos porque temos luz própria, mas porque refletimos o sol da justiça.

    kai o ean aitwmen lambanomen ap' autou, oti tas entolas autou throumen kai ta aresta enwpion autou poioumen. E aquilo que pedimos, dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos diante dele o que lhe é agradável.
    kai auth estin h entolh autou,
    1 - ina pisteuswmen tw onomati tou uios autou Ihsou Cristou
    2 - kai agappwmen allhlous,
    kaqws edwken entolhn hmin
    kai o thrwn tas entolas autou en autou menei kai autous en autw. Ora, o mandamento é este:
    1 - que creiamos em o nome de seu Filho JESUS CRISTO
    2 - e que amemo-nos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou.
    E aquele que guarda os seus mandamentos, permanece nele e ele naquele.

    INTERAÇÃO
    Caro professor, seus objetivos foram alcançados? Será que seus alunos estão tendo uma compreensão clara dos ensinamentos da Primeira Carta de Paulo aos coríntios? Você tem notado alguma mudança substancial no comportamento e atitudes deles? Este é o momento de se fazer uma boa avaliação. O trabalho do professor é digno e reconhecido em função dos resultados. Fique atento! Se necessário, faça uma rápida retrospectiva das lições anteriores. Aproveite a oportunidade para verificar o rendimento individual e coletivo da classe.

    OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
    Caracterizar o amor de DEUS no crente.
    Mostrar que CRISTO é o exemplo supremo do amor.
    Reconhecer que sem amor nada tem importância, uma vez que todas as coisas são anuladas pela ausência dele.



    RESUMO DA LIÇÃO 13 -
    AMOR, A VIRTUDE SUPREMA
    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    "caminho ainda mais excelente",
    o caminho do amor (1 Co 12.31:).
    I. A EXCELÊNCIA DO AMOR CRISTÃO
    1. O amor cristão é imprescindível.
    2. A natureza do amor cristão.
    II. CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS NO CRENTE
    1. É sofredor. 2. É benigno. 3. Não é invejoso.
    4. Não é leviano. 5. Não é soberbo.
    6. Não é indecente. 7. Não é interesseiro.
    8. Não se irrita. 9. Não suspeita mal.
    10. Não se regozija com a injustiça.
    11. Regozija-se com a verdade.
    12. Tudo sofre, crê, espera, suporta.
    III. O ALCANCE DO AMOR CRISTÃO
    1. O amor de DEUS para com os homens.
    2. O amor do homem para com DEUS.
    a) "Amar a DEUS" é um mandamento. "...
    :) Amar a DEUS com toda essência do ser (Dt 6.5).
    c) Amar a DEUS com amor retributivo (1 Jo 4.19; Jo 3.16).
    d) Quem ama a DEUS guarda os seus mandamentos
    (Jo 15.10; 1 Jo 5.3).
    e) Quem ama a DEUS ama seu irmão (1 Jo 4.20,21).
    3. O amor do homem para com o próximo.
    CONCLUSÃO
    O amor não é um dom espiritual, mas a
    principal virtude de um cristão.

    REFLEXÃO
    "A caridade nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá."

    SINOPSE DO TÓPICO (1)
    Sem amor nada tem importância, peso e expressividade uma vez que todas as coisas são anuladas pela ausência dele.

    SINOPSE DO TÓPICO (2)
    O amor divino pode ser compreendido através de suas várias características: é sofredor e benigno; não é invejoso, leviano, soberbo, indecente, interesseiro. Enfim, tudo sofre, crê, espera, suporta.

    SINOPSE DO TÓPICO (3)
    O amor é a virtude suprema do crente. Ele é o "caminho mais excelente" para o exercício dos dons.

    REFLEXÃO
    "A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece."
    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
    Subsídio Devocional - "O amor eterno
    DEUS é amor e eterno. Por isso o amor é eterno e não acaba. A profecia (um dos mais importantes dons), as línguas e a palavra de conhecimento acabarão algum dia. Isso não significa que fracassarão em sua função na Igreja, mas que simplesmente não serão mais necessárias. Nosso conhecimento é parcial e incompleto. A profecia, por mais valiosa que seja, não pode solucionar todos os nossos problemas. Aprendemos acerca de DEUS por meio desses dons do ESPÍRITO e o louvamos através das línguas e com a profecia. Mas 'quando vier o que é perfeito', 'conheceremos perfeitamente' sem mais precisarmos do apoio desses dons. Para bem entendermos isso, devemos relacionar os versículos 10 e 12 de 1 Coríntios 13. DEUS nos conhece plenamente agora; sabe tudo a nosso respeito (Jo 2.24,25). Um dia, conheceremos plenamente a DEUS como Ele nos conhece agora. Não precisaremos mais dos dons espirituais para nos aproximarmos de DEUS.
    Paulo utiliza duas ilustrações para contratar nossa era presente e imperfeita com a perfeição da era futura. Possuímos agora uma pequena parcela de conhecimento, como se fôssemos crianças. Na era vindoura, saberemos uns aos outros mais plenamente. Não será mais como quem olha através de um vidro enfumaçado ou se contempla num espelho sujo. Aperfeiçoados no amor, não teremos mais mal-entendidos".
    (HOOVER, T. R. Comentário Bíblico: 1 e 2 Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp. 113-4).

    APLICAÇÃO PESSOAL
    A chave do amor e do conhecimento de DEUS deriva da transmissão da natureza dEle para a nossa, e não da nossa para a dEle. Seríamos incapazes de amá-Lo à altura, a menos que Ele pusesse a essência de seu amor em nossos corações.
    O que sentimos e pensamos não representa absolutamente nada se o seu ESPÍRITO não infundir em nosso homem interior o verdadeiro retrato de DEUS: "Para que, segundo as riquezas de sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu ESPÍRITO no homem interior; que CRISTO habite pela fé nos vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, possais compreender, como todos os santos, qual seja a largura, e o cumprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de CRISTO, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de DEUS" (Ef 3.16,19).

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 13 - AMOR, A VIRTUDE SUPREMA
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2 TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "E a _____________________ não traz confusão, porquanto o ________________ de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi ___________________________" (Rm 5.5).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    O ______________________ de Deus em nós não é um ____________________, mas o fruto do Espírito expresso na vida do _________________________ cristão.

    INTRODUÇÃO
    3- Qual o "caminho ainda mais excelente" para Paulo no capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios?
    ( ) O caminho do Ardor.
    ( ) O caminho do Labor.
    ( ) O caminho do Amor.

    I. A EXCELÊNCIA DO AMOR CRISTÃO
    4- Complete:
    A Bíblia assevera-nos que sem ___________________ nada tem importância, peso e expressividade uma vez que todas as coisas se anulam pela ausência dele.
    "Todas as vossas coisas sejam feitas com _____________________________" (1 Co 16.14).
    De que adianta ao crente ser dotado de todos os _________________ espirituais e até demonstrar auto-sacrifício, se ele não pratica o amor de Deus em sua vida cotidiana?
    Sem o genuíno amor de Deus operando em nossos corações, os mais destacados dons tornam-se _____________________.

    5- Preencha as colunas de acordo com os Dons ou o Amor: Coloque abaixo de cada sentença a palavra correspondente, ou Amor ou Dom:

    Constante Distribuído para todos de igual modo Eterno Predominará na Glória Repartido ou dividido a todos Revela a natureza de DEUS Temporário

    II. CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS NO CRENTE
    6- Quais as características do amor de DEUS no crente?
    ( ) É sofredor.
    ( ) É benigno.
    ( ) É individualista.
    ( ) Não é invejoso.
    ( ) Não é leviano.
    ( ) Não é soberbo.
    ( ) Não é indecente.
    ( ) Não é de Felicidade.
    ( ) Não é interesseiro.
    ( ) Não se irrita.
    ( ) Não suspeita mal.
    ( ) Não se regozija com a injustiça.
    ( ) Regozija-se com a verdade.
    ( ) Tudo sofre, crê, espera, suporta.

    7- Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda, de acordo com as características do amor de DEUS no crente:

    É sofredor. Quem ama tendo o amor de Deus, nunca age por ciúmes, não alimenta má vontade, malícia ou mau humor. Há crentes que acalentam rivalidades ou coisas insignificantes em relação aos irmãos na fé.
    É benigno. O amor não é orgulhoso, arrogante, presunçoso, exibido, extravagante. Quem ama não busca a própria honra e admiração; não trata os outros como inferiores (Mt 20.26-28), nem faz alarde da sua "humildade".
    Não é invejoso. Há crentes que guardam ressentimentos, e vivem sempre desconfiados, imaginando que alguém vai fazer-lhe mal. O amor sempre perdoa e não guarda rancor (Cl 3.13).
    Não é leviano. O amor não se enfurece a despeito das circunstâncias. O crente se mantém sob controle em sua posição, mesmo quando tudo parece dar errado.
    Não é soberbo. O amor sempre defende, confia, tolera e persevera. O amor é obediente, fiel e esperançoso.
    Não é indecente. O amor de Deus está sempre do lado da verdade, mesmo quando ela lhe trás algum "aparente" desconforto ou prejuízo.
    Não é interesseiro. Há pessoas que quando algo de ruim acontece com seu semelhante, ele diz: "Bem feito!" O amor não folga com o mal, ou infortúnio dos outros.
    Não se irrita. Ele faz com que uma pessoa suporte danos pessoais causados por alguém, sem ressentimento ou retaliação. Quem ama com esse amor (vv. 4-7), caminha uma segunda milha com quem o feriu, oferece a outra face, suporta os insultos etc. (Mt 5.39-41).
    Não suspeita mal. O amor nunca se porta com indecência, desonra, despudor, imoralidade. O crente jamais pode ser vulgar, descortês ou cínico. O amor nunca envergonha, fere ou humilha o outro, mas busca o bem-estar de todo o corpo de Cristo.
    Não se regozija com a injustiça. Não julga ou procede precipitadamente. Quem ama com o amor do Espírito (Cl 1.8) nunca ostenta suas próprias virtudes, chamando atenção para si, mas sempre procura fazer o possível por seu semelhante e atribui toda glória a Cristo.
    Regozija-se com a verdade. O amor não busca seus próprios interesses. Ele não é cobiçoso, egoísta, avarento, e que só pensa em si mesmo.
    Tudo sofre, crê, espera, suporta. O amor de Deus em nós vence o mal com o bem. "Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem" (Lc 6.27). José tinha desse amor para com seus irmãos que lhe fizeram tanto mal (Gn 50.15-21).

    III. O ALCANCE DO AMOR CRISTÃO
    8- Complete:
    A Bíblia afirma que Deus nos ______________________ sem reservas, com amor ____________________: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). O verbo amar aqui está intrinsecamente ligado ao verbo _________________________.
    9- Por que devemos amar a Deus?
    "Amar a Deus" é um mandamento.

    10- Complete:
    Se diligentemente obedecerdes a meus _________________________ que hoje vos ordeno, de amar ao Senhor vosso Deus" (...) "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus" (Dt 6.5; 11.1). Deus requer nosso __________________________ exclusivo: "Não terás outros deuses diante de mim" (Êx 20.3). Não podemos servir a Deus com o coração _____________________________.

    11- De que modo, devemos amar a Deus?
    ( ) Amar a Deus com toda essência do ser.
    ( ) Amar a Deus com amor retributivo.
    ( ) Com amor restrito.
    ( ) Quem ama a Deus guarda os seus mandamentos.
    ( ) Quem ama a Deus ama seu irmão.
    ( ) Quem ama a Deus esconde seus sentimentos por Ele.

    12- Como deve ser nosso amor para com o próximo?
    ( ) O nosso amor ao próximo é um mandamento divino através de toda a Bíblia (Lv 19.18; Rm 13.8,9).
    ( ) Devemos considerar próximo somente os de nossa igreja e família.
    ( ) Sempre devemos ter a obrigação de amar os nossos semelhantes.

    13- "Quem é o meu próximo?" (Pergunta feita a Jesus por um doutor da lei em Lc 10.29). Como JESUS respondeu a essa pergunta (Lc 10.29-35)? Compete?:
    O Mestre fez com que aquele homem ______________________________ sobre a história e respondesse para si mesmo a sua indagação. "Qual, pois, destes três te parece que foi o __________________________ daquele que __________________________ nas mãos dos salteadores?" Ver os vv. 36,37.

    14- O que é o Amor?
    ( ) É a virtude ou predicado supremo do crente, e isso significa que ele sdeve ubstituir os dons pelo amor. Ele é o "caminho mais excelente" para o exercício dos dons.
    ( ) É a virtude ou predicado supremo do crente, mas isso não significa que ele substitui os dons. Ele é o "caminho mais excelente" para o exercício dos dons.
    ( ) É a virtude ou predicado supremo do descrente, mas isso não significa que ele substitui os dons. Ele é o "caminho menos excelente" para o exercício dos dons.

    CONCLUSÃO
    15- Complete:
    O amor não é um ______________________ espiritual, mas a principal ______________________ de um cristão. A essência do amor, segundo a Palavra de Deus é a entrega ___________________________ de nós mesmos, a favor de algo ou de alguém que necessite do nosso amor. __________________________ é o exemplo supremo do amor. Ele "amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5.25).

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO NOS VÍDEOS:
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    AJUDA
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  • ESTUDOS DA LICAO 10 OS DONS ESPIRITUAIS

    LIÇÃO 10 - OS DONS ESPIRITUAIS
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 2º TRIMESTRE DE 2009
    1Coríntios - Os Problemas da Igreja e Suas Soluções
    Comentários do Pr. Antônio Gilberto
    Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    Questionário



    TEXTO ÁUREO
    "Mas a manifestação do ESPÍRITO é dada a cada um para o que for útil" (1 Co 12.7).

    VERDADE PRÁTICA
    Cremos no batismo com o ESPÍRITO SANTO e na atualidade dos dons espirituais.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda Jl 2.28-31 A promessa do derramamento do ESPÍRITO
    Terça At 1.5; 2.1-4 A chama do ESPÍRITO foi acesa
    Quarta Rm 12.6 Diversidade de dons
    Quinta 1 Co 12.31; 13.1-8 Amor, o caminho mais excelente
    Sexta 1 Co 14.1 Procurai com zelo os dons espirituais
    Sábado 1 Co 14.1-4 O objetivo dos dons

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Coríntios 12.1-11.
    1 Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. 2 Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. 3 Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo ESPÍRITO de DEUS diz: JESUS é anátema! E ninguém pode dizer que JESUS é o Senhor, senão pelo ESPÍRITO SANTO. 4 Ora, há diversidade de dons, mas o ESPÍRITO é o mesmo. 5 E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
    6 E há diversidade de operações, mas é o mesmo DEUS que opera tudo em todos. 7 Mas a manifestação do ESPÍRITO é dada a cada um para o que for útil. 8
    Porque a um, pelo ESPÍRITO, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a palavra da ciência; 9 e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a fé; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, os dons de curar; 10 e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos;
    e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. 11 Mas um só e o mesmo ESPÍRITO opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um com o quer.

    INTERAÇÃO
    Caro professor, aproveite a aula de hoje para refletir com seus alunos a respeito da operação dos dons espirituais na igreja contemporânea. Será que em nossas igrejas há, de fato, a manifestação de todos os dons espirituais? Temos observado além das línguas e profecia, os dons de fé, de curar e de operações de maravilhas?
    Explique aos alunos que o Novo Testamento não menciona apenas nove dons. Para provar isto à classe, solicite aos alunos que leiam e anotem os dons que aparecem em Rm 12.6-8; 1 Co 12.8-10, 28-30; Ef 4.11.

    OBJETIVOS
    Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
    Definir dons espirituais.
    Exemplificar a atualidade da promessa dos dons.
    Explicar o objetivo dos dons.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Utilize a explicação a seguir ao final do tópico I. Explique aos seus alunos os termos empregados por Paulo no capítulo 12 de 1 Coríntios para categorizar os dons espirituais: (v.4) charisma (carisma); (v.5) diakonia (diakonia); e (v.6) energēmatos (evnerghmatoj). O primeiro (charisma) enfatiza que os dons são dádivas divinas. O segundo (diakonia) ressalta o propósito dos dons: servir ao povo de DEUS. Já o terceiro está relacionado aos dons de poder, indicando a poderosa ação divina através dos servos de CRISTO.

    Palavra Chave: Dom espiritual - Dom proveniente da parte de DEUS aos crentes mediante a operação do ESPÍRITO SANTO.



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    CD Bíblia Ilúmina - Atos e JESUS segundo Evangelho de Mateus.

    D O N S http://www.apazdosenhor.org.br/prof/licao5-es-...

    1- Operações de DEUS (DONS)
    E há diversidade de operações, mas é o mesmo DEUS que opera tudo em todos.(I Co 12:6)
    E a uns pôs DEUS na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.(I Co 12:28)
    De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria. (Rm 12: 6-8) DEUS pode usar animal para falar, como fez com a jumenta de Balaão ou usar um descrente para glorificá-lo, com fez com Nabucodonosor; DEUS usa a quem quer e da maneira que quer.

    2- Dons de CRISTO(Ministérios):
    E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres.(Ef 4:11); são pessoas dadas à Igreja, para orientá-la e guiá-la fazendo-a crescer. Para edificar e fortalecer a noiva de CRISTO, que é a Igreja. Assim como no corpo humano temos cinco sentidos (olfato,visão,tato,paladar e audição), assim também no corpo de CRISTO, na terra tem cinco ministérios.

    3- Dons do ESPÍRITO SANTO(Manifestações = mostrar realmente a presença de DEUS):
    A cada um, porém, é dada a manifestação do ESPÍRITO para o proveito comum. Porque a um, pelo ESPÍRITO, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a palavra da ciência; a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a fé; a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, os dons de curar; a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas. Mas um só e o mesmo ESPÍRITO opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer. Para estudá-los dividimos em.



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    4- DONS DE REVELAÇÃO - DONS DE PODER - DONS DE INSPIRAÇÃO.
    Dividimos assim os dons para podermos melhor entendê-los e estudá-los,mas, muitas vezes, os confundimos em sua multiforme operação e manifestação.

    4.1- DONS DE REVELAÇÃO (REVELAM ALGO OCULTO OU DESCONHECIDO SOBRENATURALMENTE).
    4.1.1. Palavra de sabedoria:
    Palavra= pequena parte da sabedoria de DEUS; acontecimento futuro, só DEUS sabe; tem a ver com onisciência.
    Ex:JESUS: "Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem." (Mt 24: 36-44)
    Paulo: "34 Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa segurança; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós." (At 27:34).

    4.1.2. Palavra de conhecimento ou da ciência:
    Palavra = pequena parte do conhecimento de DEUS, revelação de coisa conhecida; tem a ver com onipresença. (pode ser coisa conhecida por pessoas em outra parte ou localidade, que é revelada aqui onde estamos).
    Ex: JESUS: "Mas JESUS logo percebeu em seu espírito que eles assim arrazoavam dentro de si, e perguntou-lhes: Por que arrazoais desse modo em vossos corações?" (Mc 2:8)
    JESUS: Jo 1.48 Perguntou-lhe Natanael: Donde me conheces? Respondeu-lhe JESUS: Antes que Felipe te chamasse, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira.
    Paulo: "Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados"(I Co 15:51).

    4.1.3. Discernimento de espíritos:
    Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa.
    Ex: JESUS: "E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5)
    Paulo:" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).



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    4.2- DONS DE PODER (DÃO PODER PARA SE FAZER ALGO SOBRENATURAL).
    4.2.1. Fé:
    Para crer no impossível (temos fé natural, sobrenatural e espiritual), precisamos de fé para comer (pode estar envenenado), para andar no meio da rua (pode ser atropelado), para viajar de avião (pode cair), para adorar a DEUS (Não estamos vendo-o), para crer em milagres sem os ver. Don de fé é acreditar que o impossível de acontecer já aconteceu. É impossível que alguém que já morreu torne a viver.
    Ex: JESUS: "E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora!(Jo 11: 43)
    Paulo: "Tendo Paulo descido, debruçou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, pois a sua alma está nele."(At 20:10)
    NASCERIA UM FILHO DE UM CASAL EM QUE O HOMEM TEM 100 ANOS E A MULHER 90 ANOS? ABRAÃO CREU ASSIM MESMO. PODERIA ALGUÉM MATAR UM FILHO E DEPOIS VOLTAR PARA CASA COM ESTE FILHO VIVO? ABRAÃO CREU; POR ISSO FOI JUSTIFICADO PELA SUA FÉ EM DEUS.

    4.2.2. Dons de curar:
    Dons no plural, alguns são usados para certos tipos de doenças, NENHUMA PESSOA É USADA PARA CURAR TODOS OS TIPOS DE DOENÇA.
    Ex: JESUS: "Mas ele, conhecendo-lhes os pensamentos, disse ao homem que tinha a mão atrofiada: Levanta-te, e fica em pé aqui no meio. E ele, levantando-se, ficou em pé."(Lc 6:8)
    Paulo: "Aconteceu estar de cama, enfermo de febre e disenteria, o pai de Públio; Paulo foi visitá-lo, e havendo orado, impôs-lhe as mãos, e o curou."(At 28:8); "Erasto ficou em Corinto; a Trófimo deixei doente em Mileto."(2Tm 4:20). PAULO NÃO CUROU SEU COMPANHEIRO TRÓFIMO.

    4.2.3. Operação de maravilhas:
    Mudança na natureza, MUDA O QUE ERA NATURAL.
    EX. PARAR O SOL (JOSUÉ) - VOLTAR DEZ GRAUS O TEMPO (ISAÍAS)
    Ex: JESUS: "Dito isto, cuspiu no chão e com a saliva fez lodo, e untou com lodo os olhos do cego, e disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa Enviado). E ele foi, lavou-se, e voltou vendo."(Jo 9:6,7)
    Paulo: "Mas ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum."(At 28:5).



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    4.3- DONS DE INSPIRAÇÃO OU DA FALA (DIZEM ALGO DE SOBRENATURAL).
    4.3.1. Profecia:
    Pode vir de 3 fontes: DEUS, homem e satanás. Devem ser julgadas (1 Ts 5:21,22) e controladas para haver ordem no culto; um depois do outro e no máximo três em cada reunião (1 Co 14.31). Não devem ser desprezadas(1 Ts 5:20). Vêm para edificação, exortação e consolação(1 Co 14:3). Línguas + Interpretação = Profecia (1 Co 14:27,13). Diferente de profeta, todo profeta profetiza, nem todo que profetiza é profeta (1Co 14:31) e (Ef 4:11) Profeta é ministério dado por CRISTO, profecia é manifestação do ESPÍRITO SANTO. Profeta prediz alguma coisa que ainda vai acontecer, profecia não prediz nada. Todos podem profetizar (1 Co 14.31), mas poucos são chamados para serem profetas.
    Ex: JESUS: "Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas eu vos tornarei a ver, e alegrar-se-á o vosso coração, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará."(Jo 16:22).
    Paulo: "disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos. Então os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair. Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, não havendo provado coisa alguma. Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa segurança; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós."(At 27:31-34).

    4.3.2. Variedade de línguas:
    4 tipos de línguas: Não proibais falar em línguas; é ordem de DEUS (1 Co 14.39).



    4.3.2.1. Língua para oração:
    "Porque se eu orar em língua, o meu espírito ORA BEM, mas o meu entendimento fica infrutífero."(I Co 14:14). Você quer orar bem? Veja também em Rm 8.26 que não sabemos pedir como convém, mas o ESPÍRITO SANTO sabe o que precisamos e ELE sabe pedir.
    Fala com DEUS: "Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a DEUS; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios."(I Co 14:2). Por isso é tão combatido o falar em línguas, pois nem Satanás entende.
    Edificação própria: "O que fala em língua edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja."(I Co 14:4)
    Você quer ser edificado? "Mas vós, amados, edificando-vos sobre a vossa santíssima fé, orando no ESPÍRITO SANTO," Jd.20 (orar no ESPÍRITO, não quer dizer orar em pensamento).

    4.3.2.2. Língua para interpretação:
    "Todos têm dons de curar? falam todos em línguas? interpretam todos?"(I Co 12:30), nem todos recebem; "Que fazer, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento."(I Co 14:15). Falam em línguas todos? Quer dizer em línguas para interpretação, ou seja, nem todos têm o dom de línguas, mesmo sendo batizados. Essa linguagem pode ser interpretada pelo que fala ou por outrem.

    4.3.2.3. Língua como sinal para incrédulo:
    "De modo que as línguas são um sinal, não para os crentes, mas para os incrédulos; a profecia, porém, não é sinal para os incrédulos, mas para os crentes."(I Co 14:22); estrangeiros ouvem em sua própria língua, ex: "Ouvindo-se, pois, aquele ruído, ajuntou-se a multidão; e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua."(At 2:6). Pode alguém ser usado para falar, por exemplo em alemão em algum lugar e uma pessoa presente alí, que fala alemão entenderá tudo o que DEUS quer falar-lhe.

    4.3.2.4. Gemidos inexprimíveis:
    " Do mesmo modo também o ESPÍRITO nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o ESPÍRITO mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis."(Rm 8:26), oração intercessora. O ESPÍRITO SANTO é nosso intercessor aqui na terra. ELE leva nossa oração a JESUS CRISTO que está assentado à direita de DEUS PAI, intercedendo por nós lá no céu. O pai recebe a oração e responde de acordo com sua vontade.

    4.3.3. Interpretação de Línguas:
    "Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Se alguém falar em língua, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e cada um por sua vez, e haja um que interprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado (ore tão baixinho que ninguém o note) na igreja, e fale consigo mesmo, e com DEUS."(I Co 14:26-28); "Por isso, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar."(I Co 14:13) JESUS não falava porque tudo que falava era o que DEUS queria falar e as línguas são sinais da presença de DEUS em nosso meio, JESUS é DEUS.
    Paulo: "Dou graças a DEUS, que falo em línguas mais do que vós todos."(I Co 14:18).Não quis dizer latim, grego e hebraico, pois são línguas aprendidas e faladas no tempo de Paulo por quase todos; o que Paulo quis dizer é que orava muito em línguas e também que tinha dom de línguas.
    Nós falamos sem aprender, vem de cima, vem de DEUS, não necessitamos que alguém nos ensine, podemos receber na igreja, na rua, no campo, em casa (como aconteceu comigo) ou outro qualquer lugar sem interferência de outrem ou por imposição de mãos de alguém.



    Dia do Pentecostes: Inicio da Igreja Propriamente dita. (At 2)



    Avivamento da Rua Azuza - Avivamento que enviou missionários para o mundo todo.



    Daniel Berg e Gunnar Vingren vêem para o Brasil e fundam a Igreja Assembléia de DEUS - Avivamento no Brasil.

    5- CONSIDERAÇÕES FINAIS:
    5.1• Dons, só depois do batismo com o ESPÍRITO SANTO.(vaso vazio não transborda)
    5.2• O senhorio é de CRISTO.(o cabeça do corpo)
    5.3• Para glorificação de DEUS.(o ESPÍRITO SANTO glorifica a DEUS)
    5.4• Vaso deve estar limpo sempre para o uso constante.(santificação)
    5.5• Nada é de nós mesmos, tudo vem de DEUS(nada de orgulho).
    5.6• Todos os dons são para os outros só um para nós linguagem de oração. (língua que foi batizado)

    Ajuda insejec@uol.com.br
    Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva

    Paulo e os Dons
    Estudando sobre a vida do apóstolo Paulo pude confirmar realmente que os nove dons operavam em seu ministério:
    Vamos ver:
    -PALAVRA DE SABEDORIA: (pequena parte da sabedoria de DEUS a respeito do futuro) At 27.22 Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perder] a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.
    - PALAVRA DE CONHECIMENTO: (pequena parte do conhecimento de DEUS a respeito de algo conhecido em outra parte, porém não no local revelado) At 27.10 Dizendo-lhes: Senhores, vejo que a navegação há de ser incômoda, e com muito dano, não só para o navio e carga, mas também para as nossas vidas.
    - DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS: At 16.18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu.
    - FÉ: (Dom necessário para ressurreição de mortos - crer no impossível) At 20.10 Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está.
    – MILAGRES OU MARAVILHAS (Agindo sobrenaturalmente na natureza) At 28. 5 Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal.
    – DONS DE CURAR: At 28. 8 E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou.
    - PROFECIA (Edificação, Exortação e Consolação) Ts 4.13 Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
    – DOM VARIEDADE DE LÍNGUAS: 1 Co 14. 18 Dou graças ao meu DEUS, porque falo mais línguas do que vós todos.
    – DOM DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS: 1 Co 14. 13 Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar (Este não está claro, porém por dedução, como estava ensinando, muito provavelmente era o que acontecia com ele próprio).
    Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva

    ATUALIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS
    Luiz Antonio Ferraz / outubro de 1995
    INTRODUÇÃO
    Os Nove Dons Extraordinários

    Neste trabalho, nos propomos a demonstrar a atualidade dos dons espirituais. Desejamos comprovar que os dons extraordinários não cessaram com a ultimação do Novo Testamento. Segundo alguns expoentes, os dons dividem-se em ordinários e extraordinários. Na primeira classificação incluem-se os dons de natureza comum. Na segunda encontramos aqueles dons de caráter sobrenatural. Na opinião de muitos eruditos, alguns desses dons de natureza sobrenatural cessaram quando o Novo Testamento foi completado. Esses dons extraordinários são aqueles nove alistados em I Coríntios 12:8-10: (1) palavra da sabedoria, (2) palavra do conhecimento, (3) fé, (4) curas, (5) operação de milagres, (6) profecia, (7) discernimento de espíritos, (8) variedade de línguas, (9) interpretação de línguas. Afirma-se que nos dias de hoje não devem existir esses dons, porque eles tinham a função de causar efeito, autenticar a mensagem apostólica e servir de sinal para a inauguração de uma nova era que estava surgindo no plano dispensacional de DEUS.

    CAPÍTULO I - ARGUMENTOS FILOSÓFICOS
    I. EPISTEMOLÓGICO
    O primeiro argumento filosófico que examinaremos é o epistemológico. "A epistemologia é o campo da filosofia que investiga a natureza e a origem do conhecimento.1 A epistemologia estuda como sabemos.2 " Na área da epistemologia devemos fazer as seguintes perguntas: "Como conhecemos alguma coisa? Quando é justificada a alegação de que alguém sabe? É possível o conhecimento indubitável (certo) acerca de qualquer coisa"?3 Para respondermos à pergunta "como podemos conhecer"? devemos analisar as nossas fontes de conhecimento ou a origem de nossas crenças. As seguintes fontes serão aqui analisadas: o testemunho de outras pessoas, a intuição (usada aqui no sentido de instintos, sentimentos, e desejos), o raciocínio, e a experiência sensória. Estas fontes levam a cinco lógicas ou critérios para validar as crenças. São elas a fé ou o autoritarismo, o subjetivismo, o racionalismo, o empirismo, e o pragmatismo.
    1. AUTORITARISMO: Esta fonte baseia-se no testemunho de autoridades. Começamos nossa aprendizagem ao aceitar as crenças da nossa família. Posteriormente aceitamos o que nos é dito por nossos professores e amigos. Ainda depois de formados, dependemos do testemunho de livros, jornais, etc. Aceitamos todas essas fontes quando acreditamos serem elas boas. Desse modo delegamos autoridade às fontes que acreditamos fidedignas. Essa autoridade tem origem em 4 elementos:
    1.1. O Prestigio da Autoridade: As autoridades evangélicas que defendem a atualidade dos dons extraordinários são pessoas de prestígio. Elas gozam de nossa confiança, e não somente da nossa, mas até mesmo da de seus oponentes. Portanto, a palavra desses irmãos, homens de erudição comprovada, tem um peso decisivo sobre nossas crenças. Algumas autoridades que podemos citar são: D. M. Lloyd Jones, John R. W. Stott, Ray C. Stedman, David Yonggi Cho, C. P. Wagner, Pr. Antônio Gilberto (meu acréscimo), entre outros.
    1.2. O Número de Defensores: O grande número de pessoas que defendem a atualidade dos dons é algo que deve ser levado em conta. Se os dons extraordinários tivessem cessado, então grande multidão de evangélicos estariam sendo enganados. Será que DEUS permitiria tal coisa?
    1.3. A Persistência na Crença: Apesar dos ataques que vem sofrendo ao longo da história, a crença nos dons extraordinários tem persistido até o presente. Se os dons extraordinários manifestados imediatamente após o período apostólico, as manifestações históricas contemporâneas, bem como as atuais da era moderna, fossem de fato falsificações, há muito elas teriam desaparecido da lembrança do povo evangélico. Ele não fariam nenhuma questão de ressuscitá-las.
    1.4. A Antiguidade da Crença: A crença nos dons extraordinários não é nenhuma inovação da Igreja Moderna. Ela existe desde o nascimento da Igreja; tem o selo apostólico como garantia, bem como a autenticação do ESPÍRITO SANTO nas suas mais diversas operações através da Igreja.
    2. Subjetivismo: Temos aqui o argumento baseado na intuição, isto é no sentido dos instintos, sentimentos e desejos. Isto não significa que nossas crenças acerca da realidade dos dons extraordinários tem sua origem em dados dos sentidos ou coisas semelhantes, mas, sim, através de nosso contato imediato com o conhecido. Portanto este elemento pressupõe que o conhecedor tenha algum tipo de contato direto com o que é conhecido, ou seja com o objeto da crença, que no nosso caso, são os dons extraordinários. Para melhor elucidação também classificamos o subjetivismo em duas categorias: realismo direto e misticismo.
    2.1. Realismo Direto ou do Bom Senso: É o ponto de vista concebido pelo homem comum, sem qualquer reflexão filosófica, porém caracterizada pelo bom senso e bom juízo. Pessoas psiquicamente sadias não ousariam defender uma experiência subjetiva se de fato não acreditassem nela. Pode ser que estivessem enganadas, mas não por muito tempo. Pode ser que alguns se enganassem, mas não todos. Uma experiência subjetiva, isto é, pessoal, interior, é algo que costuma ficar gravado no espírito pelo resto de nossas vidas, principalmente se esta tem sua origem na pessoa do ESPÍRITO SANTO de DEUS. Este fato deve ser considerado como evidência de que o ESPÍRITO SANTO ainda opera extraordinariamente, através dos dons, em nossos dias.
    2.2. Misticismo: É o subjetivismo supra-racional, que tem a ver com o conhecimento de DEUS. Certamente podemos conhecer a DEUS, e de fato o conhecemos, mas alguns conhecimentos estão além da razão humana. É o caso também dos dons extraordinários, que conhecemos hoje em parte, mas não o compreendemos totalmente. A experiência mística de muitos irmãos comprovam a atualidade dos dons extraordinários.
    3. Racionalismo: Este elemento aponta para a razão, para aquilo que é cognoscível. Há boas razões para acreditarmos nos dons extraordinários para hoje. Os próprios argumentos deste trabalho se constituem em algumas destas razões.
    4. Empirismo: Aponta para o elemento baseado mais na experiência do que na razão. É claro que a experiência de um cristão não deve servir como padrão para autenticação dos dons, mas o grande número de experiências sentidas por tantos cristãos, servem para evidenciar que algumas delas são pelo menos genuínas. Já que o empirismo se baseia na experiência, é óbvio supor que esta se serve dos sentidos e daquilo que se descobre com eles.
    4.1. Sentidos Físicos: Visão, olfato, audição, tato e paladar. Relatos de experiências espirituais envolvendo a visão é a mais comum que encontramos. Mas também já se ouviu falar de manifestações envolvendo a audição, o olfato e outros sentidos.
    4.2. Sentidos Emocionais: Inúmeros irmãos têm sido tocados em suas emoções, quando as operações espirituais do ESPÍRITO SANTO de DEUS se manifestam. Deveríamos mesmo acreditar que essas experiências foram apenas produto da emoção humana? Não seriam de fato o resultado da operação do ESPÍRITO? Quando DEUS se manifesta, homem algum pode resistir a ponto de permanecer emocionalmente estático.
    5. Pragmatismo: Este argumento considera a funcionalidade, utilidade e resultados práticos do objeto conhecido.
    5.1. Funcionalidade: Os dons que conhecemos funcionam mesmo?
    5.2. Utilidade: Os dons são realmente úteis?
    5.3. Resultado: Os dons extraordinários de hoje têm bons resultados práticos?

