Página de perfil do(a) EvLuizHenrique

EvLuizHenrique

masculino - 54 anos, imperatriz, Brasil
7 fãs - 3.150 visitantes

Blog 282

Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos
Complementos, questionários e vídeos:
Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva


  • LIÇÃO 5 - AS VIRTUDES DOS SALVOS EM CRISTO

    LIÇÃO 5 - AS VIRTUDES DOS SALVOS EM CRISTO
    LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: Filipenses - A Humildade de CRISTO como exemplos para a Igreja.
    Comentário: Pr. Elienai Cabral
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...
    VEJA http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/li...



    TEXTO ÁUREO
    "Porque DEUS é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.13).

    VERDADE PRÁTICA
    A salvação é obra da graça de DEUS, garantida à humanidade mediante a morte expiatória de JESUS.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Hb 12.2,3 A salvação é garantida na cruz
    Terça - Ef 2.8 A salvação é pela graça
    Quarta - Ef 2.9,10 As boas obras evidenciam a salvação
    Quinta - 1 Ts 4.15-18 A consumação da salvação
    Sexta - Fp 2.15,16 Não corremos em vão
    Sábado - Rm 1.16,17 A salvação é pela fé

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Filipenses 2.12-18
    12 De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor; 13 porque DEUS é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. 14 Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; 15 para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de DEUS inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; 16 retendo a palavra da vida, para que, no Dia de CRISTO, possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão. 17 E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós. 18 E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo.

    2.12 OPERAI A VOSSA SALVAÇÃO. Como crentes salvos pela graça, devemos concretizar a nossa salvação até o fim. Se deixarmos de fazê-lo, nós a perderemos. (1) Não desenvolvemos a nossa salvação por meros esforços humanos, mas por meio da graça de DEUS e do poder do ESPÍRITO SANTO que nos foram outorgados. (2) A fim de desenvolvermos a nossa salvação, devemos resistir ao pecado e atender os desejos do ESPÍRITO SANTO em nosso íntimo. Isso envolve um esforço contínuo e ininterrupto, de usar todos os meios determinados por DEUS para derrotarmos o mal e manifestarmos a vida de CRISTO. Sendo assim, concretizar a nossa salvação é concentrar-nos na importância da santificação (ver Gl 5.17). (3) Operamos a nossa salvação, chegando cada vez mais perto de CRISTO (ver Hb 7.25) e recebendo seu poder para querer e efetuar a boa vontade de DEUS (ver v. 13). Deste modo, somos "cooperadores de DEUS" (1 Co 3.9) para a nossa completa salvação no céu. (4) Desenvolver a nossa salvação é tão vital que deve ser feito "com temor e tremor".
    2.12 TEMOR E TREMOR. Na salvação efetuada por CRISTO, Paulo vê lugar para "temor e tremor" da nossa parte. Todo filho de DEUS deve possuir um santo temor que o faça tremer diante da Palavra de DEUS (Is 66.2) e o leve a desviar-se de todo mal (Pv 3.7; 8.13). O temor (gr. phobos) do Senhor não é de conformidade com a definição freqüentemente usada, a mera "confiança reverente", mas inclui o santo temor do poder de DEUS, da sua santidade e da sua justa retribuição, e um pavor de pecar contra Ele e das conseqüências desse pecado (cf. Êx 3.6; Sl 119.120; Lc 12.4,5). Não é um temor destrutivo, mas um temor que controla e que redime e que aproxima o crente de DEUS, de suas bênçãos, da pureza moral, da vida e da salvação (cf. Sl 5.7; 85.9; Pv 14.27; 16.6).
    2.13 DEUS É O QUE OPERA EM VÓS. A graça de DEUS opera nos seus filhos, para produzir neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a obra de DEUS dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A obra da graça dentro de nós (1.6; 1 Ts 5.24; 2 Tm 4.18; Tt 3.5-7) sempre depende da nossa fidelidade e cooperação (vv. 12,14-16).
    2.15 GERAÇÃO CORROMPIDA E PERVERSA. JESUS e os apóstolos enfatizaram que o mundo em que vivemos é uma "geração incrédula e perversa" (Mt 17.17; cf. 12.39; At 2.40). O povo deste mundo tem mentalidade errada, valores distorcidos, critérios imorais de vida e rejeitam as normas e padrões da Palavra de DEUS. Os filhos de DEUS devem separar-se do mundo e ser inculpáveis, puros de coração e irrepreensíveis, a fim de proclamarem ao mundo perdido a gloriosa redenção em CRISTO (Cf. 1 Jo 2.15).
    2.17 E, AINDA QUE SEJA OFERECIDO... SOBRE O SACRIFÍCIO. O amor e a solicitude de Paulo pelos filipenses era tão grande, que ele estava disposto a dar a sua vida por eles, como se fosse uma oferenda a DEUS. (1) Paulo não lastimaria; antes se regozijaria como a vítima do sacrifício, se assim os filipenses passassem a ter mais fé em CRISTO e mais amor a Ele (cf. 2 Tm 4.6). (2) Já que Paulo tinha tamanho amor sacrificial pelos seus filhos espirituais na fé, que sacrifícios e sofrimentos devemos estar dispostos a enfrentar em prol da fé dos nossos próprios filhos? Para que nossos filhos tenham uma vida inteiramente dedicada ao Senhor, se necessário for, devemos dar até a nossa vida como oferta ao Senhor.

    MacArthur, J. (2001). Philippians (309). Chicago: Moody Press.
    Papel do Crente na Santificação (Filipenses 2:12)
    Assim, meus amados, como sempre vocês obedeceram, não apenas em minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor (2:12).
    Desde os primeiros dias da igreja, a relação entre o poder de DEUS e a responsabilidade dos crentes em viver a vida cristã tem sido debatido. É a vida cristã, essencialmente, uma questão de confiança passiva ou de obediência ativa? Tudo o que DEUS está fazendo, todo o crente está fazendo, ou uma combinação de ambos? Esta não é uma pergunta incomum quando se trata de verdade espiritual, na verdade, a mesma questão se coloca sobre a própria salvação. Tudo o que DEUS está fazendo, ou há uma exigência, há por parte do homem uma resposta ao comando de crer no evangelho? A Escritura deixa claro que ai está envolvido tanto a soberania de DEUS como a resposta humana. Paulo lembrou aos Efésios: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de DEUS, não como resultado de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2:8 - 9). Em João 6:44 JESUS declarou: "Ninguém pode vir a Mim se o Pai que me enviou não o enviar"; ainda Atos 16:31 diz: "Crê no Senhor JESUS e serás salvo. "A salvação não é por obras humanas, mas é sempre através da fé pessoal. Outras doutrinas também envolvem paradoxos aparentes. O evangelho é oferecido a todo o mundo, mas aplicado somente aos eleitos. DEUS eternamente assegura a salvação dos crentes, mas eles são ordenados a perseverar. Cristãos que tentam conciliar toda doutrina de uma forma humanamente racional são inevitavelmente atraídos para extremos. Para alcançar seu objetivo de compreensão plena, sem mistério ou paradoxo aparente, eles enfatizam uma verdade ou aspecto da Palavra de DEUS à custa de outros, que, para a mente finita, parecem contradizê-la. No que diz respeito à santificação, a visão de DEUS é eliminar o envolvimento do crente com o pecado e isso é muitas vezes referido como quietismo. O extremo oposto é chamado de pietismo. O quietista vê crentes como passivo na santificação. Uma máxima comum é: "Descanse em DEUS". Outra é: "Não posso, mas DEUS pode". O quietismo tende a ser místico e subjetivo, concentrando-se em sentimentos e experiências pessoais. Quando uma pessoa está totalmente submetido e dependente de DEUS, dizem eles, será divinamente protegido do pecado e levado para uma vida fiel. O crescimento vem dentro do pedaço de barro e nunca poderia crescer em um vaso bonito se ficasse no poço de argila por milhares de anos, mas quando ele é colocado nas mãos de um oleiro hábil que o faz crescer rapidamente, moldando-o com sua mão conforme a forma de vaso que ele pretende que seja. Da mesma forma a alma, moldada para o funcionamento do Poder Celestial, é feita em um vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Mestre. Em resposta à pergunta sobre como um cristão pode cair em pecado, quietistas sustentam que uma pessoa obviamente não entende a questão de entrega total e leva-se para fora das mãos do Oleiro Celestial. Mas exista ai outra uma pergunta: Como um crente poderia ficar fora das mãos do oleiro divino se DEUS está completamente no controle de tudo? Como não culpar a DEUS por sua deserção de rendição completa? Pietistas, por outro lado, são normalmente agressivos em sua busca de doutrina correta e pureza moral. Historicamente, este movimento se originou no século XVII na Alemanha como uma reação à ortodoxia morta de muitas igrejas protestantes. Para seu crédito, a maioria dos pietistas colocaram forte ênfase na estudo da Bíblia, vida santa, auto-disciplina, e cristianismo prático. Eles enfatizavam passagens como "Vamos limpar-nos de toda imundície da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS" (2 Coríntios. 7:1) e "Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma "(Tiago 2:17). No entanto, eles sublinham freqüentemente auto-esforço para o merecimento do poder divino. Como seria de esperar, o pietismo freqüentemente leva ao legalismo, o moralismo, um espírito de julgamento, orgulho e hipocrisia. Em Filipenses 2:12-13, Paulo apresenta a solução adequada entre a parte do crente e a parte de DEUS para a santificação. No entanto, ele não faz nenhum esforço para harmonizar racionalmente os dois. Ele está contente com a incompreensibilidade e simplesmente afirma ambas as verdades, dizendo, com efeito, que, por um lado, a santificação é de crentes (v. 12) e, por outro lado, é de DEUS (v. 13). A mesma ênfase dupla é encontrado em todo o Novo Testamento e uma análise dos textos pertinentes é útil. Pedro, em sua segunda carta, lembra aos crentes que visto como o seu divino poder nos tem dado tudo o que diz respeito à vida e à piedade, pelo pleno conhecimento daquele que nos chamou por sua própria glória e virtude; pelas quais ele nos tem dado as suas preciosas e grandíssimas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo (2 Pedro 1:3-4). Com base nessa disposição divina, Paulo exorta os crentes: E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, e à ciência o domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à piedade a fraternidade, e à fraternidade o amor. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, elas não vos deixarão ociosos nem infrutíferos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, vendo somente o que está perto, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, procurai mais diligentemente fazer firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis (Vv. 5-10).
    Paulo escreveu aos Coríntios que "Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo "(1 Cor. 15:10). Nessa declaração inspirada, o apóstolo deixa claro que a graça divina e o poder de DEUS permeam o esforço fiel e obediente dos crentes. Sua declaração de que "Já estou crucificado com CRISTO; e já não sou eu quem vive, mas CRISTO vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, vivo pela fé no Filho de DEUS, que me amou e si mesmo se entregou por mim "(Gl 2:20) é complementada pela declaração correspondente que " o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente "(Colossenses 1:28-29). Tiago advertiu: "Sujeitai-vos, pois, a Deus", e, em seguida, "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

    A Santificação dos crentes exige seu esforço diligente.
    O crente é capacitado por DEUS, que, de acordo com seu poder soberano, trabalha a Sua vontade, para o bem de Seus filhos. Essa sinergia divino-humana de trabalho dentro e através dos crentes sempre existiu e é exemplificada no Antigo Testamento. Quando o exército de Faraó ameaçava o povo de Israel, Moisés estava tão confiante no Senhor que ele gritou: "Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que ele hoje vos fará; porque aos egípcios que hoje vistes, nunca mais tornareis a ver; o Senhor pelejará por vós; e vós vos calareis" (Ex. 14:13-14). Mas os israelitas também tinham um papel a desempenhar: "Então disse o Senhor a Moisés: Por que clamas a mim? dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a mão sobre o mar e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco" (vv. 15-16). Não era da vontade do Senhor que seu povo simplesmente ficasse em silêncio e assistisse passivamente, mas que eles participassem ativamente da realização de seu propósito. Seu propósito para eles, deveria ser realizado por eles. Esse princípio também pode ser visto na dedicação de Salomão do templo. "Sucedeu pois que, acabando Salomão de fazer ao Senhor esta oração e esta súplica, estando de joelhos e com as mãos estendidas para o céu, se levantou de diante do altar do Senhor, pôs-se em pé, e abençoou em alta voz a toda a congregação de Israel, dizendo: Bendito seja o Senhor, que deu repouso ao seu povo Israel, segundo tudo o que disse; não falhou nem sequer uma de todas as boas palavras que falou por intermédio de Moisés, seu servo. O Senhor nosso Deus seja conosco, como foi com nossos pais; não nos deixe, nem nos abandone; mas incline a si os nossos corações, a fim de andarmos em todos os seus caminhos, e guardarmos os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus preceitos, que ordenou a nossos pais. E que estas minhas palavras, com que supliquei perante o Senhor, estejam perto, diante do Senhor nosso Deus, de dia e de noite, para que defenda ele a causa do seu servo e a causa do seu povo Israel, como cada dia o exigir, para que todos os povos da terra, saibam que o Senhor é Deus, e que não há outro. E seja o vosso coração perfeito para com o Senhor nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos, como hoje o fazeis" (1 Reis 8:56-61) Salomão percebeu que o próprio DEUS oferece a orientação e força para seu povo fiel obedecer aos Seus mandamentos e para servir e adorá-Lo. Consequentemente, nenhum crente tem uma desculpa para a desobediência ou não servir ao Senhor.
    Quem confia precisa obedecer.
    Como explicou Tiago muitos séculos mais tarde, "Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma" (Tiago 2:17). Todos os crentes são ordenados a obedecer à Sua vontade. "Para quem sabe a coisa certa a fazer e não faz, isso, para ele é pecado" (Tiago 4:17).
    Paulo se concentra primeiro no papel do crente na santificação.
    Alguns intérpretes completamente equivocados descaracterizam esta exortação, como se disse, "trabalhar para a sua salvação", "trabalho em sua salvação", ou "trabalhar até a sua salvação." Mas tanto no contexto imediato da presente carta e o contexto mais amplo da Novo Testamento, nenhuma dessas interpretações é correta. Paulo não está falando de alcançar a salvação pelo esforço humano ou bondade, mas de viver a transformação interior que DEUS graciosamente concede. Em Romanos, Paulo deixou claro que além da Lei a justiça de DEUS se manifestou, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas, mas a justiça de DEUS é concedida mediante a fé em JESUS CRISTO para todos aqueles que crêem, pois não há distinção, pois todos pecaram e ficam aquém da glória de DEUS, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em CRISTO JESUS. (Rm 3:21-24) Aos efésios ele escreveu, "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de DEUS, não vem como resultado de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2:8 -9). Somente pela fé sempre foi o caminho da salvação. Foi "Pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho das suas oferendas, e por meio dela depois de morto, ainda fala" (Hb.11:4), e foi "Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus" (v. 5). Noé era um homem justo (Gn 6:9) pela fé (Hebreus 11:7). Abraão foi salvo pela graça de DEUS trabalhando através de sua fé pessoal: "Abraão creu em DEUS, e isso lhe foi creditado como justiça. Agora, para aquele que trabalha, o salário não é creditado como um favor, mas como o que é devido. Mas para quem não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça "(Rm 4:3-5;.. Cf Hb 11:8-10). A lei dada por Moisés não alterou o caminho da salvação. Foi somente pela fé que o próprio Moisés, bem como todos os outros santos do Velho Testamento, foram salvos (Hebreus 11:23- 38) Todos esses homens e mulheres crentes "obteveram a aprovação por meio de sua fé" (v. 39), pela qual DEUS concedeu-lhes a Sua justiça por conta da morte de Seu Filho que iria morrer. Como Paulo enfatiza no versículo 13 de Filipenses 2, a salvação é de DEUS. Mas no versículo 12, ele se concentra na responsabilidade dos crentes de viver vidas que são consistentes com o dom divino da salvação. Porque "nós vivemos pelo ESPÍRITO", isto é, ter a vida divina de CRISTO dentro de nós, "caminhemos também segundo o ESPÍRITO" (Gl 5:25). Tudo na vida exige energia. É preciso energia para andar e trabalhar. É preciso energia para pensar e meditar. É preciso energia para obedecer e adorar a DEUS. O ponto do versículo presente é que leva a energia espiritual para crescer como um cristão, viver uma vida santa, frutífera e agradável ao Senhor. O verbo principal neste versículo, katergazomai (trabalhar), chama especificamente para a energia constante e esforço necessário para concluir uma tarefa.
    Em 2:12, as palavras de Paulo sugerem cinco verdades que os crentes devem entender para sustentar a energia ou salvação em construção, como:
    o seu exemplo; seu ser amado, a sua obediência; suas responsabilidades pessoais e recursos, e as conseqüências do seu pecado.

    ENTENDA O SEU EXEMPLO
    Assim, então (2:12a)
    O primeiro elemento a considerar para que os crentes "trabalhem" a sua santificação é compreender o exemplo de CRISTO.
    Então traduz a hoste, partícula grega, que foi usado para tirar uma conclusão a partir de uma declaração anterior. Aqui ele se remete ao exemplo de JESUS CRISTO, cujo perfeito modelo de humildade, de submissão e obediência foi descrita nos versos 5-8. Na Sua encarnação, JESUS não se apegou à sua igualdade com DEUS, o Pai, mas se esvaziou de seus direitos e prerrogativas divinas. Tomando a forma de um humilde servo, Ele foi obediente ao Pai celestial, até mesmo ao ponto de morrer na cruz como um sacrifício pelo pecado. Também é verdade que o auto-esvaziamento do Filho de DEUS o colocou no papel de um servo para a vontade do Pai e do poder do ESPÍRITO SANTO. Uma das maiores realidades da Encarnação foi o fato de que o que JESUS fez, fez no poder do ESPÍRITO SANTO (Lucas 4:1, 14, 18; 5:17, Atos 10:38,.. Cf Mt 12:18, 28 - 32). A essência de viver a vida cristã é ser obediente como Ele: "Aquele que diz que permanece nele, [CRISTO] devia a andar da mesma maneira como Ele andou" (1 João 2:6).

    ENTENDA QUE VOCÊ É AMADO
    meus amados,(2:12:)
    O segundo elemento para os crentes: "trabalhar a sua santificação" é a compreensão que eles são muito amados.
    "Meus amados" era inconfundivelmente uma palavra de conforto e encorajamento. O apóstolo sabia que os filipenses enfrentariam muitas decepções e fracassos quando eles procurassem seguir o exemplo do Senhor, vivendo para ele. O amor de Paulo por eles reflete o amor de CRISTO pela sua Igreja (cf.1:8). Paulo estava bem ciente de suas fraquezas e deficiências. Ele compreendeu os perigos enfrentados por causa dos falsos mestres mundanos, incluindo os legalistas judeus e gentios libertinos. Todos eles eram "inimigos da cruz de CRISTO, cujo fim é a perdição, cujo deus é o apetite, e cuja glória é para confusão deles, que fixam suas mentes nas coisas terrenas" (Filipenses 3:18-19). Ele sabia do conflito entre Evódia e Síntique, irmãs em CRISTO, a quem Ele advertiu "para viverem em harmonia no Senhor" (4:2). É provável que muitos crentes na igreja estavam inclinados a se orgulharem, daí o apelo urgente de seguir o exemplo de CRISTO de humildade (2:1-8). Assim como o Senhor fez com ele e faz com todos os Seus filhos, o apóstolo fez provisão para suas falhas. Eles não serviam a um deus duro e implacável, como fizeram seus vizinhos pagãos. Eles serviam a um DEUS misericordioso, Senhor, que lhes concedeu o perdão gracioso e que estava sempre disposto a restaurá-los à comunhão com Ele mesmo. Apesar de suas imperfeições, os crentes de Filipos eram, para Paulo, amados irmãos e irmãs no Senhor, por quem ele cuidava "com a ternura de CRISTO JESUS" (1:8). Em 4:01 ele por duas vezes fala deles como seus "amados", e como a sua "alegria e coroa", a quem desejava ver e pediu para "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus" (3:12-14). A exortação de Paulo para que eles trabalhem a sua salvação não era uma directiva indiferente. Era mais uma chamada carinhosa para seguir o exemplo de CRISTO na confiança de Seu amor por praticar as coisas que eles haviam "aprendido e recebido e ouvido e visto" em Paulo (4:9).

    ENTENDE OBEDIÊNCIA
    como sempre vocês obedeceram (2:12c)
    O terceiro elemento de crentes "trabalharem" a sua santificação é entender a necessidade de obediência ao Senhor.
    Paulo exorta os Filipenses para continuarem na submissão fiel à vontade de DEUS. Obedecer vem da palavra hupakouō, um verbo composto da preposição hupo e o akouō verbo. O verbo composto tem o significado básico de colocar-se em posição de ouvir com disposição de atender, e, portanto, de submissão e obediência. Um crente, obviamente, deve ouvir a Palavra de DEUS e a ela se submeter. Deve então estudar e obedecer as Escrituras (cf. Mat. 28:19-20). Lídia obedeceu a Palavra que ouviu Paulo pregar. "E certa mulher chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que temia a Deus, nos escutava e o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia" (Atos 16:14). Assim, também, fez o carcereiro de Filipos, que poderia estar entre aqueles a quem o apóstolo estava escrevendo agora. Ele ouviu de Paulo e Silas "Então lhe pregaram a palavra de Deus, e a todos os que estavam em sua casa. Tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes as feridas; e logo foi batizado, ele e todos os seus." ( Atos 16:32-33). Da mesma maneira, os judeus em Beréia "receberam a palavra com toda a avidez," porque eles estavam "examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim" (Atos 17:11). O mandamento de DEUS a Pedro, Tiago e João no Monte da Transfiguração é o Seu comando para todos: "Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi." (Mt 17:5). Para pregar o evangelho é preciso mais do que apenas compartilhar sua fé e oferecer um convite, é para chamar os pecadores para obedecer a DEUS ", para trazer à obediência da fé ... por amor do Seu nome" (Rm 1:5). Para ser salvo é preciso "obedecer ao evangelho de nosso Senhor JESUS" (2 Tessalonicenses 1:8;. Cf Rm 6:17;.. 1 Pedro 1:2). Os crentes devem pretar atenção nisso: "Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios," (Ef 5:15). Paulo escreveu a Tito: "Fiel é esta palavra, e quero que a proclames com firmeza para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras. Essas coisas são boas e proveitosas aos homens." (Tito 3:8). O escritor de Hebreus cobra dos crentes: "Por isso vamos ser diligentes para entrar naquele descanso, para que ninguém caia, seguindo através do mesmo exemplo de desobediência" (Hb 4:11). A Grande Comissão de JESUS inclui o comando para ensinar convertidos de "todas as nações ... a observar tudo quanto vos ordenei" (Mt 28:19-20). A obediência é essencial para a santificação, que não pode acontecer sem ela.

    ENTENDA SUA RESPONSABILIDADES E RECURSOS PESSOAIS
    não apenas em minha presença, porém muito mais agora na minha ausência (2:12d)
    O quarto aspecto dos crentes "trabalhar a sua santificação é a compreensão de suas responsabilidades e recursos pessoais.
    Porque os crentes são pecadores, eles tendem a se auto-justificar, culpar as circunstâncias ou outras pessoas pelos seus problemas e fracassos. Paulo elogia aos Filipenses pelo seu fiel padrão de obediência a CRISTO, enquanto ele (Paulo) estava entre eles. Mas ele lhes exorta a que continuem a obedecer agora, durante sua ausência. O vínculo de afeto entre Paulo e a igreja em Filipos era particularmente profundo e forte. Esses crentes tiveram o privilégio inacreditável de serem ensinados por Paulo, talvez o maior mestre da Palavra de DEUS que o mundo já viu, exceto o Senhor JESUS CRISTO. Muito do que ele pregou, ensinou e escreveu se tornaram Escritura, incluindo treze livros do Novo Testamento. Dificilmente poderia ter sido de outra forma que muitos dos crentes de Filipos desenvolveram uma dependência extremamente forte nesse nobre servo de DEUS. Mas no momento da redação deste texto, Paulo estava a centenas de quilômetros de distância deles, encarcerado em Roma. O único meio de contato eram cartas como a presente, e relatórios ocasionais de amigos em comum. Era desafiadora a situação, Paulo lembra-lhes que a sua responsabilidade espiritual não era para com ele, mas para com o Senhor. Eles deveriam obedecer ao Senhor, apesar da ausência de Paulo. O apóstolo repete uma advertência que ele fez antes: "Andai em um modo digno do evangelho de CRISTO, de modo que se eu vir vê-los ou permanecer ausente, eu ouvirei de vocês que estais firmes num só espírito, com uma mente, lutando juntos pela fé do evangelho "(1:27). Seu ponto é que nunca há um momento em que um verdadeiro crente não é responsável por obedecer ao Senhor. Os crentes nunca devem ser essencialmente dependentes de seu pastor, professor, comunidade cristã, ou qualquer outra pessoa seja por sua força ou estatura espiritual. O seu exemplo supremo é o Senhor JESUS CRISTO, e seu verdadeiro poder vem do ESPÍRITO SANTO.

    ENTENDER AS CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO
    ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor (2:12e)
    O motivo quinto para os crentes "trabalharem a sua santificação é a compreensão das conseqüências do pecado.
    Embora DEUS seja amoroso, misericordioso e clemente, Ele, no entanto, mantém os crentes responsáveis por sua desobediência a Ele. Como João, Paulo compreendeu bem que "se dissermos que não temos pecado, estamos enganando a nós mesmos e a verdade não está em nós. Se nós confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça "(1 João 1:8-9). Sabendo que ele serve a um DEUS santo e justo, o crente fiel viverá sempre com temor e tremor. Medo é "phobos" que traduzido descreve susto ou terror (cf. Mt 14:26;. Lucas 21:26;. 1 Coríntios 2:3), bem como reverente temor (cf. Atos 2:43; 9:31, 2 Coríntios. 5:11; 7:1). Tremendo é "tromos", que refere-se a agitação e tremor. Ambos são reações apropriadas para a consciência da própria fraqueza espiritual e o poder da tentação. O Senhor procura tal atitude nos seus filhos, como Suas palavras em Isaías 66:2 indicam: " A minha mão fez todas essas coisas, e assim todas elas vieram a existir, diz o Senhor; mas eis para quem olharei: para o humilde e contrito de espírito, que treme da minha palavra." Uma verdade importante encontrada no AntigoTestamento é "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria" (Sl 111:10;. Cf. Pv 1:7; 9:10). Este não é um medo de ser condenado ao tormento eterno, nem um temor sem esperança de julgamento que leva ao desespero. É sim um temor reverencial, uma preocupação santo para dar a DEUS a honra que Ele merece e evitar a correção do seu desagrado. Esse medo protege contra a tentação e do pecado e dá motivação para a vida, obediente dos justos. Ciente de sua própria fraqueza pessoal, Paulo falou de seu "temor e tremor ...", como ele ministrou à igreja em Corinto (1 Cor. 2:3), e depois aqueles crentes receberam Tito com o mesmo tipo de "medo e tremor "(2 Coríntios. 7:15). Este tipo de "temor e tremor" está intimamente relacionado com a obediência ao Senhor e ao amor e afeição por ele e para os fiéis companheiros. É por isso que Salomão poderia declarar: " Feliz é o homem que teme ao Senhor continuamente; ..." (Prov. 28:14a). Esse medo envolve auto-desconfiança, uma consciência sensível, é estar em guarda contra a tentação. Exige ser adversário do orgulho, é estar constantemente conscientes do engano do seu coração, bem como de sua sutileza e da força da própria corrupção interna. É um pavor que procura evitar qualquer coisa que possa ofender e desonrar a DEUS. Os crentes devem ter um sério temor do pecado e anseio pelo que é reto diante de DEUS (cf. Rom. 7:14 ss.). Consciente de sua fraqueza e do poder da tentação, eles devem temer cair em pecado e, assim, ficarem afastados do Senhor. É o medo, solene e reverente que brota do profundo amor e adoração. Ele reconhece que todo pecado é uma ofensa contra um DEUS santo e produz um desejo sincero para não ofender e entristecê-lo, mas para obedecer, honrar, agradar e glorificá-Lo em todas as coisas. Aqueles que temem o Senhor aceitam de bom grado a correção do Senhor, sabendo que DEUS "nos disciplina para o nosso bem, para que possamos participar de Sua santidade" (Hb 12:10). Este temor e tremor fará crentes orarem fervorosamente por ajuda de DEUS para evitar o pecado, como o Senhor lhes ensinou: "Não nos induzas à tentação, mas livrai-nos do mal" (Mt 6:13). Essa oração reflete novamente a tensão espiritual que existe entre o dever dos crentes e o poder de DEUS. Exercite-se - vem de katergazomai que indica um comando com ênfase contínua. A idéia é: "Continuar a trabalhar até sua conclusão e realização final." Heautōn, aqui traduzida tem o significado mais enfático de "seu próprio país." O comando é para os crentes fazer em um esforço contínuo, sustentado com um trabalho até a conclusão final a sua salvação, que foi graciosamente concedida a eles por DEUS através de sua fé em JESUS CRISTO.

    O princípio de trabalhar a salvação tem dois aspectos.
    O primeiro aspecto diz respeito à conduta pessoal, fiel, obediente na vida diária.
    Tal obediência, obviamente, envolve compromisso ativo e esforço pessoal, para obedecer a Escritura que está repleta de medidas liminares, tanto negativas como positivas. O pecado em cada processo deve ser renunciado, colocado fora e substituído pelo pensamento justo. Os crentes devem se purificar "de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS" (2 Coríntios. 7:1), ocupando suas mentes "nas coisas do alto, não nas coisas que estão na terra", porque morremos para o pecado e suas vidas estão agora "escondida com CRISTO em DEUS" (Col. 3:2-3). Assim como eles, uma vez ", Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados," (Ef 4:1). O apóstolo exorta os coríntios a um esforço intenso de viver a vida cristã: "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só é que recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas; ora, eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como indeciso; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à submissão, para que, depois de pregar a outros, eu mesmo não venha a ficar reprovado." (1 Cor. 9:24-27) Suas palavras mais tarde na presente carta também exigem vida cristã agressiva: "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos somos perfeitos tenhamos este sentimento; e, se sentis alguma coisa de modo diverso, Deus também vo-lo revelará. Mas, naquela medida de perfeição a que já chegamos, nela prossigamos."(Filipenses 3:12-16) Ele exortou Timóteo: "Foge dessas coisas [mal], homem de DEUS, e segue a justiça, a piedade, fé, amor, perseverança e mansidão. Combate o bom combate da fé, toma posse da vida eterna para a qual foste chamado, e você fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas "(1 Tim 6:11- 12;. Cf 4:15-16.; Heb. 12:1-3). Escrevendo aos Colossenses Paulo diz: "Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revestí-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai." (Col. 3:12-17;.. Cf vv 5-11). Toda a Palavra de DEUS, pressupõe responsabilidade pessoal dos crentes para a obediência. Eles devem escolher viver dignamente, para desenvolver sua salvação na vida diária, enquanto ao mesmo tempo, percebem que todo o poder para que a obediência vem do ESPÍRITO de DEUS.

    O segundo aspecto de trabalhar a salvação é a perseverança, obediência fiel até o fim.

    A salvação tem três dimensões de tempo: passado, presente e futuro.
    A dimensão do passado é a justificação, quando os crentes colocaram sua fé em JESUS CRISTO como Salvador e Senhor e foram resgatados.
    A dimensão atual é a santificação, o tempo entre a justificação de um crente e sua morte ou o arrebatamento.
    O aspecto futuro é a glorificação, quando a salvação está concluída e os fiéis receberão seus corpos glorificados.

    Os crentes, portanto, foram salvos, estão sendo salvos, e serão salvos. Eles devem buscar a santificação nesta vida para esatrem prontos no tempo da glorificação. Os crentes naquele momento glorioso verão o Senhor "Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido." (1 Cor.13:12). Eles "serão como Ele, porque [eles] vão vê-lo como Ele é" (1 João 3:2). Foi por esse momento glorioso que Paulo tão profundamente desejava. Olhando para a frente, para esse tempo, ele exclamou: " sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo como minha justiça a que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; para conhecê-lo, e o poder da sua ressurreição e a participação dos seus sofrimentos, conformando-me a ele na sua morte, para ver se de algum modo posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus."(Filipenses 3:8-14). Porque a realização dessa esperança era uma certeza divinamente decretada, Paulo podia dizer com total confiança que "a salvação está mais perto de nós do que quando no princípio cremos" (Rom. 13:11). Embora ainda não esteja concluído, o testemunho da Escritura é de que a salvação de cada crente é absolutamente segura. No Sermão do Monte, JESUS declarou: "Aquele que perseverar até o fim, será salvo" (Mt 24:13). Paulo e Barnabé exortou os novos crentes em Antioquia da Pisídia "para continuar na graça de DEUS" (Atos 13:43) e encorajou "a continuar na fé" (14:22). Em sua carta à igreja de Roma, Paulo declarou que DEUS dará a vida eterna "para aqueles que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e imortalidade" (Rm 2:7;. Cf 11:22). Ele prometeu aos Colossenses que CRISTO iria apresentá-los diante de DEUS Pai "irrepreensível e acima de qualquer suspeita, se de fato [eles] continuassem na fé firmemente estabelecida e não se afastassem da esperança do evangelho que [eles] ouviram" (Col. 1:22-23). Ele advertiu a Timóteo: "Preste muita atenção em si mesmo e ao seu ensino; persevere nessas coisas, pois quando você fizer isso você irá garantir salvação tanto para si como para aqueles que te ouvem" (1 Tim 4:16.). O escritor de Hebreus observa: "Nós nos tornaremos participantes de CRISTO, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim" (Hb 3:14; cf 8:9;. 10:38-39;. Cf Tiago 1:22-25). Em cada uma de Suas cartas às sete igrejas da Ásia, o Senhor descreveu alguns crentes vencedores (Ap 2:7, 11, 17, 26, 3:5, 12, 21). A perseverança na fé é o dever de todo crente verdadeiro, e ainda não o poder de sua segurança. É, no entanto, a prova inequívoca e inevitável da operação no poder divino na alma (Col. 1:29). Os crentes perseveram porque o poder de DEUS mantém sua salvação segura. JESUS repetidamente enfatizou essa verdade. Para as multidões em Cafarnaum, Ele declarou enfaticamente que "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou" (João 6:37, 39). Mais tarde, em Jerusalém, Ele declarou: "Dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que lhes deu para mim, é maior que tudo e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai "(João 10:28-29; cf 17:2, 12, 24,.18:09 ). Anteriormente, em Filipenses, Paulo escreveu que estava "confiante nisto mesmo, que aquele que começou a boa obra em vós há de completá-la até o dia de CRISTO JESUS" (1:6). Pedro deu aos crentes uma garantia semelhante, dizendo que eles "são protegidos pelo poder de DEUS através da fé para a salvação preparada para ser revelada no último tempo" (1 Pedro 1:5). Do começo ao fim, toda a obra divina da salvação está sob controle de DEUS. Em uma passagem o bem-amado Paulo escreveu: E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos; e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou." (Rm 8:28-30). Aos efésios ele escreveu, "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de DEUS, não como resultado de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em CRISTO JESUS para boas obras, as quais DEUS de antemão preparou para que andássemos nelas "(Ef 2:8-10). Assim, a chamada para os crentes para trabalhar a sua salvação é encontrada por todo o Novo Testamento. Isso é justo e adequado, uma vez que é uma chamada para o necessário empenho por parte do crente que é um pré-requisito para as alegrias, bênçãos e utilidade da santificação.

    DEUS Trabalha em Você - papel de DEUS na Santificação - (Filipenses 2:13)
    pois é DEUS quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele. (2:13)
    Como o capítulo anterior afirmou, há dois erros iguais e opostos em que os cristãos podem cair sobre a doutrina da santificação.
    Por um lado, os quietistas salientarem o papel de DEUS na santificação, para a exclusão de qualquer esforço humano.
    Pietistas, ao contrário, enfatizam esforço próprio em detrimento da confiança no poder de DEUS.
    Em Filipenses 2:12-13, o apóstolo Paulo evita ambos os extremos não-bíblicos, e apresenta a verdadeira visão equilibrada da santificação.
    Tendo apresentado a responsabilidade do crente na santificação em 2:12, Paulo no versículo 13 focados em papel de DEUS na santificação do crente. Enquanto o crente está a trabalhar "fora", DEUS está trabalhando "dentro" Na verdade, para além da realidade do versículo 13, o cumprimento do versículo 12 seria impossível. JESUS salientou que a verdade no Discurso do Cenáculo, dado aos seus discípulos na noite antes da Sua morte: "Permanecei em Mim, e Eu em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim também vós se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós os ramos; quem permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer "(João 15:4-5).

    Paulo indica a obra divina para a santificação, enfatizando cinco características fundamentais a respeito de DEUS:
    Sua pessoa, Seu poder, Sua presença, Seu propósito e Sua vontade.

    SUA PESSOA
    pois é DEUS (2:13a)
    A primeira verdade sobre a parte de DEUS na santificação dos crentes é a sua personalidade, o que fica claro pelos pronomes pessoais que e seu e pelos verbos e vai para o trabalho.
    Divindades pagãs maioria são descritos como impessoal, remoto, e indiferente. Isso não é surpreendente, porque os falsos deuses são fabricados por homens do medo e da superstição. Mesmo aqueles que possuem características pessoais não são retratados como desejando comunhão com seus adoradores. Compreensivelmente, seus adoradores não têm desejo de comunhão com eles. Uma vez que esses falsos deuses estão frentes de demônios, que os demônios não representando as divindades é só má e prejudicial. Isso garante que eles são adorados apenas com o objetivo de apaziguamento-negativa para amenizar a ira das divindades e, portanto, para evitar problemas, e positivamente para obter benefícios de saúde, prosperidade, energia e outros. Mas o DEUS vivo e verdadeiro da Escritura é real e pessoal. A Bíblia não tenta provar que DEUS é uma pessoa porque ele assume que a realidade. Em ambos os testamentos, ele é falado em termos antropomórficos (com aparência humana), como ter olhos e ver, de ter ouvidos e ouvir, de ter os pés e andar, de amar e odiar, chorando e rindo, condenando e perdoando. Ele pensa, sente, age e fala como todos os elementos da personalidade. Como uma pessoa, Ele tem uma preocupação pessoal para a humanidade, e especialmente para seus filhos. Essa preocupação pessoal é visto em Sua obra nos crentes.
    O DEUS da Escritura tem amor inimaginável para caídos, a humanidade pecadora, que se rebelou contra ele, blasfemavam dele, e desprezaram. Ele tem um amor tão grande para eles ", que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque DEUS não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas que o mundo seja salvo por Ele "(João 3:16-17). Não é a vontade do Senhor "que nenhum pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento" (2 Pedro 3:9).
    Para aqueles que pertencem a Ele, o DEUS da Escritura tem amor ainda maior e mais próximo das relações pessoais. No Antigo Testamento (Isaías 63:16; 64:8), e especialmente no Novo (cf. Mt 5:16, 45, 48,. 6:1, 9; 23:9), Ele é referido como Pai de seu povo. Adão e Eva, Moisés e muitos outros santos do Antigo Testamento falava com DEUS diretamente. "O Senhor falava com Moisés face a face, assim como um homem fala ao seu amigo" (Ex. 33:11). O profeta Malaquias escreveu que aqueles que temiam ao Senhor falavam uns aos outros, e que o Senhor deu atenção e ouviu, e um memorial foi escrito diante dele para aqueles que temem o Senhor e que estima o seu nome. "Eles serão Mine", diz o Senhor dos Exércitos, "no dia em que eu preparo minha própria possessão, e eu vou poupá-los como um homem poupa a seu filho que o serve." (Ml 3:16-17).
    O Criador onipotente, onisciente e onipresente e Sustentador do universo ama Seus filhos com amor eterno e bondade. DEUS protegê-los de acordo com a Sua aliança eterna, promessas e perdoa e purifica com a graça eterna através de Seu Filho, e apela, presentes, e capacitá-los pelo Seu ESPÍRITO para o serviço espiritual, com um impacto eterno. Ele santifica e glorifica aqueles que Ele justificou, trazendo-os para o seu reino celestial para viver com Ele por toda a eternidade.
    Não admira que Paulo exultava: Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do conhecimento de DEUS! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos! Para quem conheceu a mente do Senhor, ou que se tornou seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele que poderia ser pago de volta para ele novamente? Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre. Amém. "(Rm 11:33-36)

    SEU PODER
    quem efetua (2:13:)
    A segunda verdade essencial enfatizar aqui sobre a parte de DEUS para a santificação dos crentes é o Seu poder divino. Acima de tudo, é DEUS quem está no trabalho na vida de Seus filhos. Ele chama-os a obedecer, e, em seguida, através de seu poder soberano, faculta a sua obediência. Ele os chama a Seu serviço, e depois habilita o seu serviço. Ele os chama à santidade, e, em seguida, os habilita a buscar a santidade.
    O trabalho é a partir do energeō verbo, a fonte de energia palavra Inglês. DEUS energiza Seus filhos, de obedecer e servir a DEUS, seu poder permite a sua santificação. Como observado no capítulo anterior, os crentes não podem fazer nada santo ou justo em seu próprio poder ou recursos. Assim como ninguém pode ser justificado pela obra da carne (Rom. 3:20), de modo que ninguém pode ser "aperfeiçoado [santificado] pela carne" (Gal. 3:3).
    Paulo confessou que "nada de bom habita em mim, isto é, na minha carne, para o disposto está presente em mim, mas o de fazer o bem não é" (Rom. 7:18). Ele confessou que "pela graça de DEUS sou o que sou, e sua graça para comigo não vão provar, mas tenho trabalhado mais do que todos eles, não eu, mas a graça de DEUS comigo" (1 Cor . 15:10). Ele incentivou os coríntios a "sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor," porque ele podia assegurar-lhes "que labuta [deles] não [era] em vão no Senhor" (v. 58). Paulo não subestimar a importância da obediência fiel. Mas ele sabia que, subjacente a todo o serviço aceitável é o poder da graça de DEUS. "Não é que são adequados em nós mesmos para considerar qualquer coisa como vinda de nós mesmos", escreveu ele, "mas a nossa adequação é de DEUS" (2 Coríntios. 3:5). Ele lembrava aos Efésios que ele "foi feito ministro, segundo o dom da graça de DEUS que foi dada a [ele] de acordo com a operação do seu poder", e se alegrou, "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que funciona dentro de nós, a Ele seja a glória na igreja e em CRISTO JESUS por todas as gerações para todo o sempre. Amém "(Ef 3:7, 20-21).
    Antes de JESUS deu a Grande Comissão, "Fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do ESPÍRITO SANTO, ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei, e eis que estou convosco todos os dias, até o fim da idade ", ele lembrou aos discípulos que" toda a autoridade [ou poder] foi dada a mim no céu e na terra "(Mt 28:18-20). E antes que Ele deu a chamada final para "sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até mesmo a mais remota parte da terra", Ele prometeu aos discípulos: "Ides receber uma força, a do ESPÍRITO SANTO, que descerá sobre vós "(Atos 1:8).
    É importante que os crentes ministrar uns aos outros, porque essa é a vontade de DEUS (Gl 5:13). É também a vontade de DEUS que os pregadores e professores ministro para a igreja (Efésios 4:11-13). É importante que o santo ministro anjos aos crentes, porque DEUS envia esses "espíritos ministradores ... para prestar serviço para o bem daqueles que hão de herdar a salvação" (Hb 1:14). Mas acima de tudo, o próprio DEUS é o recurso dos crentes supremo e indispensável e poder. A maravilha de todas as maravilhas é que é DEUS quem está no trabalho em si. Paulo resumiu tudo em Colossenses 1:29, quando disse: "Eu trabalho, lutando segundo a sua potência, que trabalha poderosamente dentro de mim." É por essa razão que a santificação continuará ao longo da vida do crente (1:6). Aqueles a quem DEUS justifica Ele invariavelmente santifica. Ele vai realizar a Sua vontade por salvar e preservar aqueles que vêm a Ele (João 6:40, 44). Davi entendeu que grande verdade, quando escreveu: "O Senhor é meu pastor" (Sl 23:1). Ele sabia que não faltaria nada que ele precisava (v. 1), que DEUS iria protegê-lo (v. 4) e orientá-lo (v. 3). Acima de tudo, Davi tinha a certeza divina de que ele viveria para sempre na presença de DEUS (v. 6). No que talvez seja a passagem mais magnífica declarando preservação de DEUS dos crentes Paulo escreveu:
    Que diremos, pois, a estas coisas? Se DEUS é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas entregou-Lho por todos nós, como não também com Ele nos dará graciosamente todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de DEUS? DEUS é aquele que justifica, quem é aquele que condena? CRISTO JESUS é Aquele que morreu, sim, sim, que foi criado, que é à direita de DEUS, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de CRISTO? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Assim como está escrito: "Por tua causa, estão a ser condenado à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro." Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem coisas por vir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de DEUS, que está em CRISTO JESUS nosso Senhor. (Rm 8:31-39). O renascimento sob o rei Ezequias ilustra a DEUS no trabalho na vida de Seu povo. Esse trabalho espiritual forte começou com a restauração do templo. Ezequias cobrados os levitas, "santificai-vos agora, e consagrar a casa do Senhor, o DEUS de vossos pais, e levar a imundícia para fora do lugar santo .... Meus filhos, não sejais negligentes, pois o Senhor te escolheu para estar diante dEle, para ministrar a Ele, e para serem seus ministros e incenso queima "(2 Cr. 29:5, 11). No dia seguinte, "o rei Ezequias se levantou cedo e reuniu os príncipes da cidade e foi até a casa do Senhor" (v. 20). Mais tarde, ele chamou toda a cidade juntos, e todos "se alegrava com o que DEUS tinha preparado para o povo" (v. 36). Continuando sua busca de reavivamento espiritual, "Ezequias enviou mensageiros por todo o Israel e Judá e escreveu também cartas a Efraim e a Manassés, para que viessem à casa do Senhor em Jerusalém para celebrar a Páscoa ao Senhor DEUS de Israel" (30: 1). Um decreto foi distribuído em todo o país, chamando as pessoas para a festa da Páscoa, há muito tempo negligenciado. O edital incluiu uma advertência e uma promessa:
    Não endurecer o pescoço como vossos pais, mas render-se ao Senhor e entrar no Seu santuário que ele consagrou para sempre, e servi ao Senhor vosso DEUS, que Sua ardente ira se desvie de você. Porque, se você voltar para o Senhor, vossos irmãos e vossos filhos encontrarão misericórdia perante aqueles que os levou cativo e retornará a esta terra. Pois o Senhor vosso DEUS é clemente e compassivo, e não vai virar o rosto para longe de você se você voltar a Ele "(vv. 8-9).
    As pessoas responderam favoravelmente porque "a mão de DEUS também estava em Judá, para dar-lhes um coração para fazer o que o rei e os príncipes ordenaram pela palavra do Senhor" (v. 12). DEUS ordenou a Seu povo a voltar para Ele e, em seguida, deu-lhes o coração para fazê-lo, graciosamente energizar o cumprimento de seu comando.

    SUA PRESENÇA
    em vocês (2:13c
    A terceira verdade essencial sobre a parte de DEUS para a santificação dos crentes é a Sua presença divina. A preposição em é muitas vezes caracterizado nos escritos de Paulo como ele registra a verdade amado que JESUS CRISTO habita nos crentes (cf. Rom 8:9-10;.. Gal 2:20; Colossenses 1:27). O próprio Senhor falou de Sua presença habita em João 17:22-23: "A glória que me conferiste eu dei para eles, que eles sejam um, como Nós somos um, eu neles e tu em mim, que eles sejam perfeitos em unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste, e os amava, como também amaste a mim. " Davi entendeu e vibraram com a realidade da presença contínua do Senhor com ele: "Você examina o meu caminho e o meu deitar, e estão intimamente familiarizado com todos os meus caminhos" (Sl 139:3). Como mencionado acima, o Senhor era o seu pastor, que nunca abandonaram ou negligenciaram-no ou não para protegê-lo e prover abundantemente para as suas necessidades (Salmo 23). De maneiras que estão muito além da compreensão humana, DEUS habita em seu povo, tanto como indivíduos e coletivamente na igreja. JESUS prometeu aos discípulos e todos os crentes do futuro: "Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, que é o ESPÍRITO da verdade, que o mundo não pode receber, porque não vê Ele ou conhecê-Lo, mas vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós "(João 14:16-17;. cf At 1:8). Talvez por causa da sua imaturidade e do mundanismo, Paulo lembrou aos coríntios de que a verdade, pelo menos, três vezes. "Não sabeis que sois santuário de DEUS e que o ESPÍRITO de DEUS habita em vós?" (1 Cor. 3:16), ele perguntou, retoricamente. Mais tarde, ele acrescentou: "Não sabeis que o vosso corpo é templo do ESPÍRITO SANTO que habita em vós, o qual tendes da parte de DEUS, e que não sois de vós mesmos?" (6:19). Em sua segunda epístola que ele escreveu, "Nós somos o templo do DEUS vivo, exatamente como DEUS disse: Eu vou habitar neles e entre eles andarei, e eu serei o seu DEUS e eles serão o meu povo '" (2 . Cor 6:16;.. cf Ex 29:45; Hb 13:5).. DEUS trabalha incessantemente para o bem-estar de seu povo (Rm 8:28). Sua santidade, sabedoria, poder, amor, presença e misericórdia infinita. Tendo começado a sua vida nova em CRISTO através do poder do Seu ESPÍRITO, os crentes são aperfeiçoadas por esse mesmo poder divino. Porque alguns crentes nas igrejas da Galácia estavam procurando viver por sua própria sabedoria e recursos, Paulo perguntou em desespero: "Você é tão tolo? Tendo começado pelo ESPÍRITO, que está agora a ser aperfeiçoado pela carne? "(Gal. 3:3).

