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        <title>O blog do(a) Reflexo Sou</title>
        <description>O blog do(a) Reflexo Sou</description>
        <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog</link>
        <lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 04:28:26 UT</lastBuildDate>
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            <title>0Reflexo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo</link>
            <description>0Reflexo</description>
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            <title>O terror</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1892705</link>
            <description>O terror. A exploração política do terror. As certezas convenientes. A tentação de explicar o que não se pode. A realidade que rasga o mundo das palavras. O motivo pelo qual o idealismo não dá uma resposta compreensível ao materialismo. O concreto que irrompe. Os corpos rasgados não são figuras de estilo. O preto não é preto e o branco não é branco. Há um momento em que os filósofos das emoções têm de suspender a emoção. E em que os filósofos das razões têm de suspender a lógica pura. Precisamos de parar para pensar. E de pensar para parar. E mandar às malvas aqueles que, nestas ocasiões, nos dizem que o que é preciso é agir e não pensar. E mandar às malvas aqueles que nos dizem que já sabiam como as coisas são. Porque esses estão apenas a pensar em como manter quentes os seus pés em dias frios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.netlog.com/go/out/url=http%3A%2F%2Fturing-machine.weblog.com.pt%2Farquivo%2Fcat_pontos_de_vista.html&quot;target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://turing-machine.weblog.com.pt/arquivo/cat_pontos_de_vista.html&lt;/a&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:53:50 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Escolas matam a criatividade?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1891560</link>
            <description>&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1330609&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1330609&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Pensem,... &amp;amp;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1330607&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1330607&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Que sociedade estamos a criar?</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:17:33 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O 25 para os ciber mentirosos</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1890618</link>
            <description>A verdade e a mentira andam muitas vezes de mãos dadas... Por vezes torna-se dificíl distinguir uma da outra...torna-se dificil acreditar no que nos dizem, torna-se dificil acreditar no que vemos e acima de tudo aquilo que os nossos olhos não conseguem ver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas. Passaram perto de um belo lago... o dia estava quente. A mentira virou-se para a verdade e disse: Vem, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito. A verdade respondeu: Sim, vamos nadar. Despiram-se, e a verdade saltou para a água antes da mentira... a mentira ficou fora da água, pegou as roupas da verdade e desapreceu.&lt;br /&gt;Desde então, a mentira anda por aí com as roupas da verdade, e a verdade é considerada mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a verdade e a mentira....hoje fico me por citar florbela espanca que num desabafo do seu diario dizia &amp;quot; tão pobres somos que as mesmas palavras nos servem para exprimir a verdade e a mentira&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que sou fágil, APANHO TODOS OS MENTIROSOS, que papem o raio que os parta.&lt;br /&gt;É O MEU DOM  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/ninja.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:41:16 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Estou viva e sinto</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1885959</link>
            <description>Ternura  porque se intensificam os odores silvestres. Pairam nuvens prenhes de anjinhos, gordas, tenras, fofas. Detrás delas, como sempre, o altivo céu azul. Espreita o meu anjo Gabriel que me acompanha desde o coma e sente como eu este frio cortante, cá do norte. E sofro também por tão distante me estar a vida real.&lt;br /&gt; Já esteve mais longe, em Setembro volto a ter mil olhitos esbugalhados sobre esta bruxinha galega que eu sou com os ouvidos esfomeados a ouvir-me e as vozesitas infantis a acompanhar-me ao chamarmos de mãos dadas: MA-GI-AAAAAA! Bem baixinho e em uníssono, para a não assustar.&lt;br /&gt; Ela vem sempre, enchendo as minhas aulas de afecto e calor humano. É amor o que aos meus alunos me une.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 01:38:15 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Queria um texto para o natal…</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1877342</link>