    II. METAFÍSICO
    Este nome provém de uma palavra grega que significa "depois da física". Através do uso do termo este veio a significar "além" do físico. Daí, a metafísica, para alguns filósofos, "é o estudo do ser ou da realidade."4 Enquanto que a epistemologia ocupa-se com as capacidades e as limitações de quem sabe, "a metafísica trata da existência e da natureza daquilo que é sabido."5 A metafísica considera, pois, as qualidades e os relacionamentos das coisas conhecidas, ou seja: a realidade. De que forma então podemos conhecer realisticamente (metafisicamente) os dons extraordinários? Só podemos conhecer o desconhecido por intermédio do que conhecemos, o real desconhecido pelo real desconhecido, o irreal desconhecido pelo irreal desconhecido. Só podemos conhecer aquilo que é verdadeiro por meio daquilo que não é verdadeiro. Logo podemos conhecer a realidade verdadeira por meio da realidade falsa. Conhecemos muito bem as falsificações demoníacas, e por meio delas podemos conhecer a verdadeira manifestação de DEUS. Se existe o falso, necessariamente deve também existir o verdadeiro. A realidade dos falsos dons extraordinários, comprovam a existência dos verdadeiros dons extraordinários.

    CAPÍTULO II - ARGUMENTOS ESCRITURÍSTICOS
    Os argumentos escriturísticos são aqueles baseados na revelação de DEUS, em sua palavra escrita, isto é nas Sagradas Escrituras.
    I. EXEGÉTICO
    O argumento exegético baseia-se na interpretação do texto bíblico original. Para este trabalho utilizaremos a passagem de I Coríntios 13:8-13, que tem sido usada por muitos comentaristas para defender a negação dos dons extraordinários neste tempo presente. Um destes comentarista é B. F. Cate, autor do livro "The Nine Gifts of the Spirit. Are not in the church today" (Os Noves dons do ESPÍRITO. Não se manifestam na igreja no dia de hoje). Veremos então a interpretação de B. F. Cate, e, em seguida apresentaremos nossa exegese do texto em questão.
    1. A Visão de B. F. Cate de I Coríntios 13:8-13: Cate inicia o primeiro capítulo de seu livro fazendo esta pergunta: "Os Nove Dons: Quando Cessaram Eles?" Em seguida passa a argumentar da seguinte maneira: "Paulo diz: 'O amor jamais acaba.' Isto implica que os dons acabariam; portanto, ele prossegue dizendo: 'mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque em parte conhecemos e em parte profetizamos (versículo 8 e 9). a razão por que eles só conheciam em parte era que então ainda ainda não estava completamente revelado aquilo do Novo Testamento que agora está escrito. 'Quando, porém,' diz Paulo, 'vier o que é perfeito (a ultimação do Novo Testamento), então o que é em parte (profecia, etc.) será aniquilado' (versículo 10). Depois ele ilustra isso dizendo: 'Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das cousas próprias de menino' (versículo 11). Nos dias primitivos da presente dispensação, quando foi escrita esta epístola, eles eram como meninos; mas estava aproximando-se rapidamente o tempo quando desistiriam 'das cousas próprias de menino' (os nove dons), e andariam pela fé no 'caminho sobremodo excelente' do 'amor' e na luz da completa revelação de DEUS.
    "Paulo ilustra novamente, dizendo: 'Porque agora (quando esta epístola foi escrita) vemos como em espelho, obscuramente (em parte conhecemos), então (quando a revelação de DEUS ao homem fosse completada) veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido' (versículo 12). Conhecer 'como também sou conhecido,' significa: nós, agora que a revelação de DEUS está completa, não mais 'em parte conhecemos,' mas conhecemos a mente de DEUS (para esta dispensação) tal como Ele conhece nossa mente."6 Cate prossegue dizendo: "Existem alguns que encontram dificuldade em ver que 'o que é perfeito' em I Coríntios 13:9,10 refere-se à perfeição (ultimação) da revelação de DEUS para a era da igreja. Paulo, ao demonstrar que 'o amor jamais acaba,' mas que os nove dons cessariam quando o Novo Testamento chegasse à sua ultimação, refere-se apenas a três deles como exemplo do todo (versículo 8). Depois, nos versículos 9 e 10 ele reduz isto a um único dom - o da profecia - como um exemplo do todo. Vejamos mais uma vez o que dizem estes versículos: 'Porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos. quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte (profetizar) será aniquilado.' Paulo não está falando a respeito da perfeição dos santos; está falando a respeito da perfeição da profecia. Demonstra assim que o dom de profecia deveria cessar quando a revelação de DEUS para a era da Igreja chegasse à perfeição."7 Esta é a visão de Cate. Com amor e respeito àqueles que pensam dessa forma, passaremos a contra-argumentar esta posição. Nós cremos que, na passagem, Paulo fala da perfeição dos santos, e defenderemos esta tese, porque se o fizermos, ficará também demonstrado que os dons extraordinários existem hoje. Isto porque Paulo deixa claro, na passagem, que os profetas deveriam profetizar 'em parte' até que viesse 'o que é perfeito.' Portanto, se 'o que é perfeito' ainda não veio, então nós ainda temos profetas profetizando 'em parte' ainda hoje.
    2. Uma Análise de I Coríntios 13:8-13: Nesta passagem analisaremos os vocábulos "perfeito", "quando", "agora", "então" e "conhecer".
    2.1. O Perfeito do Versículo 10: O termo grego usado em I Coríntios 13:10 é teleio (téleios). Esta palavra pode ser traduzida de várias maneiras:
    (1) "perfeito", referindo-se à coisas (Rm.12:2; ICo.13:10; Tg.1:4,17,25; Hb.9:11, IJo.4:18, etc.);
    (2) "perfeito", referindo-se à pessoas, com o sentido de "maduro" ou "adulto" em sentido moral e espiritual (Mt.5:48; 19:21; Fp.3:15; Cl.1:28; ICo.2:6; 14:20; Ef.4:13; Hb.5:14);
    (3) "perfeito", referindo-se à DEUS em sua perfeição absoluta (Mt.5:48).8 No versículo 10 de I Coríntios 13, o termo grego teleion (téleion) é "adjetivo pronominal, nominativo, neutro, singular."9 De acordo com isto, a tradução correta do texto deveria ser: "quando. porém, vier aquilo que é perfeito, então aquilo que é em parte será aniquilado." Isto porque este adjetivo, na língua grega, não é feminino nem masculino, mas está no gênero neutro. Portanto, o argumento de Cate, de que "o que é perfeito em parte" se refere a profecia, se desfaz; e isto por duas razões:
    (1) A palavra grega profecia, usada no versículo 8 (profhteia = profeteía), é "substantivo, nominativo, feminino, plural."
    10 Se a palavra "profecia" é feminina, então "aquilo que é perfeito" também deveria estar no gênero feminino para concordar, mas não está.
    (2) Se "o que é perfeito" fosse a revelação profética completada pelo Novo Testamento, então "o que é perfeito em parte," a revelação profética do Antigo Testamento, teria sido aniquilada. De fato o Antigo Testamento foi aperfeiçoado ou completado pelo Novo Testamento, mas de forma alguma ele foi aniquilado ou cessou em seus efeitos. JESUS disse que nenhuma profecia do Antigo Testamento cessaria até que tudo se cumprisse (Mt.5:18). JESUS não disse que a lei cessaria até que tudo fosse revelado (a revelação do Novo Testamento), mas até que tudo se cumprisse. Como poderia o Antigo Testamento ter sido aniquilado se ainda há muitas profecias para serem cumpridas? "...a Escritura não pode falhar." (Jo.10:35).
    Cremos que a palavra "perfeito" contém nesta passagem a idéia do fim ou do objeto consumado ou completado, pois de acordo com o contexto da epístola, Paulo, logo adiante, no capítulo 15, passa a tratar da ressurreição. Em I Coríntios 15:24 o apóstolo diz: "...então virá o fim..." A palavra fim é telo (télos). Portanto deve referir-se à ressurreição ou perfeição dos santos na consumação, quando toda a profecia terá sido completada, finalizada ou aperfeiçoada11 (Lc.22:37) e a fé terá o seu fim, quando deixaremos de ver por enigma, e veremos face a face ao Nosso Salvador: "(CRISTO) a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." (I Pedro 1:8,9).
    Uma passagem esclarecedora pode ser encontrada em Romanos 10:4, onde lemos que "...o fim ( télos) da lei é CRISTO...". Obviamente a lei não teve seu fim (ela não foi aniquilada, veja Mt.5:17), mas ela foi aperfeiçoada por CRISTO: "Anulamos, pois, a lei, pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a lei." (Rm3:31). Pela nossa fé em CRISTO, a lei está sendo, em nós, confirmada e aperfeiçoada, até que chegue a ressurreição, quando deixaremos de andar por fé (II Co.5:7) para andar por vista, pois veremos CRISTO face a face: "...quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque havemos de vê-lo como Ele é."(I João 3:2). Na ressurreição alcançaremos nossa perfeição espiritual, deixaremos de ser meninos, e conheceremos plenamente a CRISTO, como dEle somos conhecidos: "...até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de DEUS, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de CRISTO, para que não mais sejamos como meninos..." (Ef.4:13,14). O contexto desta passagem diz que CRISTO "...concedeu dons aos homens... até que todos cheguemos à unidade da fé..." (vv.8,13). De acordo com este contexto, os dons de CRISTO devem durar até que se completem as observações feitas por Paulo no versículo 13. Neste sentido, nem mesmo o dom de apóstolo, mencionado no versículo 11, teria cessado.
    2.2. O Quando do Versículo 10: A palavra quando usada neste versículo é traduzida do grego otan (hótan). Este termo é uma "partícula temporal" que pode ser traduzida por "no tempo que."12 Portanto o versículo está dizendo que "o que é perfeito em parte" somente será aniquilado "no tempo que vier o que é perfeito," e esse tempo ainda é futuro, pois hótan se refere a "um tempo definido e específico." Esse tempo definido e específico era futuro para o apóstolo Paulo, quando ele escrevia a epístola, e ainda hoje, é futuro para nós.
    2.3. O Quando do Versículo 11: O quando deste versículo, no grego, não é hotan, como no versículo anterior, mas ote (hóte), que também é uma "partícula temporal,"
    13 mas se refere a um tempo indefinido, pois Paulo não estava falando da época em que ele era criança, mas de um tempo indefinido, ao qual ele chama de "tempo de menino," que ele usa para contrastar com o tempo definido pela vinda daquilo que é perfeito.
    2.4. O Agora do Versículo 12: Esta palavra aparece duas vezes no versículo 12, como tradução do vocábulo grego arti (arti). Trata-se de um advérbio, com sentido de "já, imediatamente, no presente, presentemente," como é utilizado em Jo.9:19,25: I Pe.1:6,8. "No grego helenístico o sentido é ampliado para referir-se ao presente em geral."14 Segundo Grosheide, arti expressa "um contraste entre esta dispensação e a futura."15 De acordo com isto, o agora do versículo 12 não expressa apenas o tempo do apóstolo Paulo, quando a epístola foi escrita por ele, mas também o tempo presente, até o final da presente dispensação.
    2.5. O Agora do Versículo 13: A palavra agora deste versículo é traduzida do grego nune (nune), que pode também ter a idéia de tempo (At.22:1; 24:13; Rm.3:21; Ef.2:13; etc.), mas no versículo em questão, foi usado com sentido lógico e não temporal, como é usado em I Co.5:11; 15:20; Hb.9:26; etc. Nesses casos, a idéia de tempo é "enfraquecida ou totalmente ausente" e deve ser melhor traduzida por "porém, mas, ora."16 Nesse sentido o que o apóstolo está dizendo é que neste tempo presente ainda "vemos como em espelho, obscuramente," porque vemos por meio da fé (II Co.5:7), e da esperança (Rm.8:24,25) que "é a certeza das cousas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem." (Hb.11:1). "Logo..." - diz o apóstolo - "...permanecem a fé, a esperança e o amor..." (v.13). Estas três virtudes são necessárias para haver o conhecimento de DEUS. A fé e a esperança nos concedem um conhecimento parcial (Rm.1:17; Ef.3:17-19; II Tm.3:15), por isso cessarão, quando o conhecimento completo vier. O amor, porém permanecerá pela eternidade, quando vier o que é perfeito, pois o amor "...é o vínculo da perfeição." (Cl.3:14).
    2.6. O Então do Versículo 12: A palavra grega para este vocábulo é tote (tóte). Este advérbio indica tempo, e está em conexão com o "quando" do versículo 10, que também é temporal. Segundo o léxico, deve ser traduzido por "naquele tempo."17
    2.7. O Verbo Conhecer dos Versículos 9 e 12: Este verbo aparece quatro vezes no texto. Nas duas primeiras ocorrências, é usado o verbo grego gnwskw (gnôskô): "...em parte conhecemos..."(v.9), "...agora conheço em parte..."(v.12). Nas outras duas ocorrências o verbo grego é preposicionado com o prefixo grego epi (epi): epignwskw (epignôskô): "...então conhecerei como também sou conhecido..."(v.12). O prefixo adicionado ao vocábulo dá um sentido pleno ao verbo. A Nova Versão Internacional do Novo Testamento traduz com mais exatidão o versículo 12: "Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido."18
    Note que na primeira ocorrência, Paulo acrescenta as palavra "em parte" ao verbo conhecer, porque o seu conhecimento, quando ele escrevia a epístola era parcial. Mas ele diz que, no tempo (então) em que viesse aquilo que é perfeito, ele veria face a face e teria o pleno conhecimento. Barrett diz que "As palavras apresentam a inadequação do atual conhecimento humano de DEUS, em contraste com o conhecimento que DEUS tem do homem e o conhecimento de DEUS que os homens terão na era futura."19
    É claro que Paulo não atingiu o pleno conhecimento. Ele caminhava com esforço na vida cristã, para obter o melhor nível de perfeição, mas sabia que seria impossível atingí-lo nesta vida: "...para o conhecer e o poder da sua ressurreição... para de algum modo alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu o tenha já recebido, ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por CRISTO JESUS. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de DEUS em CRISTO JESUS. Todos, pois, que somos perfeitos (maduros até um certo nível), tenhamos este sentimento; e, se porventura pensais doutro modo, também isto DEUS vos esclarecerá. Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos."(Fp.3:10-16). Entretanto quando Paulo estava para morrer, sabendo que iria encontrar-se com o Senhor face a face, ele escreveu: "Combati o bom combate, completei (telew = teléô = aperfeiçoei) a carreira, guardei (threw = têréô = permenecí fiel) a fé."(II Tm.4:7). O sentido de teléo neste verso é: "terminar, completar, chegar ao alvo."20
    O que é verdade para Paulo, também é para nós. Nenhum cristão hoje ousa dizer que tem o pleno conhecimento de DEUS ou das coisas de DEUS. Paulo, que não atingiu esse nível, possuía muito mais conhecimento do que nós que temos a Escritura completa. é certo que podemos ter um pleno conhecimento subjetivo da verdade (II Tm.2:25), mas o conhecimento pleno, objetivo e absoluto, só a DEUS pertence (Dt.29:29). Portanto "...conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor: como a alva a sua vinda é certa..." (Os.6:3), porque "...a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único DEUS verdadeiro, e a JESUS CRISTO, a quem enviaste... Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu neles esteja." (Jo.17:3,26).

    II. HERMENÊUTICO
    Este argumento baseia-se nas leis de interpretação do texto bíblico. Não há em todo o Novo Testamento nenhum texto que diga claramente que os dons extraordinários cessariam. O único texto que poderia dar alguma margem à esta interpretação é o de I Coríntios 13: 8-13. Este texto, por ser um pouco obscuro, e de difícil interpretação, tem sido usado para demonstrar a extinção dos dons extraordinários para a época posterior à época apostólica. Contudo, uma boa exegese, como a que acabamos de apresentar, no sub-capítulo anterior, dissolve toda a dúvida quanto a existência dos dons extraordinários para hoje.

    III. PROFÉTICO
    O argumento profético tem a ver com o caráter profético da mensagem, do sinal operado ou propriamente da manifestação do dom extraordinário. O genuíno dom extraordinário tem que ser puro e santo. Suas asseverações devem ser claras e exatas, não deixando nenhuma margem à dúvida. Desassemelham-se das adivinhações, prognósticos, agouros e feitiçarias, com os quais não devem ter nenhum vínculo, o mínimo que seja (Dt.18:9-14). A palavra profética, por exemplo, deve acontecer exatamente como foi predita: "Se disseres no teu coração: como conhecerei a palavra que o Senhor não falou? Sabe que quando esse profeta falar, em nome do Senhor, e a palavra dele se não cumprir nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o Senhor não disse; com soberba a falou o tal profeta: não tenhas temor dele." (Dt.18:21,22).
    Inúmeros crentes têm sido beneficiados com a manifestação do genuíno dom extraordinário. Vidas foram edificadas ao receberem uma palavra profética de edificação, exortação e consolo (I Co.14:3). Poderia vir de Satanás algo que promovesse o bem estar dos santos? Certamente que não! "Acaso pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?" (Tg.3:11).

    IV. ESPIRITUAL
    Este argumento, tão importante quanto o profético, baseia-se não no caráter do dom propriamente, mas no caráter espiritual da pessoa através da qual o dom se manifesta. Ele se focaliza no instrumento que manifesta o dom, e não na manifestação do dom. É preciso discernir o caráter da pessoa que fala ou manifesta algum dom extraordinário. Esta pessoa é séria em sua vida com DEUS? Leva uma vida santa e irrepreensível? É conhecida? Deixa transparecer alguma suspeita? Tudo isso deve ser levado em conta, mesmo que o sinal por ela predito, venha a acontecer: "Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti, e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, e disser: vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o Senhor vosso DEUS vos prova, para saber se amais o Senhor vosso DEUS de todo o vosso coração, e de toda a vossa alma." (Dt.13:1-3). DEUS permite a manifestação de "...poder, e sinais e prodígios da mentira..." (II Ts.2:9), para enganar aqueles que "...não acolheram o amor da verdade..." (II Ts.2:10). Portanto, todo sinal ou dom extraordinário, por mais portentoso que seja, que contraria a verdade da palavra de DEUS deve ser rejeitado porque não vem de DEUS. O Novo Testamento apresenta um caso interessante para o nosso exame. Diz a bíblia que "..indo nós para o lugar da oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador... seguindo a Paulo e a nós, clamava dizendo: estes homens são servos do DEUS Altíssimo, e vos anunciam o caminho da salvação..." (At.16:16,17). Note que nesta passagem tudo que o espírito dizia acerca de Paulo e seus companheiros era verdade, porém tratava-se de um espírito adivinhador, isto é, um demônio que "...adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores." (At.16:16). Paulo tratou logo de expulsar aquele espírito (At.16:18) para proteger a pureza de sua mensagem, a qual ele anunciava gratuitamente, sem fins lucrativos, para que os seus ouvintes não a considerassem equivalente à mensagem que aquele espírito anunciava.
    Temos encontrado homens seríssimos em sua vida com DEUS. Estes têm servido de instrumentos nas mãos divinas, como canais de manifestação de dons extraordinários. Se rejeitarmos a existência dos dons extraordinários, teríamos que rejeitar a muitos homens e mulheres de DEUS.

    CONCLUSÃO
    Nesta conclusão queremos salientar uma palavra final sobre o texto de I Coríntios 13:8-13, muito usado por nossos oponentes para negar a atualidade dos dons extraordinários, e, por nós, para defender a sua existência. Reconhecemos algumas dificuldades que a passagem apresenta. Paulo não diz claramente o que é "o perfeito." Dissemos neste trabalho tratar-se, o perfeito da ressurreição. Alguns têm afirmado tratar-se da vinda de JESUS; outros, por sua vez, dizem que é o amor. Todas essas posições trazem dificuldades. A ressurreição (anastasi = anástasis) vinda (parousia = parousía), e o amor (agaph = agápê) são palavras femininas, enquanto que a palavra perfeito (telo = télos) está no gênero neutro. Talvez pudéssemos dizer, referindo-se à ressurreição, que Paulo estava falando do evento da ressurreição, do seu fenômeno. Daí teríamos uma possível solução. O mesmo se poderia dizer em relação à vinda de CRISTO.

    Uma coisa, porém, podemos afirmar sem vacilar. Aquilo que é perfeito não é a profecia do Novo Testamento, como afirmou B. F. Cate. Isto demonstramos ao longo deste ensaio. Nós acreditamos que o perfeito é o conjunto de todas estas coisas: a vinda de JESUS, seu amor completado em nós, a ressurreição, o cumprimento das promessas futuras, encontradas nas Escrituras, que virão na consumação desta era. Todos estes elementos, é claro, não poderia ser gramaticalmente descrito por uma só palavra, masculina ou feminina. Paulo vinculou o todo à uma só palavra: "o perfeito," e esta, para descrever tantas perfeições de DEUS, só poderia estar no neutro, porque se refere à muitas coisas.
    De qualquer forma, seja o que for o perfeito, claro ficou que ele ainda não veio, e mesmo que não saibamos o que possa ser (esta nossa dificuldade prova que não conhecemos plenamente hoje), é fato inegável que os dons extraordinários não cessaram.

    RESUMO DA REVISTA DA CPAD - LIÇÃO 10 - 2TRIMESTRE DE 2009
    INTRODUÇÃO
    "Cremos na atualidade do batismo no ESPÍRITO SANTO e dos dons espirituais".
    I. O QUE SÃO OS DONS ESPIRITUAIS
    1. Definição. Os dons espirituais são dotações e capacitações sobrenaturais.
    2. Origem. São procedentes do Único e Verdadeiro DEUS Triúno .
    II. A ATUALIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS
    1. O falso ensino dos cessacionistas.
    Deduzem, erradamente, que os dons espirituais cessaram após a era apostólica.
    2. Os dons prometidos profética e historicamente.
    A profecia de Joel e o Dia de Pentecostes.
    Em nossos dias - 1906, na Rua Azusa (EUA) - No Brasil em 1911.
    III. OBJETIVOS DOS DONS ESPIRITUAIS
    Edificação da igreja, mas também para o progresso do crente (1 Co 14.1-4).
    1. Objetivos congregacionais.
    Edificação, consolação e exortação do povo de DEUS.
    2. Objetivos individuais.
    "O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo,... (1 Co 14.4).
    IV. OS DONS DE MANIFESTAÇÃO VERBAL
    Mensagens orais, segundo a orientação do ESPÍRITO SANTO.
    1. Dom de variedade de línguas.
    Os crentes, em espírito, oram, adoram e louvam a DEUS de modo sobrenatural.
    2. Dom de interpretação de línguas.
    Opera juntamente com o dom anterior, formando ambos uma profecia.
    3. Dom de profecia.
    "Para edificação, exortação e consolação" de todos (v.3).
    Deve ser julgada (1 Co 14.29).
    V. OS DONS DE SABER
    Sabedoria, ciência e discernimento sobrenaturais.
    1. O dom da palavra da sabedoria (1 Co 12.8).
    2. O dom da palavra da ciência (v.8).
    3. O dom de discernir os espíritos (v.10).
    VI. OS DONS DE PODER
    Fé, Curas, e Operação de Maravilhas.
    1. Dom da fé (v.9). Fé no impossível.
    2. Os dons de curar (v.9). A palavra "curar" está no plural no
    texto grego, indicando diferentes "curas".
    3. Dom de operação de maravilhas (v.10). São operações
    de milagres extraordinários.
    CONCLUSÃO - Devemos buscar com zelo os dons espirituais.
    Afinal, eles são uma grandiosa dádiva da graça divina ao nosso dispor.

    SINOPSE DO TÓPICO (1) Os dons espirituais são dotações e capacitações sobrenaturais que o Senhor JESUS, por intermédio do ESPÍRITO SANTO, outorga à sua Igreja.
    REFLEXÃO "O dom de profecia, hoje, não tem a mesma autoridade canônica das Escrituras, que são infalíveis."
    SINOPSE DO TÓPICO (2) Os dons espirituais não cessaram após a era apostólica.
    REFLEXÃO "O amor não é um dom espiritual, como aqueles que Paulo discute neste contexto e em outras passagens. É, antes, uma virtude, um aspecto do fruto do ESPÍRITO." (Gl 5.22,23)
    SINOPSE DO TÓPICO (3) Os dons espirituais visam à edificação, consolação e exortação do povo de DEUS e também o enriquecimento da vida espiritual de seu portador.
    SINOPSE DO TÓPICO (4) - A variedade e a interpretação de línguas e a profecia são dons de manifestação verbal.
    SINOPSE DO TÓPICO (5) Os dons de saber são: Palavra da sabedoria, palavra da ciência e discernimento dos espíritos.
    SINOPSE DO TÓPICO (6) Os dons de poder são: Fé, curas, e operação de maravilhas.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Doutrinário
    "Amor - O grandioso capítulo do Amor da Bíblia Sagrada não é uma digressão, nem tampouco uma interpolação de uma composição já existente, escrita por Paulo ou por outra pessoa, na discussão dos dons espirituais. Suas referências aos vários dons espirituais teriam feito pouco sentido se já existissem isoladamente. Isto é, sua menção de línguas, profecias, mistérios, ciência, e fé, indicam que foi escrito para esta ocasião específica e que formou uma ponte necessária entre a existência dos dons (cap.12) e sua operação (cap.14).
    Várias notas preliminares estão em ordem:
    A palavra para amor, ágape não era comumente usada antes do primeiro século. Os escritores do Novo Testamento, porém, apresentam-na como a principal virtude de um cristão. Consta aproximadamente 115 vezes no Novo Testamento.
    O amor não é um dom espiritual, como aqueles que Paulo discute neste contexto e em outras passagens. É, antes, uma virtude, um aspecto do fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23). 'O amor não é um charisma [dom], mas um completo modo de vida' (Carson,57).
    A essência do amor é a doação sacrificial de si mesmo, às vezes a favor de algo ou alguém que não o merece. Os exemplos supremos são o próprio DEUS (Jô 3.16) e JESUS (Ef 5.25)."
    (STRONSTAD, R.; ARRINGTON, F. L. (orgs.) Comentário Bíblico Pentecostal. RJ: CPAD, 2004, p.1020.)
    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L (orgs.) Comentário Bíblico Pentecostal. RJ: CPAD, 2004.
    Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 2002.
    SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 38, p. 41.

    APLICAÇÃO PESSOAL
    É possível uma igreja com a presença de tantos dons ser considerada carnal? Sim, é possível, pois a igreja de Corinto é a maior prova disso (1 Co 3.1,3,4). É preciso que tomemos muito cuidado para não classificar irmãos que possuem dons espirituais como "irmãos muito espirituais". Infelizmente é comum medirmos o grau de espiritualidade de um crente pela quantidade de dons que ele possui ou pelo fato de ele "ser muito usado por DEUS". Entretanto, a Bíblia nos mostra o caminho mais excelente: o amor. Não é por acaso que Paulo associa dons, amor e Corpo de CRISTO num mesmo tratado. Uma igreja pode reunir todos os dons espirituais, no entanto, se não tiver amor, ela não terá utilidade nenhuma no Reino de DEUS (1 Co 13.3).

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 10 - OS DONS ESPIRITUAIS
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 2º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Mas a manifestação do ESPÍRITO é dada a cada um para o que for útil" (1 Co 12.7).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Cremos no ___________________com o ESPÍRITO SANTO e na ___________________dos ___________________ espirituais.

    INTRODUÇÃO
    3- Em qual parte do credo das Assembléias de DEUS no Brasil, acha-se mui explícita a crença nos dons concedidos pelo ESPÍRITO SANTO? Complete:
    "Cremos na _______________________ do ______________________ no ESPÍRITO SANTO e dos ____________________________ espirituais".

    4- Onde ressurgiu uma poderosa manifestação dos dons espirituais depois do derramamento no dia do pentecostes? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) Na Rua Azusa em Los Angeles, no final do século passado.
    ( ) Na Rua Azusa em Los Angeles, no início do século passado.
    ( ) Na Rua Azusa em Los Angeles, no início do século II.

    5- Qual o teor da mensagem, pregada pelos pentecostais, anunciando o evangelho completo de nosso Senhor JESUS CRISTO, em todo o mundo? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) JESUS salva, cura, batiza com o ESPÍRITO SANTO, concedia dons, e vem outra vez.
    ( ) JESUS salva, cura, batiza com o ESPÍRITO SANTO, concederá dons, e vem outra vez.
    ( ) JESUS salva, cura, batiza com o ESPÍRITO SANTO, concede dons, e vem outra vez.

    I. O QUE SÃO OS DONS ESPIRITUAIS
    6- O que são os dons espirituais? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) São dotações e capacitações sobrenaturais que o Senhor JESUS, por intermédio do ESPÍRITO SANTO, outorga à sua Igreja, visando a expansão universal da sua obra e a edificação dos santos.
    ( ) São dádivas de DEUS dadas somente aos apóstolos.
    ( ) Por intermédio dos dons, segundo o ESPÍRITO, o crente fala, conhece e age sobrenaturalmente.

    7- Qual a origem, ou fonte dos dons espirituais? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) Os dons espirituais, embora diversos, são procedentes do Único e Verdadeiro DEUS PAI.
    ( ) Os dons espirituais, embora diversos, são procedentes do Único e Verdadeiro DEUS Uno.
    ( ) Os dons espirituais, embora diversos, são procedentes do Único e Verdadeiro DEUS Triúno.

    8- Os Coríntios antes acreditavam em diversos deuses (1 Co 8.5,6). Entretanto, em que foram eles ensinados? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) Que há um só DEUS, eternamente subsistente em uma pessoa: JESUS CRISTO.
    ( ) Que há um só DEUS, eternamente subsistente em três pessoas: o PAI.
    ( ) Que há um só DEUS, eternamente subsistente em três pessoas: o PAI, o FILHO e o ESPÍRITO SANTO (2 Co 13.13).

    II. A ATUALIDADE DOS DONS ESPIRITUAIS
    9- O que ensina o falso ensino dos cessacionistas, sobre a atualidade dos dons espirituais? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Deduzem, erradamente, que os dons espirituais cessaram após a era apostólica, pois o Evangelho, de acordo com a geografia daqueles dias, já havia chegado aos confins da terra (At 1.8; 13.47).
    ( ) Ensinam que os dons só podem se manifestar hoje, somente nas igrejas pentecostais.
    ( ) Interpretando equivocadamente as Escrituras, eles citam 1 Coríntios 13.8: "mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão (...)". Eles se esquecem do versículo 10 que afirma: "Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado". Todavia, essa "era perfeita" ainda não começou; quando chegar, "então, veremos face a face" (v.12).

    10- Onde vemos com mais clareza os dons prometidos profeticamente? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) Na profecia de Joel, o derramamento do ESPÍRITO SANTO e a distribuição dos dons espirituais, seriam mais intensos nos últimos tempos.
    ( ) Na profecia de Paulo, o derramamento do ESPÍRITO SANTO e a distribuição dos dons espirituais, seriam mais intensos nos últimos tempos.
    ( ) Na profecia de Pedro, o derramamento do ESPÍRITO SANTO e a distribuição dos dons espirituais, seriam mais intensos nos últimos tempos.

    11- Onde vemos com mais clareza os dons prometidos se manifestando, historicamente? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Em Jerusalém, no Dia de Pentecostes, esta profecia cumpriu-se parcialmente (At 2.16-18).
    ( ) A profecia continua a cumprir-se onde quer que o evangelho seja ouvido e crido.
    ( ) Em nossos dias, o derramamento do ESPÍRITO recomeçou em 1906, na Rua Azusa, em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos da América, sob a liderança de William Joseph Seymour (1870-1922).
    ( ) O pentecostalismo expandiu-se, chegando ao Brasil em 1910.
    ( ) O pentecostalismo expandiu-se, chegando ao Brasil em 1914.
    ( ) No momento, a Assembléia de DEUS no Brasil já começa a comemorar o seu primeiro centenário, que teve início em 1911. (vivendo a realidade dos dons).

    III. OBJETIVOS DOS DONS ESPIRITUAIS
    12- Quais os objetivos primordiais dos dons espirituais? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Objetivos espirituais.
    ( ) Objetivos congregacionais.
    ( ) Objetivos individuais.

    13- Quais os objetivos congregacionais dos dons espirituais? Marque com "X" a resposta correta:
    ( ) Visam à predição do futuro.
    ( ) Visam à edificação, consolação e exortação do povo de DEUS.
    ( ) Visam à inquietação do povo de DEUS.

    14- Quais os objetivos individuais dos dons espirituais? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Os dons espirituais não devem ser usados para o nosso deleite.
    ( ) Os dons espirituais devem ser usados para o enriquecimento de nossa vida cristã: "O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja" (1 Co 14.4).
    ( ) Destacar e consolidar uma posição de destaque do obreiro em meio ao seu povo.
    ( ) Quando alguém é batizado com o ESPÍRITO SANTO e fala em línguas, em seu espírito ora, exalta e louva a DEUS secretamente.
    ( ) É um relacionamento íntimo entre o salvo e DEUS. Ninguém o entende, a não ser DEUS (1 Co 14.2).

    IV. OS DONS DE MANIFESTAÇÃO VERBAL
    15- Quais são os nove dons do ESPÍRITO SANTO? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Dom de variedade de línguas.
    ( ) Dom de interpretação de línguas.
    ( ) Dom de profecia.
    ( ) Dom da salvação.
    ( ) O dom da palavra da sabedoria.
    ( ) O dom da palavra da ciência.
    ( ) O dom de discernir os espíritos.
    ( ) Dom da pregação.
    ( ) Dom da fé.
    ( ) Os dons de curar.
    ( ) Dom de operação de maravilhas.

