http://netlog.com/AlmafotoAlmor Loução ©Loução ©AlmorAlmafotohttp://pt.netlogstatic.com/p/tt/009/428/9428782.jpgPortugalSetubal Página de perfil do(a) Almafoto

Almafoto

Confiança masculino - 45 anos, Sines, Portugal


RSS feed

Blog 5

Aqui vou mostrando
Umas histórias e poesias...
Todas elas ilustrando
Com minhas fotografias:


  • Teus Olhos Verdes...

    Teus olhos são lindos... Imagem
    Lindos como quê?
    Não há nada
    Para comparar...
    São de uma beleza rara
    Difícil de encontrar.
    São verdes...
    Verdes como quê?
    Verdes como a natureza
    Que fez lindo o teu olhar...
    Esse verde de rara beleza,
    Esse verde de encantar...
    O verde
    Que deu origem a outras cores...
    O verde
    Que é cor da natureza.
    Os teus olhos são brilhantes...
    Brilhantes como quê?
    É difícil explicar...
    São como diamantes
    Que estão sempre a brilhar...
    São duas estrelas cintilantes...
    Duas estrelas
    Com um lindo cintilar,
    Que ninguém pode vê-las
    Sem logo se apaixonar.
    Os teus olhos verdes
    Não servem só para olhar...
    Eles têm duas funções:
    Servem para ver
    E para encantar
    Também corações.
    São uma obra perfeita,
    Uma obra capaz
    De apaixonar
    Qualquer rapaz...
    Uma obra a valer,
    Essa obra da natureza,
    Uma obra feita
    De modo a condizer
    Com toda a tua beleza.
    Os teus olhos falam...
    Dizem qualquer coisa...
    Mas numa linguagem silenciosa
    Que causa uma estranha sensação...
    Uma linguagem que não se ouve
    Mas sente-se no coração...
    Uma linguagem estranha
    Que provoca emoção...
    Uma linguagem que não fala
    De tristezas nem de dor...
    Não fala de outro assunto
    A não ser de amor.

    (Autor: Almor)

  • PORQUE SERÁ?!

    Minha amiga São! Imagem
    Porque será?
    Porque será, São?
    Porque será então
    Que o mundo tem contrariedades?
    Nele existem
    Pessoas
    Boas,
    De bom coração,
    Mas persistem
    Pessoas más,
    Cheias de maldades.
    Porque será, São?
    Porque será então
    Que a vida
    É repartida
    Entre alegrias e tristezas?
    Há pessoas felizes
    E confiantes na vida
    Mas também há infelizes
    E cheias de incertezas.
    Porque será, São?
    Porque será então
    Que nos destruimos mutuamente?
    Diz-me lá,
    Sinceramente,
    Porque será?
    Porque haverá
    Pessoas amigas
    Capazes de amar
    E pessoas inimigas
    Que só sabem odiar?
    Porque será, São?
    Diz-me lá!
    Porque será
    Que a vida é uma competição?
    Todos nós tentamos
    Ser melhores que os outros,
    Os nossos amigos,
    Os que amamos,
    Um nosso irmão.
    Porque será, São?
    Porque será
    Que não fazemos da vida
    Um paraíso?
    Porque não?
    Diz-me lá!
    São,
    Minha amiga São!
    Porque será?
    Porque não
    A tornamos divertida?
    Porque não fazemos dela,
    Em vez dum pranto,
    Um sorriso?
    Porque será, São?
    Porque será então
    Que destruimos esse paraíso?
    Seremos, São,
    O único animal
    A destruir-se mutuamente?
    Achas que não?
    Pois seremos certamente!
    Porque não
    Vivemos então
    Como um inocente
    Passarinho,
    Que apenas procura
    Liberdade e carinho,
    E não
    Como esta pobre gente
    Que vive na amargura
    Procurando cada qual o seu caminho?
    Porque será, São?
    Porque será
    Que não
    Nos amamos?
    Porque será?
    Porque será
    Que existe gente boa
    E logo aparece gente má?
    Já descobriste?
    Tu já viste
    Que a amizade desaparece
    Quando há
    Uma pessoa
    Boa
    Juntamente com uma má?
    Já viste certamente!
    E já descobriste
    Que nos destruimos mutuamente!
    E podes tirar as tuas notas,
    Que nós somos uns egoístas
    Que para além de idiotas
    Também somos vigaristas
    Que nos enganamos
    Mutuamente
    E erramos
    Constantemente.
    Porque será, São?
    Diz-me lá!
    Porque será
    Que isto acontece?
    Chegaste a uma conclusão?
    Que te parece?
    Qual seria a solução?
    Eu sei qual seria, sim...
    E viveríamos em plena felicidade...
    Podes acreditar em mim,
    Se todos fossem como tu
    Não haveria ódio
    Mas sim amor de verdade!
    Mas pessoas como tu
    Infelizmente
    Não há!
    Por mais que as procuremos
    Não as conseguimos ver,
    Lá isso podes crer
    Que não,
    Sinceramente.
    Mas porque será, São?
    Porque será
    Que o mundo é assim?
    Diz-me lá,
    Diz-me só a mim!
    Porque será?
    Porque será então?
    MAS PORQUE SERÁ
    MINHA AMIGA SÃO?!