            <description>Não sendo moralista, levaria a pensar, não sendo religioso, qualquer religião o iria aceitar. Seria bonito e eu estou cá para o inventar.&lt;br /&gt;Bem, podemos ir pensando se os milhares de Perus que são mortos no Natal, também não possuem direito moral à vida? Na autodestruição do homem? No consumismo, moralismo? Crianças e não só, mais nada tem importância no Natal??!&lt;br /&gt;Meus queridos! O Natal é uma época de alegria de união das famílias, de troca de presentes, de amor. Pensando bem não sentimos amor pelo próximo por tradição. &lt;br /&gt;Se realmente pretendemos melhorar o mundo:&lt;br /&gt;Segundo definição das Nações Unidas, “O voluntário é o jovem ou adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma a diversas formas de actividades, de bem-estar social ou outros campos”. &lt;br /&gt;Sendo assim, o trabalho voluntário é a solidariedade aplicada ao próximo sem buscar uma retribuição material, mas sim uma satisfação pessoal. Ser voluntário é seguir um ímpeto, é estar disponível, mas é também ser responsável e assumir um compromisso.•&lt;br /&gt;O voluntariado feito com profissionalismo pode tornar-se num agente de transformação da sociedade. Nenhuma sociedade é perfeita, mas a vontade de contribuir para diminuir essas imperfeições talvez seja o primeiro passo para ajudar a criar um mundo melhor.&lt;br /&gt;Li, uma vez, que quando ferimos a alma de alguém fica lá, para sempre, uma cicatriz, a marca do nosso erro. A pessoa até pode perdoar mas, a cicatriz fica. &lt;br /&gt;Devemos &amp;quot;intervir activamente&amp;quot; na defesa do ecossistema. &amp;quot;Ter consciência não chega&amp;quot;, uma voluntária da Quercus, entende que, para além da boa vontade, é preciso iniciativa:&lt;br /&gt;- Quando lavamos os dentes encher o copo com água em vez de utilizar água corrente&lt;br /&gt;- Trazer o lanche embrulhado num guardanapo de pano&lt;br /&gt;- Aprender a separar o lixo para depois ser reciclado&lt;br /&gt;- Proteger os ninhos&lt;br /&gt;- Utilizar só a quantidade de papel indispensável&lt;br /&gt;- Comprar, se houver, cadernos e blocos de papel reciclado &lt;br /&gt;- Não deitar nada para o chão &lt;br /&gt;- Escrever dos dois lados das folhas&lt;br /&gt;- Reaproveitar os envelopes usados&lt;br /&gt;- Preferir produtos frescos (carne, legumes, frutas) avulso e não embalados&lt;br /&gt;- Espalmar as embalagens de cartão.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:38:32 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>A Vida a Apresentar-se</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1871689</link>
            <description>A tua vida tem força. Tem energia.&lt;br /&gt;Tem vontade própria.&lt;br /&gt;Se hoje parasses de agir, parasses de te preocupar, parasses de racionalizar, parasses de controlar, irias notar um fenómeno impressionante.&lt;br /&gt;Um fenómeno a que poucas pessoas assistem, precisamente porque não conseguem parar de agir, de se preocupar, racionalizar e controlar.&lt;br /&gt;E se tu conseguisses fazer isso, irias assistir, finalmente, à vida a apresentar-se.&lt;br /&gt;Irias notar que a vida se mexe sozinha, anda sozinha.&lt;br /&gt;A vida tem comandos próprios, movidos pela gravidade energética.&lt;br /&gt;Tu só irás estar onde tiveres de estar.&lt;br /&gt;Só irás fazer o que tiveres de fazer.&lt;br /&gt;Esta é uma lei imutável do Universo.&lt;br /&gt;E tudo o que contrarie isso só pode atrair dor, perda e sofrimento.&lt;br /&gt;E quem sabe onde deverias estar agora ou o que deverias fazer agora?&lt;br /&gt;Quem sabe?&lt;br /&gt;Tu? O teu ego?&lt;br /&gt;Não. A vida.&lt;br /&gt;Só ela sabe para onde, por onde ir e como ir. Só ela.&lt;br /&gt;E se tu deixares de achar que sabes, que podes e que tens de… vais deixar que ela te leve.&lt;br /&gt;Vais dar-lhe primazia. Vais dar-lhe razão.&lt;br /&gt;E a vida, leve e solta como é a sua natureza, irá levar-te a bom porto mediante as exigências da tua caminhada.&lt;br /&gt;E tudo estará no seu lugar. E, no fim, cá nos encontraremos para comemorar.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:50:05 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Enredo</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1868812</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/088/15088408.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Foi esta fotograia de um amigo que me impulsionou à escrita deste post.&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1524396&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1524396&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;continuamos na mesma  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Isto é o Netlog, um grande enredo.