    16- Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:

    Dom de variedade de línguas Expressão verbal, é enunciada claramente no idioma de quem a profere, "para edificação, exortação e consolação" de todos (v.3). Este dom, hoje, não tem a mesma autoridade canônica das Escrituras (2 Pe 1.20), que são infalíveis. Este dom atual deve ser julgado (1 Co 14.29).
    Dom de interpretação de línguas São um dom plural na sua constituição e operação. A palavra "_____" está no plural no texto grego, indicando diferentes "_____" para vários tipos de moléstias ou enfermidades.
    Dom de profecia Este dom provê um conhecimento extraordinário e sobrenatural. Ele certamente operava nos profetas Eliseu (2 Rs 5.25,26) e Aías (1 Rs 14.1-8).
    O dom da palavra da sabedoria É a identificação sobrenatural de operações de espíritos quanto à sua origem e intenções: espíritos enganadores, demoníacos e humanos. É um dom defensivo que evita que sejamos enganados pelo adversário. Paulo tinha esse dom (At 16.16-18).
    O dom da palavra da ciência É evidente que este dom opera juntamente com outro dom, formando ambos uma profecia (vv.5,13,27,28).
    O dom de discernir os espíritos É o saber extraordinário e sobrenatural, outorgado diretamente pelo ESPÍRITO. O profeta Daniel tinha deste dom, segundo relata o escritor sagrado (Dn 1.17; 5.11,12; 10.1).
    Dom da fé Estes dois vocábulos que designam este dom, no original, estão no plural. São operações extraordinárias, surpreendentes e espantosos para levar os incrédulos à conversão; convencer os céticos e fortalecer os crentes fracos e duvidosos quanto à suficiência infinita de DEUS. Ver Jo 6; At 8.6,13; 19.11; Js 10.12-14. Moisés, Elias,

  • ESTUDOS DA LICAO 09 A IMPORTANCIA DA SANTA CEIA

    LIÇÃO 09 - A IMPORTÂNCIA DA SANTA CEIA
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 2º TRIMESTRE DE 2009
    1Coríntios - Os Problemas da Igreja e Suas Soluções
    Comentários do Pr. Antônio Gilberto
    Complementos e questionários: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    Questionário



    TEXTO ÁUREO
    "Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha" (1 Co 11.26).



    VERDADE PRÁTICA
    A Santa Ceia não é um mero símbolo; é um memorial da morte redentora de CRISTO por nós e um alerta quanto à sua vinda.



    LEITURA DIÁRIA
    Segunda Mt 26.28 A nova aliança em CRISTO
    Terça Mt.26.29 A vitória com CRISTO sobre a morte
    Quarta 1 Co 10.16,17 A Igreja é um só corpo em CRISTO
    Quinta 1 Co 11.28; 2 Co 13.5 O auto-exame interior do crente
    Sexta 1 Pe 1.18,19 Resgatados pelo precioso sangue de CRISTO
    Sábado Ap 19.7 As Bodas do Cordeiro no céu

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: 1 Coríntios 11.23-32.
    23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor JESUS, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. 26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha. 27 Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. 28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. 29 Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. 30 Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem. 31 Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 32 Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.

    ALIANÇA (PACTO, MEMORIAL, TRATADO, COMPROMETIMENTO)
    REFEIÇÃO DA ALIANÇA:
    Um dos nove pontos de uma Alianca de sangue.
    Significa: tudo o que eu como vai para o meu sangue e sangue é vida, então a minha vida se torna a tua e tua vida se torna minha; CRISTO, em Melquisedeque faz refeição com AbraHão.
    Agora a vida de Abrahão pertence a DEUS e a de DEUS (em CRISTO), pertence a Abrahão.



    Exemplo: Gn 14.18 Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do DEUS Altíssimo; 19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo DEUS Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! 20 E bendito seja o DEUS Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.



    A Ceia com os discípulos antes de morrer e conosco renovada sempre é um memorial da nova aliança. (Lc 22.7-23; Co 11.23-34; Jo 6.51-54)
    JESUS DEU SUA VIDA POR NÓS, DEVEMOS DAR NOSSA VIDA POR ELE - ISSO É ALIANÇA (RENOVADA SEMPRE).



    Palavra Chave: Memorial - Aquilo que mantém viva a memória de alguém ou de algo.

    INTERAÇÃO
    Caro professor, o tema desta semana nos oferece variadas lições espirituais. Portanto, ore e aprofunde-se no estudo do assunto.
    Nesta lição, explique aos alunos os termos transubstanciação e consubstanciação. O primeiro termo foi adotado pelos católicos em 1215 e depois confirmado pelo Concílio de Trento em 1551. Segundo eles, quando o sacerdote abençoa o pão e o vinho, estes transformam-se em corpo e sangue literais de JESUS. O segundo termo, ensinado por Lutero, significa que o corpo e o sangue de CRISTO se unem às substâncias do pão e do vinho. Não são literalmente o pão e o vinho, mas estão presentes. Talvez seja necessário você ainda distinguir os termos ordenanças e sacramentos. O segundo termo, mais usado pelos católicos, refere-se à idéia de que a Ceia do Senhor transmite graça espiritual ou salvífica a quem dela participa. Já a palavra ordenança, apenas sugere que a Santa Ceia foi "ordenada" pelo Senhor, entretanto, não é um meio de salvação para aqueles que participam do cálice e do pão. Boa aula!

    OBJETIVOS: Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
    Definir Santa Ceia.
    Explicar os elementos da Ceia.
    Aplicar as lições doutrinárias da Santa Ceia a sua vida.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Utilize o quadro comparativo entre a Páscoa e JESUS CRISTO para introduzir o tópico III. Enfatize ao final da exposição do quadro que tanto a Páscoa quanto CRISTO refletem a graça salvadora de DEUS.



    INTERPRETAÇÃO DO QUADRO:
    Na Páscoa, o sangue de um cordeiro ou cabrito (sem mácula), era imolado, ou sacrificado para que seu sangue fosse passados nos umbrais da porta para que o anjo não matasse nessa casa o primogênito (ou filho mais velho).
    Na Ceia lembramos que o cordeiro que tira o pecado do mundo, JESUS, derramou seu sangue para nos livrar do pecado e morte eterna.
    No sacrifício da Páscoa o cordeiro substituiu o primogênito, morreu em lugar do primogênito. (O sacrifício era anual)
    Na Ceia, lembramos de que JESUS (nosso cordeiro pascoal) morreu em lugar de toda a humanidade pecadora. (O sacrifício é único e perfeito, efetuado uma vez por todas).
    Na Páscoa, o sangue derramado tinha que ser de um cordeiro ou cabrito sem mácula, ou seja, sem mancha, sem defeito.
    Na Ceia, nosso cordeiro que é JESUS nunca pecou e Nele nunca se achou engano, era perfeito e sempre será.
    Na Páscoa havia comunhão entre DEUS - Moisés - e os israelitas, pois todos estavam de acordo com esses negócio e todos os israelitas obedeceram à ordem de DEUS dada através de Moisés, assim o anjo da morte passou por cima de suas casas e só matou o primogênito nas casas dos egípcios.
    Na Ceia existe a comunhão entre JESUS e seu corpo, que é a igreja. Também existe união entre os próprios irmãos que estão obedecendo a ordem de seu salvador e Senhor, lembrando sua morte, sua ressurreição e esperando ansiosamente pela sua volta para nos buscar.



    TRANSUBSTANCIAÇÃO E CONSUBSTANCIAÇÃO

    Consubstanciação é o termo que indica a crença na presença espiritual de Jesus nas espécies do pão e do vinho. E significa que Jesus se encontra presente COM a substância do pão e do vinho sem modificá-las / transformá-las.
    Ao contrário da Transubstanciação que refere a transformação da substância do pão e do vinho no Corpo e sangue de Jesus. Na consubstanciação, o Corpo e o sangue, se juntam ao pão e vinho, porém a substância do pão permanece, juntamente com sua aparência. Na transubstanciação, não estão presentes mais a substância do Pão e vinho ,estas são aniquiladas, ficando apenas as substâncias do corpo e sangue de Jesus. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus - 25-05-2009)



    TRANSUBSTANCIAÇÃO:
    (http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx...)
    A eucaristia é um dos sete sacramentos da Igreja Católica. Segundo o dogma católico, Jesus Cristo se acha presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade, isto é o que geralmente se entende por “Transubstanciação”.

    A doutrina da Transubstanciação não tem respaldo bíblico. Nem todos os representantes da Igreja Católica concordaram com esta doutrina, entre eles podemos citar o papa Gelásio I e Gelásio II, São Clemente, Agostinho...

    O QUE É DISCERNIR O CORPO DO SENHOR?
    “Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor.” I Co. 11:29
    Entre os cristãos daquela época existia uma festa chamada “Festa Ágape” ou festas de amor (Judas 12). Era comum entre os cristãos celebrarem a ceia com esta refeição (esta prática perdurou até na época de Justino, o mártir) que era destinada a ajudar os pobres. Corinto era uma igreja problemática em termos de doutrinas (véu, dons espirituais, batismo, brigas, divisões e santa ceia). Os Coríntios não estavam discernindo o real objetivo de suas reuniões (v.17,18,20). Para eles aquilo era apenas uma festa como as demais festas mundanas da sociedade grega (Corinto era grega) da qual tinham vindo. Então, quando se reuniam, todos se embriagavam, (v.21) como faziam antes de se converterem e não discerniam que aquilo era muito mais que uma festa, era “em memória” de Cristo (v.25). Por isso as pessoas deveriam se examinar antes de tocar no pão e no cálice (v.28), pois correriam o risco de tomar a ceia de modo indigno, fora do propósito para qual fora estabelecida, ou seja, para a comunhão e não divisão dos fieis (v.18). Isto é o que Paulo queria dizer com discernir o corpo do Senhor. Não há nada que insinue no texto a herética doutrina da “Transubstanciação”. O contexto quando analisado honestamente não comporta tal idéia. Qualquer conclusão que passar disso é falsa!

    OS DISPARATES DESSA DOUTRINA

    Ensina a teologia católica a transubstanciação (alteração de substância) durante a eucaristia. Após a consagração dos elementos, pão e vinho, recitada pelo padre, as palavras de Cristo, “isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue”, misteriosamente o pão se transforma na carne de Cristo e o vinho no seu sangue. Levando as palavras de Cristo a um literalismo irracional, dizem ser o pão o próprio corpo de Cristo presente na hóstia (depois dizem que nós é que somos fundamentalistas e interpretamos a Bíblia ao pé da letra!!!). Esta doutrina é baseada principalmente na perícope do evangelho de João 6:53. Contudo, daremos algumas razões de o porque rejeitarmos esta doutrina como errônea e perigosa.

    1. Se na frase “isto é o meu corpo” o verbo “é” implica a conversão literal do pão no corpo de Cristo, segue-se igualmente que nas palavras “Eu sou o pão da vida”(6:35) o verbo “sou” deve implicar igual mudança, ensinando-nos que Cristo se converte no pão, de modo, que se o primeiro é uma “prova” da transubstanciação, o segundo demonstra necessariamente o contrário; se o primeiro demonstra que o pão pode converter-se em Cristo, o segundo demonstra que Cristo pode converter-se em pão, o que é um verdadeiro absurdo, mas é isto o que a lógica desta filosofia nos leva a concluir!

    2. Se acreditarmos que neste episódio Jesus estava se referindo a eucaristia então forçosamente ninguém pode se salvar sem o sacramento e todo o que o recebe não pode se perder. Seria sempre necessário o fiel se comungar para não perder a benção da vida eterna. E aqueles que não podem tomá-la ? Estariam destinados ao inferno ? Crêem os católicos que todo aquele que comunga tem a vida eterna ? Pois Jesus disse que sem exceção, “todo aquele” que comesse a sua carne teria de fato a vida eterna. E o que dizer então daqueles que bebem indignamente (I Coríntios 11:28) ? Tal é a contradição e confusão que nos mostra tão descabida teoria se levada ao pé da letra.

    3. Este ponto já foi tratado acima, mas vamos reforçá-lo aqui. Ora, se tomadas literalmente estas palavras o beber o sangue é tão importante quanto o comer a sua carne, em outras palavras é tão necessário comer o pão (hóstia) como beber o cálice. E porque então o padre nega-lhes este direito desobedecendo a Bíblia?

    LEMBRANÇA OU PRESENÇA REAL ?
    Na ceia, todas as suas ações e palavras tinham alguma relação com a antiga páscoa. Tendo isto em vista devemos procurar na antiga festa uma explicação para a santa ceia que Ele iria substituir, pois Ele, Jesus, é a nossa páscoa (I Cor. 5:7)!
    Quando Moisés (o tipo de Cristo) instituiu a páscoa, mandou comer a carne e aspergir o sangue do cordeiro em suas casas (Ex: 12:11). Só que o cordeiro que comiam NÃO ERA a “páscoa”, pois tal palavra se deriva do verbo “pasah”, “passar por cima” incluindo a idéia de “poupar e proteger” v.13. A páscoa do Senhor era o “passar do anjo por toda a terra do Egito”. Vê-se, pois, que o ato do passar por cima das casas dos israelitas era uma coisa e o cordeiro que os israelitas comiam era outra essencialmente distinta: uma era um fato, a outra a recordação daquele fato. Embora Moisés tivesse dito a respeito do cordeiro: “É a páscoa”, isto é, a passagem do Senhor, não se segue que quisesse dizer que o cordeiro que tinham assado e de que estavam comendo se tivesse mudado ou transformado no ato de passar o Senhor por cima das casas. O sentido simplesmente era: “É uma recordação da páscoa ou da passagem do Senhor”. Temos pois aqui um exemplo clássico dessa figura de retórica pela qual se dá o nome da coisa que ela recorda, ou se põe o sinal pela coisa significada. Quando pois, as famílias se reuniam em torno da mesa para comer a páscoa o chefe da família dizia: “Esta é a páscoa do Senhor”, quando então queriam dizer “Esta é a recordação da páscoa do Senhor”. Pois bem, fincado na essência dessa celebração Jesus certamente se valeu da mesma expressão conhecidíssima dos israelitas. Depois de abolida a páscoa e substituída pela santa ceia, serviu-se da mesma expressão de que tinha feito uso na celebração antiga; era natural que do mesmo modo que tinha dito da páscoa “Esta é a páscoa do Senhor”, querendo dizer que aquilo era apenas a recordação daquele feito na época de Moisés, usasse também mui naturalmente as palavras “ISTO É O MEU CORPO” para significar que aquele rito devia ser usado como recordação do seu corpo e do seu sangue oferecidos na cruz; sendo Ele, o verdadeiro cordeiro de Deus (João 1:29) que nos libertou do cativeiro do pecado.

    Os discípulos sendo judeus versados nas escrituras, estavam por certo familiarizados com tais figuras de linguagem (Salmos 27:1-2, Isaías 9:18-20, 49:26) e não foi difícil entenderem o que Jesus queria lhes dizer, pois antes disso, eles os ouviram dizer: “Eu sou a porta”, “Eu sou o caminho”, “Eu sou a luz do mundo...” e entenderam perfeitamente a linguagem. Nada é mais comum do que dar à lembrança, ou a representação de uma coisa, o mesmo nome da coisa de que é representação ou sinal. Até mesmo os membros da igreja romana ao verem a imagem da santa dizem: “esta é Nossa Senhora”, ou vendo a imagem de um santo qualquer dizem: “este é São Pedro, este Santo Expedito e aquele outro Santo Antônio etc...” mesmo sabendo que aquilo (segundo acreditam) é apenas uma representação ou lembrança do que está no céu. Servem-se constantemente desta figura de retórica que dá representação ou lembrança o nome da coisa representada ou lembrada.
    Quando então distribuía os elementos da ceia, pão e vinho disse: “Isto É O MEU CORPO” e “ISTO É O MEU SANGUE”, arrematando ordena: “FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. Temos razão para crer que aquilo era uma comemoração ou lembrança de sua morte na cruz e devíamos prosseguir fazendo isto até que Ele venha. Para corroborar nosso ponto de vista, veja que mesmo após Jesus ter consagrado o vinho ele ainda continuou o que sempre fora, simplesmente um vinho “porque vos digo que desde agora não mais beberei do fruto da videira,( não disse meu sangue) até que venha o reino de Deus.” Lucas 22:18

    Paulo simplesmente considerava como pão e vinho, os elementos da santa ceia e não o corpo do Senhor transubstanciado: “Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha. De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.” I Co. 11:26-28. O pão apenas representava o corpo do Senhor, o vinho o seu sangue. Todas as vezes que nós nos reunimos para celebrar a santa ceia nós fazemos isto sempre EM MEMÓRIA do Senhor, pois Ele mesmo disse “FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM”. É EM MEMÓRIA!!! Não podemos sacrificar Cristo novamente (Hebreus 7:24,27).

    ABSURDO DOS ABSURDOS
    Por darem ouvido ao dogma da transubstanciação os católicos além de incorrem num terrível engodo, acabam por abraçar uma teoria fictícia, absurda até!
    Veja porque:
    a- Se naquela ocasião em que Jesus disse: “Isto é o meu corpo”, realmente tivesse ocorrido a tão propalada “transubstanciação” então somos levados a acreditar que existiam naquele momento dois corpos do Senhor? Levando este dogma às ultimas conseqüências teremos isto: Jesus pegou aquele pedaço de pão, já transformado em seu corpo (com divindade e alma, segundo crêem os católicos) e deu-se a si mesmo para seus discípulos comerem depois de terem comido o corpo do mestre sentaram-se ao seu lado. E ainda: Jesus também devia ter-se comido e engolido a si mesmo pois também é certo que Ele participou da ceia!
    b- E se tal pão consagrado for comido acidentalmente por um roedor (rato, por exemplo) da-se o caso que tal animal também engoliu o Cristo com seu corpo, alma e divindade? Ou quando não, se tal hóstia se estragar e vier apodrecer; seria o caso do corpo de Cristo que está naquele elemento apodrecer também? E como fica então Atos 2:31 que diz que a carne de Cristo não se corrompe?
    c- Quando se prova o pão, ele ainda é o pão, tem cheiro como tal, o gosto ainda é de pão, o mesmo se dá com o vinho! Onde o corpo de Cristo nisto tudo?
    •d- Se Cristo nos ordenou que celebrássemos a cerimônia até que Ele voltasse, conforme I Co. 11:26 (até que venha), como pode estar presente na hóstia? Se vem, não está! Devemos ressaltar que tal vinda é escatológica quando virá em corpo, pois espiritualmente, Ele está conosco todos os dias Mat. 18:20 -28:20, e esta promessa não tem nada a ver com a santa ceia.

    RESUMO DA LIÇÃO 09 - A IMPORTÂNCIA DA SANTA CEIA
    INTRODUÇÃO: A Ceia do Senhor é um ato de suma
    importância, em si mesmo e na vida do crente.
    I. O QUE É A SANTA CEIA
    A Santa Ceia não é apenas um ato celebrado pela igreja,
    mas também uma proeminente doutrina bíblica.
    1. Definição e designações.
    2. Ordenança ou sacramento.
    II. OS ELEMENTOS DA SANTA CEIA
    Elementos da Santa Ceia: o pão e o vinho.
    1. O pão. "Eu sou o pão da vida..."
    2. O vinho. "fruto da vide" e "cálice do Senhor"
    III. LIÇÕES DOUTRINÁRIAS DA SANTA CEIA
    Lições ou ensinos doutrinários da Ceia do Senhor até a volta de JESUS.
    1. A Santa Ceia é um mandamento do Senhor.
    2. É um memorial divino.
    3. É uma profecia a respeito da volta de JESUS.
    4. Deve ser precedida de auto-exame do participante (v. 25).
    5. A ceia do Senhor e o discernimento espiritual do crente.
    6. É uma ocasião propícia ao recebimento de bênçãos.
    7. A Santa Ceia é um momento de gratidão a DEUS.
    8. A Santa Ceia é para os discípulos do Senhor.
    9. É um momento de profunda e solene devoção e louvor a DEUS.
    10. A Santa Ceia é alimento espiritual.
    11. A Ceia do Senhor condena a duplicidade religiosa.
    CONCLUSÃO - A ceia é o Memorial da paixão e morte de
    Nosso Senhor JESUS CRISTO.

    SINOPSE DO TÓPICO (1) - A Santa Ceia é uma ordenança instituída por JESUS.
    SINOPSE DO TÓPICO (2) - O vinho simboliza o sangue de CRISTO, e o pão, o seu corpo.
    SINOPSE DO TÓPICO (3) - A Ceia é um mandamento, um memorial, uma profecia, e um momento de gratidão

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Doutrinário
    "A importância da Ceia do Senhor:
    1. Passado. É um memorial da morte de CRISTO no Calvário, para redimir os crentes do pecado e da condenação. Através da Ceia do Senhor, vemos mais uma vez diante de nós a morte salvífica de CRISTO e seu significado redentor para a nossa vida. A morte de CRISTO é nossa motivação maior para não cairmos em pecado e para nos abstermos de toda a aparência do mal (1 Ts 5.22).[...]
    2. Presente. É um ato de comunhão com CRISTO e de participação nos benefícios da sua morte sacrificial e, ao mesmo tempo, comunhão com os demais membros do corpo de CRISTO (10.16,17). Nessa ceia, com o Senhor ressurreto, Ele, como anfitrião, faz-se presente de modo especial (cf. Mt 18-20; Lc 24.35). [...]
    3. Futuro. É um antegozo do reino futuro de DEUS e do banquete messiânico futuro, quando então, todos os crentes estarão presentes com o Senhor (Mt 8.11; 22.1-14). Na Ceia do Senhor, toda essa importância acima mencionada só passa a ter significado se chegarmos diante do Senhor com fé genuína, oração sincera e obediência à Palavra de DEUS e à sua vontade." (Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD. p.1753).

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    SANTOS, Roberto dos Reis. A santa ceia. RJ: CPAD, 2005.
    HAMILTON, Victor P. Manual do Pentateuco. RJ: CPAD, 2006.

    SAIBA MAIS EM Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 38, p.40.

    APLICAÇÃO PESSOAL
    Sem dúvida alguma, a essência da Santa Ceia é a comunhão. Comunhão significa ter algo em comum com alguém. No âmbito espiritual, é indispensável que a Igreja, como Corpo de CRISTO, possua algumas características em comum, tais como: "um só corpo, um só espírito, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só DEUS e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." (Ef 4.4-6).
    Jamais deveríamos nos esquecer de que a Igreja de CRISTO é um lugar onde, embora se manifeste uma diversidade de características físicas e culturais, a unidade é fundamental. Unidade na diversidade. Diversidade de dons, ministérios, talentos, mas unidade na doutrina, na fé e no ESPÍRITO.

    Estudo sobre a Santa Ceia
    A ORDEM DOS EVENTOS NA ÚLTIMA CEIA DO SENHOR (H.M.S. abril/98)

    Tenho visto muitos estudos sobre o assunto, mas todos eles me parecem obedecer mais a “pontos de partida lógicos” do que a simples e somente a seqüência que emerge mais naturalmente da Bíblia. (Estes pontos de partida, a meu ver desnecessários, são que: (1) o lava-pés deve ter ocorrido antes de tudo; (2) o pão e o cálice só foram repartidos após o definitivo encerramento e retirada de tudo da refeição pascal; e (3) não é admissível que Judas tenha participado do pão e do cálice).
    Baseamo-nos na seqüência de Lucas porque, dos escritores dos 4 evangelhos, é ele quem se prende rigorosamente à seqüência, à cronologia dos fatos Lc 1:1-3.
    A ordem dos acontecimentos da última ceia do Senhor com seus apóstolos e que me parece emergir do relato bíblico, simplesmente tomado, é a seguinte:

    1. CRISTO pôs-se à mesa, com os 12 apóstolos Mt 26:20 Mc 14:17 Lc 22:14
    2. CRISTO: “Desejei muito ... não a comerei mais até que...” Lc 22:15-16
    3. Tomam a ceia pascal. Conforme Ex 12: cordeiro sem mácula, separado por 4 dias, sacrificado ao anoitecer, assado na brasa, servido com pães asmos e ervas amargosas, nada ficando para o amanhecer; todos com lombos cingidos, sapatos nos pés, cajado nas mãos, apressadamente, memorialmente, por estatuto perpétuo. Parece que CRISTO comeu apressadamente e terminou a ceia antes dos apóstolos. Houve um cálice Lc 22:17-18 (e, talvez, pão) nesta ceia pascal, antes da Ceia do Senhor, que teve lugar logo a seguir.
    4. Tomam a Ceia do Senhor: Em 1o. lugar, CRISTO abençoa o pão, explica-o, reparte-o. Mt 26:26 Mc 14:22 Lc 22:19 1Co 11:23-24,26
    5. Em 2o. lugar, CRISTO abençoa o cálice, explica-o, reparte-o, “não mais beberei dele até que...” Mt 26:27-29 Mc 14:23-25 Lc 22:20 1Co 11:25-26
    6. CRISTO, turbado em espírito: “Um de vós me há de trair.” Mt 26:21 Mc 14:18 João 13:21
    7. Apóstolos: “Sou eu, Senhor?” Mt 26:22 Mc 14:19 João 13:22
    8. CRISTO: “O que põe comigo a mão no prato ... ai daquele ...” Mt 26:23-24 Mc 14:20-21 Lc 22:21-23 João 13:18-20
    9. João: “Quem é?” João 13:23-25
    10. CRISTO, só a João: “É aquele ... bocado molhado” (comiam os restos das duas ceias) João 13:26
    11. Satanás se apossa de Judas. João 13:27a
    12. Judas Iscariotes: “Sou eu, Rabí?” Mt 26:25a
    13. CRISTO: “Tu o disseste.” Mt 26:25b
    14. CRISTO: “... faze-o depressa.” João 13:27b-29
    15. Judas sai. João 13:30
    16. Apóstolos: “Quem de nós será o maior?” Lc 22:24
    17. CRISTO repreende os apóstolos. Lc 22:25-27
    18. CRISTO revela aos apóstolos que eles reinarão. Lc 22:28-30
    19. CRISTO lava os pés dos apóstolos. João 13:2-17
    20. Hino. Mt 26:30a Mc 14:26a
    21. Saída para o Monte das Oliveiras. Mt 26:30b Mc 14:26b
    22. (no caminho) CRISTO anuncia Sua glorificação, ausência, e novo mandamento. João 13:31-35
    23. CRISTO adverte a Pedro. Mt 26:31-35 Mc 14:27-31 Lc 22:31-34 João 13:36-38
    24. As duas espadas. Lc 22:35-38

    1. CRISTO pôs-se à mesa, com os 12 apóstolos Mt 26:20; Mc 14:17; Lc 22:14.
    (Mat 26:20) E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze.
    (Mc 14:17) E, chegada a tarde, foi com os doze.
    (Lc22:14)E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.

    2. CRISTO: “Desejei muito ... não a comerei mais até que...” Lc 22:15-16.
    (Lc 22:15-16) E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; (16) Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de DEUS.

    3. Tomam a ceia pascal. Conforme Ex 12: cordeiro sem mácula, separado por 4 dias, sacrificado ao anoitecer, assado na brasa, servido com pães asmos e ervas amargosas, nada ficando para o amanhecer; todos com lombos cingidos, sapatos nos pés, cajado nas mãos, apressadamente, memorialmente, por estatuto perpétuo. Parece que CRISTO comeu apressadamente e terminou a ceia antes dos apóstolos. Houve um cálice Lc 22:17-18 (e, talvez, pão) nesta ceia pascal, antes da Ceia do Senhor, que teve lugar logo a seguir.
    (Lc 22:17) E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; (18) Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de DEUS. Este 1o. cálice, em Lc, fez parte da Ceia Pascal (profetizando a morte do Messias, para os judeus), não da Ceia do Senhor (memorial da morte do CRISTO, para a Igreja), que teve lugar logo a seguir.

    4. (Começam a tomar a Ceia do Senhor:) O pão: CRISTO o abençoa, explica simbolismo memorial, reparte. Mt 26:26; Mc 14:22; Lc 22:19; 1Co 11:23-24,26.
    (Mat 26:26) E, quando comiam, JESUS tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
    (Mc14:22) E, comendo eles, tomou JESUS pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
    (Lc 22:19) E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.
    (1Co 11:23) Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor JESUS, na noite em que foi traído, tomou o päo; (24) E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. (26) Porque todas as vezes que comerdes este päo e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.

    5. O cálice: CRISTO o abençoa, explica simbolismo memorial, reparte, “não mais dele beberei até que...”. Mt 26:27-29; Mc 14:23-25; Lc 22:17-18,20; 1Co 11:25-26.
    (Mat 26:27) E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; (28) Porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (29) E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.
    (Mc 14:23) E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele. (24) E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado. (25) Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da vide, até àquele dia em que o beber, novo, no reino de DEUS.
    (20) Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.
    (1Co 11:25) Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. (26) Porque todas as vezes que comerdes este päo e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.

    6. CRISTO, turbado em espírito: “Um de vós me há de trair.” Mt 26:21; Mc 14:18; João 13:21.
    (Mat 26:21) E, comendo eles, disse: Em verdade vos digo que um de vós me há de trair.
    (Mc 14:18) E, quando estavam assentados a comer, disse JESUS: Em verdade vos digo que um de vós, que comigo come, há de trair-me.
    (João 13:21) Tendo JESUS dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair

    7. Apóstolos: “Sou eu, Senhor?” Mt 26:22; Mc 14:19; João 13:22.
    (Mat 26:22) E eles, entristecendo-se muito, começaram cada um a dizer-lhe: Porventura sou eu, Senhor?
    (Mc 14:19) E eles começaram a entristecer-se e a dizer-lhe um após outro: Sou eu? E outro disse: Sou eu?
    (João 13:22) Então os discípulos olhavam uns para os outros, duvidando de quem ele falava.

    8. CRISTO: “O que põe comigo a mão no prato ... ai daquele ...” Mt 26:23-24; Mc 14:20-21; Lc 22:21-23.
    (Mat 26:23) E ele, respondendo, disse: O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair. (24) Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido.
    (Mc 14:20) Mas ele, respondendo, disse-lhes: É um dos doze, que põe comigo a mão no prato. (21) Na verdade o Filho do homem vai, como dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para o tal homem não haver nascido.
    (Lc 22:21) Mas eis que a mão do que me trai está comigo à mesa. (22) E, na verdade, o Filho do homem vai segundo o que está determinado; mas ai daquele homem por quem é traído! (23) E começaram a perguntar entre si qual deles seria o que havia de fazer isto.

    9. João: “Quem é?” João 13:23-25.
    (João 13:23) Ora, um de seus discípulos, aquele a quem JESUS amava, estava reclinado no seio de JESUS. (24) Então Simão Pedro fez sinal a este, para que perguntasse quem era aquele de quem ele falava. (25) E, inclinando-se ele sobre o peito de JESUS, disse-lhe: Senhor, quem é?

    10. CRISTO, só a João: “É aquele ... bocado molhado” João 13:26. (estavam comendo os restos das duas ceias)
    (João 13: 26) JESUS respondeu: É aquele a quem eu der o bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão

    11. Satanás se apossa de Judas. João 13:27a
    (João 13:27a) E, após o bocado, entrou nele Satanás. ...

    12. Judas Iscariotes: “Sou eu, Rabí?” Mt 26:25a.
    (Mat 26:25a) E, respondendo Judas, o que o traía, disse: Porventura sou eu, Rabi?.

    13. CRISTO: “Tu o disseste.” Mt 26:25b.
    (Mat 26:25:) Ele disse: Tu o disseste.

    14. CRISTO: “... faze-o depressa.” João 13:27b-29.
    (João 13:27b-30) ... Disse, pois, JESUS: O que fazes, faze-o depressa. (28) E nenhum dos que estavam assentados à mesa compreendeu a que propósito lhe dissera isto. (29) Porque, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que JESUS lhe tinha dito: Compra o que nos é necessário para a festa; ou que desse alguma coisa aos pobres.

    15. Judas sai. João 13:30.
    (João 13:30) E, tendo Judas tomado o bocado, saiu logo. E era já noite.

    16. Apóstolos: “Quem de nós será o maior?” Lc 22:24.
    (Lc 22:24) E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior

    17. CRISTO repreende os apóstolos. Lc 22:25-27.
    (Lc 22:25) E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. (26) Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve. (27) Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve

    18. CRISTO revela aos apóstolos que eles reinarão. Lc 22:28-30.
    (Lc 22:28) E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações. (29) E eu vos destino o reino, como meu Pai mo destinou, (30) Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel.

    19. CRISTO lava os pés dos apóstolos. João 13:2-17.
    (João 13:2) E, acabada a ceia, tendo o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse, JESUS, (3) sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de DEUS e ia para DEUS, (4) Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se. (5) Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. (6) Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim? (7) Respondeu JESUS, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois. (8) Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe JESUS: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. (9) Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. (10) Disse-lhe JESUS: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos. (11) Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso disse: Nem todos estais limpos. (12)Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? (13) Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. (14) Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. (15) Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. (16)Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. (17) Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.

    20. Hino. Mt 26:30a; Mc 14:26a.
    (Mat 26:30a) E, tendo cantado o hino, ...
    (Mc 14:26a) E, tendo cantado o hino, ...

    21. Saída para o Monte das Oliveiras. Mt 26:30b; Mc 14:26b; Lc 22:39.
    (Mat 26:30:) ... saíram para o Monte das Oliveiras.
    (Mc 14:26:) ... saíram para o Monte das Oliveiras.

    22. (no caminho) CRISTO anuncia Sua glorificação, ausência, e novo mandamento. João 13:31-35.
    (João 13:31-35) Tendo ele, pois, saído, disse JESUS: Agora é glorificado o Filho do homem, e DEUS é glorificado nele. (32) Se DEUS é glorificado nele, também DEUS o glorificará em si mesmo, e logo o há de glorificar. (33) Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, mas, como tenho dito aos judeus: Para onde eu vou não podeis vós ir; eu vo-lo digo também agora. (34) Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. (35) Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

    23. CRISTO adverte a Pedro. Mc 14:27-31; Lc 22:31-34; João 13:36-38.
    (Mc 14:27) E disse-lhes JESUS: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas se dispersarão. (28) Mas, depois que eu houver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galiléia. (29) E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu. (30) E disse-lhe JESUS: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás. (31) Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei. E da mesma maneira diziam todos também.
    (Lc 22:31) Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; (32) Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos. (33) E ele lhe disse: Senhor, estou pronto a ir contigo até à prisão e à morte. (34) Mas ele disse: Digo-te, Pedro, que não cantará hoje o galo antes que três vezes negues que me conheces
    (João 13:36-38) Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde vais? JESUS lhe respondeu: Para onde eu vou não podes agora seguir-me, mas depois me seguirás. (37) Disse-lhe Pedro: Por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida. (38) Respondeu-lhe JESUS: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes.

    24. As duas espadas. Lc 22:35-38.
    (Lc 22:35) E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada. (36) Disse-lhes pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a; (37) Porquanto vos digo que importa que em mim se cumpra aquilo que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Porque o que está escrito de mim terá cumprimento. (38) E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta.

    APÊNDICE:
    No ano 32 segundo nosso calendário, CRISTO foi traspassado e verteu todo Seu sangue ao anoitecer de uma quarta-feira (nossa). Para os judeus, esta ocasião foi o fim do dia 14 de Nissan, portanto foi a hora da imolação do cordeiro da Páscoa e o início do quinto dia da semana. Este quinto dia da semana foi também considerado um sábado (que significa dia de cessação dos trabalhos), pois, sendo o primeiro dia da festa dos pães asmos, era dia religioso a ser guardado em descanso. CRISTO ressuscitou durante a noite do sábado para o domingo. Portanto, como tinha profetizado, CRISTO ficou exatamente 3 dias completos e 3 noites completas no seio da terra, com a porta do túmulo fechada, até que ressuscitou e dele saiu.
    Por tudo isso, a última ceia do Senhor com seus apóstolos ocorreu numa noite da terça para a quarta-feira, noite que chamaríamos 13 de abril mas que, para CRISTO, já era 14 de Nissan e, para outros judeus, era 13 de Nissan.
    Notemos que, devido a diferenças na determinação da hora exata da uma lua cheia, em certos anos haviam alguns judeus que começavam a contar o 1o. dia do ano antes dos demais. Isto ocorreu naquele ano. Para CRISTO e seus discípulos, aquela terça-feira era 14 de Nissan, enquanto para os demais era somente 13 de Nissan. Porisso, CRISTO guardou a Páscoa 1 dia antes dos demais.
    Julgue se assim mesmo e aproveite o que for bom.
    (http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatis...)