    Autor: Almor Loução

  • Pesadelo de um Pesadelo

    Imagem
    Tive um pesadelo!

    Sonhei que navegava no dorso de um enorme monstro azul em forma de oceano que, enraivecido, expelia espumantes escarros esverdeados contra os negros rochedos que encontrava no caminho.
    Seguia à deriva e solitário num pequeno e frágil barquito, discreta e cautelosamente, tentando não despertar a ira da colossal besta líquida.
    Prossegui, noite dentro, apenas iluminado por um ou outro relâmpago que deslizava por entre as trevas e cujo estrondo do trovão se misturava com o ensurdecedor vozeirão rouco do diabo em forma de oceano.

    Finalmente fez-se um silêncio sepulcral...
    Os estranhos relâmpagos deixaram de rasgar o céu negro e o mar diabólico acalmou, ficando inerte, nem se ouvindo o roncar da sua respiração.
    Senti então uma fresquinha e suave mas vigorosa brisa soprar nas velas do pequeno barco, encaminhando-o de encontro a uma minúscula ilha que se confundia com a escuridão da noite.
    Ao aproximar-me, reparei numa enorme cruz erguida no cume da ilhota.
    Finalmente, o barquito embateu com estrondo na encosta da minúscula ilha...
    Foi então que o diabólico monstro oceânico notou a minha presença e investiu furiosamente contra a pequena ilha, engolindo-a de um só trago.
    Consegui entretanto subir para a cruz, que permaneceu à superfície...
    E lá fiquei, não sei quanto tempo, esperando angustiosamente que outro barco passasse, ou, na melhor das hipóteses, que esse malvado oceano se tornasse bom ou... secasse!
    Por enquanto ia sentindo ali alguma protecção...

    Entretanto acordei... e senti uma estranha humidade gélida nos pés!
    Olhei? tinha os sapatos de trapo molhados com... com um pouco de...
    Bobagens!... Isto foi apenas um pesadelo, um terrível pesadelo! Não passou disso! Foi apenas um sonho! Já acabou! Já aca...
    Trriiiiimmmmm? trriiiiimmmmm? trrim...
    Maldito despertador!... Objecto cruel que afinal foi salvador...
    Acordei, olhei para o relógio... olhei para os pés, toquei-lhes, senti a pele quentinha e seca...
    Pensei:
    "Que raio... sonhei que tive um pesadelo!... Mas que diabo de pesadelo é que tive, que nem me lembro?!"...

    Entretanto, já se passaram uns anitos...
    Hoje, inexplicavelmente, consegui recordar esse pesadelo enquanto estava na banheira e vi formar-se, na superfície da água, uma cruz com a espuma esverdeada de um sabonete... azul (sim, azul, azul marinho) começado a utilizar, notando-se ainda intacta a inscrição de um barquito na sua superfície.

    Autor: Almor Loucao

  • Missão Urgente: PROCURO PEIXE (VIVO OU MORTO)

    Imagem

    Sou um animal porreiro,
    Que vive do mar...
    Com meu voo rasteiro
    Procuro pescar.

    É uma constante corrida,
    Com o peixe a escassear...
    Uma luta pela vida
    Para me poder alimentar.

    Procuro saber local e hora
    De algum descarregamento...
    Para aproveitar sem demora
    Algum precioso alimento.

    Tenho que lutar e competir
    Para não morrer esfomeada...
    Correndo até o risco de vir
    A ser pelo Almor fotografada.

    (Almor Loução a traduzir
    a apresentação rimada)

  • OS eSTUDANTES



    " Chegamos à escola enervados 
    e entramos na sala, onde reina a confusão,
    pois temos um teste que nos atormenta o coração 
    e se não o fizermos ficaremos reprovados.

    Olhamos para o teste com a caneta na mão,
    pensando, cabisbaixos, com os cérebros revoltados...
    tentamos copiar olhando para os lados 
    mas o professor vê e recomeça a confusão. 

    Oh! O que havia de aparecer...
    Estes testes malvados 
    que nos deixam preocupados 
    com a nota que vamos ter!

    Esperamos tempos sem fim 
    e recebemo-los finalmente,
    vemo-los rapidamente 
    e reagimos assim:

    Uns rasgam-nos aos bocados...
    outros guardam-nos com cuidado,
    pois não têm nada errado 
    e ficam mais aliviados. 

    Chegam as férias, a coisa mais desejada,
    o cérebro tem outra limpeza,
    acaba-se a tristeza 
    e toda a asneirada. 

    Mas vem o dia da desolação
    (da alegria é que não é) 
    que faz tremer o coração 
    e põe os cabelos em pé!

    É quando a escola reinicia,
    esse dia de aflição 
    que nos rouba a alegria 
    e nos destrói o coração.

    Chega o Inverno! Além das chuvadas,
    saimos de casa a tremer,
    chegamos às aulas, custamos a escrever 
    por termos as mãos geladas.

    Mas nem sempre temos azar...
    também há momentos de alegria,
    como aconteceu um dia 
    e que a seguir vou contar: 

    Cheguei à escola aborrecido 
    e ouvi uma grande gritaria...
    os professores não tinham aparecido,
    o que foi uma enorme alegria! "

    (Autor da composição:
    Almor Loução)

Tags do blog