&lt;br /&gt;Mas que pobre é a maioria, senão pensem: &lt;br /&gt;Aglomeram-se, neste site, blogs de mulheres e homens palermas que relacionam o amor a vavéns desajeitados com timings controlados e excitação pelo nada que os define.&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/088/15088825.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Acredito na passagem.&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-73221&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-73221&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Acredito na elevação&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/088/15088939.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Acredito na luz&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/091/15091351.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;NINGUÉM TEM CULPA OU OBRIGAÇÃO ALGUMA  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/ninja.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 21 Oct 2009 18:08:29 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Análise cultural</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1863179</link>
            <description>Sucessivos governos aliados a um pobre mediatismo e a uma população que esculpe uma vivência com pouca exigência a nível cultural, deriva em algo pútrido e as pessoas vêem-se presas a falsas carências materiais.&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/013/15013700.jpg&quot; /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/013/15013625.jpg&quot; /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/015/013/15013633.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;A escola e a educação nutrem os moços. Ainda há quem acredite nisto mas impõe-se uma pergunta: O que deve mudar?&lt;br /&gt; [&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1188403&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1188403&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Há sempre as excepções, ainda bem! E segundo o bastião cultural &amp;quot;gato fedorento&amp;quot; cria-se arterite nos dedos e cérebro, somos nós a exigir comportamentos arcaicos, sem razão de ser, a miúdos expropriados daquilo que nunca lhes foi permitido ter: IDENTIDADE PRÓPRIA.&lt;br /&gt;De ambos os lados, a indocência e o resto  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;  Iremos conseguir dar-lhes espaço para a construírem? &lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1524382&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1524382&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Cada um, mais do que nunca, deve dar o seu melhor.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:54:40 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Escorridas imensidões</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1861989</link>
            <description>Escorrem de mim imensidões em pranto.&lt;br /&gt;Choram a pseudo-vida com algo de morte à mistura.&lt;br /&gt;Para mim, a evidência não evita o desencanto.&lt;br /&gt;A vida é cruel e dura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abanões que criam seres mais fortes.&lt;br /&gt;Situações deprimentes.&lt;br /&gt;Fazem parte, são inevitáveis, as transformações.&lt;br /&gt;Socráticos ditames, readaptações emergentes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vier veio! Tenho tantas situações preocupantes.&lt;br /&gt;Não farei disso um tormento.&lt;br /&gt;Que se lixem os momentos e instantes.&lt;br /&gt;A lucidez traz sofrimento, não perceberam! Lamento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lagoa, 14 de Outubro de 2009</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 14 Oct 2009 10:12:04 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>ESTRANHO SER</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1860848</link>
            <description>Santuário esquecido num mundo despido de ilusões.&lt;br /&gt;Sarcófago da vida que castiga quem lá entra.&lt;br /&gt;Monotonia da solidão que me acompanha, ver e não ver, não ouvir, não sentir.&lt;br /&gt;A luz caía, as nuvens escondiam um céu igual, palavras sem sentido ecoavam.&lt;br /&gt;Ninguém estava.&lt;br /&gt;A espera de um sinal que todos esperam, foi triste.&lt;br /&gt;Um sinal ao qual automaticamente todos respondem.&lt;br /&gt;Cor que surripa a grandeza de um olhar gratificante.&lt;br /&gt;Alguém sorri, alguém que eu não vejo me vê.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Mon, 12 Oct 2009 23:50:49 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Minuta-se-me o tempo no peito aberto</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1856279</link>