    A refeição no noivado e casamento tem muito a ver com a ceia:
    Jo 14.3- “E, se eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.

    DEUS sempre vem ao homem no nível em que ele se encontra, de maneira simples e cotidiana, e aqui JESUS usa a figura do noivado judaico (hebreus) para infundir fé em seus ouvintes a respeito de sua volta para buscar-nos; vejamos:
    1- Quem escolhia a noiva era a pai do noivo (Gn 24.2-4), compare com Rm 8.29 onde DEUS nos escolhe para seu filho.
    2- O costume era que a escolhida fosse a filha mais velha, mas se a mesma fosse maior (acima de 18 anos), poderia aceitar ou não o noivo (Gn 29.24-26), compara com Jo 1.11,12 aonde JESUS veio para ISRAEL (a filha mais velha, porém de maior), mas estes não o receberam, assim JESUS escolheu a nós (gentios filhos mais novos que não eram os escolhidos, para sermos sua noiva, a Igreja).
    3- No noivado o noivo ia à casa da noiva para cear e confirmar o compromisso (Gn 24.54), compare com Mt 22.14-20 aonde JESUS vem a nossa casa (o mundo) e ceia conosco (representados pelos apóstolos).
    4- O noivo deixava um penhor como prova de que ia voltar para buscar a noiva (Gn 24.53), compare com Ef 1.13,14 onde o ESPÍRITO SANTO nos é dado como penhor e prova de que o SENHOR voltará para nos buscar. (2 Ts 2.7)
    5- A noiva era comprada por preço de ouro (Gn 24.47), compare com 1 Co 6.19,20 e At 20.28 onde a palavra de DEUS nos diz que fomos comprados pelo sangue de JESUS CRISTO derramado na cruz do calvário (o preço maior que existe).
    6- O noivo ia preparar uma casa para o casal, ao lado da casa de seu pai (Gn 24.67), compare com a leitura em Jo 14.2 onde JESUS diz que na casa de nosso pai existem muitas moradas e que ELE ia nos preparar lugar.
    7- O noivo mandava recados e recebia recados da noiva através de algum emissário (a), dizendo como é que gostava da noiva: Se bem vestida, modo de falar correto e santo, etc... Também dizia que era pra esperá-lo, pois a casa estava quase pronta e ele estava voltando; compare com Hb 13.7 e 13.14; Ef 5.19 e 5.25-27; Ap 22.7 e 22.20; etc..., Onde JESUS está nos exortando a continuarmos firmes, com uma vida santa e irrepreensível e o ESPÍRITO SANTO sempre nos avisando: JESUS ESTÁ VOLTANDO, a casa está quase pronta, prepara-te.
    Sf 1.7 “Cala-te diante do Senhor DEUS, porque o dia do Senhor está perto; pois o Senhor tem preparado um sacrifício, e tem santificado os seus convidados”.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 09 - A IMPORTÂNCIA DA SANTA CEIA
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 2º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Porque, todas as vezes que ______________________ este pão e _____________________ este cálice, ____________________ a morte do Senhor, até que venha" (1 Co 11.26).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    A Santa Ceia não é um mero ___________________; é um __________________ da morte redentora de CRISTO por nós e um _________________ quanto à sua vinda.

    INTRODUÇÃO
    3- O que nos lembra a Santa Ceia?
    ( ) A Santa Ceia lembra as refeições dos discípulos em companhia de JESUS.
    ( ) A Santa Ceia lembra o arrebatamento de CRISTO em sua primeira vinda.
    ( ) A Santa Ceia lembra a paixão e a morte de CRISTO em nosso lugar, bem como a sua segunda vinda.

    I. O QUE É A SANTA CEIA

    4- De quem Paulo recebeu o ensino da Santa Ceia, segundo a bíblia?
    ( ) Diretamente dos apóstolos no primeiro concílio da igreja.
    ( ) Diretamente dos apóstolos quando visitou Jerusalém e se reuniu com os mesmos.
    ( ) Diretamente do Senhor: "Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei".

    5- Quando Paulo, provavelmente, recebeu de JESUS o ensino da Santa Ceia?
    ( ) Provavelmente durante os dois anos em que estivera a sós com DEUS na Arábia, sobre os quais as Escrituras silenciam (Gl 1.11,12, 15-17).
    ( ) Provavelmente durante os três anos em que estivera a sós com DEUS na Arábia, sobre os quais as Escrituras silenciam (Gl 1.11,12, 15-17).
    ( ) Provavelmente durante os quatro anos em que estivera a sós com DEUS na Arábia, sobre os quais as Escrituras silenciam (Gl 1.11,12, 15-17).

    6- Complete, segundo as duas ordenanças da Igreja Cristã originadas do ministério terreno de Nosso Senhor JESUS CRISTO:
    Com o seu ___________________, no rio Jordão, Ele iniciou o seu glorioso ministério (Mt 3.13-16), encerrando-o com a instituição da Santa Ceia, sua paixão e morte redentora (Mt 26.26-30). Enquanto o __________________ fala da nossa fé em CRISTO e ocorre apenas uma vez na vida do crente (Mc 16.16), a __Ceia__ do Senhor diz respeito à nossa comunhão com Ele, e deve ser _______________________ renovada (Lc 22.14,15).
    7- Para quem a Santa Ceia é uma ordenança da Igreja, instituída por JESUS na noite em que ele foi traído?
    ( ) A Ceia do Senhor é conhecida pelos católicos ortodoxos como ordenança, por constituir-se numa ordem dada por CRISTO aos santos apóstolos.
    ( ) A Ceia do Senhor é conhecida pelos católicos romanos como ordenança, por constituir-se numa ordem dada por CRISTO aos santos apóstolos.
    ( ) A Ceia do Senhor é conhecida pelos judeus como ordenança, por constituir-se numa ordem dada por CRISTO aos santos apóstolos.
    ( ) A Ceia do Senhor é conhecida pelos evangélicos como ordenança, por constituir-se numa ordem dada por CRISTO aos santos apóstolos.

    8- Para quem a Santa Ceia é uma sacramento da Igreja?
    ( ) Para os católicos romanos e certas alas do protestantismo.
    ( ) Para os católicos ortodoxos e certas alas do judaísmo.
    ( ) Para os católicos protestantes.

    II. OS ELEMENTOS DA SANTA CEIA

    9- Quais são os elementos da Santa Ceia e o que representam?
    ( ) O pão, o vinho e a água que JESUS lavou os pés dos discípulos, representam a vida terrena de CRISTO.
    ( ) O pão e o vinho por representarem, respectivamente, o corpo e o sangue do Senhor JESUS.
    ( ) O pão e o vinho são, biblicamente, o memorial do Calvário; representam o corpo e o sangue de CRISTO.

    10- Por que o pão é um dos elementos da Santa Ceia do Senhor?
    ( ) Por ser este alimento o símbolo da vida, JESUS assim identificou-se aos seus discípulos (Jo 6.35).
    ( ) Porque o trigo, do qual o pão é feito, é símbolo de salvação.
    ( ) Quando o pão é partido, vem-nos à memória o sacrifício vicário de CRISTO. ELE deu sua vida em resgate da humanidade caída e escravizada pelo Diabo.

    11- Por que o vinho é um dos elementos da Santa Ceia do Senhor?
    ( ) Porque lembra-nos da embriagues do pecado de Adão.
    ( ) Porque lembra-nos o sangue de CRISTO vertido na cruz para redimir a todos os filhos de Adão.
    ( ) Porque lembra-nos o sangue de CRISTO bebido pelos filhos de Adão.

    III. LIÇÕES DOUTRINÁRIAS DA SANTA CEIA
    12- Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda as lições ou ensinos doutrinários da Ceia do Senhor até a volta de JESUS.

    1. A Santa Ceia é um mandamento do Senhor. Toda ceia destina-se a alimentar. Devemos participar desse SANTO Memorial convictos, pela fé e esperança de que seremos novamente alimentados espiritualmente.
    2. É um memorial divino. "Anunciais a morte do Senhor até que venha" (v.26). A igreja ao celebrar a Ceia do Senhor, está também anunciando a todos a sua vinda. "E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no reino de meu Pai" (Mt 26.29).
    3. É uma profecia a respeito da volta de JESUS. Conforme Lucas 22.14, JESUS levou apenas os Doze para a mesa da Páscoa, seguida da Ceia do Senhor. Se a Ceia fosse para qualquer um, Ele teria chamado a todos sem distinção. A Santa Ceia é para os santos em CRISTO JESUS.
    4. Deve ser precedida de auto-exame do participante (v. 25). Participar da Ceia sem discernir "o corpo do Senhor" (v. 29), é ter os santos elementos da Ceia como coisas comuns, e não como emblemas do corpo e do sangue de CRISTO.
    5. A ceia do Senhor e o discernimento espiritual do crente. Na Ceia do Senhor todo crente deve ser agradecido. "E tendo dado graças" (v.24). Em todos os registros da Ceia vemos ação de graças a DEUS: 1 Co 11.24; Mt 26.27; Mc 14.23; Lc 22.19.
    6. É uma ocasião propícia ao recebimento de bênçãos. Trata-se do auto-julgamento do cristão diante de DEUS, quanto ao seu estado espiritual (v.31). Esse auto-exame deve ser feito com o auxílio do ESPÍRITO SANTO e tendo a nossa consciência alinhada às Escrituras.
    7. A Santa Ceia é um momento de gratidão a DEUS. "Em memória de mim" (vv.24,25). É um memorial da morte do Cordeiro de DEUS em nosso lugar (1 Pe 1.18,19; Jo 1.29). Como tal, a Santa Ceia comemora algo já realizado (Lc 22.19).
    Assim como a sociedade, o governo, o povo, as instituições particulares têm seus memoriais, aos quais estimam, honram e preservam, nós temos muito mais razão, dever, direito e prazer de sempre participar da Ceia do Senhor.
    8. A Santa Ceia é para os discípulos do Senhor. "Não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios" (10.21). A Santa Ceia é incompatível com a duplicidade da vida espiritual do cristão (Sl 119.113; Mt 6.24; 2 Co 6.14).
    9. É um momento de profunda e solene devoção e louvor a DEUS. "O cálice de bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de CRISTO? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de CRISTO?" (10.16). Portanto, DEUS pode derramar copiosas bênçãos no momento da ceia. Houve milagres na preparação da primeira Ceia (Lc 22.10-13).
    10. A Santa Ceia é alimento espiritual. "E, tendo cantado um hino" (Mt 26.30). Como JESUS cantou à sombra da sua cruz, não podemos compreender, nem explicar!
    11. A Ceia do Senhor condena a duplicidade religiosa. Ele ordenou por duas vezes: "fazei isto em memória de mim" (vv.24,25)

    CONCLUSÃO

    13- Complete:
    Tendo em mente o exposto, devemos sentar-nos à mesa do Senhor, com _____________________, temor de DEUS e humildade. Conscientizemo-nos, pois, de que, ali, não estão meros símbolos, mas o sublime _________________________ da paixão e morte de Nosso Senhor JESUS CRISTO. Caso contrário, seremos contados como __________________ diante de DEUS. Que o Senhor nos guarde a todos, por sua graça.

    14- Encontre as palavras abaixo no caça-palavras, vale de traz para frente:

    BATISMO - CÁLICE - CEIA - CORPO - ENSINO - MEMORIAL - MORTE - ORDENANÇA - PÃO - RESSURREIÇÃO - SACRAMENTO - VINDA - VINHO.

    S A C R A M E N T O
    Â É A E C V I C S R
    B E N S I N O E E D
    L U R S C Á L I C E
    C P V U P Ã O A Ç N
    O A I R Q E D Y E A
    R C N R F T A Z R N
    P Z D E J R A E I Ç
    O L A I R O M E M A
    D E I Ç A M D A E O
    Ç Ã E Ã V V I N H O
    A X H O M S I T A B

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO NOS VÍDEOS: http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...

    Ajuda:
    CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
    http://universobiblico.com.br/assembleia/estud... (VÍDEOS da EBD na TV, DESTA LIÇÃO, INCLUSIVE)
    BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
    Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...
    Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com , http://www.ebdweb.com.br/, em http://www.idbpa.net/joomla/index.php?option=c..., http://www.sovitoria.com.br/ - Ou nos sites seguintes:
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    http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatis...
    http://www.apazdosenhor.org.br/prof/alianca.ht...
    http://www.apazdosenhor.org.br/prof/ultimaceia...
    http://www.apazdosenhor.org.br/prof/precio2.ht...
    OBRAS CONSULTADAS
    Por Amor aos Católicos Romanos, Rick Jones – Chick Publications
    A Reforma Protestante, Abraão de Almeida – CPAD
    A Igreja que veio de Roma, Karl Weiss – Editora Gráfica Universal Ltda
    Noites com os Romanistas, M. H Seymour – Edições Cristãs
    Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

  • AS CIDADES DE REFUGIO LICAO 11 Evhenrique

    LIÇÃO 11 - AS CIDADES DE REFÚGIO
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2009
    Livro de Josué - As Conquistas e as Promessas do Povo de DEUS
    Comentários: Elienai Cabral
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto
    Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



    TEXTO ÁUREO
    "DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia" (Sl 46.1).



    VERDADE PRÁTICA
    Assim como as cidades de refúgio de Israel, JESUS é a nossa segurança: abrigo e socorro em todas as circunstâncias da vida



    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Josué 20.1-6.
    1 - Falou mais o SENHOR a Josué, dizendo: 2 - Fala aos filhos de Israel, dizendo: Apartai para vós as cidades de refúgio, de que vos falei pelo ministério de Moisés; 3 - para que fuja para ali o homicida que matar alguma pessoa por erro e não com intento; para que vos sejam refúgio do vingador do sangue.
    4 - E, fugindo para alguma daquelas cidades, por-se-á à porta da cidade e proporá as suas palavras perante os ouvidos dos anciãos de tal cidade; então, tomarão consigo na cidade e lhe darão lugar, para que habite com eles. 5 - E, se o vingador do sangue o seguir, não entregarão na sua mão o homicida; porquanto não feriu a seu próximo com intento e o não aborrecia dantes. 6 - E habitará na mesma cidade, até que se ponha ajuízo perante a congregação, até que morra o sumo-sacerdote que houver naqueles dias; então, o homicida voltará e virá à sua cidade e à sua casa, à cidade de onde fugiu.

    INTERAÇÃO
    Professor, precisamos avançar no estudo do livro de Josué. Na lição de hoje vamos estudar o capítulo 20. Todavia, você poderá informar aos alunos que os capítulos 74 e 75 descrevem a distribuição das terras do sul para Judá e Calebe. Os capítulos 76 e 77 explicam a repartição das terras centrais para os filhos de José, enquanto a seção 78 - 79 trata da divisão do restante das terras. O capítulo 20 apresenta a localização e o estabelecimento das seis cidades de refúgio dentre as 48 cidades dos levitas, capítulo 27. Transmita essas informações aos seus alunos e boa aula!

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

    Ecada lado do rio Jordão havia três cidades de refúgio.
    Três do lado leste do Jordão: Bezer (para a tribo de Rubens), Ramote (em Gileade) e Golã (para a meia tribo de Manassés). Outras três ficavam na parte oeste do Jordão: Quedes (na montanha de Naftali), Siquém (na montanha de Efraim) e Hebrom (na montanha de Judá). Essas cidades estavam convenientemente situadas nas regiões norte, central e sul de Canaã.



    COMENTÁRIOS
    Revista CPAD - 1º Trimestre de 1992 - Severino Pedro da Silva
    INTRODUÇÃO
    Assim como Israel tinha as suas cidades de refúgio, de igual modo a Igreja. Ainda que perseguida e incompreendida, pode contar com a pronta intervenção de CRISTO. Aliás, o Senhor JESUS é descrito, não somente como o nosso refúgio, mas também como o nosso eterno e seguro repouso. Ele, pois, é o nosso refúgio. Sem a ajuda do Filho de DEUS, não conseguiríamos atravessar por tantas lutas e dificuldades. Corramos, pois. à cidade de refúgio. Lá, o mal nunca nos alcançará.
    As cidades de refúgio instituídas por expressa ordem de DEUS, representavam para o homicida perseguido e fugitivo, segurança e descanso ao mesmo tempo. Tomando-se assim, uma figura expressiva de CRISTO nosso Salvador.



    I. AS SEIS CIDADES DE REFÚGIO
    1. Três cidades ... no meio da terra" (v.2).
    A princípio DEUS ordenou à Moisés apenas a escolha de "três cidades de refúgio" e não seis conforme ficou instituído depois (Dt 40.41; Js 20.6). Posteriormente com a dilatação da terra prometida, este número foi elevado para seis. "Três destas cidades (disse DEUS) dareis daquém do Jordão, e três destas cidades dareis na terra de Canaã; cidades de refúgio serão" (Nm 35.14; Dt 19.2,7­9). Estas cidades passaram a funcionar como uma espécie de "salvo-conduto", transformando a pena do culpado não intencional numa prisão domiciliar. Alguns crimes, mesmo cometidos aci­dentalmente, eram reputados como "homicidas" e qualificados como "erro" (vo4). Os tipos de crimes que dariam direito à segurança nas cidades de refúgio vêm descritos em (Nm 35.15-23; Dt 1904-6),etc. (SCR e S:)

    2. A situação geográfica das cidades de refúgio (vv.8 ,9).
    Das quarenta e oito cidades destinadas aos levitas, seis foram nomeadas como "cidades de refúgio" , três pelo lado ocidental e três pelo lado oriental do Jordão, da seguinte maneira:
    a) cidades ocidentais:
    • "Quedes em Galiléia, na montanha de Naftali" (v.7a);
    • "Siquém na montanha de Efraim " (v.7:);
    • Quiriate-Arba, esta é Hebrom, na montanha de Judá" (v.7c);

    :) cidades orientais:
    • "Bezer, no deserto, na campina da tribo de Rúben" (v.8a);
    • "Ramote em Gileade da tribo de Gade" (v.8:);
    • "Golã em Basã da tribo de Manassés" (v.8c).

    3. "Para que fuja para ali o homicida" (Js 20.3).
    A terra de Canaã era mais que a Terra Prometida, geograficamente falando: era terra santa, santificada pela presença de DEUS que vive no meio do seu povo (Êx 19. 5,6). Portanto, é de maior importância manter pura essa terra, especialmente da contaminação mais terrível do derramamento de sangue. Assim, o homicida não-intencional, fugia para uma das cidades de refúgio mais próxima, afim de que os anciãos daquela cidade, julgassem sua causa (v. 4). Ali, com efeito, ele estaria protegido do "vingador do sangue".

    II. NOSSO REFÚGIO SUPREMO
    1. "DEUS é o nosso refúgio" (SI L16.1).
    Não somente este salmo, em foco, fala de DEUS corno sendo "nosso refúgio", mas outros textos da Bíblia falam a mesma coisa (2 Sm 22.3; SI 9.9; 14.6; 18.2; 59.16; 61.3; 62.8 e ss; Jr 17.17; n 3.16; Hb 6.18). Neste sentido DEUS é apresentado metaforicamente corno sendo um "lugar de proteção" e "esconderijo". DEUS é o "nosso refúgio" porque sua "perfeição" e poder incluem todos os atributos, até os mais excelentes:
    *Ela "exclui" toda a dependência, toda a existência, toda a composição, corrupção, mortalidade, contingência, ignorância, injustiça, fraqueza, miséria, finalrnente todas as imperfeições.
    *Mas ela "inclui" a necessidade da vida, independência, unidade perfeita, simplicidade, imensidade, eternidade, imortalidade. Finalrnente, tudo que significa proteção e segurança em grau supremo!

    2. Em JESUS CRISTO encontramos refúgio.
    Os judeus tinham uma tradição mediante a qual o Messias, quando viesse, adicionaria mais "três cidades de refúgio" às já existentes, das quais uma seria a cidade de Sião, ou Jerusalém (cf. Is 14.6), pelo que o Messias era associado a idéia de "descanso" para os oprimidos e de segurança para os perseguidos (Hb 6.18). De acordo com os preceitos do Antigo Testamento, quem tivesse morto o próximo por acidente, tinha a permissão de fugir para qualquer uma dentre as seis cidades de refúgio, localizadas em pontos estratégicos da Palestina, e que envolvia uma geografia bastante ampla, para conveniência daqueles que tivessem de fugir (Nm35.9-32: Dt 19.1-13). Essa prática, portanto, tomou-se "tipo simbólico" do refúgio e segurança que os pecadores encontram em CRISTO.

    III- A NOSSA CIDADE DE REFÚGIO
    1. Algumas igrejas e ministérios são verdadeiras cidades de refúgio.
    Atualmente, em alguns lugares no mundo, igrejas e ministérios santos, tem servido de "verdadeiras cidades de refúgio" para os crentes e obreiros oprimidos ­ vítimas da inveja daqueles que já perderam a visão espiritual. A inveja tem sido uma "arma sombria" que Satanás tem usado no campo da destruição. As habilidades e talentos sempre despertam invejas naqueles que não se sentem seguros. Isaque, Jacó, José, Moisés, Davi, Daniel, e outros vultos do Antigo Testamento. foram odiados por seus circunstantes, somente porque eram abençoados por DEUS (Gn 26.12-16; 31.5-9; 37.4,8; Nm 12.1-8; 1Sm 18.7-9; Dn 6.1-6; At 5.17ss). JESUS previu isso e recomendou dizendo: "Quando, pois, vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra" (Mt 10.23a). Pedro diz que: "As mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo" (1Pe 5.9). Então meu irmão: é tempo de fugir. "Escapa­te para ali..." (Gn 19.22a). Escapa-te para um lugar onde o amor e o temor a DEUS estão em primeiro lugar. "Fugi, salvai a vossa vida (espiritual e ministerial)" (Jr 48.6a).

    2. DEUS sempre prepara um lugar de refúgio.
    O cuidado de DEUS pelo seu povo sempre esteve em evidência. E, necessariamente, na caminhada da Igreja desde o seu princípio de formação e através dos séculos, este cuidado continuará presente (cf. Fp 1.6; 2 Tm 4.18; Ap 3.10). Dois grandes acontecimentos, um passado outro ainda futuro, mostram como o cuidado do DEUS e de seu Filho JESUS CRISTO está em evidência:
    1°) No ano 70 d.C., quando 08 exércitos romanos sob o comando do general Flávio Tito, Vespasiano invadiu Jerusalém, nenhum cristão pereceu.
    JESUS revelou-se três dias antes, e eles fugiram a tempo para a cidade de Pella, na Peréia, uma das cidades de Decápolis como "cidade de refúgio", e ali os escaparam da destruição (Mt 24.15-20).

    2°) Durante a Grande Tribulação.
    Durante o período sombrio da Grande Tribulação, DEUS já preparou um lugar de refúgio" para os remanescentes de Israel. Sugerem-se que este lugar de "refúgio" seja Petra, no monte Seir, na terra de Edom e Moabe. Sela ou Petra, a cidade da rocha é uma das maravilhas do mundo (localizada ao sudeste do Mar Morto), como possível esconderijo. Este lugar de isolamento é denominado por vários nomes, a saber: "refúgio" (ls 16.4); "quartos" (ls 26.20); "deserto" (Ap 12.6,14). Diz-se que é um "lugar preparado por DEUS". Geograficamente, refere-se a Edom e Moabe, e as primícias dos filho de Amom (Dn 11.41). São esses os únicos países a escaparem da influência do Anticristo. Seja como for, o cuidado de DEUS é assegurado ao seu povo. DEUS é o nosso refúgio". Confiemos NELE. Amém. (SD).

    C- SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO CRONOLÓGICO
    As cidades de refúgio foram instituídas por volta de 1423 a.C.
    SUBSÍDIO BÍBLICO.
    O comentário a seguir foi feito pelo pastor Antônio Neves de Mesquita: "O principio visado por estas cidades de refúgio era evitar que um criminoso involuntário sofresse as conseqüências do seu ato. Poderia acontecer que um homem matasse outro, ou mesmo o ferisse involuntariamente. Muito naturalmente, a família do morto ou ferido se vingaria imediatamente, sem haver tempo de se fazer luz sobre os motivos do crime. Era o crime punido pelo populacho, crime sempre agravado por outros crimes. Não era esta a melhor maneira de sanear a sociedade de um possível elemento mau. As multidões são cegas e cometem atos apenas motivados pelo contágio psicológico gerado em tais tumultos. Os linchamentos são atos desvairados de uma multidão inconsciente que nem tempo teve para refletir sobre se o criminoso teria cometido o crime em legitima defesa ou devido a circunstâncias que só em processo regular pode ser apurado.

    "Para evitar crimes sobre crime, DEUS proveu no pais seis cidades de refúgio, três do lado oriental e três do lado ocidental do Jordão. Todo criminoso involuntário se refugiaria ali até ser julgado, e, no caso de ser inocente, lá ficaria até que morresse o sumo sacerdote, quando então podia sair sem ser molestado. Além das seis cidades de refúgio, havia ainda o santuário, no qual um criminoso poderia se refugiar agarrando-se aos chifres do altar. Quando Adonias soube que Salomão havia sido escolhido para rei em lugar de seu pai Davi, temendo a Saio mão, foi agarrar-se com os chifres do altar e lá ficou até que Salomão prometeu poupar-lhe a vida (1Reis 1.50­53). Eram modos de poupar a vida de possíveis inocentes. Alguns juristas têm visto nessa instituição uma espécie de "Habeas-corpus", medida jurídica que visa a garantir a vida de quem esteja inocentemente ameaçado, e, como o instituído é de origem inglesa, é bem possível que os ingleses se hajam baseado na Bíblia, para instituir esta medida salvadora dos inocentes. Numa palavra, DEUS é DEUS de Justiça, e não pode compadecer-se com qualquer forma de injustiça.

    "As condições eram:
    (1) Não aborrecer a pessoa ferida. Deveria ser averiguado se o ferido ou morto não era inimigo do criminoso, de modo a dar­se o crime.
    (2) O crime podia ocorrer mesmo no meio do trabalho, como o cortar de uma árvore, em que o machado se soltasse do cabo e ferisse o companheiro.
    (3) Evitar que o parente do criminoso, com o "o sangue esquentado", tentasse vingar a morte do parente morto ou ferido.
    (4) Evitar os crimes de irresponsabilidade, como os cometido por multidões açuladas.
    (5) No caso de ficar provado que houve intenção dolosa, o criminoso seria retirado da cidade e julgado de acordo com a Lei, que era a de Talião, "dente por dente e olho por olho", lei esta que JESUS modificou, aplicando-lhe a lei do amor, naquilo em que o mesmo amor coubesse. Israel deveria ser uma nação justa, porque justo é seu DEUS; não deveria ser nação sanguinária, violenta e eivada de paixões. Deveria ser povo modelo. Nada mais, nada menos, o que CRISTO, séculos depois, veio ensinar, quando estabeleceu os fundamentos de uma sociedade modelar baseada no respeito e no amor.

    SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
    Acerca da simplicidade dos processos que se davam nas cidades de refúgio, escreve o autor acima citado: "O homicida involuntário seria levado aos juízes postados à porta da cidade. Estes o examinariam e verificariam se antes do crime não havia Inimizade entre o morto e o assassino. Então ficaria recolhido à cidade, até que morresse o sumo sacerdote, quando expiraria a pena e voltaria à sua cidade ou vila (Nm 35.28).
    "As cidades seriam distribuídas pelo território de maneira a atender a todos os crimes. Em casos especiais, também o criminoso que se agarrasse aos chifres do altar estaria a salvo do "vingador do sangue'" até que se apurasse a culpa. Ninguém poderia tocar nele (1Rs 1:50). Nem Salomão pode tocar em Adonias, seu irmão, que pretendia o trono.
    "Como se vê, tudo muito simples, mas muito significativo. O que DEUS desejava era evitar derramamento de sangue indevidamente. Enquanto para o criminoso involuntário havia todas as possibilidades de segurança, para o criminoso voluntário a pena era de morte (Nm 35.16-21).
    "Nós temos de admirar o procedimento em Israel. Numa sociedade incipiente, com organização judiciária quase ausente, a vida era cercada de todas as garantias possíveis. Pelo sentido do verso 4 do capitulo 20, havia uma espécie de tribunal popular semelhante ao que ocorria em todas as grandes cidades daqueles tempos. Os juízes ficavam nas portas ou na porta das cidades, onde eram apreciadas as causas civis e criminais. Foi o caso de Ló, que era juiz em Sodoma (Gn 19.1 e Rt 4.1). Os homens mais qualificados ficavam na porta das cidades, onde atendiam aos casos mais simples; quanto aos mais graves, parece que havia uma congregação de eleitos para decisões. Seja como for, Josué, Números e Deuteronômio nos ensinam corno se procedia há 3.400 anos."



    CIDADE DE REFÚGIO
    Cada frase, cada palavra incrustada na Bíblia, mesmo esquecida, entre outras que completam as páginas das Escrituras representa filões de ouro espiritual que aguardam quem possua olhos ungidos para canalizá-los e colocá-los em circulação, para enriquecer o nosso espírito. Convém, pois, não cessar a pesquisa, não parar de extrair preciosidades desse campo inesgotável de riqueza que é a Bíblia e, além disso, não cessar também de incentivar outros a garimpar nos campos férteis e promissores, até encontrarem a gema, isto usando a expressão comum dos garimpeiros, até conseguir alcançar a preciosidade que procura.
    Focalizamos um tema que à primeira vista, pode parecer negativo, inexpressivo e sem conteúdo. Que significa essa expressão "cidade de refúgio"?
    A instituição legal que assegura um lugar de refúgio a um criminoso, especialmente um assassino perseguido pela justiça e pelos vingadores da vítima, encontra-se em todas as partes e em todos os tempos. Entre os hititas havia cidades de asilo, administradas por sacerdotes. Perto de Antioquia havia o santuário de Dafne, consagrado a ApoIo, no qual Onias se refugiou, e de onde a autoridade pública somente o pôde arrancar, valendo-se da traição (fato ocorrido no período dos Macabeus).
    Em Números 35.9-34, está registrada a ordem de DEUS a Moisés para estabelecer cidades de refúgio na Palestina. A partir de então, essa ordem foi várias vezes repetida, e essas repetições estão registradas na Bíblia.
    A organização que DEUS traçou para o povo de Israel, através das ordens dadas a Moisés, era modelar, perfeita e completa até nos mínimos detalhes. Nem mesmo a organização judicial foi esquecida.
    DEUS ordenou a Moisés que estabelecesse seis cidades de refúgio, logo que tomasse posse da terra de Canaã. Vamos ver quais as finalidades dessas cidades e como funcionavam:
    "Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando passardes o Jordão, à terra de Canaã, fazei com que vos estejam à mão cidades que sirvam de cidade de refúgio, para que ali se acolha o homicida que ferir alguma alma por erro. E estas cidades vos serão por refúgio do vingador do sangue, para que o homicida não morra, até que esteja perante a congregação no juízo. E das cidades que derdes haverá seis cidades de refúgio para vós. Três destas cidades dareis daquém do Jordão, e três destas cidades dareis na terra de Canaã; cidades de refúgio serão" (Nm 35.9-14).
    Como se vê, as cidades eram em número de seis. Serviam para acolher e guardar em segurança aqueles que, por erro ou por engano, matassem alguém, até que eles comparecessem perante o tribunal, para que fossem julgados.
    Essa medida acauteladora era sábia e necessária, pois, naqueles dias, qualquer que derramasse sangue, com sangue pagaria o seu ato. Chamamos a atenção dos leitores para este detalhe: os parentes do ferido ou do morto tinham o direito de vingar a morte do ente querido, matando o homicida onde quer que o encontrassem. Foi para evitar enganos ou injustiças na aplicação da lei que dava ao parente o direito de tirar a vida ao que a vida sacrificou do seu próximo, que se estabeleceram as cidades de refúgio.
    O homicida somente estava garantido dentro da cidade de refúgio. Se por quaisquer circunstâncias ele se afastasse dela, o vingador de sangue podia feri-Io de morte onde o encontrasse.
    Será útil e necessário saber-se como funcionavam as cidades de refúgio. Suas portas estavam abertas de dia e de noite, e havia anciãos em cada porta, prontos para receberem aqueles que procuravam abrigo. Havia, também, estradas largas, bem cuidadas, e com indicações para as cidades de refúgio. Garantia-se, assim, a integridade do homicida que ali se abrigasse; isso, porém, não evitava que ele comparecesse perante o tribunal para ser julgado.
    Já comentamos vários aspectos das cidades de refúgio.
    Agora mencionaremos os seus nomes:
    Cades é o nome da primeira cidade. Siquém vem em segundo lugar. Em terceiro, a cidade de Hebrom.
    Essas três primeiras estavam situadas do lado ocidental do Jordão.
    O nome da quarta era Bezer, cujo significado lembra minas de ouro. A quinta era Ramote. O nome da sexta, Golam.
    As três últimas estavam situada do lado oriental do Jordão.
    Várias medidas sábias foram dadas por DEUS a Moisés para segurança da família e estabilidade do povo. O estabelecimento de cidades de refúgio, além de evitar enganos, vinganças e injustiças, também contribuía para a segurança das famílias e das tribos. Como se sabe, entre os povos nômades ou não, na antiguidade, as rivalidades entre famílias e tribos provocavam choques, ódios e mortes. Cada morte verificada numa tribo ou família exigia a morte de dois membros da família ou tribo agressora. Quase sempre a vingança recaía sobre a pessoa mais importante da família ou da tribo, isto é, sobre o chefe. Ora, é claro que quanto mais elevada a posição da vítima, tanto maior seria o ódio e o desejo de vingança de seus parentes. Em certos casos, tribos e famílias odiavam-se e guerreavam entre si durante gerações sucessivas. As cidades de refúgio, portanto, segregando o culpado e entregando-o ao tribunal para ser julgado, contribuíam para abrandar o ódio entre os inimigos e fazia arrefecer o desejo de vingança, de modo que as contendas entre as famílias e tribos diminuíam e até se extinguiam.
    Na lei israelita é característico e sinal de maior sensibilidade moral o fato de assegurar o direito de asilo somente aos assassinos involuntários. Joabe, por exemplo, não se achava nessas condições, por ter sido o assassino de Abner e Amasa, apesar de se agarrar às pontas do altar (1 Rs 2.28,29). Tratando-se de um assassinato premeditado, o réu era entregue aos vingadores da vítima. Segundo uma cláusula, provavelmente mais recente, por ocasião da morte do sumo sacerdote havia uma espécie de anistia a todos os foragidos, e eles podiam regressar às suas propriedades.
    Para finalizar, conheçamos o significado da palavra refúgio e a aplicação que o salmista lhe dava: "Pois [DEUS] tens sido o meu refúgio e uma torre forte contra inimigo" (Sl 61.3). A palavra refúgio, para o povo cristão, tem um sentido mais objetivo do que as cidades que protegiam aquele que as procuravam. Para os cristãos, o verdadeiro refúgio, o perfeito abrigo, é JESUS CRISTO, o filho de DEUS, no qual todas as almas, além de refúgio e segurança, encontram também, orientação para a vida e remédio para a morte. (Tesouro de conhecimentos bíblicos - Conde, Emílio, 1901-1971, CPAD, Rio de Janeiro - RJ)



    SENTIDO FIGURADO DAS CIDADES DE REFÚGIO (Js 20.7,8).
    1. Quedes: santificação para o impuro (Js 20.7).
    2. Siquém: lugar para o cansado (Js 20.7).
    3. Hebrom: lugar de comunhão (Js 20.7).
    4. Bezer: lugar de refúgio para o fraco (Js 20.8).
    5. Ramote: lugar de refúgio para os humilhados (Js 20.8).
    6. Golã: lugar de refúgio para os tristes (Js 20.8).