    SUA FINALIDADE
    tanto o querer quanto o realizar (2:13d)
    A quarta verdade essencial enfatizar aqui, que é o cerne da obra de DEUS na santificação dos crentes, é o seu propósito divino. Esse propósito é revelado pelo que Ele energiza os crentes a fazer a vontade e ao trabalho. A frase tanto o querer e trabalhar é melhor interpretado como se referindo não à vontade de DEUS e trabalhar, mas para que de crentes. A vontade de fazer o que é reto diante de DEUS deve preceder qualquer trabalho eficaz, que é feito para esse fim. Um desejo genuíno de fazer a vontade de DEUS, bem como o poder de obedecê-la, se origina com ele. Para que é de Thelo, que se refere à escolha, pensativo proposital, para não mero capricho ou desejo emocional. É o que o salmista tinha em mente quando ele orou: "Inclina o meu coração para os teus testemunhos" (Sl 119:36;. Cf 110:3) e que Esdras falou quando ele relatou que "os chefes das casas paternas de Judá e Benjamim e os sacerdotes e os levitas se levantaram, mesmo todos aqueles cujo espírito DEUS despertou, para subirem e reconstruir a casa do Senhor que está em Jerusalém "(Esdras 1:5;. cf 7:27). Mais tarde Esdras deu graças que DEUS também inclinar o coração do rei Artaxerxes da Pérsia para permitir que os judeus "para enfeitar a casa do Senhor que está em Jerusalém" (7:27). Provérbios declara que "o coração do rei é como canais de água na mão do Senhor, Ele o inclina para onde quer" (Provérbios 21:1). DEUS usa dois meios para mover vontades dos crentes. A primeira é que poderia ser chamado descontentamento santo, o reconhecimento humilde de que a vida de alguém sempre fica aquém do padrão de santidade de DEUS. Quando Isaías viu "o Senhor sentado num trono, alto e exaltado, com o trem de Seu manto enchendo o templo", ele só pôde exclamar em temor reverencial, "Ai de mim, pois estou arruinado! Porque eu sou um homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de lábios impuros "(Is 6:1, 5). Como todos os justos, ele estava insatisfeito com o seu estado espiritual insatisfação imensamente intensificado por essa experiência incrível. Embora Paulo podia dizer: "Estou consciente de nada contra mim", ele foi rápido em acrescentar, "mas não estou por isso absolvido" (1 Cor. 4:4). Como cuidadosa e honestamente como ele examinou sua vida, ele sabia que sua percepção finita não poderia detectar todo pecado ou falha espiritual. Seu descontentamento santo levou a lamentar em sua carta à igreja de Roma, "Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? "(Rom. 7:24). O segundo meio que DEUS usa para mover vontades dos crentes é a aspiração santa, o lado positivo de descontentamento santo. Depois que Ele infunde um ódio genuíno do pecado, Ele cultiva um genuíno desejo de justiça. Depois que Ele faz descontentamento crentes com o que são, Ele dá-lhes a aspiração a uma maior santidade. Acima de tudo, é o desejo de ser como CRISTO, "para serem conformes à imagem do Filho [de DEUS]" (Rom. 8:29). Em Filipenses Paulo reúne seu próprio descontentamento santo e santa aspiração, quando ele confessa: Não que eu já tenha obtido ou já se tornaram perfeito, mas prossigo para que eu possa lançar mão do que para o qual também fui alcançado por CRISTO JESUS. Irmãos, eu não me considero como tendo se apegaram dele ainda, mas uma coisa faço: esquecendo o que fica para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de DEUS em CRISTO JESUS. (3:12-14) Santa determinação leva a uma vida santa. A piedosa vai produz trabalho piedoso. Ele não pode ser subestimada que somente DEUS pode produzir nos crentes a vontade ou a obra que Ele comanda uma delas. Para trabalhar é de energeō, que refere-se a ser energizada e ativo em um empreendimento particular. James observou que "cada coisa boa dada e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes" (Tiago 1:17). Compreender que a verdade, o escritor de Hebreus escreveu: "Ora, o DEUS de paz, que fez subir dentre os mortos o Pastor grande das ovelhas através do sangue da eterna aliança, JESUS, nosso Senhor, vos aperfeiçoe em toda boa coisa a fazer Sua vontade, operando em nós o que é agradável diante dele, por JESUS CRISTO "(Hebreus 13:20-21). Assim como os crentes não são salvos por boas obras, mas inteiramente pela graça de DEUS trabalhando através de sua fé (Ef 2:8-9), assim também eles são santificados pela Sua graça trabalhando através de sua obediência. Eles são "feitura dele, criados em CRISTO JESUS para boas obras, as quais DEUS de antemão preparou para que [eles] se andar nelas" de DEUS (v. 10). Assim como os crentes são soberanamente predestinou para a salvação, assim também eles estão predestinados a santificação. Mais uma vez, Romanos 8 é útil: Para aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de Seu Filho, para que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos, e estes aos que predestinou, também chamou; e estes aos que chamou, também justificou; e estes aos que justificou, também glorificou. (Rm 8:29-30)

    SEU PRAZER
    de acordo com a boa vontade dele. (2:13e)
    A quinta e última realidade essencial sobre parte de DEUS na santificação dos crentes é a irrefutável verdade de que DEUS trabalha em sua santificação para seu próprio prazer. Sua vontade para os crentes é que eles pensam e fazer o que Lhe agrada. Apesar de que é realizado principalmente pelo seu próprio poder, quando Seus filhos buscar a Sua vontade e fazer a Sua obra, que traz grande prazer dele. Traduz boa vontade eudokias, que expressa um grande prazer e satisfação. Porque DEUS é infinitamente auto-suficiente, não se pode, mas pergunto como algo ou alguém, especialmente um ser humano pecador, pode adicionar a seu contento. No entanto, esse é claramente o que Paulo está dizendo. Mesmo quando eles eram fracos, vacilante, e com medo, JESUS garantiu aos discípulos: "Não seja rebanho, pouco de medo, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino" (Lucas 12:32). Dar um lugar em Seu reino a Seus filhos traz a

  • LIÇÃO 3 - O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO

    LIÇÃO 3 - O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO
    LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: Filipenses - A Humildade de CRISTO como exemplos para a Igreja.
    Comentário: Pr. Elienai Cabral
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    "Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de CRISTO, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho" (Fp 1.27).

    VERDADE PRÁTICA
    O Evangelho de CRISTO produz em cada crente um comportamento digno e santo diante de DEUS e do mundo.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Fp 1.27-30 Um chamado ao Evangelho
    Terça - Fp 2.1-4 Um chamado à unidade
    Quarta - Jo 10.7-18 O chamado do Bom Pastor
    Quinta - Sl 15 Um chamado à santidade
    Sexta - Hb 4.14-16 Um chamado a confiar em CRISTO
    Sábado - 1 Co 12.12 Em JESUS somos um.

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Filipenses 1.27-30; 2.1-4
    Filipenses 1.27-30
    27 Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de CRISTO, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho. 28 E em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, é indício de perdição, mas, para vós, de salvação, e isto de DEUS. 29 Porque a vós vos foi concedido, em relação a CRISTO, não somente crer nele, como também padecer por ele, 30 tendo o mesmo combate que já em mim tendes visto e, agora, ouvis estar em mim.

    Filipenses 2.1-4
    1 Portanto, se há algum conforto em CRISTO, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no ESPÍRITO, se alguns entranháveis afetos e compaixões, 2 completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. 3 Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. 4 Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

    1.27 NUM MESMO ESPÍRITO. A verdadeira essência da unidade do ESPÍRITO consiste em viver de modo digno (cf. Ef 4.1-3), permanecendo firme num só espírito e propósito (cf. Ef 4.3), combatendo lado a lado como guerreiros pela propagação e defesa do evangelho, segundo a revelação apostólica (v. 17; cf. Ef 4.13-15) e defendendo juntamente a verdade do evangelho contra aqueles que são "inimigos da cruz de CRISTO" (3.18). Observemos que "espírito", aqui, tem o sentido de disposição mental, ânimo, zelo, propósito, dedicação, diligência e não o espírito humano em si.

    2.3 POR HUMILDADE. Devido ao egocentrismo inato do homem caído, o mundo não tem em alta estima a humildade e a modéstia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito teocêntrico do homem e da salvação, atribui máxima importância à humildade.
    (1) A humildade bíblica subentende a consciência das nossas fraquezas e a decisão de atribuir de imediato todo crédito a DEUS e ao próximo, por aquilo que realizamos (Jo 3.27; 5.19; 14.10; Tg 4.6).
    (2) Devemos ser humildes porque somos simples criaturas (Gn 18.27); somos pecaminosos à parte de CRISTO (Lc 18.9-14) e não podemos jactar-nos de nada (Rm 7.18; Gl 6.3), a não ser no Senhor (2 Co 10.17). Logo, dependemos de DEUS para nosso valor e para nossa frutificação, e não podemos realizar nada de valor permanente sem a ajuda de DEUS e do próximo (Sl 8.4,5; Jo 15.1-16).
    (3) A presença de DEUS acompanha aqueles que andam em humildade (Is 57.15; Mq 6.8). Maior graça é dada aos humildes, mas DEUS resiste aos soberbos (Tg 4.6; 1 Pe 5.5). Os mais zelosos filhos de DEUS servem "ao Senhor com toda a humildade" (At 20.19).
    (4) Como crentes, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos (cf. Rm 12.3).
    (5) O oposto da humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da auto-estima da pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre à soberba, e não à humildade (1 Jo 2.16; cf. Is 14.13,14; Ez 28.17; 1 Tm 6.17).



    Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - Filipenses - F. F. Bruce - Série Cultura Bíblica - SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA - São Paulo - SP - 12ª edição 2002 - resumo
    EXORTAÇÃO À COMUNIDADE 1:27-30
    A mente de Paulo dirigiu-se à possibilidade de ver a comunidade Filipenses mais uma vez. O criticismo que se segue indica que Paulo decidiu dar conselhos diretos, mesmo em sua ausência forçada. Freqüentemente ele expressa o pensamento de sua presença pessoal com as igrejas, mesmo não podendo estar com elas, em pessoa (1 Co 5:3; Cl 2:5). No caso dos filipenses, ele tem em mente a necessidade de adverti-los contra o espírito sectário, e egoísta, e também oferecer-lhes algum encorajamento, no conflito que aparentemente estavam enfrentando. A ênfase paulina recai sobre a necessidade de unidade, humildade, e de cerrar fileiras contra os perigos externos que os ameaçam. Tudo isto é bem claro.
    É razoável julgar que parte do problema dentro da igreja era a perda de confiança, em face do sofrimento não esperado. Em 2:14 há uma advertência contra “murmurações” e “contendas”. Ambos os termos indicam queixas e perplexidades à vista do que aconteceu à igreja, há pouco.
    A descrição que Paulo faz de si mesmo, como mártir que se sacrifica em prol das igrejas, aumenta a agudez de seu apelo (2:17).
    O principal ensino da resposta de Paulo é a demonstração de como os planos de DEUS incluem o sofrimento das igrejas (1:29), e como a natureza da vocação cristã recebeu seu modelo do próprio Senhor encarnado (2:6-11). Ele percorreu um caminho de auto-humilhação, rejeição e obediência até a morte, antes de chegar à exaltação. A vida da igreja é, pois, cruciforme, visto que ela se deriva dAquele que exemplificou o padrão do “morrer para viver”; e o apelo e exortação de 2:5 é para que os filipenses deixem sua vida comunitária tomar uma forma que demonstre o reconhecimento de que este é seu destino, como membros do corpo de CRISTO, “em CRISTO JESUS”.
    O Senhor sofredor, e o apóstolo sofredor, juntos, provam que não há absolutamente nada de incoerente, nem inconsistente, no “destino dos cristãos como comunidade perseguida, inserida num mundo hostil (2:15); isto deveria ser um antídoto eficaz contra o espírito extremamente agitado e rebelde que parecia presente em Filipos. O tom de Paulo é semelhante ao de seu apelo em 1 Ts 3:3,4: “ninguém se inquiete com estas tribulações. “Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto; pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que de fato aconteceu, e é do vosso conhecimento”.
    a. A necessidade de unidade e de coragem em face da perseguição (1:27-30).
    27. um só espírito ... uma só alma. “Uma coisa só” é como Barth traduz a palavra grega usada por Paulo (mononj; a admoestação vai “erguida como um dedo em riste”. Paulo deseja para eles, como membros de igreja em Filipos, a mais alta qualidade de vida comunitária, estabelecida pelo padrão de sua fidelidade ao evangelho de CRISTO. A vida da comunidade é comparada à cidadania (gr. politeia) desfrutada pelos cidadãos de Roma, no mundo antigo. Desta maneira, o verbo usado por Paulo (gii. Potiteuesthe) deve ser traduzido de modo a exaltar este sentido. “Cumpri vossas obrigações como cidadãos” (a ARA traz: “vivei”). É muito provável que Paulo esteja usando o verbo técnico a fim de chamar os filipenses à sua dupla responsabilidade: eles se orgulhavam de ser tratados sob a ius Italicum, como cidadãos do império, tendo privilégios para usufruir e responsabilidades a cumprir. Deve eles lembrar-se, também, de que são cidadãos de um reino celestial (3:20), e a conduta deles na igreja, e no mundo, deve ser determinada pelo fato de serem membros, ou cidadãos, do reino de CRISTO na terra. O mesmo pensamento ocorre a Policarpo em sua carta aos Filipenses: “Se formos Seus cidadãos dignos (gr. politeusõmetha axiõs), também com Ele reinaremos” (5.2).
    A noção de um padrão digno, de conduta, é freqüente na correspondência paulina, como parte de sua determinação ética dirigida às igrejas (1 Ts 2:12; Rm 16:2; Cl 1:10; Ef 4:1). Aqui é o evangelho que estabelece a norma ética. Evangelho não é o registro escrito, mas a mensagem proclamada. A essência do apelo de Paulo é, como diz Gnilka, “vivei como pessoas convertidas”, tanto dentro da igreja, como lá fora, no mundo. Este é o ansioso desejo de Paulo para eles, mesmo não podendo estar pessoalmente ao lado deles.
    A compreensão de Paulo da luta da igreja contra os poderes hostis é bem realista. A seção que compreende os versículos 27-30 é rica de termos militares: estais firmes (resolutos como soldados plantados em seus postos; Lohmeyer, p. 75. n.2, publica a evidência deste sentido do verbo); lutando (associa-se com campanha militar, em batalha, ou com arena, onde os gladiadores lutavam em combate de vida ou morte; cf. 2 Tm 2:5); pelos adversários, humanos ou demoníacos: o mesmo combate (gr. agón) como o que Paulo havia conhecido à época de sua primeira visita à cidade deles (1 Ts 2:2, onde Paulo usa o mesmo substantivo) e, talvez, tenha sofrido, há pouco, quando redigiu a carta (Cl 2:1, se esta carta pertence ao mesmo período de sua vida.
    O desafio aos filipenses é para ficarem firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica. Eles seriam capazes de vencer plenamente, na batalha, não pela fé deles, mas por sua fidelidade ao ensino apostólico, o qual evidentemente estava sob fogo inimigo, em Filipos; isto, a despeito de a presença de Paulo entre eles não ser possível.
    29. Porque vos foi concedida (por DEUS) a graça de padecerdes por CRISTO, e não somente de crerdes nele. Esta magnífica declaração é apresentada como uma teodicéia, para ajudar os filipenses a compreenderem, pelo menos em parte, seus sofrimentos. Portanto, os filipenses não deveriam perturbar-se por causa de suas experiências amargas, como se DEUS os tivera esquecido, ou estivesse zangado com eles. Ao contrário, o verbo (gr. echaristhè) lembrá-los-ia de que até mesmo estas provações vêm a eles como uma dádiva da graça de DEUS (gr. charis). Somente pela fé, que vem pela graça, pode o sofrimento ser considerado um privilégio (Gnilka).
    A comunhão com um CRISTO sofredor (padecerdes por CRISTO) necessariamente pressupõe co-participação em Seu destino, e que a compreensão paulina da vida cristã insiste em que não há maneira de conhecer-se essa vida, em sua verdadeira expressão, senão mediante a identificação pessoal com o CRISTO que foi exposto a todos os riscos e mazelas de um mundo cruel. Paulo já está tacitamente contra-atacando o falso ensino que considerava o sofrimento apostólico, e o dos crentes, como uma intrusão desnecessária, e que acredita que os crentes já teriam direito a um estado de bem-aventurança. Paulo retruca que a marca distintiva do crente é a cruz.
    30. Os leitores da epístola se lembrariam bem das circunstâncias do combate de Paulo, que haviam presenciado à época em que a igreja deles havia sido fundada (At 16:22ss.; 1 Ts 2:2). Eles teriam tido conhecimento, também, de registros posteriores das experiências de Paulo “quando ele partiu da Macedônia” (4:15s.). Assim ele apela para aquilo que ouvis que é o meu. Não deveríamos excluir seu combate atual, que para ele é ainda mais sério, visto tê-lo levado face a face com a morte (1:20; 2:17). Os filipenses, sem dúvida, estavam imaginando como estava o apóstolo no cativeiro (1:12). Sua carta vai tranqüilizá-los pelo menos quanto a este respeito. Embora seu combate (gr. agón) seja feroz, e Paulo enfrente momentosas questões de vida ou morte, ele sabe que seu ministério apostólico está nas mãos de DEUS, e que o resultado final será a “libertação” (1:19, porque sua esperança está posta em DEUS (cf. 2 Co 1:8-10). É precisamente esta esperança que ele oferece aos filipenses, porquanto estão engajados no mesmo combate, e poderão vir a conhecer a mesma confiança.

    Comentários John Macarthur
    Conduta ideal para a Igreja (Filipenses 1:27–30) - resumo
    Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de CRISTO, para que assim, quer eu vá e os veja, quer apenas ouça a seu respeito em minha ausência, fique eu sabendo que vocês permanecem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé evangélica, sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se opõem a vocês. Para eles isso é sinal de destruição, mas para vocês de salvação, e isso da parte de DEUS; pois a vocês foi dado o privilégio de, não apenas crer em CRISTO, mas também de sofrer por ele, já que estão passando pelo mesmo combate que me viram enfrentar e agora ouvem que ainda enfrento. (1:27–30).
    A igreja de Filipos estavam com alguns problemas graves. Como todas as igrejas de todas as idades, que precisavam estar em guarda contra os falsos mestres (3:2) e repudiar aqueles na congregação que eram "inimigos da cruz de CRISTO" (3:17-18). O apostolo sabia que não levaria muito tempo até que, mesmo uma igreja fiel, cair na indiferença e, eventualmente, em erro moral e doutrinário. Paulo convida os filipenses a manter seu compromisso espiritual, para continuar a se comportar de uma maneira que seja consistente com o poder do evangelho. Independentemente do que aconteceria a ele, ele implorava para que se conduzissem de maneira digna do evangelho de CRISTO, ... se eu for vê-los ou permanecer ausente. O que realmente importava era a sua conduta consistente e santa. "Provai-vos e vos torneis irrepreensíveis e inocentes, filhos de DEUS acima de qualquer suspeita no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual aparecem como luzes no mundo, retendo a palavra da vida, para que no dia de CRISTO eu tenha motivo para me gloriar, por não ter corrido em vão, nem labutado em vão "(2:15-16).
    Politeuomai (conduta), é o verbo principal nos versos 27-30, que em grego forma uma única frase. Ela vem da raiz da palavra polis (cidade), que em épocas anteriores geralmente se referiam às cidades-estado, para que os habitantes lhe dessem a sua lealdade primária. O verbo tem o significado básico de ser um cidadão. Mas, por implicação, significa ser um bom cidadão, aquele cujo comportamento traz honra ao corpo político ao qual se pertence. Filipos teve a distinção de ser uma colônia romana (Atos 16:12), uma posição altamente privilegiada que deu os seus habitantes muitos dos direitos dos cidadãos de Roma. Essas colônias se consideravam "povo romano" - tinham grande orgulho de tal associação. Eles deram sua fidelidade incondicional a Roma e ao imperador, vestido-se como romanos, usando nomes romanos, e falando latim, a língua oficial de Roma.
    Paulo pode ter tido esse sentimento de dedicação em mente no uso do termo politeuomai (conduzir). Se os cidadãos de Filipos eram tão devotados a honra de seu reino humano, quanto mais deveriam ser crentes dedicados ao reino de CRISTO (cf. Col. 1:12-13)? Portanto, Paulo ordenou-lhes para se comportarem de uma maneira digna do evangelho de CRISTO, para viver como cidadãos fiéis do céu (cf. 3:20). A igreja, embora imperfeita e temporal, é a manifestação terrena do reino perfeito e eterno do céu na presente época (cf. Col. 1:13).
    A conduta celestial se caracteriza por ser "irrepreensíveis e inocentes, filhos de DEUS acima de qualquer suspeita no meio de uma geração “corrompida e perversa, entre a qual aparecem como astros no mundo” (2:15).
    Para viver de modo digno do evangelho de CRISTO e viver uma vida coerente com a Palavra revelada de DEUS. Isso inclui uma vida que corresponde aos cristãos de verdades divinas, às quais professam crer, pregar, ensinar e defender. Em outras palavras, isso significa viver com integridade em todas as facetas da vida. Este mandato é expresso em outras partes do Novo Testamento como andar "de modo digno da vocação com que fostes “chamados” (Ef 4:1), "de modo digno do Senhor, para agradá-Lo em todos os aspectos, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de DEUS "(Col. 1:10), e" de modo digno do DEUS que vos chama para o seu reino e glória "(1 Ts 2:12;. cf. . 4:1). Significa "mostrando toda a boa fé, para que [os crentes] venham adornar a doutrina de DEUS, seu Salvador em todos os “aspectos” (Tito 2:10), demonstrando "santo procedimento e piedade", e ser "diligente de ser encontrado por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis "(2 (Pedro 3:11, 14).
    O maior testemunho da igreja diante do mundo é a integridade espiritual. Quando os cristãos vivem abaixo dos padrões de moralidade bíblica e reverência para com o seu Senhor, podem comprometer toda a verdade bíblica sobre o caráter, o plano, e a vontade de DEUS. Ao fazê-lo, enfraquecem seriamente a credibilidade do evangelho e diminuem o seu impacto sobre mundo.
    O povo de DEUS sempre estiveram em inimizade com o mundo, porque o mundo está em inimizade com DEUS (Rm 1:28, 5:10, Ef 2:3; Col. 1:21). Mas o mundo não pode abraçar uma fé em DEUS cujos proponentes são tão pouco imitadores de seus padrões de santidade e que não manifestam em seu caráter o poder transformador de CRISTO.
    Quando o incrédulo olha para a igreja e não vê a santidade, pureza e virtude, não encontra nenhuma razão para crer no evangelho que proclamam. Quando os pastores cometem pecados graves e são posteriormente restaurados para posições de liderança na igreja, quando os membros da igreja mentem, roubam, enganam, fofocam, e brigam, e quando congregações parecem se importar pouco com tais pecados e hipocrisias no meio deles, o mundo compreensivelmente repulsa suas reivindicações para amar e servir a DEUS. E o nome de CRISTO fica manchado e desonrado.
    O evangelho é a boa notícia de salvação através de JESUS CRISTO. É a verdade de que "CRISTO morreu por nossos pecados segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que Ele ressuscitou ao terceiro dia, segundo as “Escrituras” (1 Coríntios. 15:3-4) é a mensagem que Paulo descreve como "o poder de DEUS para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e “também do grego” (Rm 1:16). O ponto aqui é que aqueles que pertencem a CRISTO através da fé salvadora em Seu evangelho devem demonstrar esse poder em suas vidas alteradas, ou mudadas para melhor (cf. 2 Coríntios. 5:17).
    Paulo expressou sua expectativa alegre de visitar novamente Filipos (1:25-26), mas essa não era sua principal preocupação. Ele entendeu que, como a igreja em Éfeso, Filipos, inevitavelmente, estaria ameaçada por "lobos cruéis" e que, mesmo de dentro de sua própria congregação, os falsos mestres iriam "surgir, falando coisas perversas, para “atraírem os discípulos após si” (Atos 20:29-30). Ele entendeu que, apesar da maturidade espiritual geral da congregação, alguns de seus membros iriam provar sua falta de fé salvadora abandonando CRISTO e seguindo um evangelho diferente. Outros, que tinham sido salvos pelo poder do ESPÍRITO SANTO, cairiam na armadilha legalista de confiar em suas próprias realizações carnais para sua santificação (Gl 1:6; 3:3). Nem ele próprio, nem ninguém mais foram a fonte de sua força espiritual. Seu apelo, portanto, era que se era para vir vê-los ou permanecer ausente, eles deveriam confiar no Senhor e viverem dignos dEle.

    O apóstolo apresenta quatro características dos crentes que vivem dignos de CRISTO:
    Permanecer firmes nEle (v. 27:),
    Compartilharem seus bens uns com os outros por causa Dele (v. 27c);
    Lutando juntos em obediência a Ele (VV 27 d-28);. e
    Sofrendo juntos por Ele (vv. 29-30).

    PERMANENTE
    fique eu sabendo que vocês permanecem firmes (1:27:)
    Firme se traduz o único verbo grego STEKO, que refere-se a permanecer firme em seu território, independentemente do perigo ou oposição (v. 28 defende a força em meio à oposição). A palavra foi usada de um soldado que defendeu a sua posição a qualquer custo, mesmo ao ponto de sacrificar sua vida. Estar firmemente fixada em matéria de verdade bíblica e uma vida santa está incluído neste mandado de segurança.
    Firmes é tanto positivo quanto negativo. É para ficar por DEUS e contra Satanás, para defender a verdade e contra a falsidade, para ficar para a justiça e contra o pecado. Em outras cartas ele admoesta os crentes a "ficar em alerta, firmes na fé, ajam como homens, sejam fortes" (1 Coríntios 16:13;.. Cf 1 Ts 3:8;. 2 Tessalonicenses 2:15). , para "manter firme de pé" na liberdade da graça e não a "ser sujeito outra vez ao jugo da escravidão" (Gálatas 5:1). Em Efésios ele duas vezes usa um verbo relacionado no apelo aos crentes para "colocar toda a armadura de DEUS ... para ficar firmes contra as ciladas do diabo" e "ser capaz de resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes "(Efésios 6:11, 13). Apenas a armadura de DEUS pode permitir aos crentes permanecerem firmes, porque eles não lutam "contra a carne e o sangue, mas contra os principados, contra as potestades, contra as forças deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes "(Ef. 6:12).
    Não sabeis que vossos corpos são membros de CRISTO? Tomarei, pois, os membros de CRISTO e torná-los-ei membros de uma prostituta? Que isso nunca aconteça! Ou não sabeis que aquele que se une a uma prostituta é um corpo com ela? Pois Ele diz: "Os dois serão uma só carne." Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele. Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas os que se prostitui peca contra o próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do ESPÍRITO SANTO que habita em vós, o qual tendes da parte de DEUS, e que não sois de vós mesmos? Fostes comprados por bom preço: glorificai, pois, a DEUS no vosso corpo. (1 Coríntios 6:15-20)
    Os requisitos para a liderança da igreja do Novo Testamento são elevados porque os líderes estão a definir o padrão para todos os outros crentes na maneira correta de viverem. Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo escreveu: "Os diáconos igualmente devem ser homens de dignidade, não de língua dobre, ou viciado a muito vinho ou Amante de torpe ganância, mas mantendo o mistério da fé com a consciência limpa. Esses homens também deve ser testados primeiro, então poderão servir como diáconos se eles forem irrepreensíveis .... diáconos devem ser maridos de uma só mulher, e manter sob disciplina seus filhos e sua casa "(1 Tm 3:8-10.,12).
    As qualificações para os presbíteros são explícitos. Um ancião deve ser irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, prudente, respeitável, hospitaleiro, apto para ensinar, não dado ao vinho ou belicoso, mas gentil, pacífico, livre do amor ao dinheiro. Ele deve ser alguém que gerencia bem sua própria família, tendo seus filhos sob controle com toda a dignidade (mas se um homem não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de DEUS:), não deve ser novo convertido, para que ele não se ensoberbeça e caia na condenação imposta pelo diabo. E ele deve ter uma boa reputação para com os de fora da igreja, de modo que ele não venha a cair no opróbrio e no laço do diabo. (1 Tm 3:2-7;.. Cf Tito 1:5-9).
    É significativo que, nessas passagens, estabelecendo os requisitos para os líderes da igreja, Paulo menciona três vezes que os líderes devem ser irrepreensíveis (1 Tm 3:2; 10., Tito 1:6). Se manter de pé na verdade e em santidade dá o exemplo para toda a igreja seguir (cf. Heb.13:7).

    COMPARTILHANDO
    em um só espírito, como uma só alma (1:27c)
    Junto com o pé firme na fé, deve também haver unidade no seio da igreja, uma partilha mútua de convicções e responsabilidades em um só espírito, com uma só mente.
    O contexto da passagem atual, que incide sobre as atitudes dos crentes, parece indicar que ele está falando do espírito humano do crente - Psuche (mente) é mais freqüentemente traduzido como "alma". Aqui mente parece mais apropriado, porque, como já foi dito, Paulo está falando de atitudes pessoais e perspectivas. Um espírito, com uma mente refere-se à experiência de unidade, interdependência, harmonia, pois, no início da igreja havia um só espírito, com uma só mente. Dentro de poucos dias depois de Pentecostes, todos aqueles que criam estavam unidos e tinham tudo em comum, e eles começaram a vender suas propriedades e bens e os repartiam por todos, de acordo com a necessidade. Dia após dia, continuando com uma mente no templo, e partindo o pão de casa em casa, eles foram tomar as suas refeições com alegria e sinceridade de coração. (Atos 2:44-46; cf. 4:32).
    No início desta carta, Paulo elogia os Filipenses por sua "participação no evangelho desde o primeiro dia até agora" (1:5), e mais tarde ele adverte: "Se há alguma exortação em CRISTO, se houver alguma consolação de amor, se há alguma comunhão no ESPÍRITO, se qualquer afeição e compaixão, completem a minha alegria por ser da mesma opinião, mantendo o mesmo amor, unidos em espírito, com a intenção de um propósito "(2:1-2). Ainda mais tarde, ele recomenda "Evódia e Síntique ... para viver em harmonia no Senhor" (4:2), ao mesmo tempo, expressando grande apreço por essas duas mulheres, porque elas tinham "uma mesma luta pela causa do evangelho "(v. 3).
    Unidade na sua Igreja era uma das grandes paixões de JESUS. Na Última Ceia, Ele disse aos Seus discípulos: "Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei, vós também vos ameis uns aos outros. Por isso todos saberão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros "(João 13:34-35). Um pouco mais tarde, em Sua oração sacerdotal, Ele orou para que todos os que acreditam nele "todos sejam um, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. A glória que me conferiste eu dei para eles, que eles sejam um, como Nós somos um "(17:2122).
    Este pedido surpreendente foi respondido na unidade espiritual que realmente existia no corpo de CRISTO. Os crentes partilham a vida eterna concedido por DEUS no novo nascimento, de modo que eles são um com o Senhor e uns com os outros (cf. 1 Cor. 10:16-17).
    Paulo desejava ver o resultado prático dessa verdadeira unidade espiritual no cuidado amoroso do ministério. Ele lembrou aos crentes em Roma que, "assim como temos muitos membros em um só corpo e todos os membros não têm a mesma função, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em CRISTO, e individualmente membros uns dos outros .... Seja da mesma opinião em relação ao outro, não tenha uma mente arrogante, mas associe-se com os humildes "(Rom. 12:4-5,16). Ele implorou a igreja facciosa em Corinto: "Exorto-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor JESUS CRISTO, que todos concordem e que não haja divisões entre vós, mas que sejam completos em um mesmo pensamento e no mesmo parecer "(1 Cor. 1:10).
    As Contendas na Igreja nem sempre envolvem tais pecados flagrantes como adultério, roubo, mentira, ou difamação. Muitas vezes, é gerada por esses "menores" pecados como rancores sobre questões menores, críticas injustas, amargura, insatisfação e desconfiança. Às vezes, surge a desarmonia que não pode nem mesmo ser claramente identificada ou atribuída a qualquer indivíduo, incidente ou problema. O inimigo da igreja é bem-sucedido quando o povo de DEUS transforma a sua "liberdade em uma oportunidade para a carne", esquecendo-se "através do amor de servir um ao outro", e em vez disso começa a "morder e devorar um ao outro", às vezes ao ponto mesmo de ser "consumido por um outro" (Gl 5:13, 15). A única solução é o "andar no ESPÍRITO, e [assim] não realizar o desejo da carne" (v. 16). Ele requer um esforço especial para "ser gentil de um para com o outro, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também DEUS em CRISTO vos perdoou" (Ef. 4:32).
    Paulo sempre teve que lidar com divisões na igreja entre judeus e gentios, escravos e livres, homens e mulheres. Em resposta a essas questões, ele declarou que em CRISTO "não há judeu nem grego, não há nem escravo nem homem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em CRISTO JESUS" (Gl 3:28) . Mais uma vez, falando de judeus e gentios, lembrava aos Efésios: "Agora, em CRISTO JESUS, vós que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de CRISTO. Porque ele é a nossa paz, que fez os dois grupos em um único e quebrou a barreira do muro que dividia "(Ef 2:13-14;.. Cf vv 18-22). "Aquele que se une ao Senhor é um espírito com Ele" (1 Cor 6:17;. 2 Coríntios 12:18.), E, portanto, deve ser de um espírito e mente com todos os que Lhe pertence. Paulo dá a chave para a verdadeira unidade da igreja quando ele escreve, "Sejam de uma mesma mente, mantendo o mesmo amor, unidos em espírito, com a intenção de um propósito. Não façam nada por vaidade ou egoísmo vazio, mas com humildade, respeitando um ao outro como mais importante do que a si mesmo, não olhando para seus próprios interesses pessoais, mas também para os interesses dos outros "(Filipenses 2:2-4) . Em outras palavras, ele continua a dizer: "Tende em vós o que houve também em CRISTO JESUS" (v. 5).

    ESFORÇANDO-SE
    Combatendo juntamente com uma só alma pela fé do evangelho; e que em nada estais atemorizados pelos adversários, o que para eles é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isso da parte de DEUS (1:27d–28)
    Uma terceira característica de uma conduta digna envolve crentes que lutam juntos. Sunathleo (lutando juntos) é uma palavra grega composta.
    Escrevendo a Timóteo, Paulo usou o verbo duas vezes em seu sentido literal como uma analogia espiritual, declarando que "se alguém compete como atleta, ele não irá ganhar o prêmio, a menos que ele concorra de acordo com as regras" (2 Tm. 2:5) .
    Na presente passagem, lutando juntos, obviamente, é a idéia de Paulo tem em mente, ao invés do lado oposto de lutar ou competir contra, como a palavra também pode ser entendida. Ele está enfatizando a atitude não de tirar proveito de outro para benefício próprio, mas sim de sacrificar o bem-estar próprio de alguém para promover o bem-estar dos outros. A idéia de lutar contra está implícita, mas apenas no sentido de que a igreja deve também estar lutando, todos juntos contra o pecado e o inimigo comum, Satanás e seus exércitos de demônios.
    Paulo salienta aqui a relação positiva de crentes uns com os outros.
    Uma equipe esportiva com muitos e excepcionais jogadores não conseguiu vencer um campeonato, porque a maioria desses jogadores estavam concentrados no seu próprio sucesso e não do time. Uma equipe menos talentosa muitas vezes pode vencer aquele que é mais talentoso, pois a equipe mais fraca funciona de forma eficiente em conjunto para alcançar um objetivo comum. Um jogador com um talento extraordinário, por incrível que pareça, pode ser temporariamente afastado da equipe, porque seus esforços individuais podem fazer mais mal à sua equipe do que bem. A Igreja lutando com todos seus membros unidos significa jogar como uma equipe sólida que faz avançar a verdade de DEUS.
    A genuína unidade deve ser o propósito qualquer equipe. A unidade deve ter a motivação e o foco de uma causa comum e objetiva a todos. A unidade da Igreja só é verdade quando se baseia na fé do evangelho, que refere-se à fé cristã.
    Como já mencionado, lutando juntos não avança apenas a fé do Evangelho, mas também suspende o avanço de qualquer que se lhe opõe. A Igreja sempre enfrentou um mundo hostil. Algumas hostilidades são óbvias e diretas, como a dos ateus, filósofos humanistas, e outras religiões. Grande parte das hostilidades, entretanto, são indiretas e sutis, o que as torna muitas vezes mais perigosas.
    O falso ensino pode encontrar seu caminho em igrejas que antes eram bíblicas e evangélicas. Os defensores dos falsos evangelhos, qualquer que seja a forma, "distorcem ... as Escrituras, para sua própria destruição" (2 Pedro 3:16), bem como à destruição daqueles que consegue enganar.
    Em nenhum momento na história da igreja houve maior necessidade de discernimento do que em nossos dias. A igreja precisa desesperadamente da advertência do Senhor: "Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores" (Mt 7:15;. Cf. At 20:28-30; Judas 4) . Tais doutrinas de demônios, sem passar por minucioso exame, parecem ser bíblicas. Como Timóteo, os crentes devem constantemente e cuidadosamente "guardar o que tem sido confiada a eles, evitando conversa mundana e vazia e os argumentos contrários do que é falsamente chamado 'conhecimento'" (1 Tm 6:20;. Cf 2 Tm.. 1:14).
    No Pentecostes, Pedro declarou: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO" (Atos 2:38). Pouco tempo depois ele testemunhou perante os líderes judeus naquela cidade: "Que seja conhecido por todos vocês e para todo o povo de Israel, que em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, a quem vós crucificastes e a quem DEUS ressuscitou dentre os mortos .... Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os construtores , mas que se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro, pois não existe debaixo do céu outro nome que foi dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". (Atos 4:10-12)
    Essas verdades únicas e exclusivas são o coração do evangelho e sua substância. JESUS declarou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6), e essa a afirmação é reiterada em todo o Novo Testamento.
    Paulo incentivou os crentes de Filipos a não estarem alarmados com os seus adversários. Alarmado é de pturo, um verbo usado somente aqui no Novo Testamento. Faz referência à preocupação, medo grave. Foi usado de um cavalo assustado que trancado, muitas vezes por causa de algo perfeitamente inofensivo, jogou seu cavaleiro ao chão. Cristãos nos dias de Paulo, incluindo aqueles em Filipos, muitas vezes tinham razão humana para estarem aterrorizados; aconteciam espancamentos, prisões e até mesmo execução de opositores do evangelho. Outros enfrentavam adversários um pouco menos graves: familiares, amigos e vizinhos que os ridicularizavam e renegavam-lhes. Mas, por mais grave que o conflito pudesse ser, não era para se alarmarem, pois eles estavam sendo atacados por causa do evangelho e isso era prova de que seus oponentes estavam indo para a destruição e isso era também um sinal da salvação eterna dos crentes. Ambos os sinais são de DEUS, o primeiro a marcar os seus inimigos, o segundo para marcar seus filhos. Da mesma forma, Paulo incentivou os tessalonicenses fiéis, dizendo: "Nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de DEUS pela sua perseverança e fé no meio de todas as perseguições e tribulações que suportais", e, em seguida, ele explicou que "esta é uma indicação clara do justo juízo de DEUS "(2 Ts 1:4-5;... cf vv 6-8). Sinal é de endeixis, que refere-se a prova, ou depoimento, que algo é verdade. Esta é uma indicação clara do justo juízo de DEUS para que você seja considerado digno do reino de DEUS, pelo qual de fato você está sofrendo. Depois de tudo isso, DEUS retribuirá com tribulação aos que vos atribulam, e dará alívio a vocês que estão aflitos e para nós também quando o Senhor JESUS se revelar do céu com seus anjos poderosos em fogo chamejante, dando a retribuição àqueles que não conhecem a DEUS e àqueles que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor JESUS. (1:4-8).
    A segunda coisa que este digno dá provas é a salvação daqueles que sofrem hostilidade dos adversários do evangelho. Perseguição por causa de CRISTO prova que esses crentes pertencem a Ele. Assim, a perseguição que tende a ser desanimadora para os crentes devem ser uma fonte de alegria e confiança porque mostra que eles são salvos. Paulo teve a honra de "ter no corpo as marcas de JESUS" (Gl 6:17; Cf. Col. 1:24), isto é, ter sido atingido por aqueles que odiavam a CRISTO.
    Como a igreja se esforça para cumprir sua missão divina, jamais deve ser intimidada, quer por adversários incrédulos no mundo ou pelos críticos de dentro de suas próprias fileiras. Nesta declaração poderosa e inequívoca, o Senhor afirma a condenação eterna dos incrédulos, bem como a certeza da vida eterna para os crentes.

    SOFRIMENTO
    Pois vos foi concedido, por amor de CRISTO, não somente o crer nele, mas também o padecer por ele, tendo o mesmo combate que já em mim tendes visto e agora ouvis que está em mim. (1:29–30)
    A quarta marca de conduta "digno do evangelho de CRISTO" é o sofrimento dos crentes por causa de sua fé Nele. Tal como acontece com a marca anterior, a prestação aqui é dupla. Pelo amor de DEUS, DEUS provê Seus filhos com fé e sofrimento.
    Foi concedido é de charizo, que é da mesma raiz que o substantivo charis (graça) e significa literalmente "dar, prestar ou dar graciosamente." Em Sua graça soberana, DEUS não só deu aos crentes o maravilhoso dom da fé para crer nEle, mas também o privilégio de sofrer por Seu amor. Tal sofrimento fornece a recompensa da glória futura (Rm 8:17, 1 Pedro 4:12-16).
    A primeira coisa concedida por amor de CRISTO é a fé salvadora para crer nEle, através da fé vem a salvação. Paulo acaba de mencionar (v. 28) em Efésios, ele explica mais detalhadamente que DEUS, sendo rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, quando ainda estávamos mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com CRISTO (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com Ele, e nos assentou com Ele nos lugares celestiais em CRISTO JESUS, para que nos séculos vindouros ele pudesse mostrar a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em CRISTO JESUS. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de DEUS. (Ef 2:4-8).
    Tudo o que é a salvação, incluindo a graça e a fé, é um dom de DEUS. Como João proclama na introdução de seu evangelho, "a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de DEUS, nos que crêem no Seu nome" (João 1:12). Mais tarde, em que o evangelho, JESUS disse à mulher samaritana: "Se tu conhecesses o dom de DEUS, e quem é que te diz: 'Dá-Me de beber', você teria perguntado, e Ele te daria água viva "(4:10).
    O segundo presente que DEUS concede aos Seus filhos por amor de CRISTO não é tão atraente quanto o primeiro. No entanto, é também parte integrante da graça divina. Paulo lembrou a Timóteo: "Na verdade, todos quantos querem viver piedosamente em CRISTO JESUS serão perseguidos" (2 Tm. 3:12). Durante Seu ministério terreno, JESUS deixou claro para aqueles que realmente procuravam segui-Lo: "Vós sereis odiados por todos por causa do meu nome, mas é aquele que perseverar até o fim quem será salvo .... Um discípulo não está acima de seu mestre, nem um escravo acima do seu mestre. É o suficiente para o discípulo que ele se torne como o seu mestre e do escravo como seu mestre. Se chamaram o chefe da casa Belzebu, quanto mais o maligno chamará os membros de sua família!" (Mat. 10:22, 24-25;. Cf João 16:2-3).
    "Se alguém quer vir após mim", Ele declarou: "ele deve negar a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me" (Marcos 8:34). Mas não muito tempo depois que Ele disse:
    "E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,
    Que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna." (Marcos 10:29-30).
    Em outra ocasião, Ele ordenou: "Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim", acrescentou logo a garantia divina: "porque eu sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve "(Mt 11:29-30).
    Esse é o ponto aqui: Sofrer por amor de CRISTO não é apenas um comando, mas também um privilégio. Paulo nunca se esqueceu da predição do Senhor através de Ananias que ele seria "Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome." (Atos 9:15-16). Mais tarde, na carta aos Filipenses, deixa claro que, à luz das imensas riquezas eternas que os crentes recebem em CRISTO, nada nesta terra que eles abandonarem por Ele pode verdadeiramente ser um sacrifício. Paulo afirma que tudo o que "para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé;(3:7-9).
    Entre as imensuráveis bênçãos que havia recebido pela fé em CRISTO não eram apenas o de saber ", e o poder da sua ressurreição", mas também compartilhar na "comunhão dos Seus sofrimentos, sendo conformado à Sua morte" (v. 10). Sofrendo por amor de CRISTO não é um fardo, mas sim uma grande honra que Ele graciosamente concede a Seus santos fiéis.
    Os crentes são, de fato, para "E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."(Rm 5:3-5;. cf Tiago 1:2-4). Lembrando os crentes de sua herança celestial, Pedro ecoa a admoestação de Paulo: Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo; Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; (1 Pedro 1:6-8; cf 4:13;. 5:10, Atos 5:41).
    Quando sofrem por amor do Senhor, Paulo passa a contar a seus leitores, eles estão enfrentando o mesmo combate que você viu em mim, e agora ouvis estar em mim. O conflito que você viu em mim se refere à oposição hostil e de perseguição que ele e Silas encararam quando foram presos em Filipos (Atos 16:16-40). E agora ouvis estar em mim se refere, é claro, à prisão presente do apóstolo, em Roma, que ele já havia mencionado (vv. 12-18).
    É a ordem dada à igreja para compartilhar, lutar e sofrer por amor do Senhor JESUS CRISTO. É para isto "que foram destinados" (1 Ts. 3:3).

    A fórmula da Unidade Espiritual - (Filipenses 2:1-4)
    Se por estarmos em CRISTO, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no ESPÍRITO, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros (2:1–4)

    Talvez o maior perigo que a igreja enfrenta é um ataque à sua fonte de autoridade, isto é, a Palavra de DEUS. Apatia espiritual, frieza, indiferença geral com a verdade bíblica e as normas da justiça de DEUS também representam sérios riscos. Essa indiferença é normalmente confundida com uma aura de auto-engano da sinceridade, mas ela ataca a espiritualidade da igreja. Igualmente deve ser temido o que ataca a unidade da igreja. Tudo isso pode atrapalhar, enfraquecer e destruir uma igreja, causando discórdia, desarmonia, conflito e divisão. Quando Paulo fechou sua última carta aos Coríntios, ele expressou seu temor de pecados que destroem a unidade: "Tenho medo que talvez quando eu chegar eu possa encontrá-los não sendo o que eu quisera e encontrar vocês em porfias, ciúmes, temperamentos furiosos, disputas, calúnias, fofocas, arrogância, distúrbios "(2 Coríntios 12:20.). Ele também temia pecados que destruiriam a pureza da igreja: "Tenho medo que quando eu voltar, meu DEUS pode me humilhar diante de vocês, e eu posso chorar por muitos daqueles que pecaram no passado e não se arrependeram da impureza, imoralidade e sensualidade que tenham praticado "(v. 21).
    Aparentemente, a igreja de Filipos enfrentava o perigo de discórdia e divisão por causa do conflito pessoal entre Evódia e Síntique (4:2). A desunião é um perigo em potencial para cada igreja, Paulo vê perigo nas duas cartas dirigidas às igrejas. Para a igreja de Roma, ele escreveu: "Ora, o DEUS que dá a perseverança e incentivo vos dê o mesmo sentimento de uns para com os outros, segundo CRISTO JESUS, para que a uma só voz glorifiquem o DEUS e Pai de nosso Senhor JESUS CRISTO. Portanto, devemos aceitar um ao outro, como também CRISTO nos recebeu para glória de DEUS "(Romanos 15:5-7;. Cf 12:5, 16). Aos Coríntios ele escreveu: "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor JESUS CRISTO, que todos concordem e que não haja divisões entre vós, mas se completem em um mesmo pensamento e num mesmo juízo "(1 Coríntios 1:10), e" Irmãos, sede alegres, se completem, sejam consolados, sejam de uma mesma opinião, vivam em paz, e o DEUS de amor e paz estará convosco "(2 Cor 13. : 11). Ele advertiu os gálatas, "Não nos tornemos presunçosos, desafiando uns aos outros, invejando uns aos outros" (Gl 5:26;. Cf 6:2-3). Ele implorou aos crentes em Éfeso que andassem de modo digno da vocação com que foram chamados, com toda humildade e mansidão, com paciência, mostrando a tolerância de um para com o outro no amor, sendo diligentes para preservar a unidade do ESPÍRITO no vínculo da paz. Há um só corpo e um só ESPÍRITO, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só DEUS e Pai de todos, que é sobre todos e por todos e em todos. (Ef 4:1-6).
    Unidade espiritual verdadeira é firmada na unidade insondável da própria Trindade.
    Paulo escreveu aos Colossenses: Coloque em um coração de compaixão a bondade, humildade, mansidão e paciência; amando uns com os outros, e perdoando-vos uns aos outros, não tenham queixa contra ninguém, assim como o Senhor vos perdoou, assim também você deve perdoar. Além de tudo isto o amor é o perfeito vínculo de união. Deixe que a paz de CRISTO domine em vossos corações, para que de fato vocês sejam chamados em um corpo, e sejam gratos. (Col. 3:1215).
    Ele elogiou os tessalonicenses, dizendo: "Agora, quanto ao amor entre vocês irmãos, não têm necessidade de alguém escrever para vocês, pois vocês mesmos estais instruídos por DEUS a amar uns aos outros; ... Mas nós pedimos a vocês, irmãos, para se destaquem nisso ainda mais "(1 Tessalonicenses 4:910;... cf 2 Tessalonicenses 1:3).
    A base para a unidade dos crentes é a unidade de DEUS concedida em resposta a oração de JESUS pelo Seu povo "todos sejam um, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste "(João 17:21). Essa oração foi respondida quando o ESPÍRITO SANTO veio no Pentecostes e depois para habitar em todos os crentes, trazendo-lhes a vida eterna para a qual todos os crentes são feitos participantes (cf. 1 Cor 6:17, 19;. 12:12-14). Que a unidade essencial de todos os crentes no corpo de Cristo seja vivida na prática.
    A sã doutrina, a pureza moral e o compromisso apaixonado assumido perante o Senhor e à Sua obra são essenciais para o ministério eficaz de uma igreja, pois, a discórdia não garante vitória. É quando as pessoas estão realmente unidas e comprometidas com sua fé em DEUS, que aparece o perigo de levantarem-se uns contra os outros. Quanto maior o seu entusiasmo, maior é o perigo que eles colidirem-se. A preocupação de Paulo aqui não se trata de doutrinas, idéias ou práticas que são claramente anti-bíblicas. Os crentes nunca devem desprezar as doutrinas ou princípios claramente bíblicos. Mas com humildemente adiar as questões secundárias, isso é uma marca de força espiritual, não de fraqueza (cf. Rm. 14:01-15:07). É um sinal de maturidade e de amor que DEUS honra muito, pois promove e preserva a harmonia na sua igreja. Essa unidade que a Palavra tão altamente exalta é interior, não exterior, mas internamente deve ser desejada, não externamente obrigada. É espiritual, não eclesiástica, mais sincero do que doutrinário. Não se baseia em sentimentalismo, mas em obediência cuidadosa, atenciosa e determinada à vontade de DEUS. É a ligação ESPÍRITO-motivado e ESPÍRITO-poder dos corações, mentes e almas dos filhos de DEUS de uns para com os outros. Preservar a unidade na igreja não é uma opção (cf. Ef. 4:3).
    Como uma família unida que é tragicamente dividida pela guerra ou desastre natural, assim a família espiritual que busca se reunir novamente após uma separação inesperada. Essa unidade divinamente concedida internamente pelo ESPÍRITO é essencial para a alegria da Igreja e eficácia de sua obra em favor da salvação em CRISTO para todos. Essa unidade se manifestou no Pentecostes, na inauguração da igreja. Os milhares de novos crentes (a maioria dos quais estrangeiros e alguns antigos inimigos) "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão .... E todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum .... Dia a dia estavam de contínuo unidos no templo orando e partindo o pão de casa em casa, eles se reuniam para tomarem suas refeições com alegria e singeleza de coração "(Atos 2:42, 44, 46).
    A unidade espiritual deve ser constantemente cultivada e preservada com abnegada devoção e energia. Como já mencionado, é o maior desafio da supervisão e liderança espiritual em uma igreja.
    A igreja em Filipos, teologicamente, foi a mais dedicada moralmente, amorosamente, sendo zelosa, corajosa, generosa e perseverante em oração. No entanto, enfrentou o perigo de discórdia, que muitas vezes é gerada por apenas algumas pessoas. Esses desordeiros(as) podem agitar as disputas e conflitos que causam divisões numa congregação inteira, isso porque a desunião é tragicamente debilitante, Paulo amorosamente implora firmemente aos crentes que estejam constantemente e diligentemente em guarda contra ela. Ele tinha acabado de expressar aos Filipenses a sua esperança de "ouvir que eles estivessem firmes num só espírito, com uma só mente lutando juntos pela fé do evangelho" (1:27).