            <description>Algures jaz o meu eu.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 07 Oct 2009 23:12:04 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>O meu principal amigo nunca percebeu</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1846414</link>
            <description>Não o conheço e, segundo parece, nunca conhecerei. Foram o Morte, o Mãozinhas e o Xinsert, os únicos que considerei, aqui, amigos, nunca os conheci.&lt;br /&gt;Este meu perfil cá fica, adoro-o, tenham a certeza que não quero nada do que aqui se oferece.&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1292036&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1292036&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Vocês temem o que é realmente bom.&lt;br /&gt;Já consigo ver outras coisas.  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/smile.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sun, 27 Sep 2009 18:18:44 UT</pubDate>
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            <title>O que é o RSS?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1845989</link>
            <description>RSS é o acrónimo para Really Simple Syndication&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a quantidade de informação disponível na Internet, torna-se difícil encontrar e manter &amp;quot;debaixo de olho&amp;quot; o que realmente nos interessa.&lt;br /&gt;Não seria melhor termos a informação de que gostamos, precisamos e consultamos, entregue directamente, sem que fôssemos obrigados a procurar manualmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso que faz o RSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como posso usar o RSS?&lt;br /&gt;Existem várias formas de tirar partido dos RSS; no entanto, para quase todas elas precisa de um software específico que os saiba interpretar: Os leitores/agregadores de feeds de RSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos leitores de RSS disponíveis. Desde os que se instalam isoladamente no seu computador, até aos browsers mais recentes que já sabem tirar partido dessa funcionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes sistemas lhe permitem ver e subscrever RSS. Uma vez escolhido o leitor de RSS, tudo o que precisa de fazer é escolher quais os RSS que quer receber, e configurá-los no seu leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor de RSS uma vez em funcionamento, encarregar-se-á de analisar o seu conteúdos identificando quais são as últimas actualizações para o alertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns browsers mais avançados, como o Firefox, Opera e o Safari detectam automaticamente sempre que há RSS disponíveis numa página. Para mais informações sobre estas funcionalidades, consulte o site do seu Browser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode usar o RSS de 2 formas diferentes. Pode usar um serviço web-based como o Kinja (http://www.kinja.com/) que é gratuito, onde insere todos os sites que consulta habitualmente. Não precisa de voltar a esses sites. Entra na sua área do Kinja, e verá todas as actualizações disponíveis desde a sua última consulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode também usar um leitor de feeds de RSS como o RSSOwl (http://www.rssowl.org/) que também é gratuito, mas funciona de forma diferente, já que necessita de fazer o download da aplicação para o seu computador, e depois inserir os feeds dos sites/blogs que pretende acompanhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/wacko.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sun, 27 Sep 2009 09:03:21 UT</pubDate>
        </item>
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            <title>Não sei onde fui parar</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1845739</link>
            <description>Entre tantas desventuras e aventuras…&lt;br /&gt;Reencontro-me, algo alegre até.&lt;br /&gt;Não me perdi de mim, entre falésias escuras.&lt;br /&gt;Sei, agora, o que quero e como é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz preparo este filtro.&lt;br /&gt;A vida ensinou-me a separar: Trigo/joio&lt;br /&gt;Já isto transparece ao primeiro encontro.&lt;br /&gt;Enganar-me nos sentimentos? Só com vinho a litro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber onde estou.&lt;br /&gt;Nem como vim cá parar.&lt;br /&gt;Hahahaha! Mais pobre não estou.&lt;br /&gt;Pobrezinhos! A estupidez não se pode pegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, hoje</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sat, 26 Sep 2009 23:02:58 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>livre no sentido do 25 de Abril.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1833192</link>