    Assim como o fugitivo poderia ficar livre quando o sumo-sacerdote da cidade de refúgio morresse, assim também nosso sumo-sacerdote JESUS CRISTO morreu para nos libertar de nossa condenação eterna. (Nm 35).
    O sangue caído na Terra a contaminava e exigia juízo, assim JESUS derramou seu próprio sangue, levando sobre ELE o juízo que era para nós.



    RESUMO DA REVISTA CPAD - 1º TRIMESTRE DE 2009
    LIÇÃO 11 - AS CIDADES DE REFÚGIO
    INTRODUÇÃO
    As "cidades de refúgio" foram estabelecidas por DEUS para abrigar as pessoas que cometessem homicídio involuntário (Nm 35.11).
    I- AS CIDADES DE REFÚGIO E SEUS PROPÓSITOS (Js 20.2-6)
    1. As cidades dos levitas (Nm 35.1-5).
    2. O sistema judiciário da Lei (Js 20.2-6; Nm 35.6-34).
    3. A profanação da Terra Prometida (Nm 35.33,34).
    II- O SENTIDO FIGURADO DAS CIDADES DE REFÚGIO (Js 20.7,8).
    1. Quedes: santificação para o impuro (Js 20.7).
    2. Siquém: lugar para o cansado (Js 20.7).
    3. Hebrom: lugar de comunhão (Js 20.7).
    4. Bezer: lugar de refúgio para o fraco (Js 20.8).
    5. Ramote: lugar de refúgio para os humilhados (Js 20.8).
    6. Golã: lugar de refúgio para os tristes (Js 20.8). A
    CONCLUSÃO
    A principal lição que aprendemos neste estudo é que o Senhor JESUS CRISTO é o perfeito refúgio para o necessitado, oprimido e triste.

    Subsídio Bibliológico "Cidades de Refúgio".
    A importância de um tema bíblico é freqüentemente demonstrada por sua repetição. Esse princípio marca as cidades de refúgio como de grande importância, porque extensas instruções sobre elas são encontradas em Êxodo 21, Números 35, Deuteronômio 4, 19 e, em Josué 20. Princípios legítimos, que resguardavam a fuga para uma cidade de refúgio, expõem com precisão elementos que deveriam caracterizar totalmente o sistema legal de Israel. O acesso ao sistema legal de proteção deveria ser rápido, como ilustrado pela colocação das cidades, e pelo fato de que as estradas deveriam ser construídas para elas. Havia cuidadosa investigação da culpa, ou inocência, debaixo de regras estritas de evidência. Motivo, ou falta dele, deveriam ser considerados. E, múltiplos testemunhos eram requeridos para condenação." (RICHARDS, L.O. Guia do leitor da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 154.)

    APLICAÇÃO PESSOAL
    "Não se turbe o vosso coração; credes em DEUS, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 74.7 - 3). Há muitas moradas no lugar que JESUS preparou para receber os seus santos filhos. As mansões celestes são reais, pois o proprietário assim o disse. Essa mensagem traz alento e consolo para o peregrino cristão. Você está caminhando em direção ao seu lar eterno, às mansões celestes, à morada do Altíssimo. Mesmo que o caminho seja íngreme, não desista!

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 11 - AS CIDADES DE REFÚGIO
    RESPONDA SEGUNDO A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "DEUS é o nosso ____________________ e fortaleza, _________________ bem presente na _______________________" (Sl 46.1).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Assim como as cidades de _____________________ de Israel, _______________ á a nossa segurança: abrigo e socorro em todas as __________________________ da vida.

    INTRODUÇÃO
    3- Para que as "cidades de refúgio" foram estabelecidas por DEUS? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Para abrigar as pessoas que cometessem homicídio involuntário.
    ( ) Para abrigar as pessoas que cometessem homicídio voluntário.
    ( ) Para abrigar as pessoas que cometessem algum pecado involuntário.

    4- O que acontecia às portas das cidades de refúgio? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) O acusado apresentava-se perante uma corte de velhos a fim de justificar-se, e provar que teve a intenção de matar seu inimigo.
    ( ) O acusado apresentava-se perante uma corte de anciãos a fim de defender-se, e provar que não matou seu semelhante.
    ( ) O acusado apresentava-se perante uma corte de anciãos a fim de justificar-se, e provar que não teve a intenção de matar seu semelhante.

    5- O que ilustram as cidades de refúgio, como providência divina? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) A verdadeira esperança que só encontramos na pessoa bendita de nosso Senhor JESUS CRISTO.
    ( ) A verdadeira segurança que só encontramos na pessoa bendita de nosso Senhor JESUS CRISTO.
    ( ) A verdadeira vida santa que só encontramos na pessoa bendita de nosso Senhor JESUS CRISTO.

    I- AS CIDADES DE REFÚGIO E SEUS PROPÓSITOS (Js 20.2-6)
    6- De que maneira herdaram os levitas, tribo de sacerdotes (Nm 35.1-5 e Js 18.20-24)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Os levitas receberam, por ordem divina, apenas 28 cidades dentre as tribos dos filhos de Israel.
    ( ) O sustento dos filhos de Levi provinha dos dizimas de todo o Israel (v.21), uma vez que se ocupavam apenas do sacerdócio.
    ( ) Os levitas receberam, por ordem divina, apenas 48 cidades dentre as tribos dos filhos de Israel.
    ( ) Herdariam como qualquer outra tribo de Israel, pois eram irmãos.
    ( ) Seis foram separadas como "cidades de refúgio" para abrigar o homicida involuntário.

    7- Onde foram distribuídas as cidades de Refúgio e qual era o procedimento para com elas? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Qualquer israelita ou estrangeiro que cometesse um assassinato proposital poderia abrigar-se ali até o sua absolvição.
    ( ) Três ficavam ao leste do Jordão (Bezer, Ramote, Golã)
    ( ) Três ao oeste (Hebrom, Siquém, Quedes).
    ( ) Três ao ocidental (Hebrom, Siquém, Quedes).
    ( ) Esses locais eram considerados sagrados, e administrados pelos sacerdotes.
    ( ) Qualquer israelita ou estrangeiro que cometesse um assassinato não proposital poderia abrigar-se ali até o seu julgamento.
    ( ) Se o refugiado saísse dos "termos da cidade" poderia ser morto pelo "vingador do sangue".
    ( ) O acusado deveria, obrigatoriamente, permanecer na cidade até a morte do sumo sacerdote.

    8- Qual lição espiritual, muito preciosa, retiramos das cidades de refúgio? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) DEUS elegeu a JESUS CRISTO como o sumo sacerdote que apaga a culpa e livra o pecador de seus pensamentos.
    ( ) DEUS elegeu o pastor como o sumo sacerdote que remove a culpa e livra o pecador de seus pecados.
    ( ) DEUS elegeu a JESUS CRISTO como o sumo sacerdote que remove a culpa e livra o pecador de seus pecados.

    9- Como funcionava o sistema judiciário da Lei (Êx 21.24; Lv 24.20 Nm 35.6-34; Dt 19.21; Js 20.2-6)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) As cidades de refúgio foram criadas com o objetivo de aplicar a vingança contra alguém que praticasse um homicídio premeditado.
    ( ) "olho por olho, dente por dente, cão por cão, morte por morte".
    ( ) "olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé".
    ( ) Havia leis para diversos tipos de crimes: os de natureza religiosa (Êx 20.3-5), material (Êx 22.1-15), moral (Êx 22.16-31; Lv 18.1-29) e pessoal (Êx 21.12-36).
    ( ) As cidades de refúgio foram criadas com o intuito de impedir a vingança contra alguém que praticasse um homicídio culposo.
    ( ) O desejo de vingança da família da vítima nem sempre era justo, razão pela qual a lei concedia ao homicida a oportunidade de se refugiar e obter um justo julgamento.

    10- Complete:
    "Não profaneis a terra em que estais ... " (v. 3 3). A Terra Prometida era santa, e jamais poderia ser __________________________ visto que o próprio DEUS habitava no meio dos filhos de Israel (v.34). Permitir que o assassino de uma vida inocente não pagasse por seu crime era o mesmo que corromper ou profanar a terra. Segundo Gênesis 4.10,11 o sangue absorvido pela terra clamava contra a vida daquele que o derramou. Esse princípio baseia-se no fato de que o sangue é ___________________, e, sendo vida, a terra contaminada exigia a morte do assassino: vida por vida, sangue por sangue (v.34; Lv 17.11).

    Isto ilustra o ________________________________ cruento de nosso Senhor JESUS CRISTO. Somente a morte expiatória de JESUS é capaz de eliminar a culpa do pecado e libertar o pecador da maldição e condenação da lei (Hb 9.11-14; Ef2.13).

    II- O SENTIDO FIGURADO DAS CIDADES DE REFÚGIO (Js 20.7,8).
    11- DEUS muito se utilizou de linguagem figurada para ensinar ao seu povo. Nas cidades de refúgio encontramos diversas figuras que são aplicadas a CRISTO e à vida cristã. Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:

    Quedes lugar de refúgio para os humilhados (Js 20.8)

    Siquém lugar de comunhão (Js 20.7)

    Hebrom lugar de refúgio para o fraco (Js 20.8)

    Bezer lugar de refúgio para os tristes (Js 20.8)

    Ramote santificação para o impuro (Js 20.7)

    Golã lugar para o cansado (Js 20.7)

    II- O SENTIDO FIGURADO DAS CIDADES DE REFÚGIO (Js 20.7,8).
    12- O que significa, no original, o termo "Quedes"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "santo" ou "santuário".
    ( ) Significa "perfeito" ou "morto".
    ( ) Significa "puro" ou "mortuário".

    13- O que significa, no original, o termo "Siquém"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "lombo" ou "sombra".
    ( ) Significa "escombro" ou "pedras".
    ( ) Significa "ombro" ou "costas".

    14- O que significa, no original, o termo "Hebrom"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "lugar de excomunhão" (Js 20.7).
    ( ) Significa "lugar de comunhão" (Js 20.7).
    ( ) Significa "lugar de reunião" (Js 20.7).

    15- O que significa, no original, o termo "Bezer"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "fortaleza".
    ( ) Significa "realeza".
    ( ) Significa "esperteza".

    16- O que significa, no original, o termo "Ramote"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "exaltação", "elevação".
    ( ) Significa "exatidão", "correção".
    ( ) Significa "exclamação", "adoração".

    17- O que significa, no original, o termo "Golã"? Coloque "X" na resposta correta:
    ( ) Significa "Beleza".
    ( ) Significa "impureza".
    ( ) Significa "tristeza".

    CONCLUSÃO
    18- Complete:
    A principal lição que aprendemos neste estudo é que o Senhor JESUS CRISTO é o perfeito ____________________________ para o necessitado. oprimido e triste. JESUS "foi feito por DEUS sabedoria. e justiça, e santificação, e redenção" (1 Co 1.30). Ele é o nosso ____________________________. Nele temos paz, descanso, segurança, alegria e __________________________________ nas lutas de cada dia.

    RESPOSTA NOS VÍDEOS EM http://universobiblico.com.br/assembleia/estud... ou em outros sites diversos de vídeos, afins.

    Ajuda:

    CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
    http://universobiblico.com.br/assembleia/estud... (VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE)
    BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
    Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...
    Veja vídeos em www.ebdweb.com.br, em http://www.idbpa.net/joomla/index - Ou nos sites seguintes:
    4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.
    Revista CPAD- 1992 - Severino Pedro da Silva
    Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...

    Vídeos da lição:

    [video]pt-1283455[/video]
    Obs.:A quinta parte assista aqui mesmo no site:

  • UMA HERANCA CONQUISTADA PELA FE LICAO 10

    LIÇÃO 10 - UMA HERANÇA CONQUISTADA PELA FÉ
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2009
    Livro de Josué - As Conquistas e as Promessas do Povo de DEUS
    Comentários: Elienai Cabral
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto
    Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



    TEXTO ÁUREO
    Retenhamos firme a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.(Hb 10.23)

    VERDADE PRÁTICA
    DEUS sempre recompensa a fidelidade de seus servos

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Js 14.6-10
    6 Então, os filhos de Judá chegaram a Josué em Gilgal; e Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, lhe disse: Tu sabes a palavra que o Senhor falou a Moisés, homem de DEUS, em Cades-Barnéia, por causa de mim e de ti. 7 Da idade de quarenta anos era eu, quando Moisés, servo do Senhor, me enviou de Cades-Barnéia a espiar a terra; e eu lhe trouxe resposta, como sentia no meu coração. 8 Mas meus irmãos, que subiram comigo, fizeram derreter o coração do povo; eu, porém, perseverei em seguir o Senhor, meu DEUS. 9 Então, Moisés, naquele dia, jurou, dizendo: Certamente a terra que pisou o teu pé será tua e de teus filhos, em herança perpetuamente; pois perseveraste em seguir o Senhor, meu DEUS. 10 E, agora, eis que o Senhor me conservou em vida, como disse; quarenta e cinco anos há agora, desde que o Senhor falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e, agora, eis que já hoje sou da idade de oitenta e cinco anos.

    CALEBE... PERSEVERARA EM SEGUIR O SENHOR. Calebe permaneceu fiel a DEUS e recebeu integralmente a herança que lhe fora prometida (vv. 9-14). Sua vida ilustra a fidelidade do crente e o recebimento da dádiva prometida pelo Pai, segundo o novo concerto i.e., o ESPÍRITO SANTO (At 1.4,5). Depois do arrependimento e do cumprimento das condições do novo concerto da parte de DEUS, o crente deve prosseguir e receber quaisquer dons espirituais que DEUS queira lhe outorgar (cf. Rm 12.6-8; 1 Co 12.4-31), e manifestar o fruto do ESPÍRITO na sua vida (cf. Gl 5.22-25; At 6.3; 1 Co 2.6-16; Ef 1.17; Tg 3.13-18). Todas essas coisas constituem a herança apropriada daqueles que estão cheios do ESPÍRITO e de poder (At 1.4-8; 2.4).
    Dt 1.36 - PERSEVEROU EM SEGUIR AO SENHOR. Note as bênçãos de DEUS reservadas àqueles que "perseveram em seguir ao Senhor".
    DEUS pelejará por eles (v. 30), os levará, "como um homem leva seu filho" (v. 31), vai "adiante deles por todo o caminho" e mostra-lhes "o caminho por onde havíeis de andar" (v. 33). Josué, também como Calebe, "perseverou em seguir ao Senhor" (v. 38; Nm 14.30; 32.11,12).

    RESUMO DA LIÇÃO 10
    UMA HERANÇA CONQUISTADA PELA FÉ
    I- A FIDELIDADE DE CALEBE
    1- Calebe, um homem leal
    2- A fé dos dois espias
    3- Aguardando as promessas
    II- UM PEDIDO OUSADO
    1- É chegada a promessa
    2- Sem medo de gigante
    III- A RECOMPENSA DE CALEBE
    1- Calebe recompensado por sua fidelidade
    2- Calebe prossegue conquistando novas terras
    3- Vencendo os inimigos

    "Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu" (Hb 10.23).

    DEUS sempre recompensa a fidelidade de seus servos.

    Professor, na lição 2, os alunos observaram o mapa dos povos cananeus antes da ocupação israelita. Na lição 8, eles estudaram alguns dos setes povos que
    habitavam a Palestina antes da conquista de Israel. Agora, é o momento de a classe observar o mapa de Canaã depois da distribuição da terra às tribos de Israel. Se possível, apresente o mapa da lição dois e o mapa da ocupação das tribos (na pág. seguinte) paralelamente. Observe que nesse mapa estão incluídas as cidades de refúgio, tema da lição 11.



    Josué foi o principal responsável pela partilha das terras que os filhos de Israel receberam como herança Us 14.1-5). DEUS havia determinado que as terras fossem distribuídas por sorte (Nm 26.55; 33.54; 34.13). Calebe, entretanto, antecipou-se e, antes que fosse feita a divisão, colocou-se diante de Josué com ousadia, a fim de pleitear um direito que jamais lhe poderia ser negado.
    Tinham se passado 45 anos desde que Calebe (com 40 anos naquela ocasião) e Josué com mais dez espias estiveram ali naquela terra que agora Calebe herdaria. Seu alvo estava agora atingido. Era a realização, a coroação de uma vida de lutas e de, acima de tudo, fé em DEUS e suas promessas.

    PALAVRA•CHAVE
    Herança: Todo bem que se herda.
    Definição de Herança
    s. f.,
    aquilo que se herda; legado; posse; herdança; o que é transmitido por hereditariedade;
    Jur.,
    bens, direitos ou obrigações transmitidos por sucessão ou por disposição testamentária.
    http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados...

    Nm 14.24 Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança.

    Calebe:
    Filho de Jefoné (Nm 13.6). Um dos dozes espias que, um de cada tribo, foram enviados à terra de Canaã para examiná-la acontecendo este fato no segundo ano do Êxodo. Calebe representava a tribo de Judá. Ele e Josué foram os únicos que voltaram com boas notícias acerca do país que iam habitar, e esse seu otimismo desagradou tanto ao povo israelita, com medo de efetuar a conquista de Canaã, que por pouco não foram apedrejados. DEUS castigou a rebeldia do povo, determinando que, dos israelitas de vinte anos de idade para cima, apenas Josué e Calebe teriam permissão de entrar na terra prometida. Quando Calebe era de oitenta e cinco anos de idade, ele reclamou a posse da terra dos enaquins, Quiriate-Arba ou Hebrom, e a vizinhança do país montanhoso (Js 14). Ele expulsou de Hebrom os três filhos de Enaque, e deu a sua filha Acsa a seu sobrinho Otoniel (filho de seu irmão mais novo), como recompensa por ter tomado Quiriate-Sefer (isto é Debiri - Js 15.14 a 19 - Jz 1.11 a 15). Crê-se que Calebe era cananeu por nascimento, tendo sido a tribo dos quenezeus, à qual ele pertencia, incorporada na de Judá (Js 14.6,14).
    http://www.bibliaonline.net/scripts/dicionario...

    Onde aparece o nome de CALEBE? (Bíblia de Estudos Pentecostal)
    Nm 13.6 da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;
    13.30 Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Subamos animosamente e possuamo-la em herança; porque, certamente, prevaleceremos contra ela.
    14.6 E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes
    14.24 Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua semente a possuirá em herança.
    14.30 não entrareis na terra, pela qual levantei a minha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.
    14.38 Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, ficaram com vida.
    26.65 Porque o SENHOR dissera deles que certamente morreriam no deserto; e nenhum deles ficou, senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num
    32.12 exceto Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, e Josué, filho de Num, porquanto perseveraram em seguir ao SENHOR
    34.19 E estes são os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné
    Dt 1.36 salvo Calebe, filho de Jefoné; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos; porquanto perseverou em seguir ao SENHOR.
    Js 14.6 Então, os filhos de Judá chegaram a Josué em Gilgal; e Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, lhe disse: Tu sabes a palavra que o SENHOR falou a Moisés, homem de DEUS, em Cades-Barnéia, por causa de mim e de ti.
    14.13 E Josué o abençoou e deu a Calebe, filho de Jefoné, Hebrom em herança.
    14.14 Portanto, Hebrom foi de Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, em herança até ao dia de hoje, porquanto perseverara em seguir o SENHOR, DEUS de Israel
    15.13 Mas a Calebe, filho de Jefoné, deu uma parte no meio dos filhos de Judá, conforme o dito do SENHOR a Josué, a saber, a cidade de Arba, pai de Anaque; este é Hebrom.
    15.14 E expeliu Calebe dali os três filhos de Anaque: Sesai, e Aimã, e Talmai, gerados de Anaque.
    15.16 E disse Calebe: Quem ferir a Quiriate-Sefer e a tomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher.
    15.17 Tomou-a, pois, Otniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe, e este deu-lhe a sua filha Acsa por mulher
    15.18 E sucedeu que, vindo ela a ele, o persuadiu que pedisse um campo a seu pai; e ela se apeou do jumento; então, Calebe lhe disse: Que é o que tens?
    21.12 Porém o campo da cidade e as suas aldeias deram a Calebe, filho de Jefoné, por sua possessão.
    Jz 1.12 E disse Calebe: Quem ferir a Quiriate-Sefer e a tomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher.
    1.13 E tomou-a Otniel, filho de Quenaz, o irmão de Calebe, mais novo do que ele; e Calebe lhe deu a sua filha Acsa por mulher
    1.14 E sucedeu que, vindo ela a ele, o persuadiu a que pedisse um campo a seu pai; e ela se apeou do jumento, saltando; e Calebe lhe disse: Que é o que tens?
    1.15 E ela lhe disse: Dá-me uma bênção, pois me deste uma terra seca; dá-me também fontes de águas. E Calebe lhe deu as fontes superiores e as fontes inferiores
    1.20 E deram Hebrom a Calebe, como Moisés o dissera, e dali expeliu os três filhos de Anaque
    3.9 E os filhos de Israel clamaram ao SENHOR, e o SENHOR levantou aos filhos de Israel um libertador, e os libertou: Otniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe, mais novo do que ele.
    1Sm 25.3 E era o nome deste homem Nabal, e o nome de sua mulher, Abigail; e era a mulher de bom entendimento e formosa, porém o homem era duro e maligno nas obras; e era da casa de Calebe
    30.14 Nós demos com ímpeto para a banda do sul dos queretitas, e para a banda de Judá, e para a banda do sul de Calebe e pusemos fogo a Ziclague
    1Cr 2.18 E Calebe, filho de Hezrom, gerou filhos de Azuba, sua mulher, e de Jeriote; e os filhos desta foram estes: Jeser, e Sobabe, e Ardom.
    2.19 E morreu Azuba; e Calebe tomou para si a Efrata, a qual teve a Hur
    2.24 E, depois da morte de Hezrom, em Calebe de Efrata, Abia, mulher de Hezrom, lhe deu a Azur, pai de Tecoa
    2.42 E foi o filho de Calebe, irmão de Jerameel, Messa, seu primogênito (este foi o pai de Zife); e Maressa foi pai de Hebrom.
    2.46 E Efá, a concubina de Calebe, teve a Harã, e a Mosa, e a Gazez; e Harã gerou a Gazez.
    2.48 De Maaca, concubina, gerou Calebe a Seber e a Tiraná
    2.49 E a mulher de Saafe, pai de Madmana, teve a Seva, pai de Macbena e pai de Gibeá; e foi a filha de Calebe Acsa.
    2.50 Estes foram os filhos de Calebe, filho de Hur, o primogênito de Efrata: Sobal, pai do Quiriate-Jearim,
    4.15 E foram os filhos de Calebe, filho de Jefoné: Iru, Elá e Naã; e o filho de Elá: Quenaz.
    6.56 Porém o território da cidade e as suas aldeias deram a Calebe, filho de Jefoné.



    Qual o testemunho de DEUS a respeito de Calebe?
    Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência a possuirá.

    Primeiro DEUS chama Calebe de servo, ou seja, submisso, obediente, que reconhece o senhorio e o poder de DEUS.
    Segundo, outro espírito, que quer dizer espírito ligado a DEUS e não ao Diabo.
    Terceiro, perseverou, que quer dizer insistiu, lutou, arriscou sua própria vida para seguir a DEUS.
    Quarto, DEUS promete colocar Calebe na própria Terra que espiou e desejou possuir.
    Quinto, as promessas de DEUS são para Calebe e sua descendência, pois a aliança abrange o cabeça da aliança (chefe de família) e sua descendência.

    EM CADES-BARNÉIA (PRIMEIRA VEZ):

    Relatório: (Nm 13:26-33), a maioria pessimista e sem fé levanta a incredulidade e o medo entre o povo. Josué e Calebe ficam fiéis a DEUS.
    Rebeldes: (Nm 14:1-10), o povo queria levantar um capitão e apedrejar Moisés, Arão, Josué e Calebe, quando a nuvem da glória de DEUS apareceu
    Ira de DEUS: (Nm 14:11,12), "com pestilência os ferirei e os rejeitarei e farei de ti povo maior do que este".
    Intercessão de Moisés: (Nm 14:13-25), "conforme a tua palavra lhe perdoei", DEUS aceita a intercessão de Moisés, mas prevalece a suprema vontade de DEUS.
    Geração condenada: (Nm 14:20-39; Hb 3:17-19), salvo Josué e Calebe, todos de vinte anos e para cima cairão no deserto sem entrarem na terra prometida.

    Números 27-29. Depois da descrição fria e objetiva do que os espias descobriram em Canaã, estes versículos descrevem em termos mais coloridos a impressão que Canaã causou na maioria e o relatório que eles apresentaram a Moisés na presença da congregação, isto é, dos principais homens da nação (26; cf. 30). Um indício da atitude dos espias é dado nas suas primeiras palavras. Eles chamam Canaã de terra a que nos enviaste; geralmente, quando a terra é qualificada por uma cláusula relativa, é descrita como terra "que o Senhor lhes tem prometido dar," ou algo parecido (cf. 13:2; 14:16, 23, 30, 40; 15:2, etc.). Sempre que os espias descrevem a terra, eles evitam intencionalmente esta fraseologia (cf. 13:32). Eles continuam com uma animação aparentemente ainda mais positiva, dizendo que a terra verdadeiramente mana leite e mel (27) e mostram os frutos que colheram. Mas então, usando uma forte partícula adversativa porém (heb. 'epes kf; cf. Jz 4:9,11 Sm 12:14; Am 9:8), eles chamam atenção para os obstáculos que havia no caminho da conquista: o povo é forte (28: cf.18) e as cidades mui grandes e fortificadas (28: cf.19). E depois relacionam alguns dos habitantes da terra, os filhos de Enaque (28; cf.22). Os amalequitas, povo semelhante aos beduínos, viviam nas fronteiras meridionais de Canaã, e na península do Sinai (cf. Ex 17:8ss.; Nm 14:45; I Sm 15); os heteus viviam na região de Hebrom (Gn 23); os jebuseus em Jerusalém (Js 15:63; 11 Sm 5:6ss.); os amorreus também viviam nas montanhas, enquanto que os cananeus propriamente ditos viviam ao longo do litoral marítimo e nos vales. Os cananeus deram o seu nome a toda a região, e em algumas passagens quaisquer dos habitantes pré-israelitas de Canaã são chamados de cananeus (cf. 14:45; Gn 13:7). Estes detalhes em primeira mão a respeito dos moradores da terra deram ao relatório dos espias um toque de autoridade, e sem dúvida ajudaram a convencer o povo da impossibilidade da sua conquista. Mas ao mesmo tempo eles lançaram um desafio, indireta mas totalmente, às promessas divinas. Até este ponto a frase terra que mana leite e mel sempre estivera ligada com a promessa de que DEUS iria dar essa terra e seus habitantes, várias vezes mencionados aqui, a Israel (Ex 3:8, 17; 13:5; 33:3; Lv 20:24). Os espias questionam a exeqüibilidade dessa promessa. Eles consideram a presença dessas outras nações como um obstáculo intransponível à invasão, não como confirmação do propósito de DEUS.
    Números 30-33. A tentativa de Calebe de acalmar o povo e reacender a sua fé nas promessas (subamos, possuamos, heb. 'ãlàh, yãras são palavras chave em Ex 3:8, 17; 33:3 e Lv 20:24) é imediatamente repelida pelos outros espias, com uma representação falsa e ainda mais ultrajante (31-33). Desta vez as palavras deles são cognominadas de "infamantes", o que significa não apenas que eles descrevem a terra como má, mas que as suas acusações contra ela são falsas. A sua alegação de que ela devora os seus habitantes (32), isto é, que eles tendem a morrer devido ao seu ambiente hostil (Lv 26:38; Ez 36:13), é falsa. Veja Levítico 18:25,28, onde se faz uma personificação semelhante da terra. Finalmente, eles voltam aos homens de estatura elevada, os filhos de Enaque, a quem eles descrevem com hipérboles fantásticas como Nefilins, isto é, os semi-deuses Que viviam na terra antes do dilúvio (Gn 6 :4). "Éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos." (33; cf. Is 40:22). Segundo a lei oriental antiga, aqueles que fizessem acusações falsas eram punidos recebendo a sentença que os acusados receberiam, se fossem condenados (Dt 19:16-19). Os espias haviam acusado falsamente a terra, de ser homicida; portanto, podiam esperar receber, eles mesmos, a pena de morte. Este princípio é posto em prática no resto da história. Os espias encontram morte súbita (14:37). O povo que aceita o falso testemunho da maioria, e não a evidência em contrário de Calebe e Josué, sofre de morte semelhante. O destino que eles temiam encontrar em Canaã, de fato Ihes sobrevém no deserto (14:3, 29-34).
    O medo da maioria dos espias abate a fé dos demais, mas Josué e Calebe são homens de fé e rebatem o relatório funesto apresentado por eles..
    JOSUÉ... E CALEBE. Tanto Josué como Calebe resistiram à opinião majoritária dos espias. Tendo como base do seu relatório um firme compromisso com DEUS e a plena confiança nas suas promessas a Israel, recusaram a admitir a decisão, por maioria esmagadora, do povo de DEUS mesmo arriscando suas próprias vidas com essa recusa (vv. 6-10). Esse evento crucial, na viagem de Israel no deserto, ensina-nos que não devemos admitir que a opinião da maioria, até mesmo da igreja, esteja sempre certa. Os crentes fiéis devem estar dispostos a ficar firmes à base da Palavra de DEUS, mesmo se a maioria estiver contra eles (ver 2 Tm 1.15).
    13.32 INFAMARAM A TERRA.
    A incredulidade dos dez espias tinha duas dimensões:
    (1) a fidelidade que DEUS sempre demonstrara ao seu povo não levou esses dez homens a um relacionamento de lealdade com Ele, e
    (2) não confiavam em DEUS, nem nas suas promessas a respeito do seu futuro (cf. Gn 15.18; 17.8; Êx 33.2). Sua falta de fé contrastava nitidamente com a fé que Calebe e Josué manifestavam.

    O medo é uma constante atual na vida humana, sendo gerado principalmente pela falta de fé em DEUS, ou seja, na falta do crer no controle e poder de DEUS sobre tudo e sobre todos.

    O Fruto Do ESPÍRITO - Fidelidade - o Fruto Da Confiança

    A textual palavra "fé’, do original "pistis", aparece em cerca de 232 versículos do Novo Testamento. Hebreus, ao lado de Romanos (39 vezes), é uma das epístolas que mais utiliza o termo, totalizando trinta ocorrências, das quais, 23 referências diretas e uma indireta ocorrem somente no capítulo onze. Tiago usa o vocábulo dezesseis vezes e Gálatas dezenove. A ‘fé’ em Romanos diz respeito ao recebimento do Evangelho; em Gálatas, opõe-se à lei mosaica e, em Tiago, é associada às obras. Entretanto, para o escritor aos Hebreus, esta virtude é primeiramente prática, isto é, é exemplificada pelos personagens do Antigo Testamento. Hebreus 6.12 resume este fato: ‘para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que, pela fé e paciência, herdam as promessas’. Dentro dos reais contextos da comunidade dos cristãos hebreus (retrocesso na fé cristocêntrica e desânimo em conseqüência das perseguições), manter-se confiante (v.35), paciente (v.36), fiel (v.38) e firme (39) conforme àqueles que suportaram as mesmas aflições, não era apenas um estímulo, mas uma necessidade. Portanto, a fé em Hebreus pode ser compreendida como fidelidade apesar da adversidade, perseverança no Evangelho e paciência até a vinda de CRISTO.

    Peça a seus alunos para responderem o teste de fidelidade abaixo. Depois de responderem, distribua as folhas entre os alunos para que cada um interceda pelas necessidades de seu irmão. As folhas não devem ser assinadas.
    1. Você tem sido fiel a seus votos e propósitos?
    ( ) Sim ( ) Não
    2. Você tem sido fiel? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso
    ( ) A sua família
    ( ) A sua vida profissional
    ( ) A sua igreja
    ( ) A seus estudos
    ( ) A sua classe de estudo bíblico
    ( ) A seus amigos
    ( ) A seu compromisso de leitura da Bíblia Anualmente
    3. O que você precisa fazer para superar a infidelidade?
    R: ________________________________________________

    (Adaptado do livro Dinâmicas Criativas Para o Ensino Bíblico, CPAD).

    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    A nossa fé constante e inabalável em DEUS confere-nos a certeza de que Ele cumpre sua Palavra no tempo próprio.
    Para se ter Fidelidade é preciso ter fé e vice-versa; na bíblia a fé é o tema central, tendo como fim a salvação de todos os seres humanos. A fé é a expressão da fidelidade. Desde Gênesis 4, Abel apresentou sua oferta a DEUS e o Senhor a aceitou por sua fé ou fidelidade. (Hb 11.4). A partir daí DEUS vem procurando e encontrando, apesar de poucos, homens que se aproximam D'Ele por fé, dispostos a permanecerem fiéis em todas as situações advindas.

    A FÉ DE CALEBE É LOUVÁVEL

    OS SIGNIFICADOS BÍBLICOS DA FÉ
    A fidelidade é uma característica de quem tem fé, ou seja, de quem recebeu o fruto do ESPÍRITO SANTO pela fé em DEUS, através do sacrifício de JESUS CRISTO.
    A fé é um dom de DEUS (Rm 12.3; Ef 2.8; 6.23; Fp 1.29), exclui a vanglória pessoal (Rm 3.27) e a sua operação é pelo amor (Gl 5.6; I Tm 1.5; Fl 5).
    Na prática da vida como proteção a fé é compara a um escudo: "tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno" (Ef 6.16). Ou a uma couraça: "mas nós, porque somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; (I Ts 5.8).
    A fé produz: salvação (Mc 16.16; At 16.31; Rm 1.17); esperança (Rm 5.2); alegria (At 16.34; I Pe 1.8); paz (Rm 15.3); confiança (Is 28.16 com I Pe 2.6); ousadia na pregação (Sl 116.10 com II Co 4.13).
    Quais são os tipos de fé e qual seu significado?

    1. A fé natural.
    A fé pode ser confundida com a coragem. Todo ser humano já nasce pré-disposto a acreditar em coisas naturais, como cuidar de um animal selvagem, assentar-se em uma cadeira sem medo da mesma se quebrar, comer de uma comida sem temer que a mesma esteja contaminada, andar pelas ruas sem temer ser assaltado ou atropelado, entrar num automóvel ou avião ou trem, ou navio, ou outro meio de transporte, sem se preocupar com acidentes, etc...; não necessitamos no entanto de ter fé em DEUS para que exerçamos este tipo de fé. Esta fé é concedida por DEUS a todo o ser humano.