    Em 2:1-4 Paulo dá o que talvez seja o ensinamento mais conciso e prático sobre a unidade no Novo Testamento. Nesses quatro versos poderosos, ele esboça uma fórmula para a unidade espiritual que inclui três elementos necessários para que essa unidade seja construída:
    Motivos certos (vv. 1-2a),
    as marcas da unidade (v. 2:), e
    os meios adequados (vv. 34).
    Através deles, ele esclarece por que os crentes devem ser de uma mente e espírito, que se entende por uma mente e espírito, e como eles podem tornar-se verdadeiramente de uma mente e um espírito.

    MOTIVOS CERTOS PARA OBTER UNIDADE ESPIRITUAL
    Se por estarmos em CRISTO, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no ESPÍRITO, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, (2:1–2a).
    "Porque nós temos a ordem divina de ser de uma mente e espírito (1:27), devemos, portanto ..."
    Paulo não está falando de abstrações teológicas, mas das relações pessoais entre os cristãos.
    A primeira realidade que motiva a união está na exortação em CRISTO.
    Paraklesis (incentivo) tem o significado da raiz de vir ao lado de alguém para dar assistência pelo conforto que oferece, conselho ou exortação. É precisamente o tipo de assistência exemplificado pelo Bom Samaritano, que, depois de fazer tudo o que podia para o estrangeiro assaltado e espancado "E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar."(Lucas 10:35;.. cf vv 30-34).
    Usando uma palavra intimamente relacionada, JESUS referiu-se ao ESPÍRITO SANTO como "outro Consolador [parakleton]", a quem gostaria de pedir ao Pai que envie a todos os que nEle crêem, para que "Ele possa estar com [eles] para sempre" (João 14:16). O estímulo mais importante e poderosa em CRISTO vem diretamente do ESPÍRITO que habita. A admoestação de Paulo aqui é que, à luz do encorajamento, os Filipenses devem "conduzir-se de uma maneira digna do evangelho de CRISTO" (1:27) esforçando-se para ser de uma mente e espírito com o outro. Este princípio espiritual profundo exige a unidade perseguida como uma resposta grata à união do crente com CRISTO. Paulo pergunta, com efeito, "não deve CRISTO influenciar sua vida e compeli-lo a preservar a unidade que é tão preciosa para Ele?"
    A segunda realidade que motiva a unidade é a consolação de amor.
    Paramuthion (consolação) tem o significado literal de falar intimamente com alguém, e com a idéia adicional de dar conforto e consolo. Seu significado básico é próximo ao de paraklesis (estímulo), ambas as palavras envolvem uma estreita relação marcada por uma preocupação genuína, auxílio e amor. O amor consolador é o que o Senhor concede aos pecadores indignos da graça da salvação. Ele continuamente concede esse amor sobre os crentes (Rm 5:5). Isso demonstra gratidão pelo amor de DEUS para eles. Paulo disse aos coríntios que seu amor para com CRISTO era tão dedicado a ponto de parecer insano (2 Coríntios. 5:13-14).
    A terceira realidade que motiva a unidade é a comunhão do ESPÍRITO.
    koinonia (comunhão) descreve parceria e partilha mútua. Essa comunhão é íntima porque cada crente é um templo do ESPÍRITO SANTO (1 Coríntios. 6:19). Ele é o selo e garantia da herança eterna dos crentes (Ef 1:13-14; 4:30;. 2 Coríntios 1:22), a fonte de poder espiritual (Atos 1:8; cf Rom 15:19.. ), dos dons espirituais (1 Co 12:4-11;.. Rom 12:6-8), e fruto espiritual (Gl 5:22-23).
    O ESPÍRITO "ajuda nossa fraqueza," e porque "não sabemos orar como deveríamos, ... o mesmo ESPÍRITO intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rom. 8:26). Os crentes devem ser continuamente cheios do ESPÍRITO (Ef 5:18). Os novos crentes depois de Pentecostes dão exemplo mais vívido no Novo Testamento da unidade liderada pelo ESPÍRITO (Atos 2:41-47). Paulo fecha 2 Coríntios com a linda bênção: "A graça do Senhor JESUS CRISTO, e o amor de DEUS, e a comunhão do ESPÍRITO SANTO, seja com todos vós" (2 Co 13:14). Anteriormente ele havia lembrado a mesma congregação que "por um só ESPÍRITO, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos ou livres, e todos nós fomos feitos para beber de um só ESPÍRITO" (1 Cor. 12:13). A resposta adequada dos crentes deve ser uma motivação poderosa para ser "diligente para preservar a unidade do ESPÍRITO", de sempre buscar a paz (Ef 4:3).
    A realidade que motiva a quarta unidade é a de carinho e compaixão.
    Essas qualidades caracterizam CRISTO, que ternamente conforta e encoraja os fracos e oprimidos (cf. Is 42:3;.. Mat 12:18-20). Essas graças também são bênçãos do ESPÍRITO de CRISTO. Afeto é de splanchna, que refere-se literalmente para o intestino, ou vísceras, mas foi comumente usado metaforicamente das emoções. A palavra, por vezes, foi usado em conexão com saudade profunda, pessoal, especialmente para aqueles que são profundamente amados. Perto do início da presente carta, o apóstolo especificamente usou a palavra dessa maneira, assegurando aos filipenses: "Eu desejo para todos vocês com a ternura de CRISTO JESUS" (1:8). Compaixão é de oiktirmos, que Paulo usa duas vezes da compaixão ("misericórdia&quot:) de DEUS. Ele defende com os crentes ", pelas misericórdias de DEUS, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o vosso culto espiritual de adoração" (Rm 12:1), e ele fala de DEUS como "o Pai das misericórdias "(2 Coríntios. 1:3). "Como aqueles que foram escolhidos de DEUS, santos e amados", os crentes devem refletir a Sua própria compaixão, colocando "em um coração de compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência" (Cl 3:12).

    Há um lado negativo implícito a todos essas quatro admoestações positivas, ou seja, para quem não deseja buscar e preservar a unidade espiritual, que enfraquece a igreja de CRISTO. O pecado é a mais devastadora falha para destruir a unidade, é o último ato de ingratidão para com DEUS. Estão dispostos e ansiosos para receber todas as bênçãos que o Senhor oferece, mas não estão dispostos a oferecer-lhe nada em troca. Como todos os outros pecados, a indiferença é uma violação da Palavra revelada de DEUS.
    O apóstolo Baseia o seu fundamento principalmente na graça e bondade do Senhor, como evidenciado nas quatro realidades que acabamos de mencionar. Mas no início do versículo 2, ele acrescenta um desejo pessoal: a minha alegria completa.
    Retribuir um servo fiel do Senhor é um objetivo legítimo para todos crentes terem. O Novo Testamento deixa claro que as igrejas devem amar, honrar, respeitar e apreciar os seus líderes humanos.
    Paulo advertiu os tessalonicenses, "Nós pedimos a vocês, irmãos, que apreciem aqueles que trabalham diligentemente entre vós, e têm uma carga sobre vós no Senhor e dar-lhes instrução, vocês devem estimá-los com amor por causa de seu trabalho" (1 Tessalonicenses. 5:12-13). O escritor de Hebreus ordena: "Obedeçam aos seus líderes e submetam-se a eles, porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta a DEUS. Que façam isso com alegria e não gemendo, porque isso seria inútil para vocês "(Hb 13:17). Amar, honrar e apreciar os pastores e outros líderes da Igreja é perfeitamente consonante com amor, honra e ser grato ao Senhor. Porque ambos são divinamente ordenados, o primeiro é um modo de expressar este último.

    AS MARCAS DA UNIDADE ESPIRITUAL
    Tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. (2:2:)
    As bênçãos espirituais que Paulo enumera só têm uma resposta adequada.
    Neste único versículo Paulo dá quatro marcas essenciais da unidade espiritual.
    O primeiro é estar sendo da mesma opinião. Essa frase traduz a auto phronete, que literalmente significa "a pensar a mesma coisa", ou "a mesma mentalidade." Pensar certo é essencial para a unidade espiritual que é um tema importante de Filipenses - das ocorrências vinte e seis de o Phroneo verbo no Novo Testamento, 10 encontram-se nesta carta.
    Paulo não está falando aqui sobre a doutrina ou padrões morais. Neste contexto, ser da mesma opinião, significa perseguir ativamente para alcançar uma compreensão comum em verdadeiro acordo. Alguns versículos adiante, o apóstolo declara que a única maneira de ter a harmonia é "ter a atitude de vocês que houve também em CRISTO JESUS" (2:5). Através da Palavra de DEUS e habitação do ESPÍRITO SANTO, os crentes podem conhecer a "mente de CRISTO" (1 Cor. 2:16). Depois de declarar sua determinação de "pressionar para que eu possa lançar mão do que para o qual também fui alcançado por CRISTO JESUS ... [e] prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de DEUS em CRISTO JESUS" (3:12, 14), ele admoesta os crentes de Filipos a ter a mesma atitude (Fp 3:15). Aqueles que têm uma atitude contrária provam que "têm suas mentes nas coisas terrenas" (3:19). Mais tarde, Paulo dá conselhos práticos para ser da mesma opinião: "Finalmente, irmãos, tudo é verdadeiro, tudo é honesto, tudo o que é direito, que é puro, amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma excelência e se é digno de louvor, devo me debruçar sobre essas coisas "(4:8).
    Em Romanos, Paulo dá insights adicionados sobre ser da mesma opinião.
    A primeira é que os crentes não devem "andar segundo a carne, mas segundo o ESPÍRITO. Para aqueles que são segundo a carne cogitam das coisas da carne, mas aqueles que são segundo o ESPÍRITO, das coisas do ESPÍRITO "(Rm 8:4-5). Como Paulo lembrou os crentes de Colossos, o conflito na igreja sempre vem de crentes 'definindo suas mentes "sobre as coisas que estão na terra" e não "sobre as coisas do alto" (Cl 3:2). Notas de Paulo em Romanos indicam que o crente "não deve pensar mais alto de si mesmo do que ele deveria pensar", que é uma opinião subjetiva e errônea ", mas pensar de modo a ter bom senso, como DEUS repartiu a cada um medida da fé "(Rm 12:3).
    "ser da mesma opinião uns com os outros, segundo CRISTO JESUS" (15:05). Paulo poderia, portanto, confiadamente aconselhar a igreja imatura e dividida em Corinto para "alegrar-se, ser completa, ser consolada, ser da mesma opinião, viver em paz, e o DEUS de amor e paz estará convosco" (2 Cor 13:11).
    A segunda marca de unidade espiritual é manter o mesmo amor, que flui para fora e aumenta o "ser da mesma opinião." Para ter o mesmo amor é amar os outros da mesma forma. Em um nível puramente emocional, com igual amor pelos outros é impossível, porque as pessoas não são igualmente atrativas. Ágape (amor), no entanto, é o amor de vontade, não de preferência ou atração. É baseado em uma escolha intencional, consciente de buscar o bem-estar de seu objeto.
    Para ter o mesmo amor é para "se dedicar um ao outro em amor fraternal, [dando] preferência uns aos outros em honra", e inclui o desejo de servir aos outros por coisas como "contribuir para as necessidades dos santos, [e ] praticar a hospitalidade "(Rm 12:10, 13). Como Paulo continua a dizer nessa passagem, o amor ágape engloba os incrédulos, até mesmo aqueles que os perseguem são para ser abençoado e não amaldiçoado (v. 14). Mas, no presente texto, Paulo está se concentrando no mesmo amor especial e mútuo que os crentes devem ter uns pelos outros, o amor que ele fala em outra carta como "o amor de cada um de vocês para um outro [que] se torna cada vez maior "(2 Ts. 1:3).
    Em sua primeira carta, João deixa inequivocamente claro que o amor pelos outros crentes caracteriza um cristão genuíno: "Nós sabemos que passamos da morte para a vida", diz ele, "porque amamos os irmãos. Aquele que não ama permanece na morte "(1 João 3:14). Em outras palavras, a falta de amor em pelo menos algum grau de ágape genuíno (amor) para outros cristãos expõe a falta de salvação. O amor verdadeiro não é merame

  • LIÇÃO 13, EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR

    LIÇÃO 13, EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

    TEXTO ÁUREO
    Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR (Js 24.15).

    VERDADE PRÁTICA
    Com a graça de Deus, a família cristã vencerá os desafios da vida.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Gn 7.1 A salvação de uma família
    Terça - Ef 6.4 Doutrina e conselho para filhos
    Quarta - Pv 22.6 Instruindo o filho no caminho do Senhor
    Quinta - Êx 20.12 O primeiro mandamento com promessa
    Sexta - 2 Tm 3.14-17 A perfeita instrução para uma vida feliz
    Sábado - 2 Pe 3.18 Crescendo na graça e no conhecimento

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Josué 24.14-18,22,24
    14 Agora, pois, temei ao SENHOR, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao SENHOR. 15 Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR. 16
    Então, respondeu o povo e disse: Nunca nos aconteça que deixemos o SENHOR para servirmos a outros deuses; 17 porque o SENHOR é o nosso Deus; ele é o que nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, e o que tem feito estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos guardou por todo o caminho que andamos e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos. 18 E o SENHOR expeliu de diante de nós a todas estas gentes, até ao amorreu, morador da terra; também nós serviremos ao SENHOR, porquanto é nosso Deus.

    22 E Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que vós escolhestes o SENHOR, para o servir. E disseram: Somos testemunhas. 23 Agora, pois, deitai fora os deuses estranhos que há no meio de vós: e inclinai o vosso coração ao SENHOR, Deus de Israel. 24 E disse o povo a Josué: Serviremos ao SENHOR, nosso Deus, e obedeceremos à sua voz.
    JOSUÉ, FILHO DE NUM. Josué tinha sido um auxiliar achegado e amigo fiel de Moisés durante os quarenta anos da peregrinação de Israel no deserto (Êx 17.8-13; 24.13; 32.17-19; Nm 13.8-16). Homem cheio do ESPÍRITO SANTO, já designado sucessor de Moisés (Nm 27.18-24; Dt 34.9). DEUS agora o mandava conduzir o povo dEle para a terra da promessa (ver Gn 12.6,7; 15.18-21). O nome Josué significa o Senhor é salvação. A forma grega desse nome éJESUS (ver Mt 1.21). Josué é um tipo (ou figura) de JESUS CRISTO, pelo fato de introduzir o povo de DEUS na terra prometida e conduzi-lo à vitória sobre seus inimigos (Hb 4.1,6-8). A conquista de Canaã (Palestina) começou cerca de 1405 a.C., e a liderança de Josué sobre Israel durou cerca de vinte e cinco anos.
    24.15 EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR. No processo da salvação por Deus concedida, está o assunto da escolha individual. Depende de cada um decidir a quem servir continuamente.Como no caso de Josué e dos israelitas, permanecer em Deus não é um ato isolado no tempo e ocorrido uma única vez (cf. 1.16-18; Dt 30.19,20); precisamos vez por outra reafirmar nossa decisão feita de permanecer na fé e em obediência. A reafirmação de decisões justas, feitas pelo crente, inclui temor ao Senhor, lealdade à verdade, a obediência sincera e renúncia ao pecado e todos os prazeres a ele associados (vv. 14-16). Deixar de servir e amar ao Senhor resultará depois em julgamento e destruição (v. 20; 23.11-13).
    24.16 NUNCA NOS ACONTEÇA QUE DEIXEMOS O SENHOR. A promessa do povo, de servir somente o Senhor, foi cumprida, mas somente enquanto Josué viveu, juntamente com os anciãos daqueles dias. Pouco tempo depois da morte de Josué, o povo deixou o Senhor e começou a servir a outros deuses (Jz 2.11-19).
    ASSIM, FEZ JOSUÉ CONCERTO... COM O POVO. A renovação do concerto entre o Senhor e Israel importou num duplo compromisso.
    (1) Deus prometeu cuidar do seu povo, e
    (2) os israelitas comprometeram-se a servir unicamente ao Senhor Deus. Foi um pacto permanente e mútuo entre Israel e Deus. Segundo o novo concerto mediante a morte de Cristo, o crente também se compromete a seguir a Cristo através do arrependimento, fé e obediência. Ele, por sua vez, comprometeu-se a ser nosso Senhor e Salvador e a nos conduzir ao lar celestial, à presença do Pai. Assim como aconteceu a Israel no AT, primeiramente Deus veio até nós com misericórdia e graça e estabeleceu as condições do novo concerto. Nós, como Israel dos tempos antigos, devemos viver segundo os princípios do concerto.

    Deu-lhes também uma palavra de advertência: se eles se desviassem, apegando-se ao restante dos povos cananeus, misturando-se com eles, o SENHOR não expulsaria esses povos, e eles se tornariam uma praga para os israelitas, que viriam então a perecer ali.
    O povo já havia enfrentado com sucesso o maior perigo de invadir a terra e conquistar o suficiente dela para se estabelecer, e isto o tinha mantido coeso e fiel. Josué estava percebendo que, ao entrar no descanso e gozar de abundância e prosperidade, eles seriam tentados a se afastar de DEUS. É a velha história da natureza humana, repetida vez após vez! O que Josué temia, aconteceu, como o revela o livro dos Juízes.
    No capítulo 24 Josué fala a todo o povo. Usando as palavras que lhe foram dadas pelo SENHOR, ele lembrou aos israelitas como foram abençoados a partir de Abraão, recebendo sem esforço a sua herança, pois fora o SENHOR quem derrotara os seus inimigos. Josué conclamou-os a temer ao SENHOR e servi-lo com integridade e fidelidade. Para isso era necessário que tomassem uma decisão definitiva: ou servir ao SENHOR ou servir aos falsos deuses da região. Era impossível servir ao SENHOR e também aos outros deuses! Ele próprio já tinha decidido: ele e a sua casa serviriam ao SENHOR.
    O povo respondeu que, em vista do que o SENHOR havia feito por eles, eles O serviriam também. Mas Josué ponderou que, se tomassem essa decisão, corriam o risco de ser consumidos pelo SENHOR se mais tarde eles O deixassem para servir a deuses estranhos. Ele é um DEUS santo e zeloso que não perdoaria a sua transgressão nem os seus pecados.
    Mas o povo confirmou a sua decisão, e Josué mandou que jogassem fora os deuses estranhos que havia entre eles e se dedicassem ao SENHOR DEUS de Israel. Tudo isto foi então escrito e juntado aos cinco livros de Moisés.
    Josué faleceu aos cento e dez anos, sendo sepultado na sua própria herança. Também foram sepultados os ossos de José, que haviam sido trazidos do Egito, na herança de seus filhos. Faleceu também o sacerdote Eleazar, filho de Arão e foi sepultado na herança de seu filho Finéias.

    Epílogo: testamento de Josué (Dt 28,1-68; 1 Sm 12,1-25; 1 Rs 2,1-9) – 1Havia muito tempo que o Senhor tinha dado tranqüilidade a Israel, livrando-o de todos os seus inimigos vizinhos. Josué era já velho, avançado em anos.2Convocou, então, todo o Israel, os seus anciãos, os seus chefes, os seus juízes e os seus oficiais, e disse-lhes: «Estou velho, de idade avançada. 3Vós presenciastes tudo o que o Senhor vosso DEUS fez, tirando todos estes povos da vossa frente; é que foi o Senhor, vosso DEUS, quem combateu por vós. 4Vede! Eu distribuí, por sortes, para as vossas tribos, todas essas nações que restam, e também aquelas que exterminei desde o Jordão até ao Mar Grande, a ocidente. 5O Senhor as expulsará e despojará diante de vós, e vos há de dar em posse a sua terra, como Ele mesmo vos prometeu, o Senhor, vosso DEUS. 6Esforçai-vos, pois, por cumprir fielmente tudo quan­to está escrito no livro da Lei de Moisés, sem vos des­viardes nem para a direita, nem para a esquerda.»

    Procedimento com os pagãos – 7«Não vos mistureis com esses povos que ficaram a habitar no meio de vós, não invoqueis o nome dos seus deuses, nem jureis pelo seu nome, nem lhes presteis culto. 8Pelo contrário, permanecei unidos ao Senhor vosso DEUS, conforme tendes feito até agora. 9O Senhor despojou em vosso favor grandes e poderosas nações; ninguém até hoje vos pôde resistir. 10Um só de entre vós punha em fuga mil inimigos, porque o Senhor vosso DEUS combatia por vós, como Ele vos havia prometido. 11Tende, pois, grande cuidado em amar o Senhor, vosso DEUS. 12Pois se vos desviardes e vos unir­des ao que resta destas nações que habitam entre vós, misturando-vos com elas e contraindo com elas matrimônio, 13ficai a saber que o Senhor vosso DEUS não as ex­terminará diante de vós. Pelo con­trá­rio, elas hão de converter-se para vós em laços e ciladas, azorrague sobre as vossas costas e espinhos nos vossos olhos, até desaparecer­des desta terra fértil que vos deu o Se­nhor vosso DEUS. 14Eis que me vou hoje pelo caminho de todos. Reconhecei, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, que, de quantas pro­mes­sas vos fez o Senhor vosso DEUS, nem uma só ficou sem efeito: todas se cumpriram, sem falhar nenhuma. 15Assim como, pois, se realizaram todas as promessas que vos fez o Senhor vosso DEUS, assim também Ele há de cumprir contra vós todas as palavras com que vos ameaçou, até fazer-vos desaparecer desta terra fértil, que vos deu o Senhor, vosso DEUS. 16Se violardes a aliança que o Senhor, vosso DEUS, fez convosco, servindo a outros deuses e prostrando-vos diante deles, a cólera do Senhor se há de inflamar contra vós e, em breve, desaparecereis desta terra excelente que Ele vos deu.»
    Renovação da aliança – 16 O povo respondeu, dizendo: «Longe de nós abandonarmos o Senhor para servir outros deuses! 17 Pois o Senhor nosso DEUS é que nos fez subir, juntamente com nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão, e realizou aqueles maravilhosos prodígios aos nossos olhos; Ele guardou-nos ao longo de todo o caminho que tivemos de percorrer, e entre todos os povos pelos quais passamos. 18 O Senhor expulsou diante de nós todas as nações e os amorreus que habitavam na terra: também nós serviremos o Senhor, porque Ele é o nosso DEUS.» 19 Josué disse, então, ao povo: «Vós não sereis capazes de servir o Senhor, porque Ele é um DEUS santo, um DEUS zeloso que não perdoará as vossas transgressões nem os vossos pecados. 20 Quando abandonardes o Senhor para servir a deuses estranhos, Ele voltar-se-á contra vós e farvos-á mal; há de destruir-vos, após ter-vos feito bem.» 21 O povo respondeu: «Não. É ao Senhor que queremos servir.» 22 Josué disse-lhes então: «Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o Senhor para o servir.» E eles responderam: «Somos testemunhas!» 23«Tirai, pois, os deuses estranhos que estão no meio de vós, e inclinai os vossos corações para o Senhor, DEUS de Israel.» 24 O povo respondeu a Josué: «Nós serviremos o Senhor nosso DEUS, e obedeceremos à sua voz.» 25 Naquele dia, Josué fez uma aliança com o povo e deu-lhe, em Siquém, leis e prescrições. 26 Josué escreveu estas palavras no livro da Lei de DEUS e, tomando uma grande pedra, erigiu-a ali como um monumento, sob o carvalho que se encontrava no santuário do Senhor. 27 Disse a todo o povo: «Esta pedra servirá de testemunho entre nós, pois ela ouviu todas as palavras que o Senhor nos disse; ela servirá de testemunho contra vós, para que não renegueis o vosso DEUS.» 28 Então Josué despediu o povo, indo cada um para a sua herança.

  • LIÇÃO 12 - A FAMÍLIA E A IGREJA

    LIÇÃO 12 - A FAMÍLIA E A IGREJA
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

    TEXTO ÁUREO
    "Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR!" (Sl 122.1).

    VERDADE PRÁTICA
    A igreja local é o melhor lugar para as famílias se reunirem e prestarem culto ao Senhor.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Dt 6.2 A família temendo ao Senhor
    Terça - Dt 6.2 A família guardando a Palavra de DEUS
    Quarta - Dt 6.4 Há um único DEUS na família
    Quinta - Dt 6.7,8 A família atentando para a Palavra
    Sexta - Dt 6.18 A família fazendo o que é reto ao Senhor
    Sábado - Salmos 122.1 A família se alegra na Casa de DEUS

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Romanos 16.1-5,7,10,11,13,15,24
    1 Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencréia, 2 para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo. 3 Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus, 4 os quais pela minha vida expuseram a sua cabeça; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios. 5 Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Ásia em Cristo.

    7 Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo.

    10 Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo. 11 Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no Senhor.

    13 Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.

    15 Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a Olimpas, e a todos os santos que com eles estão.

    24 A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém!

    16.1 FEBE. Provavelmente, foi Febe a portadora desta epístola. Ela era uma servidora (ou, que fazia o trabalho de diaconisa) na igreja em Cencréia, próximo a Corinto. Febe ministrava aos pobres, aos enfermos e aos necessitados, além de prestar assistência a missionários tais como Paulo. As saudações de Paulo a nada menos de oito mulheres neste capítulo, indicam que as mulheres prestavam serviços relevantes às igrejas.
    16.7 OS QUAIS SE DISTINGUIRAM. Andrônico e Júnia são chamados apóstolos. Aqui, a palavra "apóstolo" é usada no sentido geral, para referir-se a um mensageiro itinerante ou missionário (cf. At 14.4; 1 Co 9.1,2; 2 Co 8.23; 12.12; Fp 2.25)
    16.17,18 NOTEIS OS QUE PROMOVEM DISSENSÕES. No fim da sua carta, Paulo faz uma forte advertência à igreja em Roma no sentido de estar alerta quanto àqueles que lesam a igreja, corrompendo e distorcendo o ensino bíblico de Paulo e dos demais apóstolos. Devem "notar" os promotores de falsa doutrina e "desviar-se deles" e do seu ministério. Tais pessoas podem ter sido os antinomianos (i.e., contrários à lei), os quais ensinavam que, por ser a salvação pela graça, a fé salvífica não requer obediência a Jesus Cristo (cf. 6.1,2; 2 Co 4.2; 11.3; Ef 4.14; Ap 2.4,5). Os tais criam que a pessoa podia viver em pecado, rejeitar a lei moral de Deus, e ainda assim possuir a salvação eterna. Esses falsos mestres eram oradores eloqüentes, que falavam palavras agradáveis e faziam discursos lisonjeadores (cf. Jd v. 16), e assim enganavam os cristãos inocentes
    16.19 SÍMPLICES NO MAL. Deus quer que os crentes sejam inocentes (gr. akeraios) naquilo que é mal; esta palavra significa "sem mistura" ou "puro", i.e., inocente como a criança, cuja mente ainda não teve contato com o mal, nem contaminou-se com os males deste mundo (cf. 1 Co 14.20). (1) Este princípio bíblico contraria a idéia que alguns defendem, de que os filhos de crentes devem ser expostos ao pecado, à imoralidade, à impiedade e às coisas de Satanás, a fim de aprenderem a enfrentar a tentação. Alguns sugerem que as crianças não precisam ser protegidas da impiedade. Porém, segundo a revelação bíblica, essa filosofia não somente se contrapõe à vontade de Deus para o crente, como também representa a vontade do próprio Satanás, de que todos sejam expostos ao conhecimento do bem e do mal (Gn 3.5). (2) O conhecimento do mal, juntamente com o contato contínuo com os caminhos de Satanás, desviará muitos do caminho da fé e da obediência. Ló descobriu isso, com a mais profunda tristeza, quando perdeu a totalidade da sua família por essa razão (Gn 13.12,13; 19.1-38). As Escrituras advertem repetidas vezes que "as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Co 15.33), e que "Jesus Cristo... se deu a si mesmo... para nos livrar do presente século mau" (Gl 1.3,4). Aqueles que defendem a idéia de expor crianças inocentes a um ambiente e/ou influência ímpia estão a violar a advertência de Jesus em Mt 18.6. (3) Os crentes devem fazer tudo que puderem para impedir que seus filhos sejam expostos ao engano do pecado e à perversidade desta geração. Recusar-nos a proteger nossas crianças nesse assunto, é desprezar a vontade do Espírito Santo, de que sejam inocentes e símplices no conhecimento do mal (v. 19).

    At 5.42 "E todos os dias, no templo e nas casa, não cessavam de ensinar e de anunciar a JESUS CRISTO"
    At 20.20 como não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa,
    Em Atos vimos como a Igreja se utilizava das casas e das famílias para se estabelecer e desenvolver, ganhando almas para o reino de DEUS.

    É possível existir família sem Igreja, isso precariamente e com graves prejuízos, mas Igreja sem família, não.
    Existem muitas famílias que ainda não conhecem a Igreja verdadeira de JESUS CRISTO, porém seria impossível existir a Igreja não fosse as famílias que dela fazem parte.

    A Alegria de estar na Casa do Senhor
    Sl 122.1 À CASA DO SENHOR. A Casa do Senhor deve ser um lugar onde o crente desfruta, com toda alegria, da íntima presença do Senhor, da comunhão do Espírito e do amor dos irmãos na fé.

    A Igreja e a Família
    Cl 4.15 QUANDO ESTA EPÍSTOLA TIVER SIDO LIDA. As epístolas de Paulo eram lidas em alta voz diante da congregação, quando esta se reunia para o culto, nas casas. Os cristãos colossenses, tendo recebido esta epístola, provavelmente fizeram cópia para si mesmos e também enviaram cópias aos crentes da cidade vizinha de Laodicéia. A epístola de Paulo, que os colossenses deviam receber, vinda de Laodicéia, era provavelmente a que chamamos de epístola aos Efésios.

    Aprendendo na Casa do Senhor
    Sl 27.4 UMA COISA PEDI. Assim como no Sl 26, o salmista busca a presença de Deus. É a coisa mais preciosa na sua vida, e ele ora por isso com um só propósito. O próprio Deus conclama todos nós para esse mesmo propósito: Buscai o meu rosto (v. 8). Aqueles que assim fazem, e procuram habitar na santa presença de Deus, têm a firme garantia de que, não importa que provações venham a ter, o Senhor nunca os abandonará (vv. 9,10). Não há motivo para desespero; a bondade de Deus lhes está reservada (vv. 13,14).

    Não deixando a nossa Congregação
    Hb 10.25 QUANTO VEDES QUE SE VAI APROXIMANDO AQUELE DIA. O dia da volta de Cristo para buscar os seus fiéis está se aproximando. Até chegar esse dia, enfrentaremos muitas provações espirituais e muitas falsificações na doutrina. Devemos congregar-nos regularmente para nos encorajarmos mutuamente e nos firmarmos em Cristo e na fé apostólica do novo concerto

    Uma Congregação em Casa
    At 12.12 At 20.20 NADA... DEIXEI DE VOS ANUNCIAR.PELAS PRAÇAS, RUAS E PELAS CASAS = Paulo pregava tudo que era útil ou necessário à salvação de seus ouvintes. O ministro do evangelho deve ser fiel ao anunciar toda a verdade de Deus à sua congregação. Não deve procurar agradar aos desejos dos ouvintes, nem satisfazer o gosto deles, nem promover sua própria popularidade. Mesmo se tiver que falar palavras de repreensão e de reprovação, ensinar contrariamente a preconceitos naturais, ou pregar padrões bíblicos opostos aos desejos da natureza carnal; o pregador fiel entregará a verdade plena por amor ao rebanho (e.g., Gl 1.6-10; 2 Tm 4.1-5).

    Uma Família na Casa do Senhor
    Lc 2.41 A família terrena de JESUS dava o exemplo, ia à casa do Senhor sempre.

    Atos 2.41-47
    Atos 12.5 A IGREJA. Através do livro de Atos, bem como outros trechos do NT, tomamos conhecimento das normas ou dos padrões estabelecidos para uma igreja neotestamentária.
    (1) Antes de mais nada, a igreja é o agrupamento de pessoas em congregações locais e unidas pelo Espírito Santo, que diligentemente buscam um relacionamento pessoal, fiel e leal com Deus e com Jesus Cristo (13.2; 16.5; 20.7; Rm 16.3,4; 1 Co 16.19; 2 Co 11.28; Hb 11.6).
    (2) Mediante o poderoso testemunho da igreja, os pecadores são salvos, nascidos de novo, batizados nas águas e acrescentados à igreja; participam da Ceia do Senhor e esperam a volta de Cristo (2.41,42; 4.33; 5.14; 11.24; 1 Co 11.26).
    (3) O batismo no Espírito Santo será pregado e concedido aos novos crentes (ver 2.39), e sua presença e poder se manifestarão.
    (4) Os dons do Espírito Santo estarão em operação (Rm 12.6-8; 1 Co 12.4-11; Ef 4.11,12), inclusive prodígios, sinais e curas (2.18,43; 4.30; 5.12; 6.8; 14.10; 19.11; 28.8; Mc 16.18).
    (5) Para dirigir a igreja, Deus lhe provê um ministério quíntuplo, o qual adestra os santos para o trabalho do Senhor (Ef 4.11,12)
    (6) Os crentes expulsarão demônios (5.16; 8.7; 16.18; 19.12; Mc 16.17).
    (7) Haverá lealdade absoluta ao evangelho, i.e., aos
    ensinamentos originais de Cristo e dos apóstolos (2.42; ver Ef 2.20). Os membros da igreja se dedicarão ao estudo da Palavra de Deus e à obediência a ela (6.4; 18.11; Rm 15.18; Cl 3.16; 2 Tm 2.15).
    (8) No primeiro dia da semana (20.7; 1 Co 16.2), a congregação local se reunirá para a adoração e a mútua edificação através da Palavra de Deus escrita e das manifestações do Espírito (1 Co 12.7-11; 14.26; 1 Tm 5.17).
    (9) A igreja manterá a humildade, reverência e santo temor diante da presença de um Deus santo (5.11). Os membros terão uma preocupação vital com a pureza da igreja, disciplinarão aqueles que caírem no pecado, bem como os falsos mestres que são desleais à fé bíblica (20.28; 1 Co 5.1-13; ver Mt 18.15).
    (10) Aqueles que perseverarem no caráter piedoso e nos padrões da justiça ensinados pelos apóstolos, serão ordenados ministros para a direção das igrejas locais e a manutenção da sua vida espiritual (Mt 18.15; 1 Co 5.1-5; 1 Tm 3.1-7; Tt 1.5-9).
    (11) Semelhantemente, a igreja terá diáconos responsáveis para cuidarem dos negócios temporais e materiais da igreja (ver 1 Tm 3.8).
    (12) Haverá amor e comunhão no Espírito evidente entre os membros (2.42,44-46; ver Jo 13.34), não somente dentro da congregação local como também entre ela e outras congregações que crêem na Bíblia (15.1-31; 2 Co 8.1-8).
    (13) A igreja será uma igreja de oração e jejum (1.14; 6.4; 12.5; 13.2; Rm 12.12; Cl 4.2; Ef 6.18).
    (14) Os crentes se separarão dos conceitos materialistas prevalecentes no mundo, bem como de suas práticas (2.40; Rm 12.2; 2 Co 6.17; Gl 1.4; 1 Jo 2.15,16). (15) Haverá sofrimento e aflição por causa do mundo e dos seus costumes (4.1-3; 5.40; 9.16; 14.22). (16) A igreja trabalhará ativamente para enviar missionários a outros países (2.39; 13.2-4). Nenhuma igreja local tem o direito de se chamar de igreja segundo as normas do NT, a não ser que esteja se esforçando para manter estas 16 características práticas entre seus membros.
    12.5 CONTÍNUA ORAÇÃO. Os crentes do NT enfrentavam a perseguição em oração fervorosa. A situação parecia impossível; Tiago fora morto. Herodes mantinha Pedro na prisão vigiado por dezesseis soldados. Todavia, a igreja primitiva tinha a convicção de que a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16), e oraram de um modo intenso e contínuo a respeito da situação de Pedro. A oração deles não demorou a ser atendida (vv. 6-17). As igrejas do NT freqüentemente se dedicavam à oração coletiva prolongada (1.4; 2.42; 4.24-31; 12.5,12; 13.2). A intenção de Deus é que seu povo se reúna para a oração definida e perseverante; note as palavras de Jesus: A minha casa será chamada casa de oração (Mt 21.13). As igrejas que declaram basear sua teologia, prática e missão, no padrão divino revelado no livro de Atos e noutros escritos do NT, devem exercer a oração fervorosa e coletiva como elemento vital da sua adoração e não apenas um ou dois minutos por culto. Na igreja primitiva, o poder e presença de Deus e as reuniões de oração integravam-se. Nenhum volume de pregação, ensino, cânticos, música, animação, movimento e entusiasmo manifestará o poder e presença genuínos no Espírito Santo, sem a oração neotestamentária, mediante a qual os crentes perseveravam unanimemente em oração e súplicas (1.14).

    CONCEITOS DE IGREJA

    O RELACIONAMENTO DO CRISTÃO COM A IGREJA LOCAL

    O CULTO DOMÉSTICO
    A Igreja invisível e
    universal (Hb 12.23).

    Relacionamento positivo.

    Inculcando a Palavra aos filhos.
    a) Perfeita.

    a) A família adorando a DEUS.

    A participação da família no corpo de CRISTO e na igreja local é condição indispensável para a vida cristã vitoriosa.
    :) A Noiva do Cordeiro.

    :) A família servindo a DEUS.

    c) Um organismo.

    c) A família contribuindo.

    d) É invisível.

    d) A família amando os irmãos.

    A igreja local.

    Relacionamento negativo

    O culto doméstico e o avivamento.
    a) É múltipla.

    a) Mau testemunho.

    a) O cristão precisa ordenar suas prioridades e sua rotina de maneira que seu lar seja uma extensão da igreja
    :) É uma organização

    :) Referências negativas no lar.

    :) A Igreja é uma continuação do lar.
    c) Está sujeita a falhas.

    c) Mau comportamento nos cultos.

    d) É Visível.

    Significado da Palavra Família
    Segundo o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa de José Pedro Machado, a palavra família entrou na nossa língua, no século XVI por via culta, através do latim 'família', que significava «o conjunto dos escravos da casa; todas as pessoas ligadas a qualquer grande personalidade; casa de família».
    Onde nasceu a mais extraordinária família senão na gruta de Belém? Foi lá. com o nascimento do Menino, que ela se originou. Foi lá que emanou pela primeira vez no coração de Maria e de José o amor por uma terceira pessoa: o Deus feito criança.
    Família. Eis uma palavra que encerra um significado imenso, rico, profundo, sublime e simples, principalmente real.
    Ou existe família, ou não existe.

    Tópico I - JESUS e a FAMÍLIA
    Os Magos do oriente estiveram na casa de José e Maria para ofertarem a JESUS (Mt 2.11), na casa do chefe da sinagoga JESUS foi para ressuscitar uma jovem (Mt 9.23), JESUS inaugurou seu ministério em uma festa de casamento, valorizando a família (Jo 2.2), esteve na casa de Mateus (Mt 9.10), na casa da sogra de Pedro Mc 1.30), na casa de Lázaro (Jo 11.20), JESUS ensinou a seus discípulos visitarem os lares enviando-os de casa em casa (Mt 10.12), Na casa de Simão, o leproso, foi perfumado (Mt 26.6), etc... Sempre no ministério de JESUS, lá estava Ele em algum lar, trazendo a alegria da salvação e a bênção de sua companhia, pois um lar só pode ser considerado um lar cristão quando CRISTO está lá.

    1- A FAMÍLIA Cristã
    É formada por crentes que estão disposto a fazer de seus lares uma casa de DEUS, uma Igreja local de oração, leitura e estudo da bíblia, lugar de paz, harmonia e presença de JESUS.
    O marido representa CRISTO no lar, pois é o cabeça deste lar, assim como A Igreja como corpo de CRISTO aqui na terra, tem seu líder e cabeça (Senhor), CRISTO, que ama e dá sua vida pela Igreja para a santificar e entregá-la ao pai. A esposa representa a Noiva de CRISTO, a Igreja, Submissa ao seu esposo, aquela que cuida do lar para que possa receber o noivo que chegará a qualquer momento, ele deve ser recebido com honra e com alegria.

    2- A importância da FAMÍLIA nos planos divinos
    É a partir da Família Cristã que DEUS desenvolve sua obra na terra. Uma família bem ajustada no evangelho será sempre uma bênção para seus vizinhos, para a sociedade e para a Igreja.
    Foi a partir da família de Abraão que DEUS trouxe à terra seu filho, esta família tinha um sinal externo de sua missão, a circuncisão. Hoje DEUS tem uma família na terra que se identifica pelo pela circuncisão interna do ESPÍRITO SANTO e pela circuncisão externa que é o batismo nas águas.

    3- A Igreja do Lar
    É formada por cada membro da família, que tem seus membros diferenciados segundo o ministério de cada um; um canta, outro prega, outro ensina, outro ora, outro toca um instrumento, outro profetisa, enfim, o pai como líder deve distribuir as oportunidades para que cada membro contribua para que esta Igreja no lar se desenvolva como Verdadeira Igreja, sendo bênção para a sociedade e para a Igreja.

    4- Cada Lar Cristão uma Igreja
    A palavra "Lar" vem do Latim "Lare" que significa Lareira, local de fogo e calor, assim o lar é local da presença de DEUS que irradia amor, paz e segurança.
    A consciência de que cada lar pode ser uma Igreja pode trazer imensos benefícios tanto à Igreja como à sociedade, pois assim a família estará sendo fortificada em DEUS pela oração e estudo da Palavra de DEUS e ao mesmo tempo estará evangelizando seu vizinhos.
    Família significa literalmente Reunião de escravos ou servos, assim a Igreja é a reunião de servos de DEUS.

    Tópico II - A FAMÍLIA na Igreja Primitiva
    Era nas casas que todo o trabalho da Igreja era programado e era nas casas que se reuniam para cear e para se edificarem uns aos outros. (Rm 16.5 = Igreja na casa de Priscila e Áquila)

    1- A Igreja nasceu em um Lar
    Podemos considerar o cenáculo onde os discípulos se reuniam como um lar, pois ali estava reunida a Família de JESUS, formada pelos seus discípulos e pela sua mãe, com seus irmãos. (At 1.14).

    2- A FAMÍLIA no Novo Testamento: quase sinônimo de Igreja
    Era a partir das famílias que a Igreja ia sendo formada, foi assim na casa de Lídia (At 16.15), na casa do Centurião Cornélio (At 10.24), na casa do soldado carcereiro de Filipos (At 16.30-34), na casa de Maria, mãe de João (onde oravam por Pedro - At 12.12), etc... Era nas casas que se reuniam e era nas casas que oravam e buscavam o poder de DEUS para continuarem firmes a obra de DEUS.

    Tópico III - A FAMÍLIA Cooperando com a Igreja

    IGREJA - FAMÍLIA

    FAMÍLIA - IGREJA
    ORAR

    MANTER O PADRÃO BÍBLICO PARA A FAMÍLIA
    VISITAR

    FREQÜENTAR OS CULTOS REGULARMENTE
    REALIZAR EVENTOS ESPECÍFICOS PARA A FAMÍLIA

    ENTREGAR OS DÍZIMOS E AS OFERTAS
    ACONSELHAR

    DAR UM BOM TESTEMUNHO

    1- A FAMÍLIA coopera eficazmente com a Igreja
    Sendo luz do mundo e sal da terra, assim a Família estará brilhando em meio às trevas e sendo exemplo de santidade e de temor a DEUS. O mundo vê em nós o amor de DEUS e sente-se desejoso de partilhar também deste amor, é através da união, felicidade, alegria e do amor entre a família que demonstramos ser de CRISTO, para que as pessoas desejem fazer parte de nossa Igreja.

    2- A freqüência normal e regular da FAMÍLIA aos cultos e a outras atividades da Igreja
    A família que se congrega juntos, sempre estará sendo lavada das impurezas adquiridas no dia a dia do mundo e permanecendo firme aos pés do Senhor JESUS.

    3- A FAMÍLIA contribuindo para a Igreja
    É com o sustento dado pela família, que contribui unida, que a Igreja consegue finanças para o evangelismo, para a missão mundial e para o sustento dos pastores e líderes da Igreja.

    4- A freqüência normal e regular à Escola Bíblica Dominical
    O ensino se torna cada vez mais escasso na Igreja e é na E.B.D. que se tem hoje o maior tempo disponível para se aprender sobre a Palavra de DEUS.
    Estamos sempre nos aprimorando, estudando e nos dedicando para que o ensino se torne cada dia mais dinâmico e proveitoso aos nossos alunos.

    Tópico IV A Igreja cooperando com a FAMÍLIA
    A visitação nos lares e devida orientação por parte dos líderes da Igreja, trazem inúmeros benefícios não só às famílias em si, mas também à Igreja que terá famílias fortes espiritualmente e por conseqüência uma Igreja forte e cheia do poder de DEUS. Na bíblia temos vários exemplos de famílias que receberam a visita de servos de DEUS que ali levaram a Palavra de Senhor e estes lares se tornaram pilares da Igreja em sua época.
    Ex.: Timóteo, Cornélio, Filemom, Priscila e Áquila, Lídia, Carcereiro de Filipos, Maria (Mãe de João Marcos), Casa da sogra de Pedro, etc...

    1- Orando pelas FAMÍLIAS
    A oração de intercessão é a oração mais importante que a Igreja faz, reunida em prol das famílias e seus membros. DEUS procura pelos intercessores para derramar suas bênçãos sobre as famílias, pois sabe muito bem de que a Igreja só sobrevive com famílias equilibradas e arraigadas na Palavra de DEUS.

    2- Aconselhando as FAMÍLIAS
    O aconselhamento pastoral evita separações de casais, bem como união entre pais e filhos num mesmo propósito, o de servir ao Senhor.
    No aconselhamento são detectados problemas de ordem conjugais e funcionais dentro da família e com muita oração e dedicação pode-se mudar este quadro caótico em que nossas famílias vivem, para um vilunsbrar de união, paz, amor e serviço na casa do Senhor.

    3- Visitando as FAMÍLIAS
    É um trabalho pastoral, porém deve ser feito também por casais de vasta experiência e testemunho conhecido diante da Igreja e da sociedade em que vivem.
    As mais velhas devem ensinar às mais jovens a obedecerem a seus maridos, a serem boas donas de casa e trabalharem unidas a seus maridos na administração do lar, educando seus filhos na orientação da Palavra de DEUS.

    4- Marcando reuniões específicas para FAMÍLIAS
    É preciso que as Igrejas organizem grupos de visitação e aconselhamento familiar, pois o pastor sozinho jamais daria conta de tanto trabalho.
    Uma família equilibrada e bem orientada social, econômica financeira, bíblica e sexualmente é uma família vitoriosa, que não trás problemas, mas sim soluções para a Igreja.

    Conclusão
    Diante da constatação de que a família está intimamente atrelada à Igreja e sua obra de evangelização do mundo, devemos nos despertarmos com urgência para esta tão importante tarefa, a de trabalharmos com a educação e aconselhamento de cada família que compõe nossa congregação; fazendo assim teremos uma Igreja vitoriosa, Igreja que não recua ante as dificuldades, mas que marcha sobre o inimigo e o derrota nas batalhas do dia a dia. A família unida jamais será vencida!!!!!!!!!