            <description>Quem não o é, apesar de tudo?  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/sad.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; para o Morte</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sun, 13 Sep 2009 08:05:39 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>6</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1827661</link>
            <description>Ivo Pessoa - Uma Vez Mais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que buscas? &lt;br /&gt;Para quê Buscas? &lt;br /&gt;Onde buscas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda busca é em vão se não sabes responder estas perguntas. Ou então, se as respostas estiverem erradas! &lt;br /&gt;Olhar pra dentro &lt;br /&gt;Fechar bem o olho e olhar pra dentro &lt;br /&gt;Perguntar novamente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a busca no &amp;quot;outro&amp;quot; &lt;br /&gt;Olhar no olho &lt;br /&gt;Olhar dentro dele &lt;br /&gt;perguntar de novo &lt;br /&gt;enxergar! &lt;br /&gt;vistes quem está ali? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;exercita agora isso, em qualquer pessoa &lt;br /&gt;busca ali dentro, dentro de ti, dentro das pessoas, as respostas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não perca tempo ofendendo, fugindo, resmungando, pensando. &lt;br /&gt;É só olhar &lt;br /&gt;E o Amor aparecerá. &lt;br /&gt;Só ele mostra o caminho &lt;br /&gt;Só ele faz a tua vida feliz &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordar agora (há uma técnica para acordar: os estalos com os dedos) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O AMOR! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;traga-me todo o mal que há em vocês &lt;br /&gt;e deixem-no aqui... e tomem de mim &lt;br /&gt;tudo o que tenho: Amor&amp;quot; (Sathya Sai Baba) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/014/571/14571926.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor murmurava aos meus ouvidos doces palavras.&lt;br /&gt;Era um engano,&lt;br /&gt;morreu!&lt;br /&gt;Prefiro enganar-me eu a que me enganem!&lt;br /&gt;Não prescindo do susssurro.&lt;br /&gt;Cá estou eu!</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sun, 06 Sep 2009 21:04:23 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Assim Falava Zaratustra</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1819075</link>
            <description>Neste livro estão contidas as idéias centrais do pensamento do autor: O Super-Homem, A Transmutação de Valores, o Espirito Senhoril e o Eterno Retorno. A Idéia do Super-Homem não é exclusividade de Nietzsche. No renascimento Mirandola escreveu Tratado da Grandeza do Homem e posterior a ele outros autores já o fizeram. O Super-Homem é o tipo do homem perfeito. A Transmutação de Valores o autor protesta contra o dogmatismo, a rotina e a hipocrisia contida nas lições de moral. Vontade de Poder, é a base da sua idéia do Espírito Senhoril. O Eterno Retorno seria a repetição dos acontecimentos. Zaratustra é uma obra pessoal onde ele coloca suas &amp;quot;experiências íntimas&amp;quot;, amizades, o seu ideal, desilusões e amarguras. No esboço de Zaratustra ele escreve: &amp;quot;Meio dia e eternidade.&amp;quot; Aceno de uma vida nova.&amp;quot; Mais adiante: &amp;quot;Zaratustra, nascido junto ao lago Urmi, abandonou pelos trinta a sua pátria, esteve na província de Aria e compôs nos dez anos da sua solidão entre montanhas o Zend-Avesta.&amp;quot; Segundo ele, o seu Zaratustra nasceu nos seus momentos mais difíceis: Estava na Itália, inverno rigoroso e muito frio, chuvoso, a beira mar, quase não dormia com o barulho das ondas, para ele insuportável. O livro inicia com uma saudação ao Sol:&amp;quot; Grande astro! Que seria da tua felicidade se te faltassem aqueles a quem iluminas?&amp;quot; Segue contando, numa linguagem poética, a tragetória do seu herói, numa viagem, noite e dia nas montanhas, bosques e cidades, fazendo discursos e reunindo adeptos. &amp;quot;Irmãos, quando possuis uma virtude e essa virtude é tua, não a tens em comum com pessoa nenhuma.&amp;quot; Finaliza: &amp;quot;Assim falava Zaratustra.&amp;quot; O discurso que tem o título A Picada da Víbora é interessante e leva a alguma reflexão. O autor continua nas suas idéias, numa linguagem poética, agradável, alegorias interessantes e narrações preciosas. Não se aplica nessa opinião criticar, valorizar ou apoiar seus princípios. Cabe aqui mostrar um pouco do seu pensamento e sugerir a sua leitura como meio de informação e conhecimento. Mostra-se antagônico em seu pensamento, admira as dificuldades da guerra, o orgulho aristocrático e a disciplina espartana. Por outro lado apresenta-se sensível,  dedica a filosofia, à literatura, as artes e a música. &amp;quot;Voei demasiado longe pelo futuro e horrorizei-me.&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/ninja.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;Também eu vivo horrorizada, que estranho mundo este.  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/blink.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Thu, 27 Aug 2009 21:20:32 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>A importância do altamente improvavel</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1792275</link>