    2. A fé salvífica.
    Não depende de nós, é dom de DEUS, é concedida por DEUS a todo aquele que se interessar pelo Mesmo.
    Ef 2.8 Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de DEUS; 9 não por obras, para que ninguém se glorie.

    3. A fé ativa.
    A fé que impulsiona o crente a continuar na luta do dia a dia, a dar bom testemunho e vencer as lutas contra Satanás. Esta fé é ativa porque é viva e produz trabalho na obra de DEUS.
    At 20.21 Testifiquei, tanto a judeus como a gregos, que eles precisam converter-se a DEUS com arrependimento e fé em nosso Senhor JESUS. 22 "Agora, compelido pelo ESPÍRITO, estou indo para Jerusalém, sem saber o que me acontecerá ali. 23 Só sei que, em todas as cidades, o ESPÍRITO SANTO me avisa que prisões e sofrimentos me esperam.

    4. O dom espiritual da fé.
    É a fé em ação, é crer que o impossível se torna possível porque DEUS assim o deseja. Este tipo de fé é necessária por exemplo na ressurreição de mortos, na operação de milagres ou maravilhas e nas diversas curas. Esta fé deixa o crente tranqüilo quanto ao milagre operante de DEUS e quando o crente vai fazer algo para DEUS já enxerga a manifestação do poder do ESPÍRITO SANTO antes mesmo que aconteça.
    At 3. 6 Disse Pedro: "Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, ande". 7 Segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se, e imediatamente os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes.

    5. O fruto da fé (fidelidade).
    Esta fé implica em ser fiel a DEUS ainda que nos custe a vida. É sempre ter em mente a fidelidade a DEUS acima de qualquer outra autoridade ou poder.
    At 20.24 Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor JESUS me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de DEUS.

    6. A fé como crença.
    É iniciar uma nova vida com DEUS agora como centro. é ter agora alguém a quem consultar sempre nas horas que precisamos tomar decisões que podem mudar todo o nosso futuro.
    Gl 2.20 Fui crucificado com CRISTO. Assim, já não sou eu quem vive, mas CRISTO vive em mim. A vida que agora vivo no corpo{4}, vivo-a pela fé no filho de DEUS, que me amou e se entregou por mim.

    a) Fé intelectual: é a edificação da fé sobre informações recebidas conforme Rm 10.17: "Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de CRISTO."
    :) Fé emocional: Na parábola do bom semeador (Mt 13.20-221), a semente que caiu nos lugares rochosos correspondem aos que parecem arrependidos, mas não se acham alicerçados na fé ocorre que "mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra,
    logo se escandaliza"
    c) Fé Volitiva: É a fé determinada pela vontade, é a que atinge o âmago da personalidade, a sede da vontade. Vai além da religiosidade, é a fé pela fé, envolvendo fidelidade, obediência e crer.
    Podemos confiar plenamente em DEUS tendo a fé genuína como base, ou seja tendo a fé em DEUS. Ter fé em DEUS é uma ordem do Senhor JESUS CRISTO: "Respondeu-lhes JESUS: Tende fé em DEUS" (Mc 11.22).
    Resumidamente podemos definir que fé é a certeza das coisas esperadas (Hb 11.1). É a convicção das coisas não vistas (Hb 11.1), sendo uma exigência de DEUS (Mc 11.22; I Jo 3.230).

    OS SIGNIFICADOS DE FIDELIDADE
    “E creu ele no Senhor, e foi-lhe imputado isto por justiça” (Gn 15.6).
    PRIMEIRO CREU NAQUILO QUE NÃO VIA E ESPEROU RECEBER, ENTÃO OU POR CAUSA DISSO DEUS O JUSTIFICOU, OU SEJA DECLAROU QUE ERA JUSTO.
    E CREU... E FOI-LHE IMPUTADO ISTO POR JUSTIÇA. Pela primeira vez nas Escrituras, a fé e a justiça são mencionadas juntas.

    1. No Antigo Testamento.
    (A) No AT, a fé tinha um duplo aspecto:
    (a) confiança em ou dependência de , e
    (:) lealdade a ou fidelidade . O termo crer aqui, (hb. aman), significa perseverar confiando e crendo, evidenciando isso mediante uma fidelidade obediente. Era esse o tipo de fé que Abrão tinha. Era um homem dedicado a DEUS, sempre confiante, obediente e submisso.
    (:) DEUS viu a fé sincera de Abrão expressa naquela atitude e lha imputou por justiça. O termo justiça significa estar num relacionamento correto com DEUS e com sua vontade (6.9; Jó 12.14ss.). Além disso, DEUS fez um concerto com Abrão, mediante o qual DEUS tornou-se o seu escudo e galardão (v. 1), Abrão ia ter muitos descendentes (v. 5) e também a promessa da terra (v. 7)
    Abraão também compartilhou de íntima comunhão com o Senhor. Pense na maneira pela qual o próprio DEUS descreveu o relacionamento com esse homem: “Abraão, meu amigo” (Isaías 41:8). Igualmente, o Novo Testamento nos diz: “Abraão creu em DEUS...e: foi chamado amigo de DEUS” (Tiago 2:23).
    Que incrível recomendação, ser chamado amigo de DEUS. A maioria dos cristãos tem cantado o conhecido hino “Em JESUS Amigo Temos”. Estas passagens bíblicas nos trazem esta verdade com poder. Ter o Criador do universo chamando um homem de Seu amigo parece além da compreensão humana. Porém isso aconteceu com Abraão. É um sinal da grande intimidade deste homem com DEUS.
    Em hebraico a palavra aqui usada por Isaías para amigo quer dizer afeição e proximidade. E em grego, a palavra que Tiago usa para amigo quer dizer aliado querido e próximo. Ambas implicam em intimidade profunda.

    O Resultado da Proximidade com DEUS
    Não É Só Uma Afeição Íntima pelo Senhor,
    Mas Também um Desapego Progressivo Por Este Mundo.
    Quanto mais nos aproximamos de CRISTO, maior se torna nosso desejo de viver inteiramente em Sua presença. E mais, começamos a ver mais claramente que JESUS é o nosso único fundamento real.
    A Bíblia diz que Abraão “aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual DEUS é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10). Para Abraão, nada nesta vida era permanente. As escrituras dizem que o mundo era um “lugar estranho” para ele. Não era um lugar para se fincar raízes.
    Contudo Abraão não era nenhum místico. Ele não era um ascético que adotava um aspecto beatificado e vivia confuso espiritualmente. Era um homem com vida terrena, profundamente envolvido em negócios. Afinal de contas, era o proprietário de milhares de cabeças de gado. E tinha servos em número suficiente para formar uma pequena milícia. Abraão devia ser um homem ocupado, dirigindo os servos e comprando e vendendo gado, ovelhas e bodes.
    Porém ainda assim, a despeito de seus tantos negócios e responsabilidades, Abraão achava tempo para intimidade com o Senhor. E porque andava perto de DEUS, ele ia ficando cada vez mais insatisfeito com esse mundo. Abraão era rico, próspero, com muitas coisas boas para mantê-lo ocupado. Porém, nada nesta vida conseguia desviar a atenção dele do anseio pela pátria celestial no porvir. Cada dia, ele mais e mais ansiava se aproximar deste lugar melhor.
    A pátria celestial pela qual Abraão ansiava não é literalmente um lugar. Antes, trata-se de estar no recôndito do Pai. Veja, no original, a palavra para esta expressão “pátria celestial”, é Pater. Vem de uma raíz significando Pai. Então, a pátria celestial que Abraão buscava era, literalmente, um lugar com o Pai.
    O que isso significa para nós hoje? Significa que mudar para esta pátria celestial não é só chegar ao céu um dia no futuro. Trata-se de, a cada dia, desejar ardentemente experimentar a presença do Pai agora mesmo.
    Hebreus diz que Abraão - morreu na fé (v. Hebreus 11). Se desapegou do espírito do seu tempo. buscava uma nova pátria. O mundo simplesmente não era o seu lar. Porém, isso não quer dizer que ele ficou esperando até chegar ao céu para desfrutar da proximidade com o Pai. Pelo contrário, como peregrino passando por essa vida, ele continuou buscando a presença de DEUS. Nada no mundo conseguia fazê-lo parar de se mover à frente, buscando um caminhar mais profundo e íntimo com o Pai.
    Através de seu fiel exemplo, este homens dizia: “Busco um lugar mais próximo do Pai. E este lugar está além do que este mundo tem a oferecer. Vejo com carinho as tantas e abençoadas dádivas que DEUS tem me dado em meus familiares, e amigos piedosos; nada no mundo poderia substituir o amor que tenho por eles. Mas sei que há um amor ainda maior, a ser experimentado com o Pai”.
    Hebreus 11 fala de muitos outros cujo caminhar íntimo de fé agradou ao Senhor. Pela fé, estes servos forjaram grandes milagres, e fizeram muitas coisas impressionantes. E ao examinarmos suas vidas, vemos que eles também compartilharam de um mesmo denominador comum: todos abandonaram este mundo e seus prazeres, para andar intimamente com DEUS.
    Será que você pode fazer a mesma reivindicação? Será que o seu coração anseia por andar mais próximo do Senhor? Será que está havendo uma insatisfação crescente em você com as coisas deste mundo? Ou, está o seu coração preso à coisas temporais?

    2. No Novo Testamento.
    A palavra fé, no original do NT, significa plena persuasão ou certeza fundamentada no ouvir (Rm 10.17). Já em Mateus 23.23, está relacionada à confiança ou fidelidade.
    É interessante observar que JESUS enfatizou ser a verdade e digno de toda confiança, ao introduzir suas declarações no Evangelho de João com a frase “na verdade, na verdade”, “em verdade, em verdade”, “digo-lhes a verdade” (Jo 1.51).
    Assim, o fruto da fidelidade abrange as idéias básicas de integridade, fidelidade, lealdade, honestidade e sinceridade.

    No novo concerto, a bênção de DEUS e o relacionamento certo com Ele também são concedidos mediante a fé. Aqui está uma verdade fundamental no NT (Rm 4.3; Gl 3.6; Tg 2.23:). Abrão é, pois, o pai de todos os que crêem (Rm 4.11)

    A FIDELIDADE DE DEUS
    Hb 11.6,8 Sem fé é impossível agradar a DEUS
    6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

    CREIA QUE ELE EXISTE. Este versículo descreve as convicções integrantes da fé salvífica.
    (1) Devemos crer na existência de um DEUS pessoal, infinito e santo, que tem cuidado de nós.
    (2) Devemos crer que Ele nos galardoará quando o buscamos com sinceridade, sabendo que nosso maior galardão é a alegria e a presença do próprio DEUS. Ele é nosso escudo e nossa grande recompensa (Gn 15.1; Dt 4.29; Mt 7.7,8; Jo 14.21).
    (3) Devemos buscar a DEUS com diligência e desejar ansiosamente a sua presença e graça.
    A fé agrada a DEUS porque não é materialista e é preciso haver um profundo desejo de acreditar mesmo sem ver.

    A fidelidade é um atributo da Trindade. DEUS Pai é fiel (Dt 7.9; 1 Co 10.13); o Senhor JESUS é chamado “Fiel e Verdadeiro” (Ap 19.11); e o ESPÍRITO SANTO tem o mesmo atributo (fidelidade) (Gl 5.22, ARA).

    OS PRINCÍPIOS DA FIDELIDADE
    fi.de.li.da.de sf (lat fidelitate) 1 Qualidade de quem é fiel; lealdade. 2 Semelhança entre o original e a cópia. 3 Afeição constante: A fidelidade do cão. 4 Probidade. 5 Exatidão, pontualidade.
    Unida a que e de que maneira nossa fé deve atuar em nosso viver?
    1. A fidelidade e o amor.
    a.mor sm (lat amore) 1 Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2 Grande afeição de uma a outra pessoa de sexo contrário. 3 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 4 Objeto dessa afeição. 5 Benevolência, carinho, simpatia. 6 Tendência ou instinto que aproxima os animais para a reprodução. 7 Desejo sexual. 8 Ambição, cobiça: Amor do ganho. 9 Culto, veneração: Amor à legalidade, ao trabalho. 10 Caridade. 11 Coisa ou pessoa bonita, preciosa, bem apresentada. 12 Filos Tendência da alma para se apegar aos objetos. Antôn: aversão, ódio. sm pl 1 Namoro. 2 O objeto amado. 3 O tempo em que se ama.
    Em Gálatas 5.6, lemos: “A fé que atua pelo amor” (ARA).
    É pelo desabrochar do amor que a fé age, vencendo as artimanhas do Diabo e sendo fiel a DEUS. A fidelidade depende do amor a DEUS para seguir em frente.

    2. A fidelidade e o sofrimento.
    so.fri.men.to sm (sofrer+mento2) 1 Ação ou efeito de sofrer; dor, padecimento. 2 Amargura. 3 Paciência, tolerância. 4 Desastre.

    Quem quiser ser fiel a DEUS passará por sérios problemas com as pessoas que não desejam a salvação. A fidelidade a DEUS não é compreendida pelos que vivem materialmente, não discernindo nada espiritual.
    1Co 2.14 Quem não tem o ESPÍRITO não aceita as coisas que vêm do ESPÍRITO de DEUS, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. 15 Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois 16 "quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo?" Nós, porém, temos a mente de CRISTO.

    3. A fidelidade e os votos (Ec 5.5).
    vo.to 1 sm (lat votu) 1 RelPromessa livre e deliberada feita a DEUS de alguma coisa que lhe é agradável, à qual nos obrigamos por religião. 2 Promessa solene; juramento. 3 Desejo sincero. 4 Oferenda feita em cumprimento de promessa anterior ou em memória e por gratidão de graça recebida. 5 Obrigação contraída em razão de promessa ou juramento. 6 Súplica ou rogativa a DEUS. 7 Modo de manifestar a vontade, num julgamento ou deliberação, em tribunal ou assembléia. 8 Ato ou meio de votar; sufrágio. 9 Opinião individual; juízo. V. absoluto, Ecles: aquele que permanece válido em qualquer circunstância.

    Devemos votar e cumprir os votos, devemos comprar e pagar, devemos prometer e cumprir, devemos sonhar e realizar, devemos dar mais do que receber, devemos plantar e colher.
    Sl 50.14 Ofereça a DEUS em sacrifício a sua gratidão, cumpra os seus votos para com o Altíssimo, 15 e clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará."
    Sl 76.1 Façam votos ao SENHOR, ao seu DEUS, e não deixem de cumpri-los; que todas as nações vizinhas tragam presentes a quem todos devem temer.

    4. A fidelidade e a lealdade.
    le.al.da.de sf ( leal+ dade) 1 Qualidade de leal; fidelidade. 2 Ação leal. Antôn: hipocrisia.
    Ser leal é ser fiel a uma lei, é obedecer sem discutir a uma norma real. A fidelidade tem tudo a ver com a lealdade, pois sem lealdade não há fidelidade.
    Estes são dois conceitos que na verdade não consigo separar muito bem. Pra mim quem é fiel é leal, ou então é submisso. Logo fidelidade sincera depende de lealdade. E quem é leal é fiel, ou então é apenas um aproveitador. Logo, lealdade sincera depende de fidelidade.
    Seja como for lealdade e fidelidade são muito mal interpretados desde longa data. Muitos confundem lealdade e fidelidade com ser “puxa-saco” ou com submissão.
    Nós devemos ser leais e fiéis primeiramente ao DEUS de nossos corações e a nossa consciência. Devemos ser leais e fiéis aos nossos pais e ancestrais, pois a família é a “célula máter” da sociedade e honrá-la e respeitá-la é mostrar força de caráter e espírito de união. Todos nós possuímos uma crença ou religião própria e a esta também prestamos juramento de lealdade e fidelidade, geralmente porque nela encontramos valores e dogmas que são compatíveis com o que acreditamos, e por isso, este juramento antes de ser com o “Sacerdote” é com o nosso “DEUS”.

    5. A fidelidade e a consistência.
    con.sis.tên.cia sf (lat consistentia)
    1 Estado ou qualidade de consistente.
    2 Densidade ou coesão entre as partículas da massa de um corpo.
    3 Dureza, espessura, fortaleza, solidez.
    4 Estado de uma coisa que promete durar ou não ter mudança.
    5 Perseverança

    Ser consistente é ter propósito, é ser fiel sempre sem nunca esmorecer. A persistência é uma qualidade de quem nunca desiste de ser fiel a DEUS.
    Muitas pessoas sentem o peso da culpa por sua inconstância; nunca conseguem terminar um projeto: realizar o Culto Doméstico, devocionais, ler toda a Bíblia durante o ano, pagar o dízimo do Senhor, etc. Tomar decisões acertadas, e não mantê-las, é um tipo de deslealdade. Um autêntico cristão é fiel na freqüência à igreja, no cumprimento de seus compromissos e em seus tratos, e isso inclui deveres, dívidas, empréstimos, prazos, etc

    6. A fidelidade na mordomia cristã. Devemos ser fiéis à execução da obra de DEUS, sempre contribuindo para que o sucesso da Igreja leve multidões a CRISTO.
    O fruto do ESPÍRITO quanto à fidelidade é essencial no ministério evangélico (2 Tm 1.14; 1 Co 4.2). Nesta última passagem, o que significa o “bom depósito” confiado aos cuidados dos mordomos de DEUS? Primeiro, é nossa responsabilidade partilhar o Evangelho de JESUS CRISTO com os outros (Lc 12.42). Devemos ser fiéis aos ensinos da Bíblia (1Co 4.6). Este tipo de fidelidade inclui a administração do tempo, dos talentos e das posses, pois, tudo é do Senhor.

    CONCLUSÃO
    A fidelidade como parte do fruto do ESPÍRITO é imprescindível ao cristão em seu relacionamento com DEUS, com os outros e consigo mesmo.
    Através da fidelidade, tornamo-nos diferentes dos outros que não temem a DEUS. O Senhor está procurando os fiéis para andarem com ele e servi-lo (Sl 101.6).
    A fidelidade de DEUS é uma bênção perene para o crente fiel, mas ela é ineficaz para com aqueles que resistem à sua graça (ver 2.13, 2 Tm 2.13).

    Subsídio Bibliológico
    “Fé e paciência são dois ingredientes inseparáveis para se tomar posse das promessas de DEUS. A fé nas promessas de DEUS é o estímulo para as conquistas dos nossos sonhos, especialmente, quando esses sonhos estão de acordo com a vontade de DEUS. Abrão já havia dado passos gigantescos na direção da vontade de DEUS. Ele havia aprendido a importância do caminho da obediência para a verdadeira felicidade, mas não pôde evitar as circunstâncias desse caminho. Fragilidade e fé são termos opostos na nossa peregrinação espiritual. Por natureza somos frágeis e suscetíveis às intempéries da vida. A fé é o elemento espiritual que nos capacita a reagir nos momentos de fraquezas. Abrão já havia vencido grandes reveses e, agora, depois de haver chegado à Terra Prometida de leite e mel não poderia deixar-se ofuscar pelo desânimo. Porém, se depara com uma terra seca e vazia, onde a fome se espalhava entre os seus habitantes. Esse caos na terra de Canaã ia de encontro à promessa de uma terra de ‘leite e mel’; um tempo de provações que expôs toda a fragilidade emocional de Abrão. Na vida cristã, quando empreendemos andar no caminho da fé, não imaginamos encontrar as dificuldades e adversidades desse caminho” (CABRAL, Elienai. Abraão: as experiências de nosso pai na fé. RJ:CPAD, 2002, p. 27-8).

    Subsídio Histórico
    "Calebe e sua herança Josué e o sacerdote Eleazar voltaram-se para a tarefa de delimitar os territórios designados às demais tribos Us 14.1-5).
    Primeiro vieram os líderes de Judá, representado pelo ancião Calebe.Josué foi lembrado das promessas que Moisés fizera a Calebe de que este receberia uma parte da terra em que havia estado como espia do povo.
    Isto, informou Calebe, havia acontecido a quarenta e cinco anos antes, quando ele estava com quarenta anos.
    A missão de espionar a terra tinha se dado no segundo ano após o êxodo (1445 a. c.); logo, o lembrete de Calebe a Josué deve ser datado por volta de 1399, ou seja, sete anos após a conquista.
    Quando os espias retornaram, Calebe usava a mesma força contra os mesmos gigantes, e foram-lhe da cidade de Hebrom e outras cidades dos anaquins. Anaquin de Hebrom deve 1 ter u di I a requisição Us 11.21,2 ; 1 .1 •1 ;Jz 1.9-15)."
    (M -RRI . H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: PAO, 200'1, p.133.)

    Aplicação Pessoal
    Na longa peregrinação da fé cristã, as promessas divinas assemelham-se ao oásis verdejante e de águas correntes que renova, refrigera e dá alento ao crente cansado. Todo o cristão que tem sua alma crestada pelo intenso calor das vicissitudes, encontra, nas promessas divinas, sombra e refrigério contra o estio intempestivo. É ali, à sombra do Altíssimo, que o viajante renova as forças de seu ânimo abatido (SI 91. 1). É o refúgio secreto daqueles que amam o Senhor e confiam incondicionalmente em suas santas, fiéis e preciosas promessas (SI 90.2). É a morada cercada pelos jardins da bondade e engastada nas fontes da misericórdia; o lar dos incansáveis e triunfantes peregrinos (SI 23.6).
    "Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração" (Sl 90.1 ).

    CALEBE SE DESTACOU COM ESTE MESMO TIPO DE FÉ.
    COMO ESTÁ SUA FÉ EM DEUS PARA CONQUISTAR SUA HERANÇA MAIOR, A SALVAÇÃO?

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 10 - UMA HERANÇA CONQUISTADA PELA FÉ
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    Retenhamos _______________ a confissão da nossa _____________________, porque __________________ é o que prometeu. (Hb 10.23)

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    DEUS _________________ recompensa a __________________________ de seus ________________________.

    I- A FIDELIDADE DE CALEBE
    3- Quem era Calebe? Quais das características abaixo são de Calebe? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Calebe era filho de Jefoné, o quenezeu.
    ( ) Pertencente a uma família edomita de destaque.
    ( ) Descendente de Elifaz, o primeiro filho de Esaú.
    ( ) Calebe sempre foi fiel aos seus líderes: Moisés e Josué.
    ( ) Um soldado exaltado, mas competente.
    ( ) Foi espia, soldado e pastor.
    ( ) Foi um homem que sempre soube o momento certo de falar e calar-se.
    ( ) Agradou a DEUS e não a maioria.
    ( ) Calebe agia como DEUS ordenava.
    ( ) Foi rei, profeta e mestre.
    ( ) Sentia certa antipatia por Josué, porém teve sucesso.
    ( ) Calebe caminhava por fé e não por vista.

    4- Qual a diferença entre os relatórios apresentados pelos espias? Ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:

    Dez espias
    Relatório negativo.
    Observaram o melhor da terra:
    "A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muito boa"
    Causaram uma grande rebelião entre os israelitas.
    Encorajaram Israel a crer na promessa de DEUS.
    Josué e Calebe
    Esqueceram-se do quanto DEUS é poderoso e de como poderia facilmente derrotar os cananeus, não importando a estatura deles.
    Encorajaram Israel a entrar na terra de Canaã.
    Não concordaram com o restante dos espias.
    Apresentaram um relatório de fé.
    Causaram medo por causa do tamanho e a força dos moradores daquela terra.
    Não ficaram assustados com os moradores do lugar.

    5- A quanto tempo Calebe e Josué estavam aguardando a promessa? Coloque "X" nas afirmativas corretas:
    ( ) Já havia se passado 40 anos.
    ( ) Já havia se passado 45 anos.
    ( ) Já havia se passado 50 anos.

    6- O que havia acontecido com a geração dos espias que foram espiar a terra junto com Calebe e Josué? Coloque "X" nas afirmativas corretas:
    ( ) Tinham sido instalados nas regiões vizinhas ao Mar Morto.
    ( ) Havia morrido no deserto.
    ( ) Ficaram em Jericó.

    II- UM PEDIDO OUSADO
    7- Como deveria ser a distribuição da terra, segundo DEUS? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) DEUS disse a Moisés os limites da Terra Prometida, ordenando que a distribuição da terra fosse feita por sortes.
    ( ) Tiraram sortes para Calebe e ele recebeu Hebrom.
    ( ) O resultado não seria questionado pelo povo, pois todos sabiam que era a expressa e soberana vontade de DEUS:
    ( ) Josué foi fiel à ordem do Senhor.
    ( ) Para Calebe não haveria sortes, pois havia uma promessa a seu respeito.
    ( ) Calebe, com fé e disposição, foi a Josué e pediu-lhe a sua parte, independente do que coubesse à sua tribo.

    9- Como deve ser o comportamento do crente diante das promessas de DEUS? Coloque "X" nas afirmativas corretas:
    ( ) Decretar e determinar a vitória são comportamentos normais ao crente fiel.
    ( ) Leal e impacientemente, deve o servo do Senhor permanecer exigindo a promessa.
    ( ) Fiel e pacientemente, deve o servo do Senhor permanecer no aguardo da promessa.

    10- Qual a parte que coube a Calebe, segundo seu próprio pedido, a qual já havia sido determinado por DEUS? Coloque "X" nas afirmativas corretas:
    ( ) Calebe pediu a cidade de Cedrom, lugar dos amorreus, uma raça de ignorantes.
    ( ) Calebe pediu a cidade de Jerusalém, lugar dos anaquins, uma raça de gigantes.
    ( ) Calebe pediu a cidade de Hebrom, lugar dos anaquins, uma raça de gigantes.

    11- De onde vinha a força de Calebe? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) De sua excelente força física e preparo na guerra.
    ( ) A força de Calebe vinha da sua fé no Senhor.
    ( ) Havia nele perseverança, fidelidade e ousadia.

    12- O Senhor deu a Calebe a terra. Mas o que o guerreiro de DEUS teve de fazer para conquistá-Ia? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Lutar.
    ( ) Não precisou fazer nada, só tomar posse da terra.
    ( ) Foi preciso batalhar para expulsar três líderes, filhos de Anaque (Sesai, Aimã e Talmai), da terra.

    13- Qual o tipo de fé que Calebe depositou em DEUS? Coloque "X" nas afirmativas corretas:
    ( ) Fé natural.
    ( ) Do tipo que remove montanhas e derruba gigantes.
    ( ) Fé temporal.

    14- Complete:
    DEUS ________________________ os fiéis da terra e aqueles que o servem com sinceridade. Calebe foi abençoado com aquilo que pediu, pois permaneceu aguardando no Senhor com fé e esperança. Ele o seguiu de todo o _______________________, confiou em suas promessas e, por isso, foi recompensado. DEUS sempre tem uma recompensa para aqueles que permanecem ____________________________ até o fim (Ap 2.10; Tg 1.12).

    15- O que era preciso fazer para ser genro de Calebe, ou seja, se casar com sua filha Acsa? Quem foi o felizardo que conseguiu? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Calebe proclamou: "Quem ferir a Quiriate-Sefer e a tomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher".
    ( ) Jair, tio de Calebe, foi o guerreiro que aceitou e venceu o desafio.
    ( ) Otniel, sobrinho de Calebe, foi o guerreiro que aceitou e venceu o desafio.

    16- Qual era o plano do Senhor quanto às nações cananéias? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Deixá-las em paz para que não perturbassem Israel.
    ( ) DEUS estava usando Josué para trazer um severo julgamento às nações cananéias.
    ( ) Era Seu plano removê-las, pois, a má influência daquela gente iria induzir os israelitas a cometerem toda a sorte de pecados.

    17- Encontre as palavras: - CALEBE - CORAGEM - FÉ - FIDELIDADE - HEBROM - JOSUÉ - OUSADIA - PERSEVERANÇA

    A A A A P B H V B N M U O I P
    R C A L E B E E E G H M I L Ç
    É P R S R D B O É H Y W Z X V
    F G Y I S P R U Q S F D T R J
    C É Q Z E J O S U É F G H U Y
    A B S C V E M A F G H I J K L
    M N O P E F I D E L I D A D E
    Q R S T R U V I X Z W A B C D
    E F G H A O I A J F É U É V G
    D E T U N I K L Ç I O P W Q A
    M N B T Ç E E U I O P A Q Z A
    C C O R A G E M M N B C D Z A
    C O R A D I N M S E Q W C V O

    CONCLUSÃO
    18- Complete:
    Através da vida de ________________________ aprendemos que DEUS é ___________________ e recompensa àqueles que são fiéis. A recompensa nem sempre é imediata. É preciso esperar. DEUS não se esqueceu de você; saiba que "recebereis do Senhor o _____________________ da herança, porque a CRISTO, o Senhor, servis" (CI 3.24).

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    Revista CPAD- 1992 - Severino Pedro da Silva
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  • LICAO 08 PERIGO DO ARDIL GIBEONITA EV HENRIQUE

    LIÇÃO 08 - O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2009
    Livro de Josué - As Conquistas e as Promessas do Povo de DEUS
    Comentários: Elienai Cabral
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto
    Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



    TEXTO ÁUREO
    "Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios" (1 Ts 5.6).

    VERDADE PRÁTICA
    Precisamos estar vigilantes quando àqueles que, com artifícios ardilosos, infiltram-se na Igreja visando impedir a concretização das promessas de Deus na vida de seu ovo.

    LEITURA BÍBLlCA EM CLASSE Josué 9.1-6, 1 5,16.
    1 - E sucedeu que, ouvindo isso todos os reis que estavam daquém do Jordão, nas montanhas, e nas campinas, e em toda a costa do grande mar, e em frente do Líbano, os heteus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, 2 - se ajuntaram eles de comum acordo, para pelejar contra Josué e contra Israel. 3 - E os moradores de Gibeão, I ouvindo o que Josué fizera com Jericó e com Ai,4 - usaram também de astúcia, e foram, e se fingiram embaixadores, e tomaram sacos velhos sobre os seus jumentos e odres de vinho velhos, e rotos, e remendados; 5 - e nos pés sapatos velhos e remendados e vestes velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento. 6 - E vieram a Josué, ao arraial, a Gilgal e lhe disseram, a ele e aos homens de Israel: 7Vimos de uma terra distante; faze i, pois, agora concerto conosco.

    15 - E Josué fez paz com eles e fez um concerto com eles, que Ihes daria a vida; e os príncipes da congregação Ihes prestaram juramento. 16 - E sucedeu que, ao fim de três dias, depois de fazerem concerto com eles, ouviram que eram seus visinhos e que moravam no meio eles.

    OBJETIVOS
    Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Citar os sete povos que habitavam Canaã.
    Descrever o ardil Gibeonita.
    Relacionar os grupos étnicos de Canaã aos seus territórios.

    RESUMO DA LIÇÃO 08 - 1º TRIMESTRE DE 2009
    O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA
    INTRODUÇÃO
    Moradores de Gibeão fizeram Aliança com Israel.
    I - A CONFEDERAÇÃO DOS REIS DE CANAÃ (9.1 ,2)
    1. O pavor e a reação dos reis cananeus.
    2. O respeito pelo nome de Josué.
    II- O ARDIL DOS GIBEONITAS (9.3-1 5)
    1. o perigo da astúcia do inimigo.
    2. Os ardis ocultam males destruidores (9.3,4).
    3. A estratégia dolosa dos gibeonitas (9.4,5).
    4. O perigo da convivência com o engano.
    III- A FARSA DESCOBERTA (9.16-22)
    1. Israel descobre o erro cometido (9.16).
    2. Josué teve de honrar o acordo com os enganadores (9.18-20).
    3. Os gibeonitas atuais na igreja.
    CONCLUSÃO
    Precisamos estar atentos, vigilantes e dependentes da direção divina,
    para evitarmos erros e males como os que Josué e Israel cometeram.

    SINOPSE DO TÓPICO (1)
    A Bíblia menciona sete raças que habitavam a terra de Canaã: os amorreus, cananeus, ferezeus, girgaseus, heteus, heveus e jebuseus.
    SINOPSE DO TÓPICO (2)
    Ardil é o mesmo que seduzir, ludibriar ou enganar alguém astuciosamente.
    SINOPSE DO TÓPICO (3)
    Depois da farsa descoberta, os gibeonitas tiveram que servir como "rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação e para o altar do Senhor".

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Prezado professor, seus alunos sabem que a terra de Canaã compunha-se de um grupo misto de povos? Quem eram os gibeonitas? Heveus, girgaseus ou ferezeus? Nesta lição explique aos alunos a composição demográfica da antiga Canaã, mas tarde chamada de Palestina pelos romanos. Canaã é o nome da área habitada pelos filhos de Canaã. Esta terra era habitada por povos mistos descendentes provavelmente de Canaã, filho de Cam (Gn 10.15-20). A Bíblia menciona sete raças que habitavam essas terras: amorreus, cananeus, ferezeus, girgaseus, heteus, heveus e jebuseus (Gn 10.16; Dt 7.1; Js 3.10; 24.11).

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
    Subsídio Histórico
    "A campanha em direção ao sul".
    Ao ficar claro que Josué havia ferido o norte de Canaã a partir do sul, e que efetivamente instalara a nação de Israel na região montanhosa central, os cananeus e outras populações decidiram pôr de lado as diferenças e formar uma só defesa contra Israel. Os heveus (horitas ou hurrianos:) de Gibeão (el-Ji:), situados apenas a onze quilômetros ao sul de Betel, ficaram tão apavorados em face do que acontecera a
    Jericó e a Ai que tentaram uma ação diplomática ao invés de militar. Disfarçados de viajantes que vinham de muito longe, uma delegação de Gibeão foi a Gilgal - agora acampamento de Israel e persuadiu Josué a assinar um pacto de não agressão contra eles. O acordo requeria que o povo servisse a Israel como escravos (Dt 20.11 ; Js 9.15, 21,27), uma condição que embora indesejável, era definitivamente melhor que a morte. É claro que os gibeonitas eram alvos do herem, juntamente com os demais cananeus, e por isso deveriam ser destruídos (Dt 20.16,17; Js 9.24). Em vez disso, despercebido como estava Josué, o pacto teve de vigorar, e os gibeonitas com seus amigos heveus de Quefira (Te Kefireh), Beerote (Nebi Samwil:) e Quiriate-jearim (Qiryat Ye'arim) conseguiram sobreviver, e todas as vilas que ficavam nos oito quilômetros de Gibeão foram permitidas viver," (MERRILL, E. H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de janeiro: CPAD, 2001, pp.112-3.)

    APLICAÇÃO PESSOAL
    Somos desafiados à prudência. Jesus nos admoesta a respeito da cautela diante do mundo (Mt 10.16). O propósito divino é que sejamos puros, santos e humildes. Contudo, nenhuma dessas virtudes espirituais elimina o comedimento, a precaução e a sensatez dos filhos de Deus. Os servos do Senhor cultivam a ingenuidade, mas não a tolice (Pv 1.22); a candura no lugar da malícia; a piedade em vez da profanação. O cristão que ama a Deus e obedece às santas Escrituras não se torna refém do crédito fácil, da mentira, injustiça e toda sorte de mazelas e perturbações que afligem a alma do incauto. Ele procede com prudência, galhardia, moderação e segurança. Tudo o que promete, cumpre. Tudo que compra, paga. Andemos com prudência e temor ao nome do Senhor para que em tudo o nosso Senhor seja glorificado.