    Família, Criação de Deus

    "E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te."(Deuteronômio 6:6 e 7)
    Pouco antes do povo de Israel entrar na terra prometida, Moisés recorda os mandamentos dados por Deus no monte Sinai, que deveriam ser seguidos, pois as bênçãos eram inerentes ao cumprimento dos mesmos. Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração. Que palavras eram essas, que deveriam estar em um lugar tão especial como o coração? Os versículos 4 e 5 de Deuteronômio 6 identificam: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás pois o Senhor Teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. Jesus Cristo declarou ser este o primeiro e grande mandamento, e acrescentou-lhe a frase: de todo o teu entendimento. Marcos 12:30.
    Deus estabeleceu que o lugar ideal para ensinar aos filhos e netos sobre o Seu nome, os Seus feitos e o temor a Ele, seria a casa, o lar, a família. A família foi estabelecida pelo próprio Deus nos primórdios da criação, pois ao criar a mulher a partir do homem, e, que ao coabitarem seriam uma só carne, estabeleceu uma unidade geradora de seres, que são os filhos, que compõem uma família. A família é a célula mater da sociedade, afirmava Rui Barbosa. Os americanos dizem que a família são os pilares de uma nação. O pecado da desobediência atingiu em cheio a família; manchou e marcou definitivamente a vida familiar, trazendo a intriga, o ódio e a violência. Caim impiedosamente matou seu irmão Abel por inveja, porque Deus aceitou a oferta de Abel e rejeitou a de Caim. Desde então a família tem sido açoitada por ataques, inclusive no campo religioso. Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa. Miquéias 7:6.
    A família hoje não somente é atacada pela violência física, como também pela licenciosidade. Nossos lares são invadidos pelos meios de comunicação, despejando verdadeiro lixo em forma de noticiário e arte, fazendo com que comportamentos condenados e abomináveis a Deus sejam considerados normais. Paulo em sua carta aos Romanos, capítulo 1, versículos 18 a 32, mostra a degradação dos romanos no seio da família.
    Nos dias atuais vemos tantos movimentos para salvar coisas, tais como a Mata Atlântica, o peixe-boi, a floresta amazônica, as baleias e tantos outros. E a família? Quem a salvará? A resposta é: o mesmo Deus que salvou a família de Noé, continua salvando. Como era o mundo nos tempos de Noé? Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração. A terra porém estava corrompida diante de Deus, e cheia de violência.Gênesis 6:5 e 11. Mas em meio ao caos havia um homem que amava Deus. Noé, era justo e perfeito em suas gerações e andava com Deus. Gênesis 6:9.
    Mesmo vivendo em um mundo que jaz no maligno, 1 João 5:19, é possível aos pais crentes em Jesus Cristo liderarem suas famílias, mostrando-lhes o caminho da salvação. Raabe era uma prostituta e teve sua família salva, porque creu em Deus e ajudou os espias de Israel que chegaram a Jericó (Josué 6:25).
    Os pais e as mães têm a responsabilidade de amar seus filhos, dar exemplo de comportamento cristão amadurecido, cuidar das necessidades deles, discipliná-los com justiça. Em Provérbios 22:6, lemos: Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele (BLH), e Paulo, em Efésios 6:4b, diz: Criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor. Eli, o profeta, foi castigado por não disciplinar seus filhos: Eu lhe disse que ia castigar sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar. 1 Samuel 3:13 (BLH). Paulo adverte sobre as más companhias: Não vos enganeis, as más companhias corrompem os bons costumes. 1 Coríntios 15:33.
    Os filhos são herança da parte do Senhor. Salmo 127:3. Os homens brigam pelas heranças, vão aos tribunais por elas, mas muitas vezes se esquecem dos filhos; não dão a eles o devido valor como pessoas. Uma senhora disse ao marido, ao sair para uma festa: "Vou esconder minhas jóias porque não sei se a moça que veio para ficar com nosso filho é de confiança". O marido respondeu: "Engraçado, nosso filho, que é mais precioso que qualquer jóia, você deixa tranqüilamente em suas mãos". Em nossa sociedade espera-se que as pessoas tenham dezessete anos de educação antes de poderem ensinar nas escolas públicas. Os médicos estudam vinte anos ou mais. Encanadores e carpinteiros trabalham anos como aprendizes; mas, para o trabalho de educar um filho não damos, nem exigimos, qualquer treinamento formal. S. Bruce Narramore.
    Moisés recordava ao povo os feitos de Deus para libertá-lo da escravidão do Egito, e isso precisava ser contado aos filhos. Hoje, como pais, precisamos contar aos nossos filhos que por amor Deus enviou seu único Filho para nos libertar do pecado.
    Moisés disse: Ouve ó Israel! Jesus nos inclui ao dizer: Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem que edificou sua casa (lar, família) sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Mateus 7:24 e 25. Jesus Cristo é o fundamento, o alicerce do lar. Em 1 Corintios 3:11 lemos: Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. Quando o alicerce da família é Cristo, mesmo havendo tempestades, estaremos seguros e podemos falar como Paulo: Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Romanos 8:35. Jesus Cristo é a fonte da vida, da alegria, da salvação. Ao entrar na casa de Zaqueu, o publicano, Ele mesmo disse: Hoje veio salvação a esta casa. Lucas 19:9. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo. Apocalipse 3:20. É a graça de Deus na vida da família. Numa casa bem humilde, havia uma placa que dizia: Senhor, que esta casa seja tua até que a tua seja minha. Amém. Gerson Gonçalves

    IGREJA - CPAD - BEP
    Mt 16.18 “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

    A palavra grega ekklesia (igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação (gr. ekkaleo). No NT, o termo designa principalmente o conjunto do povo de DEUS em Cristo, que se reúne como cidadãos do reino de DEUS (Ef 2.19), com o propósito de adorar a DEUS. A palavra “igreja” pode referir-se a uma igreja local (Mt 18.17; At 15.4) ou à igreja no sentido universal (16.18; At 20.28; Ef 2.21,22).
    (1) A igreja é apresentada como o povo de DEUS (1Co 1.2; 10.32; 1Pe 2.4-10), o agrupamento dos crentes redimidos como fruto da morte de Cristo (1Pe 1.18,19). É um povo peregrino que já não pertence a esta terra (Hb 13.12-14), cujo primeiro dever é viver e cultivar uma comunhão real e pessoal com DEUS (1Pe 2.5; ver Hb 11.6).
    (2) A igreja foi chamada para deixar o mundo e ingressar no reino de DEUS. A separação do mundo é parte inerente da natureza da igreja e a recompensa disso é ter o Senhor por DEUS e Pai (2Co 6.16-18).
    (3) A igreja é o templo de DEUS e do ESPÍRITO SANTO (ver 1Co 3.16; 2Co 6.14—7.1; Ef 2.11-22; 1Pe 2.4-10). Este fato, no tocante à igreja, requer dela separação da iniqüidade e da imoralidade.
    (4) A igreja é o corpo de Cristo (1Co 6.15,16; 10.16,17; 12.12-27). Isto indica que não pode existir igreja verdadeira sem união vital dos seus membros com Cristo. A cabeça do corpo é Cristo (Cl 1.18; Ef 1.22; 4.15; 5.23).
    (5) A igreja é a noiva de Cristo (2Co 11.2; Ef 5.23-27; Ap 19.7-9). Este conceito nupcial enfatiza tanto a lealdade, devoção e fidelidade da igreja a Cristo, quanto o amor de Cristo à sua igreja e sua comunhão com ela.
    (6) A igreja é uma comunhão (gr. koinonia) espiritual (2Co 13.14; Fp 2.1). Isto inclui a habitação nela do ESPÍRITO SANTO (Lc 11.13; Jo 7.37-39; 20.22), a unidade do ESPÍRITO (Ef 4.4) e o batismo com o ESPÍRITO (At 1.5; 2.4; 8.14-17; 10.44; 19.1-7). Esta comunhão deve ser uma demonstração visível do mútuo amor e cuidado entre os irmãos (Jo 13.34,35).
    (7) A igreja é um ministério (gr. diakonia) espiritual. Ela ministra por meio de dons (gr. charismata) outorgados pelo ESPÍRITO SANTO (Rm 12.6; 1Co 1.7; 12.4-11, 20-31; Ef 4.11).
    (8) A igreja é um exército engajado num conflito espiritual, batalhando com a espada e o poder do ESPÍRITO (Ef 6.17). Seu combate é espiritual, contra Satanás e o pecado. O ESPÍRITO que está na igreja e a enche, é qual guerreiro manejando a Palavra viva de DEUS, libertando as pessoas do domínio de Satanás e anulando todos os poderes das trevas (At 26.18; Hb 4.12; Ap 1.16; 2.16; 19.15, 21).
    (9) A igreja é a coluna e o fundamento da verdade (1Tm 3.15), funcionando, assim, como o alicerce que sustenta uma construção. A igreja deve sustentar a verdade e conservá-la íntegra, defendendo-a contra os deturpadores e os falsos mestres (ver Fp 1.17; Jd 3).
    (10) A igreja é um povo possuidor de uma esperança futura. Esta esperança tem por centro a volta de Cristo para buscar o seu povo (ver Jo 14.3; 1Tm 6.14; 2Tm 4.8; Tt 2.13; Hb 9.28).
    (11) A igreja é tanto invisível como visível.
    a) A igreja invisível é o conjunto dos crentes verdadeiros, unidos por sua fé viva em Cristo.
    (:) A igreja visível consiste de congregações locais, compostas de crentes vencedores e fiéis (Ap 2.11, 17, 26; ver 2.7), bem como de crentes professos, porém falsos (Ap 2.2); “caídos” (Ap 2.5); espiritualmente “mortos” (Ap 3.1); e “mornos” (Ap 3.16; ver Mt 13.24 ; At 12.5).

    IGREJA (Bíblia Ilumina)
    1) Grupo de seguidores de CRISTO que se reúnem em determinado lugar para adorar a DEUS, receber ensinamentos, evangelizar e ajudar uns aos outros (Rm 16.16).
    2) A totalidade das pessoas salvas em todos os tempos (Ef 1.22).

    IGREJA VISÃO GERAL (Bíblia Ilumina)
    Igreja é um grupo de pessoas que se reúnem para aprender sobre DEUS e adorá-Lo. sempre No tempo do Novo Testamento era um termo novo, que aparece só em dois versículos dos Evangelhos (Mateus 16:18 e Mateus 18:17). Lucas o usou bastante no livro de Atos tornando-o mais comum. Paulo também escreveu sobre a igreja na maioria de suas cartas; e João, no Apocalipse.
    O QUE É IGREJA?
    No Velho Testamento Israel era simplesmente "a congregação". A palavra era também usada pelos primeiros cristãos. Com freqüência os cristãos se referiam a si próprios como a igreja ou a congregação. De fato, este é o real significado da palavra "igreja", que se aplicava tanto a todos os fiéis no mundo como para qualquer grupo local. Significava a presença total de DEUS num dado local. O Novo Testamento freqüentemente usa o singular "igreja" mesmo quando muitos grupos de fiéis se reúnem (Atos 9:31; II Coríntios 1;1). O termo "igrejas" é raramente encontrado (Atos 15:41; 16:5). Cada grupo era o lugar onde DEUS estava presente (Mateus 16:18; 18:17). DEUS comprou a congregação com o sangue de seu Filho (Atos 20:28). No mundo grego, "igreja" designava uma assembléia de pessoas ou reunião. Podia ser um grupo político ou simplesmente um ajuntamento de pessoas. A palavra é usada com esse sentido em Atos 19:32, 39, 41.
    Os usos cristãos específicos dessa palavra variam amplamente no Novo Testamento.
    1. Algumas se referem a uma reunião de igreja. Paulo diz aos cristãos em Corinto: "...quando vos reunis como igreja..."(I Coríntios 11:18). Isso significa que os cristãos são o povo de DEUS, especialmente quando se juntam para adoração.
    2. Em textos como Mateus 18:17, Atos 5:11, I Coríntios 4:17 e Filipenses 4:15, "igreja" se refere a todo o grupo de cristãos morando num lugar. Com freqüência, se refere à localização específica de uma congregação cristã. Observe as frases "a igreja em Jerusalém" (Atos 8:1), "em Corinto" (I Coríntios 1:2), "em Tessalônica" (I Tessalonicenses 1:1).
    3. Em outros lugares, reuniões de cristãos nas casas são chamadas igrejas. Por exemplo, alguns se reuniam na casa de Priscila e Áquila (Romanos 16:5, I Coríntios 16:19).
    4. Através do Novo Testamento, "a igreja" se refere à igreja universal. Todos os fiéis pertencem a ela (Atos 9:31; I Coríntios 6:4; Efésios 1:22; Colossenses 1:18). A primeira palavra de JESUS sobre o fundamento do movimento cristão em Mateus 16:18 tem esse sentido mais amplo: "Edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela". A igreja é uma realidade universal. Mas em sua expressão local, Paulo a ela se refere como "a igreja de DEUS" (I Coríntios 1:2; 10:32) ou "as igrejas de CRISTO" (Romanos 16:16). Dessa forma um termo grego comum recebe seu significado cristão distinto. Ela faz uma distinção entre a assembléia/ajuntamento/comunidade cristã e todos os outros grupos seculares ou religiosos. A comunidade cristã se aceitou como a comunidade dos tempos finais. Ela se viu como um povo chamado para cumprir os propósitos de DEUS em enviar JESUS de Nazaré e sua divina presença. Assim, Paulo diz aos cristãos de Corinto que eles são aqueles "sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (I Coríntios 10:11). Isto é, DEUS chamou de novo povo tanto o judaísmo como o mundo gentio. Eles receberiam o poder do ESPÍRITO SANTO. Compartilhariam as Boas Novas (Evangelho) do amor absoluto de DEUS pela sua criação (Efésios 2:11-22). Os Evangelhos nos relatam que JESUS escolheu 12 discípulos que se tornaram base desse novo povo. Entendia-se que a igreja era o preenchimento da intenção de DEUS em chamar Israel para ser "luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra" (Isaías 49:6; Romanos 11:1-5). Nessa nova comunidade as velhas barreiras de raça, posição social e sexo seriam derrubadas. "Não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher, porque todos vós sois um em CRISTO JESUS" (Gálatas 3:28). Essa entidade é chamada "corpo de CRISTO".
    Paulo é o único dentre os escritores do Novo Testamento a falar da igreja como corpo de CRISTO (Romanos 12:5; Efésios 1:22-2, 4:12; I Coríntios 12:12-13). O pensamento de Paulo pode ter duas explicações:
    1. A experiência da estrada de Damasco.
    Conforme relatos no livro de Atos, JESUS se identifica com seus discípulos perseguidos (Atos 9:3-7, 22:6-11, 26:12-18). Na perseguição aos primeiros cristãos, que formavam um corpo, Paulo estava de fato lutando contra o próprio CRISTO.
    2. O conceito hebreu de solidariedade.
    Paulo era hebreu de hebreus (Filipenses 3:5) e nesse contexto, o indivíduo é totalmente considerado parte de uma nação, não tendo via real isolada do todo. Ao mesmo tempo, todo o povo pode ser representado por um indivíduo. A realidade dessa íntima relação entre CRISTO e sua igreja é vista por Paulo como análoga à unidade e conexão do corpo físico (Romanos 12:4-8, I Coríntios 12:12-27). Assim, todas as funções do corpo têm seu lugar exato. Divisão no corpo (isto é, na igreja) revela que há algo doente nele. Por diversas vezes Paulo exortou o "corpo de CRISTO" à unidade.

    REUNIÕES DA IGREJA
    A palavra grega ecclesia é normalmente traduzida como "igreja". O Novo Testamento algumas vezes fala de uma assembléia grega secular (Atos 19:32,41). Em muitas passagens, como em I Coríntios 14: 19, 28, 35, Paulo se refere a igreja como uma reunião de fiéis que formam uma congregação local. Igreja também pode significar todos os fiéis (passados, presentes e futuros) que formam a igreja universal, o completo corpo de CRISTO. Há muitas igrejas citadas no Novo Testamento, às quais os apóstolos escreveram cartas de exortação, aconselhamento e instrução (Romanos 16: 3-5, 14, 15: I Coríntios 1:1; I Coríntios 16: 19-20; Colossenses 4: 15-16; Filemom 1: 1-2).

    ADORAÇÃO
    Quando a igreja se iniciou em Jerusalém, os fiéis se reuniam nos lares para comunhão e adoração. Atos 2: 42-47 nos conta que os primeiros cristãos se reuniam nos lares para ouvir os ensinamentos dos apóstolos e para celebrar a Comunhão ("o partir do pão&quot:). Nesses encontros, também compartilhavam refeições (II Pedro 2:13; Judas 1:12), recitavam as Escrituras, cantavam hinos e salmos e alegremente louvavam ao Senhor (Efésios 5:18-20, Colossenses 3: 16-17). Também se reuniam nos lares para orar (Atos 12:12), ler a Palavra e para ouvir a leitura de uma carta dos apóstolos (Atos 15:30, Colossenses 4:16).

    JO 10.9 EU SOU A PORTA. QUEM ENTRAR POR MIM SERÁ SALVO; PODERÁ ENTRAR E SAIR E ACHARÁ COMIDA.
    ENTRAR no curral das ovelhas, no aprisco, significa entrar no reino espiritual, no reino da luz, no reino de DEUS (somente possível através de JESUS, nosso salvador) e
    SAIR, significa sair do mundo espiritualmente governado por Satanás, reino das trevas.
    ASSIM, temos um encontro com DEUS e sua Palavra revelada (comida do céu).
    ANTES, quando JESUS estava aqui na Terra, num corpo físico, DEUS olhava de cima e só via um filho de DEUS; assim, quando precisava de alguém para pregar o evangelho em Samaria, por exemplo, enviava para lá seu único (unigênito) filho, porém as outras regiões ficavam sem ouvir o evangelho, pois só havia um filho de DEUS na Terra para pregar o evangelho e este só podia estar em um local de cada vez, pois estava sujeito a um corpo físico.
    AGORA, após o sacrifício de JESUS na cruz por nós, a revelação do ESPÍRITO SANTO disso e nossa conversão, quando DEUS olha de cima, vê milhões de filhos de DEUS na Terra, gerados pela semente viva, a Palavra de DEUS, fazendo sua obra por toda a parte e de todas as maneiras possíveis e em todo o mundo habitado. Glória a DEUS, o plano de redenção deu certo!!!!!!!!!!!!!!!

    Unidade Na Construção Do Edifício De DEUS:

    1 O Fundamento Dos Apóstolos E Dos Profetas(V.20)
    Os Profetas Do Antigo Testamento Profetizaram A Respeito De CRISTO E Os Apóstolos, No Novo Testamento, Confirmaram Essas Profecias. Nessa Tipologia De Um Edifício CRISTO É A Pedra Principal (De Esquina) E Os Profetas E Apóstolos São Colunas De Sustentação E Declarados Também Como Fundamento, Pois São Testemunhas Das Promessas De DEUS E Seus Ensinos, Juntamente Aos De JESUS São A Base Da Igreja.

    2 O Lugar De Cada Crente No Edifício De DEUS(Vv.21,22)
    Somos O Templo De DEUS Na Terra, Unidos Pelo ESPÍRITO SANTO. Se Somos Como Pedras Vivas O ESPÍRITO SANTO É Como A Massa De Cimento Unindo Essas Pedras; Fazendo Assim Um Templo Que Cresce Cada Dia Mais, Indo De Encontro Ao Artífice E Construtor Que É DEUS, Mas Sempre Olhando Para CRISTO, O Autor E Consumador De Nossa Fé.

    Unidade No Corpo De CRISTO:

    1 Antes, Estávamos Longe; Agora Chegamos Perto(V.13)
    Pelo Sangue De CRISTO, Chegamos Perto. Somos Um Mesmo ESPÍRITO Com Ele. Antes Separados, Na Carne; Agora Unidos Pelo ESPÍRITO SANTO.

    2 Antes, Sem Reconciliação; Agora Temos Paz Com DEUS(Vv.14,16)
    CRISTO Nos Reconciliou Com O Pai ( A Ofensa Foi Paga Na Cruz ), Através Do Seu
    Sangue A Parede De Separação Foi Removida(O Pecado).

    3 Antes, Éramos Dois Povos; Agora, Somos Um Só(V.15)
    Não Há Mais Diferença, Formamos Um Só Corpo; O Corpo De CRISTO. (DEUS Olha De Cima E Vê Milhões De Filhos)

    4 Antes, Não Tínhamos Acesso Ao Pai; Agora, Em CRISTO, Isto É Possível(Vv.18,19)
    Os Gentios Não Podiam Nem Entrar No Templo Construído Pelos Judeus, Agora Nós Podemos Entrar Na Presença Do Pai Pelo Novo E Vivo Caminho Que JESUS Nos Consagrou = O Véu Foi Rasgado, Isto É, Sua Carne.

    Freqüente uma Igreja Regularmente
    Quando você recebeu a JESUS CRISTO como seu Senhor e Salvador pessoal, você iniciou um relacionamento não só com JESUS CRISTO, mas também com outros, que tomaram este passo de fé, crentes. Não importa qual era a sua opinião antes, mas ir a igreja hoje é uma experiência rica e recompensadora.

    Através do ensino e da pregação da Palavra de DEUS a sua compreensão d'Ela será cada vez maior.
    Você terá oportunidade de fazer perguntas e discutir sobre as Escrituras com outras pessoas.
    Você aprenderá a adorar a DEUS, isto é, louvá-lo por tudo que Ele é, e agradecer por tudo que Ele tem feito por você.
    Adorando, aprendendo e servindo com outros cristãos, você descobrirá outras pessoas com quem pode ter uma amizade duradoura, uma amizade, que será para toda a eternidade!
    Freqüente a Escola Bíblica Dominical para que possa aprender melhor a Palavra de DEUS.

    ESTA É A IGREJA dos chamados para fora e esta é sua função primordial - A salvação das almas e sua condução a DEUS.
    (Ev. Luiz Henrique)

    INTERAÇÃO
    A família e a igreja local são instituições que se confundem, ambas foram criadas por DEUS. A família tem a finalidade de preservar e desenvolver social, moral e eticamente todo ser humano. A igreja local visa educar espiritualmente o homem segundo a proclamação e absorção do Evangelho bem como as outras esferas da vida. Família e igreja local são inseparáveis. Uma depende da outra, uma é a extensão da outra. Não se excluem jamais. Ao contrário, se completam e caminham juntas.

    OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Identificar a família como elemento básico da funcionalidade da igreja local.
    Fazer da igreja um local de acolhimento das famílias.
    Compreender que a família deve se envolver com a igreja local.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Prezado professor, para concluir a aula desta semana peça aos alunos para descreverem o que eles pensam sobre o relacionamento da própria família com a igreja local. Como se dá e o que poderia mudar neste relacionamento. Reproduza algumas respostas na lousa. Explique que a família é um elemento indispensável ao bem estar da igreja local, e que falar da igreja sem priorizar a família é ignorar o óbvio. Desafie-os a viverem em família, a pensarem como é uma bênção servir a DEUS numa igreja local juntamente com toda a família. Boa aula!

    RESUMO DA LIÇÃO 12 - A FAMÍLIA E A IGREJA

    I. FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA
    1. Sem a família a igreja não funciona.
    2. A família como extensão da igreja.
    II. A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS
    1. A natureza humana da igreja.
    2. A dimensão relacional da igreja.
    3. O relacionamento familiar na igreja.
    4. A família do obreiro.
    III. A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL
    1. A comunhão da família.
    2. Envolvendo-se com o Corpo de CRISTO.
    3. Toda a família na casa de DEUS.

    SINÓPSE DO TÓPICO (1) A família é o elemento básico para a boa funcionalidade da igreja local.
    SINÓPSE DO TÓPICO (2) A igreja local é uma institução composta de distintos seres humanos. Aqui está a dimensão humana da Igreja.
    SINÓPSE DO TÓPICO (3)Toda a família deve se envolver com as atividades da igreja. Ali, é o espaço religioso onde adoramos a DEUS e proclamamos o Evangelho de JESUS.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Vida Cristã
    "Em plena época do Cristianismo, à luz das ricas revelações bíblicas, fatos que ocorreram há milhares de anos tornam a se repetir. Os desígnios de DEUS se chocam com as atitudes dos homens, que não somente vivem no chamado 'século das luzes', mas também dizem ser iluminados pelo ESPÍRITO SANTO de DEUS.
    Reportemo-nos aos exemplos das boas relações entre jovens e velhos, de um período de 1500 a.C., com Moisés e Josué, até aos dias de Paulo e timóteo, ocasião em que a luz dos conhecimentos, quer seculares, quer espirituais, era incompativelmente mais fraca e as revelações de DEUS esporádicas. Se pela vontade e orientação de DEUS, esses homens da Antiguidade foram capazes de evidenciar um relacionamento exemplar, por que entre os cristãos de hoje, constata-se a realidade dos abismos de gerações? Por que há tanta divergência até entre pais e filhos que têm em mãos a infalível Palavra de DEUS? Por que muitos pais, ao nascerem os filhos, recebem-nos com desgosto? Por que tanta insubmissão aos velhos? Por que há filhos que se sentem tão independentes dos pais, mesmo quando dependem deles para tudo?"(SOUZA, Estevam Ângelo. ...e fez DEUS a família: O padrão divino para um lar feliz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp.251-52).

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Teológico Pastoral
    "A Família do Pastor
    Um recente best-seller sobre o ministério pastoral contém um capítulo intitulado 'Alerta: O Ministério Pode Ser uma Ameaça para Sua Família'. Por mais chocante que seja, o título reflete com precisão a realidade do ministério pastoral hoje. Uma pesquisa pastoral realizada em 1992, publicada em um importante jornal, descobriu as seguintes dificuldades significativas que produzem problemas conjugais nas famílias dos pastores:
    81% tempo insuficiente em conjunto
    71% uso do dinheiro
    70% nível de renda
    64% dificuldade de comunicação
    63% expectativas da congregação
    57% diferenças quanto ao lazer
    53% dificuldades na criação dos filhos
    46% problemas sexuais
    41% rancor do pastor com relação à esposa
    35% diferenças quanto à carreira ministerial
    Hoje em nossos dias, ninguém questiona o fato óbvio de que a maioria dos pastores e suas famílias estão sofrendo pressões cada vez maiores por causa do ambiente em que estão ministrando. Isso não é de surpreender quando se reflete sobre a natureza do ministério. Considere estas pressões envolvidas no pastorado:
    1. O pastor envolve-se com o humanamente impossível - lida com o pecado na vida das pessoas.
    2. O pastor cumpre um papel que nunca se completa - resolve problemas que vão se multiplicando.
    3. O pastor serve sob uma credibilidade cada vez mais questionada aos olhos da sociedade.
    [...] 8. O pastor e a sua família parecem viver em um aquário que todos podem observar .
    [...] 10. Como figura pública, o pastor pode receber as mais duras críticas tanto da comunidade como da congregação.
    Ninguém que reflita um pouco pode negar que o ministério é potencialmente perigoso para o casamento e a família do pastor. Mas seria isso mesmo? Ou melhor, é necessário que seja assim? Ou, mais importante, DEUS quer que seja assim?" (MACARtHUR, John JR. (Ed.). Ministério Pastoral: Alcançando a excelência no ministério cristão. 7.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, pp.163-64).

    VOCABULÁRIO
    Volição: Ato pelo qual a vontade se determina a alguma coisa.
    Idiossincrasias: Maneira de ver, sentir, reagir própria de cada pessoa.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    LIMA, Elinaldo Renovato de. Ética Cristã: Confrontando as Questões Morais do Nosso Tempo. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
    SOUZA, Estevam Ângelo. ...e fez DEUS a família: O padrão divino para um lar feliz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
    HUGHES, Barbara; Kent. Disciplinas da Família Cristã. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

    SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.42.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 12 - A FAMÍLIA E A IGREJA
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "__Alegrei__-me quando me __disseram__: Vamos à __Casa__ do SENHOR!" (Sl 122.1).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    igreja __local__ é o melhor lugar para as __famílias__ se reunirem e prestarem __culto__ ao Senhor.

    I. FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA
    3- Por que sem a família a igreja não funciona?
    ( ) A saúde da igreja está diretamente ligada ao bem estar espiritual e moral da família.
    ( ) Uma igreja cujas famílias estão arruinadas espiritual e moralmente não terá condições de acolher os não crentes, nem terá autoridade para atuar junto à outras famílias na comunidade em que está inserida.
    ( ) A família fortalecida na igreja é tão importante que o apóstolo Paulo aconselhou o pastor timóteo a respeito da qualidade de um candidato ao episcopado.
    ( ) O apóstolo destaca a relação do aspirante com a própria família: "Convém, pois, que o bispo [...] governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de DEUS:)" (1 tm 3.2,4,5).
    ( ) Aqui, ele expressa o impacto do relacionamento familiar com a funcionalidade da igreja local. Famílias desgovernadas, inevitavelmente, geram uma igreja sem direção.

    4- Por que a família é uma extensão da igreja?
    ( ) Além de a família ser o elemento básico da funcionalidade da igreja local, ela é a própria extensão desta.
    ( ) Descrevendo a respeito do culto doméstico, o saudoso pastor Estevam Ângelo disse: "Se a família quiser assistir a sete cultos a mais por semana, fazendo o culto doméstico, terá uma igreja em casa".
    ( ) É verdade! Além de cultuar a DEUS, a família representará o reino divino na vizinhança, no bairro e no mundo.
    ( ) O próprio JESUS falou: "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mt 18.20).
    ( ) Portanto, podemos fazer de nossa família uma extensão da Igreja de CRISTO e representar seu Reino neste mundo.

    II. A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS
    5- Como é a natureza humana da igreja?
    ( ) A etimologia da palavra igreja remonta a natureza humana do Corpo de CRISTO.
    ( ) Mateus 18.17 e Atos 15.4 expressam ekklêsia (igreja) como reunião de pessoas, povo ou assembleia em nome do Senhor JESUS.
    ( ) É uma instituição composta de seres humanos dotados de sentimentos, desejos e volição. Nesse caso, a Igreja é "humana" em sua constituição e composição.

    6- Como é a dimensão relacional da igreja?
    ( ) Onde há pessoas, há relacionamentos.
    ( ) A Santíssima trindade nos mostra um DEUS relacional.
    ( ) As trinas pessoas relacionam-se comunitária, intensa e espontaneamente (Mc 1.9-13; Jo 5.17,19-28).
    ( ) Assim, a igreja expressa a dimensão relacional da Santíssima trindade entre os seus membros.
    ( ) É ali, que a família cristã está habilitada a relacionar-se como Igreja de CRISTO, tanto com o Pai (Mc 12.30) como com o próximo (Mc 12.31).
    ( ) Assim, a igreja está pronta para acolher as famílias e suas idiossincrasias (Maneira de ver, sentir, reagir própria de cada pessoa).

    7- Para que o relacionamento familiar na igreja continue a abençoar vidas é preciso zelar por quais princípios?
    ( ) Na igreja local, a família não deve se fechar em si mesma;
    ( ) Não deve haver motivações que desrespeitem a liderança constituída ou a qualquer outra pessoa;
    ( ) A família deve investir tempo para se relacionar com outras famílias também.

    8- O exercício do ministério não dispensa o obreiro de sua responsabilidade como esposo e pai. Como é, muitas vezes, vista a família do obreiro?
    ( ) Infelizmente, em algumas igrejas locais, é comum cobrarem da família do pastor um padrão de perfeição que nem o Evangelho preceitua.
    ( ) Prevenção ao pecado e vida de retidão na presença de DEUS e diante da sociedade são atributos peculiares a toda família cristã.
    ( ) É preciso reafirmar que a família do pastor é igual à de qualquer outra pessoa.
    ( ) A esposa do pastor tem nome, e os filhos também, e precisam dos mesmos cuidados que as demais famílias da igreja precisam.

    III. A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL
    9- De acordo com a comunhão da família, complete:
    No Salmo 133.1 lemos: "Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em __união__!". Apesar de alguns pregadores interpretarem este texto de maneira alegórica, dando a ele uma simbologia espiritual, neste versículo o salmista __Davi__ se refere à família de irmãos de sangue em crise, ou, de acordo com Matthew Henry, o homem segundo o coração de DEUS escreve "esse salmo por ocasião da união entre as tribos quando todas elas se uniram __unânimes__ para fazê-lo rei". logo, o Salmo davídico pronuncia a bênção para uma família que anda em __comunhão__: Irmãos e irmãs que vivem em paz no lar e fora dele são tão valiosos quanto o óleo que ungiu __Arão__, o sumo sacerdote. Numa casa pacífica e unida, as bênçãos do Senhor se __manifestam__.

    10- Como acontece o envolvimento da família com o Corpo de CRISTO?
    Rm 16.7 Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo.
    Rm 16.10 Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo. 11 Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no Senhor.
    Rm 16.13 Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.
    Rm 16.15 Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a Olimpas, e a todos os santos que com eles estão.
    ( ) A leitura bíblica em classe, particularmente os versículos 7,11,12,13 e 15, destaca o exemplo de familiares unidos pela causa do Evangelho.
    ( ) O apóstolo Paulo muito se contentou com o esforço empregado em cada família na causa do Reino de DEUS.
    ( ) Quando a família sente-se alegre em ir à igreja para adorar a DEUS é uma grande bênção (Sl 122.1).
    ( ) Ela participa ativamente do culto e não se porta como mera assistente.
    ( ) São momentos preciosos que influenciarão a família por toda a vida.

    11- Por que toda a família deve estar na casa de DEUS?
    ( ) A igreja local é o espaço religioso onde adoramos a DEUS e proclamamos o Evangelho.
    ( ) Nada pode impedir este ideário cristão.
    ( ) A família chamada por DEUS é convocada a depositar o seu talento na causa do Evangelho.
    ( ) No ensino, na pregação, na música ou qualquer outra atividade que vise pregar o Evangelho e edificar a Igreja de CRISTO, a família cristã deve estar lá.
    ( ) Não deixe de ir aos cultos, à Escola Dominical e aos encontros da sua igreja.
    ( ) Esta rotina glorificará a DEUS, e edificará você e a sua família.

    CONCLUSÃO
    12- Complete:
    Na lição desta semana vimos que a família é o elemento __básico__ da igreja local. Esta, por sua vez, deve ser uma __comunidade__ acolhedora de famílias carentes. E a família chamada por DEUS, tem o privilégio de servir ao Altíssimo juntamente com outras famílias numa __igreja__ local. Aqui, somos ensinados, edificados e exortados a representar o __Reino__ de DEUS neste mundo moderno. Portanto, não perca tempo: envolva-se com a sua __igreja__ local, pois esta precisa de você e toda a sua família.

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

  • LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA DOMINICAL

    LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    “Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam, e temam ao SENHOR, vosso DEUS, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta Lei” (Dt 31.12).

    VERDADE PRÁTICA
    A Escola Dominical contribui decisivamente para a formação espiritual, moral, cultural e social da família.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Pv 22.6 Ensinando às crianças
    Terça - At 8.30,31 O ensino da Palavra de DEUS
    Quarta - Rm 12.7 O ensino requer dedicação
    Quinta - Sl 119.105 A palavra de DEUS é vital
    Sexta - Jr 32.33 O desprezo com o ensino
    Sábado - 1 Co 4.17 Ensinando em cada igreja

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Neemias 8.1-7
    1 E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel. 2 E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os entendidos para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês. 3 E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. 4 E Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim; e estavam em pé junto a ele, à sua mão direita, Matitias, e Sema, e Anaías, e Urias, e Hilquias, e Maaséias; e à sua mão esquerda, Pedaías, e Misael, e Malquias, e Hasum, e Hasbadana, e Zacarias, e Mesulão. 5 E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. 6 E Esdras louvou o SENHOR, o grande DEUS; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!?, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra. 7 E Jesua, e Bani, e Serebias, e Jamim, e Acube, e Sabetai, e Hodias, e Maaséias, e Quelita, e Azarias, e Jozabade, e Hanã, e Pelaías, e os levitas ensinavam ao povo na Lei; e o povo estava no
    seu posto.

    8.1 TODO O POVO SE AJUNTOU. Os caps. 8-10 descrevem um dos maiores avivamentos do AT e apontam vários princípios fundamentais para um avivamento e renovação espirituais. O avivamento e a renovação, procedem exclusivamente de DEUS. Os instrumentos que o propiciam são: a Palavra de DEUS (vv. 1-8), a oração (v. 6), a confissão de pecados (cap. 9), um coração quebrantado e contrito (v. 9), renúncia às práticas pecaminosas da sociedade contemporânea (9.2) e renovação do compromisso de andar segundo a vontade de DEUS e de fazer da Palavra de DEUS o nosso viver (10.29).
    8.3 ESTAVAM ATENTOS AO LIVRO DA LEI. O avivamento teve início mediante um autêntico retorno à Palavra de DEUS e um esforço decisivo para a compreensão da sua mensagem (v. 8). Durante sete dias, seis horas por dia, Esdras leu o livro da lei (vv. 3,18). Uma das principais evidências de um avivamento bíblico entre o povo de DEUS é a grande fome de ouvir e ler a Palavra de DEUS.
    8.6 INCLINARAM-SE E ADORARAM O SENHOR. Este capítulo da Bíblia descreve um dos maiores cultos de adoração ao Senhor, de todos os tempos. DEUS deseja a adoração do seu povo e o conclama a adorá-lo continuamente (cf. Sl 29.2; 96.9).
    8.7 ENSINAVAM AO POVO NA LEI. Por meio de Esdras e dos levitas, vemos o que deve acontecer sempre que a Palavra de DEUS for ministrada aos fiéis. Muitos dos que voltaram do exílio, já não entendiam o hebraico, uma vez que o seu idioma era agora o aramaico.
    Por isso, quando as Escrituras eram lidas em hebraico, um grupo de homens dedicados fazia a interpretação para o aramaico, de tal maneira que os fiéis pudessem compreendê-las a aplicá-las à sua vida. Deste modo, o povo se regozijou "porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber" (v. 12). A Palavra como revelação divina, o arrependimento, o avivamento espiritual e a alegria estão todos potencialmente presentes; eles serão desencadeados pelo ESPÍRITO SANTO, através de mensageiros ungidos que proclamem a Palavra de DEUS, com clareza, poder e convicção.


    RESUMO RÁPIDO
    I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL
    1. Raízes bíblicas da Escola Dominical. DEUS manda Moisés escrever suas palavras, ler perante o povo, ensinar ao povo e ordena que haja ensino em casa de cada um, por parte dos pais, aos filhos.
    2. A origem da Escola Dominical. Com esse nome e organização de hoje nasceu em 1780, criada por Robert Raikes em Gloucester, Inglaterra. No Brasil, ela foi fundada em 21 de Julho de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
    a) O projeto. Raikes organiza professores voluntários e para ensinarem Gramática, Matemática e Bíblia aos meninos de rua.
    :) Semeando lições de vida. Em 4 anos já haviam 250 mil alunos na Inglaterra. Havia mudança comprovada de caráter e de atitude nos alunos.
    3. O que é Escola Dominical. É uma escola que ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos - desde o berçário aos adultos - contemplando todas as faixas etárias.
    II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL
    1. Auxiliar no ensino das Escrituras. Ajuda a educação dada pelos pais, em casa, resolvendo as questões mais difíceis do aprendizado.
    2. Auxiliar na evangelização. É um ótimo veículo de evangelização, desde que orientado pelos professores e dirigentes da mesma. Deve-se praticar evangelismo após as aulas de EBD, convidando pessoas que não são ainda salvas para comparecerem à igreja e à EBD.
    3. Auxiliar no discipulado. Ótimo meio de discipulado, principalmente na classe de discipulado, sempre visitada pelo pastor da igreja.
    III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA
    1. As crianças são bem instruídas. Personalidade humana é definida até aos sete anos."Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele".
    2. A juventude é prevenida contra o pecado. Nossos jovens devem freqüentar assiduamente a Escola Dominical, pois aqui são alertados contra todos os males tão característicos de uma sociedade sem DEUS aprendidos hoje nos colégios, na TV e na Internet.
    3. Os adultos frutificam. Adultos que não tiveram base bíblica antes, agora são novos convertidos e precisam de ajuda.



    HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL
    Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil.
    Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855,no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.



    HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO
    As origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a geração. Dessa forma a história do ensino bíblico descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical.
    Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus.

    Como esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu.
    Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos.

    A Escola Dominical do nosso tempo nasceu de visão de um homem que, compadecido com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel.
    Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos.
    É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês.
    Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?
    Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional.
    Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.
    No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

    Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto:
    “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”.
    Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de Deus. É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre.
    A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: “Extinga a Escola Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas a metade dos seus membros”. Quem haverá de negar a gravidade de London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues e prestes a morrer.

    A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore (<http://www.cpad.com.br/escoladominical/histori...:)
    A história da Escola Dominical
    Por Ruth Doris Lemos:
    Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

    Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

    A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

    Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

    Por um futuro melhor

    Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

    Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

    O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã.

    Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

    As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço.

    Movimento mundial

    No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

    As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

    A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

    A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

    Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

    No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

    A CPAD e a Escola Dominical
    A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.

    Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral.

    Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre.

    As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera.

    Usava-se o texto bíblico e o comentário das Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.
    Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
    Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
    O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.

    Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
    Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional.

    A PALAVRA DE DEUS (BEP - CPAD)
    Is 55.10,11 “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.”

    A NATUREZA DA PALAVRA DE DEUS.
    A expressão “a palavra de DEUS” (também “a palavra do Senhor”, ou simplesmente “a palavra”) possui várias aplicações na Bíblia.
    (1) Obviamente, refere-se, em primeiro lugar, a tudo quanto DEUS tem falado diretamente.
    (2) Além da fala direta, DEUS ainda falou através dos profetas.
    (3) A mesma coisa pode ser dita a respeito do que os apóstolos falaram no NT.
    (4) Além disso, tudo quanto JESUS falava era palavra de DEUS, pois Ele, antes de tudo, é DEUS (Jo 1.1,18; 10.30; 1Jo 5.20).
    (5) A palavra de DEUS é o registro do que os profetas, apóstolos e JESUS falaram, i.e., a própria Bíblia. No NT, quer um escritor usasse a expressão “Moisés disse”, “Davi disse”, “o ESPÍRITO SANTO diz”, ou “DEUS diz”, nenhuma diferença fazia (ver At 3.22; Rm 10.5,19; Hb 3.7; 4.7); pois o que estava escrito na Bíblia era, sem dúvida alguma, a palavra de DEUS.
    (6) Mesmo não estando no mesmo nível das Escrituras, a proclamação feita pelos autênticos pregadores ou profetas, na igreja de hoje, pode ser chamada a palavra de DEUS.
    (a) Pedro indicou que, a palavra que seus leitores recebiam mediante a pregação, era palavra de DEUS (1Pe 1.25), e Paulo mandou Timóteo “pregar a Palavra” (2Tm 4.2). A pregação, porém, não pode existir independentemente da Palavra de DEUS. Na realidade, o teste para se determinar se a palavra de DEUS está sendo proclamada num sermão, ou mensagem, é se ela corresponde exatamente à Palavra de DEUS escrita.
    (:) O que se diz de uma pessoa que recebe uma profecia, ou revelação, no âmbito do culto de adoração (1Co 14.26-32)? Ela está recebendo, ou não, a palavra de DEUS? A resposta é um “sim”. Paulo assevera que semelhantes mensagens estão sujeitas à avaliação por outros profetas. Todavia, há a possibilidade de tais profecias não serem palavra de DEUS (ver 1Co 14.29). É somente em sentido secundário que os profetas, hoje, falam sob a inspiração do ESPÍRITO SANTO; sua revelação jamais deve ser elevada à categoria da inerrância (ver 1Co 14.31).

    O PODER DA PALAVRA DE DEUS.
    A palavra de DEUS permanece firme nos céus (Sl 119.89; Is 40.8; 1Pe 1.24,25). Não é, porém, estática; é dinâmica e poderosa (cf. Hb 4.12), pois realiza grandes coisas (55.11).
    (1) A palavra de DEUS é criadora.
    (2) A palavra de DEUS sustenta a criação.
    (3) A palavra de DEUS tem o poder de outorgar vida nova.
    (4) A palavra de DEUS também libera graça, poder e revelação, por meio dos quais os crentes crescem na fé e na sua dedicação a JESUS CRISTO.
    (5) A palavra de DEUS é a arma que o Senhor nos proveu para lutarmos contra Satanás (Ef 6.17; cf.Ap 19.13-15).
    (6) Finalmente, a palavra de DEUS tem o poder de nos julgar.

    NOSSA ATITUDE ANTE A PALAVRA DE DEUS.
    A Bíblia descreve, em linguagem clara e inconfundível, como devemos proceder quanto a palavra de DEUS em suas diferentes expressões:
    (A) Devemos ansiar por ouvi-la (1.10; Jr 7.1,2; At 17.11).
    (:) Procurar compreendê-la (Mt 13.23).
    (C) Louvar, no Senhor, a palavra de DEUS (Sl 56.4,10).
    (D) Amá-la (Sl 119.47,113).
    (E) Dela fazer a nossa alegria e deleite (Sl 119.16,47).
    (F) Aceitar o que a palavra de DEUS diz (Mc 4.20; At 2.41; 1Ts 2.13).
    (G) Ocultá-la nas profundezas de nosso coração (Sl 119.11).
    (H) Confiar nela (Sl 119.42).
    (I) Colocar a nossa esperança em suas promessas (Sl 119.74,81,114; 130.5).
    (J) Obedecer ao que ela ordena (Sl 119.17,67; Tg 1.22-24).
    (K) Viver de acordo com seus ditames (Sl 119.9).

    DEUS conclama os que ministram a palavra (cf. 1Tm 5.17) a:
    (A) Manejá-la corretamente (2Tm 2.15),
    (:) Pregá-la fielmente (2Tm 4.2).
    Todos os crentes são convocados a proclamarem a palavra de DEUS por onde quer que forem (At 8.4).

    A Família e a Escola Bíblica Dominical - Escrito por Margarida Barros - >http://www.ibalmada.org/a-familia-e-a-escola-b...;
    Deuteronômio 6:1-25
    A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a a vida pessoal e crescendo cada dia mais. A Palavra de Deus é fonte de vida para as pessoas. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.

    A importância dos Pais na EBD.

    “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. Provérbios 22:6

    A Escola Bíblica Dominical é uma oportunidade única de estudar a Bíblia, aplicando-a a vida pessoal e adequando a Palavra de Deus a cada idade. É, por isso, um instrumento de crescimento espiritual para toda a família.
    Os filhos precisam de alimento espiritual e têm que ser ensinados no caminho do Senhor e instruídos no caráter de Deus. Precisam aprender que toda a vida deve estar centrada em Deus. Os pais têm um papel importantíssimo no acompanhamento da vida espiritual dos filhos.
    Faz parte da responsabilidade dos pais:
    1º - Dar o exemplo
    O exemplo é um bom meio de comunicação. Quando os pais desprezam a igreja e o ensino bíblico, estão a comunicar aos filhos que isto não tem grande importância.
    Não “peça desculpa” por ser cristão. Não dê a entender que ir à igreja é um dever ou uma obrigação para si, mas que é um lugar de comunhão com DEUS, de aprender de DEUS, de adorar a DEUS.. Não mostre o Cristianismo como uma opção, e ainda por cima de pouco interesse, mas algo fundamental para a vida. Não falte. Participe. Estude. Envolva-se.
    2ª - Ajudar os filhos
    A participação ativa dos pais é fundamental, ajudando-os a estudarem a lição, a memorizarem os versículos, a participarem nos questionários ou tarefas da EBD, a serem obedientes e a respeitarem os professores e o tempo da EBD como uma coisa importante para a vida deles.
    3º - Acompanhar
    Pergunte o que é que os seus filhos estudaram e o que é que aprenderam e de que gostaram mais… responda às perguntas que lhes fizerem. Ajude-os, durante a semana, nas leituras da Bíblia, no estudo da lição, na aprendizagem dos versículos e nas tarefas de aplicação bíblica. Ensine os seus filhos a orarem pelo professor da Escola Bíblica Dominical e a ter amor pela igreja.
    4º Valorizar a EBD
    Considere a Escola Bíblica Dominical como uma ESCOLA importante para o desenvolvimento espiritual e moral dos seus filhos. Transmita esse espírito positivo e de valor aos filhos, com entusiasmo e alegria. Assim como transmite a importância do bom empenho nos estudos seculares dos seus filhos, do mesmo modo deve valorizar o seu desenvolvimento espiritual e zelo pela aprendizagem dos princípios bíblicos, tendo esses como mais importantes e superiores em tudo aos seculares.
    5º Não faltar
    Por sua culpa, as crianças ficam a perder aulas importantíssimas para seu futuro espiritual. Não acompanham, não sabem, não ganham prêmios, não se habituam ao ambiente, não se introduzem no grupo e por isso não fazem amigos na igreja. Não conhecem a Bíblia, não sabem nada sobre a vontade de Deus para as suas vidas, não têm referências morais e espirituais. Desmotivam-se e depois não querem ir ou participar. Vá com os seus filhos à Escola Bíblica Dominical regularmente.
    6º Não chegar tarde
    Deus é muito mais importante do que mais meia hora na cama. Habitue-se a chegar na hora, por respeito a Deus e aos seus irmãos em Cristo. Chegue com seu filho na hora. De outra maneira, perturba as classes e as crianças perdem o seguimento e o ambiente descontraído das atividades iniciais que normalmente têm como alvo despertar o interesse.
    7º Ter atenção e cuidado
    O cuidado e a atenção dos pais na preparação para o Domingo é muito importante. Preocupe-se em ajudar a criança a levar a Bíblia, a revista, a oferta e a ter todo cuidado com esses. O ideal seria arrumar uma pasta própria para a EBD tal como tem para a escola secular, onde se podem colocar todos os materiais preparados para levar à igreja.

    INTERAÇÃO
    Professor, o que a Escola Dominical significa para você? Nas palavras do pastor Antonio Gilberto "a Escola Dominical é a escola de ensino bíblico da Igreja, que evangeliza enquanto ensina, conjugando assim os dois lados da comissão de JESUS à Igreja conforme Mateus 28.20 e Marcos 16.15. Ela não é uma parte da Igreja; é a própria Igreja ministrando ensino bíblico metódico". Milhões e milhões de vidas são discipuladas nos bancos da Escola Dominical. É, sem dúvida, a maior agência de serviço voluntário em todo território nacional. E você, prezado professor, deve se orgulhar por fazer parte desta seleta equipe.

    OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Conhecer a origem da Escola Dominical.
    Apreender as finalidades da Escola Dominical.
    Compreender o quanto a Escola Dominical fortalece a família.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Professor, sugerimos a reprodução do esquema da abaixo para lhe auxiliar na ministração do primeiro tópico da lição. É importante analisar a metodologia que Raikes usou para popularizar a Escola Dominical - Acompanhamento do desenvolvimento do trabalho e divulgação dos resultados. Bem como conhecer o forte compromisso social que ele tinha com as crianças. Explique à classe que a Escola Dominical, como a conhecemos, nasceu com crianças e para crianças. Com esse trabalho, apesar de existir instituições de ensino em outras regiões, o modelo moderno de Escola Dominical foi propalado e popularizado por Robert Raikes. Boa aula.