            <description>Os mais atentos dirão que o livro de Nassim Nicholas Taleb, que por um golpe de sorte para os leitores foi agora publicado em Portugal, é um profundo manifesto de alerta para a fragilidade da natureza humana essencial. Na verdade, Taleb chama de cisne negro – recuperando uma metáfora que pretende designar algo de extremamente raro – todas as ocorrências que possuem um altíssimo grau de improbabilidade de acontecerem, que causam um impacto extremo e que apenas posteriormente são alvo de análises articuladas e bastante lógicas. &lt;br /&gt;Assim sendo, Taleb, matemático de formação, e envolvido no mercado de capitais global, procura teorizar sobre a incapacidade do ser humano comum de pensar fora das fronteiras da sua formação e conhecimento, isto é para além da rotina com que analisa todos os dados e situações que enfrenta no seu percurso pessoal e profissional. Esta limitação leva-nos a adaptar todos os actos e movimentos à nossa grelha analítica, impedindo o acolhimento de novas coordenadas e ferramentas, que nos permitiriam ir um pouco mais longe na análise e no saber. Deste modo, usando critérios científicos, e não teorias existencialistas, Taleb procura enquadrar o acaso, a incerteza, o risco e o conhecimento, avançando, inclusive, com a colocação em causa de categorias tradicionais de análise, como são os factos históricos e as teorias científicas paradigmáticas. Para o autor, esta submissão ao passado, à escola e à tradição, impede-nos de obter a capacidade de detectar, prever e dominar “cisnes negros”, como foram o 11 de Setembro, a crise financeira que se estende até ao momento, e como poderá ser uma epidemia viral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o livro de Taleb seja agora obra obrigatória nas grandes multinacionais, e nos estrategas políticos, só existem boas razões para que o seja também para os homens comuns. De facto, cisnes negros ocupam um bom pedaço da nossa vida, e o nosso ficheiro pessoal demonstra que não somos especialmente bons em os entender e deles tirar partido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Vegar</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Mon, 27 Jul 2009 18:53:21 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Dignidade. Coragem. Respeito.</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1791905</link>
            <description>Ética e moral, pela própria etimologia, diz respeito a uma realidade humana que é construída histórica e socialmente a partir das relações coletivas dos seres humanos nas sociedades onde nascem e vivem.&lt;br /&gt;RESPEITO&lt;br /&gt;Se eu estivesse na tua mente naquele dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivesses pensado em mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu estivesse contigo não precisarias de mais ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse importante e o meu sofrer digno de respeito,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não terias saltado assim para outros braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o teu amor por mim fosse capaz de te conter...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apaixonei-me a despropósito por alguém que foi um amigo de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, evito agora ir mexer na ferida ainda recente, ainda palpitante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não tenho coragem de destruir o espólio deste amor. Ficará tudo à espera de ser tocado quando já não doer. Talvez nessa altura eu tenha a capacidade para escrever este romance. Talvez nessa altura eu seja capaz de reunir os fragmentos e preencher os espaços de compreensão e sentido que ficaram vazios&lt;br /&gt;Tenho esta coragem, a necessária para viver nesta condição. Orgulho-me dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIGNIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti-me, durante anos, presa a um corpo que já não me obedecia. Estranhava-o mas era meu, estava viva e seria absurdo revoltar-me ou sentir-me pequenina. Muitos foram os dias em que desejei a morte, (…) e a vida tem valido a pena apesar de ter dificuldades acrescidas.&lt;br /&gt;        Há umas semanas compreendi que o problema não era apenas o corpo, tinha estado louca, durante cinco anos vivi estupidamente num ser que estava mas não era.