    TEMA
    As Conseqüências de Não Vigiar

    TEXTO BÍBLlCO BÁSICO Js 9.1-7,14••16
    Em conseqüência de sua precipitação, fizeram os israelitas uma comprometedora aliança com os moradores de Gibeon. E, desta aliança, advieram males e transtornos à família de Jacó. De igual modo, se não vigiarmos, poderemos cair nas mesmas ciladas. E, comprometidos espiritual e socialmente, não seremos capazes de desempenhar com dignidade o ministério que nos confiou o Todo-poderoso. Os gibeonitas continuam a semear enganos e embustes no arraial dos santos. São embustes e enganos tão sutis que somente poderão ser discernidos por aqueles que se mantém ligados ao céu. Vigiemos, pois.

    A - ORIENTAÇÕES BÁSICAS
    OBJETIVOS
    Ensinar a importância da vigilância na vida do crente.
    Levar os alunos a ter uma vida de permanente vigilância e oração.

    MOTIVAÇÃO
    Como introdução à aula de hoje, fale sobre a vigilância na vida dos filhos de Deus. Reporte-se, por exemplo, aos homens de Neemias que, enquanto construíam o Santo Templo, mantinham-se alertas para não serem surpreendidos pelos inimigos do povo de Israel que tramavam contra o Reino de Deus. Cabe-nos, igualmente, mantermo-nos em permanente vigilância para não sermos submetidos aos ardis do demônio.

    O ENGANO FATAL DOS GIBEONITAS EM NOME DE DEUS
    Quando não vigiamos, somos enganados
    Quem eram os gibeonitas
    Moravam no meio deles
    Os gibeonitas atuais

    O ENGANO DOS GIBEONITAS TROUXE CONSEQÜÊNCIAS E SERVE DE ADVERTÊNCIA PARA NÓS
    1. Vivemos dias perigosos em que o engano vem se alastrando
    A falsa humildade - Passaram a conviver juntos

    INTRODUÇÃO
    A perfeita vontade de Deus, era que o povo eleito tomasse posse da Terra Prometida na sua totalidade. Isso somente seria possível através da destruição total das sete nações ali existentes. Todas elas, são descritas pelo sufixo "eu" - Js 3.10. Entretanto, isso não aconteceu, pelo menos na prática. O povo começou a fazer "aliança" com os moradores daquela terra, começando pelos gibeonitas (9.15-16) e daí por diante em todas as conexões do Antigo Testamento, encontramos a nação convivendo com aquela gente (SCR e SG).

    NÃO PEDIRAM CONSELHO... DO SENHOR. Josué e os líderes de Israel não oraram, nem buscaram a vontade de Deus no tocante aos gibeonitas. Entraram presunçosamente num concerto irrevogável com os gibeonitas (v. 18; 2 Sm 21.1,2). Essa decisão imprudente trouxe os cananeus ímpios para dentro de Israel (ato este proibido em Dt 7). Os gibeonitas eram amorreus, e um dos povos de Canaã (2 Sm 21.2; Gn 10.15,16). Em todas as decisões da vida devemos buscar a vontade de Deus e orar pedindo sua sabedoria e orientação. Isso nos poupará de tristezas e tragédias (BEP).

    Balaão engano do prêmio.
    Jacó engana a Esaú, engano para ter vantagens.
    Saul morreu, consultou uma espírita.
    Ananias e Safira (At. 5), engano da Igreja.
    Os gibeonitas, como os demais povos de Canaã, deveriam ser destruídos, conforme haviam recebido instrução divina (Dt. 7.1-6).
    os inimigos já sabiam deste concerto (Js. 9.24)
    Josué e o povo de Israel só descobriu a verdade, três dias depois de serem enganados (v. 16). Mentira tem perna curta.
    Foi com louvores e bajulações que os gibeonitas conseguiram ludibriar a Josué e seu povo. verso 9. “O homem é provado pelos louvores que recebe” (Pv 27:21).
    O verso 14 resume o erro de Josué: “então os homens de Israel tomaram da provisão deles, e não pediram conselho ao Senhor”.
    Uma das principais estratégias do inimigo é provocar o enfraquecimento do seu oponente. Uma das formas de gerar essa condição é a mistura, isto é, a fragmentação do todo, em partes.
    A união com aqueles que se opõem a Deus leva à desconcertante situação de abrir mão dos princípios bíblicos.
    Um pouco de fermento levada toda massa (I Co. 5.6) e não estejamos em jugo desigual com os descrentes (II Co. 6.14).

    A- O ENGANO FATAL DOS GIBEONITAS EM NOME DE DEUS
    1. Quando não vigiamos, somos enganados (vv .4,22).
    O fato de enganar involuntariamente o próximo, por ignorância ou erro, e falando de acordo com o que pensa, não é, portanto, uma mentira propriamente dita. Para que seja mentir propriamente dito, é necessário e suficiente que a palavra "enganar" voluntariamente é algo oposto ao que se sabe com efeito, no caso dos gibeonitas, o engano foi premeditado. Eles "se fingiram embaixadores" (v.4).
    Nesse caso, a mentira deles, segundo a divisão correta, estava embasada nos seguintes pontos:
    • Era jocosa (em forma de brincadeira ou de jogo);
    • Oficiosa (tratava-se do próprio interesse deles);
    • Perniciosa (visava expressamente prejudicar o povo de Deus, levando-o a desobediência (Dt 7.1-5). Com efeito, houve desobediência em ambos os lados. Os gibeonitas enganaram usando a "astúcia" - os israelitas porque "não pediram conselho à boca do Senhor" (v.14). Especialmente ao sumo sacerdote Eleazar (Nm 27.21).



    2. Quem eram os Gibeonitas (v.7).
    Os gibeonitas que aqui estão em foco, pertencem "a tribo dos heveus, descendentes de Cão (Gn 10.17; Êx 3.17). (SA e SC) Posteriormente essa gente passou a formar várias comunidades. Uma delas.ocupava Siquém no tempo de Jacó (Gn 33.18; 34.2). Outras, ocuparam as cidades do planalto central e montanhoso da Palestina, como estão relacionadas suas cidades em Js 9.17; a ordem divina em Dt 20.15-16 era que Israel somente deixasse com vida "as cidades que estivessem bem longe", mas as que estivessem perto, ordenou expressamente sua destruição, especialmente "os heveus" (gibeonitas) entram nessa lista (Dt 20.17). Entretanto, aqueles homens "não pediram conselho à boca do Senhor" (v.14) e depois de três dias (v.16) "ouviram que eram seus vizinhos, e que moravam no meio deles". As escavações feitas pelo Prof. J.B. Britchard, entre 1956 e 1962, apoiaram que Gibeão (El-Bi:), ficava a 10 quilômetros ao norte de Jerusalém. Cefira, corresponde a El Kefieh, a 8 quilômetros a sudeste de El Gil e Quiriate-Jearim (Deir Azhar), cerca de 9 quilômetros a sudoeste de El-Gib. Beerote é a aldeia de EI-Bereque, cerca de 12 quilômetros ao norte de Jerusalém. Evidentemente, todas estas cidades estavam encravadas no raio da destruição demarcada por Deus. Os "netinins", citados em Ed 2.70 e Ne 7.73, são os gibeonitas.

    3. "Moravam no meio deles" (v.16).
    Quando Israel saiu do Egito, uma "mistura de gente" o acompanhou (Êx 12.28). O hebraico emprega a palavra' 'enxame" , derivada da mesma raiz usada em Êx 8.21 para descrever a praga das moscas. Essa "mistura de gente" seria o resultado de casamentos de hebreus com egípcios como em Nm 11.4, onde essa "mistura" está novamente em evidência. Ali usa-se o termo "populacho" (ralé), expressão essa apenas encontrada nessa passagem, que os tradutores dizem: "vulgo". Em Lv 24.10, o "filho de uma mulher israelita, o qual era filho de um egípcio" fazia parte dessa mistura. Coisa semelhante acontece aqui com respeito aos gibeonitas entrando fraudulosamente na herança do Senhor.

    4. Os gibeonitas atuais.
    Nos dias atuais uma certa "mistura de gente" tem acompanhado a Igreja do Senhor Jesus como o "fermento na massa" (1 Co 5.5-7) e passagem paralela como Mateus 13.33. Entre nós essa "mistura" "lobos cruéis" (At 20.29) e "falsos apóstolos são obreiros fraudulentos" (2 Co 11.13). Essa gente nunca está satisfeita com coisa alguma. Estão sempre do lado dos "rachadores" (v. 21) que procuram "rachar" o corpo de nosso Senhor Jesus Cristo que é a sua Igreja (CI 2.19; Jd v.19).

    B- O ENGANO DOS GIBEONITAS TROUXE CONSEQÜÊNCIAS E SERVE DE ADVERTÊNCIA PARA NÓS
    1. Vivemos dias perigosos em que o engano vem se alastrando.
    Vivemos dias perigosos em que o mundo está invadido' 'de espíritos enganadores... e doutrinas de demônios" (I Tm 4.1); isso tem tomado as coisas tão parecidas que, se não for um discernimento do Espírito Santo em nossa visualização de aquilatar as coisas de Deus e os movimentos paralelos, seremos enganados também (Mt 24.5,11). Uma vez por outra, aparece em nosso meio um Jacó disfarçado de Esaú (Gn 27. 1824). O "disfarce" pode ser praticado por pessoas de ambos os sexos e idade. Por exemplo, pode ser um senhor já idoso (Gn 12.10-20); uma mulher jovem (Gn 38.14), um servo (2 Rs 5.20-27), um rei (1 Sm 21.13), uma rainha (1 Rs 14.1-6), um príncipe (2 Sm 12.1-5), uma princesa (1 Sm 19.12-17), um parente, em sentido geral (cf. At 5.1-10), um obreiro (Lc 22.48) etc. Entretanto, o engano não traz à criatura humana recompensa para quem engana, pelo contrário, quem engana é sempre enganado! (2 Tm 3.13).

    2. A falsa humildade (v. 13).
    O Dr. Geo. Goldman oferece aqui a seguinte explicação, com respeito a falsa atuação dos gibeonitas:
    . Fingem propósitos pacíficos, oferecendo aliança. "Fazei, pois, agora, concerto conosco" (v.6).
    • Fingem submissão: "nós somos teus servos" (v.8).
    • Fingem piedade: . 'teus servos vieram de uma terra mui distante, por causa do nome do Senhor" (v.9). O apóstolo Paulo falou-nos de pessoas que têm quase as mesmas características em nossos dias, dizendo: "Tendo a aparência de piedade, mas negando a eficácia dela" (2 Tm 3.5) e conclui: "Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras" (Tt 1.16a). A falsa capa da religião não assegura entrada no reino eterno de Cristo, mas, sim, o branquejar das vestes no sangue do Cordeiro (Ap 22.14).

    3, Passaram a conviver juntos (v.22).
    Aqui esta portanto as conseqüências de não vigiar. A partir dai; Israel passou a conviver com um "corpo estranho" no seio da comunidade. Nos dias pós-cativeiro, essa mistura ainda continuava convivendo com Israel (Ed 2.70; Ne 7.73). A ordem divina era que deveriam expulsar todos estes "eus", conforme está escrito: . 'Disse mais Josué: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós, e que de todo lançará de diante de vós aos cananeus, e aos heteus, e aos heveus, e aos perizeus, e aos girgaseus, e aos amorreus, e aos jebuseus" (Js 3.10). Infelizmente isso não aconteceu! Em figura de retórica, em nossos dias, estes "eus" são representados pelas . 'obras da carne". Eles são contrários à vontade divina que deseja ter o controle total de toda a nossa vida. lamentavelmente, isso não acontece - a culpa não é de Cristo - é nossa. Expulsamos alguns "eus" - uns temos e com alguns tipos, até nos acostumamos a conviver com eles. Entretanto;o desejo de nosso Senhor, redenção total, por meio da crucificação de nossa carne, como diz o apóstolo Paulo em Gálatas 2:20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. (SD).

    4- Força de uma Aliança (Só o sangue derramado ou a morte pode desfazer uma aliança, pois a Aliança envolve um juramento, envolve o nome de DEUS).
    Aliança entre Davi e Jonatas
    1 Sm 18.3 "Então Jônatas fez um pacto com Davi, porque o amava como à sua própria vida. 4 E Jônatas se despojou da capa que vestia, e a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua espada, o seu arco e o seu cinto."
    Mefibosete filho de Jonatas
    Davi sofre uma fome de três anos consecutivos por causa da Aliança Gibeonita com Josué, devido ao rei Saul a ter quebrado.
    2Samuel 21.1E houve nos dias de Davi uma fome de três anos consecutivos; e Davi consultou ao SENHOR, e o SENHOR lhe disse: É por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os gibeonitas. 2 Então chamou o rei aos gibeonitas, e lhes falou (ora os gibeonitas não eram dos filhos de Israel, mas do restante dos amorreus, e os filhos de Israel lhes tinham jurado, porém Saul, no seu zelo à causa dos filhos de Israel e de Judá, procurou feri-los. 3 Disse, pois, Davi aos gibeonitas: Que quereis que eu vos faça? E que satisfação vos darei, para que abençoeis a herança do SENHOR? 4 Então os gibeonitas lhe disseram: Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tampouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel. E disse ele: Que é, pois, que quereis que vos faça? 5 E disseram ao rei: O homem que nos destruiu, e intentou contra nós de modo que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em termo algum de Israel, 6 De seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao SENHOR em Gibeá de Saul, o eleito do SENHOR. E disse o rei: Eu os darei. 7 Porém o rei poupou a Mefibosete, filho de Jonatas, filho de Saul, por causa do juramento do SENHOR, que entre eles houvera, entre Davi e Jonatas, filho de Saul.

    Nós temos uma Aliança com DEUS, em CRISTO, cujo sangue foi derramado na cruz, quebrando assim nossa aliança com o pecado (nós morremos em CRISTO, naquela cruz), assim ficamos livres do velho marido, o pecado e sua força em Satanás; agora estamos livres para casar de novo, agora com a santificação em CRISTO JESUS, nosso Senhor.
    1 Jo 1.7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.

    MORTE DE UM ANIMAL: (Jo 19.30; Rm 8.10).
    1 Pedro 8.18 sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, 19 mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo.
    - JESUS é o cordeiro que deu sua vida por nós e é o que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).
    Lembrando que no batismo nas águas nós morremos.
    Rm 6.8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos.
    Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...

    C - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO CRONOLÓGICO
    Ainda nos encontramos em 1.422 a.C.

    SUBSÍDIO GEOGRÁFICO
    Escreve o pastor Claudionor Corrêa de Andrade acerca do Mar Mediterrâneo:
    "O Mediterrâneo aparece nas Sagradas Escrituras com outros nomes: Mar Grande, Mar Ocidental, Mar dos Filisteus, Mar de Jafa. Biblicamente, ele é tratado simplesmente de o Mar. Sua importância é incontestável. Afirma Paul Valery: " ... o Mediterrâneo tem sido uma verdadeira máquina de fabricar civilização". Por seu turno, comenta E. M. Forster sobre esse gigante: "O Mediterrâneo é a norma humana. Quando as pessoas deixam esse lago encantador, através do B6sforo ou dos Pilares de Hércules, aproximam-se do monstruoso e do extraordinário; e a saída meridional leva às mais estranhas experiências.
    "Com uma extensão de 4.500 km e uma superfície de três milhões de quilômetros quadrados, o Mediterrâneo é o maior dos mares internos. Suas águas banham a Europa Meridional, a Ásia Ocidental e a África setentrional. Famosos rios deságuam em sua histórica e milenar grandeza.
    "O Mar Mediterrâneo banha toda a costa ocidental de Israel. Nessa área, suas águas são bastante rasas o que tornava impossível a aproximação de navios de grandes calados. O Grande Mar, por esse motivo, não era usado pelos judeus como via de transporte. Eles, aliás, sentiam-se isolados pelo Mediterrâneo.
    "Jope era o único porto do Grande Mar utilizado pelos israelitas. Entretanto, por causa de seus arrecifes e bancos de areia, os navegantes não se aventuravam a procurá-Io com freqüência. Por outro lado, o mesmo Mediter¬râneo formava uma vastíssima área defensável à pequena nação hebréia."
    Gibeon "Ficava esta povoação à distância de cinco milhas ao noroeste de Jerusalém, e estava edificada sobre um pequeno monte isolado e oblongo, no meio de uma rica planície, de terreno elevado, "a terra de benjamim". Uma das cidades principais dos heveus; os seus habitantes fizeram uma liga com Josué (Js 9.3 a 17). Por esta razão foi a cidade atacada por alguns reis cananeus, mas socorrida por Josué (Js 10)." (Buckland)

    SUBSÍDIO ANTROPOLÓGICO
    Quem eram os heveus? Responde John Davis: "Nome de umas das raças residentes em Canaã antes da conquista da terra pelos hebreus, Gn 10.17; :Êx 3. 17; Js 9.1. Formavam diversas comunidades. Uma delas ocupava Siquém no texto de Jacó, Gn 33.18; comp.34.2, e seus descendentes ainda exerciam influência naquela cidade muito tempo depois da conquista, Jz 9.28. Outro grupo habitou em Gabaom e suas vizinhanças. Possuíam grande estabelecimento, talvez o principal, nas raízes do Líbano, desde o monte Hermom até a entrada de Hamate, Js 11.3; Jz 3.3. Nesta região possuíam aldeias ainda nos dias de Davi, 2 Sm 24.7. Salomão exigiu deles, e dos demais que permaneceram em Canaã depois da conquista, que prestassem serviços como operários nas grandes obras que o rei executava, 1 Rs 9.20-22."

    SUBSÍDIO CULTURAL
    Vejamos agora como se vestiam os hebreus do tempo de Josué. Desta forma, poderemos ter uma idéia sobre a indumentária dos gibeonitas. Escreve Osvaldo Ronis: "Túnica - era uma camisola de algodão ou linho, sem mangas, chegando até os joelhos. A túnica dos ricos e dos sacerdotes tinha mangas compridas e largas. Manto ou capa - era uma peça de fazenda geralmente de lã que se usava por sobre a túnica, servindo também como cobertor, tapete, sela, etc. Era uma peça bastante adornada com franjas e borlas (Dt 22.12). O cinto do manto era feito de couro ou fazenda espessa, bastante comprido para dar várias voltas na cintura, por dentro do qual também carregava-se dinheiro e outras miudezas. O sapato dos palestinos era a sandália confeccionada de couro ou pano e presa ao pé por cordões de algodão ou fitas de couro fino. Os ornamentos masculinos mais comuns eram o cajado, o anel-sinete (que nos tempos mais remotos usava-se pendurado ao pescoço por meio de um cordão, porém posteriormente no dedo) e as filactérias (tiras de couro com caixinhas, contendo alguns trechos da lei, presas à testa e ao pulso esquerdo (Êx 13.9; Dt 6.8). Na cabeça usava-se o turbante que consistia de uma fita longa enrolando a parte superior da cabeça, ora em forma esférica, ora em cônica, truncada, dependendo do gosto. Porém a cobertura mais comum era um lenço quadrado preso por uma fita ao redor da cabeça, deixando a parte mais longa para trás a fim de proteger o pescoço. Geralmente a fita era de cor diferente da do lenço. Parece que os calções eram usados, por algum tempo, somente pelos sacerdotes (Êx 28.42; 39.28; Lv 6.11 ).

    SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
    Com respeito ao episódio de hoje, comenta Goodman: "O erro de Israel foi que "não pediu conselho à boca de Jeová". É perigoso agir apressadamente e chegar a uma decisão sem ter tempo para orar e esperar em Deus. George' .Müller foi consultado por um homem que recebera a oferta de um negócio que prometia grandes lucros. "Preciso dar uma resposta dentro de uma hora", disse o homem. O sr Müller respondeu: "então a resposta é Não. Pois aquilo que não deixa tempo para oração não pode estar certo."
    Portanto, nada façamos sem oração. Em primeiro lugar, consultemos o senhor. se Ele disser sim, que seja o sim. Mas, se a resposta for negativa, sejamos obedientes para que não soframos as conseqüências de nossa precipitação e imprudência.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 08 - O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 1º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Não ___________________, pois, como os demais, mas ____________________ e sejamos _________________________" (1 Ts 5.6).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Precisamos estar ________________________ quando àqueles que, com artifícios _____________________, infiltram-se na Igreja visando impedir a concretização das ___________________________ de Deus na vida de seu povo.

    INTRODUÇÃO
    3- Como ficaram e o que decidiram os reis que estavam daquém do Jordão, ao tomarem conhecimento das vitórias de Israel sobre Jericó e Ai? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Ficaram apavorados e inseguros, formaram uma espécie de confederação para pelejar contra Israel.

    4- Como ficaram e o que decidiram os moradores de Gibeão? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Os moradores de Gibeão, com medo e grande astúcia anteciparam-se, propondo a Israel uma aliança que Ihes preservasse a vida.

    I - A CONFEDERAÇÃO DOS REIS DE CANAÃ (9.1 ,2)
    5- A que estavam prontos a superar, os inimigos do povo de Deus, e por que? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Estavam prontos para superar suas diferenças pessoais e unirem-se para resistir ao avanço do povo de Deus.

    6- Complete:
    "Toda _____________________ preparada contra ti não ______________________; e toda língua que se levantar contra ti em __________________, tu a condenarás" (ls 54.1 7).

    7- Em que se tornara Josué em toda a terra de Canaã? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Josué tornara-se um líder e estrategista, reconhecido com temor em toda a terra de Canaã.

    II- O ARDIL DOS GIBEONITAS (9.3-1 5)
    8- O que é Usar de Ardil? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Usar de ardil é o mesmo que seduzir, ludibriar ou enganar alguém.
    ( ) E uma manobra ardilosa com o intuito de induzir alguém ao erro.

    9- Como também eram conhecidos os gibeonitas? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Conhecidos como heveus.

    10- Qual foi a ordem divina, que deveria ser cumprida cabalmente, a respeito dos heveus? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Deveriam ser lançados fora da terra prometida (Dt 7.1-6).

    11- Complete:
    "Sede sóbrios, ____________, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como ________________, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé" (1 Pe 5.8,9). Nosso campo de batalha é invisível e espiritual. Portanto, devemos estar vigilantes quanto às _________________ investidas de Satanás contra a nossa vida cristã.

    12- Complete:
    A Bíblia conta-nos que os _________________________ fizeram parte de algumas nações que viveram entre os israelitas para, com a permissão divina, ________________ a fidelidade de Israel diante do Senhor (Jz 3.1-3). A Igreja de Cristo está no mundo, e vive entre os que não pertencem ao povo de Deus. Estes, às vezes, costumam se _________________ no seio da igreja, com fingimento e hipocrisia (1 Jo 1.5-7).

    13- Qual foi a estratégia dolosa dos gibeonitas (9.4,5)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Tomaram sacos velhos sobre os seus jumentos;
    ( ) Tomaram odres de vinho velhos, e rotos, e remendados;
    ( ) Nos pés, sapatos velhos e remendados;
    ( ) Vestes velhas sobre si;
    ( ) Pão que traziam para o caminho era seco e bolorento".

    14- O que queriam dar a impressão, os Gibeonitas, com essas atitudes? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) A impressão de estarem vindo de uma terra distante, quando, na verdade, moravam em Gibeão, cidade bem próxima do acampamento de Israel.

    15- Quando é que Josué e os príncipes de Israel descobriram que haviam sido enganados? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Só três dias depois de feito o pacto (v.16).

    16- Complete:
    Após ter feito um acordo de ___________________ com os gibeonitas, Israel teve de aceitar o "fermento que já estava na massa". Paulo exortou a igreja de Corinto dizendo: "Não sabeis que um pouco de ______________________ faz _________________________ toda a massa?" (1 Co 5.6).

    17- Por que Josué, como líder, falhou? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Por não pedir conselho à boca do Senhor (Js 9.14).

    18- O que é agir por livre-vontade? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) É deixar de "andar no Espírito" para seguir os ditames da carne (GI 5.16,25).

    III- A FARSA DESCOBERTA (9.16-22)
    19- Aquele povo, que dizia ter vindo de terras distantes, era vizinho de Israel e morava em três cidades de perto dali, quais eram?
    ( ) Cefira, Beerote, e Quiriate-Jearim.

    20- Complete:
    A _____________________ que se fundamenta na ___________________________ não tem qualquer __________________________ nem continuidade.

    21- O pacto feito em nome do Senhor (v. 15), podia ser invalidado? Por que? Coloque "X" nas respostas corretas:
    ( ) Não, porque a quebra de um juramento constituía uma grave transgressão.

    22- O que fez Josué para cumprir o pacto com os gibeonitas? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Primeiramente, libertou-os da morte (v.26),
    ( ) Fez com que os gibeonitas se tornassem seus servidores.

    23- O que seriam, dali para frente, os gibeonitas, no meio de Israel? Coloque "X" nas respostas corretas:
    Eles seriam "rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação e para o altar do Senhor"

    24- Como são os gibeonitas atuais na igreja? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) São os "espíritos enganadores" que têm entrado no seio da igreja (1 Tm 4.1) para difundir o erro, confundindo e distraindo o povo de Deus para estacionarem no caminho da fé e, por fim, se desviarem.
    ( ) São os que têm trazido para a Igreja toda sorte de contaminação, por meio de ensinos heréticos, falsa unção, pseudo-espiritualidade e costumes mundanos.
    ( ) São os que utilizam-se de todo tipo de trapaça a fim de ludibriar o povo de Deus.

    CONCLUSÃO
    25- Complete:
    A grande lição desta história bíblica dos gibeonitas é que precisamos estar atentos, vigilantes e _________________________ da direção divina, para evitarmos erros e males como os que _____________________ e Israel cometeram. Satanás sempre usará de artifícios para ___________________________ o povo de Deus, com o intuito de impedi-Io de chegar à "Terra Prometida". Vigiemos, pois, em todo o tempo, na dependência do Senhor.

    RESPOSTA NOS VÍDEOS EM http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...

    Ajuda:
    CPAD - www.cpad.com.br - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
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    Revista CPAD- 1992 - Severino Pedro da Silva
    Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estud...

    [video]pt-1241974[/video]

  • LICAO 07 DA DERROTA PARA VITORIA Ev Henrique

    LIÇÃO 07 - DA DERROTA À VITÓRIA
    Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2009
    Livro de Josué - As Conquistas e as Promessas do Povo de DEUS
    Comentários: Elienai Cabral
    Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto
    Complementos, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIOS

    TEXTO ÁUREO
    "O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas do SENHOR vem a vitória" (Pv 21.31).

    VERDADE PRÁTICA
    Fé em DEUS e perseverança, em tempos de tribulação e desânimo, são os meios pelos quais DEUS nos outorga a vitória.

    LEITURA BÍBLlCA EM CLASSE Josué 8.1-7.
    1- Então, disse o SENHOR a Josué: Não temas e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, e sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra. 2- Farás, pois, a Ai e a seu rei como fizeste a Jericó e a seu rei, salvo que para vós saqueareis os seus despojos e o seu gado; põem emboscadas à cidade, por detrás dela. 3- Então, Josué levantou-se, e toda a gente de guerra, para subir contra Ai; e escolheu Josué trinta mil homens valentes e valorosos e enviou-os de noite. 4- E deu-Ihes ordem, dizendo: Olhai, poreis emboscadas à cidade, por detrás da cidade; não vos alongueis muito da cidade; e todos vós estareis apercebidos. 5- Porém eu e todo o povo que está comigo nos achegaremos à cidade; e será que, quando nos saírem ao encontro, como dantes, fugiremos diante deles. 6- Deixai-os, pois, sair atrás de nós, até que os tiremos da cidade; porque dirão: Fogem diante de nós, como dantes. Assim, fugiremos diante deles. 7- Então, saireis vós da emboscada e tomareis a cidade; porque o SENHOR, vosso DEUS, vo-la dará na vossa mão.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Professor, nesta lição apresente aos alunos o Mapa da Conquista de Ai. Há sete passos que resumem a conquista (veja o mapa). Observe que durante a noite Josué enviou um grupo de soldados para o oeste de Ai (vv.3,4). No dia seguinte, pela manhã, conduziu um segundo grupo para o norte para distrair o exército da cidade. Quando o exército inimigo atacou o segundo grupo, estes recuaram fazendo com que a tropa de Ai os perseguisse enquanto o primeiro grupo invadia e atacava a cidade (vv. 5-8). Leia todo o capítulo 8 antes de ministrar a lição e explicar o mapa.



    RESUMO DA REVISTA DA CPAD
    1º TRIMESTRE DE 2009
    DA DERROTA À VITÓRIA

    INTRODUÇÃO
    DEUS jamais abandona seus filhos.
    I- JOSUÉ REANIMADO POR DEUS (Js 8.1-1 7)
    1. O SENHOR assume o comando da conquista (js 8.1).
    2. O SENHOR restaura a confiança de Josué (Js 8.1).
    3. DEUS dá a estratégia da conquista (Js 8.2-8).
    II- JOSUÉ ENTRA EM AÇÃO
    1. A estratégia da conquista (Js 8.9-13).
    2. O SENHOR assegurou a Josué a vitória (Js 8.18-27).
    III- OS MEMORIAIS NO VALE DE ACOR E DO MONTE EBAL .
    1. O memorial no vale de Acor (Js 7.26).
    2. O memorial do monte Ebal (Js 8.30,31).
    3. O altar e a cópia da Lei em pedras (Js 8.31).
    CONCLUSÃO - A fé nas promessas do Altíssimo, evidenciada
    no altar da expiação e nos mandamentos, era essencial para
    a manutenção de um relacionamento pactual com DEUS.

    SINOPSE DO TÓPICO (1)
    o SENHOR reanimou a Josué assumindo o comando da conquista, restaurando-lhe a confiança e a estratégia da batalha.

    SINOPSE DO TÓPICO (2)
    Durante a noite,Josué enviou um pelotão de 30 mil homens para atacar a cidade de Ai por detrás. Na manhã seguinte, um _ outro pelotão distraía o exército inimigo, enquanto o primeiro atacava a cidade.

    SINOPSE DO TÓPICO (3)
    Foram construídos dois memoriais, um no vale de Acor e outro no monte Ebal. O primeiro lembrava o pecado de Acã, e o segundo a vitória de Israel - a maldição do pecado e a bênção da obediência.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
    Subsídio Teológico "A Batalha de Ai
    Durante a noite, Josué enviou um grupo de soldados para o oeste de Ai, a fim de aguardar o momento do ataque. Na manhã seguinte, levou um segundo grupo para o norte da cidade. Quando o exército de Ai atacou, os israelitas que se encontravam na frente dispersaram-se, apenas para distrair o inimigo, enquanto os homens que aguardavam em uma emboscada entraram na cidade e a queimaram.
    Por que DEUS permitiu que os israelitas tomassem para si o despojo capturado desta vez? As leis de Israel para a posse dos espólios de guerra cobriam duas situações: (1) cidades como Jericó que estavam debaixo da proibição de DEUS (julgamento pela idolatria) não poderiam ser saqueadas (Dt 20.16
    1 8). O povo de DEUS precisava ser santo e separado de toda influência idolátrica; e (2) a distribuição dos bens capturados das cidades que não estavam debaixo da proibição fazia parte da guerra. Ela provia ao exército e à nação a comida, rebanhos e armas necessários para o sustento dos tempos de guerra,"
    (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoa. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, , p.287.)

    APLICAÇÃO PESSOAL
    O SENHOR nosso DEUS é o único capaz de transformar o vale de Acor em vale de esperança (Js 7.26; Os 2. 14, 15). O vale de Acor, literalmente, o "vale da desgraça e da tribulação" é símbolo da cobiça, egoísmo, soberba e materialismo de Acã. Também representa a tristeza e angústia que assolam a vida humana. É o vale da solidão, da tristeza, da ira, e da desesperança. Semelhante a Ai, é uma intrigante ilustração da "ruína" e do "monturo". Todavia, a vontade do SENHOR é transformar o vale da perturbação em "porta de esperança", tristeza em alegria, o fracasso em vitória e o pecado em santidade. Seja submisso à Palavra de DEUS e permita que o SENHOR transforme o vale de Acor em "Porta da Esperança".

    INTRODUÇÃO
    A vitória é certa quando se luta com fé e obediência a DEUS, santificando nossa vida e mantendo a comunhão como ESPÍRITO SANTO. Nosso general é CRISTO que nunca perdeu uma batalha. Glória a DEUS!

    DEUS, desta vez, se comunica com Josué como se comunicava com Moisés, ou seja em seus pensamentos, com ele ouvindo a voz de DEUS em seu interior. DEUS fala de maneira direta e objetiva.
    Devido a um momento de insensatez de Josué, talvez num momento de autoconfiança exagerada em suas próprias forças e em suas técnicas de guerra, pois era um general, por excelência, um estrategista.
    Com uma informação super confiante de seus espias, Josué decide atacar a pequena cidade de Ai, mesmo sem consultar a DEUS, se esquecendo de quem ganhou a guerra em Jericó.
    Devido ao excesso de confiança em si mesmos Josué envia cerca de 3000 soldados para a tarefa de atacarem e destruírem a cidade de Ai e seus habitantes. Os moradores de Ai com certeza ficaram irritados com o descaso de Israel que possuindo cerca de 600 mil soldados, envia apenas cerca de 3000 para atacá-los. Com isso ficam encorajados a investirem contra esses soldados e de tal maneira os atacam que conseguem matar 36 dentre eles e perseguirem os restantes até bem perto do acampamento de Josué e os israelitas.
    Josué com certeza aprendeu uma lição importante, sem DEUS na batalha, não há vitória. Somente DEUS pode garantir a vitória e muitas vezes nem se precisa lutar.
    Nossas derrotas muitas vezes nos ensinam mais do que nossas vitórias. Nossas frustrações acabam por nos conduzir a DEUS em busca de solução e é ai que aprendemos a sempre depender de DEUS.
    Josué teve culpa no episódio pois além de não ter consultado a DEUS, se esqueceu também de que o povo antes de atacar Jericó teve que se santificar, mas para atacar Ai não se lembraram deste importante detalhe. Para DEUS operar é preciso santidade.
    Agora DEUS fala com Josué em resposta a sua oração desesperada, oração até certo ponto, sem o devido respeito, mas DEUS sabia que Josué estava totalmente inocente quanto ao pecado de Acã e que falava do que não sabia.
    Agora DEUS dá uma condição para que continue a abençoar seu povo, só há um jeito, o anátema tinha que ser destruído, o pecado tinha que ser punido.
    Com a certeza de que DEUS os ajudaria dali para frente, após a morte de Acã e da destruição dos objetos roubados, Josué agora recobra o ânimo, volta a crer na vitória certa que só se encontra com a estratégia de DEUS.