    ALGUNS FATOS HISTÓRICOS
    Primeira ação da Escola Dominical 20/07/1780
    Robert Raikes estabeleceu os seguintes compromissos: Experimentar por três anos o trabalho em andamento; Em seguida, ele divulgaria ao mundo os frutos da Escola Dominical. Publicação em jornal do impacto do novo trabalho na vida das crianças 03/11/1783. As igrejas passaram a dar apoio ao trabalho de Raikes. A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais enchiam-se de crianças. A data de 3 de Novembro de 1783 é então considerada o dia natalício da Escola Dominical. Antes de Raikes já havia reuniões semelhantes a da Escola Dominical. No entanto, quem popularizou e dinamizou o movimento foi Robert Raikes. E o atual sistema de escola pública inspirou-se no movimento da Escola Dominical.

    PALAVRA-CHAVE - ESCOLA - Estabelecimento público ou privado onde se ministra, sistematicamente, ensino coletivo.

    RESUMO DA LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
    I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL
    1. Raízes bíblicas da Escola Dominical.
    2. A origem da Escola Dominical.
    a) O projeto.
    :) Semeando lições de vida.
    3. O que é Escola Dominical.
    II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL
    1. Auxiliar no ensino das Escrituras.
    2. Auxiliar na evangelização.
    3. Auxiliar no discipulado.
    III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA
    1. As crianças são bem instruídas.
    2. A juventude é prevenida contra o pecado.
    3. Os adultos frutificam.

    SINOPSE DO TÓPICO (1) A Escola Dominical ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos contemplando as respectivas faixas etárias - do berçário aos adultos.
    SINOPSE DO TÓPICO (2) Auxiliar no ensino das Escrituras, na evangelização e no discipulado, são algumas das finalidades da Escola Dominical
    SINOPSE DO TÓPICO (3) - Na Escola Dominical as crianças são instruídas, a juventude é prevenida contra o pecado e os adultos são incentivados a frutificarem na obra do Senhor.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Educação Cristã
    "DIRETIVAS BÍBLICAS [O ensino às crianças]
    A revelação de DEUS exige uma resposta pessoal de cada um dos Seus filhos. O que as Escrituras nos mandam fazer em nosso ministério com crianças?
    MATEUS 28.19-20: O imperativo nesta passagem é claro: 'Fazei discípulos' (ARA). Quando formos, temos de ensinar a Palavra de DEUS a todas as pessoas inclusive crianças. As implicações contidas neste texto são (a) evangelizar (falar do Evangelho a todas as pessoas) e (:) discipular (ajudar cada crente a crescer em CRISTO para ser um fazedor de discípulos). Isto pode ser feito eficientemente com crianças se estas forem educadas da maneira correta.
    [...] 2 Timóteo 2.2: Paulo descreve o ministério da multiplicação que tem de acontecer ao longo de toda geração para que a fé cristã seja ensinada até que JESUS venha. Os líderes cristãos precisam equipar os professores e pais em cada faceta do ministério com crianças, de forma que o ensino correto aconteça ao nível de cada aluno. Assim, o ciclo de evangelismo estará completo agora o discípulo torna-se fazedor de discípulo" (GANGEl, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp.119-20.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Histórico
    "A ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL
    A Escola Dominical teve seu início entre nós em 19 de agosto de 1855 na cidade de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. O fundador foi o missionário Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton Kalley, da Igreja Congregacional. Eram escoceses. Ele fora um médico ateu. Depois foi salvo sob circunstâncias especiais, e chamado por DEUS, entregou-se à obra missionária. Na primeira reunião, na data acima, a freqüência foi de cinco crianças... Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, o crescimento da Escola Dominical tem sido maravilhoso.
    Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana.
    A. Remontando ao passado, as primeiras reuniões de instrução bíblica no Brasil, do ponto de vista evangélico, ocorreram durante a permanência aqui, dos crentes calvinistas que desembarcaram na Guanabara em 1557. Nessa ocasião realizaram o primeiro culto evangélico em terras do continente americano, em 10 de março do mesmo ano.
    B. A segunda fase de tais reuniões deu-se durante o domínio holandês no Nordeste, a partir de 1630, por crentes da Igreja Reformada Holandesa, quando vários núcleos evangélicos foram estabelecidos naquela região. Na mesma época foram realizados cultos na Bahia, por ocasião da primeira invasão holandesa. tudo isso cessou com o fim dos mencionados domínios e a feroz campanha de extinção movida pela Igreja Romana de então.
    C. Mas em 1855, a Escola Dominical veio para ficar. E ficou! E avançou como fogo em campo aberto, impelida pelo zelo de milhares de seus obreiros, inflamados pelo ESPÍRITO SANTO!
    Sim, desde então, vem a Escola Dominical crescendo sempre entre todas as denominações, e onde quer que estas cheguem, a Escola Dominical é logo implantada produzindo sem demora seus excelentes resultados na vida dos alunos, na Igreja, no lar, na comunidade, e refletindo tudo isso na nação inteira.
    Foi assim o começo da Escola Dominical - começo de um dos mais poderosos avivamentos da história da Igreja" GIlBERTO, Antonio. Manual da Escola Dominical. 40. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.135-36).

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    GANGEl, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
    GIlBERtO, Antonio. Manual da Escola Dominical. 40. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

    SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.41.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 11 - A FAMÍLIA E A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    “Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus ____________________________________ que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e __________________________________, e temam ao SENHOR, vosso DEUS, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta ___________________________________” (Dt 31.12).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    A Escola Dominical contribui __________________________________________________- _ para a formação _________________________________, moral, cultural e _________________________________ da família.

    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    3- A Escola Dominical é a maior e mais acessível agência de educação religiosa da igreja. Qual seu objetivo?
    ( ) O seu principal objetivo é levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a aprender e a praticar a Palavra de DEUS.
    ( ) O seu principal objetivo é levar as crianças, adolescentes, jovens e adultos a estudar e a saber sobre a Palavra de DEUS.
    ( ) É um fator determinante na formação espiritual, moral, social e cultural das famílias.
    ( ) A Escola Dominical, quando bem estruturada, torna-se um dos meios mais eficazes de evangelização.

    I. A ORIGEM DA ESCOLA DOMINICAL
    4- Quais a raízes bíblicas da Escola Bíblica Dominical, segundo o pastor Antonio Gilberto? Complete:
    Conforme ensina-nos o pastor Antonio Gilberto em seu Manual da Escola Dominical, esse educandário tem as suas ____________________________ desde o Antigo testamento, passando por __________________________ (Dt 6.7; 11.18,19; 31.12,13), pela época dos __________________________________, reis e profetas de Israel (Dt 24.8; 1 Sm 12.23; Jr 18.18; 2 Cr 15.3; 17.7-9), durante e após o ______________________________ babilônico (Ne 8), chegando aos dias de _____________________, sendo Ele o Mestre dos mestres (Mc 2.1,2; 6.2,6,34; 12.35; Lc 5.17; 24.27) e da ________________________________ do primeiro século até os nossos dias (Mc 6.30; At 5.21,41,42).

    5- Qual a origem da Escola Dominical?
    ( ) A fase moderna da Escola Dominical, assim como a conhecemos, teve início em um Domingo de 1750.
    ( ) A fase moderna da Escola Dominical, assim como a conhecemos, teve início em um Domingo de 1780.
    ( ) O jornalista britânico, Robert Raikes, desejava escrever um editorial sobre a melhoria do sistema carcerário de sua cidade.
    ( ) Ao perceber que muitas crianças ficavam na rua falando palavrões e brigando, mudou de idéia e escreveu sobre como levar aqueles meninos à igreja, visando alfabetizá-los e evangelizá-los.
    ( ) A maioria das crianças não sabia ler nem escrever, pois durante a semana eram forçadas a trabalhar em fábricas; algo bem comum durante a Revolução Industrial.
    ( ) No domingo, perambulavam pelas ruas.

    6- Qual o projeto de Raikes para a EBD?
    ( ) Raikes divulgou o projeto de alfabetizar as crianças, ensinando-lhes Inglês, História e a Bíblia.
    ( ) Raikes divulgou o projeto de alfabetizar as crianças, ensinando-lhes gramática, matemática e a Bíblia.
    ( ) Apelou às pessoas a fim de que, voluntariamente, ajudassem-no a tirar as crianças das ruas, educando-as nos lares e na igreja.
    ( ) As professoras voluntárias, além de alfabetizá-las, ensinavam-lhes noções de ética, moral e histórias bíblicas.
    ( ) Era uma verdadeira educação integral.

    7- Quatro anos depois, após espalhar-se por várias cidades, qual era a situação da EBD?
    ( ) A Escola Dominical já contava com 150 mil alunos.
    ( ) A Escola Dominical já contava com 250 mil alunos.
    ( ) A Escola Dominical já contava com 350 mil alunos.

    8- Quando e por quem foi fundada a EBD no Brasil?
    ( ) No Brasil, ela foi fundada em 19 de agosto de 1755 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
    ( ) No Brasil, ela foi fundada em 21 de Julho de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.
    ( ) No Brasil, ela foi fundada em 19 de agosto de 1855 pelo casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley.

    9- O que é Escola Dominical?
    ( ) É o menor e o mais importante trabalho que é realizado na igreja.
    ( ) É uma escola que ministra o ensino da Palavra de DEUS de forma acessível a todos os alunos - desde o berçário aos adultos - contemplando todas as faixas etárias.
    ( ) A Escola Dominical é gratuita e conta com o apoio de homens e mulheres que, voluntariamente, lecionam a Palavra de DEUS.
    ( ) É o maior trabalho que se pode realizar na igreja.
    ( ) Os seus professores e organizadores não têm qualquer retorno financeiro a não ser a alegria de saber que são instrumentos de DEUS para abençoar vidas através do ensino da Bíblia Sagrada.
    ( ) Os que exercem este ministério sabem que esta é a maior recompensa.

    II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL
    10- Por que a EBD é auxiliar no ensino das Escrituras?
    ( ) O ensino bíblico sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado material e social para toda a família.
    ( ) O ensino bíblico sistemático, e por faixas etárias, é de grande significado espiritual e moral para toda a família.
    ( ) Tem de ser ministrado por pessoas maduras que amem comunicar a Palavra de DEUS, pois, como instrui-nos o apóstolo Paulo, se o nosso ministério "é ensinar, haja dedicação ao ensino".
    ( ) A família é beneficiada quando o ensino alcança os objetivos propostos na formação cristã de todos os seus membros.
    ( ) Não há dúvidas de que a Escola Dominical é o melhor lugar para isso.

    11- Por que a EBD é auxiliar na evangelização?
    ( ) É desejável que a Escola Dominical resgate este supremo objetivo: evangelizar.
    ( ) É desejável que a Escola Dominical resgate este supremo objetivo: ensinar.
    ( ) Uma classe pode incumbir-se de levar convites aos descrentes para virem à igreja no domingo seguinte, ou para o culto vespertino.
    ( ) Uma gincana pode ser realizada, concedendo pontos às classes que trouxerem mais visitantes não convertidos à Escola Dominical.
    ( ) Tal iniciativa é uma ótima forma de apresentarmos o Evangelho aos que ainda não receberam a CRISTO.

    12- Por que a EBD é auxiliar no discipulado?
    ( ) JESUS mandou fazer membros e congregados e não necessariamente discípulos.
    ( ) JESUS mandou fazer discípulos e não prioritariamente membros e congregados.
    ( ) Por esse motivo, os que aceitam a CRISTO devem ser eficazmente discipulados.
    ( ) Nesse sentido, a Escola Dominical desempenha um importante e insubstituível papel.
    ( ) Portanto, que haja classes de discipulado para as crianças, adolescentes, jovens e adultos.
    ( ) Mas acima de tudo, não nos esqueçamos de que, como discípulos de CRISTO, a nossa a vida é um permanente discipulado.

    III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMÍLIA
    13- Por que as crianças devem ser bem instruídas na EBD?
    ( ) Dizem os estudiosos que a personalidade humana é definida até aos três anos.
    ( ) Dizem os estudiosos que a personalidade humana é definida até aos sete anos.
    ( ) O que aprendemos nessa fase, refletirá decisivamente em nosso desenvolvimento psíquico, emocional, afetivo e social, influenciando-nos por toda a vida.
    ( ) Nesse aspecto, advertem-nos as Sagradas Escrituras: "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele".
    ( ) Por conseguinte, a Escola Dominical ajuda, e muito, no desenvolvimento da personalidade infantil, pois encaminha cada criança no aprendizado cristão.

    14- A juventude é vítima de muitas brutalidades sociais: álcool, drogas, sexo ilícito, delinqüência, etc. Como a EBD pode prevenir a juventude contra o pecado?
    ( ) Por isso mesmo, nossos jovens devem freqüentar assiduamente a Escola Dominical, pois aqui são alertados contra todos esses males tão característicos de uma sociedade sem DEUS.
    ( ) O salmista oferece um caminho seguro para que o jovem previna-se contra os males desse tempo: "Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra".
    ( ) O salmista oferece um caminho seguro para que o jovem previna-se contra os males desse tempo: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida...".

    15- Como os adultos frutificam através da EBD? Complete:
    Por aceitar a CRISTO na idade ________________________________ e não haver recebido uma sólida formação espiritual e moral durante a infância e juventude, há crentes que acabam não formando uma ___________________________________ clara e madura da vida cristã. A Escola Dominical, todavia, está apta a ajudá-los a formar o seu ______________________________________ cristão e estimulando-os à leitura da Bíblia Sagrada e à prática da vida cristã em seu dia a dia (Jo 5.39).
    Assim, os adultos tornam-se aptos a dar muitos _________________________ na obra do Senhor (Jo 15.1-16).

    CONCLUSÃO
    16- Complete:
    Nenhuma instituição de ensino tem efeito tão ____________________________ sobre a família como a Escola Dominical. Nos países onde ela é valorizada, sempre há testemunhos de pessoas que se tornaram ________________________ à sociedade e ao mundo. Portanto, a igreja precisa valorizar a Escola Dominical: a maior escola de formação __________________________________ do mundo. Os que são assíduos na Escola Dominical __________________________________ o ensino da Bíblia, e passam a ter uma conduta pautada nos princípios elevados da ______________________________ de DEUS.

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

  • LIÇÃO 10 - A NECESSIDADE E A URGÊNCIA DO CULTO DOMÉSTICO

    LIÇÃO 10 - A NECESSIDADE E A URGÊNCIA DO CULTO DOMÉSTICO
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    "E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te" (Dt 11.19).

    VERDADE PRÁTICA
    Se não nos voltarmos com urgência à prática do culto doméstico, nossas famílias não poderão resistir às investidas das trevas nestes últimos dias. A adoração no lar é imprescindível.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Dt 4.9 Guardando o ensino em família
    Terça - Hb 4.12 A eficácia da Palavra de DEUS
    Quarta - Pv 22.6 O ensino desde a tenra idade
    Quinta - Êx 20.12 Honrar pai e mãe
    Sexta - Ef 6.4 Pais ensinando a Palavra
    Sábado - 2 Tm 3.14,15 Permanecendo na Palavra de DEUS

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Deuteronômio 11.18-21; 2 Timóteo 3.14-17
    18 Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por testeiras entre os vossos olhos, 19 e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te; 20 e escreve-as nos umbrais de tua casa e nas tuas portas, 21 para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o SENHOR jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra.

    14 Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. 15 E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS. 16 Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, 17 para que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.
    2 Timóteo 1.13 Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e na caridade que há em CRISTO JESUS.
    2 Timóteo 2.2 E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
    As "sãs palavras" são a revelação original e fundamental de CRISTO e dos apóstolos; as doutrinas bíblicas ensinadas a Timóteo por Paulo. Timóteo devia conservar essas verdades com fé em JESUS CRISTO e amor a Ele; nunca apartar-se delas, e não comprometê-las, mesmo se sua fidelidade para com elas importasse em sofrimento, rejeição, humilhação e zombaria. Hoje, nalgumas igrejas, a idéia popular em moda é enfatizar que é a experiência, e não a doutrina, o que mais importa. As Epístolas Pastorais de Paulo contradizem firmemente tal coisa (cf. 4.3; 1 Tm 1.10; 6.3; Tt 1.9,13; 2.1,2,8).
    A palavra "sofrer" (gr. hupomeno) aqui, significa suportar. Aqueles que perseverarem e permanecerem firmes na fé, até o fim, viverão (v. 11; Mt 10.22; 24.13) e reinarão com CRISTO (4.18; Ap 20.4). CRISTO rejeitará, no dia do juízo, aqueles que não perseveraram e os que o negaram por palavras ou ações (cf. 2.12; Mt 10.33; 25.1-12).

    Dt 6.7 - E AS INTIMARÁS AOS TEUS FILHOS. Uma forma vital de expressar amor a DEUS (v. 5) é cuidar do bem-estar espiritual dos filhos e esforçar-nos para levá-los a um real relacionamento com DEUS.
    (1) O ensino da Palavra de DEUS aos filhos deve ser uma tarefa altamente prioritária dos pais (cf. Sl 103.13; ver Lc 1.17; 2 Tm 3.3; ver o estudo PAIS E FILHOS).
    (2) O ensino das coisas de DEUS deve partir do lar, e nisso, tanto o pai como a mãe deve participar. Cultuar a DEUS no lar não é uma opção; pelo contrário, é um mandamento direto do Senhor (vv. 7-9; Êx 20.12; Lv 20.9; Pv 1.8; 6.20; cf. 2 Tm 1.5).
    (3) O propósito da instrução bíblica pelos pais é ensinar os filhos a temer ao Senhor, a andar em todos os seus caminhos, a amá-lo e ser-lhe grato e a servi-lo de todo o coração e alma (10.12; Ef 6.4).
    (4) O crente deve proporcionar sabiamente aos seus filhos uma educação teocêntrica, em que tudo se rela-cione com DEUS e às suas coisas (cf. 4.9; 11.19; 32.46; Gn 18.19; Êx 10.2; 12.26,27; 13.14-16; Is 38.19)

    “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”
    (Pv 22.6).
    22.6 INSTRUI O MENINO NO CAMINHO EM QUE DEVE ANDAR. Os pais devem comprometer-se a ensinar e disciplinar seus filhos de modo agradável a Deus (cf. v. 15; 13.24; 19.18; 23.13,14; 29.17). (1) A palavra hebraica para "instruir" significa "dedicar". Assim sendo, o ensino bíblico no lar tem como propósito a dedicação dos nossos filhos a Deus, o que é possível, separando-os das influências malignas deste mundo e instruindo-os nas coisas de Deus. A mesma palavra original também pode significar "gostar de". Os pais devem, pois, motivar seus filhos a buscarem a Deus, e assim desfrutarem de experiências espirituais que nunca se esquecerão. (2) "Não se desviará dele". O princípio geral é que uma criança devidamente ensinada pelos pais, nos caminhos do Senhor, não se afastará desses caminhos. Contudo, não se trata aqui de uma garantia absoluta de que todos os filhos de pais salvos permaneçam fiéis ao Senhor e à sua Palavra. Em meio a uma geração ímpia como a atual, em que até dentro das igrejas deparamos com infiéis, os filhos de crentes podem ser influenciados a ponto de pecarem e de cederem diante das tentações (ver Ez 14.14-20, onde Deus fala de uma apostasia tão grande que até mesmo homens justos como Noé, Daniel e Jó não preservariam seus próprios filhos e filhas).

    O culto doméstico, além de desenvolver na criança o princípio da adoração a Deus, sedimenta em nossos filhos os verdadeiros valores morais.
    2 Cr 26.4 Valores adquiridos dos pais
    E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme tudo o que fizera Amazias, seu pai.
    UZIAS. O reinado de Uzias divide-se em duas etapas: os anos em que ele buscou ao Senhor, e os anos em que foi infiel ao Senhor. A Bíblia não deixa dúvida que buscar ao Senhor resulta em bênçãos e ajuda, ao passo que deixar de buscar a Deus resulta em fracasso espiritual e sofrimento (ver vv. 5-7 e 16-20; ver 15.2).

    Dt 6.6,7 Ensinar aos filhos: responsabilidade dos pais
    6 E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; 7 e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te.
    6.6 ESTAS PALAVRAS... ESTARÃO NO TEU CORAÇÃO. O firme propósito de Deus é que sua Palavra esteja no coração do seu povo (cf. Sl 119.11; Jr 31.33). Paulo declara explicitamente: "A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria" (Cl 3.16; cf. 2 Tm 3.15-17). Esse preceito somente pode ser cumprido se, diária e continuamente, examinarmos as Escrituras (Sl 119.97-100; Jo 8.31,32). Uma maneira de fazer isso é ler o NT todo duas vezes por ano, e o AT uma vez por ano (cf. Is 29.13; ver Tg 1.21)
    6.7 E AS INTIMARÁS AOS TEUS FILHOS. Uma forma vital de expressar amor a Deus (v. 5) é cuidar do bem-estar espiritual dos filhos e esforçar-nos para levá-los a um real relacionamento com Deus. (1) O ensino da Palavra de Deus aos filhos deve ser uma tarefa altamente prioritária dos pais (cf. Sl 103.13; ver Lc 1.17 nota; 2 Tm 3.3). (2) O ensino das coisas de Deus deve partir do lar, e nisso, tanto o pai como a mãe deve participar. Cultuar a Deus no lar não é uma opção; pelo contrário, é um mandamento direto do Senhor (vv. 7-9; Êx 20.12; Lv 20.9; Pv 1.8; 6.20; cf. 2 Tm 1.5). (3) O propósito da instrução bíblica pelos pais é ensinar os filhos a temer ao Senhor, a andar em todos os seus caminhos, a amá-lo e ser-lhe grato e a servi-lo de todo o coração e alma (10.12; Ef 6.4). (4) O crente deve proporcionar sabiamente aos seus filhos uma educação teocêntrica, em que tudo se relacione com Deus e às suas coisas (cf. 4.9; 11.19; 32.46; Gn 18.19; Êx 10.2; 12.26,27; 13.14-16; Is 38.19)

    Dt 11.19 Ensinando diligentemente
    e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te;

    2 Tm 1.5; 3.15 O culto doméstico produz sabedoria
    1.5 trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.
    3.15 E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

    Pv 22.6 Culto doméstico: resistência ao pecado
    Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele.
    22.6 INSTRUI O MENINO NO CAMINHO EM QUE DEVE ANDAR. Os pais devem comprometer-se a ensinar e disciplinar seus filhos de modo agradável a Deus (cf. v. 15; 13.24; 19.18; 23.13,14; 29.17). (1) A palavra hebraica para "instruir" significa "dedicar". Assim sendo, o ensino bíblico no lar tem como propósito a dedicação dos nossos filhos a Deus, o que é possível, separando-os das influências malignas deste mundo e instruindo-os nas coisas de Deus. A mesma palavra original também pode significar "gostar de". Os pais devem, pois, motivar seus filhos a buscarem a Deus, e assim desfrutarem de experiências espirituais que nunca se esquecerão. (2) "Não se desviará dele". O princípio geral é que uma criança devidamente ensinada pelos pais, nos caminhos do Senhor, não se afastará desses caminhos. Contudo, não se trata aqui de uma garantia absoluta de que todos os filhos de pais salvos permaneçam fiéis ao Senhor e à sua Palavra. Em meio a uma geração ímpia como a atual, em que até dentro das igrejas deparamos com infiéis, os filhos de crentes podem ser influenciados a ponto de pecarem e de cederem diante das tentações (ver Ez 14.14-20, onde Deus fala de uma apostasia tão grande que até mesmo homens justos como Noé, Daniel e Jó não preservariam seus próprios filhos e filhas).

    Sl 1 Os vencedores e os vencidos
    1 Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. 5 Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá.
    1.1 BEM-AVENTURADO O VARÃO. O Sl 1 serve como introdução a todo o livro dos Salmos. Ele contrasta os dois únicos tipos de pessoas do ponto de vista de Deus, tendo cada tipo um conjunto distintivo de princípios de vida: (1) os justos, que são caracterizados pela retidão, pelo amor, pela obediência à Palavra de Deus e pela separação do mundo (vv. 1,2); e (2) os ímpios, que representam o modo de ser e as idéias do mundo, que não permanecem na Palavra de Deus, e que por isso não têm parte na assembléia do povo de Deus (vv. 4,5). Deus conhece e abençoa o justo, mas o ímpio não tem parte no Reino de Deus (1 Co 6.9) e perecerá (v. 6). A separação
    entre esses dois grupos de pessoas existirá no decurso da história da redenção e continuará na eternidade.
    1.1 QUE NÃO ANDA SEGUNDO O CONSELHO DOS ÍMPIOS. O primeiro versículo do livro dos Salmos ressalta a distinção entre os justos e os ímpios. Os crentes verdadeiros podem ser conhecidos pelas coisas que praticam, pelos lugares que freqüentam e pelas pessoas com as quais convivem. Ninguém pode experimentar a bênção de Deus sem evitar as coisas danosas ou destrutivas.
    1.2 TEM O SEU PRAZER NA LEI DO SENHOR. Os santos de Deus não somente evitam o mal, como também edificam a sua vida em torno das palavras do Senhor. Procuram obedecer à vontade de Deus porque seus corações realmente têm prazer nos caminhos e mandamentos do Senhor (ver 2 Ts 2.10, onde os ímpios perecem porque não querem amar a verdade). A motivação dos atos dos salvos provém dos seus espíritos e emoções redimidos, conquistados pela verdade de Deus conforme a temos na sua Palavra.
    1.2 NA SUA LEI MEDITA DE DIA E DE NOITE. Aqueles que procuram viver na bênção de Deus, meditam na sua lei (i.e., na sua Palavra), a fim de moldarem seus pensamentos, atitudes e ações. Lêem as palavras das Escrituras, meditam nelas e as comparam com outros trechos bíblicos. Ao meditarem num texto bíblico, vêm às suas mentes perguntas como estas: O Espírito de Deus está aplicando este versículo à minha condição no momento? Há aqui uma promessa para eu buscar? Este texto revela um pecado específico que devo empenhar-me em evitar? Deus está dando-me uma ordem para eu obedecer? Meu espírito está em harmonia com o que o Espírito Santo está dizendo aqui? Este texto revela uma verdade a respeito de Deus, da salvação, do mundo, ou da minha obediência pessoal a Deus, a respeito da qual preciso receber a iluminação do Espírito Santo?
    1.3 RIBEIROS DE ÁGUAS. O resultado, para os que fielmente buscam a Deus e à sua Palavra, é ter vida no Espírito. Uma vez que a água comumente representa o Espírito de Deus (e.g., Jo 7.38,39), os que são instruídos por Deus e guardam a sua Palavra terão em si uma fonte de vida inesgotável da parte do Espírito. A expressão tudo quanto fizer prosperará não significa que o crente nunca terá problemas nem reveses, mas, sim, que o justo conhecerá a vontade de Deus e a sua bênção (ver 3 Jo 2).
    1.4-6 OS ÍMPIOS. O Sl 1 descreve os pecadores impenitentes sob três quadros horríveis: (1) são como a moinha lançada para longe por forças que não conseguem ver (v. 4; ver Ef 2.2 nota); (2) serão condenados na presença de Deus no dia do juízo (v. 5; cf. 76.7; Ml 3.2; Mt 25.31-46; Ap 6.17); (3) perecerão eternamente (v. 6; ver Mt 10.28).

    SALMOS 78.1-8
    1 Escutai a minha lei, povo meu; inclinai os ouvidos às palavras da minha boca. 2 Abrirei a boca numa parábola; proporei enigmas da antiguidade, 3 os quais temos ouvido e sabido, e nossos pais no-los têm contado.4 Não os encobriremos aos seus filhos, mostrando à geração futura os louvores do SENHOR, assim como a sua força e as maravilhas que fez. 5 Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, e ordenou aos nossos pais que a fizessem conhecer a seus filhos, 6 para que a geração vindoura a soubesse, e os filhos que nascessem se levantassem e a contassem a seus filhos; 7 para que pusessem em Deus a sua esperança e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos 8 e não fossem como seus pais, geração contumaz e rebelde, geração que não regeu o seu coração, e cujo espírito não foi fiel para com Deus.

    Professor
    1- Localizar na Bíblia exemplos de pais que cumpriram suas responsabilidades e deveres como sacerdotes de suas famílias.
    2- Destacar a importância do culto doméstico como meio de fortalecer os laços de afeição, amizade e comunhão entre os membros da família.

    I. PAIS CONSCIENTES DO SEU DEVER:
    1. Adão.
    2. Noé.
    3. Abraão.
    4. Os pais de Moisés.
    5. Eunice e Lóide.
    PAIS NEGLIGENTES
    1. A negligência de Ló.
    2. O povo de Israel.


    A IMPORTÂNCIA DO CULTO DOMÉSTICO

    Nosso Lar é nossa Igreja? DEUS tem espaço em nossa casa? Afinal, quem é dono desta casa?
    Devemos sempre nos lembrar de que sem DEUS nossa Família não é Família e sim um aglomerado de pessoas sem disciplina e sem esperança. Façamos, pois de nosso Lar uma casa de DEUS na terra, onde DEUS dita nosso comportamento e nos faz exemplo de Família planejada pelo próprio DEUS.

    I. PAIS CONSCIENTES DO SEU DEVER:
    Os pais devem avaliar cotidianamente sua Família e ver em que se deve mudar para que seu Lar seja morada do ESPÍRITO SANTO.

    Os principais erros cometidos pelos pais:
    *Excesso de conforto material, cuidados e mimos que resultam em uma fraqueza de caráter.
    *Super-proteção que torna os filhos indefesos, dependentes e medrosos diante das pessoas, das situações do dia a dia e da vida.Para crescer de forma sadia, a criança precisa experimentar um pouco mais das frustrações e limites próprios da realidade.
    *Pais ausentes física ou emocionalmente desenvolvem nos filhos sentimento de abandono, de indiferença e personalidade fria de sentimentos.
    *Filhos acostumados a submeterem seus pais a suas vontades, podem se transformar em pessoas egoístas, sem senso de limites às regras da civilidade, ao respeito às autoridades ou aos mais velhos.
    *Ausência de conversas sobre assuntos de família, política, religião e falta de diálogo sobre os problemas da criança, desenvolvem seres analfabetos quanto a temas de sobrevivência atual.
    *A preocupação de alguns pais em somente Ter, em detrimento do Ser, leva os filhos a desenvolverem o mesmo problema. Acabam se transformando em pessoas cegas para os verdadeiros valores da vida.
    *Da mesma forma, pais viciados em drogas, cigarro ou Álcool, por mais que digam ser isso errado, com suas atitudes autorizam que seus filhos desenvolvam os mesmos vícios.

    II. PAIS NEGLIGENTES

    Quanto ao Relacionamento:
    1. Inclinam-se a não ter tanto apoio amoroso, como o controle sobre seus filhos.
    2. Revelam uma atitude descuidada e imatura, reagindo forte demais quando um filho os pressiona ou os irrita.
    3. Tendem a isolar-se de seus filhos recorrendo em demasia a babás, para atender a suas atividades egoísticas.
    4. As crianças são vistas como perturbação, "para serem vistas, não ouvidas"
    5. Roubam dos filhos um dos fatores mais importantes de suas vidas - a abertura emocional.
    6. Quando estão em casa, geralmente não estão ouvindo ou prestando atenção à seus filhos.

    As Quatro Razões da Negligência
    A) A alta taxa de divórcio: As estatísticas mostram que existem mais de treze milhões de crianças em lares de pais separados nos EUA. A maioria dos divórcios requer que os pais trabalhem fora, tendo assim menos tempo para o desenvolvimento emocional de seus filhos. É muito difícil para esses pais, dispensarem tempo para ouvi-los e contatá-los. Entretanto, não é impossível.
    :) O Crescimento do Número de Mães na Força do Trabalho: Mais de 50% das Mães, hoje, estão trabalhando fora. As pressões econômicas e a forte ênfase no argumento de que as mulheres não se realizam nos Lares, têm elevado este índice assustadoramente. Sob esses fatores, as mães estão freqüentemente menos acessíveis a seus filhos.
    C) Excesso de Horas Vendo Televisão ou no computador: Hoje, em cada cinco famílias, quatro possuem pelo menos um aparelho de TV. O problema com a televisão é que, embora as pessoas estejam fisicamente juntas em uma sala, há muito pouca interação significativa e emocional entre elas. Quando os pais negligenciam seus filhos por televisão ou outra atividade como o computador, as crianças têm uma perda emocional equivalente à morte de um genitor. Freqüentemente os filhos se sentem culpados, e crêem que são tão maus. que os pais não tem prazer em estar com eles. Isto reduz na criança o senso do Valor Próprio.
    D) Uma sociedade cada vez mais móvel: Muitas famílias estão se mobilizando, migrando para os grandes centros, abandonando seus parentes, suas raízes sociais, tentando assim alcançar a auto-realização.
    Esta mobilidade priva as crianças do tempo com os pais, bem como do apoio emocional e da facilidade dos contatos com amigos e parentes do endereço anterior. Entretanto, mesmo, que tenhamos de nos mudar, ainda podemos prover para nossos filhos o acesso emocional. Isto pode ser feito separando-se um tempo diariamente para estar com cada um dos filhos, ou juntos como família.

    Quanto aos Atos e Afirmações:
    * Faça sozinho. Você não vê que estou ocupado?"
    * Não! Já tenho compromisso para hoje à norte. Peça à tua mãe para te ajudar."
    * O problema é seu. Eu tenho de ir trabalhar."
    * Que droga! Vocês crianças, não podem tomar mais cuidado com as coisas?"

    Quanto às Reações nos Filhos:
    *Rudeza e desprezo tendem a ferir o espírito da criança, resultando em rebelião.
    *O desprezo ensina a criança que ela não é digna de que se perca tempo com ela.
    *A criança fica insegura, por sentir que seus pais são imprevisíveis.
    *Ela poderá não criar respeito por si mesma, por não Ter sido respeitada e não ter aprendido a controlar-se.
    *Promessas não cumpridas abatem o espírito da criança e rebaixam sua própria valorização
    *A criança tende a ir mal na escola por falta de motivação.

    III. A IMPORTÂNCIA DO CULTO DOMÉSTICO

    O valor do Culto Doméstico
    4.1. Período
    Deve ser feito diariamente: durante 10 a 15 minutos apenas;
    4.2. Procidências
    Providências preliminares: reunir a família e mostrar a necessidade do culto doméstico.
    4.3. Roteiro - pode variar
    1) Cânticos de corinhos ou de hinos de que todos gostem;
    2) Leitura de pequeno trecho da Bíblia: cada dia, um membro da família ler; ou todos lêem alternadamente os versículos (isso ajuda a participação maior);
    3) Um Comentário rápido e significativo pode ser feito, enfatizando os pontos, aplicando-os à vida da família;
    4) Pedidos de Oração: cada um pede por seus problemas e pelos outros;
    5) Oração: uma só, por um membro da família ou fazem oração um após outro;
    4.4. Obstáculos
    1) Desencontros dos horários da família: O pai trabalha em um horário; a mãe trabalha em outro; os filhos saem cedo para a escola; horários desencontrados;
    2) Fadiga: o trabalho e os estudos em excesso conspiram contra o culto doméstico;
    3) Pouca importância: muitos passam horas e horas diante da TV e do computador, mas não encontram tempo para o culto doméstico.
    TUDO ISSO DIFICULTA MAS NÃO DEVE SER USADO COMO DESCULPAS PARA A NÃO REALIZAÇÃO DO CULTO DOMÉSTICO. O Inimigo pode agir nessas coisas.
    É PRECISO COLOCAR O CULTO DOMÉSTICO COMO PRIORIDADE NO LAR. SÓ TRAZ BÊNÇÃOS PARA A FAMÍLIA.
    Os obstáculos podem ser vencidos com o Poder do Espírito Santo e o esforço de todos , principalmente dos líderes do lar (Pai e mãe). Há tempo para tudo (Ec 3.1); Podemos tudo naquele que nos fortalece (Fp 4.13).
    CONCLUSÃO: A adoração a Deus no lar precisa ser valorizada. A avalanche de pecados que são jogados contra os lares, especialmente através da mídia (TV, rádio, literatura pornográfica, etc...) só pode ser derrotada com a família unida em torno do altar da adoração a Deus. É melhor desligar o altar da televisão e acender o ALTAR DA ADORAÇÃO.
    PAI E MÃE: não dêem desculpas que agradem ao inimigo. REALIZEM O CULTO DOMÉSTICO COM SEUS FILHOS. Que Deus nos abençoe (Nm 6.24-26).

    CONCLUSÃO

    “A base da paternidade competente está em ser capaz de colocar-se por trás dos olhos de seu filho, VENDO O QUE ELE VÊ E SENTINDO O QUE ELE SENTE.
    1- Quando ele se sente solitário, precisa de sua companhia;
    2- Quando é desafiador, precisa de sua ajuda para controlar seus impulsos;
    3- Quando tem medo, precisa da segurança do seu abraço;
    4- Quando tem curiosidade, precisa de sua instrução paciente;
    5- Quando está feliz, precisa partilhar seu riso e alegria com os que ama.”

    Quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a Cristo:
    (a) Dediquem seus filhos a Deus no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
    (:) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniqüidade. Incutam neles a consciência da atitude de Deus para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9 nota).
    (c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
    (d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
    (e) Façam saber a seus filhos que Deus está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
    (f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em Cristo, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
    (g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de Deus, se mantém os padrões de retidão e o Espírito Santo se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5).
    (h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para Deus (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com Cristo (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
    (i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no Espírito Santo (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
    (j) Ensinem a seus filhos que Deus os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
    (l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
    (m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
    (n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
    (o) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, nota sobre a oração de Jesus por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).
    (p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).



    VALOR DA ADORAÇÃO A DEUS NO LAR...
    Pr. Elinaldo Renovato de Lima

    INTRODUÇÃO
    No Livro de Gênesis, Cap. 3 e no Salmo 128, encontramos o valor da adoração a Deus no lar. Deus deseja que, em cada lar, haja um ambiente espiritual que honre e glorifique o Seu nome.
    A maioria dos pais crentes não têm percebido a necessidade da adoração no lar, imaginando que só a igreja local atende às necessidades espirituais de sua família. Mas isso é um engano. Meditemos um pouco no assunto.
    I - Deus quer estar presente no lar
    1. No primeiro lar, Deus estava presente.
    Deus visitava; Deus falava; Deus orientava o primeiro casal;
    Enquanto obedeceram à voz de Deus, havia um culto maravilhoso no lar edênico.
    Quando desobedeceram, Satanás prevaleceu.
    HOJE, acontece a mesma coisa: Deus no lar: Harmonia, paz, amor. Deus fora do lar: falta de amor, ciúmes, contendas , brigas; desunião.
    II - Com Deus no lar, A família é feliz
    l. O Pai de família é feliz(Sl 128.1)
    Ele teme a Deus e ANDA nos seus caminhos...
    Adora a Deus; reparte felicidade com os seus;
    É companheiro e amigo dos filhos e da esposa, ajudando-os a serem bons crentes;
    Ele ama a esposa e dá exemplo aos filhos;
    Tem cuidado e zelo pela família (Ver 1 Tm 5.8);
    2. A Mãe, esposa e mulher é feliz(Sl 128.3a)
    Ela é comparada a uma ÁRVORE FRUTÍFERA:
    Dá fruto, dá sombra, dá abrigo, dá aconchego;
    A árvore precisa ser cuidada: amor, zelo, afeto, carinho;
    É diligente (Pv 31.27: é virtuosa (Pv 31.10-11);
    É admirada e elogiada pelo esposo e pelos filhos (Pv 31.28-29).
    3. Os Filhos são abençoados(Sl 128 3:)
    São comparados a PLANTAS DE OLIVEIRAS:
    Dão fruto: Ver Gl 5.22-23;
    Dão azeite (unção do Espírito Santo);
    Dão sombra (amparo, abrigo contra o desconforto );
    As plantas precisam ser regadas, cuidadas: amor, cuidado, afeto, tempo, diálogo.
    4. A Prosperidade no Lar Cristão(Sl 128.2; 4-6; Dt 28)
    Prosperidade em tudo (Sl 1.1-3);
    Bênção na cidade (Dt 28.3a); Bênção no campo (Dt 28.3b-4);
    Bênção na vida doméstica (Dt 28.5,8);
    Bênção dentro e fora de Casa (Dt 28.6; Sl 121.8);
    Bênção diante dos inimigos (Dt 28.7; Sl 23.5);
    Bênção na parte financeira (Dt 28.12).
    III - A ADORAÇÃO A DEUS NO LAR É MANDAMENTO DE DEUS (Dt 11.18-21)
    1. Os pais devem ter a palavra no coração(V. 18)
    Do coração procedem as saídas da vida (Pv 4.21-22);
    A boca fala do que o coração está cheio (Lc 6.45);
    "A morte e a vida estão no poder da língua" (Pv 18.21);
    2. Os pais devem ter a palavra de Deus nas mãos(V. 18)
    As mãos devem ser usadas de acordo com a Palavra de Deus todos os dias;
    O toque das mãos pode conduzir bênçãos com a palavra. Jacó abençoou os netos, tocando neles (Gn 48.8-10;13-16).
    3. Os pais devem ensinar a palavra cuidadosamente(V. 19)
    Ensinar assentado em casa(v 19);
    Ensinar andando pelo caminho;
    Ensinar durante o dia;
    4. O valor do Culto Doméstico
    4.1. Período
    Deve ser feito diariamente: durante 10 a 15 minutos apenas;
    4.2. Procidências
    Providências preliminares: reunir a família e mostrar a necessidade do culto doméstico.
    4.3. Roteiro - pode variar
    1) Cânticos de corinhos ou de hinos de que todos gostem;
    2) Leitura de pequeno trecho da Bíblia: cada dia, um membro da família ler; ou todos lêem alternadamente os versículos (isso ajuda a participação maior);
    3) Um Comentário rápido e significativo pode ser feito, enfatizando os pontos, aplicando-os à vida da família;
    4) Pedidos de Oração: cada um pede por seus problemas e pelos outros;
    5) Oração: uma só, por um membro da família ou fazem oração um após outro;
    4.4. Obstáculos
    1) Desencontros dos horários da família: O pai trabalha em um horário; a mãe trabalha em outro; os filhos saem cedo para a escola; horários desencontrados;
    2) Fadiga: o trabalho e os estudos em excesso conspiram contra o culto doméstico;
    3) Pouca importância: muitos passam horas e horas diante da TV, mas não encontram tempo para o culto doméstico.
    TUDO ISSO DIFICULTA MAS NÃO DEVE SER USADO COMO DESCULPAS PARA A NÃO REALIZAÇÃO DO CULTO DOMÉSTICO. O Inimigo pode agir nessas coisas.
    É PRECISO COLOCAR O CULTO DOMÉSTICO COMO PRIORIDADE NO LAR. SÓ TRAZ BÊNÇÃOS PARA A FAMÍLIA.
    Os obstáculos podem ser vencidos com o Poder do Espírito Santo e o esforço de todos , principalmente dos líderes do lar (Pai e mãe). Há tempo para tudo (Ec 3.1); Podemos tudo naquele que nos fortalece (Fp 4.13).
    CONCLUSÃO: A adoração a Deus no lar precisa ser valorizada. A avalanche de pecados que são jogados contra os lares, especialmente através da mídia (TV, rádio, literatura pornográfica, etc...) só pode ser derrotada com a família unida em torno do altar da adoração a Deus. É melhor desligar o altar da televisão e acender o ALTAR DA ADORAÇÃO.
    PAI E MÃE: não dêem desculpas que agradem ao inimigo. REALIZEM O CULTO DOMÉSTICO COM SEUS FILHOS. Que Deus nos abençoe (Nm 6.24-26).

    Adão fazia culto doméstico sozinho (Todo dia DEUS descia para falar com Adão)
    Adão e Eva faziam culto doméstico
    Caim e Abel faziam culto doméstico (Abel ofereceu sua própria vida figurada no sangue do cordeiro)
    Sete fazia culto doméstico
    Abraão fazia culto doméstico (oferecia o que tinha de melhor - ofereceu seu prórpio filho)
    Gideão construiu um altar a DEUS - Altar de paz (depois DEUS o mandou quebrar o altar de seu pai, dedicado a baal e fazer um altar a DEUS - altar de guerra)
    Mateus 10:32-42
    Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada; Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; E assim os inimigos do homem serão os seus familiares. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.
    Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á. Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão.

    Por que realizar o Culto Doméstico?
    É bíblico – Deus recomendou em Deuteronômio 6.7. “ Sentado em tua casa” quer dizer sentar com a família para falar de Deus e das coisas espirituais. Timóteo aprendeu em casa, com a avó Loide e a mãe Eunice.

    A importância do culto doméstico
    Com a vida moderna cada vez mais agitada por compromissos de trabalho e estudo, aumenta a dificuldade de reunir a família em torno de uma mesa para as refeições e, mais ainda, para o benéfico culto doméstico. Mas será que falta tempo ou disposição para isso?
    "A igreja do Senhor começa em casa, todos unidos até o Senhor voltar". Esse trecho de uma canção entoada pela cantora Cassiane nos chama a atenção para a importância da vida devocional em família.
    Popularmente conhecido como culto doméstico, o devocional no lar é muito importante para a integração da família e para o crescimento espiritual de todos, inclusive, da Igreja. Mas, convenhamos, o estilo de vida que levamos não ajuda na realização dele.
    O culto doméstico é um tesouro perdido na vida da maioria do povo de DEUS. Essa perda tem profundas e tristes conseqüências. Ela aponta uma perda de profundidade no relacionamento com DEUS e também um enfraquecimento da comunhão familiar.
    O mundo contemporâneo sofre uma perda de critérios e valores. As coisas urgentes tomaram o lugar das coisas importantes. Pare para analisar: corremos atrás do vento e gastamos toda a nossa energia buscando as coisas que perecem e deixamos de buscar as coisas lá do alto, aquilo que permanece para sempre. Somos esmagados debaixo de um rolo compressor chamado secularismo, somos vítimas da ditadura de uma agenda que empurra o que é espiritual para a lateral da vida pessoal.
    Mas um dos maiores benefícios da devocional em família é nos corrigir nesse aspecto. O culto doméstico corrige a prioridade do nosso relacionamento com DEUS. Precisamos buscar o Reino de DEUS em primeiro lugar e o culto doméstico abre esse caminho para priorizarmos nossa relação com DEUS acima de quaisquer outros interesses.

    Não podemos deixar de considerar que o culto doméstico galvaniza os valores de DEUS em nossa vida. A marca da nossa sociedade é a superficialidade. Vivemos uma geração que anda errante por ter abandonado os princípios e os absolutos de DEUS.
    Na era da comunicação e da explosão do conhecimento, vemos uma geração analfabeta da Bíblia e a perda dos critérios bíblicos está produzindo uma geração entregue ao relativismo moral. Sem conhecimento da verdade não há como construir uma sociedade justa. A família é a base de todos os outros relacionamentos horizontais. Se a família estiver sem critérios, a sociedade vai se perder nos labirintos da permissividade.
    Base bíblica
    O culto doméstico tem suas raízes no próprio DEUS ao criar o ser humano para ter íntima comunhão com Ele. Foi plano de DEUS que esse ser criado formasse família e juntos servissem ao Senhor com alegria. - plano esse seguido por Josué, conforme o capítulo 24:14-15: "Agora, pois, temei ao Senhor e servi-O com integridade e com fidelidade (...) eu e a minha casa serviremos ao Senhor".
    Josué não faz da adoração ou do culto a DEUS vivo algo opcional e diz que o Senhor quer ser adorado e servido voluntária e deliberadamente pelas nossas famílias. O profeta reforça o ato de culto a DEUS nas famílias com o seu próprio exemplo. Fica claro que ele está se dirigindo aos cabeças das famílias - ele tem uma liderança de tal ordem sobre a sua família que ele fala por toda a sua casa.
    É importante destacar que "servir" é uma palavra abrangente e se refere a muitos atos de adoração a DEUS. Em muitas passagens bíblicas observamos o estímulo a adoração no lar. Como diz Deuteronômio 6:6-7: "Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te" (Dt 11:18-19).
    Um texto paralelo no Novo Testamento é Efésios 6:4: "E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor". Por exemplo, Timóteo tirou grande proveito da instrução diária de uma mãe e de uma avó tementes a DEUS.