&lt;br /&gt;        Ser bonito e pensante, criativo mas louco era um eu doente mas eficaz, modelado á vida que se lhe tinha transformado numa empreitada trabalhosa. Queria viver cada dia como se fosse o último ganhara um vocabulário completamente masculino, desejava ter um homem, de inicio julgava-se fantástica &amp;quot;eles é que eram normalóides&amp;quot; e teve muitos que rapidamente desapareciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO PENSEM QUE QUERO HOMEM   &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Não te dei, ó Adão, nem rosto, nem um lugar que te seja próprio,&lt;br /&gt;nem qualquer dom particular, para que teu rosto, teu lugar e teus&lt;br /&gt;dons, os desejes, os conquistes e sejas tu mesmo a possui-los.&lt;br /&gt;Encerra a natureza outras espécies em leis por mim estabelecidas.&lt;br /&gt;Mas tu, que não conheces qualquer limite, só mercê do teu arbítrio,&lt;br /&gt;em cujas mãos te coloquei, te defines a ti próprio. Coloquei-te no&lt;br /&gt;centro do mundo, para que melhor possas contemplar o que o mundo&lt;br /&gt;contém. Não te fiz nem celeste nem terrestre, nem mortal nem&lt;br /&gt;imortal, para que tu, livremente, tal como um bom pintor ou um hábil&lt;br /&gt;escultor, dês acabamento à forma que te é própria&amp;quot;.&lt;br /&gt;             (Pico de la Mirandola).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reflexão sobre o conceito de dignidade humana situa-se abarca as&lt;br /&gt;transformações do conceito de vida, de humano, de vida humana e as suas&lt;br /&gt;implicações a nível do desenvolvimento, da solidariedade e equidade dos seres que&lt;br /&gt;habitam a mesma Terra (no sentido de Heidegger).&lt;br /&gt;A necessidade da reflexão sobre o conceito de dignidade humana significa&lt;br /&gt;pois dar conta à comunidade em que estamos inseridos da dificuldade de&lt;br /&gt;articulação entre o próprio conceito e as questões da biologia, ainda que ela seja&lt;br /&gt;uma pedra base. Mas a travessia deste conceito por áreas diversas, nomeadamente pela filosofia, biologia&lt;br /&gt;e psicologia, pretende também ela dar a ver as bases e o questionamento ético  sobre o modo da interrogação, da perplexidade, da dúvida e da indecidibilidade que as questões éticas envolvem na sua dinâmica de abertura ao novo, ao inédito.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Mon, 27 Jul 2009 10:55:45 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>E a burra sou eu?</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1788437</link>
            <description>Ver o mundo retorcer-se em  estranhas comichões e sem coragem de se denunciar  . &lt;br /&gt; Carcomem-se em &amp;quot;faz de contas&amp;quot; que, têm muito nível  , vocês lá sabem! &lt;br /&gt;Estarei a salvo desse rebanho enquanto acreditar:&lt;br /&gt;Na loucura e na ternura. &lt;br /&gt; &lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-247600&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-247600&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Só um enorme sentimento de inferioridade justifica que se continue a considerar que os outros são inferiores. Eu explico: esta mania nasce do medo de se ser considerado igual àquilo que se julga menor: estúpido (ou inculto), ladrão (ou corrupto) e sujo (ou mal lavado). De facto, nós, os portugueses somos extremamente cultos, é só ver as taxas de analfabetismo e de iliteracia; somos muito honestos, como atesta a cultura popular da cunha e do oportunismo; e asseados então nem se fala, principalmente na rua, que é de todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mesmo assim: a descriminação que alguns ainda se arrogam o direito de usar para diminuir os que estão em minoria ou são diferentes, não é mais do que aquilo que em português se chama “sacudir a água do capote”, que é como quem diz, atirar para os outros com os nossos defeitos de modo a afastar a atenção da nossas próprias fraquezas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama-se a isto projecção: atribuir aos outros os defeitos que consideramos inaceitáveis em nós. De facto, é mais fácil descriminar um cigano do que aprender a respeitar a propriedade pública não sujando as ruas. É mais fácil dizer que aqueles outros são estúpidos do que aprender a pensar, ler livros ou cuidar do intelecto e é mais fácil acusar alguém de ladrão do que resistir à tentação de recusar uma cunhazinha ou um favorzinho de um conhecido de um conhecido de uma prima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, a descriminação é sinal de inferioridade: mental, moral e humana. Descriminar é ser ignorante, ignóbil e desumano. &lt;br /&gt;A não ser que se trate de diferenciar, isto é, tratar com o respeito que merece quem é diferente, aceitando essa diferença com a mesma naturalidade com que reconhecemos as semelhanças. O outro é, por definição, um outro eu, alguém que é, ao mesmo tempo, diferente e semelhante. Semelhante na condição e diferente na forma de viver essa condição humana.