AlfmaniaK
Confiança masculino - 30 anos, Castelo Branco, Portugal
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Blog / Tags / sei lá
Mensagens de blog com a tag 'sei lá':
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Dúvida idiota #002
Se, na vida real, alguém que tenhas no MSN, Gmail, Yahoo, ou mesmo no netlog, falecer... deve-se eliminar esse contacto?
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Feitios
"Havia um casal que tinha dois filhos, um muito optimista e outro muito pessimista.
Certo dia, fartos do optimismo de um e do pessimismo do outro, decidiram encher o quarto do pessimista de brinquedos, e o quarto do optimista de estrume. Horas depois, querendo ver resultados, foram ao quarto do pessimista para ver como este reagiu. Abriram a porta e lá estava o pessimista enconstado num canto a chorar.
Diz-lhe a mãe:
- Então filho?! Não brincas com os teus brinquedos novos?
Responde o pessimista:
- Não posso!... Tenho medo de os estragar!
Desapontados com este, dirigem-se de seguida ao quarto do optimista. Abrem a porta e vêem este todo contente a mexer no estrume. Pergunta o pai:
- Ó filho?!! O que é que estás a fazer?
Responde o optimista:
- Vocês não me enganam! Eu sei que o pónei está aqui escondido!..."
Enfim, feitios são feitios, e as várias perspectivas da vida não passam disso mesmo, perspectivas! Eu gosto de ter as minhas perspectivas e do meu feitio.
E tu? Gostas do teu feitio?
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Como fazer o amor durar, na vida real!
Sei que o texto já é conhecido na web, mas não faz mal dar largas à criatividade para saber como podia acabar.
"Mãe e filha estavam caminhando pela praia quando a menina perguntou:
- " Como se faz para manter um amor ? "
A mãe olhou para a filha e respondeu:
-" Pegue um pouco de areia e feche a mão com força..."
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava.
-" Mamã, mas assim a areia cai !!! "
-" Eu sei, agora abra completamente a mão..."
A menina obedeceu mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava em sua mão.
- " Assim também não consigo mantê-la em minha mão!"
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
-" Agora pegue outra vez um pouco de areia e
deixe-a na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade."
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
-" É assim que se faz durar um amor".
...eis então que a mãe dá um empurrão nas mãos da filha, fazendo com que a areia caia toda. E prossegue:
-" Mas tens que te manter atenta, porque se aparece alguém mal intencionado, e causar turbulência no amor que tens, podes perdê-lo sem querer! "
A menina olha desolada para a areia que caiu... depois sorriu. Olhando para a imensidão da praia, disse para a mãe:
-" Olha mãe, não faz mal! Há muito amor à nossa volta, não temos que pegar nele, nem guardá-lo para ser só nosso... por isso não preciso ter medo de perder o que é de todos. O amor é de todos! "
A mãe sorriu com muita emoção, e quase como quem chora, pensou: "Criei um monstro!"
...e viva a ingenuidade! -
Dúvida idiota #001
O tabaco tem validade de consumo?
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Professores... enfim!
Há uma classe que me tem feito muita comichão. Os professores, do ensino básico ao secundário. Há bons e maus, correcto, mas com o andamento do todo e com os sindicatos a fazer barulho por trás, lamentavelmente, a impressão que fica é igual para todos... e a minha impressão sobre estes, é que têm uma prepotência excessiva e totalmente dispar da realidade dos nossos tempos. Quando a qualificação é o mote para uma oferta melhor no futuro, tenho pena que seja esta classe prepotente e com uma grave falsa noção da sua competência que está responsável pela formação desta oferta futura.
Se me fosse dada a oportunidade de solucionar toda a problemática à volta da classe docente do ensino básico ao secundário, a minha primeira alteração seria no título.
Passavam a ser, com todo o respeito, a designar-se como Tutores. O título professor ficaria atribuído por lei aos Professores.
Estou cansado da arrogância com que os "professores" se fazem valer com o título: "Eu sou o Prof. Xico e isto não pode ser assim!" como se o título fizesse a diferença. Portanto gostava de ver esta mesma classe, fazer-se valer com o título de Tutores.