    Outro trecho importante é de Colossenses 3:16: Habite, ricamente, em vós a palavra de CRISTO; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a DEUS, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração".
    "É importante a família entender que 'Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de DEUS' (Dt 8:3; Mt 4:4). DEUS exige que O adoremos não apenas particularmente como pessoas, mas também em público como membros do corpo e como famílias. O Senhor JESUS é digo disso, a Palavra de DEUS o ordena, e a consciência o reconhece como nosso dever. É necessário que os pastores estimulem as famílias a realizarem o culto doméstico como Abraão o fez: 'Porque eu o escolhi', disse DEUS, 'para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito (Gn 18:19)'", disse o Pr. Adeilto Neres, da Assembléia de DEUS em Santa Rita, Vila Velha.
    Família
    Um grande benefício do devocional em família é a comunhão familiar. A sociedade contemporânea está assistindo a degradação familiar inerte. O culto doméstico é um instrumento para a família fechar a agenda do urgente e abrir a agenda do importante. O culto doméstico mostra que a família que ora unida triunfa sobre as dificuldades.
    "Quero encorajar as famílias da igreja a abraçar esse projeto de resgate do culto doméstico. Somos todos muito ocupados, mas temos tempo para tudo àquilo que nos é prioridade. Porque DEUS e a família são prioridades para nós, devemos aderir sem reservas e sem desculpas a esse plano que certamente procede do coração de DEUS", destaca Adeilto Neres.
    O pastor Neres destaca que sem a busca pela comunhão com DEUS no lar a conseqüência é que muitas crianças crescem sem qualquer experiência ou impressão da fé cristã e do culto como uma realidade diária. "Por meio do culto doméstico DEUS pode reavivar a Igreja", disse.
    O culto doméstico é um dos fatores mais decisivos de como vai o lar e na casa do casal Celso e Elisabeth Poganski a palavra de DEUS sempre teve seu lugar. Com 23 anos de casados, os membros da Casa de Oração em São Torquato, Vila Velha, mantiveram a freqüência do culto doméstico durante todo o crescimento dos filhos Mariana e Guilherme.
    Elisabeth, que é professora de música, e Celso, presbítero, sempre procuraram variar os cultos, trazendo histórias ilustrativas para os filhos e fazendo-os participar. "À medida que eles cresceram, fomos adaptando o modelo de culto, mas nunca deixamos de priorizar a Palavra e oração. Hoje com uma filha jovem e outro adolescente, estamos na fase da colheita, embora o Guilherme ainda esteja sob nossa atenção", falou Elisabeth.
    Na opinião dela, a vida do casal também ganha muito com a prática do devocional. "Temos experiências maravilhosas juntos. Nosso maior benefício é o relacionamento estável em que a comunicação é determinante. Costumo dizer que quem se comunica bem com DEUS se comunica bem com o outro. Temos nosso devocional em família, como casal e em separado. Não abro mão dessa benção".
    O contabilista Magno Cardoso e sua esposa Renata reconhecem os benefícios do devocional no lar e procuram sempre estar juntos no período da noite. "Temos o Arthur, com nove anos, e para ele é muito importante. O educamos nos caminhos do Senhor e isso se reflete na educação dele como um todo: na escola e na vida social. Todos participam dos minutos de devocional e vejo ser muito importante para nossa integração e crescimento total".
    Se o assunto é a desculpa da falta de tempo, Elisabeth tem a resposta imediata: "Tempo há, o que não há é a definição do que é prioridade na vida. É importante praticar Mateus 6:33 e lutarmos contra os inimigos do culto doméstico, como a televisão". Magno concorda: "DEUS nos deu o tempo certo para tudo. Valorizamos nosso tempo juntos, porque isso agrada a DEUS e sentimos as bênçãos do Senhor em nossas vidas. Quem se dispor a servir a DEUS no lar não vai se arrepender e se surpreenderá".
    Boas lembranças é o que o Pr. Moiséz Lagarssa de Oliveira possui dos tempos em que participava do culto doméstico com seus pais e seus quatro irmãos. "Meu pai sempre nos estimulava a realizar o culto, nunca vimos isso como uma obrigação. Era um incentivo carregado de amor e desejo de nos ver crescer fortalecidos na presença do Senhor. Hoje, já adultos, todos estamos na igreja e podemos passar esse ensinamento para nossos filhos".
    Casado há 19 anos e pai de Jéssica Elaine, de 11 anos, o pastor Moiséz tem criado sua filha no mesmo propósito.
    "Temos nosso tempo junto, antes de dormir sempre oramos e Jéssica sabe do seu compromisso diante de DEUS e de nós, pais. Vai chegar o momento em que ela vai dar continuidade e vamos continuar estimulando o tempo pessoal dela com DEUS, ou seja, que ela tenha seu culto pessoal, assim como meu pai fez conosco quando, devido aos afazeres de cada um, já não foi mais possível reunir todos ao mesmo tempo para o devocional", falou o pastor da Igreja Batista Betel de Porto Canoa, Serra.
    O princípio do "eu e minha casa serviremos ao Senhor" vai muito além de ter todos os membros da família em comunhão numa igreja física. É dar exemplo de fé e busca pela intimidade com o DEUS vivo.
    Em II Timóteo 3:4-5 somos advertidos sobre pessoas que amam mais os prazeres "do mundo" do que a DEUS. O tempo tirado das atividades e negócios familiares para se buscar a bênção de DEUS jamais é ou será um desperdício. Afinal, fomos criados para a eternidade e orientados por DEUS a "ajuntarmos tesouros no céu" e não na Terra. Como, então, não ter tempo para aquilo que será eterno em nossas vidas: a comunhão com DEUS?
    A adoração o Senhor no lar precisa ser valorizada por todas as gerações. A avalanche distorções morais que são jogados contra os lares, especialmente por meio da mídia, só pode ser combatida com a família unida em torno do altar da adoração a DEUS. É melhor desligar o altar da televisão e acender o altar da adoração.
    BREVE ROTEIRO PARA DEVOCIONAL NO LAR
    1º Cânticos de adoração e comunhão que todos gostem;
    2º Leitura de pequeno trecho da Bíblia: cada dia, um membro da família deve ler, ou todos lêem alternadamente os versículos;
    3º Um comentário rápido e significativo pode ser feito, enfatizando os pontos, aplicando-os à vida da família, sempre trazendo o tema sob a ótica atual;
    4º Pedidos de oração: cada um pede por si e por outros;
    5º Oração: uma só, por um membro da família. No próximo culto, outro membro da família a realiza.

    CULTO FAMILIAR PARA ADOLESCENTES
    Família reunida para o culto doméstico. Cena fácil para o adolescente dar uma desculpa qualquer e sair correndo. Mas os motivos de reações como essas são fáceis de identificar: o pai faz uma leitura bíblica longa estrategicamente escolhida para "alfinetar" os filhos, antes não conversam sobre um assunto em comum da semana, excesso de cerimônia, falta de música para alegrar... O adolescente de hoje está crescendo num mundo totalmente diferente daquele de seus pais e avós. Toda a sua base cultural é diferente e as práticas de culto julgadas próprias para gerações anteriores provavelmente deixam de impressioná-los. É hora de rever modelos e tornar o culto doméstico em um momento prazeroso para pais e filhos.
    Aí vão algumas dicas:
    Focalize a família - antes da oração final, descubra o que aconteceu durante o dia. Demonstre interesse genuíno nas coisas que interessam aos adolescentes. Dê aos adolescentes alguma tarefa a desempenhar no culto - se houver crianças pequenas em casa, envolva seus filhos mais velhos, dando lhes a responsabilidade de cuidar dos cultos dos pequeninos. Desempenhar uma parte visível para significar toda a diferença nas atitudes para com o culto doméstico. As orações e apresentações deles provavelmente serão não convencionais, a ponto de parecerem absurdas. Quando isso ocorre, o fato de você aceitar ou não pode ser decisivo para a futura participação deles, ou sua disposição de colaborar.
    A Bíblia precisa continuar sendo a base - não devemos esquecer jamais a importância suprema das escrituras como nosso guia para conhecer a DEUS. Os adolescentes acharão a Bíblia interessante se ela for apresentada de maneira sábia, na versão na linguagem de hoje. Use os livros da meditação matinal. Evite orações cansativas - seja específico em suas orações, como se estivesse conversando com o melhor amigo. Mencione cada um de seus filhos por nome e peça ajuda divina para as tarefas seculares que ocupam a cada um.
    Faça um culto breve - os jovens estão acostumados a obter informações em pequenas doses, mais ou menos na duração de um comercial de TV. O culto pode ter no máximo 10 minutos. Faça o culto no horário combinado - os adolescentes detestam fazer o culto numa hora em que gostariam de estar fazendo outra coisa. Adiar o culto para tarde da noite é um desastre, pois estará sempre associado ao cansaço. Prepare o ambiente para o culto, assegurando-se de que a possibilidade de tensão seja minimizada.
    Deixe de sermonear - os adolescentes ficam muito espertos e se ressentirão ao ouvir exortações sobre bom comportamento. Eles gostam de uma boa narrativa com apenas uma pequena dose de mensagem no final. Torne o culto relevante - o tema deve relacionar-se com as questões de interesse imediato com que se defrontam: emprego, justiça social, educação, sexualidade, drogas, sobrevivência etc. Para comunicar-se com os adolescentes a respeito desses temas, o adulto precisa ser habilidoso. CRISTO é o modelo óbvio para os pais nesse aspecto. A maneira como Ele falava com as pessoas era informal e sem afetação.
    Se um tipo de culto não funciona, tente outro - não pense que você é um fracasso porque uma determinada abordagem não está funcionando. Os adolescentes apreciam os pais que estão preparados para conhecer a necessidade de alguma mudança. Discutam o assunto, sempre.
    Fonte: John Hammond, educador.

    10 Razões Para o Culto Doméstico (Autor: Pastor Napoleão Falcão)
    1. Porque nos dispõe para enfrentarmos as tarefas diárias com um coração mais alegre, torna-nos mais fortes para o trabalho, mais dedicados ao nosso dever e predispõe-nos a glorificar a Deus em tudo que fizermos. Ler Colossenses 3.17.
    2. Porque nos dá força para enfrentarmos o desânimo, as decepções, as adversidades inesperadas e as frustrações com que nos deparamos. Ler Hebreus 2.18.
    3. Porque nos torna mais cônscios, no decorrer do dia, da presença reconfortante do Deus que nos ajuda a vencer pensamentos impuros e outros inimigos quaisquer, que porventura vierem atacar-nos. Ler Filipenses 4.4-7.
    4. Porque o culto doméstico suaviza as asperezas do relacionamento no lar e enriquece grandemente o convívio em família. Ler Efésios 6.1-9.
    5. Porque esclarece os mal-entendidos e tende a aliviar as tensões que por vezes invadem o ambiente sagrado do lar. Ler Romanos 12.9-11.
    6. Porque o culto doméstico ajuda a manter na fé os filhos que saem de casa, afastando-se da influência dos pais. Na maioria dos casos, é o culto doméstico que mais tarde irá determinar a salvação de filhos de lares crentes. Ler II Timóteo 3.15-17.
    7. Porque ele poderá ter influência sadia e santa sobre as pessoas que possam estar visitando a família. Ler Romanos 14.7-9.
    8. Porque o culto doméstico reforça o trabalho pastoral e, além disso, estimula em muito a participação na Igreja. Ler Romanos 15.6-7.
    9. Porque o culto doméstico faz de um lar exemplo e estímulo a outros lares, para que tenham a mesma vida de devoção e adoração a Deus. Ler Atos 2.46,47.
    10. Porque a palavra de Deus ensina que devemos fazer o culto doméstico. Ao obedecermos a Deus, estamos dando honra àquele que é o doador de todo o bem e fonte de toda a benção. Ler Romanos 12.1,2.
    Fonte: www.centraldepregadores.com.br/napoleaofalc...

    PAIS E FILHOS (BEP - CPAD)
    Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”

    É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).
    (1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de DEUS em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv 4.1-4; 6.20), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.
    (2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17).
    (3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).
    (4) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a CRISTO:
    (a) Dediquem seus filhos a DEUS no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
    (:) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniqüidade. Incutam neles a consciência da atitude de DEUS para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9).
    (c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
    (d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
    (e) Façam saber a seus filhos que DEUS está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
    (f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em CRISTO, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
    (g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de DEUS, se mantém os padrões de retidão e o ESPÍRITO SANTO se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5).
    (h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para DEUS (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com CRISTO (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
    (i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no ESPÍRITO SANTO (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
    (j) Ensinem a seus filhos que DEUS os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
    (l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
    (m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
    (n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
    (o) Levem seus filhos diante de DEUS em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1).
    (p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).

    INTERAÇÃO
    A nossa vida espiritual deve começar em casa! Certa feita o Senhor JESUS falou: "Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto". Aqui, o Senhor JESUS ensina que o nosso aposento - em vez de grandes catedrais - é um excelente lugar para buscarmos a face do Senhor. Não há nada melhor do que cultuar o nosso DEUS em família, juntamente com os pais, filhos, netos, sobrinhos, etc. Definitivamente, não podemos depender apenas dos cultos oficiais de nossas igrejas locais para termos comunhão com o Pai. A nossa casa e toda a família devem ser uma extensão da Igreja de CRISTO. Pense nisso!

    OBJETIVOS- Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Conhecer as bases bíblicas do Culto Doméstico.
    Classificar as bênçãos provenientes do culto no lar.
    Organizar o Culto Doméstico

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Prezado professor, ao concluir a lição dessa semana, sugerimos que faça um convite para a classe. Convide-a para por em prática o que se aprendeu nesta lição. Distribua para os alunos folhas de papel ofício e peça que eles estabeleçam uma agenda semanal para o culto doméstico em suas casas. Após elaborarem a agenda, peça que eles tenham o zelo de cumprí-la. No prazo de um mês, separe um dia para os alunos testemunharem as experiências pessoais provenientes dos cultos domésticos realizados com toda a família. Boa aula!

    PALAVRA-CHAVE - CULTO - Adoração ou homenagem à uma divindade em quaisquer de suas formas

    RESUMO DA LIÇÃO 10 - A NECESSIDADE E A URGÊNCIA DO CULTO DOMÉSTICO
    I. O CULTO DOMÉSTICO
    1. Adoração em família.
    2. A restauração da instrução doméstica.
    3. A prática da adoração doméstica.
    II. O CULTO NO LAR
    1. Organizando o culto doméstico.
    2. Ganhando os que ainda não são crentes.
    3. Eu e minha casa servindo ao Senhor.
    III. BÊNÇãOS ADVINDAS DO CULTO DOMÉSTICO
    1. Fortalece os laços familiares.
    2. Santifica e protege a família.
    3. Torna a família piedosa.

    SINÓPSE DO TÓPICO (1) - O Culto Doméstico promove a adoração em família, a instrução doméstica e uma prática consciente da comunhão cristã.
    SINÓPSE DO TÓPICO (2) - O culto doméstico deve ser prioridade em todo lar cristão. Ali, a família adora a DEUS e cresce em graça e conhecimento.
    SINÓPSE DO TÓPICO (3) - Podemos participar de algumas bênçãos promovidas pelo Culto Doméstico: Fortalecimento dos laços familiares; Santificação e proteção da família; além de um lar piedoso.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO- Subsídio Bibliológico
    "Eunice
    Este nome, que quer dizer 'vitoriosa', aparece somente uma vez na Bíblia (2 tm 1.5). Eunice era a mãe de timóteo, e isso lhe confere certa importância. Ela, e sua mãe lóide são descritas como mulheres de fé genuína no Senhor, e tinham, aparentemente, incentivado uma fé semelhante na vida do jovem Timóteo. Eunice era uma judia devota, casada com um grego. É improvável que fosse uma fiel cristã antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra, onde vivia, mas tinha evidentemente ensinado, de maneira completa, as Escrituras do Antigo testamento a timóteo (2 tm 3.15) [...]" (Dicionário Bíblico Wycliffe. CPAD, 2009, p.710).
    "[...] Lóide
    Avó de timóteo e, sem dúvida, mãe de Eunice, a mãe de timóteo. Ela é mencionada apenas uma vez (2 tm 1.5). Aparentemente, a família vivia em listra, onde Paulo foi apedrejado. lóide possuía uma fé sincera em DEUS, à qual juntaram-se Eunice e timóteo, embora o marido de Eunice fosse grego e, evidentemente, um homem descrente (At 16.1). Parece bem provável que ela tenha sido uma judia religiosa antes da primeira visita de Paulo a Derbe e listra e que ela, sua filha e seu neto se converteram ao cristianismo por causa do ministério de Paulo. talvez as circunstâncias que cercaram o apedrejamento de Paulo e sua recuperação tenham contribuído para essa conversão" (PFEIFFER, Charles F.; vOS, Howard F.; REA, John (Eds.). Dicionário Bíblic o Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.1176-77).

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    PFEIFFER, Charles F.; vOS, Howard F.; REA, John (Eds.). Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. SOUZA, Estevam Ângelo. ...e fez DEUS a família: O padrão divino para um lar feliz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999

    SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.41.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 10 - A NECESSIDADE E A URGÊNCIA DO CULTO DOMÉSTICO
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "E ___________________________________-as a vossos filhos, falando delas ________________________________ em tua __________________________, e andando pelo _________________________________, e deitando-te, e levantando-te" (Dt 11.19).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    Se não nos voltarmos com urgência à prática do culto ________________________________, nossas famílias não poderão _______________________________ às investidas das trevas nestes últimos dias. A _____________________________ no lar é imprescindível.

    INTRODUÇÃO
    3- Complete:A negligência para com o culto doméstico tem ________________________________ espiritualmente a família cristã. A comunhão, que deveria ser intensa no lar, é substituída, hoje, pela ___________________________ e pelas longas horas de ________________________________ na internet. Conseqüentemente, o culto ao Senhor em nossas casas, outrora tão prioritário, praticamente _________________________________. Como se não bastasse, muitos pais optaram por _______________________________ a formação espiritual e moral de seus filhos. Não querem ter _______________________
    algum com as suas crianças, adolescentes e jovens. E, para se justificarem, alegam falta de _____________________________________________.

    I. O CULTO DOMÉSTICO
    4- Como era o culto doméstico na época de Moisés e como tem sido hoje?
    ( ) Na época de Moisés não havia reunião em casas, mas somente reuniões gerais.
    ( ) Moisés reuniu o povo e fez-lhe saber a vontade de DEUS através dos estatutos e dos juízos divinos.
    ( ) O lar judaico passou a ser uma escola para as crianças aprenderem a temer e a amar ao Senhor.
    ( ) Lamentavelmente, já não se vê o mesmo zelo e determinação nas famílias cristãs atuais.
    ( ) Não há uma cultura de adoração a DEUS no lar.

    5- A Bíblia Sagrada destaca o valor do ensino divino cultivado no coração humano (Pv 4.20-23). O que deve ser a Palavra de DEUS para nós?
    ( ) A Bíblia deve ser a opção dos pais na educação dos seus filhos, pois ela "é viva e eficaz" e produz um poderoso efeito na vida de quem a observa e a pratica.
    ( ) A Bíblia deve ser o livro-texto dos pais na educação dos seus filhos, pois ela "é viva e eficaz" e produz um poderoso efeito na vida de quem a observa e a pratica.
    ( ) A Bíblia deve ser o segundo melhor método de ensino dos pais na educação dos seus filhos, pois ela "é viva e eficaz" e produz um poderoso efeito na vida de quem a observa e a pratica.

    6- O que ordena o Senhor a respeito do ensino divino a ser ministrado no lar?
    ( ) O Senhor ordena: "E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te".
    ( ) O Senhor ordena: "E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as aconselharás a teus filhos e delas darás referências assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te".
    ( ) Mais do que nunca, torna-se imperativo o ensino da Palavra de DEUS no lar.
    ( ) Nossos filhos precisam aprender com a máxima urgência a amar a DEUS como Ele o requer: "Amarás, pois, o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu poder".

    7- Como deve ser a prática da adoração doméstica?
    ( ) O culto doméstico apresenta restrições no tocante à quantidade de membros em uma família, faça-o pelo menos com três pessoas presentes.
    ( ) Muitos casais supõem que, pelo fato de ainda não serem pais, acham-se dispensados do culto doméstico.
    ( ) Na verdade, o culto doméstico não apresenta qualquer restrição no tocante à quantidade de membros em uma família.
    ( ) Portanto, quer você tenha filhos, quer não, a devoção na família não pode esperar.
    ( ) A diferença está apenas no fato de que havendo filhos, a Palavra deverá ser ministrada com o objetivo de alcançá-los também, com uma linguagem própria para cada faixa etária.

    II. O CULTO NO LAR
    8- Como organizar o culto doméstico?
    ( ) Aproveite o momento do culto para discutir e chegar a uma boa conclusão sobre os problemas familiares ou de outra ordem.
    ( ) Tendo em vista a prática do culto doméstico, a primeira coisa a fazer é definir um dia e um horário em que todos os membros da família possam participar.
    ( ) A liturgia não precisa ser a mesma da igreja, todavia o louvor, a mensagem e a oração são elementos indispensáveis.
    ( ) Procure não utilizar o momento do culto para discutir problemas familiares ou de outra ordem.
    ( ) Faça estudos bíblicos, incentive os filhos a falarem acerca de sua fé e ouça as instruções dos mais velhos.
    ( ) Este é o momento da família cristã! Sejamos, portanto, prudentes para edificarmos o nosso lar na rocha inabalável: CRISTO JESUS.
    ( ) Não deixe de ler diariamente a Bíblia com o seu cônjuge e filhos.
    ( ) Programe a leitura diária para o ano todo.
    ( ) Aproveite as datas comemorativas, como o Natal e os aniversários, para celebrar a DEUS em família e agradecê-lo pelas vitórias conquistadas.
    ( ) Um lar que assim procede jamais será destruído.

    9- Como podemos fazer o culto doméstico e ainda "ganhar para CRISTO" os que ainda não são crentes?
    ( ) Lembre-se de que casa não é local de oração individual, essa oração se faz somente na igreja, em casa se faz o culto doméstico onde oramos juntos.
    ( ) Sempre é possível que haja na família pessoas que ainda não tenham aceitado a JESUS como seu Salvador e Senhor.
    ( ) Apesar disso, o culto doméstico não pode ser negligenciado.
    ( ) Não deixe de convidar os familiares descrentes, com amor e sabedoria, para que participem da adoração a DEUS.
    ( ) Siga o exemplo de Jó. Ele não forçava seus filhos a servirem ao Senhor. Mas, ainda pela madrugada, levantava-se para oferecer holocaustos a DEUS por todos eles.
    ( ) Não despreze os momentos de comunhão com o Senhor no seu lar. Busque-o e adore-o de todo o coração.

    10- Por que alguns crentes relutam em fazer o Culto Doméstico?
    ( ) A maioria dos crentes, com razão não o fazem, pois não têem tempo para o culto doméstico, pois além dos afazeres domésticos, têem o trabalho que lhes roubam todo o tempo disponível.
    ( ) Alguns crentes negligenciam o cul

  • LIÇÃO 9, A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE

    LIÇÃO 9, A FAMÍLIA E A SEXUALIDADE
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    E criou DEUS o homem à sua imagem; à imagem de DEUS o criou; macho e fêmea os.. (Gn 1.27).

    VERDADE PRÁTICA
    Apesar da grotesca e abominável exploração sexual que vitima o mundo atual, não podemos esquecer-nos dos princípios bíblicos que regem o relacionamento entre os sexos.

  • LIÇÃO 8, EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS

    LIÇÃO 8, EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    "Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele" (Pv 22.6).

    VERDADE PRÁTICA
    A educação cristã de nossas crianças, adolescentes e jovens é uma responsabilidade intransferível e pessoal dos pais com o apoio e assistência da igreja.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Dt 6.4-9 A responsabilidade dos pais
    Terça - Sl 78.5 Pais ensinando filhos
    Quarta - Ef 6.4 Filhos criados na doutrina do Senhor
    Quinta - Ef 4.11 JESUS provê mestres para a sua igreja
    Sexta - Lc 2.52 O desenvolvimento de JESUS
    Sábado - Sl 127.3 Filhos - Herança do Senhor

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Deuteronômio 6.1-9
    1 Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, vosso DEUS, para se vos ensinar, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir; 2 para que temas ao SENHOR, teu DEUS, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. 3 Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes, para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o SENHOR, DEUS de teus pais, na terra que mana leite e mel. 4 Ouve, Israel, o SENHOR, nosso DEUS, é o único SENHOR. 5 Amarás, pois, o SENHOR, teu DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. 6 E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; 7 e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te. 8 Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos. 9 E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.

    6.4-9 OUVE, Ó ISRAEL. Este trecho é comumente chamado "o Shema" (do hb. shama?, "ouvir&quot:). Os judeus dos tempos de JESUS eram afeitos a esse trecho, por ser recitado diariamente pelos judeus devotos, e também regularmente nos cultos da sinagoga. O "Shema" é a declaração clássica do cunho monoteísta de DEUS. Ao "Shema" segue-se um duplo preceito para Israel:
    (1) amar a DEUS de todo o coração, alma e forças (vv. 5,6); e
    (2) ensinar diligentemente aos seus filhos sobre a sua fé (vv. 7-9).
    6.4 O SENHOR, NOSSO DEUS, É O ÚNICO SENHOR. Este versículo juntamente com os versículos 5-9; 11.13-21; Nm 15.37-41 - ensina o monoteísmo. Esta doutrina afirma que DEUS é o único DEUS verdadeiro, e não uma teogonia ou grupo de diferentes deuses; que é onipotente entre todos os seres e espíritos do mundo (Êx 15.11). Este DEUS deve ser o objeto exclusivo do amor e obediência de Israel (vv. 4,5). Esse aspecto de "unicidade" é a base da proibição da adoração a outros deuses (Êx 20.2). O ensino de 6.4 não contradiz a revelação no NT, de DEUS como um ser trino, que sendo uno em essência, é manifesto como Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO (ver Mt 3.17, e Mc 1.11).
    6.5 AMARÁS... O SENHOR, TEU DEUS. DEUS anela comunhão com seu povo e lhe dá esse único e indispensável mandamento, que vincula esse povo a Ele mesmo.
    (1) Retribuindo o seu amor com amor, gratidão e lealdade (4.37), os israelitas o conhecerão, e nEle se deleitarão pelas provisões do concerto.
    (2) Deste mandamento, "o primeiro e grande mandamento", juntamente com o segundo mandamento: amar ao próximo (cf. Lv 19.18), depende toda a lei e os profetas (Mt 22.37-40).
    (3) A verdadeira obediência a DEUS e aos seus mandamentos somente é possível quando brota da fé em DEUS e do seu amor (cf. 7.9; 10.12; 11.1,13,22; 13.3; 19.9; 30.6,16,20; ver Mt 22.39; Jo 14.15; 21.16; 1Jo 4.19).
    6.6 ESTAS PALAVRAS... ESTARÃO NO TEU CORAÇÃO. O firme propósito de DEUS é que sua Palavra esteja no coração do seu povo (cf. Sl 119.11; Jr 31.33). Paulo declara explicitamente: "A palavra de CRISTO habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria" (Cl 3.16; cf. 2 Tm 3.15-17). Esse preceito somente pode ser cumprido se, diária e continuamente, examinarmos as Escrituras (Sl 119.97-100; Jo 8.31,32). Uma maneira de fazer isso é ler o NT todo duas vezes por ano, e o AT uma vez por ano (cf. Is 29.13; ver Tg 1.21).
    6.7 E AS INTIMARÁS AOS TEUS FILHOS. Uma forma vital de expressar amor a DEUS (v. 5) é cuidar do bem-estar espiritual dos filhos e esforçar-nos para levá-los a um real relacionamento com DEUS.
    (1) O ensino da Palavra de DEUS aos filhos deve ser uma tarefa altamente prioritária dos pais (cf. Sl 103.13; ver Lc 1.17; 2 Tm 3.3).
    (2) O ensino das coisas de DEUS deve partir do lar, e nisso, tanto o pai como a mãe deve participar. Cultuar a DEUS no lar não é uma opção; pelo contrário, é um mandamento direto do Senhor (vv. 7-9; Êx 20.12; Lv 20.9; Pv 1.8; 6.20; cf. 2 Tm 1.5).
    (3) O propósito da instrução bíblica pelos pais é ensinar os filhos a temer ao Senhor, a andar em todos os seus caminhos, a amá-lo e ser-lhe grato e a servi-lo de todo o coração e alma (10.12; Ef 6.4).
    (4) O crente deve proporcionar sabiamente aos seus filhos uma educação teocêntrica, em que tudo se relacione com DEUS e às suas coisas (cf. 4.9; 11.19; 32.46; Gn 18.19; Êx 10.2; 12.26,27; 13.14-16; Is 38.19)

    Esse é o material abaixo vem sendo distribuído aos colégios onde nossos filhos e netos estudam.
    Continue votando neles e veja onde vai parar sua família...

    EDUCAÇÃO
    INSTRUÇÃO (Vine 's Expository Dictionary o f Biblical Words – Dicionário Vine - CPAD)
    Substantivo. Musar: “instrução, castigo, advertência”.
    Este substantivo aparece 50 vezes, principalmente em Provérbios. A primeira ocorrência está em Dt 11.2: “E hoje sabereis que falo, não com vossos filhos, que o não sabem e não viram a instrução do SENHOR, vosso Deus, a sua grandeza, a sua mão forte, e o seu braço estendido”.
    Um dos principais propósitos da literatura sapiencial era ensinar sabedoria e "musar" (Pv 1.2). O termo "musar" significa disciplina, mas é mais que isso. Como "disciplina", ele ensina como viver corretamente no temor do Senhor, de forma que o sábio aprenda a lição antes da tentação e da prova: "O que tendo eu visto, o considerei: e, vendo-o, recebi instrução" (Pv 24.32). Esta “disciplina" é treinamento para a vida; por conseguinte, prestar atenção à "musar" é importante. Muitos verbos confirmam a necessidade de uma resposta correta: "Ouvir, obedecer, amar, receber, obter, apoderar-se, guardar, manter".
    Além disso, a rejeição é confirmada por muitos verbos relacionados com "musar". “Rejeitar, odiar, ignorar, não amar, menosprezar, abandonar”. Quando "musar" é dado como “instrução", mas não é observado, o "musar" como “castigo” ou “disciplina" pode ser o próximo passo: “A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele” (Pv 22.15).
    Atenção cuidadosa à ‘instrução” traz honra (Pv 1.9), vida (Pv 4.13), e sabedoria (Pv 8.33), e, acima de tudo, agrada a Deus: “Porque o que me achar achará a vida e alcançará favor do SENHOR” (Pv 8.35). A falta de observância da “instrução’ ocasiona seus próprios resultados: morte (Pv 5.23), pobreza e vergonha (Pv 13.18), e é, em última instância, sinal de que o indivíduo não tem consideração pela própria vida (Pv 15.32).
    A receptividade da “instrução” dada pelos pais, professores, o sábio ou o rei é corolário direto da subjugação do indivíduo à disciplina de Deus. Os profetas acusaram Israel por não receber a disciplina de Deus: “Ah! SENHOR, atentam os teus olhos para a verdade? Feriste-os, e não lhes doeu; consumiste-os, e não quiseram receber a correção; endureceram as suas faces mais do que uma rocha; não quiseram voltar” (Jr 5.3). Jeremias pediu aos judeus e aos habitantes da Jerusalém sitiada que prestassem atenção ao que estava acontecendo ao redor, para que eles ainda se sujeitassem à “instrução” (Jr 35.13). Isaías predisse que o castigo de Deus que os homens mereciam foi levado pelo Servo Sofredor, trazendo paz aos que crêem n´Ele: “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados” (Is 53.5).
    A Septuaginta tem a tradução de Paidéia (“educação. treinamento, instrução&quot:). A palavra grega é a base para a palavra pedagogia, “treinamento de uma criança”.

    RESUMO RÁPIDO - Meus comentários:
    A educação do Brasil é péssima e na igreja é vergonhosa.
    Se no governo brasileiro existe um déficit de escolas absurdo, o que dizer de nossa denominação quanto ao número de escolas que possuímos?
    Pelo menos em cada grupo de 15.000 crentes, deveríamos possuir um colégio evangélico para crianças, um para adolescentes e um para adultos.
    A escola dominical não tem tido a eficiência desejada por DEUS. Para comprovação disso basta ver o número de filhos de crentes prisioneiros nas cadeias e presídios de nosso país.
    Não temos, entre os lares de cristãos, nem 10% dos lares onde a Palavra de DEUS é ensinada, onde se realiza pelo menos um culto doméstico.
    Encontramos o número de 90% de crentes que nem leram a bíblia toda pelo menos uma vez.
    Esse é o triste retrato da educação cristã no Brasil de hoje.
    Não há ensino na escola secular, não há ensino nos lares, não há eficiência no ensino de Escolas Bíblicas Dominicais que mais gastam tempo ensinando às nossas crianças a desenhar e a cantar do que ensinando a Palavra de DEUS a estas.
    Os filhos são presentes de DEUS e recompensa pelo nosso amor para com nosso cônjuge.
    Salmos 127:3 Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
    Temos a responsabilidade de criar e educar nossos filhos, preparando-os para o futuro onde terão suas próprias famílias para cuidar e educar.
    Provérbios 22:6 Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.
    Primeiro a Palavra de DEUS deve estar no coração dos pais – depois devem ser ensinadas a seus filhos – devem ser repetidas e ensinadas a eles todos os dias de suas vidas em que estiverem em companhia de seus pais. A bíblia deve ser carregada pelas mãos dos filhos de DEUS, deve ser a luz a iluminar o caminho de cada cristão e deve ser o guia de regras de conduta e relacionamento do crente com DEUS, com sua família, com a Igreja e com o mundo a sua volta.
    E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas. (Dt 6.6-9)
    Os pais devem ensinar a seus filhos a ouvirem e a obedecerem à Palavra de DEUS.
    Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento. Pois eu vos dou boa doutrina; não abandoneis o meu ensino. Quando eu era filho aos pés de meu, pai, tenro e único em estima diante de minha mãe, ele me ensinava, e me dizia: Retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive. (Pv 4.1-4)
    A prevenção é o melhor remédio para se evitar futuros desastres de conduta.
    Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. (Pv 22.6).
    Timóteo foi um dos maiores exemplos de eficiência do ensino nos lares. Filho de uma judia que era crente, mas de pai grego; recebeu de sua avó e de sua mãe o maior legado, a maior herança, o ensino da Palavra de DEUS. De um garoto simples, criado em uma minúscula cidade chamada Listra, Timóteo se tornou um gigante na fé e na direção de igrejas fundadas pelo apóstolo Paulo.
    [...] trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti." (2 Tm 1.5)
    Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS. (2 Tm 3.14-15)
    E enviamos Timóteo, nosso irmão, e ministro de DEUS, e nosso cooperador no evangelho de CRISTO, para vos confortar e vos exortar acerca da vossa fé; (1Ts 3.2)
    Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti. (2 Tm 1.5).
    A sociedade corrompida e sucumbida por valores totalmente distanciados dos padrões bíblicos é o produto da falta legítimo ensino cristão nos lares. É o resultado da negligência dos pais na criação de seus filhos.
    O estado pouco pode fazer e não o faz. Também não é papel do estado imprimir nas pessoas o ensino bíblico, mas é dever dos pais.
    A falta do princípio da autoridade, que deveria ter sido implantado nas crianças em seus lares, traz o desrespeito das crianças pelos mais velhos e conseqüentemente pelas autoridades, como o professor, o pastor, o policial, os governantes, os patrões, os ensinadores em geral e até pelo professor de EBD.
    Vivemos em pleno caos educacional.
    A família quer transferir sua responsabilidade para a Igreja e para o governo.
    Acredito que a solução deva ser a reestruturação da família, por isso a insistente investida de Satanás em destruir as famílias, criando até uma pior situação do que a vigente – a criação de crianças por parte de pessoas do mesmo sexo que se casam com o apoio do estado e adquirem permissão para adotarem crianças. Pior do que isto não acredito poder ficar.
    A Igreja deve trabalhar insistentemente na reestruturação dos lares cristãos e nos princípios bíblicos que neles devem ser ensinados e imprimidos.

    Algumas medidas que creio serem importantes, e por que não dizer urgentes, são:

    1- Pelo menos um Domingo por mês deve ter um culto direcionado para o assunto família.
    2- Todas a s congregações devem criar um departamento de família.
    3- Deve ser implantado em todos os lares o Culto Doméstico com a ajuda de grupos treinados para esse fim.
    4- Deve ser iniciado um programa de leitura bíblica em todos os lares e departamentos da Igreja. Cada reunião, cada ensaio, cada culto deve ser prioritária a leitura de um capítulo da bíblia.
    5- Cada culto de doutrina deve ter pelo menos quinze minutos dedicados ao ensino sobre família.
    6- Cada templo sede deve criar um grupo especializado em ensino e pregação sobre o tema “Família, projeto de DEUS”.
    7- Deve ser criada uma revista especial para ser usada pelos pais no ensino fundamental das principais doutrinas bíblicas em seus lares, facilitando assim a orientação dos pais para com seus filhos – principais e básicos ensinos para os lares cristãos.

    Sem consertar a base da sociedade (a família) nunca conseguiremos arrumar o estrago já feito.

    PAIS E FILHOS (BEP - CPAD)
    Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”

    É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).
    (1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de Deus em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv 4.1-4; 6.20), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.
    (2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17).
    (3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).
    (4) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a Cristo:
    (a) Dediquem seus filhos a Deus no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
    (:) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniqüidade. Incutam neles a consciência da atitude de Deus para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9).
    (c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
    (d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
    (e) Façam saber a seus filhos que Deus está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
    (f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em Cristo, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
    (g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de Deus, se mantém os padrões de retidão e o Espírito Santo se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5).
    (h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para Deus (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com Cristo (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
    (i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no Espírito Santo (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
    (j) Ensinem a seus filhos que Deus os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
    (l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
    (m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
    (n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
    (o) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, nota sobre a oração de Jesus por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).
    (p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).

    Efésios 6 (Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - Warren W . Wiersbe)
    Pais não devem provocar os filhos. No tempo de Paulo, o pai exercia autoridade suprema sobre a família. Quando uma criança nascia em uma família romana, por exemplo, era tirada do quarto e colocada diante do pai. Se ele a pegasse no colo, era sinal de que a aceitava no lar. Mas se não a pegasse, indicava que não a aceitava, e a criança deveria ser vendida, dada ou abandonada para morrer. Sem dúvida, o verdadeiro amor paterno não permitia tamanhas atrocidades, mas tais praticas eram legais naquela época. Paulo diz aos pais: "Não usem sua autoridade para abusar de seus filhos; pelo contrario: incentivem e edifiquem a criança". Para os Colossenses, o apóstolo escreveu: "Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados" (Cl 3:21). Assim, o oposto de "provocar" e "animar". Eu estava dando uma palestra a um grupo de estudantes sobre a oração e dizendo que nosso Pai celeste está sempre disponível quando o buscamos. Para ilustrar esse fato, contei que a recepcionista do escritório de nossa igreja tem uma lista que eu preparei com o nome de todas as pessoas que podem falar comigo a qualquer momento, não importa o que eu esteja fazendo. Mesmo que esteja em uma reunião do conselho ou no meio de uma sessão de aconselhamento, se alguma dessas pessoas telefonar, a recepcionista deve me chamar imediatamente. Minha família esta no topo da lista. Ainda que o assunto pareça ser de importância secundária, quero que minha família saiba que estou disponível. Depois dessa palestra, um dos rapazes me perguntou: - Você não quer me adotar? Nunca consigo falar com meu pai... E preciso tanto do incentivo dele! Os pais provocam e desanimam os filhos quando dizem uma coisa e fazem outra, sempre criticando e nunca elogiando, sendo incoerentes e injustos na disciplina, mostrando favoritismo dentro de casa, fazendo promessas e não cumprindo, deixando de levar a serio problemas extremamente importantes para os filhos. Os pais cristãos precisam da plenitude do Espírito para se mostrarem sensíveis às necessidades e aos problemas dos filhos.

    Não basta cuidar dos filhos fisicamente providenciando alimento, abrigo e roupas. Também deve lhes dar alimento emocional e espiritual. O desenvolvimento do menino Jesus é um exemplo para nós: "E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens" (Lc 2:52). Vemos aqui um crescimento equilibrado: intelectual, físico, espiritual e social. Em parte alguma da Bíblia, a educação dos filhos é apresentada como responsabilidade de alguma pessoa ou instituição fora do lar, por mais que tais elementos externos colaborem no processo.
    Deus incumbiu os pais de ensinar aos filhos os valores mais essenciais. Deve discipliná-los. O termo "criar" da a idéia de aprendizado por meio da disciplina. É traduzido por "corrigir" em Hebreus 12. Alguns psicólogos modernos se opõem ao conceito "antiquado" de disciplina, e muitos educadores seguem essa filosofia. Dizem que devemos deixar as crianças se expressarem e que, se as disciplinarmos, iremos distorcer seu caráter. No entanto, a disciplina é um princípio fundamental da vida e uma demonstração de amor. "Porque o Senhor corrige a quem ama e acoita a todo filho a quem recebe" (Hb 12:6). "O que refém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina" (Pv 13:24). E preciso, porem, certificar-se de estar disciplinando os filhos da maneira correta. Em primeiro lugar, deve-se discipliná-los em amor, não com raiva, a fim de não ferir o corpo nem a alma da criança ou, possivelmente, os dois. Quem não é disciplinado, evidentemente, não pode disciplinar a outros, e explosões de raiva nunca trazem beneficio algum para os filhos nem para os pais. Além disso, a disciplina deve ser justa e coerente. - Meu pai é capaz de usar um canhão para matar um pernilongo! - disse-me um adolescente. - Posso cometer homicídio e nada acontece ou posso ser considerado culpado de absolutamente tudo! A disciplina coerente aplicada com amor dá segurança à criança. Ela pode não concordar conosco, mas pelo menos sabe que nos importamos o suficiente para criar alguns muros de proteção a seu redor até ela ser capaz de tomar conta de si mesma. - Nunca soube quais eram os meus limites - comentou uma moça rebelde -, pois meus pais nunca se importaram comigo o suficiente para me disciplinar. Acabei concluindo que, se não era importante para eles, então por que deveria ser importante para mim? Deve instruí-los e incentivá-los. Esse é o significado do termo "admoestação". A fim de educar o filho, o pai e a mãe não usam apenas ações, mas também palavras. No Livro de Provérbios, por exemplo, temos um registro inspirado de um pai compartilhando conselhos sábios com o filho. Os filhos nem sempre apreciam nossos conselhos, mas isso não elimina nossa obrigação de instruí-los e de incentivá-los. É evidente que nossa instrução deve sempre estar de acordo com a Palavra de Deus (ver 2 Tm 3:13-1 7). Quando a Suprema Corte deu seu veredicto contrario a obrigatoriedade de orar nas escolas públicas, o famoso cartunista Herblock publicou uma tira no jornal Washington Post mostrando um pai irado sacudindo um jornal para a família e gritando: - Só faltava essa! Agora querem que a gente ouça as crianças orando em casa?
    A resposta é: sim! O lar e o lugar onde as crianças devem aprender sobre o Senhor e a vida cristã. É hora de os pais cristãos pararem de empurrar a responsabilidade para os professores da escola dominical e das escolas cristãs e começarem a educar seus filhos.

    A EDUCAÇÃO NOS LARES É BEM PERCEBIDA NO NOVO TESTAMENTO
    MARIA PROVA TER UM ALTO CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS QUANDO CRIANÇA - VEJA - Lc 1.46-55 - Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;
    Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome. E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem. Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações. Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; Como falou a nossos pais, Para com Abraão e a sua posteridade, para sempre (Maria provavelmente tinha por volta de 13 anos).

    JESUS TAMBÉM PROVA UM ALTO CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS QUANDO CRIANÇA - VEJA - Lc 2.46-47 - E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas (JESUS tinha 12 anos - em tudo era semelhante aos homens, inclusive na educação no lar).

    TIMÓTEO TAMBÉM PROVA UM ALTO CONHECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS QUANDO CRIANÇA - VEJA - 2 Tm 3.14-15 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS.

    INTERAÇÃO
    Em lições anteriores vimos que grande parte dos pais não acompanha a vida estudantil dos filhos. Em que pese às demandas atuais da vida da família cristã, o que os pais cristãos têm feito pela educação religiosa dos seus filhos? Se, em primeiro lugar, a fé cristã não for ensinada e vivenciada no lar; certamente será impossível aos nossos filhos peregrinarem pelo caminho da retidão. A Educação Cristã é responsabilidade dada por DEUS aos pais.

    OBJETIVOS- Após a aula, o aluno deverá estar apto a:
    Considerar a Educação Cristã como missão prioritária dos pais.
    Compreender a educação no Antigo e em o Novo testamento.
    Saber da importância da Educação Cristã na família.

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Professor, para introduzir a lição dessa semana, sugerimos que leia o trecho do Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD: "O mandato 'Fazei discípulos' (ARA [Almeida Revista Atualizada]) inclui intrinsecamente o ensino. Mas temos de notar que o ensino requerido aqui é o de determinada espécie, isto é, 'guardar [obedecer] todas as coisas' que CRISTO ordenou. Em outras palavras, Seus ensinamentos foram designados para produzir informação e transformação [...]" .
    Solicite aos alunos que comentem e discutam o texto. Em seguida, fale acerca do impacto do Evangelho na vida do discípulo. Afirme que a Palavra de DEUS transforma a vida de qualquer pessoa.

    PALAVRA-CHAVE - EDUCAÇÃO - Processo de desenvolvimento das capacidades física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social.

    RESUMO DA LIÇÃO 8, EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS
    I. EDUCAÇÃO, A MISSÃO PRIORITÁRIA DOS PAIS
    1. O que significa educar?
    2. Educação Cristã.
    3. A educação nas escolas.
    II. A EDUCAÇÃO NO ANTIGO E EM O NOVO TESTAMENTO
    1. No Antigo Testamento.
    2. Em o Novo Testamento.
    3. Na atualidade.
    III. A EDUCAÇÃO CRISTÃ NA FAMÍLIA
    1. Os filhos são herança do Senhor.
    2. O ensino da Palavra de DEUS no lar.
    3. Leve seus filhos à igreja.

    SINOPSE DO TÓPICO (1) - Educar é proporcionar uma formação completa ao educando: espiritual, moral e social
    SINOPSE DO TÓPICO (2) - No Antigo testamento os israelitas priorizavam a educação dos filhos em casa. Em o Novo testamento, as sinagogas eram os centros de instrução para os meninos aprenderem a lei.
    SINOPSE DO TÓPICO (3) - Na família, a Educação Cristã deve estar eminentemente presente.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I- Subsídio Teológico
    "Educação Cristã
    É a ciência magisterial da Igreja Cristã que, fundamentada na Bíblia Sagrada, tem por objetivos:
    a) A instrução do ser humano no conhecimento divino, a fim de que ele volte a reatar a comunhão com o Criador, e venha a usufruir plenamente dos benefícios do Plano de Salvação que DEUS estabeleceu em seu amado Filho. O apóstolo Paulo compreendeu perfeitamente o objetivo da Educação Cristã:
    'Admoestando a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo homem perfeito em JESUS CRISTO' (Cl 1.28).
    :) A educação do crente, para que este logre alcançar a perfeição preconizada nas Sagradas Escrituras: 'toda a Escritura é inspirada por DEUS e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra' (2 Tm 3.16,17).
    c) A preparação dos santos, visando capacitá-los a cumprir integralmente os preceitos divinos da Grande Comissão: 'Procura apresentar-te a DEUS aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade' (2 Tm 2.15)" (ANDRADE, Claudionor. Teologia da Educação Cristã: A missão educativa da Igreja e suas implicações bíblicas e doutrinárias. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, pp.5-6).

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II- Subsídio Teológico
    "[A Educação Cristã] FOI PRATICADA PELA IGREJA PRIMITIVA
    Não há a menor sombra de dúvida de que o Novo testamento ordena a Igreja a ensinar. Mas a Igreja Primitiva obedeceu mesmo esse mandamento?
    A ILUSTRAÇÃO
    Em Atos 2.41-47, temos um retrato da Igreja primitiva, o qual nos informa que eles 'perseveravam na doutrina [ensino] dos apóstolos' (At 2.42). Este era o padrão contínuo; não uma exceção.

    A IMPLEMENTAÇÃO
    Efésios 4 confirma o compromisso de ensinar. JESUS CRISTO, após subir aos céus, deu dons aos homens, a fim de que servissem à Igreja, conforme está escrito: 'Uns [...] para pastores e doutores [mestres, professores]' (Ef 4.11). O propósito? 'Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de CRISTO' (Ef 4.12); mais uma outra prova de que os talentosos são chamados para o ministério da multiplicação e não da adição.
    Para o judeu, não havia uma posição mais alta na escada da sociedade do que a de rabino. Por conseguinte, quando a Igreja do primeiro século foi ensinada sobre a doutrina dos dons espirituais, confrontou-se com um problema. As pessoas clamavam pelo 'dom de ensino' com todos os privilégios a ele pertencentes. Como resultado, Tiago teve de emitir esta advertência: 'Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres [professores], sabendo que receberemos mais duro juízo' (Tg 3.1). Considerando que o professor é compelido a falar e que a língua é o último membro a ser dominado (Tg 3.2), deve-se ter muito cuidado, ao aspirar tal responsabilidade, ponderada e sensata.
    As evidências bíblicas acima devem ser constrangedoras o bastante para atrair o sério e abortar o superficial [a respeito do ensino]" (GANGEl, Kenneth; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p.7).

    VOCABULÁRIO
    Mister: Urgência.
    Utilitarista: Busca egoísta do prazer individual.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    ANDRADE, Claudionor. Teologia da Educação Cristã: A missão educativa da Igreja e suas implicações bíblicas e doutrinárias.1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
    GANGEL , Kenneth ; HENDRICKS, Howard G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
    GEISlER, Norman; ZACHARIAS, Ravi. Sua Igreja Está Preparada? Motivando Líderes Para Viver Uma Vida Apologética.1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007

    SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.40.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 8, EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Instrui o menino no ___________________________________ em que deve andar, e, até quando ________________________________, não se __________________________________ dele" (Pv 22.6).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    A _____________________________ cristã de nossas crianças, adolescentes e jovens é uma responsabilidade intransferível e pessoal dos ___________________________ com o apoio e assistência da _________________________________.

    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    3- Educar os filhos não é uma tarefa fácil. DEUS, porém, confiou-nos essa tarefa, e dela não podemos fugir. Infelizmente, o que muitos pais estão fazendo e qual o resultado?
    ( ) Familiarizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã.
    ( ) Congregando na EBD com seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã.
    ( ) Terceirizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã.

    I. EDUCAÇÃO, A MISSÃO PRIORITÁRIA DOS PAIS
    4- O que significa educar?
    ( ) Segundo o Dicionário Houaiss "a palavra educar vem do latim educo e significa 'criar uma criança'; cuidar, instruir".
    ( ) Segundo o Dicionário Houaiss "a palavra educar vem do grego educo e significa 'criar uma pessoa'; cuidar, instruir".
    ( ) Podemos definir educação como ensino e instrução.

    5- Qual o papel da Igreja na educação de nossos filhos?
    ( ) Como luz e sal deste mundo ela deve educar e instruir na educação secular.
    ( ) Não podemos jamais nos esquecer que a Igreja do Senhor tem uma função educadora.
    ( ) Como sal e luz deste mundo ela deve educar e instruir segundo a Palavra de DEUS.
    ( ) Como crentes precisamos ser guiados e orientados segundo as Escrituras, pois ela nos protege das sutilezas do Maligno.

    6- O que é preciso fazer quanto à Educação Cristã de nossa família?
    ( ) A participação da liderança é prescindível. O ministério pastoral não é muito ligado à educação, por isso, a necessidade da EBD.
    ( ) Se quisermos uma sociedade melhor, mais justa e solidária, precisamos, como Igreja do Senhor, valorizar o ensino da Palavra de DEUS.
    ( ) Para isso, é imprescindível investir na Educação Cristã, pois o seu principal objetivo é levar o crente a conhecer mais a DEUS (Os 6.3), contribuindo para que o fiel tenha uma vida reta perante o Senhor e a sociedade.
    ( ) Nesse processo, a participação da liderança é decisiva. Aliás, ensinar é um dos deveres do pastor.