    A estratégia de DEUS foi a seguinte:
    Primeiro, era para Josué enviar um grupo de soldados (30.000 deles, os melhores), a noite ainda, para o norte de Ai e ali permanecerem escondidos até que o exército de Ai visse o grupo maior e os seguisse pelo campo, quando então esse grupo menos atacariam a cidade de Ai por detrás segundo a ordem de Josué.
    Segundo, era para Josué, pela manhã cedo, seguir junto e enviar o grupo maior de soldados (todos os demais que eram por volta de 570.000) para a parte oeste da cidade,
    Em terceiro lugar era para, agora, as tropas que estavam ao norte, escondidas, quando vissem que o exército de Ai atacava os soldados de Israel que fugiam e se dispersavam pelo campo, entrarem na cidade de Ai pelo norte e destruírem tudo. Depois atacariam o exército inimigo pela retaguarda. Assim o exército de Ai ficaria entre dois exércitos e seria totalmente destruído. Foi o que aconteceu, a vitória foi esmagadora. Pronto, agora estaria resolvido o caso de Acã e também DEUS estava novamente em comunhão com seu povo.
    Josué como Moisés com seu cajado, levantou sua lança enquanto Israel prevalecia contra seus inimigos, até que todos foram mortos e a cidade destruída.
    A lança de Josué nos lembra da espada do ESPÍRITO que temos em nossa mão, em nossa mente e em nosso coração: a Bíblia. Só venceremos as batalhas que se nos apresenta com fé em DEUS, unção do ESPÍRITO SANTO e a Palavra de DEUS.
    Assim também todo líder (incluindo aqui, principalmente, os professores de EBD), permanecerem com a espada do ESPÍRITO levantada, ou seja, com a Palavra de DEUS, a doutrina de DEUS, sempre levantada à frente do povo de DEUS que marcha rumo à vitória final sobre Satanás e seus demônios.
    Agora aquele vale onde Acã e sua família que foi conivente com ele, fora morto e seus pertences queimados tinha um novo nome: "Acor" que significa "desgraça" ou "tribulação".
    Esse nome foi dado em memória do trágico incidente que atingiu toda a nação de Israel: o pecado de Acã (Js 7.24).
    Assim o SENHOR se tornou do ardor da sua ira; pelo que se chamou o nome daquele lugar o vale de Acor" (v.26).

    Muito tempo depois, em uma profecia de Oséias, DEUS fez menção a esse vale como uma "porta de esperança" para Israel" (Js 2.14,15)ç isso significa que podemos tornar a tribulação em esperança.
    Romanos 5:3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, 4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
    Romanos 15:4 Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.
    2 Coríntios 1:6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e se somos consolados, para vossa salvação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;
    2 Coríntios 6:4 Antes, como ministros de DEUS, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias,
    2 Tessalonicens. 1:4 De maneira que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de DEUS por causa da vossa paciência e fé, e em todas as vossas perseguições e aflições que suportais;
    Hebreus 12:1 Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
    Tiago 1:3 Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência.
    Tiago 1:4 Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.
    Apocalipse 1:9 Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de JESUS CRISTO, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de DEUS, e pelo testemunho de JESUS CRISTO.

    A armadura de DEUS é necessária para se lutar e fazer parte deste glorioso exército que marcha contra Satanás e seus demônios e os derrota, usando a estratégia de DEUS, a espada do espírito, a poderosa Palavra de DEUS.
    No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no SENHOR e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de DEUS, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Pois não temos de lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de DEUS, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. e calçados os pés na preparação do evangelho da paz, Tomai também o capacete da salvação, e a espada do ESPÍRITO, que é a palavra de DEUS. E orai em todo o tempo com toda a oração e súplica no ESPÍRITO. Vigiai nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.



    O ALTAR DE DEUS EM NOSSA VIDA Js 8.30-35
    Como Moisés, servo do SENHOR, ordenara aos filhos de Israel, conforme o que está escrito no livro da lei de Moisés, a saber: um altar de pedras brutas, sobre as quais não se manejara instrumento de ferro. E ofereceram sobre ele holocaustos ao SENHOR, e apresentaram ofertas pacíficas. Então Josué edificou um altar ao SENHOR DEUS de Israel, no monte Ebal, Escreveu ali em pedras uma cópia da lei de Moisés, que este já tinha escrito diante dos filhos de Israel. E todo o Israel, assim estrangeiros como naturais, com os seus anciãos, oficiais e juízes, estavam de um e de outro lado da arca, perante os sacerdotes levitas que levavam a arca da aliança do SENHOR. Metade deles estava em frente do monte Gerizim, e a outra metade em frente do monte Ebal, como Moisés, servo do SENHOR, dantes ordenara, para que abençoassem o povo de Israel. Depois leu em alta voz todas as palavras da lei, a bênção e a maldição, conforme tudo o que está escrito no livro da lei. Palavra nenhuma houve, de tudo o que Moisés ordenara, que Josué não lesse perante toda a congregação de Israel, e as mulheres, e os meninos, e os estrangeiros, que andavam no meio deles.

    INTRODUÇÃO
    O ALTAR MARCAVA A VIDA DOS HOMENS QUE ANDAVAM COM DEUS. Abraão Isaque e Jacó, todos tiveram suas vidas pontilhadas pelo altar de adoração ao SENHOR. Ao lado da tenda de Abraão poderemos procurar uma boa piscina ou área de lazer, certos de que não iremos encontrar tais mordomias ou diversões ali; mas, o altar de adoração a DEUS, sempre o encontraremos erguido (Gn 12.7; 13.4,18; c.15 por inferência; 21.33; 22.9). Então, seus filhos devem seguir o mesmo exemplo de fé; pois, "os que são da fé são filhos de Abraão" (01 3.7). Podemos exclamar permanentemente: 'temos um altar de adoração ao SENHOR em nossa vida"! Aleluia. (SCR e S:)
    À semelhança dos primeiros patriarcas, Josué edificou um altar e invocou o nome do SENHOR. Isto demonstra claramente que Israel não poderia ficar indiferente à adoração do único e verdadeiro DEUS. A felicidade do novo país dependeria, doravante, da maneira como os filhos de Jacó iriam encarar o culto ao DEUS de Abraão, Isaque e Jacó. Neste momento, cabe-nos uma pergunta: "Como estamos encarando o culto ao SENHOR?" Estamos, de fato, adorando-o em ESPÍRITO e verdade? Ou o nosso altar continua derribado?

    A- O ALTAR TORNA-SE O SÍMBOLO DE ADORAÇÃO NA NOVA TERRA
    1. O altar era o lugar Ideal onde se agradecia a DEUS (v.30).
    Quando Noé saiu da arca com sua família, seu primeiro ato foi edificar um altar e oferecer sobre ele um holocausto a DEUS, como sinal de gratidão e adoração (Gn 8.20), tomando-se assim, o primeiro altar edificado sobre a terra purificada. Noé reconheceu o fim trágico do juízo divino que trouxe "o dilúvio sobre o mundo dos ímpios" (2 Pe 2.5), e o despertar de um novo dia de esperança para si e para a humanidade. O mesmo exemplo, anos depois, foi seguido por Abraão. Seu primeiro ato, na posse da terra de Canaã, foi edificar um altar ao SENHOR e invocar o seu nome (Gn 125-8). Josué, o grande comandante israelita, segue o mesmo exemplo de fé. Então, sua primeira construção na nova terra foi a edificação de um altar, como prova de sua gratidão a DEUS que o tornava vitorioso em tudo que empreendia.
    Que belo exemplo para nós! Façamos o mesmo.

    2. A obediência de Josué em construir um altar.
    Antes que Israel entrasse na posse da terra santa, foi ordenado por DEUS, através do ministério de Moisés, que passando para o outro lado do Jordão, construíssem um altar conforme diz Dt 27.4,5: "Quando houveres passado o Jordão, levantareis estas pedras, que hoje vos ordeno, no monte Ebal, e as caiarás com cal. E ali edificarás um altar ao SENHOR teu DEUS, um altar de pedras, não alçarás ferro sobre elas". Josué cumpriu fielmente esta recomendação da parte de de DEUS. Edificou o altar conforme o modelo exigido na passagem acima (v.31). Para o povo eleito, a maior significação do altar seria sua edificação no monte Gerizim (Dt 27.12,13) e não sobre o monte Ebal, visto que o primeiro expressava a bênção e o segundo a maldição. Foi este o conceito da mulher samaritana séculos depois quando falava com JESUS junto ao poço de Jacó (10 4.20). (SG). Com efeito, a ordem de DEUS para edificação do altar nesse monte, certamente era para persuadir seu povo que Ele é o DEUS do Universo e não um deus geográfico, local, limitado pelo tempo e pelo espaço, como eram reputados os deuses dos cananeus. E, ainda mais, "os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade" (Jo 4.23). Não depende do lugar, depende da circunstância a adoração de seus filhos.

    3. Josué lembra ao povo a bênção e a maldição (v.33).
    Uma vez que tinham edificado um altar ao nome do SENHOR DEUS de Israel, Josué então aproveitou a oportunidade de sentimento religioso para fazer uma reflexão espiritual, dando instruções religiosas ao povo. Ele lembra a toda a nação que as bênçãos de DEUS somente virão ao nosso encontro pelo caminho da obediência. "E será que, se ouvintes a voz do SENHOR teu DEUS, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos...todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão...o SENHOR mandará que a bênção esteja contigo...o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda..." (Dt 28.1,2,8,13). Josué foi um verdadeiro ministro de DEUS: ensinava a si mesmo e aos outros. Este, portanto, deve ser o mesmo exemplo a ser seguido pelos ministros do SENHOR JESUS CRISTO na presente dispensação. Paulo recomenda para que Timóteo seja um ministro modelo com o mesmo sentimento (1Tm 4.6).
    Dt 11.29 Quando, porém, o SENHOR, teu DEUS, te introduzir na terra a que vais para possuí-la, então, pronunciarás a bênção sobre o Monte Gerizim e a maldição sobre o Monte Ebal.

    Bênção e Maldições da Aliança com DEUS. Deuteronômio 28.165; 29.1
    1 E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu DEUS, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu DEUS te exaltará sobre todas as nações da terra. 2 E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu DEUS;3 Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo.4 Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.5 Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.6 Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres.7 O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença.8 O SENHOR mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o SENHOR teu DEUS.9 O SENHOR te confirmará para si como povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do SENHOR teu DEUS, e andares nos seus caminhos.10 E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o nome do SENHOR, e terão temor de ti.11 E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar.12 O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado.13 E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu DEUS, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir.14 E não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, andando após outros deuses, para os servires.15 Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR teu DEUS, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão:16 Maldito serás tu na cidade, e maldito serás no campo.17 Maldito o teu cesto e a tua amassadeira.18 Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e as crias das tuas vacas, e das tuas ovelhas.19 Maldito serás ao entrares, e maldito serás ao saíres.20 O SENHOR mandará sobre ti a maldição; a confusão e a derrota em tudo em que puseres a mão para fazer; até que sejas destruído, e até que repentinamente pereças, por causa da maldade das tuas obras, pelas quais me deixaste.21 O SENHOR fará pegar em ti a pestilência, até que te consuma da terra a que passas a possuir.22 O SENHOR te ferirá com a tísica e com a febre, e com a inflamação, e com o calor ardente, e com a secura, e com crestamento e com ferrugem; e te perseguirão até que pereças.23 E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro.24 O SENHOR dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças.25 O SENHOR te fará cair diante dos teus inimigos; por um caminho sairás contra eles, e por sete caminhos fugirás de diante deles, e serás espalhado por todos os reinos da terra.26 E o teu cadáver servirá de comida a todas as aves dos céus, e aos animais da terra; e ninguém os espantará.27 O SENHOR te ferirá com as úlceras do Egito, com tumores, e com sarna, e com coceira, de que não possas curar-te;28 O SENHOR te ferirá com loucura, e com cegueira, e com pasmo de coração;29 E apalparás ao meio dia, como o cego apalpa na escuridão, e não prosperarás nos teus caminhos; porém somente serás oprimido e roubado todos os dias, e não haverá quem te salve.30 Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem dormirá com ela; edificarás uma casa, porém não morarás nela; plantarás uma vinha, porém não aproveitarás o seu fruto.
    31 O teu boi será morto aos teus olhos, porém dele não comerás; o teu jumento será roubado diante de ti, e não voltará a ti; as tuas ovelhas serão dadas aos teus inimigos, e não haverá quem te salve.32 Teus filhos e tuas filhas serão dados a outro povo, os teus olhos o verão, e por eles desfalecerão todo o dia; porém não haverá poder na tua mão.33 O fruto da tua terra e todo o teu trabalho, comerá um povo que nunca conheceste; e tu serás oprimido e quebrantado todos os dias.34 E enlouqueceras com o que vires com os teus olhos.35 O SENHOR te ferirá com úlceras malignas nos joelhos e nas pernas, de que não possas sarar, desde a planta do teu pé até ao alto da cabeça.36 O SENHOR te levará a ti e a teu rei, que tiveres posto sobre ti, a uma nação que não conheceste, nem tu nem teus pais; e ali servirás a outros deuses, ao pau e à pedra.37 E serás por pasmo, por ditado, e por fábula, entre todos os povos a que o SENHOR te levará.38 Lançarás muita semente ao campo; porém colherás pouco, porque o gafanhoto a consumirá.39 Plantarás vinhas, e cultivarás; porém não beberás vinho, nem colherás as uvas; porque o bicho as colherá.
    40 Em todos os termos terás oliveiras; porém não te ungirás com azeite; porque a azeitona cairá da tua oliveira.41 Filhos e filhas gerarás; porém não serão para ti; porque irão em cativeiro.42 Todo o teu arvoredo e o fruto da tua terra consumirá a lagarta.43 O estrangeiro, que está no meio de ti, se elevará muito sobre ti, e tu mais baixo descerás;44 Ele te emprestará a ti, porém tu não emprestarás a ele; ele será por cabeça, e tu serás por cauda.45 E todas estas maldições virão sobre ti, e te perseguirão, e te alcançarão, até que sejas destruído; porquanto não ouviste à voz do SENHOR teu DEUS, para guardares os seus mandamentos, e os seus estatutos, que te tem ordenado;46 E serão entre ti por sinal e por maravilha, como também entre a tua descendência para sempre.47 Porquanto não serviste ao SENHOR teu DEUS com alegria e bondade de coração, pela abundância de tudo.48 Assim servirás aos teus inimigos, que o SENHOR enviará contra ti, com fome e com sede, e com nudez, e com falta de tudo; e sobre o teu pescoço porá um jugo de ferro, até que te tenha destruído.49 O SENHOR levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra, que voa como a águia, nação cuja língua não entenderás;50 Nação feroz de rosto, que não respeitará o rosto do velho, nem se apiedará do moço;51 E comerá o fruto dos teus animais, e o fruto da tua terra, até que sejas destruído; e não te deixará grão, mosto, nem azeite, nem crias das tuas vacas, nem das tuas ovelhas, até que te haja consumido;52 E sitiar-te-á em todas as tuas portas, até que venham a cair os teus altos e fortes muros, em que confiavas em toda a tua terra; e te sitiará em todas as tuas portas, em toda a tua terra que te tem dado o SENHOR teu DEUS.53 E comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas, que te der o SENHOR teu DEUS, no cerco e no aperto com que os teus inimigos te apertarão.54 Quanto ao homem mais mimoso e delicado no meio de ti, o seu olho será maligno para com o seu irmão, e para com a mulher do seu regaço, e para com os demais de seus filhos que ainda lhe ficarem;55 De sorte que não dará a nenhum deles da carne de seus filhos, que ele comer; porquanto nada lhe ficou de resto no cerco e no aperto, com que o teu inimigo te apertará em todas as tuas portas.56 E quanto à mulher mais mimosa e delicada no meio de ti, que de mimo e delicadeza nunca tentou pór a planta de seu pé sobre a terra, será maligno o seu olho contra o homem de seu regaço, e contra seu filho, e contra sua filha;57 E isto por causa de suas páreas, que saírem dentre os seus pés, e para com os seus filhos que tiver, porque os comerá às escondidas pela falta de tudo, no cerco e no aperto, com que o teu inimigo te apertará nas tuas portas.58 Se não tiveres cuidado de guardar todas as palavras desta lei, que estão escritas neste livro, para temeres este nome glorioso e temível, o SENHOR TEU DEUS,59 Então o SENHOR fará espantosas as tuas pragas, e as pragas de tua descendência, grandes e permanentes pragas, e enfermidades malignas e duradouras;60 E fará tornar sobre ti todos os males do Egito, de que tu tiveste temor, e se apegarão a ti.61 Também o SENHOR fará vir sobre ti toda a enfermidade e toda a praga, que não está escrita no livro desta lei, até que sejas destruído.
    62 E ficareis poucos em número, em lugar de haverem sido como as estrelas dos céus em multidão; porquanto não destes ouvidos à voz do SENHOR teu DEUS.
    63 E será que, assim como o SENHOR se deleitava em vós, em fazer-vos bem e multiplicar-vos, assim o SENHOR se deleitará em destruir-vos e consumir-vos; e desarraigados sereis da terra a qual passais a possuir.64 E o SENHOR vos espalhará entre todos os povos, desde uma extremidade da terra até à outra; e ali servireis a outros deuses que não conheceste, nem tu nem teus pais; ao pau e à pedra.65 E nem ainda entre estas nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; porquanto o SENHOR ali te dará coração agitado, e desfalecimento de olhos, e desmaio da alma.66 E a tua vida, como em suspenso, estará diante de ti; e estremecerás de noite e de dia, e não crerás na tua própria vida.67 Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: ah! quem me dera ver a manhã! pelo pasmo de teu coração, que sentirás, e pelo que verás com os teus olhos.68 E o SENHOR te fará voltar ao Egito em navios, pelo caminho de que te tenho dito; nunca jamais o verás; e ali sereis vendidos como escravos e escravas aos vossos inimigos; mas não haverá quem vos compre.29.1 Estas são as palavras da aliança que o SENHOR ordenou a Moisés que fizesse com os filhos de Israel, na terra de Moabe, além da aliança que fizera com eles em Horebe.

    CRISTO NOS RESGATOU DA MALDIÇÃO DA LEI - Gl 3.13 - Todos nós estávamos amaldiçoados, pois fomos desobedientes a DEUS e pecamos contra ELE, mas JESUS levou nossas maldições na Cruz, pela graça e graças a DEUS.

    B- JUNTO AO ALTAR, JOSUÉ LEU TODAS AS PALAVRAS DA LEI DO SENHOR
    " A Lei", ou "As palavras da Lei" e expressões similares, são termos técnicos para denotar toda a extensão da revolta divina, ou aquilo que ela representa.
    Por exemplo:
    1. Antigo Testamento. "A Lei" (Js 8.34; Ed 10.3; Ne 8.2,7,14; 10.34,36; 12.44; 13.3). "O Livro da Lei" (Js 1.8; 8.34; 2 Cr 22.8; Ne 8.3). "0 Livro da Lei de Moisés" (Js 8.31; 23.6; 2 Rs 14.6;Ne8.1). "Livro de Moisés" (2Cr 25.5; 35.12; Ed 6.18; Ne 13.1). "A Lei do SENHOR" (1 Cr 16.40; 2 Cr 31.3; 35.26; Ed 7.10). "A Lei de DEUS" (Ne
    10.28,29). "O Livro da Lei de DEUS" (Js 24.26; Ne 8.18). "O Livro da Lei do SENHOR" (2 Cr 17.9; 34.14). "O Livro do SENHOR, seu DEUS" (Ne 9.3). "O .Livro do SENHOR" (Is 34.16). "O Rolo" (SI 40.7). "A Lei de Moisés" (Dn 9.13; Ml 4.4). "A Lei de Moisés servo de DEUS" (Dn 9.11), etc.

    2. Novo Testamento. "A Lei" (Jo 1.7). "A Lei e os Profetas" (Lc 16.16). "Lei; Profetas e Salmos" (Lc 24.44). "O Livro da Lei" (G13.1O). "O Livro de Moisés" (Mc 12.26). "A Lei do SENHOR" (Lc 2.23,24). "A Palavra de DEUS" (Hb 4.12). "As Palavras da Vida" (At 7.38)."Moisés" (At 15.21). "Os Mandamentos de DEUS" (Ap 12.17). "As Sagradas Letras" (2 Tm 3.15). "A Escritura" (Jo 10:35; G14.30; 2 Tm 3.16; 2Pe 1.20). "As Escrituras" (Jo5.39; At17.11; 1Co 15.3,4; 2 Pe 3.16), etc.

    C- O ALTAR DEVE ACOMPANHAR A NOSSA VIDA
    1. O altar é o ponto de encontro com DEUS.
    Observando através dos séculos, podemos detectar como as vidas dos grandes homens de DEUS estavam pontilhadas de altares. Daremos aqui apenas um resumo das primeiras citações: Noé (Gn 8.20), Abraão (Gn 12.7), !saque (Gn 26.25),Jacó (Gn 33.20), Moisés (Êx 17.15), Josué (Js 8.30), Gideão (Gn 6.24), Manuá (Jz 13.19-20), Samuel (1Sm 7.17), Saul (1Sm 14.35), Davi (2Sm 24.25), Salomão (1Rs 3.4), Elias (1Rs 18.30,32) etc. Na dispensação da graça o altar da comunhão e da oração com DEUS deve estar presente na vida de cada um de nós. E não somente isso, mas, sobretudo, o nosso corpo deve ser transformado em templo e nosso coração num altar, onde "um sacrifício santo e agradável a DEUS" seja oferecido permanentemente a Ele por meio de JESUS CRISTO (Rm 12.1; Hb 13.15).
    Davi, Daniel e outros vultos de expressão, não arredavam o pé do "altar da oração" (SI 55.17; Dn 6.10). Nós devemos também, "orar sem cessar" (1Ts 5.17).

    2. O fogo arderá continuamente sobre o altar (Lv 6.13).
    A ordem divina a Moisés a ser transmitida à Arão e seus filhos, em relação ao altar, foi esta: "O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará" (Lv 6.13). O fogo era o sinal marcante da presença de DEUS nos seres e nas coisas. Concluímos, então, que o fogo divino deve arder:
    . No povo (cf. Êx 3.2-3; MI3.3.2-3; 1 Pe 4.12).
    • No altar (Lv 6.13).
    • No monte (Dt 4.11).
    • No inferno (Dt 32.22).
    • Nos inimigos (SI 97.3).
    . No coração (SI 39.3; 45.1; Lc 24.32).
    • Finalmente, na casa do SENHOR a chama Pentecostal do ESPÍRITO SANTO deve permanecer acesa em cada coração (Rm 5.5). Com efeito, essa chama do ESPÍRITO somente continuará acessa em nossa vida, se o altar da comunhão com DEUS estiver levantado. Se nosso altar estiver quebrado ela não virá, pois em altar quebrado DEUS não opera (1 Rs 18.26-35). Porém, se nos dispusermos a reerguer o altar que deixamos cair, o SENHOR, com infinita misericórdia, ouvirá as nossas orações. Levantemos, pois, o altar da adoração ao SENHOR em nossa vidas. (SD).



    SUBSÍDIO GEOGRÁFICO
    Em sua Geografia Bíblica, Osvaldo Ronis fala acerca dos Montes Ebal e Gerizim:
    "Monte Ebal, situado ao norte de Nablus, antiga Siquém, tem uma altitude de 300 m acima do vale (1015 m acima do nível do Mediterrâneo) e é árido e escarpado.
    "Monte Gerizim, que fica ao sul do vale de Siquém, também árido e escarpado, com apenas 230 m acima do vale (940 , m do Mediterrâneo) possue uma história particular. É que, depois do cativeiro babilônico dos judeus, os samaritanos, sob o governo de Samba lá, construíram um templo rival ao de Jerusalém, constituindo a Manassés some-sacerdote do mesmo. Este era genro de Sambalá, o governador, e fora expulso do sacerdócio judaico de Jerusalém por ter esposado uma mulher estrangeira (Nm 13.28). Embora mais tarde, em 129 a.C., o templo fosse destruído por João Hircano, nos dias de JESUS ainda os samaritanos continuavam a celebrar o seu culto no alto do monte Gerizim (João 4), como se deduz da conversa de JESUS com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó que ficava à beira da estrada que passava pelo vale de Siquém."
    O autor acima citado fala-nos da importância de ambos os montes a Israel: "Ebal e Gerizim .... (são) também conhecidos como o Monte da Maldição e o Monte da Bênção, porque Josué, conforme determinação de Moisés (Dt 11.29; 27.1-13), reuniu seis tribos num monte e seis no outro ficando a arca, os sacerdotes, os levitas e os anciãos no vale, para que de um dos montes - o Gerizim, fossem lidas as bênçãos para os que guardam a lei do SENHOR, respondendo o povo das seis tribos reunidas no Ebal com um "amém"; e deste monte - o Ebal, fossem pronunciadas as maldições que viriam sobre os infiéis, respondendo, por sua vez, com um "amém" as tribos reunidas no Gerizim. (Js 8.30-34). Dizem os que têm visitado o vale de Siquém que os dois montes de fato formam uma espécie de anfiteatro em que os efeitos acústicos permitem distinguir num dos montes e no vale a voz de uma pessoa que fala do outro monte."

    SUBSÍDIO BÍBLICO
    "O altar, de acordo com as Escrituras, era um lugar construído para nele se oferecerem sacrifícios e holocaustos de animais. Era um testemunho perpétuo de um favor; sentia-se nele a manifestação divina, significava a presença de DEUS, santificava as ofertas, e era o lugar onde se realizava a comunhão dos fiéis com o SENHOR. Por tais razões o altar era respeitado.
    "A legislação mosaica foi dada a um povo nômade, cuja união e fé deviam ser perpetuadas. "Um altar de terra me farás e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos" (~x 20.24,25). Um altar de terra em que houvesse uma vida a oferecer ou um coração a consagrar ao serviço divino, esse era o verdadei¬ro significado. O altar podia ser construído também de pedras, mas estas não deviam ser lavradas porque o burilo profanaria.
    "O cristianismo verdadeiro, o espiritual, o que mora no coração e não nos lábios ou nos templos, tem um altar espiritual, vivo, verdadeiro e eterno. O altar dos cristãos é o próprio Filho de DEUS, através do qual são oferecidos os louvores e o culto racional.
    "Esta é a maravilha da graça e 65te é o mistério da fé. Além de ser o verdadeiro altar, dos verdadeiros cri5tà0s, JESUS CRISTO é também a oferta aceitável e aprazível a DEUS, a única que a justiça divina aceita com agrado. JESUS ofereceu-se a si mesmo como oferta voluntária para, de uma vez por todas, "aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo." (Para maiores informações leia o Tesouro de Conhecimentos Bíblicos, lançado pela CPAD).

    SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
    No Novo Comentário da Bíblia, encontramos estas edificantes considerações: "Numa cerimônia religiosa que se reveste do mais alto significado, Josué chama a atenção dos israelitas para a verdadeira natu¬reza das suas conquistas. Dirigindo-se ao interior da terra inimiga, levou o povo até Siquém, e ar, num ambiente que a presença dos patriarcas tomou sagrado, em conformidade com o mandamento exposto a Moisés, convidou-o a renovar as suas promessas de fidelidade e obediência a Jeová e a ouvir as condições em que iria tomar posse da Terra Prometida. Veja Dt 11.29, 30; 27.1-26. Ergueu-se então um altar de pedras inteiras no Monte Ebal para a oferta de solenes sacrifícios, procedeu-se à leitura em voz alta duma cópia da Lei de Moisés gravada em pedras estucadas e finalmente fez¬se pregão público das bênçãos e maldições. Seis tribos sobre Gerizim responderam com o "Amém" às bênçãos acabadas de enumerar, enquanto as outras seis sobre o Ebal com outro "Amém" finalizavam as maldições. "Poucas cenas a História nos fornece tão cheias de grandeza e significado moral como a duma nação que abraça solenemente a Lei de DEUS, considerando-a regra de vida e condição de prosperidade! (Fairweather, From the Exodus to the Monarchy).

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7 DA DERROTA À VITÓRIA
    RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD 1º TRIMESTRE DE 2009

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "O _____________________ prepara-se para o _____________________ da batalha, mas do SENHOR vem a _________________________" (Pv 21.31).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Fé em DEUS e ____________________, em tempos de tribulação e _______________________, são os meios pelos quais DEUS nos ___________________ a vitória.

    I- JOSUÉ REANIMADO POR DEUS (Js 8.1-1 7)
    3- De que forma o SENHOR comunicou-se com Josué, aqui no cpítulo 8?
    ( ) Através de um anjo.
    ( ) De forma direta e objetiva.
    ( ) Através de um profeta.

    4- Num momento de fraqueza, Josué decidiu confiar em quem?
    ( ) Em seus soldados, investindo contra o inimigo em Ai, derrotando-os em nome do Eterno.
    ( ) Em suas próprias forças, investindo contra o inimigo em Ai sem a ordem expressa do Eterno.
    ( ) Em suas próprias armas, resistindo ao inimigo em Ai com a ordem expressa do Eterno.

    5- Qual o resultado da investida de Josué contra Ai, sem a consulta prévia a DEUS?
    ( ) Israel teve de bater em retirada diante daquela insignificante cidade.
    ( ) Israel venceu com louvor àquela insignificante cidade.
    ( ) Israel teve que lutar bravamente contra aquela cidade e vencê-la.

    6- O que Josué aprendeu da sua frustrada investida contra Ai?
    ( ) Que, seja qual for a situação, a vitória do povo de DEUS é certa.
    ( ) Que, seja qual for o combate, a vitória vem de um líder forte e corajoso.
    ( ) Que, seja qual for o embate, a vitória vem do SENHOR dos Exércitos.

    7- O que as derrotas que experimentamos na vida nos ensinam?
    ( ) Que somos fracos e nada podemos fazer contra o mau.
    ( ) A depender sempre do povo de DEUS.
    ( ) A depender sempre de DEUS.

    8- Qual a culpa de Josué na frustrada investida contra Ai?
    ( ) Mobilizou o exército antes de ter consultado a DEUS e foi junto com eles.
    ( ) Mobilizou o exército antes de ter removido o pecado do meio do povo.
    ( ) Mobilizou o exército antes de ter treinado o povo e lhes dar uma estratégia militar.

    9- O que o SENHOR disse para Josué sobre sua proteção dali em diante?
    ( ) Não mais iria com Israel até que a cidade de Ai fosse destruída.
    ( ) Protegeria Israel até do pecado quer fosse confessado ou não e o povo voltaria a obedecer-lhe sem reservas.
    ( ) Não mais protegeria Israel até que o pecado fosse confessado e o povo voltasse a obedecer-lhe sem reservas.

    10- O que fez Josué após ouvir as palavras do SENHOR?
    ( ) Josué chorou e lhe bateu um desânimo e logo entrou em depressão pensando na conquista de Ai.
    ( ) Josué não se recuperou e o ânimo lhe faltou, mas logo entrou em ação para a conquista de Ai.
    ( ) Josué recuperou o ânimo e logo entrou em ação para a conquista de Ai.

    11- De quem foi a estratégia para derrotar a cidade de Ai e seu exército?
    ( ) Do SENHOR.
    ( ) De Josué.
    ( ) Dos anciãos de Israel.

    II- JOSUÉ ENTRA EM AÇÃO
    12- Como foi a estratégia da conquista de Ai (Js 8.9-13)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Durante a noite, Josué enviou um grupo de soldados para o oeste de Ai, a fim de aguardar o momento do ataque.
    ( ) Na manhã seguinte, levou um segundo grupo para o norte da cidade.
    ( ) Durante o dia, Josué enviou um grupo de 50.000 soldados para o norte de Ai, a fim de aguardar o momento do ataque.
    ( ) Quando o exército de Ai atacou os israelitas que se encontravam à frente, dispersaram-se estes, a fim de iludir o inimigo.
    ( ) Enquanto isto, os que já aguardavam o sinal de Josué (v. 18), estrategicamente entraram na cidade e a queimaram.
    ( ) Vitória completa, resolvido o caso do pecado escondido de Acã.

    13- Qual a garantia da vitória contra Ai? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Teve como sinal a "lança de Josué":
    ( ) Teve como sinal a "espada de Josué":
    ( ) "Josué não retirou a sua mão, que estendera com a espada, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai" (v.26).
    ( ) "Josué não retirou a sua mão, que estendera com a lança, até destruir totalmente a todos os moradores de Ai" (v.26).

    III- OS MEMORIAIS NO VALE DE ACOR E DO MONTE EBAL .
    14- O que significa Acor (Js 7.26)?
    ( ) Acor significa, "graça" ou "bênção".
    ( ) Acor significa, "desgraça" ou "tribulação".
    ( ) Acor significa, "guerra" ou "ação".

    15- Por que o vale de Acor recebeu tal nome? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Em memória do trágico incidente que atingiu toda a nação de Israel: o pecado de Acã.
    ( ) Ali, Acã e sua família foram mortos e sepultados sob um monte de pedras:
    ( ) Em memória de Acã e o incidente que atingiu somente sua família.
    ( ) Assim o SENHOR se tornou do ardor da sua ira; pelo que se chamou o nome daquele lugar o vale de Acor".

    16- Complete:
    Muito tempo depois, em uma __________________ de Oséias, _____________ fez menção a esse vale como uma "porta de __________________" para Israel" (Js 2.14,15).

    17- Como era o Monte Ebal e o o que significou o memorial ali erigido (Js 8.30,31)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) Ebal era um monte pedregoso que ficava atrás do monte Gerizim (Dt 27.4, 12, 13).
    ( ) Ebal era um monte pedregoso que ficava de frente para o monte Gerizim (Dt 27.4, 12, 13).
    ( ) Foi lá que Josué, após a conquista de Jericó e Ai, erigiu um altar ao SENHOR com pedras inteiras, não lavradas, conforme a i instrução do SENHOR (vv. 30, 31).
    ( ) O altar foi levantado para que nele fossem oferecidas orações, velas e flores.
    ( ) O altar foi levantado para que nele fossem oferecidos holocaustos e sacrifícios pacíficos.
    ( ) Era um memorial temporário, pois Israel não permaneceu neste lugar por muito tempo.
    ( ) Enquanto ali estivesse deveria lembrar-se de que DEUS não pode ser preterido em nenhum momento de nossa vida.

    18- Como deveria ser erigido o Altar e a cópia da Lei em pedras e o que significa (Js 8.31)? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
    ( ) O altar erigido ao SENHOR teve um significado especial.
    ( ) Ao final do trabalho, Josué "leu em alta voz só as bênçãos, conforme tudo o que está escrito no livro da Lei" (v.34).
    ( ) Além de servir como "um memorial", deveria ser feito com pedras toscas, inteiras, sem serem lavradas, conforme (Êx 20.25).
    ( ) Josué entendeu que a lei de Moisés deveria ser preservada, por isso esculpiu-a em tábuas de pedra perante os anciãos do povo, príncipes, juízes e sacerdotes que levavam sobre os ombros a Arca do SENHOR (v.32).
    ( ) Ao final do trabalho, Josué "leu em alta voz todas as palavras da lei, a bênção e a maldição, conforme tudo o que está escrito no livro da Lei" (v.34).
    ( ) Josué queria que todos soubessem que a partir daquele momento nada faria sem que o SENHOR fosse consultado.

    CONCLUSÃO
    19- O que significou a edificação de um altar ao SENHOR no monte Ebal e a leitura da Lei perante o povo (v.34)?
    ( ) Demonstraram que Israel não precisava mais combater seus inimigos, deveria somente dedicar-se a DEUS com fé, amor e obediência à Palavra de DEUS.
    ( ) Demonstraram que Israel estava recebendo as bênçãos divinas, porque se dedicava a DEUS com fé, amor e obediência à Palavra de DEUS.
    ( ) Demonstraram que para Israel continuar recebendo as bênçãos divinas, deveria dedicar-se a DEUS com fé, amor e obediência à Palavra de DEUS.

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    Revista CPAD- 1992 - Severino Pedro da Silva
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