</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Thu, 23 Jul 2009 11:25:35 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>CONTINGÊNCIAS</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1786567</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/013/917/13917376.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Sou, realmente, um reflexo de todas as situações que vivi e me marcam.&lt;br /&gt;Estou em constante mudança, talvez porque a saúde mo permite. É complicado não ser &amp;quot;parva alegre&amp;quot;, deparo-me com uma enorme estranheza de mim.&lt;br /&gt;A pessoa que sou é merecedora de mais, daí que vá deixar de cá vir, pelo menos por uns tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/wink.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;SEJAM FELIZES  &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/smile.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Tue, 21 Jul 2009 09:24:57 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>A Ética &amp;quot; aprender a viver&amp;quot;</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1784812</link>
            <description>&lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/blink.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; Há 24h atrás eu era um ente solitário, ingénuo, que possuia a crença, algo irraconal, de que te iría encontrar aqui.&lt;br /&gt;Quando entrei em coma não acreditava em deus, enquanto assim estava, ele falou comigo e disse-me que estarias aqui.&lt;br /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/arrr.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt;Tive uma dezena de nicks, em 2003 era a nina_saturnina mas, ainda bem que não te encontrei naquela altura, é agora que preciso de ti e que estou em condições para te merecer.&lt;br /&gt; &lt;img class=&quot;smiley&quot; src=&quot;http://v.netlogstatic.com/v4.00/2445//s/i/smilies/biggrin.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; /&gt; Vamos agora à ética de viver, contaste-me a história do invólucro do chocolate, disseste que já lhe rasguei um pedacinho, deste-me a 100% a esperança e é tudo o que preciso agora, para não viver &amp;quot;a seco&amp;quot;. Falaste-me e argumentaste inteligentemente sobre a normalidade. &lt;br /&gt;Sei que tenho, em ti, um amigo honesto, com espírito são e que muito me agrada.&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;textAlign textAlignCenter&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;textAlign textAlignCenter&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;textAlign textAlignCenter&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1175019&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1175019&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Sun, 19 Jul 2009 07:51:05 UT</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Parece-me a primeira vez</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1781761</link>
            <description>Esperava por ti. Mente/alma/espírito são e forte.&lt;br /&gt;Esperei anos por ti, talvez os necessários.&lt;br /&gt;Deambulei por entre sintômas de morte, num mundo aparte.&lt;br /&gt;Abro as portas da minha dimensão. Vem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-862898&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-862898&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2009 19:55:19 UT</pubDate>
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            <title>Ternura</title>
            <link>http://pt.netlog.com/0Reflexo/blog/blogid=1781663</link>
            <description>&lt;img src=&quot;http://pt.netlogstatic.com/p/oo/013/963/13963934.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Vianne Rocher, depois de passar vários anos a viajar ao sabor do vento e a fugir dos seus fantasmas sente, de súbito, um forte desejo de sedentarização e estabilidade. E julga encontrar em Lansquenet o sítio ideal para lançar as suas raízes, um lugar perfeito para trazer às gentes locais um pequeno toque de felicidade, através da magia alquímica das suas mãos especializadas em elaborar a poção mágico do…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOCOLATE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1514126&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;window&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://pt.netlog.com/go/widget/videoID=pt-1514126&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowFullScreen=&quot;true&quot; wmode=&quot;window&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;295&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
            <author>0Reflexo</author>
            <pubDate>Wed, 15 Jul 2009 18:13:48 UT</pubDate>
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