    7- Como funciona a educação nas escolas atualmente?
    ( ) Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas as crianças e os jovens estão em contato com a Palavra de DEUS.
    ( ) Vivemos em uma sociedade permissiva, onde faltam valores morais e éticos.
    ( ) Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas as crianças e os jovens estão em contato com filosofias ateístas, materialistas e pragmáticas.
    ( ) Tais ensinos, nocivos à fé cristã, já fazem parte do currículo de muitas escolas.
    ( ) Por isso, os pais não podem negligenciar a educação dos seus filhos.
    ( ) Eles precisam, com a ajuda da igreja, ser instruídos para orientar seus filhos.
    ( ) Os resultados da educação divorciada dos valores cristãos podem ser os piores possíveis: milhares de adolescentes grávidas, aumento das doenças sexualmente transmissíveis e do número de casos de AIDS, etc.

    II. A EDUCAÇÃO NO ANTIGO E EM O NOVO TESTAMENTO
    8- Como era a educação no Antigo Testamento, entre os israelitas?
    ( ) O ensino infantil era prioridade das sinagogas.
    ( ) A ordem do Senhor aos israelitas era para que estes priorizassem a educação.
    ( ) Os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel.
    ( ) Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a DEUS e aprenderiam a temê-lo.
    ( ) No livro de Josué lemos a respeito do memorial erguido com doze pedras retiradas do rio Jordão.
    ( ) Este memorial serviria para lembrar ao povo o dia em que o Senhor os fez passar a pés secos pelo rio.
    ( ) Ao verem esse memorial, as crianças ouviriam a sua história e aprenderiam mais sobre o DEUS de seus pais.
    ( ) É preciso que façamos o mesmo com nossas crianças, testemunhando do poder de DEUS às próximas gerações.
    ( ) É preciso aproveitar cada momento para mostrarmos a nossa gratidão a DEUS, de modo que o nosso exemplo de vida fale tanto quanto nossas palavras.

    9- Como era a educação no Novo Testamento, no início do cristianismo?
    ( ) Em sua pré-adolescência, JESUS já sabia de cor toda nossa bíblia, chegando a confundir os doutores da lei.
    ( ) As sinagogas também eram um centro de instrução onde os meninos judeus aprendiam a respeito da lei. Mesmo havendo essas "escolas" a educação no lar era prioritária.
    ( ) JESUS, como menino judeu, provavelmente participou do ensino nas sinagogas, pois seus pais cumpriam os rituais judaicos.
    ( ) Em sua pré-adolescência, JESUS já sabia de cor a Torá, chegando a confundir os doutores no templo.
    ( ) Em o Novo Testamento vemos que a educação começava no lar, passava pela sinagoga, e se fortalecia no templo.
    ( ) Temos também o exemplo do jovem obreiro Timóteo. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo exortando-o a permanecer nas Sagradas Escrituras, que havia aprendido ainda menino.

    10- Como é a educação cristã na atualidade?
    ( ) Cabe à igreja a maior responsabilidade de educar os filhos dos crentes. Aliás, a educação de nossos filhos deve começar prioritariamente, na igreja.
    ( ) A Escola Dominical é a maior e a mais acessível agência de educação religiosa das igrejas evangélicas.
    ( ) Ela auxilia todas as faixas etárias na compreensão das Sagradas Escrituras.
    ( ) Porém, a Escola Dominical não pode ser a única responsável pela formação espiritual e moral de nossas crianças, adolescentes e jovens.
    ( ) A responsabilidade maior cabe aos pais. Aliás, a educação de nossos filhos deve começar, prioritariamente, em nosso lar, pois assim DEUS recomenda em sua Palavra.

    III. A EDUCAÇÃO CRISTÃ NA FAMÍLIA
    11- Os filhos são herança do Senhor. O que os pais devem fazer pela educação de seus filhos?
    Os pais precisam cuidar dos filhos com zelo, carinho e amor, oferecendo uma educação de _______________________________, pois eles são "herança do Senhor" e a nossa grande __________________________ (Sl 127.3); portanto, agradeça a DEUS pelos seus filhos. Como forma de gratidão, procure ensiná-los e educá-los no _____________________________________ do Senhor (Ef 6.1-4). Não seja _________________________________ com a educação deles (Pv 22.6).

    12- Qual deve ser o ensino da Palavra de DEUS, no lar, pelos pais?
    ( ) O pastor é, por natureza, o primeiro professor dos filhos.
    ( ) Os pais são, por natureza, os primeiros professores dos filhos.
    ( ) A criança conhece a DEUS primeiramente através dos pais, por isso, não deixe de fazer o culto doméstico.
    ( ) Reserve ao menos 10 minutos por dia para louvar e adorar ao Senhor com seus filhos. Tais momentos são especiais e ajudam a fortalecer a família.
    ( ) Não permita que a televisão ou quaisquer meios de distração impeçam a sua família de desfrutar desses minutos tão especiais.

    13- O que fazer com os filhos, quanto à igreja?
    ( ) As crianças e os jovens devem ser obrigados, persuadidos, a ir à Casa do Senhor, pois lá terão o principal ensino bíblico de suas vidas.
    ( ) Lamentavelmente, muitos pais vão à igreja sem seus filhos.
    ( ) As crianças e os jovens devem ser persuadidos, com amor, a ir à Casa do Senhor.
    ( ) Se ainda na infância forem conduzidos à Casa de DEUS, quando jovens darão valor a essa prática saudável.
    ( ) A Educação Cristã começa no lar e é fortalecida na Igreja, notadamente na Escola Dominical.

    CONCLUSÃO
    14- Complete:
    "Educação é _________________________ do Estado e direito do cidadão", porém, a educação começa na _______________________________. Os pais receberam de DEUS uma das mais nobres missões: _______________________________ seus filhos. Aqueles que amam ao Senhor e a sua Palavra vão fazer de tudo para que seus filhos sejam educados segundo os princípios ___________________________. Somente assim livraremos nossos filhos dos _____________________________________ destes últimos dias.

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

    AJUDA
    CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
    VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...
    BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
    Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
    Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
    O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
    Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA.
    Revista Ensinador Cristão - nº 53 - CPAD.
    Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
    GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
    ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.
    CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo.
    STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD
    AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO - CPAD - Jéfferson Magno Costa
    O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas
    Tesouro de Conhecimento Bíblico - Emílio Conde - CPAD
    Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - W arren W . W iersbe
    O Ato Conjugal - Tim e Beverly LaHaye
    Pr. Elinaldo Renovato de Lima - A Família Cristã nos Dias Atuais; Ética Cristã; Aprendendo Diariamente com CRISTO;
    Colossenses – Comentário; I e II Tessalonicenses – Comentário; Células-Tronco – Uma Visão ética e Cristã; Perigos da Pós-Modernidade; DEUS e a Bíblia (publicados pela CPAD)A Família Que Você Sempre Quis - Autor: Gary Chapman - Editora: Mundo Cristão
    Projetos Para Um Casamento Sólido - Autor: Dr. Steve Stephens - Editora: CPAD
    Os Conflitos no Lar e as Escolhas do Pacificador - Autores: Ken Sande & Tom Raabe - Editora: NUTRA
    Maridos - Perseguindo a Excelência - Autor: Lou Priolo - Editora: NUTRA
    Um Homem Segundo o Coração de DEUS - Autor: Jim George - Editora: Hagnos
    A Sabedoria de DEUS na Vida da Mulher - Autora: Elizabeth George - Editora: CPAD
    O Amor Como Estilo de Vida - Autor: Gary Chapman - Editora: SEXTANTE
    Fazer Amor - Como Fazer do Sexo Um Ato de Amor - Autor: Gary Chapman - Editora: Mundo Cristão
    AMOR - O Maior Mandamento - Autor: Henry Drummond - Editora: Ágape
    Amor - O Que Nos Falta Para o Arrebatamento - Autor: Norbert Lieth - Editora: ACTUAL Edições
    25 Maneiras de Valorizar as Pessoas - Autores: John C. Maxwell & Les Parrott, PH. D. - Editora: SEXTANTE
    Purificando o Coração da Idolatria Sexual - Autor: Dr. John D. Street - Editora: NUTRA
    Perdoando Para Viver - Autor: Wilson de Souza- Editora: MK Editora
    PERDÃO - A Cura das Emoções - Autor: Hernandes Dias Lopes - Editora: Candeia
    Venha Conhecer o Que Acontecerá no FUTURO - Autor: Meno Kalisher - Editora: ACTUAL Edições
    Movido Pela Eternidade - Autor: John Bevere - Editora: Luz às Nações Ltda.
    Mulheres Ajudando Mulheres - Autoras: Elyse Fitzpatrick & Carol Cornish - Editora: CPAD
    Aliviando a Bagagem Para as Mães - Autor: Max Lucado - Editora: CPAD
    Ele Escolheu os Cravos - Autor: Max Lucado - Editora: CPAD
    Ele Ainda Remove Pedras - Autor: Max Lucado - Editora: CPAD
    Quem Tem Sede Venha - Autor: Max Lucado - Editora: CPAD
    Antes do Sim - Uma Criativa Preparação Pré-nupcial - Autores: Wes Roberts & H. Norman Wright - Editora: CPAD
    SEXO? Agora Não, Obrigado! Só no Casamento - Autor: Ian Gregory - Editora: CPAD
    Passando aos Filhos a Tocha da Fé - Autor: John M. Drescher - Editora: Mundo Cristão
    O Coração da Ira - Guia Prático Para Lidar Com a Ira dos Filhos - Autor: Lou Priolo - Editora: NUTRA
    AUTO-ESTIMA - Uma Perspectiva Bíblica - Autor: Jay E. Adams - Editora: NUTRA
    O Caminho Para o Filho Andar - Autor: Lou Priolo - Editora: NUTRA
    Colocando o Seu Passado no Devido Lugar - Autor: Stephen Viars - Editora: NUTRA
    Quando Vem a Brisa... Reflexões Sobre os Dilemas Humanos e a Graça de DEUS - Autor: Estevam Fernandes - Editora: Central Gospel
    Pregação Que Fala às Mulheres - Autora: Alice P. Mathews - Editora: CPAD
    http://www.gospelbook.net
    www.ebdweb.com.br
    http://www.escoladominical.net
    http://www.portalebd.org.br/

  • LIÇÃO 7 - O DIVÓRCIO

    LIÇÃO 7 - O DIVÓRCIO
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    "Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério" (Mt 19.9).

    VERDADE PRÁTICA
    O divórcio, embora admissível em caso de infidelidade, sempre traz sérias conseqüências à família. Por isso DEUS o odeia.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Dt 24.1 - O divórcio no Antigo testamento
    24.1 ESCRITO DE REPÚDIO. O divórcio resulta do pecado humano (cf. Mt 19.8). As instruções que se acham nos versículos 1-4 foram dadas por DEUS para regular o divórcio no Israel antigo. Observe o seguinte nesses versículos:
    (1) O termo "coisa feia", provavelmente se refira a certa conduta vergonhosa ou imoral, porém não da gravidade do adultério. Certamente não se trata de adultério, pois a penalidade deste era a morte, e não o divórcio (cf. 22.13-22; Lv 20.10).
    (2) O "escrito de repúdio" era um documento legal entregue à mulher, para a rescisão do contrato do casamento, para protegê-la e liberá-la de todas as obrigações para com o seu ex-marido.
    (3) Depois de receber o escrito de divórcio, a mulher estava livre para casar-se de novo. Nunca poderia, porém, voltar ao seu primeiro marido, se o segundo casamento se dissolvesse (vv. 2-4).
    (4) A ocorrência do divórcio é uma tragédia (cf. Ml 2.16; ver Gn 2.24).
    O próprio DEUS repudiou Israel por causa da sua infidelidade e adultério espiritual (Is 50.1; Jr 3.1,6-8).

    Terça - Dt 24.1-4 - O divórcio sem volta
    1 Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.2 Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem,3 e se este último homem a aborrecer, e lhe fizer escrito de repúdio, e lho der na sua mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer,4 então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR, teu DEUS, te dá por herança.

    Quarta - Gn 2.24 - DEUS institui o casamento
    24 Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
    2.24 DEIXARÁ O VARÃO O SEU PAI E A SUA MÃE. Desde o princípio, DEUS estabeleceu o casamento e a família que dele surge, como a primeira e a mais importante instituição humana na terra (ver 1.28). A prescrição divina para o casamento é um só homem e uma só mulher, os quais tornam-se uma só carne (i.e., unidos em corpo e alma). Este ensino divino exclui o adultério, a poligamia, a homossexualidade, a fornicação e o divórcio quando anti-bíblico (Mc 10.7-9; ver Mt 19.9).

    Quinta - 1 Co 7.39 - Até que a morte os separe
    39 A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor.
    Até que a morte os separe - essa é a receita de JESUS.

    Sexta - Mt 5.31,32 - O ensino de CRISTO sobre o divórcio
    31 Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, que lhe dê carta de desquite.
    32 Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de "prostituição", faz que ela cometa adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. (a palavra prostituição está traduzida assim em lugar de "se achar nela coisa feia", pois era esta a lei (Dt 24.1-4).

    Sábado - 1 Co 7.27 - O ensino de Paulo sobre o divórcio
    27 Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher.
    Para se dedicar exclusiva e integralmente a DEUS o melhor é fazer como Paulo - Não se casar - Mas terá que se vigiar para não se abrasar - ter domínio próprio apurado.

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 19.3-12
    3 Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 4 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea 5 e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que DEUS ajuntou não separe o homem. 7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim. 9 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. 10 Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 11 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. 12 Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber isso, que o receba.

    Em sua grande maioria os “Pais da Igreja” (Policarpo, Inácio, Irineu, Basílio de Cesareia, Gregório de Nissa, Gregório de Nazianzo, João Crisóstomo, Cipriano, Ambrósio, Agostinho, Hilário de Poiters, Cesário de Arles, Cirilo de Alexandria, Clemente Romano e tantos outros) eram iminentíssimos pastores à frente de venerandas igrejas: Roma, Alexandria, Antioquia, Jerusalém, Constantinopla, Milão e toda a África Proconsular Romana, como Cartago e Hipona. Viviam o dia a dia de seus filhos espirituais e conheciam as suas lutas. Eram homens de profunda erudição, de oração e contemplação. Com fantástica capacidade para a reflexão, escrita, pregação e ensino. Não viviam o divórcio entre Teologia e Púlpito tão inconvenientemente presente em nossos dias. Eram homens profundos. Apesar de militarem nas alturas da fé cristã, como homens de igreja que eram, resolviam as questões mais pertinentes e centrais para a paz e a harmonia da igreja pelo método conciliar. É assim que assistimos os monumentais Concílios da Antiguidade: Niceia: 20/05 a 25/06 de 325; Constantinopla: maio a junho de 381; Éfeso: 22/06 a 17/07 de 431; Calcedônia: 08/10 a 01/11 de 451; Constantinopla II: 05/05 a 02/06 de 553; Constantinopla III: 07/11 de 680 a 16/09 de 681 e, finalmente, no ocaso desta grande era: Niceia II: 24/09 a 23/10 de 787. (http://www.ultimato.com.br/conteudo/carecemos-...)



    RESOLUÇÃO DO PLENÁRIO DA CGADB Nº 001/2011 - http://www.altairgermano.net/2011/04/resolucao...
    Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, no uso de suas atribuições e de conformidade com o disposto no art. 3º, III, IV c/c o art. 8º, I, do Estatuto Social;
    Considerando a existência de Ministros, membros da CGADB, em situação de Divorcio;
    Considerando a necessidade dessa Convenção Geral em traçar normas que regulamentem a situação ministerial dos seus membros, no sentido de preservar e manter os princípios morais e espirituais que embasam a doutrina das Assembléias de Deus no Brasil;
    Considerando que é dever dessa CGADB zelar pela observância da doutrina bíblica e dos bons costumes dos membros das Assembléias de Deus, em todo território nacional, sem prejuízo da atuação das respectivas Convenções Estaduais;
    RESOLVE:
    Art. 1º A CGADB só reconhece o Divórcio no âmbito ministerial de seus membros, nos casos de infidelidade conjugal, previstos na Bíblia sagrada e expressos em Mt. 5:31-32; 19:9, devidamente comprovados.
    Art. 2º. As Convenções Estaduais deverão esgotar todos os esforços possíveis no sentido de promover a reconciliação do Ministro e sua esposa, antes de serem ajuizadas Ações de Divórcio.
    Art. 3º. Esta CGADB não reconhece, no âmbito da vida ministerial de seus membros, a situação de União Estável.
    Art. 4º. O Ministro, membro desta CGADB, divorciado nos termos do disposto no art. 1º. desta Resolução ou no caso, onde a iniciativa do divórcio partir da sua esposa (1 Co 7: 15), poderá permanecer ou não, na função ministerial, decisão essa, que ficará a cargo da Convenção Estadual da qual é filiado, facultando-se-lhe o direito de recurso para Mesa Diretora e para o para o Plenário desta Convenção Geral.
    Parágrafo 1º. O Ministro, vítima de infidelidade conjugal por parte de sua esposa, poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos que norteiam a união conjugal, nos termos da permissibilidade concedida por Cristo, em Mateus 5. 31 e 32; 19. 9, ficando cada caso a ser examinado e decidido pelas Convenções Estaduais.
    Parágrafo 2º. Quando o Ministro der causa ao divórcio, a sua permanência ou retorno ao ministério dependerá de exame e decisão da Convenção Estadual, facultando-se-lhe ampla defesa, sendo-lhe também assegurado recurso para a Mesa Diretora e para o plenário da Convenção Geral.
    Art. 5º. O Ministro, membro desta CGADB que acolher Ministro divorciado sem a observância do disposto na presente Resolução, será responsabilizado disciplinarmente, no âmbito desta Convenção Geral.
    Art. 6º. Ficam os Presidentes de Convenções e demais membros desta CGADB autorizados a divulgar entre a membresia das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus em todo o território nacional, o inteiro teor desta Resolução.
    Art. 7º. Esta Resolução entrará em vigor na data da sua publicação no “Mensageiro da Paz”, órgão oficial de publicação dos atos desta Convenção Geral.
    Art. 8º. Revogam-se a resolução 001/95, de 29 de Janeiro de 1995 e demais disposição em contrário.

    Plenário da 40ª Assembléia Geral Ordinária da CGADB em Cuiabá(MT), 13 de abril de 2011.
    Pr. Esequias Soares da Silva - Presidente da Comissão Especial
    Pr. Everaldo Morais Silva - Relator da Comissão Especial
    Pr. Ricardo Moraes de Resende - Secretario Ad Hoc da Comissão Especial

    COMENTÁRIO ENCONTRADO EM RESPOSTA NO SITE MENCIONADO ACIMA:
    Há um texto na Bíblia que poderia parecer aprovar o novo casamento após o divórcio. Um texto! Se entendido como novo casamento aprovado, este texto aprovaria o novo casamento somente da “parte inocente”, isto é, a pessoa casada cuja esposa (ou esposo) cometeu adultério. Todos os outros novos casamentos são proibidos, sendo considerados como adultério.
    Este texto é Mateus 19:9:
    “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”.

    Contra a aparente aprovação do novo casamento da “parte inocente” em Mateus 19:9, existem vários textos que claramente proíbem todos os novos casamentos após o divórcio, a despeito do fundamento do divórcio. Estas passagens condenam todo novo casamento após o divórcio como sendo adultério.
    Marcos 10:11, 12: “E ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, adultera”.
    Lucas 16:18: “Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério; e aquele que casa com a mulher repudiada pelo marido também comete adultério”.
    1Coríntios 7:10, 11: “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher”.
    1Coríntios 7:39: “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor”.
    Romanos 7:2, 3: “Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido”.

    A proibição de novo casamento nestas passagens é absoluta.

    Romanos 7:2,3 e 1Coríntios 7:39 fundamentam a proibição absoluta na natureza do casamento, pois este é uma ligação para toda vida, em virtude da ordenação soberana de Deus como Criador e Governador deste mundo. Um texto aparentemente conflita com esta proibição absoluta de novo casamento, por supostamente aprovar o novo casamento da “parte inocente”.
    Se Mateus 19:9 de fato permite o novo casamento da “parte inocente”, ele contradiz fatalmente o ensino da Escritura sobre casamento, divórcio e novo casamento nas passagens citadas acima, especialmente 1 Coríntios 7:39.

    Mateus 19:9 é Auto-Contraditório?

    A questão piora ainda mais. Se Mateus 19:9 permite o novo casamento da “parte inocente”, o texto é auto-contraditório. Ao invés de proibir o novo casamento, entre outros, da “parte culpada” como sendo adultério (isto é o que o texto expressamente ensina), o texto realmente abre a porta para o novo casamento da “parte culpada”. Ele faz isto exatamente ao permitir o novo casamento da “parte inocente”. Pois se a “parte inocente” pode casar novamente, este deve ser um caso no qual o laço do casamento entre a “parte inocente” e a “parte culpada” está dissolvido. Mas se o casamento está dissolvido, presumivelmente pelo adultério da “parte culpada”, ele está dissolvido para a “parte culpada” tanto quanto para a “parte inocente”. E se não há nenhum casamento, a “parte culpada” tem todo direito de casar novamente. Não estando casado, ela está livre para casar (novamente).
    Assim, Mateus 19:9 contradiz a si mesmo e mergulha a questão de divórcio e novo casamento numa confusão e caos completo.

    A Harmonia de Mateus 19:9 com Toda Escritura

    Na realidade, não há nenhuma contradição entre Mateus 19:9, por um lado, e todos os textos proibindo o novo casamento, por outro lado. Mateus 19:9 meramente parece aprovar o novo casamento da “parte inocente”. Para dizer de uma forma mais correta, a aprovação do novo casamento da “parte inocente” é uma inferência que alguns erroneamente extraem de Mateus 19:9.
    O significado de Mateus 19:9 é que todo divórcio é proibido, exceto aquele devido à infidelidade sexual de um dos cônjuges. Lembrando da pergunta dos fariseus no versículo 3, o assunto principal da passagem é a legitimidade do divórcio. A frase, “não sendo por causa de prostituição”, dá a única exceção bíblica à proibição de divórcio. Ele não dá uma exceção à proibição de novo casamento. Para dizer de uma forma diferente, as palavras “não sendo por causa de prostituição” dão o único fundamento bíblico para se divorciar da esposa (ou marido). Eles não dão um fundamento bíblico para o novo casamento após o divórcio.
    Cristo menciona o novo casamento no texto. Ele menciona isto porque quase sempre o homem que divorcia de sua esposa, ou intenta casar com outra mulher ou eventualmente se casará com outra.
    O que dizer sobre novo casamento após o divórcio? O que dizer sobre a permissibilidade do novo casamento após o divórcio em Mateus 19:9?
    Não há nenhuma questão sobre o novo casamento do homem que divorcia de sua esposa injustamente, isto é, o homem cuja esposa não é culpada de prostituição. Jesus declara – na verdade, este é o seu propósito principal no texto – que tal pessoa comete adultério quando se casa novamente.
    Mas o que dizer sobre o novo casamento do homem que divorcia de sua esposa sobre o fundamento da prostituição dela? O que dizer sobre o novo casamento da “parte inocente” em Mateus 19:9?
    Se Mateus 19:9 fosse concluído com as palavras “... e casar com outra, comete adultério”, haveria alguma escusa para a incerteza de se o texto permite o novo casamento da “parte inocente” ou não. Mesmo então, a igreja teria que levar em conta o ensino claro e explícito da Escritura (em outros lugares) de que todo novo casamento após o divórcio é proibido. A Escritura interpreta a Escritura. A passagem duvidosa deve ser explicada à luz das passagens mais claras. Mas Mateus 19:9 não termina dessa forma! Há uma segunda parte: “e o que casar com a repudiada também comete adultério”. A repudiada é a mulher da primeira parte do texto cujo marido se divorciou injustamente dela e se casou com outra, cometendo adultério. Ela é a “parte inocente”. Todavia, quem quer que se case com ela comete adultério. Certamente, ela também comete
    adultério, se ela casar novamente.
    Mateus 19:9 condena o novo casamento da “parte inocente” como sendo adultério.
    Por quê?
    Porque a esposa (ou marido) está ligada pela lei ao seu marido (ou sua esposa) enquanto seu marido (ou sua esposa) viver. Somente a morte dissolve o laço. O adultério não dissolve o laço do casamento. Enfaticamente, o adultério não tem o poder para dissolver o laço do casamento. Mateus 19:9 está em perfeita harmonia com tudo da Escritura na questão vitalmente importante do casamento, divórcio e novo casamento. O divórcio é permitido sobre o fundamento de prostituição ("se achar coisa feia", no primeiro dia de casados). Todo novo casamento após o divórcio é proibido como sendo adultério, incluindo o novo casamento da “parte inocente” (que não adulterou ou cometeu alguma ato de prostituição).
    A razão é que a ordenança honorável de casamento da parte de Deus é um laço para a vida toda, indissolúvel.
    Que os santos pratiquem isso! Que a igreja proclame isso! E defenda-a com disciplina!
    Em Cristo Jesus - Kleber Santos...20 de abril de 2011 11:14

    Sobre o Divórcio (http://www.semeandoapalavra.net/palavrapr8.htm)
    No Oriente Próximo o noivado (no Talmude, erüsïn e qiddüshïn) é quase tão definitivo como o próprio casamento. Na Bíblia a mulher comprometida em noivado era algumas vezes chamada de ‘esposa’ e estava obrigada à mesma fidelidade (#Gn 29:21; Dt 22:23,24; Mt 1:18,20), e o noivo era algumas vezes chamado de ‘esposo’ (#Jl 1:8; Mt 1:19). Entre os hebreus ligava-se ao noivado os mesmos direitos e deveres do casamento. Uma vez que o noivado era um compromisso assumido, seu rompimento era considerado caso de infidelidade. Um caso típico na Bíblia, que podemos citar como exemplo, é o de José, que desejava desmanchar o noivado por causa de uma suposta infidelidade de Maria: "Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada [noiva] com José, antes de se ajuntarem [casarem], achou-se ter concebido do Espírito Santo. Então, José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente". (#Mt 1:18,19). Vemos nesta passagem, José querendo separar-se [divorciar] de sua futura esposa porque presumia que ela lhe tivesse sido infiel. É claro que José não poderia ser considerado "justo", se sua separação não fosse por causa de infidelidade de Maria, pois nesse caso o infiel seria ele, em não cumprir o compromisso assumido.
    Se Maria tivesse mantido relações com outro homem, no período de seu noivado, teria ela cometido o pecado de fornicação, e não de adultério. Nesse caso o divórcio, ou separação, formalizado por meio do libelo de repúdio (#Mt 5:31,32) era plenamente lícito.
    O mesmo não pode ser dito em relação ao cometimento de adultério, embora muitos queiram apoiar o divórcio com base numa interpretação equivocada de Mateus 19:9.
    Vejamos o que significam as palavras de Jesus nessa passagem, nas diversas traduções da Bíblia.
    A Almeida Revista e Corrigida usa prostituição (#/RC Mt 19:9).
    A Almeida Revista e Revisada da Imprensa Bíblica Brasileira e a Almeida Versão Brasileira usam infidelidade.
    A Almeida Edição Contemporânea da Editora Vida (Bíblia Thompson) usa prostituição.
    A Almeida Revista e Atualizada da Sociedade Bíblica Brasileira de 1959 usa adultério.
    A Almeida Revista e Atualizada da Sociedade Bíblica Brasileira de 1993 usa relações sexuais ilícitas.
    A Alfalit Brasil de 1997 usa adultério.
    A Bíblia na Linguagem de Hoje usa adultério.
    A Nova Versão Internacional usa imoralidade sexual.
    O Novo Testamento Versão Fácil de Ler da Editora Vida Cristã usa imoralidade sexual
    A Vulgata Latina de Jerônimo usa fornicação.
    Tradução do Padre Matos Soares baseada na Vulgata - Edições Paulinas usa fornicação.
    A Almeida Corrigida Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil usa fornicação.
    Com o surgimento de novas versões da Bíblia, chamadas versões modernas, nota-se uma tendência cada vez maior para apoiar o divórcio. As duas únicas versões que traduziram o termo grego fielmente, são a Vulgata Latina de Jerônimo, a Tradução de Matos Soares das Edições Paulinas e a Almeida Corrigida Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. Estudemos agora o texto grego: O Adultério só pode ser cometido por pessoa casada quando mantém relação sexual com outra pessoa que não é seu cônjuge. A fornicação só pode ser cometida por pessoas solteiras que mantêm relação sexual entre si.
    Moicheía (adultério) é uma coisa e Porneía (fornicação) é outra. Esses termos não são sinônimos. A tradução de porneia para relações sexuais ilícitas não é adequada porque essa expressão inclui grande variedade de significados. Toda relação sexual cometida fora do casamento é relação sexual ilícita, portanto a própria fornicação é um tipo de relação sexual ilícita, assim como o adultério, mas adultério não é fornicação e vice-versa.
    A prostituição é também uma relação sexual ilícita. Se for cometida por um homem casado, que paga uma prostituta para manter relação sexual com ela, este homem comete adultério, e não fornicação. Se um homem solteiro procura uma prostituta, ele comete fornicação com ela. Porneía é traduzida de diversas maneiras. Porneía pode ser prostituição, imoralidade, impureza, devassidão, etc.., MAS NUNCA ADULTÉRIO!
    Portanto o adultério não é uma cláusula explicita para o divórcio. O divórcio só poderia ser concedido com o cometimento de porneia. O que Jesus afirmou em Mateus 19:9 é que um casal compromissado pelo noivado poderia separar-se em caso de Porneia. Isto é óbvio, se eles ainda não eram casados, como poderiam cometer adultério? Se fossem casados e se separassem, estariam cometendo adultério. Mas o adultério (moicheía) não permitia a separação, mas sim a fornicação (Porneia).
    Portanto Jesus nunca apoiou o divórcio sob qualquer circunstância; nem poderia. Seria absurdo supor que Jesus iria contrariar a própria palavra de Deus: (#Ml 2:16).
    Poucos decênios antes de Cristo dois célebres mestres: Shamai e Hillel se engalfinharam numa fervorosa e acirrada competição que levantou o ardor dos fariseus dividindo-os quanto aos motivos suficientes para o libellus repuddi (libelo de repúdio).
    Shamai, austero e rígido, admitia como motivo do repúdio somente um grave escândalo praticado pela mulher. Hillel, relaxado e laxo, entendia que qualquer ocorrência se constituía em pretexto para a quebra do vínculo, como descuido no cozimento que causasse o queimar a comida.
    Ao tempo de Jesus permaneciam vivas e acesas as disputas entre as duas escolas seguidas ambas por entusiastas e árdegos adeptos. Ao provocar o Mestre objetivavam os fariseus descobrir qual das duas escolas Jesus Cristo se simpatizava. Daí a pergunta que fizeram: "É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?" (#Mt 19:3). O "qualquer motivo" acrescido à pergunta questionava o sentido daquela "coisa feia" de Deuteronômio 24:1. (Veja #Dt 24:1).
    A resposta de Jesus surpreendeu os fariseus. Jesus não defendeu nenhuma das posições existentes na época. Ele recusou tanto uma como a outra. Rejeitou a escola de Shamai, e Hillel recorrendo ao princípio no Éden.
    "O Mestre recorre ao postulado esculpido na primeira página do Gênesis para dela extrair a luminosa conclusão da inseparabilidade, da indestrutibilidade, da imprescritibilidade, do pacto conubial. Nenhuma força humana o diluirá. Nenhum motivo, grave ou superficial, poderá justificar sua ruptura. O pensamento cristalino de Jesus Cristo exteriorizado em sua palavra límpida, sem possibilitar qualquer sombra de dúvida, é consentâneo com sua missão de amor. Em sendo Ele encarnação do amor de Deus... destoaria de sua missão e da sua própria personalidade se propugnasse pelo divórcio. Ou se lhe permitisse qualquer brecha. Amor e divórcio são termos irreconciliáveis. Instalados em pólos opostos. Divórcio é separação. Dissolução. Desunião. Ruptura. Desamor. Anti-amor. Contra-amor. Divórcio é abandono. Afastamento. ‘APOSTASION’ no grego original do Novo Testamento (#Mt 5:31; 19:7; Mc 10:4). Divórcio á APOSTASIA do amor! E Jesus Cristo, o Amor de Deus Encarnado, porventura confirmaria e apoiaria a APOSTASIA DO AMOR? Arrolar o Sacratíssimo Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo como depoente favorável ao divórcio é injuriar-lhe a personalidade e conspurcar-lhe a missão.".
    "Ora, consoante o reconhecimento de Adão: ‘e serão ambos uma carne’ (#Gn 2:14) confirmado e ratificado por Nosso Senhor Jesus Cristo: ‘E serão os dois uma só carne; e assim já não são dois, mas uma só carne’ (#Mc 10:8), os cônjuges já não são partes independentes. Tanto mais que o casamento é um retrato da união entre Cristo e sua Igreja (#Ef 5:23-32). Se fosse possível se desenlaçarem Cristo e a Igreja, também o matrimônio poderia dissolver-se.".
    Os divorcistas consideram o divórcio como uma "conquista da civilização". É embuste! É inquestionável constatação da história: em toda época de decadência moral a mulher se inferioriza. Também hoje a mulher é inferiorizada. Nesta trágica sociedade de consumo, quando a mulher se supõe em elevação na sociedade, transforma-se em mero artigo de consumo. Até em propaganda de vendas de apartamentos há de aparecer uma mulher desnuda... E é precisamente nesta fase desgraçada da história dos homens que se apresenta o divórcio como conquista da civilização.
    "O Código de Eshunna (Babilônio), o mais antigo (do século XX antes de Cristo) e o código de Hammurabi, rei da Babilônia, descoberto em 1902, mencionam o divórcio. A legislação daqueles afastados tempos, de si mesma, não implantava o divórcio então em prática constante como uma das chagas sociais. Tentava reprimir os seus abusos e coibir seus trágicos resultados. Cito alguns exemplos: ‘Se um homem rejeita a sua mulher depois de haver tido dela alguma prole e toma outra esposa, seja expulso de casa e perca seus bens e vá conviver com aquela que preferiu’ (Eshunna, 59). O rei babilônio parece-nos mais humano, embora contemporâneo da técnica do machado, do que os homens da técnica da televisão e dos aviões a jato. Outro exemplo: ‘Se um homem é feito prisioneiro e em sua casa não há o que de comer, e antes de seu regresso a mulher desposa outro homem gerando filhos; se o marido retornar e voltar à própria terra, aquela esposa voltará ao primeiro marido; os filhos ficarão com o próprio pai’ (Hammurabi, 135).". Moisés viveu naquela época. A brutalidade dos corações dos homens de todos os povos atingiu também o povo judeu. Propenso este à prática do divorcista, Moisés reconheceu a necessidade de legislar sobre a matéria para coibir abusos. Jamais defendeu a legitimidade da dissolução do liame conubial. Como sábio legislador diante de uma conjuntura social, suportou-a para reduzir-lhe a possibilidade e mitigar-lhe os efeitos nocivos naquela fase de hiato da Lei dentro da vigência do Evangelho da Graça.
    Petulantes e falsos acusadores, os fariseus disseram a Jesus Cristo: "Então por que MANDOU Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la?" (#Mt 19:7). O Mestre Polemista recusou a corrupção farisaica ao corrigir a expressão e a idéia dos seus contendores: "Moisés PERMITIU" (#Mt 19:8). Ele não MANDOU (eneteilato). PERMITIU (epetreqen) (See Definition... 2010). Moisés foi obrigado pelas circunstâncias a tolerar o divórcio, vemo-lo, contudo, preocupado em reprimir os abusos e os pretextos frívolos (#Dt 22:13-19,28,29; 21:10-14; 24:1-4).
    Esta tolerância por parte de Moisés não lhe arranha sequer o conceito de fidelidade ao plano inicial do Criador. Por isso, O Mestre salientou aos fariseus a razão dessa tolerância: "por causa da dureza dos vossos corações" (#Mt 19:7). A cláusula de exceção, por conseguinte, não é uma exceção. Trata-se de um entre parêntese feito por Jesus no decorrer de sua exposição. Entendendo-se corretamente essa palavra: "Assim não são dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não separe o homem" (#Mt 19:6).
    Os discípulos compreenderam plenamente a proclamação de Jesus e completamente nova para os judeus e lhe observaram: "Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar" (#Mt 19:10). A rigidez do assunto é radical e de difícil alcance para os homens a ponto de o Mestre frisar: "Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido" (#Mt 19:11).
    Que os cristão-divorcistas supliquem ao Senhor a graça de entender essa palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo!
    Autor: Pastor Luiz Antonio Ferraz - Fonte: Cd estudos obreiro aprovado - Site: www.palavraprudente.com - Adaptação: Pr. Adelcio Ferreira

    “Portanto, o que DEUS ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6).
    Veja que está dito que quem ajuntou foi DEUS, o casamento é de DEUS e só ELE pode separar o casal, porém nunca isso é o seu desejo.



    Contextualização
    Divórcio no Antigo Testamento.
    Por qualquer motivo se separavam e davam carta de divórcio, mas na verdade Moisés permitiu que se divorciassem das mulheres que não eram Israelitas para ficarem com suas legítimas esposas e também para que no primeiro dia de casados se por acaso fosse descoberto que a esposa tivesse um defeito físico ou não fosse mais virgem, então pudessem se separar para que a mesma não morresse apedrejada. Ed 10.3-44; Dt 22.20; Dt 24.1. No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas - era morte e o que era adotado era o apedrejamento (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22)

    O divórcio não pode ser visto como um procedimento normal, pois suas conseqüências são irreparáveis.
    Lv 20.10= Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.
    O divórcio não tem de DEUS aprovação.

    COMENTÁRIOS:
    INTRODUÇÃO: Infelizmente, aumenta a cada dia o número de divórcios entre os cristãos.

    I. CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA
    1. Definição.
    Casamento é a união física, moral e espiritual entre um homem e uma mulher com fins de, em obediência à DEUS e à sua Palavra, formarem uma Família que povoará a terra e evangelizará seus moradores. (Dedução lógica a que se chega lendo-se a Bíblia).
    2. Instituição divina.
    Casamento é instituição divina, idealizada e criada por DEUS para que o homem se sinta feliz e o homem não pode separá-la, pois é considerado feito e aprovado por DEUS.
    “Portanto, o que DEUS ajuntou não separe o homem” (Mt 19.6).
    3. Importância espiritual.
    A família cristã representa o próprio DEUS na terra, pois é através desta família que DEUS manifestará seus desígnios para a comunidade em que vivem.
    4. Felicidade conjugal.
    Através da felicidade, amor e união da família é que DEUS irá trabalhar no coração dos homens para que vejam o favor do criador sobre suas criaturas.

    II. DIVÓRCIO À LUZ DA BÍBLIA
    O divórcio é também um problema espiritual que está relacionado às conseqüências da queda do homem – o pecado e o endurecimento dos corações.
    1. A causa do divórcio.
    a) “Por qualquer motivo”.
    Dt 24.1= Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
    :) Por não ser virgem
    Dt 22.20-22= Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça, então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel. (Poderia o esposo não denunciar a mulher para que ela não morresse, como fez José).
    c) Casamento misto.
    Ed 9 e 10 = Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. Esse era um motivo claro de divórcio para os israelitas e era ordenado pelos seus líderes para que DEUS não amaldiçoasse toda a nação.
    2. Como prevenir. Assim que se percebe que a relação conjugal está sofrendo algum tipo de desgaste, é obrigação dos cônjuges atentar para, pelo menos, três pontos fundamentais da convivência sadia, rogando a ajuda do ESPÍRITO a fim de pô-los em prática.
    a) Comunicação. O diálogo é talvez a maior necessidade do ser humano moderno, as famílias estão a beira da falência por falta de se comunicarem entre si. É a correria do dia a dia e a preocupação com os bens materiais, trazendo falta de tempo para as coisas mais importantes. O casal precisa conversar e conversar muito entre si, discutindo amigavelmente todos os problemas e descobrindo juntos a solução para os tais; também é preciso comunicação para a satisfação sexual de ambos, o que um gosta e deseja pode ser a barreira para que o outro não seja satisfeito.
    :) Unidade de propósitos. O rumo, o futuro da família deve ser comum aos dois, ao casal que planejam juntos sua felicidade.
    c) Humildade. Pedir desculpas sempre que errar, julgar o outro superior a si mesmo são maneiras de manter o casamento aquecido do frio do desprezo. Lembre-se de que quando um não quer, dois não brigam. É melhor "perder aparentemente" hoje e ganhar amanhã, do que colocar tudo a perder por falta de humildade.
    3. Quando a separação é permitida. Somente em dois casos:
    a- Quando há adultério.
    b- Quando o descrente quer se apartar.
    Mas o cônjuge crente, deve fazer de tudo para ganhar o descrente para JESUS, conforme a recomendação de Pedro (1 Pe 3.1-6).
    3.1 MARIDOS... SEJAM GANHOS. Pedro ensina como uma esposa deve agir a fim de ganhar para CRISTO o seu marido não salvo.
    (1) Ela deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22).
    (2) Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver 1 Tm 2.13,15).
    (3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para CRISTO, mais pelo comportamento, do que por suas palavras.
    3.3,4 ENFEITE EXTERIOR... BELEZA INTERIOR. Os adornos berrantes, exagerados e dispendiosos são contrários ao espírito modesto que DEUS requer da parte das mulheres cristãs (ver 1 Tm 2.9).
    (1) O que muito importa para DEUS nas mulheres cristãs é uma disposição mansa e quieta (cf. Mt 11.29; 21.5), que as leva a honrá-lo, ao dedicarem-se a ajudar o marido e a família a alcançar a vontade de DEUS para as suas vidas.
    (a) O adjetivo "manso" descreve uma atitude despretensiosa que se manifesta numa submissão amável e na solicitude pelo próximo (cf. Mt 5.5; 2 Co 10.1; Gl 5.23).
    (:) O adjetivo "quieto" refere-se à esposa não ser agitada e indelicada. Noutras palavras, DEUS declara que a verdadeira beleza da mulher é questão de caráter, e não primeiramente de enfeites.
    (2) As esposas cristãs de nossos dias devem ser fiéis a CRISTO e à sua Palavra, num mundo dominado pelo materialismo, pelas modas dominantes, pelos direitos humanos, pela obsessão sexual e pelo desprezo aos valores do lar e da família.

    III. DESASTROSAS CONSEQÜÊNCIAS
    1. Altos riscos de problemas psiquiátricos e doenças físicas.
    a) Os indivíduos divorciados acham-se mais vulneráveis ao câncer do que as pessoas bem casadas. A solidão e a angústia são portas abertas para as doenças que não encontram vontade de viver e de lutar pela vida em suas vítimas.
    :) As taxas de morte prematura são significativamente mais altas entre homens e mulheres divorciados. Existe a comprovação de pesquisas médicas é só pesquisar.
    2. Os filhos. O desenvolvimento emocional dos filhos está diretamente ligado à interação contínua, cuidadosa e sustentadora entre ambos os pais.
    Os pais são exemplo dos filhos e se os pais não vão bem conjugalmente passam para os filhos a insatisfação e a falta de amor.

    CONCLUSÃO
    Considerando todas as questões discutidas, não espere um colapso conjugal para então buscar solução no divórcio; renove, melhore e recicle seu relacionamento conjugal e fuja de todas as possibilidades que desemboquem numa catástrofe desta natureza. O ideal, portanto, é que os cônjuges permaneçam unidos até que a morte os separe.
    Mt 19.7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim.
    DEUS NÃO MANDOU E NEM PERMITIU, Moisés permitiu por causa do coração endurecido dos homens e de sua insistência em errar, porém o desejo de DEUS é que mesmo que haja prostituição, haja o perdão, para que os filhos principalmente não sofram.

    LEITURAS que podem ajudar
    a) At 15.20 Abstendo-se da prostituição - mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.
    :) 1 Co 5.1 Grande imoralidade - Geralmente, se ouve que há entre vós fornicação e fornicação tal, qual nem ainda entre os gentios, como é haver quem abuse da mulher de seu pai.
    HÁ ENTRE VÓS FORNICAÇÃO. Paulo passa a escrever sobre um informe recebido, de imoralidade na igreja de Corinto e a recusa dos seus dirigentes quanto a disciplinar o culpado (vv. 1-8). Paulo declara que a igreja, sendo um povo santo, não deve permitir nem tolerar a imoralidade entre seus membros. Cita três razões por que a igreja deve disciplinar um membro culpado:
    (1) Para o bem do culpado (v.5). A exclusão pode despertá-lo para ver a tragédia do seu pecado e sua necessidade de perdão e restauração.
    (2) Por amor à pureza da igreja (vv. 6-8). Tolerar a iniqüidade numa igreja é rebaixar paulatinamente o padrão moral de todos.
    (3) Para o bem do mundo (cf.v.1). A igreja não poderá ganhar homens e mulheres para CRISTO, se ela mesma for semelhante ao mundo (cf.Mt 5.13). (para outros trechos do NT sobre a disciplina na igreja, ver Mt 5.22; 18.15-17; 2 Ts 3.6,14,15; Ap 2.19-23).
    QUEM ABUSE DA MULHER DE SEU PAI. Qual foi o pecado exato, aqui, não está claro. Paulo, ao referir-se à mulher do pai daquele transgressor, provavelmente, quis dizer que havia um envolvimento sexual deste com a sua madrasta.
    (1) Paulo ficou pasmado e horrorizado, porque a igreja estava tolerando semelhante imoralidade em seu meio. Ele sabe que isso é ainda mais grave do que a própria transgressão do indivíduo.
    (2) A permissividade dos coríntios é semelhante à de muitas igrejas da atualidade que toleram e silenciam sobre a imoralidade entre seus membros, inclusive o adultério e todas as formas de fornicação. As intimidades pré-conjugais, especialmente entre a juventude da igreja, não somente são toleradas, mas, às vezes, até mesmo justificadas, alegando-se amor e compromisso mútuo. Poucos dirigentes de igrejas falam abertamente, em nome de CRISTO, da prática do namoro imoral entre a juventude. Como faziam os líderes da igreja de Corinto, os tais não lamentam o fato da corrupção do povo de DEUS, que se torna cada vez mais semelhante à sociedade à sua volta. Esses dirigentes, na sua auto-complacência, permitem o pecado, porque, conforme alegam, "vivemos em tempos modernos, e não devemos ser vistos como juízes."
    NEM... VOS ENTRISTECESTES. Paulo expressa qual deve ser a reação normal de uma igreja cheia do ESPÍRITO SANTO, em caso de imoralidade entre seus membros professos. Aqueles que aceitam o conceito bíblico da santidade de DEUS e da sua aversão ao pecado, sentirão tristeza e pesar (cf. Is 6). Removerão do seu meio a iniqüidade (vv. 2,4,5,7,13).
    SEJA ENTREGUE A SATANÁS. Isso significa (em um caso como esse de Corinto), a igreja remover a pessoa imoral da sua comunhão e entregá-la ao domínio de Satanás. expondo-a às influências destrutivas do pecado e demoníacas (vv. 7,13).
    (1) Tal disciplina tem dois propósitos:
    (a) que o culpado, ao experimentar problemas e sofrimentos físicos, arrependa-se e seja finalmente salvo (Lc 15.11-24);
    (:) que a igreja livre-se do "fermento velho" (v.7; i.e., das influências pecaminosas), para assim tornar-se o pão novo "da sinceridade e da verdade"(v. 8).
    (2) A mesma ação pode ser adotada pela igreja hoje, ao procurar salvar a quem abandonou a vida cristã e voltou ao mundo (cf. 1 Tm 1.20).
    UM POUCO DE FERMENTO FAZ LEVEDAR TODA A MASSA. Na Bíblia, "fermento" (i.e., levedura que produz fermentação) é símbolo do erro que permeia o povo e corrompe a verdade, a retidão e a vida espiritual (Gl 5.7-9; ver Êx 13.7; Mc 8.15). Paulo, neste versículo, compara o fermento ao processo pelo qual o pecado e a iniqüidade paulatinamente se propagam numa comunidade cristã, corrompendo assim a muitos. Qualquer igreja que não tomar medidas severas contra a imoralidade sexual entre seus membros descobrirá que a influência maligna desse mal se alastrará pela congregação e contaminará a muitos. O pecado deve ser rigorosamente removido; doutra forma, no decurso do tempo, a totalidade da comunidade cristã se corromperá e o ESPÍRITO SANTO não terá lugar nessa igreja (ver Ap 2,3).
    JULGAIS... OS QUE ESTÃO DENTRO. Um crente não deve fazer crítica precipitada ou injusta contra outro crente (cf. Mt 7.1-5). Todavia, Paulo mostra, aqui, que a igreja precisa julgar seus membros em caso de pecado grave, iniqüidade, imoralidade, ou conduta ímpia persistente. Tais ações iníquas precisam ser julgadas e disciplinadas, para o bem da pessoa envolvida, da pureza da igreja e do testemunho de CRISTO no mundo (ver v. 1).
    c) Gn 19.26 Cidades prostituídas - E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.
    A MULHER DE LÓ OLHOU PARA TRÁS E FICOU CONVERTIDA NUMA ESTÁTUA DE SAL. A esposa de Ló não levou a sério a ordem específica do anjo (v. 17) e morreu. Certamente o seu coração ainda estava preso aos prazeres de Sodoma. JESUS adverte os crentes do NT dizendo: Lembrai-vos da mulher de Ló (Lc 17.32), o que significa que aqueles cujo coração está dominado pelo sistema corrupto deste mundo, não escaparão à ira de DEUS e à destruição pendente sobre os ímpios (Ez 3.20; Rm 8.13; Hb 4.1;
    d) Mt 15.19 Coração impuro - Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
    NÃO O PODE CONTAMINAR. JESUS está falando de alimentos normais, cuja ingestão não afeta o nosso espírito (v. 19). Este versículo jamais pode ser usado como justificativa para o uso de drogas ou de bebidas alcoólicas. O uso de tais drogas e bebidas alcoólicas levam a todos os pecados relacionados nos vv. 21,22 (ver Pv 23.31).
    DO CORAÇÃO DOS HOMENS. Neste trecho, "contamina" (v.20) significa estar separado da vida, salvação e comunhão de CRISTO por causa dos pecados que provêm do coração. Nas Escrituras, "coração" é a totalidade do intelecto, da emoção, do desejo e da volição do ser humano. O coração impuro corrompe nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (Pv 4.23; Mt 12.34; 15.19). O que necessitamos é um novo coração, transformado, feito segundo a imagem de CRISTO (ver Lc 6.45).
    e) Mt 19.3 A pergunta dos fariseus - Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?
    f) Ml 2.14 A infidelidade conjugal - E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.
    A MULHER DA TUA MOCIDADE. Muitos homens eram infiéis às suas esposas, com as quais se haviam casado quando jovens. Agora procuravam divorciar-se delas, para se casarem com outras. O Senhor detesta tal ação, pois é movida pelo egoísmo. Ele declara que, do marido e da mulher, fez um só (v. 15). Em conseqüência destes pecados e transgressões, DEUS lhes virara as costas, recusando-se a atender-lhes as orações (vv. 13,14).
    ABORRECE O REPÚDIO. DEUS odeia o divórcio motivado por propósitos egoístas. Quem pratica tal tipo de divórcio, assemelha-se "aquele que encobre a violência com a sua veste". O divórcio, aos olhos de DEUS, iguala-se à injustiça mais brutal, à crueldade e ao assassinato (ver Mt 19.9,).