Só naquela!
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Toda a verdade sobre o Benfica!!!!
Mais de cem anos de história. Mas será a história suficiente para sustentar uma mentira? O que é o Benfica? Qual a verdadeira origem do Benfica?
Esse clube "alojado" lá para um dos lados da capital, que tem por um lado milhares de adeptos, simpatizantes, e outros tantos que orgulhosamente podem clamar como o "Glorioso". Por outro lado, é razão de ódio e despeito de outros, que por inveja, honra, e orgulho avesso lá o assobiam... mas a pergunta permanece. Há mentira na sua verdade? Ou é o "Glorioso" um clube de verdade, com história e bases feitas de mármore e ouro? Não sei... nem quero saber!
Pois para mim, o Benfica... é um belo chamariz para o meu netlog!
A ver se alguém vem ver isto, e se as visitas aumentam!
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Dia do papá
Hoje é dia do pai e curiosamente não me apetece escrever puto sobre o assunto. Prontos! Agora já me sinto desafogado. Por outro lado fico com imenso espaço para escrever qualquer coisa para encher.
É da maneira que aproveito para desabafar sobre a mesquinhice deste povo tão nobre que, com muito carinho, chamamos de tuga.
Estou saturado deste povo que reclama por tudo e por nada. Hoje tropecei na questão da educação.
Raios partam aos professores.
Neste momento a educação é um detalhe menor que, aparentemente, assalta o universo docente dos ensinos básicos e preparatórios.
O país parece estar dividido, não-professores Vs professores. O mais interessante nestas discussões é que ainda não vi professores avançarem com medidas que permitam rever o que está mal com o ensino. Entre os vários bitytes que apanho na comunicação social, a mensagem é sempre a mesma e resume-se a isto: "Vocês não sabem o que é ser professor e nós queremos o que queremos"
Claro que se pode substituir o 2º "queremos" por "o que temos direito", para não ferir susceptibilidades, mas evite-se desviar a cerne da questão. Os professores debatem-se mais pelos seus interesses que pelo interesse do seu ofício, que é educar, leccionar e instruir.
Argumentos como condições para o bom desempenho das suas tarefas são legítimas, porém não são solução de coisa nenhuma, porque da minha, minúscula, perspectiva o que está mal é a classe dos professores. Pessoas que, e vou generalizar, são prepotentes, arrogantes, cínicos e extremamente egoístas.
Queixam-se de ter que andar km para longe da suas casa para dar uma aula, mas nunca se mexeram para evitar o encerramento de dezenas de escolas no interior do país, obrigando centenas de alunos a percorrer outros km inúteis, comparativamente, em condições muito piores.
Queixam-se que o abandono escolar afecta o seu desempenho, até porque não é imputável ao professor esse abandono. Em determinados ambientes, concordo... por outro lado, não me chega! Porque eu pergunto que é que se passa com os professores que têm excelentes índices de aproveitamento nas suas turmas? São sortudos cujos alunos, por obra do acaso, saíram-se bem nas suas aulas?
Queixam-se que o ministério está a tentar poupar à custa do ensino, prejudicando alunos, professores e em última análise o país, por outro lado, a classe docente está a tentar melhorar em quê? No desempenho de manifestações mais coloridas? Em mensagens com palavras de ordem que protege a sua dignidade? Em que é que isto ressalva a educação?
Estou cansado de ouvir os professores a defenderem a dignidade da sua profissão em deterimento do interesse da mesma!
É que analisando o discurso mediático do professor médio, boas condições para um ensino de qualidade resume-se a: colocação numa escola perto da sua área de residência, liberdade horária para preparar aulas, avaliação externa (e possívelmente menos transparente), e pouco mais do que isto.
E a questão que se coloca mantém-se: Em que é que isso melhora a qualidade do ensino? Ou sou só eu que concluo que essas mensagens são para melhorar a qualidade de vida do professor?
Bom, já me excedi... com sorte, depois volto a falar do assunto, porque ficou muito por dizer... enfim...
Até outro dia!
Pai! Se escrever que te dou um beijo, consegues senti-lo?... Também gosto muito de ti!