    LEITURA BÍBLICA IMPORTANTE:
    OSÉIAS 5.1-7 - Ouvi isto, ó sacerdotes, e escutai, ó casa de Israel, e escutai, ó casa do rei, porque a vós pertence este juízo, visto que fostes um laço para Mispa e rede estendida sobre o Tabor. Os transviados têm descido até ao profundo, na matança; mas eu serei a correção de todos eles. Eu conheço Efraim, e Israel não se esconde de mim; porque, agora, te tens prostituído, ó Efraim, e se contaminou Israel. Não querem ordenar as suas ações, a fim de voltarem para o seu DEUS; porque o espírito da prostituição está no meio deles, e não conhecem o SENHOR. A soberba de Israel testificará, pois, no seu rosto; e Israel e Efraim cairão pela sua injustiça, e Judá cairá juntamente com eles. Eles irão com as suas ovelhas e com as suas vacas, para buscarem o SENHOR, mas não o acharão: ele se retirou deles. Aleivosamente se houveram contra o SENHOR, porque geraram filhos estranhos; agora, a lua nova os consumirá com as suas porções.

    Na sociedade em geral, o divórcio tem gerado polêmicas.
    A família desfeita é como se fosse possível o céu sem JESUS. Os filhos se tornam desajustados, causando grandes prejuízos à sociedade como um todo.

    I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO
    A lei de Moisés prescreve as razões para o divórcio em termos tão gerais que torna-se difícil explicar os motivos que o justificam. Vejamos:
    1. Motivos que ensejavam o divórcio.
    a) “Por qualquer motivo”.
    Dt 24.1= Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então, será que, se não achar graça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio, e lho dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.
    ESCRITO DE REPÚDIO. O divórcio resulta do pecado humano (cf. Mt 19.8). As instruções que se acham nos versículos 1-4 foram dadas por DEUS para regular o divórcio no Israel antigo. Observe o seguinte nesses versículos:
    (1) O termo "coisa feia", provavelmente se refira a certa conduta vergonhosa ou imoral, porém não da gravidade do adultério. Certamente não se trata de adultério, pois a penalidade deste era a morte, e não o divórcio (cf. 22.13-22; Lv 20.10).
    (2) O "escrito de repúdio" era um documento legal entregue à mulher, para a rescisão do contrato do casamento, para protegê-la e liberá-la de todas as obrigações para com o seu ex-marido.
    (3) Depois de receber o escrito de divórcio, a mulher estava livre para casar-se de novo. Nunca poderia, porém, voltar ao seu primeiro marido, se o segundo casamento se dissolvesse (vv. 2-4).
    (4) A ocorrência do divórcio é uma tragédia (cf. Ml 2.16; ver Gn 2.24), mas não é pecado, se tiver fundamento bíblico (ver Mt 19.9; 1 Co 7.15). O próprio DEUS repudiou Israel por causa da sua infidelidade e adultério espiritual (Is 50.1; Jr 3.1,6-8).
    Lv 20.10= Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.
    Dt 22.20-22= Porém, se este negócio for verdade, que a virgindade se não achou na moça, então, levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão com pedras, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, tirarás o mal do meio de ti. Quando um homem for achado deitado com mulher casada com marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, tirarás o mal de Israel.
    :) Casamento misto. Ed 9 e 10=
    Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
    TOMARAM DAS SUAS FILHAS PARA SI. Quando Neemias chegou a Jerusalém, descobriu que muitos dos israelitas, inclusive sacerdotes, levitas e governantes, tinham se casado com mulheres idólatras e praticavam as abominações e impurezas dos pagãos (vv. 1,2,11). O casamento com ímpios foi terminantemente proibido na lei de Moisés (Êx 34.11-16; Dt 7.1-4; cf. Sl 106.35). O NT, da mesma forma, proíbe o povo de DEUS da nova aliança, casar-se com incrédulos (1 Co 7.39; cf. 2 Co 6.14).9.2 A SEMENTE SANTA. Ser uma nação santa ? nisto consistia a alta vocação de Israel (cf. Êx 19.6; Is 6.13; Ml 2.15).
    (1) Como povo, Israel devia ser a possessão exclusiva de DEUS, refletindo sua pessoa e santidade, mediante a rejeição dos costumes pecaminosos dos que não conhecem a DEUS (Dt 7.1-11).
    (2) Os crentes do NT também são chamados para se separarem do mundo (2 Co 6.14-18). Aqueles que confessam JESUS como seu Senhor devem ser uma "nação santa" (1 Pe 2.9-12), dedicada a fazer a vontade e a obra do Pai. Isso deixa claro que o crente cheio do ESPÍRITO viverá uma vida de retidão e separação, em comunhão com DEUS (1 Co 6.11), de modo diferente dessa geração maligna (At 2.40); tal crente sempre procurará fazer a vontade de DEUS como seu fiel filho (Rm 8.13-16)
    CONTENDI COM ELES. Há ocasiões em que os dirigentes, se realmente são servos de DEUS, precisam ter ira santa contra o mal e adotar medidas drásticas para corrigir uma situação maléfica que surja. Usar de brandura e mansidão, quando há desrespeito público e cínico ante a vontade de DEUS, pelos membros da igreja, passa a ser fraqueza e transigência. A correção aplicada por Neemias demonstra um zelo por DEUS semelhante ao de CRISTO, quando Ele tomou um chicote para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (Mt 21.12,13; Jo 2.13-16; ver Lc 19.45).
    2. Carta de divórcio.
    Documento que a mulher recebia de seu marido e que autorizava a separação sem haver apedrejamento caso se casasse novamente.
    II. O DIVÓRCIO NOS EVANGELHOS
    Somente JESUS falou sobre divórcio no Novo Testamento, Paulo dá sua opinião a respeito da separação entre casais, não sobre divórcio, pois o mestre dos mestres já tinha ensinado sobre divórcio. Paulo fala sobre a separação do casal onde um é crente e o outro não e faz questão de dizer que mesmo que se separem não devem se casar de novo e ainda se ficar viúvo(a) ele aconselha a não arranjar outra(o).
    1 Co 7.10 Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido; 11 se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. 12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. 13 E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. 14 Porque o marido incrédulo é santificado pela mulher, e a mulher incrédula é santificada pelo marido crente; de outro modo, os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 15 Mas, se o incrédulo se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou a irmã, não está sujeito à servidão; pois DEUS nos chamou em paz. 16 Pois, como sabes tu, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, como sabes tu, ó marido, se salvarás tua mulher?
    1 Co 7.39 A mulher está ligada enquanto o marido vive; mas se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. 40 Será, porém, mais feliz se permanecer como está, segundo o meu parecer, e eu penso que também tenho o ESPÍRITO de DEUS.

    III. O DIVÓRCIO NAS EPÍSTOLAS
    1. Morte para a lei (Rm 7.1-3). = 1 Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive?2 Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido.3 De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido.
    MORTOS PARA A LEI. Já não dependemos da Lei e dos sacrifícios do AT para sermos salvos e aceitos diante de DEUS (cf. Gl 3.23-25; 4.4,5 ). Fomos alienados da antiga aliança da Lei e unidos a CRISTO para a salvação. Devemos crer em JESUS (1 Jo 5.13), receber o seu ESPÍRITO e a sua graça e, assim, receber o perdão, ser regenerados e capacitados para produzir fruto para DEUS (6.22,23; 8.3,4; Mt 5.17; Ef 2.10; Gl 5.22,23; Cl 1.5,6).
    2. Aos casais crentes (1 Co 7.10). = Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido.
    SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR. No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de DEUS para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por DEUS, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.
    3. Aos casais mistos (1 Co 7.12,13).
    Aqui se fala em separação, não em divórcio. Não existe aqui permissão para novo casamento, nem de um, nem de outro. O que DEUS uniu, não o separe o homem. O melhor aqui é deixar que o tempo separados mostre ao casal que o melhor mesmo é se perdoarem e reatarem seu relacionamento visando principalmente o bem-estar dos filhos.
    CONCLUSÃO
    “Se por um lado não há casamentos totalmente a salvo, por outro lado também não há casamentos totalmente perdidos. DEUS subordina seu poder de restaurar o matrimônio problemático ao perdão entre os cônjuges. Portanto, o divórcio não deve jamais ser visto como uma prática a ser seguida em qualquer situação, mas como uma extrema exceção.”
    Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 11, pág.39
    “Uma mulher podia ser comprada, e com freqüência era considerada propriedade do homem. No lar era usada como se fora uma escrava, e por qualquer razão podia ser repelida e expulsa. JESUS não somente procurou elevar a posição da mulher na sociedade, mas também procurou eliminar esse duplo padrão. Assim fazendo, o Senhor elevou grandemente o estado de casado.”
    CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. São Paulo, Hagnos, 2002. V.1. p.482.
    A igreja deve, buscando ao Senhor, sempre ajudar a salvar os casamentos em perigo, enquanto procura desestimular o divórcio.

    OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Dissertar sobre o divórcio no Antigo testamento.
    Defender como padrão o ensinamento de JESUS sobre o divórcio.
    Explicar o porquê do ensino de Paulo acerca da separação.

    PALAVRA-CHAVE - DIVÓRCIO - Dissolução do vínculo matrimonial.

    RESUMO DA LIÇÃO 7 - O DIVÓRCIO
    I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO
    1. A lei de Moisés e o divórcio.
    2. A carta de divórcio.
    II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO
    1. A pergunta dos fariseus.
    2. O ensino de JESUS.
    3. Permissão para novo casamento.
    III. ENSINOS DE PAULO A RESPEITO DO DIVÓRCIO
    1. Aos casais crentes.
    2. Quando um dos cônjuges não é crente.
    3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.

    SINOPSE DO TÓPICO (1) - A lei de Moisés não incentivava o divórcio, mas dispunha de mecanismos diversos, com o objetivo de garantir a dignidade humana.
    SINOPSE DO TÓPICO (2) - O Senhor JESUS condena o divórcio, excetuando àquele que foi motivado por prostituição.
    SINOPSE DO TÓPICO (3) - O apóstolo Paulo afirma que a pessoa crente, quando abandona da pelo cônjuge não crente, está livre para conceber novas núpcias. Contanto, que seja no Senhor.

    VOCABULÁRIO
    Repúdio: Rejeitar a esposa legalmente; divorciar-se.

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    ARRINGtON, French l.; StRONStAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
    HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Mateus a João. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
    SOARES, Esequias. Casamento, Divórcio & Sexo à Luz da Bíblia. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7 - O DIVÓRCIO
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    "Eu vos digo, porém, que qualquer que _______________________________ sua mulher, não sendo por causa de _____________________________________, e casar com outra, comete ______________________________; e o que casar com a repudiada também comete adultério" (Mt 19.9).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    O ___________________________________, embora admissível em caso de _____________________________________, sempre traz sérias conseqüências à família. Por isso DEUS o _______________________________.

    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO
    3- Como era o divórcio na lei de Moisés e como é hoje?
    ( ) O capítulo 24 do livro de Deuteronômio trata a respeito do Adultério.
    ( ) O capítulo 24 do livro de Deuteronômio trata a respeito do divórcio.
    ( ) Como a prática havia se tornado comum em Israel, o propósito da lei era regulamentar tal situação a fim de evitar os abusos e preservar a família.
    ( ) Nenhuma lei do Antigo Testamento incentivava alguém a divorciar-se, mas servia como base legal para a proibição de outros casamentos com a mulher divorciada.
    ( ) O divórcio era e é um ato extremo.
    ( ) Infelizmente, muitos que conhecem a Palavra do Senhor se divorciam por qualquer motivo.
    ( ) O casamento é uma aliança de amor, inclusive com DEUS, um pacto que não pode ser quebrado, sobretudo por motivos fúteis e torpes.

    4- Por que era dada a carta de divórcio?
    ( ) A mulher e o homem tinham tal direito.
    ( ) Todavia, segundo a lei, a mulher que fora repudiada, depois de viver com outro marido, não poderia retornar para o primeiro,pois tal atitude era considerada abominação ao Senhor.
    ( ) Divorciar-se não era fácil, pois havia várias formalidades, e somente o homem podia pedir o divórcio.
    ( ) A mulher não tinha tal direito.
    ( ) A Lei de Moisés, apesar de não incentivar o divórcio, dispunha de vários mecanismos para torná-lo mais humano.

    II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO
    5- O que JESUS respondeu à pergunta dos fariseus sobre o divórcio e o que significa isso?
    ( ) Procurando incriminar JESUS, e imbuídos da idéia difundida pela escola do rabino Hillel (que defendia o direito de o homem dar carta de divórcio à mulher "por qualquer motivo&quot:), os fariseus questionaram: "É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?".
    ( ) Procurando incriminar JESUS, e imbuídos da idéia difundida pela escola do rabino Shamai (que defendia o direito de o homem dar carta de divórcio à mulher "por qualquer motivo&quot:), os fariseus questionaram: "É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?".
    ( ) Respondendo aos acusadores, JESUS relembrou o "princípio" divino para o casamento, quando DEUS fez o ser humano, "macho e fêmea", "ambos uma [só] carne".
    ( ) Assim, o Mestre concluiu: "Portanto, o que DEUS ajuntou não separe o homem".
    ( ) Essa é a doutrina originária a respeito da união entre um homem e uma mulher; ela reflete o plano de DEUS para o casamento, considerando-o uma união indissolúvel.

    6- Qual foi o ensino de JESUS sobre o divórcio, indicando a única condição permitida por DEUS para tal? (permitida? - Responda conforme a revista)
    ( ) Os fariseus insistiram: "Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la?".
    ( ) Respondendo à insistente pergunta, JESUS explicou que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres, "por causa da dureza dos vossos corações".
    ( ) Respondendo à insistente pergunta, JESUS explicou que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres, "por causa da incerteza dos vossos corações".
    ( ) Uma mulher abandonada pelo marido ficaria exposta à miséria ou à prostituição para sobreviver. Com a carta de divórcio ela poderia casar-se novamente.
    ( ) DEUS não é radical no trato com os problemas decorrentes do pecado e com o ser humano.
    ( ) Ele se importava com as mulheres e sabia o quanto elas iriam sofrer com a dureza do coração do homem, e tornou o trato desse assunto mais digno para elas.
    ( ) Segundo ensinou o Senhor JESUS, o divórcio é permitido somente no caso de infidelidade conjugal.
    ( ) Ao invés de satisfazer o desejo dos fariseus, que admitiam o divórcio "por qualquer motivo", o Mestre disse: "Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério".
    ( ) Numa outra versão bíblica, lê-se: "exceto por causa de infidelidade conjugal" ou "relações sexuais ilícitas".
    ( ) Essa foi a única condição que JESUS entendeu ser suficiente para o divórcio.

    7- Somente quando JESUS dá permissão para novo casamento e qual outra possibilidade fica aberta ao crente? (novo casamento? - Responda conforme a revista)
    ( ) Não existe a possibilidade para perdoar e fazer o possível para restaurar este tipo de tragédia no casamento.
    ( ) Pelo texto bíblico, está claro que JESUS permite o divórcio, com a possibilidade de haver novo casamento, somente por parte do cônjuge fiel, vítima de prostituição, ou infidelidade conjugal.
    ( ) DEUS admite a separação do casal, não como regra, mas como exceção, em virtude de práticas insuportáveis relacionadas à sexualidade, que desfazem o pacto conjugal.
    ( ) Do contrário, um servo ou uma serva de DEUS seria lesado duas vezes: pelo Diabo, que destrói casamentos e, outra, pela comunidade local, que condenaria uma vítima a passar o resto da vida em companhia de um ímpio, ou vi

  • LIÇÃO 6, A INFIDELIDADE CONJUGAL

    LIÇÃO 6 - A INFIDELIDADE CONJUGAL
    LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
    Tema: A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO 21 - Protegendo seu lar dos ataques do inimigo.
    Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
    Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
    QUESTIONÁRIO
    NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...



    TEXTO ÁUREO
    “O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz” (Pv 6.32).

    VERDADE PRÁTICA
    A infidelidade conjugal traz sérias consequências a toda a família. Por isso, DEUS abomina tal prática.

    LEITURA DIÁRIA
    Segunda - Mt 19.6 - DEUS ajuntou - Não separe o homem
    Terça - Ef 5.25-28 - Amor e fidelidade à esposa
    Quarta - Ef 5.22-24 - Submissão e fidelidade ao esposo
    Quinta - Ef 6.11 - As astutas ciladas do Diabo
    Sexta - Mt 26.41 - vigiar e orar
    Sábado - Êx 20.14 - "Não adulterarás"

    LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Provérbios 5.1-5; Mateus 5.27,28
    Provérbios 5.1-5
    1 Filho meu, atende à minha sabedoria; à minha razão inclina o teu ouvido; 2 para que conserves os meus avisos, e os teus lábios guardem o conhecimento. 3 Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite; 4 mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois fios. 5 Os seus pés descem à morte; os seus passos firmam-se no inferno.
    Mateus 5.27,28
    27 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. 28 Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela.

    Já diz o ditado popular: "é melhor um covarde vivo do que um herói morto"
    A bíblia nos ensina: "Sujeitai-vos, pois, a DEUS, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós". Tg 4.7
    Mas também a bíblia nos diz: "Abstende-vos (ou fugi) de toda a aparência do mal". 1 Ts 5.22

    5.3 OS LÁBIOS DA MULHER ESTRANHA. O livro de Provérbios adverte repetidas vezes quão destrutiva é a imoralidade sexual. Salomão ressalta que, embora os prazeres enganosos dessa imoralidade sejam atraentes, a entrega aos mesmos leva à ruína (vv. 7-14). Este capítulo e também 2.16-19; 6.20-35; 22.14; 23.27,28; 29.3; 30.20; 31.3 abordam a quebra das normas divinas da pureza e da castidade. A resposta à imoralidade sexual é a entrega pessoal a DEUS (v. 1) a abstenção sexual disciplinada pré-marital e a satisfação do desejo sexual natural através de uma vida marital santa e amorosa (vv. 15-23).

    5.28 ATENTAR NUMA MULHER PARA A COBIÇAR.
    Trata-se de cobiça carnal, ou concupiscência (gr. epithumia). O que CRISTO condena aqui não é o pensamento repentino que Satanás pode colocar na mente de uma pessoa, nem um desejo impróprio que surge de repente. Trata-se, pelo contrário, de um pensamento ou desejo errado, aprovado pela nossa vontade. É um desejo imoral que a pessoa procurará realizar, caso surja a oportunidade. O desejo íntimo de prazer sexual ilícito, imaginado e não resistido, é pecado.
    (1) O cristão deve tomar muito cuidado para não admirar cenas imorais como as de filmes e da literatura pornográfica (cf. 2 Tm 2.22; Tt 2.12; Tg 1.14; 1 Pe 2.11; 2 Pe 3.3; 1 Jo 2.15,16; 1 Co 6.18; Gl 5.19, 21; Cl 3.5; Ef 5.5; Hb 13.4).
    (2) Quanto a manter a pureza sexual, a mulher, igualmente como o homem, tem responsabilidade. A mulher cristã deve tomar cuidado para não se vestir de modo a atrair a atenção para o seu corpo e deste modo originar tentação no homem e instigar a concupiscência. Vestir-se com imodéstia é pecado (1 Tm 2.9; 1 Pe 3.2,3).

    A infidelidade conjugal tem sido o principal motivo de separação de casais na igreja. A falta de vigilância com a internet e com o contato pele-a-pele (abraços exagerados) e permanência em lugares fechados a sós, tem sido motivo de haverem tantos casos de adultério na igreja. A igreja precisa pedir a DEUS discernimento espiritual para serem revelados esses casos e pedir a DEUS autoridade e coragem para os líderes no combate aos casos existentes, procurando o perdão entre os cônjuges e a restauração dos casamentos quebrados por tais atos pecaminosos.



    1. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO:
    Infidelidade conjugal, biblicamente falando, é o ato sexual entre uma pessoa casada e outra que não é o seu cônjuge. Na bíblia é geralmente denominado Adultério (AT - hebraico Naaph – NT – grego – moichos ou moicheia).
    (Jr 2.33; 7.9; 23.14; 29.23; Os 4.2; Ml 3.5; Lc 18.11; I Co 6.9; Hb 13.4)
    Moicheia é o termo usado para pecado físico do adultério (Mt 15.19; Mc 7.21; Jo 8.3; Gl 5.19).
    Adultério é palavra portuguesa derivada do grego adulterium se referindo ao dormir em cama alheia.
    Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros DEUS os julgará”.

    2. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE
    O adultério é pecado largamente condenado tanto no Antigo quanto no Novo testamento.(Êx 5.18 – Êx 20.4 – no decálogo; Dt 5.18; Jó 31.11; Pv 2.17).
    Punição aplicada ao adultério - a morte (Lv 20.10; Dt 22.22).
    Havia como castigo o estrangulamento, recomendado pelos rabinos ou o apedrejamento como nos tempos de JESUS (Jo 8.3,5).
    O rei Davi foi severamente repreendido pelo profeta Natã a esse respeito e o castigo de DEUS se abateu sobre ele, levando-lhe o filho nascido desse ato pecaminoso (II Sm 12.7; Sl 51).
    Em Provérbios vemos instruções a fim de que o homem não se envolva em pecado de adultério (Pv 6.29-32).
    O divórcio geralmente acontece devido ao adultério de um dos cônjuges - Dt 24.1; Mt 19.9.
    O adultério pode ser o principal motivo para se romperem laços conjugais (I Co 6.15-17; Hb 13.4).
    No Novo testamento o adultério é visto de maneira mais rígida por JESUS, - Mt 5.28, sendo condenado não apenas por contato físico, mas desejo da alma.
    Muitos são os acaso de apostasia devido ao adultério e João chega até a dizer que existem pecados que não se deve orar pelos pecadores que insistem neles - I Co 6.9,10; 1 Jo 5.16.

    3. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE
    Até cristãos estão sujeitos à infidelidade conjugal e a bíblia está recheada de casos de servos de DEUS que caíram nessa cilada de Satanás. Dentre os mais destacados temos Abraão, Jacó, Davi e Salomão.
    Existem casos de história de família que devem ser estudados e vigiados por aqueles que desejam ser fiéis a DEUS e o seu cônjuge (I Co 10.12). Os olhos devem estar fixos em DEUS e em seu testemunho de nossa aliança (Ef 5.25).
    O segredo sempre é:
    Esposas – sejam submissas.
    Esposos – Amem suas esposas.
    A falta de assistência de um dos cônjuges quando o outro está ferido pode ocasionar o adultério, por isso os cônjuges devem sempre estar dialogando um com o outro e procurando solução para os problemas que surgirem.
    Os problemas conjugais devem ser tratados entre os cônjuges e só podem ser levados a outrem que seja de extrema confiança dos dois – no caso, o melhor é procurar ajuda do pastor e sua esposa.
    São funestas as conseqüências de um adultério, mas sempre o perdão deve estar à frente de qualquer outra atitude.
    O homem não é dono de seu corpo e nem a mulher de seu, portanto não podem ficar muito tempo sem o ato sexual. Muitos adultérios acontecem por falta de sexo entre os cônjuges. Existem maridos que passam até meses fora de casa em viagem de negócios ou outros afazeres. Muitos maridos passam anos dormindo no sofá, embora morando dentro da mesma casa que seu cônjuge. (I Co 7.5).
    Casados devem tomar cuidado com elogios alheios (Pv 2.16,17 Pv 5.3; 6.24; 7.5, 21,23).
    Antes de viajar o cônjuge deve procurar por relacionamento sexual com seu cônjuge para que não sejam demasiadamente tentados (Pv 7.10-12);
    O amor entre os cônjuges deve ser mantido sempre aceso (Fp 1.9).

    CONCLUSÃO
    A infidelidade ou adultério acontece tanto no mundo como na igreja. É preciso lutar contra esse pecado como se luta contra Satanás, ele é o tentador. Só o amor e o compromisso com DEUS podem evitar que o casamento seja destruído pelo adultério. O perdão é ainda a melhor solução quando acontece essa tragédia.

    PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL (BEP - CPAD)
    Hb 13.4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros DEUS os julgará”.

    O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou amiantos) significa livre de toda mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de DEUS. Isso abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em “concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o seguinte:
    (1) A intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e abençoada por DEUS (ver Gn 2.24; Ct 2.7; 4.12). Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de DEUS. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por DEUS e por Ele honrados.
    (2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de DEUS por serem transgressões da lei do amor (Êx 20.14) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3) e colocam o culpado fora do reino de DEUS (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21).
    (3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de DEUS e o padrão bíblico da pureza. DEUS proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18.6-30; 20.11,17, 19-21; ver 18.6).
    (4) Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do ESPÍRITO, no crente, i.e., a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. Nossa dedicação à vontade de DEUS, pela fé, abre o caminho para recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24).
    (5) Termos bíblicos descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal.
    (a) Fornicação (gr. porneia). Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramaritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de DEUS para seu povo (Lv 18.6-30; 20.11,12, 17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3).
    (:) A lascívia (gr. aselgeia) denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9 sobre a modéstia). Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18).
    (c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g., 1Ts 4.6), significa privá-la da pureza moral que DEUS pretendeu para essa pessoa, para a satisfação de desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19).
    (d) A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia) é um desejo carnal imoral que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade (Ef 4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28).



    Adultério (vv. 27-30; Êx 20:14). (Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - W arren W . W iersbe)
    Para o povo judeu daquela época, o noivado eqüivalia ao casamento - exceto pelo fato de que o homem e a mulher não coabitavam. Os noivos eram chamados de "marido e esposa", e, ao fim do período de noivado, o casamento era consumado. Se uma mulher que estava noiva ficava grávida, isso era considerado adultério (ver Dt 22:1321).
    Porém, José não pediu nenhuma punição nem o divórcio quando descobriu que Maria estava grávida, pois o Senhor havia lhe revelado a verdade. Todas essas coisas cumpriram Isaías 7:14.
    os fariseus tinham uma lista de ações exteriores consideradas pecado, mas JESUS explicou que o pecado provém das atitudes do coração. A ira sem motivo é homicídio no coração; a lascívia é adultério no coração. A pessoa que afirma "viver segundo o sermão do monte" talvez não perceba que é mais difícil seguir esses preceitos do que os Dez Mandamentos!
    JESUS assevera a pureza da lei de DEUS e, em seguida, explica que a intenção dessa lei é revelar a santidade do sexo e a pecaminosidade do coração humano. DEUS criou o sexo e protege essa criação. Tem autoridade para determinar como deve ser usado e para punir os que se rebelam contra suas leis. DEUS não estabeleceu regras para o sexo porque deseja nos controlar, mas sim porque deseja nos abençoar. DEUS sempre diz "não" para poder dizer "sim". A impureza sexual nasce dos desejos do coração. Mais uma vez, JESUS não está dizendo que desejos lascivos são a mesma coisa que práticas lascivas e, portanto, que a pessoa pode aproveitar e cometer adultério de fato, uma vez que já o fez em pensamento. O desejo e a prática não são idênticos, mas, em termos espirituais, são equivalentes. O "olhar" que JESUS menciona não é apenas casual e de relance; antes, é um olhar fixo e demorado com propósitos lascivos. É possível um homem olhar de relance para uma mulher, constatar que ela é linda, mas não ter pensamentos lascivos depois disso. O homem que JESUS descreve olha para a mulher com o propósito de alimentar seus apetites sexuais interiores, como um substituto para o ato sexual em si. Não é uma situação acidental, mas um ato planejado. Como vencer essas tentações? Pela purificação dos desejos do coração (o apetite conduz à ação) e pela disciplina das ações do corpo. Claro que JESUS não está falando literalmente de realizar uma cirurgia, pois isso não resolveria o problema do coração. Em se tratando dos pecados sexuais, os olhos e as mãos são geralmente os dois grandes "culpados"; portanto, são eles que devem ser disciplinados. JESUS diz: "trate o pecado de maneira imediata e decisiva! Não pense num tratamento gradual. A remoção deve ser radical!" A cirurgia espiritual é mais importante do que a cirurgia física, pois os pecados do corpo podem levar ao julgamento eterno.
    Convém refletir sobre passagens como Colossenses 3:5 e Romanos 6:13; 12:1, 2; 13:14. (Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - W arren W . W iersbe)

    Curiosidade
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,
    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,
    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,
    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.
    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.
    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.
    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.
    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.
    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,
    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.
    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.
    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.
    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.
    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.
    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.
    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.
    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.
    Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;
    Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.
    E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
    Números 5:11-31
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.

    Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;

    Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.

    E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
    Números 5:11-31
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.
    Números 5:11-28
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.
    Números 5:11-28
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.

    Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;

    Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.

    E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
    Números 5:11-31
    Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

    Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

    De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

    E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

    Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade em memória.

    E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

    E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

    Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

    E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

    Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

    Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

    E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

    Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

    E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

    E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

    Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

    E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição no meio do seu povo.

    E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.

    Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;

    Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.

    E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
    Números 5:11-31

    Depois que um homem se converte, é convencido pela Palavra de DEUS e pelo ESPÍRITO SANTO a mudar sua linha de pensamento. O Senhor, naturalmente, conhece este problema universal dos homens, pois ele nos admoesta: "Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela." (Mt 5.28.) Esse adultério mental, provavelmente, já derrotou maior número de homens sinceros que qualquer outro pecado. Muitas mulheres crentes não compreendem este problema dos homens, razão pela qual adotam vestuário tão reduzido. Se elas soubessem os problemas mentais que sua falta de decência causa na média dos homens, muitas se vestiriam com mais recato; mas como não se sentem excitadas à vista de um belo físico masculino, não percebem a imediata reação dos homens à sua exposição.

    ADULTÉRIO (O Ato Conjugal - Tim e Beverly LaHaye)
    Uma pessoa pode ser realmente perdoada por um adultério cometido?
    Os pecados de adultério, homossexualismo e assassinato eram considerados crimes capitais na Bíblia, já que eram punidos com a pena de morte (Lv 20.10). Na Palavra de DEUS, está evidenciado de forma clara, que a vida humana é da maior importância para DEUS, e esses pecados atentam contra a perpetuação da vida. Mas, apesar disso, o sangue de CRISTO, vertido na cruz, pode purificar estes e outros pecados (1 Jo 1.7,9). Outra evidência do perdão de DEUS para esse pecado é o fato de JESUS haver perdoado a mulher adúltera (Jo 8.1-11), e a samaritana que tivera cinco maridos e na ocasião estava vivendo com outro (Jo 4.1-42).
    O crente pode cometer adultério?
    O crente pode cometer qualquer pecado que o homem conhece, mas se é realmente "nascido de novo", não poderá evitar o sentimento de culpa que lhe sobrevém da parte do ESPÍRITO SANTO (Jo 16.7-11). Por essa razão, Paulo desafia os cristãos a que andem segundo o ESPÍRITO e não segundo a carne (Gl 5.16-21). Se um crente abriga pensamentos impuros no coração durante algum tempo, fatalmente virá a praticar a ação. Foi por isso que CRISTO colocou em pé de igualdade os pensamentos impuros e o adultério (Mt 5.28). Nestes nossos dias de tanta tentação no plano sexual, é imprescindível que guardemos nossa mente.
    Como posso perdoar meu cônjuge por um ato de infidelidade?
    Provavelmente, não existe maior traição da confiança do que a da infidelidade conjugai. Portanto, é bastante comum a parte ofendida ter grande dificuldade em perdoar o cônjuge. Mas essa angústia e ressentimento não devem ser abrigados indefinidamente, pois, embora esta atitude possa ser compreensível, o fato é que o relacionamento dos dois não pode basear-se num ressentimento. Ê por esse motivo que outros casais se separam, após um ato de adultério, mesmo que o ofensor se arrependa e não prossiga em sua conduta.
    O Senhor ensinou a necessidade do perdão em Mateus 6.14,15 e Efésios 4.32, bem como em muitas outras passagens. DEUS nunca nos dá uma ordem que não sejamos capazes de cumprir, pois ele nos capacita a isso. Portanto, se você quiser perdoar, você conseguirá. Mas, se preferir alimentar amargura e mágoa, provavelmente nunca superará o problema. Certa vez indaguei de uma senhora que fora traída pelo marido, o seguinte: "A senhora quer ser feliz ou infeliz pelo resto da vida? A decisão é sua!"
    Como posso perdoar a mim mesmo por ter sido infiel ao meu cônjuge?
    A infidelidade é um dos maiores golpes que pode sofrer um casamento, pois desencadeia uma série de conseqüências más, sendo que uma das maiores é justamente o sentimento de culpa que envolve o transgressor. Já vimos pessoas com esse sentimento de culpa chegarem a um esgotamento nervoso. A Bíblia diz: "O caminho dos pérfidos é intransitável." (Pv 13.15.) E isso é particularmente aplicável a quem se torna culpado de pecados de natureza sexual.
    O autoperdão começa com o perdão divino. Quando você compreender que, pela confissão feita a DEUS, o sangue de JESUS CRISTO o purificou de toda injustiça, poderá perdoar a si mesmo. Há duas coisas que podem acelerar este processo: (1) pegue uma concordância bíblica e anote a referência de todos os versos que tratam da questão do perdão dos pecados; leia-os várias vezes; (2) com base em 1 João 1.9, todas as vezes que se lembrar do pecado, pare e agradeça a DEUS, pela fé, por haver-lhe perdoado. Aos poucos, você aprenderá a aceitar o perdão como um fato consumado, ao invés de ficar condenando a si mesmo por um pecado confessado.
    Já confessei o pecado de adultério a DEUS, e não tenho intenção de repeti-lo. Devo contar a meu cônjuge?
    Embora existam muitos outros fatores que devem ser considerados e que não estão incluídos nesta pergunta, geralmente recomendamos que não se conte ao cônjuge, desde que as condições abaixo sejam preenchidas.
    1. Arrependimento genuíno e confissão do pecado a DEUS.
    2. Cessação do relacionamento ilícito, evitando-se qualquer tipo de conduta para com a outra parte.
    3. Estabelecimento de salvaguardas espirituais, isto é, oração e meditação diárias, participação regular nos trabalhos da igreja e uma conversa franca com o pastor.
    Uma vez que meu cônjuge comete adultério, posso confiar nele novamente? Um pecado cometido não facilita a comissão de outros?
    Isso depende de o indivíduo haver-se arrependido do pecado, confessado a DEUS e ao seu cônjuge, e cessado todo contato com a outra pessoa. Se estas coisas ocorreram, seria sensato de sua parte dar ao cônjuge a oportunidade de provar sua sinceridade, perdoando-o e esquecendo o passado. De outra forma, você estaria apenas dizendo-lhe: "Você fez a cama, agora deite-se nela."
    Você deve aproveitar uma ocasião como esta, para fazer uma análise franca de sua vida, e procurar descobrir meios de modificar suas próprias atitudes e comportamento, de maneira que, com a ajuda de DEUS e a aplicação dos princípios bíblicos à sua vida, você se torne uma esposa (marido) melhor no plano espiritual, emocional e físico. Quando um homem ou mulher comete infidelidade, geralmente, o cônjuge fiel, de alguma forma, deixou de atender aos desejos e necessidades do outro.
    Num casamento em que os dois ou pelo menos um é crente, eles devem esgotar todos os recursos possíveis para a reconciliação, antes de apelarem para a separação, mesmo que haja um caso de adultério. A separação deve ser o último recurso, depois que haverem feito, sinceramente, várias tentativas de reconciliação.
    (O Ato Conjugal - Tim e Beverly LaHaye)

    INTERAÇÃO
    Como vai o seu casamento professor (a)? Como vai a sua família? O adultério é um pecado de consequências desproporcionais ao bem-estar da família. Sofre o cônjuge ferido, os filhos e toda a família. Esta, certamente, não é a vontade divina, por isso, a presente lição, além de ensinar aos alunos a respeito do perigo da infidelidade conjugal, é uma ótima oportunidade para todos nós fazermos uma autoanálise. A família é o bem maior que o Senhor nos concedeu. Por isso, vale todo o esforço para aperfeiçoar o relacionamento conjugal e aprofundar o convívio com a família. Pense nisso!

    OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
    Reconhecer que o adultério é um grave pecado.
    Elencar as consequências da infidelidade conjugal.
    Pontuar alguns conselhos preventivos contra a infidelidade

    ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
    Prezado professor, reproduza o esquema abaixo na lousa ou tire cópias. Peça aos alunos para escolherem um dos três temas relacionados a fim de discutirem o assunto em grupo. Na sequência, pergunte até que ponto estas situações podem comprometer a estabilidade de um relacionamento conjugal. Ouça as respostas e finalize a atividade afirmando que podemos nos relacionar com diversas pessoas, pois, afinal de contas, vivemos nesse mundo, mas devemos conhecer o nosso limite. Até onde podemos ir e não ir. A nossa mente e coração devem estar guardados no Senhor, pois, a sua Palavra é a nossa bússola.

    INTERNET
    Se bem usada, a internet pode ser uma bênção. Ela proporciona um mundo imenso de novas oportunidades, amizades e empregos. É um espaço virtual que congrega pessoas de diversas origens e tipos.
    AMIZADE PROFISSIONAL
    Quando trabalhamos numa empresa conhecemos diferentes pessoas. Naturalmente as afinidades aparecem e estabelecemos permanente comunicação com elas. A amizade profissional é uma consequência direta do nosso trabalho
    RELACIONAMENTO NA IGREJA
    Na igreja local também nos relacionamos com pessoas distintas. No Departamento dos Jovens, na União Feminina e outros. A igreja local é uma ótima oportunidade de estabelecermos laços fraternos de amizade com pessoas distintas.

    RESUMO DA LIÇÃO 6 - A INFIDELIDADE CONJUGAL
    I. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO
    1. Conceito e origem da palavra.
    2. É preciso vigiar.
    3. Buscar a presença de DEUS e não desprezar o cônjuge.
    II. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE
    1. Afastamento de DEUS.
    2. Morte espiritual.
    3. Um lar despedaçado.
    III. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE
    1. Fuja das tentações.
    2. Honre o seu cônjuge.
    3. Aprecie seu cônjuge.

    SINÓPSE DO TÓPICO (1) - O adultério é um grave pecado. Por isso, o cônjuge deve vigiar, buscar a presença de DEUS e jamais desprezar o outro.
    SINÓPSE DO TÓPICO (2) - A infidelidade conjugal afasta a pessoa de DEUS, mata a espiritualidade e dilacera o lar.
    SINÓPSE DO TÓPICO (3) - Alguns conselhos contra a infidelidade no matrimônio: fuja das tentações; honre o seu cônjuge e o aprecie.

    AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Vida Cristã "
    UMA META DE VIDA [...]
    [...] Nossa igreja evangélica parece uma comunidade de casamentos sãos. É tão boa na superfície - cursos de extensão, segurança financeira, casas elegantes, igrejas dignas, pessoas bonitas e terapeutas matrimoniais para quando houver uma lombada na estrada. Mas como é que DEUS mede nosso casamento? Não é por esses padrões.
    O casamento de meus pais estava muito longe do maravilhoso pacote evangélico que descrevi. Contudo, havia autenticidade e beleza nas promessas feitas e mantidas por este casal trabalhador que enfrentou o que pareciam probabilidades insuperáveis. O resultado foi uma colheita de graça, e eu sou parte disto.
    Kent e eu somos casados há trinta e oito anos. temos quatro filhas adultas e dezesseis netos. Juntos tentamos vivenciar as diretivas da Palavra de DEUS sobre casamento. Nossas lutas foram muitos diferentes das de meus pais, mas mesmo assim nosso compromisso se fortaleceu, como o de meus pais, num amor profundo e permanente um pelo outro. Nosso compromisso mútuo em viver conforme o plano de DEUS para marido e mulher nos capacitou a experimentar uma unidade feliz - algo raro e admirável neste mundo arruinado" (HUGHES, Barbara. Disciplinas da Mulher Cristã. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.150).

    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
    HUGHES, R. Kent. Disciplinas do Homem Cristão. 3.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
    HUGHES, Barbara. Disciplinas da Mulher Cristã. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
    HUGHES, Kent & Barbara. Disciplinas da Família Cristã. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
    SAIBA MAIS

    Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 54, p.39.

    QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 6 - A INFIDELIDADE CONJUGAL
    Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2013
    Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

    TEXTO ÁUREO
    1- Complete:
    “O que _____________________________ com uma mulher é falto de entendimento; _____________________________ a sua _____________________________ o que tal faz” (Pv 6.32).

    VERDADE PRÁTICA
    2- Complete:
    A ____________________________________ conjugal traz sérias consequências a toda a ______________________________. Por isso, DEUS ___________________________ tal prática.

    COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
    3- Como é vista para as pessoas que não seguem os desígnios divinos, a infidelidade conjugal?
    ( ) É vista como prática socialmente inaceitável.
    ( ) É vista como prática socialmente aceitável.
    ( ) É vista como prática criminosa tolerável.

    4- Os mandamentos divinos são eternos. Como é visto o adulterio de acordo com a Bíblia?
    ( ) O adultério não vem a ser uma ofensa ao próprio DEUS, mas ao próprio ser humano.
    ( ) O adultério é e continuará a ser uma ofensa ao próprio DEUS.
    ( ) Muitos cristãos estão se deixando levar pelas astutas ciladas do Diabo, fazendo da infidelidade conjugal um hábito.

    I. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO
    5- Qual o conceito e origem da palavra adultério?
    ( ) A palavra adultério vem do grego adulterium, que significa "dormir em cama de outrem".
    ( ) A palavra adultério vem do latim adulterium, que significa "dormir em cama alheia".
    ( ) Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (CPAD), é a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge.
    ( ) Tal ato é um pecado gravíssimo perante DEUS, sendo condenado tanto no Antigo quanto em o Novo testamento (Êx 20.14; Dt 5.18; Rm 13.9; Gl 5.19).
    ( ) É um ato tão grave que no tempo da lei Mosaica, a pena para o adultério era o apedrejamento (lv 20.10; Dt 22.22).

    6- É preciso vigiar. Como acontece o adultério?
    ( ) A infidelidade conjugal é um processo maligno que tem início na mente.
    ( ) A infidelidade conjugal é um processo maligno que tem início na família.
    ( ) No começo, são apenas alguns pensamentos que surgem de "mansinho".
    ( ) Se pensamentos, porém, não forem combatidos, acabam por nos impregnar a alma e o coração, redundando em atos vergonhosos. Tomemos cuidado com o que vemos e pensamos (Sl 101.3; Fp 4.8).
    ( ) Davi, mesmo sendo um homem segundo o coração de DEUS (1 Sm 13.14), não vigiou. Ele cometeu um adultério que o arrastou a um homicídio (2 Sm 11).

    7- Buscar a presença de DEUS e não desprezar o cônjuge. Complete:
    Sem a presença de DEUS, o casal torna-se ______________________________ às investidas do Maligno, todavia, a comunhão diária com o Senhor, por intermédio da oração, da leitura da Bíblia e do jejum, além de fortalecer-nos, ajuda-nos a ter um bom relacionamento com o _______________________________. A presença divina auxilia-nos a suportar as __________________________. Muitos obreiros, por falta de orientação, acabam dedicando-se excessivamente ao ministério eclesiástico em detrimento da _____________________________. O resultado é que a esposa e os filhos deixam de receber _____________________________ e carinho. É bom dedicar-se à Obra de DEUS. A família, porém, não pode ser esquecida, pois ela é o ________________________________________ rebanho do pastor (1 Tm 3.1-7; 5.8; 1 Co 7.32-34).

    II. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE
    8- Por que o adultério provoca o afastamento de DEUS?
    ( ) A imoralidade sexual e a infidelidade estão presentes em todas as famílias; todos no lar são afetados de alguma forma.
    ( ) A Palavra de DEUS diz que "os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite" (Pv 5.3).
    ( ) O pecado, a princípio, pode ser até "prazeroso", mas o preço a ser pago é muito alto; não vale a pena; traz sofrimento e muita dor.
    ( ) A imoralidade sexual e a infidelidade destroem a família; todos no lar são afetados de alguma forma.
    ( ) Alguns minutos de prazer ilícito podem levar um homem, ou uma mulher, para o inferno, para a perdição eterna (1 Co 6.10).
    ( ) DEUS é santo e não aceita o pecado.
    ( ) O adultério divide a família, afasta o cônjuge da presença de DEUS e impede as bênçãos divinas (Is 59.1,2).

    9- Por que o adultério provoca a morte espiritual?
    ( ) O adultério leva à morte espiritual, e sempre até a morte física.
    ( ) O adultério leva à morte espiritual, às vezes até a morte física.
    ( ) Quando nos afastamos de DEUS morremos espiritualmente.
    ( ) A infidelidade conjugal fere as pessoas e destrói a alma (Pv 6.32).
    ( ) Davi arrependeu-se, mas pagou um alto preço pelo seu erro.
    ( ) Se o Senhor não ouve as orações daqueles que tratam mal os cônjuges (1 Pe 3.7), imagine como Ele reage à infidelidade conjugal (Ml 2.16).

    10- Como ocorre a situação de um lar despedaçado e qual a solução?
    ( ) O adultério aflige somente os cônjuges.
    ( ) O adultério aflige toda a família.
    ( ) Os filhos, independentemente de sua idade, são sempre os maiores prejudicados.
    ( ) Em geral, ficam decepcionados com os pais e tendem a desconfiar sempre de todos.
    ( ) Alguns filhos acabam, além de carregarem mágoas de seus pais, levando ressentimentos e dor para suas futuras famílias.
    ( ) Seus relacionamentos são afetados.
    ( ) Por isso, DEUS abomina a infidelidade, a deslealdade (Ml 2.15).
    ( ) O marido deve amar a esposa, assim como a esposa precisa amar o marido (Ef 5.22-33).
    ( ) A falta de amor prejudica o casamento e abre brechas à deslealdade.
    ( ) O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, assim como o de CRISTO pela Igreja.
    ( ) Tal amor é um antídoto contra a deslealdade.

    III. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE
    11- Quais as principais providências a serem tomadas contra a infidelidade?
    ( ) Fuja das tentações.
    ( ) Honre o seu cônjuge.
    ( ) Aprecie seu cônjuge.
    ( ) Julgue seu cônjuge.

    12- Por que fugir das tentações (1Ts 4.3)?
    ( ) Ante o perigo, façamos como José, ele preferiu enfrentar o pecado mesmo pecando contra DEUS; continuou temendo ao Senhor, embora tendo caído em pecado.
    ( ) É preciso ser prudente e evitar o mal.
    ( ) JESUS ensinou os discípulos a terem uma atitude de prudência e sensatez diante das tentações (Mt 10.16; 26.41).
    ( ) Ante o perigo, façamos como José, ele preferiu fugir a pecar contra DEUS; temendo ao Senhor, rejeitou o pecado.
    ( ) Embora José viesse a pagar um alto preço por sua fidelidade, foi honrado por DEUS no devido tempo (Gn 39-41).
    ( ) Diante do pecado, fuja.

    13- Honre o seu cônjuge. Complete:
    Há maridos que se __________________________ de suas esposas. O profeta Malaquias advertiu o povo de DEUS, para que ninguém fosse "___________________________ para com a mulher da sua mocidade" (Ml 2.15). _______________________________ junto à mulher amada é um privilégio. Também há mulheres que, com o passar do tempo, deixam de se interessar e ______________________________ seus maridos. A Bíblia, porém, recomenda a esposa a __________________________________ o marido (Ef 5.33). Os muitos afazeres levam algumas mulheres a se esquecerem de seu papel junto ao esposo. Honre seu cônjuge, dando-lhe o apreço e o ________________________________ necessários.

    14- Aprecie seu cônjuge. Complete:
    Você aprecia seu cônjuge? Ter apreço significa vê-lo como algo _______________________________. A Palavra de DEUS nos diz que "onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso _________________________" (Lc 12.34). Se o seu cônjuge é o seu tesouro, ou seja, uma __________________________________ que você protege e zela com carinho e respeito, o ______________________________ não terá vez em sua vida. Há esposas e maridos que cuidam bem da _____________________________, do ____________________________________, da conta bancária, da igreja, mas não têm cuidado nem interesse pelo seu cônjuge, valorize-o e alegrem-se juntos no Senhor. Não busque jamais beber água de outra _______________________________________ (Pv 5.1-23).

    CONCLUSÃO
    15- Quais providências tomar para que venhamos a ter uma vida conjugal bem-sucedida ?
    ( ) Temos de conscientizar-nos de que a família e o relacionamento conjugal estão em terceiro lugar em nossa lista de prioridades.
    ( ) Muitas famílias têm sido destruídas por causa da infidelidade conjugal.
    ( ) Precisamos investir diariamente em nosso relacionamento.
    ( ) É necessário orar, vigiar demonstrar afeto, apreço, investir no diálogo franco e não abrir mão do respeito.
    ( ) Temos de conscientizar-nos de que a família e o relacionamento conjugal são prioridades.
    ( ) Uma família bem constituída é uma bênção para a obra de DEUS.

    RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...

    AJUDA
    CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
    VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/vi...
    BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
    Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
    Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
    O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.
    Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA.
    Revista Ensinador Cristão - nº 53 - CPAD.
    Comentário Bíblico Beacon, v.5 - CPAD.
    GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
    ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.
    CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo.
    STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD
    AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO - CPAD - Jéfferson Magno Costa
    O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas
    Tesouro de Conhecimento Bíblico - Emílio Conde - CPAD
    Comentário Bíblico Expositivo - Novo Testamento - Volume I - W arren W . W iersbe
    O Ato Conjugal - Tim e Beverly LaHaye
    http://www.gospelbook.net
    www.ebdweb.com.br
    http://www.escoladominical.net
    http://www.portalebd.org.br/
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/li...
    http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/li...

1 2 3 4 5 ...